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Ano 1 nº 5 • Aracaju | Salvador | Brasil - Junho de 2010 • Distribuição Gratuita • Informativo da Empresa Reviver

Compajaf Fábrica irá produzir 120 peças diárias Pág. 04

Juazeiro Trabalhando para um futuro melhor Pág. 06


Opinião

Aracaju/SE • Junho de 2010

Reviver

com a palavra:

Trabalhando tudo se torna possível ara falar do trabalho é preciso analisar vários pontos diferentes. A dedicação dos seus colaboradores, a estr utura de trabalho oferecida pelo empregador e o rendimento da equipe em busca de atingir o objetivo traçado. Para a Reviver Administração Privada Ltda, o trabalho tem sido uma das principais apostas para atingir o nosso objetivo, que é ampliar a cada dia o número de internos ressocializados. Pessoas que em dado momento da vida se envolveram com delitos, mas, que busca no futuro um horizonte novo e completamente distante do crime. São muitas as atividades de trabalho criadas para dar aos presos opções diversas de conhecer uma nova profissão. Em todas as unidades administradas pela Reviver são criadas oficinas de artesanatos, Corte, Costura, Serigrafia, Cabeleireiro, Tarrafa entre outras atividades. Os desafios ainda são muitos nesta árdua trajetória rumo a um sistema prisional mais eficaz e justo no trato e na tentativa de devolver à sociedade, pessoas melhores e mais comprometidas com o bem-estar do seu semelhante. Para isso, é preciso que essa idéia passe a ser creditada por todos os envolvidos: colaboradores, administradores, prestadores de ser viços e, sobretudo, pelos próprios internos. Os frutos desta aposta já podem ser comprovados por meio das estatísticas. Os resultados obtidos por meio dos números são favoráveis em relação às reincidências e aos próprios presos que após estarem reclusos em unidades administradas pela Reviver, passaram a trilhar rumos distintos aos que os levaram a estar custodiados em um presídio. Hoje, trabalhando no sistema prisional e conhecendo experiências novas sabemos que a sociedade espera mais que boas idéias. Esperam resultados. Porém, é preciso que muitos entendam a evolução natural existente em todo o mundo. E com isso, abandonem a repulsa natural ao novo, se transformando em fiscais eficazes do serviço prestado e diferenciando, do comum. Assim, seremos todos cidadãos melhores, em busca de um mundo melhor.

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“A nossa pretensão é transformar está fábrica em um referencial no estado de Sergipe em termos de produção”. Jamil Neto, gerente de produção da Reviver.

"A terapia ocupacional tem o propósito de buscar a reintegração social através do trabalho e promover o convívio do egresso com a sociedade, principalmente sua inclusão no mercado de trabalho. O objetivo é ocupar para não reincidir, e neste contexto a frase "REVIVER É POSSÍVEL" possui a força e dedicação que norteiam o trabalho da nossa empresa nas unidades prisionais que administra". Ana Carmen Silva Ferreira Terapeuta ocupacional do CPS.

“Quando se trata de co-gestão no sistema prisional, acredito que a empresa Reviver ganha destaque, não apenas por proporcionar aos internos o cumprimento da pena de forma digna por meio das ações desenvolvidas dentro das unidades pela equipe multiprofissional, mas, por sua preocupação extra-muro como exemplo o grande projeto Reviver em ação social”. Priscilla Simões, Terapeuta ocupacional – CPJ.

“O sistema carcerário pode ser transformado em um espaço de valorização das habilidades que cada interno traz em sua história de vida, oferecendo oportunidades de criação e transformação de novos aprendizados e trocas de experiências. Educar pelo trabalho, um dos objetivos do setor de terapia ocupacional da Reviver”. Leidi Negrão, terapeuta ocupacional do CPV.

