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Ano 1 | 01/2017

MERCADO ‘

TECNOLÓGICO:

UMA NOVA OPÇÃO PARA VESTIR


DESEJA VENDER

MAIS?

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Soluções Comerciais

IMAGENS: FREEPIK

SAC 4020-2431 (de capitais e regiões metropolitanas) ou (11) 3181-4586 (demais regiões). www.prospectaempresas.com.br


EDitoriAL

CoNSELHo EDitoriAL Kleyton Clemente Diretor de operação A.L. clemente@prospectaempresas.com.br Carolina de Campos Diretora Comercial carolina@prospectaempresas.com.br Pâmela Schulz Comunicação e Marketing marketing.brasil@prospectaempresas.com.br Jornalista responsável Drt-SC - 02099 - JP - Clemente, Kleyton ProJEto GrÁFiCo / DiAGrAMAÇÃo Pâmela Schulz marketing.brasil@prospectaempresas.com.br DEPArtAMENto CoMErCiAL Carolina de Campos Diretora Comercial carolina@prospectaempresas.com.br Ana Lucia de Souza ana.lucia@prospectaempresas.com.br Julian oliveira Julian.oliveira@prospectaempresas.com.br iasmin Lopes iasmin@prospectaempresas.com.br CAPA Crédito: Google Glass CoNtAto 4020-2431 (11) 3181-4586 www.prospectaempresas.com.br

4 INDÚSTRIA 4.0 A 4ª Revolução Industrial

5 GROWTH HACKING

Unindo Marketing e Tecnologia para atrair e reter consumidores

FUTURO DA 6 OPROFISSÃO

Automação e robotização podem decretar a extinção de profissões e o surgimento de outras

8 PROTEÇÃO DE MARCAS E PATENTES

DAS 14 “INTERNET COISAS” Entenda a sua relação com a Segurança dos Sistemas

16 POTENCIALIZANDO A SUA MARCA

Conheça a forma de comunicação que une estratégias de marketing e conteúdo

SUA 18 PARA EMPRESA NÃO PARAR DE CRESCER

Como otimizar Investimentos

Artigo

NO 10 FACEBOOK EXPEDIENTE

Rede social lança plataforma para grupos de trabalho dentro de empresas

TEMPO 11 ONUBLOU?

Conheça 5 mitos sobre a computação em nuvem

DE 12 SERVIÇOS ATENDIMENTO AO CLIENTE

Adaptação para satisfazer novos perfis

NOVA 20 UMA OPÇÃO PARA VESTIR

Wearables projetam mercado tecnológico em expansão

22 CURSO SUPERIOR À DISTÂNCIA

Em 2023, irá superar a Graduação Presencial no Brasil

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Indústria 4.0 A 4ª Revolução Industrial

O

início do século 21 se fixou em um grande alicerce: a tecnologia. É com base nela que a história desta era está sendo construída, com as empresas se adequando ao mundo tecnológico e constituindo sua identidade digital. Empresas digitais utilizam as tecnologias da informação de forma acentuada para a realização de seus negócios. De acordo com o instituto de pesquisa de mercado IDC, os dispositivos móveis representavam, em 2010, somente 26% do segmento brasileiro de Smart Connected Devices, composto por desktops, notebooks, tablets e smartphones.

Até o final de 2017, após a venda estimada de aproximadamente 62 milhões de dispositivos móveis, o segmento deve representar 87%. Essas soluções geraram novos modelos de negócio, hoje sustentados por empresas Startups, ERPs, redes sociais, sites, e outros. Os dispositivos móveis têm criado novos padrões de comportamento e consumo e é preciso tomar consciência da importância do investimento

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2000

Sistemas Ciber físicos.

1784

Máquinas a vapor.

em ambientes virtuais, sejam aplicativos, e-commerce, plataformas, storage ou responsividade. Estar presente no mundo digital é fundamental para o crescimento das companhias, que passam a operar de forma mais simples, ágil e conectada. O poder de ampliar os negócios pelo ciberespaço é incontável, pois ele cria uma vitrine virtual para expor serviços e produtos sem as fronteiras físicas de um negócio local. De acordo com o relatório do World Economic Forum, “The Global Technology Report”, estamos no início da chamada “Quarta Revolução Industrial”, que é caracterizada pela expansão da tecnologia digital no ambiente corporativo. O que conta também neste contexto digital é o perfil do empreendedor, porque não basta somente mensurar os recursos de potencial tecnológico, e ao mesmo tempo não dominar a área de atuação. O empreendedor necessita ter

1870

Produção em massa e Energia Elétrica.

1970

Eletrônica, TI e automação.

também propriedade das técnicas modernas e o contexto da necessidade e satisfação do consumidor, isso evidencia o reflexo do seu produto. Uma pesquisa da Revista Exame, revelou que cerca de 40% dos empreendedores no Brasil possuem Ensino Superior, número maior que aqueles que apenas possuem Ensino Médio, com 18%. E, 42% destes, possuem uma especialização na área de tecnologia. Os consumidores precisam sentir credibilidade no produto através da plataforma digital. E para manter os produtos na lista de desejos dos consumidores é preciso facilitar os processos de compra e venda. A tecnologia precisa ser vista como uma parceira do relacionamento entre empreendedor e consumidor: ao analisar as soluções e aplicativos que surgiram nos últimos anos, é fácil perceber a transformação e a praticidade que a tecnologia trouxe consigo, e não pode ser vista como uma barreira.


