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PROMON/  relatório anual 2010


A PROMON EM 2010 / 2 Perfil / 8 governança / 10 Estratégia / 12 Promon 50 Anos / 16 Crenças e Razão de Ser / 17

negócios Promon Engenharia / 20 PromonLogicalis Latin America / 26 Trópico / 30 Promon Novos Negócios / 34 entidades associadas Fundação Promon de Previdência Social / 38 Instituto de Tecnologia Promon / 40 Instituto Razão Social / 42 Profissionais Promon — abril 2011 / 46 Balanço social anual / 48 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS / 53 Quadro de dirigentes / 94


/ A PROMON EM 2010

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O Grupo Promon encerrou 2010 com excelentes resultados. A receita operacional líquida totalizou R$ 1,09 bilhão, 46% su­ perior à registrada em 2009, e o lucro líquido atingiu R$ 87,2 milhões, já deduzida a parcela de R$ 21,3 milhões para dis­ tribuição como participações aos administradores e funcioná­ rios. O lucro em 2010 manteve-se no mesmo patamar daquele registrado no ano anterior e resultou essencialmente do bom desempenho operacional de todos os negócios do Grupo. Verificou-se ainda, no exercício, efeito positivo de resultados não operacionais relacionados com a transação realizada em 2008 com o Logicalis Group para criação da PromonLogicalis Latin America. Esse efeito, porém, foi menor em 2010, na comparação com 2009. Quando considerado o conjunto dos negócios sob gestão do Grupo Promon, independentemente da participação acio­ nária detida em cada um deles, a receita bruta atingiu R$ 1,8 bilhão. Os investimentos no ano foram da ordem de R$ 65,4 milhões, valor 13% superior ao do ano anterior, concentra­ dos principalmente em desenvolvimento tecnológico, capaci­ tação e desenvolvimento de novos negócios. A Promon S.A. encerrou o exercício em invejável condi­ ção patrimonial e financeira, com liquidez elevada e baixo endividamento. O patrimônio líquido, ao final de 2010, atin­ giu R$ 323,7 milhões, já deduzidos R$ 10,7 milhões corres­ pondentes aos dividendos mínimos obrigatórios. O efetivo do Grupo ao final do ano era de mais de 1.430 profissionais no Brasil e 270 em outros países da América Latina, além de contar com cerca de 90 participantes do programa de

estágio. Em relação a 2009, houve crescimento de 6% no número total de profissionais. As receitas da Promon Engenharia e da PromonLogicalis registraram expressivo crescimento em relação ao ano ante­ rior, de 48% e 67% , respectivamente. A receita da Trópico cresceu cerca de 9% , um bom desempenho em um período em que o setor de telecomunicações registrou redução da or­ dem de 9% em seus investimentos. O ambiente econômico brasileiro favorável, expresso na evolução de 7,5% do PIB re­ gistrada em 2010, foi importante para a conquista desses re­ sultados. Entretanto, a consistência do desempenho é derivada da capacidade diferenciada das empresas do Grupo Promon na aplicação de soluções de engenharia e tecnologia, aliada à competência em gerenciamento de empreendimentos. A Promon Engenharia beneficiou-se de seu bom posi­ cionamento no setor de óleo e gás, que continua apresen­ tando notável vigor, em função dos investimentos em curso e dos planejados para os próximos anos. Outros mercados de atuação da empresa, como siderurgia e fertilizantes, vêm re­ tomando desde o segundo semestre de 2010 seus planos de investimento, adiados com a crise global que eclodiu em 2008. Os efeitos dessa retomada começaram a se manifes­ tar no exercício, com a contratação da Promon Engenharia para a realização de estudos iniciais e projetos básicos para diversos clientes. A PromonLogicalis, integradora independente de soluções em tecnologia da informação e comunicação na América La­ tina, vem ampliando continuamente sua oferta e mercados 5


de atuação. As novas demandas geradas pela expansão da banda larga e pela utilização pela sociedade de novas for­ mas de comunicação traduziram-se em oportunidades de crescimento nas suas áreas de atuação tradicionais, bem como em áreas específicas, como soluções de segurança e serviços avançados em gerenciamento de redes. A base de atuação geográfica foi expandida em 2010 para a Colômbia, Equador e Bolívia, passando a empresa, assim, a operar em quase toda a América do Sul. Por sua vez, a Trópico seguiu incorporando diferenciais tecnológicos em suas soluções e novas funcionalidades à sua linha de equipamentos, conquistando, dessa forma, no­ vos contratos com as principais operadoras de telecomuni­ cações do país, em investimentos por elas realizados para modernização das redes. Iniciou, também, a consolidação de uma nova oferta: o desenvolvimento de software sob medida para as necessidades de clientes corporativos, grandes em­ presas que necessitam de soluções específicas voltadas a seus negócios. Também foram muito positivas as realizações da Promon Novos Negócios, unidade criada em 2008 para tornar mais estruturado o exercício da vocação empreendedora da orga­ nização. O P2Brasil Infraestrutura, primeiro fundo da P2Bra­ sil, sociedade gestora de investimentos constituída com o Pátria Investimentos, havia captado até o final do exercício recursos da ordem de US$ 850 milhões. Com o processo de captação ainda em curso, a perspectiva é de que seja ultra­ passada a marca de US$ 1 bilhão. O fundo, que consolidou 6

em 2010 sua equipe própria de gestão, iniciou no ano seus primeiros investimentos, nas áreas de transporte e logística. O sucesso na captação é expressão da excelente receptivida­ de dos investidores, a imensa maioria estrangeiros. Os inves­ tidores enxergam com entusiasmo o potencial da economia brasileira e, em particular, as oportunidades derivadas das necessidades de investimento em infraestrutura para sus­ tentação do desenvolvimento do país. Mas o principal apelo da P2Brasil é sua proposta de reunir em uma sociedade gestora a experiência, credibilidade e competências comple­ mentares do Grupo Promon e do Pátria Investimentos. Outro destaque da atuação da Promon Novos Negócios no ano foi a criação da Genes, empresa que tem como foco o investi­ mento em projetos de geração de energia elétrica, área tra­ dicional de atuação da Promon Engenharia.