Informativo da Empresa Reviver

Informe Reviver

Reviver é possível

Jornalista Responsável Marcos Borges

Gráfica J. Andrade

E-mail: reviver@reviverbr.com.br

Designer gráfico Décio Santos

Tiragem 1.000

Site www.reviverbr.com.br


Entrevista Aracaju/SE • Junho de 2010

Reviver

Manoel Rodrigues de Souza | EX-INTERNO DO COMPAJAF

Ele venceu as dificuldades e a desconfiança Manoel Rodrigues conseguiu se livrar das drogas e hoje trabalha dignamente para sustentar sua família, longe dos vícios nosso entrevistado deste mês não é nenhuma grande autoridade do Setor Prisional ou da área de Segurança Pública, mas personifica o objetivo maior da Reviver Administração Prisional Privada LTDA. Manoel Rodrigues de Souza, 40 anos é ex-interno do Complexo Penitenciário Advogado Antonio Jacinto Filho e trabalha consertando relógios e máquinas de lavar e vendendo picolés nos finais de semana para complementar sua renda. Sem pudores, Manoel nos recebe em sua residência, na companhia da família, para relatar sua experiência durante o período em que viveu recluso na unidade prisional Jacinto Filho, bem como o difícil recomeço após deixar o complexo penitenciário. A entrevista emocionou o gerente operacional do Compajaf, Balbino Oliveira, a assistente social, Marlúcia Guimarães e a psicóloga, Ingrid Daboit, que acompanharam a conversa. Confiram o que disse um ex-interno do Compajaf hoje completamente ressocializado.

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Informativo Reviver – Você foi preso, acusado de que crime? Manoel Rodrigues – Na verdade, eu sempre fui usuário de drogas. Durante 25 anos, usei maconha, bebida alcoólica e crack. E, durante esse tempo, quase destruí a minha vida e a vida da minha família. Porque na verdade a gente não tem qualquer noção do que faz quando tá drogado. Minha vida era fumar e beber. Quanto mais dinheiro eu tinha, mais eu comprava droga e ficava me drogando o dia todo, se possível. Foi quando um dia a polícia me pegou e eu estava com um charuto de mesclado (cigarro feito com maconha e pedra de crack misturado). IR – Quem você diria ser o Manoel antes e depois de ter sido preso? M.R – Eu acho que não sei responder. Porque antes eu não vivia, vegetava. Quando a pessoa vive no mundo das drogas, ela faz coisas que nem se lembra. Por isso que muitos crimes são cometidos por pessoas que quem conhece, duvida. Mas, quando você vai procurar saber a historia dessa pessoa, fica sabendo que o cidadão tava drogado. Muitas vezes, a sociedade diz que é desculpa de quem comete o erro, mas não têm noção de como as drogas destroem a vida das pessoas. IR – Quando você de fato pensou em deixar as drogas? M.R – Quando fui preso fiquei em uma delegacia

na cidade e alguns companheiros de cela falaram das suas passagens pela polícia, da vontade de deixar as drogas e o crime. Aquilo me fez pensar na minha família e na vida em geral. Só que aí, comecei a perceber que mesmo tendo vontade de parar eu precisaria de ajuda, por que sozinho já não era possível. IR – Como a sua prisão no Compajaf ajudou a você mudar de vida? M.R – Durante muito tempo eu não sabia o que significava a palavra respeito. Vivia em um mundo dominado pelas drogas e a violência. Já não me incomodava tudo que acontecia ao meu redor. Eu achava que tudo aquilo era normal. Quando fui preso e levado para o Compajaf tive a chance, primeiro, de ficar sem usar as drogas, depois de ter uma ajuda de profissionais para me curar. Porque o usuário de droga é acima de tudo, um doente. IR – Como foi que lhe trataram no Compajaf? Você teve ajuda de profissionais para sair do vício? M.R – Tive ajuda de médico, da psicóloga, da psiquiatra. Sozinho ninguém consegue deixar. A minha mulher até tentou me internar antes de eu ser preso, mas só que eu tinha que autorizar a internação e o viciado, não tem essa consciência. Quando eu fiquei preso lá no Compajaf, mesmo que eu quisesse não tinha como usar, ai vem o período de não usar, a gente fica doente, sentindo a falta da droga, mas o pessoal me tratava com remédio, conversava comigo e, aos poucos, eu

Quando fui preso e levado para o Compajaf tive a chance, primeiro, de ficar sem usar as drogas, depois de ter uma ajuda de profissionais para me curar Manoel Rodrigues de Souza mesmo vi que tinha como deixar de usar e mudar de vida. IR – O Senhor chegou a trabalhar no presídio? M.R – Trabalhei fazendo ar tesanato. Durante o tempo em que fiquei preso, a doutora (terapeuta ocupacional) me deu essa oportunidade de aprender um trabalho diferente, que quando eu saísse poderia até ajudar a arrumar dinheiro para manter a minha família. IR – Para o Senhor, qual teria sido a coisa boa e a ruim que aconteceu durante o período que ficou no Compajaf? M.R – O bom foi que deixei as drogas, consegui a minha família de volta e um trabalho. O ruim é ficar preso, sem liberdade não é bom para ninguém.