GROWTH HACKING UNINDO MARKETING E TECNOLOGIA PARA ATRAIR E RETER CONSUMIDORES Pâmela T. Schulz

Analista de Comunicação e Marketing pamelatschulz@gmail.com

O

mundo está sendo incessantemente dominado pela tecnologia, o que resultou em uma revolução no Marketing. O Growth Hacking surgiu como alternativa, ao unir técnicas de desenvolvimento de softwares, método científico, pensamento analítico e criatividade. O termo é novo no Brasil, porém, muito presente fora do país. A expressão foi utilizada pela primeira vez em 2010 pelo empresário Sean Ellis, fundador e CEO da maior plataforma de conteúdo na internet sobre o assunto (growthhackers.com). O Growth Hacking é a técnica utilizada dentro das empresas, cuja direção tomada sempre será focada no crescimento da companhia. As práticas – inconvencionais – unem as equipes de Marketing e Tecnologia da Infor-

mação, mas engloba conhecimento das áreas de vendas, finanças, operações empresariais e até recursos humanos. Em uma analogia, é interpretado, às vezes, como um “estado de espírito” e não como uma atividade: tudo começa com a pessoa por trás do projeto, que, a cada decisão, observa seu impacto sobre o crescimento e não utiliza um conjunto de ferramentas padrão e não segue uma lista de instruções. Growth Hackers baseiam-se também no método científico para projetar experimentos de Marketing. Assim, uma ideia, para um Growth Hacker, é como uma hipótese a ser testada. Mas nem tudo é análise: muita criatividade é necessária para entender como agir sobre os dados. O próprio conceito transpõe sua função de dinamismo e inteligência, ao obter soluções que envolvem desde a concepção

da ideia e percepção do público à qualidade e aperfeiçoamento do produto.

por meio dA gestÃo de dAdos e tecnologiA, obJetivA-se gerAr novAs estrAtégiAs, interAções e informAções em prol do desenvolvimento do negócio. Esta prática proporciona abordagens inovadoras do público-alvo, com estratégias mensuráveis – mas sempre baseadas em dados, a fim de compreender o que está falhando, aprender com o êxito e tornar os bons resultados escaláveis. Para Leandro Herrera, Growth Hacker da plataforma de planos de estudos Geekie, “o crescimento está totalmente atrelado ao produto. Antigamente era tudo departamentado, você tinha algo pronto e outra equipe tinha que pensar como vender ou divulgar. Quando, na verdade, essa venda deve ser pensada desde o desenvolvimento”. No entanto, não há um mapa do caminho a ser seguido. O que funciona para uma empresa pode não funcionar para a outra. A melhor maneira de implementar o Growth Hacking é trabalhar no sentido de uma nova mentalidade. É preciso deixar de lado as convenções normais, adotar novas ideias e alavancar oportunidades explorando caminhos exclusivos, por vezes, arriscados. O resultado deste trabalho não objetiva confirmar o que você pensa, mas encontrar o que você deve pensar.

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A PROFISSÃO DO FUTURO... OU

O FUTURO DA PROFISSÃO

Automação e robotização podem decretar a extinção de dezenas de profissões e o surgimento de outras funções.

Sessenta e cinco por cento dos empregos que as crianças em idade escolar terão acesso no futuro ainda não foram criados”. A informação foi atribuída ao matemático, empreendedor e educador, Salman Khan e foi divulgada, este ano, pelo Fórum Econômico Mundial. O dado é preocupante, mas parece que ainda não atraiu a atenção de estudiosos, autoridades e empresários. Diante deste quadro, há dezenas de profissões atuais que parecem estar com os dias contados. Na lista, analistas financeiros, assim como os contadores, analistas de crédito, bibliotecários, secretárias, bancários e caixas estão sob maior risco. “A sociedade ultrapassou a fronteira e entrou na quarta revolução industrial, determinada pela evolução e amadurecimento

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das tecnologias. Na realidade, o futuro já começou, estamos navegando nele, sem entender, nem mesmo perceber, ainda, como já está influenciando nossas vidas”, afirma o jornalista e futurólogo, Carlos Plácido Teixeira. Diretor do site Radar do Futuro, Plácido tem se debruçado sobre esta questão do futuro do trabalho e aponta que as funções que correm mais risco são aquelas envolvidas com rotinas. “Quanto mais rotineira, maior a possibilidade de ser transformada em algoritmos”, ilustra. Em contrapartida, “quanto mais dependente de relações humanas, de criatividade e de percepção de problemas, maior a chance de salvação das profissões”, acrescenta o futurólogo. É o caso por exemplo de médicos e profissionais envolvidos com cuidados estéticos.