Receita Operacional líquida

valores em milhões de reais 2008 713,3 2009 744,9 2010 1.088,7

Fonte: Demonstrações financeiras

lucro líquido

valores em milhões de reais 2008 137,8 2009 86,0 2010 87,2

Fonte: Demonstrações financeiras

investimentos no ano

distribuição do valor adicionado

total R$ 65,4 milhões

valores em milhões de reais

desenvolvimento tecnológico

35%

infraestrutura

23%

colaboradores

novos negócios

20%

acionistas

capacitação

22%

terceiros

governo

retido

2008

2009

2010

Fonte: Relatórios gerenciais

518,6

482,2

565,1

Fonte: Demonstrações financeiras

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Perfil O Grupo Promon é controlado pela holding Promon S.A. , em que se localiza a coordenação executiva e estratégica da or­ ganização. Seus únicos acionistas são profissionais vincu­ lados ao Grupo. Democrático, transparente e participativo, mais do que uma estrutura jurídica, o modelo acionário da Promon é a tradução econômica dos ideais e valores da orga­ nização. Por meio do seu engajamento voluntário no modelo, o profissional aprofunda seu grau de compartilhamento da ri­ queza criada e de participação na vida da companhia. A Promon Engenharia Ltda., a PromonLogicalis Latin America Limited, a Trópico Sistemas e Telecomunicações S.A. e a Promon Novos Negócios formam o conjunto de en­ tidades por meio das quais se desenvolvem os negócios principais da organização, atuando com independência de gestão, mas sempre de maneira alinhada com a estratégia geral e políticas e diretrizes estabelecidas pelo Grupo. Subsidiária integral da Promon S.A. , a Promon Engenha­ ria atua no mercado de engenharia, focando os setores es­ tratégicos de Óleo e Gás, Mineração e Metalurgia, Energia Elétrica, Química e Petroquímica e Meio Ambiente. A PromonLogicalis Latin America Limited, uma joint ven­ ture entre a companhia britânica Logicalis Group Limited e a Promon S.A. , é dedicada à integração de sistemas no merca­ do de tecnologia da informação e comunicações, com pre­

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sença na América Latina. A Promon, que detém 30% de seu capital, tem integral responsabilidade por sua gestão. A Trópico, joint venture entre a Promon S.A. , que detém 60% de seu capital, a Fundação CPqD (30%) e a Cisco Sys­ tems (10%), atua no desenvolvimento de software e hardwa­ re para o mercado de telecomunicações. A Promon Novos Negócios tem a missão de desenvolver de forma estruturada e consistente a vocação empreendedo­ ra do Grupo, apoiando-se nas competências e nas redes de relacionamento da organização para estimular o desenvolvi­ mento de novos empreendimentos em setores associados à infraestrutura. A P2 Gestão de Recursos Ltda. (P2Brasil) é uma joint venture entre a Promon e o Pátria Investimentos, voltada à gestão de fundos de investimento nesses setores. A Genes — Geração de Energia Sustentável S.A. é uma em­ presa dedicada ao desenvolvimento de empreendimentos em geração de energia sustentável. Completam o quadro da organização a Fundação Promon de Previdência Social, o Instituto de Tecnologia Promon e o Instituto Razão Social, este último mantido em conjunto com a Gerdau e contando com a parceria tecnológica da IBM Brasil.


Estrutura societária do Grupo Promon

profissionais acionistas

promon s.a.

fundação promon de previdência social instituto de tecnologia promon instituto razão social

entidades associadas

promonlogicalis latin america ltd. 30%

promon engenharia ltda. 100%

trópico sistemas e telecomunicações s.a. 60%

promon novos negócios 100%

p2 brasil 40%

genes s.a. 100%

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Governança Cumprindo um processo de renovação já consagrado, que abrange todos os aspectos fundamentais da organização, foi estabelecida, em abril de 2010, a nova composição do Con­ selho de Administração e da Direção-Geral da Promon S.A. , a holding do Grupo, para o mandato de 2010 a 2013. O Conselho de Administração, a mais alta instância admi­ nistrativa da companhia, foi definido num processo de vota­ ção entre os cerca de 1.100 profissionais-acionistas, que manifestaram de forma expressiva a sua confiança nos seis nomes propostos para integrá-lo. Luiz Ernesto Gemignani reelegeu-se Presidente do Conselho de Administração, após cumprir três mandatos como principal executivo do Grupo. Os demais integrantes do Conselho são Gilson G. Krause, Luiz Fernando T. Rudge, Luiz Gonzaga Marinho Brandão, Raul Antonio Del Fiol e José Guimarães Monforte. Os quatro primeiros são profissionais com profundo conhecimento da organização, e Monforte, profissional de reconhecida expe­ riência, compõe o Conselho como conselheiro independen­ te, em mais uma evolução do modelo de governança. A Direção-Geral passou a ser constituída por Luiz Fer­ nando T. Rudge, há quase trinta anos na organização, no cargo de Diretor-Presidente; por Gilson G. Krause e Ivo Go­ doi Junior, nos cargos de Diretores Executivos, todos profis­ sionais que já integravam a Direção no último mandato; e por Felipe Alceu Amoroso Lima, no cargo de Diretor Executivo e Chief Financial Officer (CFO). 10

Foram constituídos três Comitês de apoio ao Conselho: o de Estratégia, voltado à análise e acompanhamento do pla­ nejamento estratégico da organização; o de Riscos e Audito­ ria, direcionado à avaliação e acompanhamento da gestão dos principais riscos dos negócios em suas diversas catego­ rias; e o de Desenvolvimento Organizacional, dedicado aos assuntos ligados a gente, cultura, sistema de gestão e mo­ delo organizacional. Tamas Makray, Carlos M. Siffert e Paulo A. Fragelli, inte­ grantes do grupo fundador da Promon e profissionais aos quais a organização rende seus sinceros agradecimentos, embora afastados das operações, continuam colaborando com a companhia, através de participações em conselhos de entidades associadas e em comitês de assessoramento ao Conselho de Administração.