Aracaju

Aracaju/SE • Junho de 2010

Reviver

A nova fábrica pretende aumentar o número de internos trabalhando que hoje é de 14 na fase inicial

Fábrica irá produzir 120 peças diárias A Reviver transforma sonho em realidade executando novas ações, buscando aumentar o número de ressocializados Complexo Penitenciário Advogado Antônio Jacinto Filho – Compajaf inaugurou a Fábrica de Corte e Costura. O novo espaço idealizado a partir de mais uma bem sucedida parceria entre o Estado, por meio da Secretaria de Estado da Justiça – Sejuc e a Reviver Administração Prisional Privada LTDA, irá atender inicialmente 14 internos que terão a chance de aprender uma nova profissão. Durante a solenidade de inauguração estiveram presentes representando a Reviver, o diretor presidente, Odair Conceição, a gerente executiva, Jirlene Gomes, os gerentes, administrativo e operacional, Sandra Melo e Balbino Oliveira respectivamente, além de vários colaboradores lotados na unidade. O diretor do Desipe, Manuel Lucio Neto representou o secretário da Justiça, Benedito Figueiredo. O diretor do Desipe, Manuel Lucio Neto disse em seu discurso que a concretização da fábrica de corte e costura no Compajaf, representa um antigo sonho. “Considero-me um dos grandes entusiastas do trabalho como forma de ressocialização. E, ao presenciar a inauguração deste espaço, tenho a certeza de que estamos contribuindo de forma efetiva para que muitos internos reclusos nesta unidade, amanhã consigam retornar à sociedade com a dignidade e o respeito devido” finalizou. Para o diretor do Compajaf, Ricardo de Oliveira Manhães essa ação demonstra sem contestação o quão estão comprometidos, Estado e Reviver, com uma prestação de serviço de qualidade. De acordo a instr utora de cor te e costura, Terezinha Mota Lima os internos passaram por um curso de iniciação que deve durar um período médio de 15 dias. A par tir daí será feita uma seleção natural para direcionar os presos para atividades

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de corte, costura e serigrafia. As primeiras peças produzidas serão confeccionadas para atender as necessidades da própria unidade. Na sequência, o pensamento é criar peças em número que possibilite a venda dos produtos criados dentro da fábrica do Compajaf. Segundo o gerente de produção da Reviver, Jamil Neto, a previsão é que no primeiro mês a média de peças produzidas diariamente seja de 50. Mas em um segundo instante com a praticidade dos internos,

a fábrica de corte e costura chegue a uma produção de 120 peças diárias. Conforme explicou o gerente de produção da Reviver no Compajaf existem ainda outros espaços na área em que o presídio foi construído para que a fábrica de Corte e Costura seja ampliada. Todavia, a expansão de tais atividades irá depender do interesse dos próprios internos custodiados na unidade e da relação entre oferta e procura pelos produtos confeccionados.

Novos profissionais que irão atender as necessidades de outros internos, aprendendo uma nova profissão


Serrinha

Aracaju/SE • Junho de 2010

Reviver

CPS realiza casamento de interno Respeito ao cidadão e aos seus sonhos. Assim foi mais uma iniciativa da Reviver em Serrinha

Neemias Nascimento descreveu o momento como um dos mais importantes da sua vida m dos grandes desafios de quem atualmente trabalha no sistema prisional brasileiro, é desenvolver projetos de reinserção social que realmente resgatem todos os direitos que são garantidos ao preso e possam transformá-lo num indivíduo capaz de voltar a viver em sociedade. É cada vez mais distante a teoria de que a pena aplicada pelo estado possui, unicamente, o intuito de punir e castigar, visando impedir que os membros da sociedade descumpram as leis penais e quem o faça seja retirado do meio social. No Conjunto Penal de Serrinha ações sempre foram mais valorizadas que palavras. O casamento do interno Neemias Nascimento de Oliveira é uma prova inconteste do compromisso e respeito da Reviver com o direito e cumprimento do que é previsto

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na LEP - Lei de Execução Penal. Em uma cerimônia simples, mas recheada de amor, Neemias Nascimento pode realizar o sonho do casamento, acompanhado dos familiares e de colaboradores do CPS. Para a psicóloga Ana Renata Fernandes e a Assistente Social Adriana Melo membros do Corpo Técnico do Presídio de Serrinha, em ambas as profissões é essencial que o interno saiba que está sendo valorizado, mesmo estando ele em uma situação de encarceramento. As duas profissionais que basicamente organizaram todos os detalhes da cerimônia, acreditam que o sentimento de poder ser respeitado e ajudado durante o cumprimento da pena pode ser fundamental para o interno alcançar um retorno à sociedade objetivando uma vida longe da criminalidade.