Critérios de avaliação Calcule as probabilidades de extinção O site norte-americano da National Public Radio desenvolveu um software on-line que calcula a probabilidade de profissões serem extintas nos próximos anos, por conta da automação e robotização. O endereço do site com o programa é bit.ly/by-a-machine – e está em inglês. São duas colunas, com a primeira dividida por áreas e segmentos profissionais e a segunda, mas específica, contém a função em si. Assim, por exemplo quando assinalamos a coluna “Vendas e Afins” (do inglês Sales and Related) e a função “Vendedor varejista” (do inglês, Retail Salesperson), o programa indica que há 92,3% de chance de automatização, portanto, grandes chances de ser extinta. Em compensação, assinalando na primeira coluna “cuidados pessoais e serviços” (personal care and service) e a função ‘‘maquiador’’ (makeup artists) constatamos que a profissão tem apenas 1% de possibilidade de ser automatizada.

Mas quais são os critérios para se chegar a estas estatísticas? Quatro variáveis foram analisadas:

1

Você trabalha com soluções inteligentes? Você é obrigado a ajudar pessoalmente os outros? O seu trabalho exige que você se esprema em espaços pequenos? O seu trabalho requer negociação?

2 3

4

Trabalhos que exijam negociação e interação humana estão e continuarão em alta, segundo os critérios da pesquisa. Tarefas rotineiras e repetitivas tendem a ser substituídas por máquinas e computadores já próximos da Inteligência Artificial. Até mesmo profissões tidas como intocáveis ou imutáveis correm risco de acordo com o site da NPR. Como é o caso de “assistente jurídico” que aparece com 94,5% de chance de extinção. É que já existem computadores capazes de redigir textos mais técnicos do que com conteúdo emocional. A exemplo da agência de notícias Associated Press (AP) que já utiliza computadores redigindo textos, por exemplo, sobre cotações da Bolsa de Valores.

Escolas não estão preparadas O jornalista e futurólogo Carlos Plácido detecta também que tanto escolas quanto empresas não estão preparados para estas mudanças que se avizinham. “Não se pensa o futuro ao fazer escolhas profissionais. Não há quem pense que o aluno que iniciar um curso em 2017 vai se formar em 2021, quando o mercado já terá dado um salto imenso rumo a uma nova realidade”, alerta. Ainda segundo Carlos Plácido, “as empresas seguem a mesma toada, especialmente em um país como o Brasil. Na realidade, as empresas tendem a ampliar os investimentos em tecnologia, em especial em automação, robotização e aplicação de sistemas de inteligência artificial. Elas serão obrigadas a ampliar programas de investimento em treinamento”. E Carlos Plácido faz um duro alerta: “O futuro do trabalho é competitivo. Ninguém vai pagar alguém apenas porque a pessoa tem um diploma. Para ter oportunidades de trabalho – não necessariamente de empregos – o profissional será obrigado a se destacar.” Resta saber se estamos preparados. Está colocado o desafio para empresários, estudantes e governantes, afinal o ano de 2025 – quando se terá passado um quarto deste século – é daqui a pouco mais de oito anos.

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PROTEÇÃO DE MARCAS E PATENTES Francine Pinheiro Delai

N

o Brasil, as propriedades de marcas e patentes são protegidas legalmente pela LPI – Lei de Propriedade Industrial n.9.279/96, tratados internacionais e Convenção da União de Paris, sendo que o órgão responsável para regulamentar a propriedade intelectual é a autarquia federal – INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. A proteção à marca iniciase logo no momento da escolha de sua nomenclatura, eis que nomes genéricos e expressões comuns são dificilmente protegidas, por serem contrárias à livre iniciativa, que visa assegurar a ordem econômica de modo a beneficiar toda a sociedade. Em razão disso, a marca deve ser escolhida com cautela e estudo detalhado, visando atender os planos futuros da empresa e campos de atuação. Ato contínuo, o simples registro da marca e nome empresarial nas juntas comerciais estaduais não são suficientes

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Foto: Arquivo.

OAB/SC 33.190 francinepinheiroadv@gmail.com

para resguardar a quista proteção. Isto em razão de que a proteção nas juntas comerciais possuem abrangência limitada ao Estado onde foi registrada. Ainda, a anterioridade do registro no referido órgão não é elemento absoluto para definir a proteção à marca. Com o registro perante o INPI, objetiva-se assegurar ao seu titular o uso exclusivo da marca, em todo o território nacional, inibindo terceiros, ainda que de boa-fé, de usar marcas idênticas ou semelhantes para distinguir produtos ou serviços de um mesmo ramo de atividade. Vários aspectos são então analisados para restringir o uso da marca por terceiros, dentre os quais, a anterioridade do registro na junta comercial e no INPI; o registro validamente expedido do uso da marca perante este último órgão eis que tão somente o protocolo do pedido não traz a proteção plena; a territorialidade; o ramo da atividade comercial, a semelhança fonética das marcas e a sua notoriedade bem como a existência ou não de confusão entre elas e prejuízos causados. O cerne da questão, portanto, é salvaguardar os direitos de empresas que atuam há longa data no mercado, com clientela consolidada a fim de evitar confusão entre produtos e empresas perante os consumidores, que poderiam ensejar em concorrência desleal trazendo prejuízos irreparáveis.