A visão do futuro próximo, muito estimulante pelas perspec­ tivas mais imediatas de negócios e de desenvolvimento para a empresa, não satisfaz o espírito inquieto da Promon, que se nutre de uma dinâmica de renovação permanente e de um olhar que procura enxergar mais adiante. Foi essa busca que inspirou, em 2010, a realização do projeto “Promon 2020”. Em sintonia com um princípio que sempre permeou a sua vida — o de ser uma comunidade de profissionais-acionistas, respondendo pelos destinos da companhia e participando ativamente da definição de seu fu­ turo —, a Promon expôs mais de uma centena de profissio­ nais às grandes questões confrontadas pelo mundo e pelos setores em que atua, com o objetivo de, em conjunto, definir cenários possíveis para daqui a uma década. Quais as trans­ formações mais importantes nesse período? Que tecnolo­ gias prevalecerão? Quais os reflexos dessas mudanças nos negócios do Grupo? Como a Promon pode ajudar a construir esse futuro?

O processo em busca dessas respostas incluiu a partici­ pação de renomados especialistas internacionais em diver­ sas áreas de conhecimento e demandou meses de intenso trabalho de profissionais da companhia, que se debruçaram sobre uma pauta abrangente — de aspectos do contexto mais amplo, como mudanças climáticas, sociais, demográfi­ cas e geopolíticas, até tópicos mais específicos, como ener­ gia, informação e comunicação, infraestrutura de transportes, biotecnologia e nanotecnologia. Do fruto desse esforço emergiu uma visão do que poderá ser o mundo a partir de 2020 e das respectivas implicações para o Brasil e para a Promon. A partir dessa visão, buscou­ -se definir as principais escolhas estratégicas para a compa­ nhia. A percepção de que a sustentabilidade socioambiental será consagrada pela sociedade como o principal determi­ nante de seus caminhos de desenvolvimento tem impactos profundos nas empresas, particularmente aquelas que atuam em infraestrutura. A Promon tem a consciência da responsabilidade socio­ ambiental fortemente estabelecida em sua cultura; contudo, propõe-se, nessa questão, a ir além dos elevados padrões já consolidados em sua atuação tradicional. A organização está determinada a ter na sustentabilidade o principal eixo de desenvolvimento de seus negócios, passando a nortear seus investimentos por esse objetivo. A eficiência no uso dos recursos existentes e a substituição de tecnologias anti­ gas por tecnologias mais limpas serão imposições da socie­ dade, sugerindo uma época de grandes mudanças, desafios e oportunidades. Para acelerar os passos nessa direção será iniciada em 2011 uma série de atividades que mobilizarão seus melhores talentos na busca da criação do novo. Estão sendo estabele­ cidos “observatórios tecnológicos”, grupos de acompanha­ mento permanente de temas identificados como essenciais para o posicionamento do Grupo nesse futuro, como a gera­ ção de energias limpas, o desenvolvimento de novos mate­ riais, a computação em nuvem e seu impacto nas pessoas e organizações, a confluência entre biologia e tecnologia.

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te

te s

en

en

g

sociedade e meio ambiente

li

conhecimento e processos

o li s fó io r t óc p o eg n e

desempenho econômico

cultura organizacional d

12

c

A visão sistêmica do Grupo Promon engloba oito perspecti­ vas estratégicas, que permeiam toda a organização e repre­ sentam as principais partes interessadas e os principais elementos de sua dinâmica de criação de valor. Em 2010, no âmbito do projeto “Promon 2020”, as aspirações do Grupo foram rediscutidas pela organização, levando a uma formu­ lação mais ambiciosa e detalhada de macro-objetivos para cada uma dessas perspectivas. Esses macro-objetivos explicitam a importância dada pela Promon ao relacionamento de qualidade com seus clientes, parceiros e fornecedores. Enfatizam a postura pro­ ativa na proposição de soluções de valor, na aplicação inova­ dora de tecnologia e na atualização contínua de sua base de conhecimentos. Destacam-se o compromisso com a exce­ lência em gestão, com a inovação e com o empreendedoris­ mo, assim como a visão da sustentabilidade socioambiental como elemento determinante do desenvolvimento da organi­ zação e de seus negócios. Reforça-se a importância do am­ biente aberto e colaborativo para que os profissionais que formam a comunidade Promon possam realizar seu poten­ cial, buscando o elevado desempenho e o exercício perma­ nente da inovação. A cultura da organização, expressão verdadeira de seus valores, é elemento a ser enriquecido pelo compartilhamento, pela comunicação e pela participa­ ção dos integrantes da comunidade. É a base sobre a qual os demais elementos se sustentam.

PERSPECTIVAS ESTRATÉGICAS DA PROMON

p fo ar rn ce ec i r o ed s o e re s

Estratégia


A visão que o Grupo Promon tem das organizações é que são sistemas vivos, em permanente interação com outros siste­ mas, os quais elas influenciam e pelos quais são influencia­ das. De forma consistente com essa visão, o Grupo define suas estratégias e avalia seu desempenho levando em conta não apenas os resultados econômicos e financeiros dos ne­ gócios. São oito as perspectivas estratégicas adotadas: De­ sempenho Econômico, Portfólio de Negócios, Clientes, Parceiros e Fornecedores, Conhecimento e Processos, So­ ciedade e Meio Ambiente, Gente e Cultura Organizacional. Para uma empresa que tem as pessoas como uma dimen­ são estratégica, o conhecimento como principal matéria-pri­ ma e a cultura organizacional como seu mais importante ativo intangível, é essencial dedicar energia e atenção ge­ rencial para assegurar a excelência na gestão de sua gente, de suas competências e do ambiente organizacional. Para isso, mais que adotar as melhores políticas e práticas, a Pro­ mon busca evoluir constantemente, mantendo-se atenta às mudanças e renovando-se com elas.