Advogados visaram resolver problemas dos internos

JUSTIÇA

Mutirão jurídico atende internos do CPS O Setor Jurídico do Conjunto Penal de Serrinha promoveu um mega Mutirão para atendimento aos internos sentenciados que se encontram custodiados naquela unidade prisional. Segundo a gerente operacional da unidade, Maria das Graças Queiroz as atividades consistiram no atendimento e exame do prontuário dos presos, além da situação processual dos internos sentenciados do CPS. Segundos dados do sistema SIAP – Sistema Integrado de Administração Prisional, Software desenvolvido pela própria Reviver, o CPS tem capacidade para 476 detentos e abriga hoje 201 internos sentenciados, todos no regime fechado. Os advogados Agnaldo Moreira e Matheus Viana enfatizam que este tipo de mutirão tem grande importância, pois é esse atendimento que ajuda a identificar necessidades como a regularização dos processos de execução penal dos internos. De acordo com os advogados, após os atendimentos realizados, cada caso em particular será levado ao conhecimento do Juiz responsável pela condenação dos presos para que as possíveis pendências sejam sanadas. O maior objetivo após a ação é ajudar na identificação da demanda, elaboração de pedidos como progressão de regime prisional, unificação de penas, remição de pena e livramento condicional. Desde o inicio dos trabalhos do jurídico do CPS, 13 internos do Conjunto Penal de Serrinha obtiveram progressão para o regime prisional semiaberto, dois obtiveram livramento condicional e há mais 42 requerimentos tramitando na VEP-Serrinha aguardando decisão do Judiciário. Na analise de Maria das Graças iniciativas como essa são mais um passo rumo à tão almejada ressocialização dos indivíduos submetidos a penas privativas de liberdade, demonstrando cada vez mais que Reviver é Possível.


Juazeiro

Aracaju/SE • Junho de 2010

Reviver

Trabalhando para um futuro melhor Oportunidade de mostrar aos internos que todos possuem uma nova chance resos beneficiados pela Justiça que cumprem pena em regime semi-aberto no Conjunto Penal de Juazeiro, foram incluídos pela direção do presídio em um programa de inclusão e formação profissional, que possibilita a presos o direito de trabalhar e aprender uma profissão em áreas diversas. A iniciativa é da própria Secretaria de Estado da Justiça - SJCDH, Cidadania e Direitos Humanos da Bahia e a Universidade Federal da Bahia - UNEB. Atualmente 15 internos do CPJ já conseguiram ser inclusos no programa. Segundo explicações dos administradores do Conjunto Penal de Juazeiro, o programa consiste em utilizar a mão-de-obra dos internos que já estão cumprindo suas penas em regime semi-aberto em setores diversos da Universidade Federal da Bahia, no Campos III, proporcionando aos mesmos, meios facilitadores para uma ressocialização por meio da capacitação do exercício da formação profissional. Na lavoura muitos aprendem a cultivar a importância e o sentido da liberdade Os internos que fazem parte do programa cumprem uma jornada de trabalho de oito horas diárias, pelo pagamento de 75% do salário mínimo, além do beneficio Penais. A UNEB fornece o transporte gratuito para a período de segunda a sexta-feira. Com direito a da redução de pena, previsto na Lei de Execuções locomoção dos internos.

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CHEIROSO E GOSTOSO

Colocando a mão na massa Os internos do Conjunto Penal de Juazeiro ‘literalmente’ tiveram a oportunidade de colocar a mão na massa. A direção da unidade disponibilizou para alguns internos custodiados no CPJ, dentro do