WorkPlace

Facebook encontra lugar no expediente

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Rede social lança plataforma para grupos de trabalho dentro de empresas.

á é possível usar o Facebook durante o expediente, sem constrangimentos. A gigantesca rede social de Mark Zuckerberg lançou, no dia 10 de outubro, o WorkPlace – anteriormente chamado de Facebook At Work – uma tentativa de abocanhar clientes do mercado corporativo. O objetivo principal é unir pessoas em torno de equipes de trabalho. Assim, as pessoas podem compartilhar informações, criem eventos e troque mensagens – individuais ou em grupo. A interface também prevê um dashboard com indicadores de métricas para análises internas das empresas. Mas o serviço não é gratuito,

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assim como a versão “social” do Facebook. O preço varia de acordo com a quantidade de funcionários: US$ 3 por usuário para empresas com até mil colaboradores; US$ 2 para empresas até 10 mil funcionários; e US$ 1 para organizações com mais de 10 mil empregados. Destaque: a cobrança se dá somente pelo número de usuários ativos. Em contrapartida não há propaganda e a rede social não coleta dados dos usuários. Assim, a empresa não vai rastrear dados a fim de exibir publicidade direcionada e de acordo com os hábitos e pesquisas do usuário. Também não há nenhum tipo de conexão entre as duas plataformas: o que é compartilhado no Facebook não é mostrado no WorkPlace, e viceversa. O piloto e os

primeiros testes datam de 2015. E algumas empresas já estavam testando a nova plataforma, como o Royal Bank of Scotland, que tem mais de 100 mil funcionários. Segundo analistas, a ideia é diversificar fontes de receita, já que o Facebook vive de marketing e publicidade on-line, sem cobrança dos usuários. Estima-se que 90% da receita total venham de anúncios. O mercado corporativo tem uma série de sites e aplicativos específicos, mas o Linkedin continua como referência e recentemente foi adquirido pela Microsoft por US$ 26,2 bilhões. No caso do WorkPlace ele também quer concorrer com sites como Convo, Salesforce Chatter e Yammer, também da Microsoft. A plataforma pode ser utilizada pelos sistemas operacionais iOS, Android ou por meio de um navegador.


SEGURANÇA DAS CORPORAÇÕES

É muito comum ouvir que a computação em nuvem não é segura, no entanto, o risco de ter ataques de segurança é muito maior nos data centers físicos. Os dados em nuvem são protegidos por camadas de acesso, além de serem totalmente criptografados. Isso quer dizer que mesmo que duas empresas diferentes utilizem o mesmo data center, elas não conseguirão acessar as informações uma da outra. Sem contar que o provedor também não possui acesso aos dados do cliente devido as chaves de acesso utilizadas somente pelos usuários autorizados.

EM NUVEM

CORROMPER DADOS IMPORTANTES

É quase impossível perder um arquivo em nuvem. Pois caso isso aconteça, os arquivos não serão totalmente perdidos graças ao backup automático, serviço que o Cloud Computing fornece. É também a garantia de uma segurança mais sólida e precisa, porém, tenha atenção ao contratar esse serviço, para se certificar de quanto em quanto tempo é realizado os backups, e por quanto tempo ficam disponíveis para você restaurar.

“ A NUVEM DEVE SER APLICADA PARA TODOS OS ASPECTOS DA CORPORAÇÃO

Este mito está atrelado à ideia de que é preciso ter apenas um fornecedor de software que seja completo, mesmo que, muitas vezes não use tudo o que o ERP tem a oferecer. No entanto, nem sempre isso é preciso. Quem já tem uma boa infraestrutura de TI, por exemplo, não precisa colocá-la em nuvem, uma boa saída seria contratar as ferramentas no modelo SaaS.

MITO 4

MITO 2

“ O ARMAZENAMENTO EM NUVEM PODE

“ CASO HAJA A MUDANÇA DE

SISTEMA, TODOS OS DADOS SERÃO PERDIDOS

O armazenamento em nuvem é muito usado para os sistemas empresariais. Mesmo que uma empresa resolva mudar de sistema, todos os dados podem ser exportados sempre que necessário, e para onde a empresa quiser. A única barreira pode ser a incompatibilidade entre as ferramentas, mas empresas especializadas geralmente procuram dar esse suporte.

“ A MIGRAÇÃO PARA A NUVEM É MUITO LENTA ”temos Como toda mudança,

MITO 5

MITO 1

“ A NUVEM COMPROMETE A

CONHEÇA CINCO MITOS SOBRE A COMPUTAÇÃO

MITO 3

A

influência da Tecnologia da Informação teve um crescimento exponencial nos últimos tempos. De acordo com relatório de tendências de TI da SolarWinds realizado com diretores e gerentes do setor de TI, 98% dos profissionais brasileiros da área, dizem que a adoção de tecnologias de nuvem é importante para o sucesso dos negócios da organização a longo prazo; quase um terço (31%) diz que é extremamente importante. Esta tendência resultou em diversas discussões sobre o assunto, mas será que todos os “ruídos” são verdadeiros? Saiba os principais mitos sobre o Cloud Computing.