Um esforço especial tem sido dedicado pelo Grupo à for­ mação dos novos líderes, seja para atender às exigências de crescimento de suas empresas, seja para a sucessão de pro­ fissionais que ocupam posições-chave. Nesse sentido, além das ações tradicionais de treinamento e desenvolvimento, o Grupo tem procurado engajar os futuros líderes em ativida­ des desafiadoras, como a participação proativa em seus pro­ jetos estratégicos. Adicionalmente, a organização investe num farto leque de ações para compartilhamento do conhecimento, incenti­ vando comunidades de práticas, encontros técnicos de En­ genharia e de Tecnologia e o “Mastigando Ideias”, reuniões já tradicionais com participação voluntária, em que um pro­ fissional expert num determinado tema compartilha seus co­ nhecimentos com os demais interessados. Desse posicionamento decorreram reconhecimentos sig­ nificativos no âmbito da gestão de pessoas. A Promon perma­ neceu como uma das três únicas empresas no país presentes, sempre em posições de destaque, em todas as edições dos guias As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar, da Você S.A. /Exame, e As 100 Melhores Empresas para Traba­ lhar no Brasil, da Great Place to Work/Época . Realizada anualmente, a pesquisa interna de clima orga­ nizacional revelou que os índices de satisfação dos pro­ fissionais permanecem em patamares superiores aos das organizações benchmark em âmbito global. Os resultados da pesquisa foram debatidos internamente com os profissio­ nais, tendo sido definidas ações para trabalhar, em 2011, as­ pectos como comunicação, convivência com outras culturas e aspectos positivos da diversidade para novos aprendizados.

Evolução do Efetivo

em 31 de dezembro

CORPORATIVO/HOLDING PROMON ENGENHARIA PROMONLOGICALIS BRASIL PROMONLOGICALIS EXTERIOR TRÓPICO

2008

2009

2010

1.528

1.611

1.707

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Cultura Organizacional

Percentual de respostas favoráveis dos funcionários do Grupo Promon ao conjunto de perguntas relativas aos tópicos listados abaixo: Conduta

Maneira pela qual a organização atua em seus relacionamentos externos e internos. Respeito e Equidade

Maneira pela qual os profissionais são tratados, independentemente de seus cargos. Engajamento

Percentual de profissionais que participam do modelo acionário.

conduta 94 % 93 %

92 86

Respeito e Equidade

92

% 91 % 87

%

% 79

%

2008 2009 2010

14

78%

80%

FONTE: PESQUISA DE PRÁTICAS (TOWERS WATSON)

81%

BENChmark *

* Resultado obtido entre empresas de alto desempenho, conforme análise global da Towers Watson

%

engajamento


Convencida de que a educação é fator-chave para o pro­ gresso e desenvolvimento das pessoas e dos países, é nes­ se campo que a Promon concentra, há vários anos, as suas ações sociais. Esse é o foco das atividades do Instituto Razão Social, do Programa de Voluntariado e dos investimentos pri­ vados da companhia que, no ano, beneficiaram mais de vinte entidades nas regiões em que ela atua. Um dos projetos apoiados pela Promon, o “Artes na Periferia”, desenvolvido em São Paulo pela entidade Casa do Zezinho, foi apontado como um dos trinta melhores projetos sociais pelo relatório Global Compact for Development 2010, publicado pelo Pacto Global da Organização das Nações Unidas (UN Global Compact), entidade da qual o Grupo Promon é signatário desde 2006. O Programa de Voluntariado é planejado e monitorado ob­ jetivando que as ofertas do trabalho voluntário dos profissio­ nais da Promon atendam às necessidades dos projetos das ONGs parceiras, tendo sido reconhecido com o “Prêmio Top

Social 2010 ”, concedido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil. No ano, cerca de metade do efetivo do Grupo engajou-se em projetos e campanhas volun­ tárias, beneficiando dez mil crianças, adolescentes e jovens. O contínuo comprometimento com a incorporação dos te­ mas socioambientais nas atividades dos negócios e a evolu­ ção das ações nesse campo fizeram a Promon ser reconhecida pela revista Exame, pelo quinto ano consecutivo, como uma das vinte empresas-modelo do país em cidadania empresarial. A organização é, ainda, associada ao movimento Todos pela Educação, à Rede Nossa São Paulo, ao GIFE — Grupo de Insti­ tutos Fundações e Empresas, ao Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, ao Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. É signatária do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo e membro mantenedor da Fundação Nacional da Qualidade, de cujo Conselho Curador faz parte o Presidente do Conselho de Administração da Promon.

Grau de Responsabilidade Social Empresarial

abrangência – 7 temas rse

Os sete temas de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) adotados pelo Instituto Ethos são: Valores, Transparência e Governança; Público Interno; Meio Ambiente; Fornecedores; Consumidores e Clientes; Comunidade; Governo e Sociedade.

Profundidade – estágios de RSE

2008 GRUPO PROMON consolidado 2009 PROMONLOGICALIS 2010 PROMONLOGICALIS 2009 PROMON ENGENHARIA 2010 PROMON ENGENHARIA Área de Benchmark

Fonte: Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social

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O Grupo Promon enxerga o futuro com grande entusias­ mo. No horizonte mais próximo, a perspectiva é de que seus negócios tradicionais nos setores de infraestrutura sigam favorecidos pela continuidade do atual ciclo de desenvolvi­ mento do país. Ao mesmo tempo, o olhar que dirige para o futuro permite-lhe perceber a riqueza de possibilidades que essa era plena de transformações tecnológicas, sociais, cul­ turais e geopolíticas oferece. Embora sejam novos alguns caminhos que a Promon pretende percorrer, nada há de novo no fato de fazê-lo. Foi renovando-se e reinventando-se que a Promon chegou aos cinquenta anos, completados em 2010, como uma organiza­ ção viva, vibrante, com uma invejável história de realizações. Essas cinco décadas de atividade lhe conferem experiên­ cia, conhecimento e maturidade. Mas é o espírito jovem que a pereniza, porque é dele que a organização extrai o entu­ siasmo e a energia que a movem na incessante busca por novas fronteiras.