O pão que alimenta e também gera renda aos internos

regime semi-aberto, a oportunidade de participar de um Curso de Panificação. A ação que visa criar uma nova oportunidade de conhecimento profissional aos internos, foi

iniciada a par tir do processo de seleção que foi coordenado pelo diretor adjunto do Conjunto Penal de Juazeiro, Thiago Cordeiro. Durante o curso, os internos foram orientados sobre noções básicas de boas práticas da manipulação de alimentos, exposição de possíveis formas de contaminação por alimentos, doenças ligadas aos alimentos e os meios de controle. Na análise da gerente operacional do CPJ, Socorro Miná o curso proporciona aos internos uma chance única de conhecer uma nova profissão, para que, uma vez liber tos, eles consigam retornar à sociedade com dignidade e condições para o sustento próprio e da família, longe da vida do crime. A direção da unidade explicou que pela própria globalização existente nos tempos atuais, a necessidade de profissionais qualificados no mercado de trabalho é cada vez maior. Por isso, os gestores do CPJ apostam nos curso de profissionalização e capacitação para mudar a realidade de muitos indivíduos hoje custodiados na unidade, para que essas pessoas possam no futuro conseguir o seu regresso ao convívio social.


Valença

Aracaju/SE • Junho de 2010

INCENTIVO

Reviver

Motivação básica é tema de palestra no CPV

Internos são orientados sobre a importância de um corpo saudável

Vacinação: prevenir é melhor que remediar Colocando a saúde em primeiro lugar, sem distinção ou discriminação nternos e colaboradores do Conjunto Penal de Valença foram alvos da Campanha de vacinação contra a Influenza A (H1N1). A dose, dada em duas etapas, tem por objetivo atender a todos os internos e colaboradores ligados a unidade. Para o supervisor Adriano Viana que coordenou as ações, os internos e colaboradores entenderam a importância da vacina, que pode evitar uma epidemia e melhorar a qualidade de vida de todos que estão custodiados ou trabalham no CPV. De acordo com a gerente operacional do CPV, Sebastiana Soares, a segunda etapa da campanha foi realizada na primeira quinzena do mês de maio, com os internos dos raios A e B, além de funcionários na faixa etária entre 20 e 39 anos.

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“Tivemos o cuidado de seguir todas as orientações passadas pelos funcionários da Secretaria de Saúde e por isso, administramos no primeiro momento a vacina em pessoas com faixa etária entre 20 e 29 anos e nas pessoas portadoras de doenças crônicas”, enfatizou Sebastiana. Antes da realização da vacinação propriamente dita, os internos e funcionários que seriam vacinados participaram de uma dinâmica educativa para sensibilização e divulgação da importância da vacinação. Os participantes também foram informados sobre causas e conseqüência da Hipertensão arterial. Também foi esclarecido como os internos e colaboradores podem evitar esse tipo de doença com gestos simples, mudando tão somente os hábitos diários para uma vida mais saudável.

A equipe do CPV também participou ativamente da ação

A prática não chega a ser uma novidade nos presídios administrados pela Reviver nos estados de Sergipe e Bahia. Mas, a direção do Conjunto Penal de Valença mostrou que apostar no aumento da motivação dos seus colaboradores pode significar a garantia de satisfação e êxito no desempenho das funções propostas. Por meio do projeto idealizado pelo setor de psicologia e pediátrica da unidade, os colaboradores do CPV par ticiparam da palestra "Motivação Necessidade Básica". Segundo as idealizadoras do evento, a psicóloga Fernanda Rangel , e a psiquiatra Maria José, o objetivo foi traduzir aos inúmeros colaboradores da unidade, o real significado da palavra motivação e o que de fato é necessário para que isso seja transformado em resultado. Segundo explicou a psicóloga Fernanda Rangel, a motivação é um construtor e se refere ao direcionamento momentâneo do pensamento, da atenção, da ação a um objetivo visto pelo indivíduo como positivo. Esse direcionamento ativa o compor tamento e engloba conceitos diversos como anseio, desejo, vontade, esforço, sonho, esperança entre outros. A psiquiatra Maria José justificou que estudos científicos comprovam que para a motivação existir é preciso que o individuo direcione ao organismo um objetivo especifico, dando um impulso interno para que, então ,a ação seja iniciada. Para a gerência da unidade, os frutos colhidos após a realização da palestra foram visíveis. Muitos colaboradores comentaram o quanto se sentiram mais seguros, quanto aos objetivos dentro da vida profissional e social de uma forma geral.

Evento buscou orientar e ouvir os colaboradores


Geral

Aracaju/SE โ€ข Junho de 2010

Reviver

Conheรงa mais sobre o atendimento da Reviver Para comprovar nosso serviรงo prestado no Sistema Prisional acompanhe alguns dados, conforme grรกficos abaixo

Reviver - Informativo 5  
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