O TEMPO NUBLOU?

a impressão de que será lenta e nos dá certa “preguiça” de investir em uma migração tão complexa. No entanto, é mais simples do que imaginamos. Por ser uma implementação totalmente em nuvem, eliminando o uso de máquinas, os serviços são entregues via internet, pulando etapas e evitando lentidão na operação. Segundo relatório da SolarWinds, o número total de empresas que não migraram nenhuma informação para a nuvem caiu de 21%, em 2015, para somente 15%, em 2016.

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Atendimento

ao Cliente

adaptação para satIsfazer

Como abraçar quem te odeia

iMAGEM DivuLGAÇÃo.

novos perfIs

20%, caindo para 19% em 2016. A comunicação por e-mail exige mais preparação, adequação e alinhamento com os valores da empresa. Diálogo entre empresários e clientes e casos de mau atendimento ganham espaço nas mesmas redes sociais e podem comprometer marcas e reputações.

S

ai o telefone entra o e-mail. Oscanaisderelacionamento com os clientes também passam por modificações e o consumidor, mais conectado do que nunca, opta por entrar em contato com empresas por e-mail ou pelo “fale conosco” do site. A conclusão é de um estudo recente da E-life, empresa especializada em pesquisas e hábitos de consumidores. De acordo com o levantamento, 61% dos consumidores entram em contato por e-mail e 45% no site das empresas. O telefone, embora tenha perdido um pouco, continua com 54%. De 2013 até o ano passado, telefonar para o SAC (Serviço de

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Atendimento ao Consumidor) era a forma preferencial. Segundo o mesmo estudo, por considerar “uma dúvida ou problema simples”, 36% dos consumidores acionaram as redes sociais ou e-mail, e 27% responderam que “era o canal mais fácil” para entrar em contato. Mas, as empresas estão preparadas para esta nova modalidade de atendimento? A julgar pela mesma pesquisa, um dos fatores que levou as pessoas a optarem pelo uso da internet foi a lentidão na solução do problema. O número pouco oscilou entre 2014 e 2016 na resposta “porque meu problema não foi resolvido em outros canais”. Em 2014, eram

O especialista norteamericano Jay Baer tem estudos avançados em torno deste tema – o atendimento ao cliente insatisfeito – e lançou recentemente o livro “Hug your Haters” (do inglês ‘Abrace os que o Odeiam’), ainda sem tradução em português. Um dos conselhos de Baer é justamente se antecipar ao problema. “Você não deve esperar que os seus clientes insatisfeitos venham até você. As queixas indicam pontos dolorosos que a sua empresa precisa tratar. Quanto mais cedo você os descobrir, mais rapidamente será capaz de remediar essas partes da sua empresa.”


No entanto, ele também divide as pessoas que reclamam em duas: as querem atenção e as que querem ajudar. E ensina: 91% das pessoas esperam uma resposta.

Redes sociais têm diferentes linguagens

Antes de criar ou treinar

equipes de trabalho, a própria E-life também enumera uma série de particularidades das redes. Qualquer que seja a forma de comunicação, desde a simples ligação ou um e-mail mais extenso ou ofensivo, a lição de Jay Baer é clara: Não deixe quaisquer queixas sem resposta. “Você e os seus

funcionários precisam ver cada queixa individual como uma oportunidade para criar uma experiência mais profunda da sua marca, que uma simples compra ou interação não poderia criar.” Ou seja, sempre ouça seu consumidor, principalmente os mais insatisfeitos. São eles os que mais vão te ensinar.

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entenda

A relação entre a

“INTERNET DAS COISAS” e a Segurança dos Sistemas

A

“Internet das coisas” é um termo recente e, por isso, ainda causa certo estranhamento. Esse conceito está associado à gestão de identidade, que procura propiciar ao usuário um login e uma senha para acesso a diversos sistemas. Dessa forma, é possível identificar o modo com que o usuário navega entre os sistemas e os documentos que ele visualiza. O intuito da internet das coisas é aliar a internet a todos os outros aparelhos eletrônicos, a fim de inovar e melhorar o desempenho deles. No entanto, diante dessa mudança os profissionais de TI terão uma nova preocupação: a segurança das informações. Na medida em que mais “coisas” são conectadas, faz-se necessário estudar as possíveis vulnerabilidades de forma muito mais rápida do que o desenvolvimento de novos produtos. Os usuários também terão um papel essencial na gestão da segurança, pois cabe a eles optar por sistemas originais e atualizados. A internet das coisas revela um mundo novo, em que o real e o digital aproximam-se, constituindo um momento de oportunidades e desafios. Um grande exemplo