Promon 50 anos A Promon celebrou seus cinquenta anos em 2010. Fundada em dezembro de 1960, tornou-se em 1970 uma empresa de propriedade integral de seus funcionários, pela iniciativa vi­ sionária de um pequeno grupo de profissionais. A Promon viveu grandes momentos, enfrentou grandes turbulências, escreveu uma história de grandes conquistas. Soube, como poucas organizações, compreender as mudanças ocorridas no Brasil e no mundo, definir e percorrer novos caminhos. Para celebrar essas cinco décadas, a empresa patroci­ nou a série “Concertos de Câmara Promon 50 Anos — Schu­ mann, Chopin… e Brasil”. No repertório foram apresentadas obras comemorando o bicentenário do nascimento de Robert Schumann e Frédéric Chopin e foram realizados contrapon­ tos com obras de compositores brasileiros, como Heitor Villa­ -Lobos, interpretados por novos e talentosos artistas. As sete apresentações ocorreram de agosto a novembro de 2010, no Teatro Cultura Artística Itaim, em São Paulo.

promon 50anos

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A Promon publicou o livro comemorativo Para Chegares ao Que Não Sabes, de autoria do renomado escritor Ignácio de Loyola Brandão, retratando a jornada de ideais e realiza­ ções, valores e crenças compartilhados pelos profissionais da Promon durante esses cinquenta anos. O texto, ao abra­ çar a história da companhia, pretendeu prestar uma homena­ gem aos milhares de profissionais que viveram e construíram a empresa nessas décadas, revelando, ainda, alguns fatos curiosos e pitorescos ocorridos com sua gente. São histórias que iluminaram os bastidores e a vida de seus protagonistas, compondo um mosaico que se fundiu num conjunto harmô­ nico, como células formando um organismo vivo e complexo.


O Conselho de Administração e a Direção-Geral: Luiz Gonzaga M. Brandão, Raul A. Del Fiol, Gilson G. Krause, Luiz Fernando T. Rudge, Luiz Ernesto Gemignani, Felipe A. Amoroso Lima, Ivo Godoi Junior e José Guimarães Monforte

Crenças e Razão de Ser Crenças Uma empresa é um sistema vivo, parte integrante de um ecos­ sistema social, econômico e natural com o qual interage, do qual depende e pelo qual é corresponsável. O conhecimento será instrumento de realização dos indivíduos e da sociedade se utilizado de forma compartilhada e consciente. Razão de ser A Promon é uma comunidade de profissionais, estruturada com base no conhecimento, identificada pela sua capacidade de inovar, que, tendo a busca da excelência como conceito-guia, quer empreender e prover soluções de infraestrutura que criem valor para os clientes e para as demais partes interessadas; proporcionar condições de realização profissional e humana aos seus profissionais; ser agente ativo do processo de desen­ volvimento da sociedade e de preservação do meio ambiente. Comunidade significa ter coisas em comum, entendimentos partilhados que transcendam as partes em que a empresa está dividida. Comunidade implica a disposição de observar princí­ pios e regras, mas implica também a colaboração voluntária, muito mais rica e menos programada. Colaboração não é altru­ ísmo. Ela surge quando pessoas partilham uma causa, sentem fazer parte de um destino comum. Uma comunidade pode ser descrita, pode ser mapeada em termos formais, mas tem tam­ bém um significado emocional, um sen­timento de ligação, de união. Comunidades têm corpo, mas também têm alma. 17


negócios  / PROMON ENGENHARIA  / PROMONLOGICALIS LATIN AMERICA  / TRÓPICO  / PROMON NOVOS NEGÓCIOS 18


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Receita

valores em milhões de reais 2008 388 2009 680 2010 1.009

fonte: relatórios gerenciais

/ PROMON ENGENHARIA A retomada dos investimentos que haviam sido adiados no auge da crise econômica global refletiu-se positivamente no desempenho da Promon Engenharia em 2010. A receita atingiu R$ 1.009 milhões, um crescimento de 48% em relação ao ano anterior, com expressiva participação do setor de Óleo e Gás. PORTFÓLIO DE NEGÓCIOS, CLIENTES, PARCEIROS E FORNECEDORES O relacionamento com a Petrobras, sua mais antiga e tradicio­ nal cliente, foi reforçado com importantes contratos no modelo EPC (Engenharia, Suprimentos e Construção). Entre eles, está a construção da Unidade de Destilação Atmosférica e a Vácuo (UDAV) no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Com­ perj), na cidade de Itaboraí, em parceria com a Skanska e a Engevix. Iniciada em 2010, a obra tem prazo de execução de 36 meses. A unidade, a primeira dessa natureza a ser construída no Brasil nos últimos trinta anos, terá capacidade de processamen­ to nominal de 150 mil barris/dia de óleo cru, para separação em produtos como gás combustível, nafta, diesel e querosene. A Promon Engenharia também obteve, em consórcio com a MCE, o contrato para a construção e montagem da plata­ forma offshore Módulo de Operação de PIGs (MOP-1), a pri­ meira plataforma dessa categoria do Brasil. Seu prazo de execução é de dois anos, e, depois de concluída, seguirá por via marítima da Bahia, onde está sendo montada, para a ba­ cia de Campos. A unidade será utilizada na movimentação dos PIGs ( Pipeline Inspection Gauges), equipamentos que fazem a limpeza dos dutos de transporte de gás.

Além desses novos empreendimentos contratados pela Petrobras, prosseguiu em 2010 a execução de cinco outros contratos em regime EPC : a Unidade de Coqueamento Re­ tardado (UCR) da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Re­ par), em Araucária ( PR ), a Unidade de Hidrotratamento ( HDT) da Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP), as Unidades de Hidrodessulfurização (HDS) da Revap e da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas (RS), e a Unidade de Recuperação de Enxofre (URE) da Refinaria de Capuava, em Mauá (SP). Desenvolvido em consórcio com a Camargo Corrêa, a UCR da Repar permanece como o maior projeto com o qual a Promon Engenharia se encontra envolvida, e tem sido ob­ jeto de importantes reconhecimentos. Feito inédito em obras da Petrobras, o consórcio CCPR-Repar obteve as cinco prin­ cipais certificações do setor: a ABNT ISO/TS 29001, relativa ao Sistema de Gestão da Qualidade para Óleo e Gás; a NBR 16001, referente ao Sistema de Gestão em Responsabilida­ de Social; a NBR ISO 14001, do Sistema de Gestão Ambien­ tal; a NBR ISO 9001, do Sistema de Gestão da Qualidade; e a OHSAS 18001, do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional. Além disso, a qualidade da gestão do projeto foi reconhecida com o ”Prêmio Nacional Gestão Ba­ nas 2010 ”, nas categorias Qualidade e Desenvolvimento Sustentável, concedido pela revista Banas Qualidade. Foi escolhido, ainda, “Projeto do Ano 2010”, prêmio concedido pela revista MundoPM — Project Management e pela FGV — Fundação Getúlio Vargas. 21