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dessa tecnologia é o protótipo de automóvel que está sendo desenvolvido pela Ford e pela Intel, o qual terá uma câmera que fará o reconhecimento do rosto do motorista, a fim de oferecer informações sobre o cotidiano, recomendar músicas e receber orientações para acionar o mapa com GPS. Caso o sistema não reconheça a pessoa, ele tira uma foto e manda informações para o celular do dono, evitando furtos. Esse é um exemplo de um carro dentro de um ambiente da internet das coisas, com acessórios online e agindo de maneira inteligente. Este novo conceito prevê que o ser humano não precisa controlar as coisas, os próprios objetos podem reagir à presença dele, como automóveis que se comuniquem automaticamente

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Manutenção de produto: É possível estabelecer sensores que ajudem a identificar as falhas dos produtos ou ainda prevejam possíveis erros.

para avisar de engarrafamentos ou ainda cidades que espalhem sensores para monitorar a temperatura e a qualidade do ar, contribuindo, assim, com a previsão do tempo. No entanto, ainda que essas mudanças tragam melhorias, também trarão a necessidade de segurança. Imagine uma cidade em que os semáforos são conectados. O sistema de

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Manutenção de frota: Caso a empresa possua uma frota, uma ideia pode ser desenvolver sensores que monitorem a velocidade, o número de paradas ou ainda a condição do veículo e programar futuros reparos.

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Design do produto: Através de sensores, todos os dados do produto podem ser armazenados, possibilitando a construção de indicadores sobre o mercado e o comportamento do consumidor.


gerenciamento do trânsito é controlado de forma inteligente, a fim de diminuir engarrafamentos e oferecer possíveis desvios, criando rotas alternativas. Porém, se esse sistema falhar, essa cidade certamente irá tornar-se um caos. Conheça cinco medidas para a implantação da internet em diversas áreas de grandes corporações:

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vendas de produtos: Na área de vendas é possível monitorar a condição de pagamento, o controle do estoque e a prevenção de perdas de receitas para os vendedores.

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Processos de fabricação: uma alternativa para a otimização do processo de fabricação seria monitorar os equipamentos e prevenilos de possíveis erros, antes que estes aconteçam sem nenhuma preparação, causando desordem.


potencIalIzando

a sua marca Branded content ou marKet content?

conheçA A formA de comunicAçÃo que une estrAtégiAs de mArKeting e conteÚdo.

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C

om o aumento da velocidade das informações, o avanço da internet, da tecnologia e da busca por conteúdo, foi necessário adaptar o marketing das marcas. Com isso, surgiram o Branded Content (Conteúdo de Marca) e o Market Content (ou Marketing de Conteúdo). Ambos são uma estratégia de Marketing que utiliza a geração de conteúdo como meio de promover empresas e seus produtos, além de atrair o público para o engajamento com a marca. Mas qual é a diferença entre Branded Content e o Marketing de Conteúdo? O Marketing de Conteúdo é mais abrangente, e envolve a publicação de assuntos independente da sua relação com o produto ou serviço, porém, sempre estratégicos em relação ao público-alvo. É a estratégia de forma ampla, que chega ao público apresentando conteúdos dos mais diversos possíveis, baseados na persona, a fim de atrair o público com um perfil determinado para o seu site ou tornar a marca presente. Já, o Branded Content, é mais específico, e se resume ao momento em que a marca cria o conteúdo pautado na necessidade do consumidor adquirir seu produto ou serviço, e este torna-se o tópico da publicação. Marketing de Conteúdo é a arte de atrair público através de livros, revistas, e-books, artigos em blogs, vídeos, tweets, snapchat, entre outros que serão vistos, curtidos ou compartilhados pelos consumidores. Dessa forma, eles relacionarão diretamente a marca ao conteúdo e ao seu posicionamento ou opiniões. Um dado respeitável é que o Brasil é um dos países onde a venda pela internet alcança os maiores índices.

Tanto que uma pesquisa realizada em 2015 com cerca de dois mil profissionais, pela empresa especializada em marketing digital Rock Content, revela:

o brAsil contA com 69% de AderÊnciA Ao mArKeting de conteÚdo como ferrAmentA estrAtégicA pArA cAtivAr e fidelizAr pessoAs. Não importa o formato do conteúdo, o cerne é ter o foco em três pontos principais: 1. Entendimento do público-alvo, seu perfil, sua posição, seus hábitos e seus interesses, o qual chamamos de persona; 2. Informação útil aliada estrategicamente ao posicionamento da empresa; 3. Qualidade, em detrimento da quantidade dos conteúdos produzidos. A diferença entre Marketing de Conteúdo e Branded Content está na sua associação com a marca. O primeiro engaja a marca e o cliente, de maneira que obtém aumento na fidelização de clientes e na presença de mercado. O segundo pressupõe a produção de conteúdo focada no produto, atraindo o público pelas características oferecidas e necessidade que serão possivelmente supridas. Portanto, não existe o melhor método. O grande desafio é gerar fidelização através do engajamento, atraindo o público pelo conteúdo, a fim de que o consumidor seja conquistado primeiro pela ideia e, por meio deste, venha a conhecer a marca e o seu produto.

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como otimizar investimentos para a sua empresa não parar de

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cresce

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um cenário de mudanças velozes, ainda com a realidade econômica atual, empresários e CEO’s buscam continuar a crescer, traçar metas que gerem investimento, e com um orçamento positivo, que cabe no capital de giro da empresa. Uma boa opção para analisar possíveis alternativas, é utilizar o método de otimização em investimento profissional, que nada mais é do que reduzir ou eliminar desperdício de tempo e recursos, atingindo, desta forma, mais produtividade com menos investimento. Para uma empresa que deseja se destacar no mercado, a otimização deve ser prioridade no conjunto de ações. Otimizar a gestão significa, também, compreender as atividades e necessidades da empresa, e quando a gestão é automatizada e/ou integrada, é menos provável a ocorrência de falhas no processo, o que impacta diretamente no faturamento. Planejamento e otimização dos investimentos são receitas cruciais para empresas preparadas em relação às surpresas do mercado. Afinal, é indispensável ter uma visão ampla sobre toda a gestão do negócio, a fim de chegar a resultados cada vez maiores, indiferente do tipo ou tamanho do seu negócio. Conheça três dicas para otimizar seus investimentos, e profissionalizar a gestão:

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Planejamento de metas

E

mpresas que possuem seu valor bem definido sabem onde querem chegar e cada funcionário trabalha para contribuir com isso. A fim de que o resultado final e a otimização dos processos sejam alcançados, é preciso aliar as estratégias com os projetos e as responsabilidades. No livro “Execução”, escrito por Larry Bossidy & Ram Charan, a definição de gestão empresarial é esclarecedora: “no seu sentido fundamental, executar é uma forma sistemática de expor a realidade e agir sobre ela.” Portanto, com base na realidade da empresa é preciso sim planejar, mas, acima de tudo, saber executar para alcançar aquilo que se planejou.

A profissionalização em softwares

M

uitos problemas de gestão surgem porque os dados estão espalhados entre diferentes softwares e planilhas dentro da empresa, tornando difícil a organização. Isso é comum em startups e empresas de pequeno porte, contudo, enquanto a empresa cresce, é crucial que haja um processo de amadurecimento profissional. Essa profissionalização, em geral, não se deve ocorrer apenas na contratação de pessoas capacitadas, mas com a escolha de um bom software de gestão. Dessa forma, a importância de um ERP nessa fase do negócio é essencial. E são muitas as empresas que ainda desconhecem desse meio, como demonstra pesquisa realizada em 2014 pelo Aberdeen Group (consultoria americana) no qual estima-se que apenas 27,6% das funcionalidades disponíveis no software ERP são utilizadas.

Otimização de investimento em mídia

É

importante saber que antes de investir nesta área, é preciso conhecer o planejamento para que toda e qualquer mídia seja utilizada visando resultados para o negócio. Atualmente o consumidor brasileiro está cada vez mais conectado, logo a necessidade de interação por meio das mídias, sobretudo digitais, se torna crucial para um bom resultado no investimento midiático. A utilização da mídia programática, por exemplo, pode gerar um investimento moderado com um retorno financeiro exponencial. Segundo pesquisa da IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), associação que reúne mais de 230 empresas dos diferentes segmentos do mercado digital, o investimento em mídia digital em 2016 subirá 12%. Em comparação a 2015 com 14% em relação a 2014 (R$ 8,3 bilhões).


Uma nova opção para vestir WEAREBLES PROJETAM MERCADO TECNOLÓGICO EM EXPANSÃO

O

s avanços tecnológicos a cada dia convencem mais de que as pessoas poderão aumentar suas capacidades e produtividade. Um exemplo disso é a wearable technolog, ou “tecnologia vestível”. São produtos vinculados ao corpo humano para transmissão ou coleta de dados, com conectividade e capacidade de processamento. Em 2014, de acordo com a empresa de pesquisa IDC (2015), cerca de 21 milhões de aparelhos vestíveis foram vendidos; aparelhos vestíveis de pulso foram a maioria. Apple e Samsung, por exemplo, investem pesado nos seus relógios Apple Watch e Galaxy Gear, ou mesmo o projeto do Google Glass (óculos inteligente), apresentando-

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os como obras revolucionárias para o mercado tecnológico. A Ford, é outro exemplo, e resolveu “vestir” essa nova tendência tecnológica dos smartwatch (relógios inteligentes) para controlar as funções dos veículos elétricos e híbridos plug-in da marca. Dentre as funções que o relógio permite, estão a de checar a carga e autonomia da bateria, ligar o ar-condicionado, bloquear e desbloquear a partida e localizar onde o carro está estacionado. “Os aplicativos permitem aos motoristas verificar rapidamente dados importantes do carro, diretamente na tela do seu pulso,” disse em entrevista ao site oficial da marca, David Hatton, gerente de Veículos e Serviços Conectados da Ford. Não somente as grandes

marcas investem nesta nova tecnologia, exemplo disso é a startup brasileira Carenet Longevity, que desenvolve produtos com tecnologia vestível de fitness e saúde. A companhia mudou sua estratégia de vender dispositivos para o consumidor final e voltou-se a empresas. Com esta atitude, a startup passou a apresentar sua plataforma integradora de wearables a empresas de fitness e também a companhias interessadas em oferecer a seus funcionários o monitoramento de indicadores de saúde. Com o poder transformador desta inovação, os aparelhos vestíveis chegam para somar a empresas que desejam equipar seus funcionários até à lua, literalmente. Como a NASA, que produziu um