Entre os projetos ligados à geração de energias alternati­ vas, que formam outra frente importante de negócios da Promon Engenharia, destaca-se a conclusão da expansão da capacidade da unidade de cogeração de energia a partir de biomassa (bagaço de cana-de-açúcar) na usina da Cosan em Barra Bonita (SP). A unidade tem potência instalada de 64 megawatts e é uma das maiores unidades dessa nature­ za em operação no país. O empreendimento, no qual foram empregadas tecnologias no estado da arte para o setor, cre­ denciou a empresa para atuar também na fase II da expan­ são da usina. Em 2010 a Promon conquistou contratos para projetos de ampliação de moagem e produção e de cogera­ ção de energia nas usinas Univalem, também do Grupo Co­ san, e Moema e Ouroeste, do Grupo Bunge. No mercado de siderurgia, os destaques foram os projetos de engenharia para a usina siderúrgica de Pecém (CE) e para a Aços Laminados do Pará (Alpa). Para a Ternium, empresa de origem italiana, realizou os estudos iniciais para a unidade de pelotização da Siderúrgica Norte Fluminense, no porto do Açu. Também executou estudos para o Terminal do Porto do Açu, tendo como cliente a LLX , empresa de logística do gru­ po EBX . Na área de transportes, a empresa realizou estudos de engenharia para a Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro. A Vale, outro importante cliente, iniciou no final de 2010 a retomada do ritmo de alguns projetos dos quais a Promon Engenharia participa. Entre os projetos em andamento estão dois da Fosfertil, empresa que a Vale adquiriu da Bunge: a expansão III da unidade de fertilizantes em Uberaba (MG) e 22

o projeto básico de uma nova unidade de salitre em Patro­ cínio (MG). Ainda para a Vale, foram realizados estudos de infraestrutura e logística de mineração do projeto Ferro Ca­ rajás na Serra Sul (PA), estudos de engenharia para a Usina Termelétrica de Moatize, em Moçambique, e para a Usina Ter­ melétrica de Vitória (ES). Os índices de satisfação da Petrobras em relação à Pro­ mon Engenharia refletiram-se em seu Boletim de Avaliação de Desempenho (BAD) dos fornecedores, no qual a empresa obteve pontuação média acima de 88% , considerando-se o conjunto dos contratos avaliados. Além disso, a Promon man­ tém um posicionamento de destaque no Programa de Gestão de Fornecedores da Engenharia da Petrobras (Progefe), sis­ tema de avaliação decisivo para a qualificação de fornecedo­ res para novos projetos. Bem pontuada em todos os critérios, obteve a nota máxima em quatro deles: Gerencial/Qualidade; SMS — Segurança, Meio Ambiente e Saúde; Legal e Técnico. Assim como a Petrobras, também a Vale avalia muito po­ sitivamente o desempenho da Promon Engenharia. Na mé­ dia dos contratos analisados, a empresa obteve um Índice de Desempenho do Fornecedor superior a 95% . A Promon Engenharia buscou, no ano, fortalecer sua rede de fornecedores, mediante a intensificação das ativida­ des de consulta e aquisição de equipamentos e materiais no exterior. Esse movimento mostra-se crescente e foi estimu­ lado, também, pela valorização da moeda brasileira e pela elevada demanda observada no país, que coloca sob pres­ são a capacidade de atendimento dos fornecedores locais.


GENTE, CONHECIMENTO E PROCESSOS Para a Promon Engenharia, evoluir continuamente na gestão de sua gente é algo natural. A incorporação de novos talen­ tos aos seus quadros, fruto do crescimento da empresa nos últimos anos, tornou prioritária uma dedicação especial à in­ tegração desses jovens na organização. Em 2010, mais de seiscentos profissionais passaram por treinamentos vincula­ dos às competências comportamentais valorizadas pela em­ presa. Outro programa, enfatizando aspectos relacionados com as crenças e a cultura Promon, foi ministrado para os novos gestores, funcionários que já ingressaram na compa­ nhia em papel de liderança. O mesmo objetivo inspirou outro programa inovador, des­ ta vez para o público de estagiários. Em paralelo a um treina­ mento focado em criatividade, os jovens foram desafiados a desenvolver projetos associados com a cultura da organiza­ ção. Com participação voluntária, foram concebidos ao lon­ go do ano vinte trabalhos, apresentados para uma banca composta por diretores da empresa. Todas as propostas es­ tão sendo aprofundadas, atestando a qualidade dos traba­ lhos realizados. Ao lado dos treinamentos comportamentais, foi intensa a agenda de cursos técnicos, alinhados com as necessidades de capacitação identificadas pelos Centros de Competência. Atuando em parceria com Relações Humanas, os Centros de Competência têm como missão organizar, atualizar e di­ fundir conhecimento, promovendo o desenvolvimento das competências distintivas da companhia e de seus profissio­ nais. Alguns desses treinamentos foram desenvolvidos inter­ namente, no contexto do Programa Trajetórias, iniciativa que oferece capacitação técnica modularizada, disponibilizada por recursos multimídia e de educação a distância, aplicada pelo Instituto de Tecnologia Promon, durante o ano, a cerca de 30% do efetivo da empresa. Outras ações envolveram cursos ministrados por especialistas externos, focados nas melhores práticas do CII — Construction Industry Institute, visando à melhoria do desempenho de projetos. A importân­ 23


cia dada pela empresa às competências ligadas ao geren­ ciamento de projetos e à inovação foi reforçada, com a preparação de mais oitenta profissionais para a certificação PMP (Project Management Professional) e com o início de aplicação de uma Pós-Graduação em Gestão de Conheci­ mento e Inovação, desenvolvida em parceria com o Senac, com aulas in company para vinte e cinco participantes. A comunicação, a troca de informações e a interação en­ tre pessoas também foram reforçadas com iniciativas como o “Promoniando”, uma rede social interna criada pelos esta­ giários na forma de um projeto-piloto, que será aberta a to­ dos os profissionais em 2011. É um novo instrumento de interatividade no mundo virtual, que se soma a outros canais já disponíveis, como blogs temáticos. A Promon Engenharia dispõe de um sólido e diferenciado Sistema de Gestão do Conhecimento, com estruturas, ferra­ mentas e práticas que buscam assegurar a aquisição, for­ malização, disseminação e aplicação do conhecimento. O resultado desse trabalho propiciou à empresa ganhar pre­ sença entre as organizações de referência mundial nesse tema, tendo sido convidada a apresentar seu case na 14a edição do KMWorld Conference — o mais importante evento internacional de gestão do conhecimento —, ao lado de em­ presas como Shell, Chevron, 3M e as brasileiras Petrobras e Embraer. Possibilitou, também, a conquista, pelo segundo ano consecutivo, do primeiro lugar no prêmio “Top of Mind em Gerenciamento de Projetos”, concedido pela regional Rio de Janeiro do Project Management Institute (PMI). 24


SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE A intensificação da importância da sustentabilidade socioam­ biental como tema orientador da gestão da empresa e seu consequente desdobramento nos negócios, ocorrida nos últi­ mos anos, vem proporcionando ganhos aos clientes e à socie­ dade. O projeto da Unidade de Hidrotratamento da Refinaria Henrique Lage, por exemplo, foi alvo de modificações, por iniciativa da Promon, que geraram redução significativa no consumo de água e energia elétrica da unidade. Esse projeto foi, ainda, agraciado com o prêmio “QSMS — Refino”, concedi­ do pela Petrobras, como empreendimento de destaque em qualidade, segurança, meio ambiente e saúde. A preocupação com a aplicação de critérios ambientais mais rigorosos nos projetos que executa levou a empresa a desenvolver internamente uma metodologia com o objetivo de avaliar de maneira estruturada e segundo os preceitos de organizações de referência no cenário internacional os impac­ tos ambientais desses projetos, indo além do simples atendi­ mento à legislação aplicável. Aspectos como ameaças à biodiversidade, poluição atmosférica, contaminação do solo e consumo de água e energia são analisados, fornecendo sub­ sídios para a Promon propor aos clientes ações ou melhorias em seus projetos. O objetivo perseguido pela empresa é ter em sua carteira uma fatia crescente de projetos alinhados com as exigências mais modernas de sustentabilidade. Numa próxima etapa, a metodologia passará a incorporar também quesitos para avaliação dos impactos sociais dos projetos. Além disso, a Promon Engenharia iniciou, em 2010, em parceria com o Programa GHG Protocol Brasil, da Fundação Getúlio Vargas, a realização do inventário de emissões de gases de efeito estufa na implantação dos empreendimen­ tos em que atua, com o objetivo de passar a estabelecer metas de redução e, assim, minimizar seus efeitos em rela­ ção ao aquecimento global.

PERSPECTIVAS A companhia olha para o futuro com otimismo. Possui sólido posicionamento no Brasil, que por sua vez apresenta cenários extremamente promissores para os próximos dez anos, no que tange a infraestrutura e indústrias associadas aos mercados de commodities minerais e agrícolas. A experiência e os resul­ tados da empresa nessa área estão entre os mais relevantes do país, permitindo inferir que os investimentos na infraestru­ tura brasileira e o progresso do país são, efetivamente, oportu­ nidades para uma empresa como a Promon Engenharia. A ampliação de seu portfólio de negócios, resultado de um plano de ação consolidado no período, incorpora um po­ sicionamento mais sólido no setor de Óleo e Gás offshore e a introdução de novas tecnologias e ofertas para os setores de Mineração, Siderurgia, Biocombustíveis e Energia Elétri­ ca, áreas de atuação tradicionais da empresa, nas quais de­ tém sólida expertise. Compreende, também, uma atuação diferenciada em segmentos críticos para o atendimento das necessidades de desenvolvimento do país, ligados à infraes­ trutura de transportes e meio ambiente. São campos nos quais a empresa construiu forte presença no passado e que iniciam novo ciclo de acelerado desenvolvimento. Esse plano, cuja implementação já foi iniciada, será de­ senvolvido durante os próximos dois ou três anos e envolve a aquisição de conhecimento técnico específico e o estabele­ cimento de parcerias tecnológicas e de negócios. O crescimento previsto dos investimentos em todos esses setores, a demanda por novas tecnologias, os critérios am­ bientais cada vez mais rigorosos são elementos que encer­ ram maior complexidade e colocam a Promon Engenharia em posição privilegiada no mercado. Coerente com sua história de renovação permanente, a empresa encontra-se estrutura­ da para participar ativamente desse novo ciclo de desenvolvi­ mento do Brasil.

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Receita

valores em milhões de reais 2008 712 2009 395 2010 661

Brasil Demais países da América latina

fonte: relatórios gerenciais

/ PROMONLOGICALIS  LATIN AMERICA A PromonLogicalis — a maior integradora independente de soluções de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) da América Latina — soube captar os ventos favoráveis de cada um de seus mercados de atuação para manter sua marcha de crescimento, apoiada em ofertas diferenciadas que resultam de um somatório de elementos: suas compe­ tências técnicas e de gerenciamento de projetos, a capaci­ dade de identificar as necessidades dos clientes e a aliança com parceiros tecnológicos adequados para a configuração das melhores soluções. Como resultado, a receita consolidada em todos os paí­ ses da América Latina totalizou R$ 661 milhões em 2010, um crescimento da ordem de 67% em relação ao período ante­ rior. A parcela da receita correspondente às operações no Brasil registrou um crescimento de 93% , tendo alcançado R$ 499 milhões. PORTFÓLIO DE NEGÓCIOS E CLIENTES A expansão ocorreu em todas as verticais de atuação, in­ cluindo a de operadoras de telecomunicações. Mesmo tendo reduzido os investimentos no Brasil em 2010, as operadoras continuaram investindo fortemente em infraestrutura e solu­ ções IP, a fim de responder ao aumento do volume de tráfego de dados, que cresce a taxas superiores a 50% ao ano. Nes­ se mercado, que representa a maior fatia de suas receitas, a PromonLogicalis registrou crescimento de 20% em relação a 2009. Entre os projetos, um dos destaques foi a primeira implantação na América Latina da solução Gateway GPRS