robô vestível de 26kg, ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento, que promete ajudar astronautas em seus exercícios físicos e missões de longa duração, e além disso poderá também ser utilizado para terapias com deficientes incapazes de se movimentar. Um questionamento sobre wearables é que eles possuem um preço considerado elevado para o momento atual. Porém, segundo projeção da empresa global de Pesquisa e Análise de Mercado, Euromonitor International (2014), o mercado brasileiro de tecnologia vestível vai crescer à medida que a produção dos aparelhos ganhe escala, de forma a diminuir o preço unitário. Em 2014, foram vendidas mil unidades de

vestíveis no país, a um preço médio de R$750.

A expectAtivA é que em 2018, com preços mAis AcessÍveis, seJAm vendidAs 5 milhões de unidAdes. As invenções e experiências vestíveis estão em processo de desenvolvimento com outros assessórios também, como tênis, fones de ouvido, óculos, dentre tantos. Muitos destes wearables ainda dão seus “primeiros passos” e poderão ser utilizados, no futuro, em corporações, para trazer uma forma mais ágil para o seu funcionamento estrutural e desempenho dos colabora-

dores. Apesar de a adoção poder ser lenta, as estatísticas mostram que o mercado de wearables está crescendo rapidamente. As vendas saltaram de mais de 50 milhões de dispositivos vendidos em 2013 para 90 milhões em 2014, de acordo com um estudo da ABI. Scott Amyx, fundador e CEO de Amyx+McKinsey, uma agência de estratégia e desenvolvimento de wearables e Internet das Coisas (IoT), considera esses avanços apenas o início do que a tecnologia wearable será capaz de fazer. Daqui a 50 anos, ele prevê que essa tecnologia terá um grande impacto na autoidentidade e na expressão pessoal.

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: 2023 Curso Superior

à Distância irá superar Graduação presencial

H

no bras i l

oje são 26% dos estudantes do nível superior. Em 2023 a estimativa é que sejam 51%. Esta é a projeção para o ensino superior à distância no Brasil. Sem mencionar os milhares de cursos livres que exigem – além do aluno – uma câmara de um lado e um smartphone, tablet e computador do outro. O Ensino A Distância (EAD) vem na esteira das novas tecnologias, principalmente com a disseminação dos dispositivos móveis e maior velocidade de banda larga, e cresce consistentemente ano após ano. De acordo com estatísticas

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dos próprios empresários do setor, em 2014 foram oferecidos 25.166 cursos. Os cursos livres foram os mais comercializados, com um total de 19.873, sendo 12.475 corporativos e 7.398 não corporativos. Reconhecidos oficialmente, são cursos regulamentados semipresenciais ou disciplinas EAD. Tamanho volume despertou o interesse, e a cada dia surgem novos modelos de negócio derivados, como plataformas que oferecem todas as ferramentas, desde as aulas até a administração de alunos, ou empresas que oferecem cursos e treinamentos pontuais para grandes corporações.

A empresa mineira Samba Tech é uma das que percebeu esta tendência e mudou seu modelo de negócio – foi concebida para oferecer jogos de celulares – e hoje é uma das maiores do setor que oferece softwares específicos para instituições de ensino à distância e suporte para distribuição de vídeos para grandes empresas, como SBT e GloboNews. Mas é o EAD que atrai a atenção da empresa mineira: segundo a direção, são responsáveis pela distribuição de vídeoaulas para mais de 1 milhão de alunos. Mas, as empresas dos mais diversos segmentos também já


perceberam o potencial do Ensino A Distância em seus treinamentos corporativos. Atualmente, 34% já possuem um departamento de educação funcionando de forma autônoma do setor de Recursos Humanos. Não é à toa:

o custo por funcionário no treinamento a distância é comprovadamente um terço mais barato do que o realizado presencialmente. São empresas que atuam nas

grandes metrópoles, redes de varejos e empresas de call center, que têm uma característica em comum. Sofrem com grande rotatividade de mão de obra e constantemente precisam treinar novos colaboradores. Além disso, como atuam em diversas localidades do Brasil, o EAD elimina problemas de deslocamento, tanto de alunos quanto de instrutores.

Cerveja, babá e Bíblia: cursos livres para todos os gostos Enquanto isso, é possível aprender quase tudo em milhares

de cursos livres que podem ser adquiridos por preços muito acessíveis. Desde a fabricação de cerveja até curso de babá, passando por cursos de cunho religioso e teologia avançada. Mas o terreno é fértil no quesito treinamento e capacitação. Pesquisas recentes das próprias empresas de EAD os trabalhadores brasileiros recebem, em média, 16 horas de treinamento corporativo por ano. Praticamente metade dos trabalhadores norte-americanos, cuja média é de 31 horas anuais. Ou seja, há muito espaço a ser preenchido.

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Prospecta + | Ano 1 | 01/2017  

Mercado, Marketing Empresarial e Tecnologia

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