Support Node (GGSN), para a operadora Claro. Essa tecnolo­ gia promove a melhoria no escoamento do tráfego de telefonia móvel em grandes centros urbanos, reduzindo a necessidade de implantação de estações radiobase adicionais. Para a operadora NET, foi desenvolvida e implementada uma solução de ultra broadband, que permitiu ao cliente expan­ dir sua oferta de velocidade de conexão à internet para até 100 Mbps. Outra forte demanda das operadoras, a de soluções de segurança para redes, foi atendida pela PromonLogicalis com tecnologias de parceiros como Arbor, Nominum e McAfee, voltadas à proteção de redes contra ataques externos. No mercado corporativo, a grande diversidade de ofertas para todos os setores atendidos pela empresa favoreceu o crescimento de 70% da receita nesse segmento em relação ao período anterior. Na vertical de Óleo e Gás, um dos impor­ tantes projetos foi a implantação de data center para o Cen­ tro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes), utilizando solução baseada em tecnologia Cisco e EMC, foca­ da em cloud computing e promovendo economia de energia e espaço. Em Mineração, a empresa fechou contrato de con­ sultoria com a Vale, pelo prazo de dois anos, para diversos fornecimentos, até mesmo no exterior. No setor de Constru­ ção, ganhou força a oferta do Connected Construction Site, uma solução para grandes canteiros de obra, que possibilita a conexão com os escritórios e a introdução de funcionalida­ des tecnológicas nos sites. Em 2010, as principais construto­ ras de grande porte em atividade no país foram atendidas por essa solução. Em Manufatura e Comércio, destacaram-se as 27


PARCEIROS E FORNECEDORES Reafirmando sua posição de empresa de referência em solu­ ções de TIC, a PromonLogicalis incorporou ao seu leque de credenciais novas e importantes certificações. Tornou-se a única empresa na América Latina a obter as certificações Master Security, Master Unified Communications e Mana­ ged Services Advanced Channel Partner, da Cisco, que se somaram à certificação de Parceiro Gold, renovada em 2010. Complementa o rol de certificações obtidas no ano a ISO 20000, relativa aos serviços gerenciados. Parceira há mais de uma década, a Cisco reconheceu a PromonLogicalis como “Parceiro do Ano de Excelência em Tecnologia”, título entregue durante a Cisco Partner Summit 2010. Além desse prêmio de âmbito mundial, a empresa se destacou como Parceiro Cisco LatAm em Virtualização e Parceiro Cisco — Service Providers Brasil. soluções de colaboração e imagem e de data center para a Natura, além do conjunto de ferramentas para lojas virtuais para clientes como C&A , Magazine Luiza, Fiat, GM e Toyota. No segmento Financeiro, uma das ações relevantes foi a im­ plantação da solução de colaboração e imagem para o Ban­ co Itaú, que contempla salas de telepresença e sistemas de telefonia IP. A demanda por serviços de gerenciamento de redes re­ gistrou crescimento em 2010. Entre os clientes que reforça­ ram a carteira da companhia nessa atividade está a AES Brasil, controladora de empresas dos setores de energia elé­ trica e de telecomunicações. No âmbito governamental, a receita da PromonLogicalis cresceu expressivos 200% . Foi vencedora de dois leilões da Telebrás para fornecimento de soluções IP para segurança e gerenciamento de redes, além de ferramentas de telefo­ nia (rede corporativa) para o Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília. Ainda para o Judiciário, executou projeto-piloto envolvendo solução de tratamento eletrônico (digitalização) de informações e documentos. Também forneceu solução de rede LAN para o Instituto Nacional de Traumatologia e Orto­ pedia (INTO), no Rio de Janeiro, e iniciou testes da tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) para localização de pacientes e ativos do hospital. O potencial dessa tecnolo­ gia e de soluções para transmissões de imagem levou a Pro­ monLogicalis a criar a vertical de Saúde, que começa a operar em 2011, tendo como mercados-alvo hospitais e de­ mais órgãos de saúde. Para fazer frente a esse crescimento, a empresa expan­ diu-se geograficamente, com a inauguração de novos escri­ tórios em Minas Gerais e em Brasília, que se somam aos de São Paulo e Rio de Janeiro, onde já estava presente. A ativi­ dade da PromonLogicalis nos demais países da América La­ tina também foi intensificada em 2010, coerente com a estratégia de fortalecimento de sua atuação regional. Foram instalados escritórios na Colômbia, no Equador e na Bolívia, complementando as operações já existentes no Cone Sul, gerenciadas a partir de seus escritórios na Argentina. Na Colômbia, a empresa fechou contrato com a Telefônica para fornecimento de solução de endereçamento de rede IP. 28

GENTE, CONHECIMENTO E PROCESSOS A PromonLogicalis encerrou 2010 com um efetivo de 650 profissionais, 30% a mais do que no ano anterior. O foco constante na capacitação contínua dessa equipe e no estí­ mulo ao desenvolvimento do conhecimento da organização levou à estruturação do Programa de Educação Corporativa. A iniciativa, que deverá estar em plena operação em 2011, contempla um mapeamento dos cursos comportamentais e de tecnologia disponíveis no mercado e concede créditos a cada profissional para serem usados nesses treinamentos. A partir da interação com seus mentores, os profissionais pro­ põem seus próprios planos de treinamento, que são valida­ dos pelos Centros de Competência, após avaliação de seu alinhamento com as estratégias da empresa. Os investimen­ tos da PromonLogicalis em treinamento correspondem a 4% do custo da folha de pagamento, patamar que a coloca entre as companhias benchmark nesse quesito.


PERSPECTIVAS O conjunto de esforços empreendidos pela PromonLogicalis nas várias dimensões vem sendo reconhecido pelos clientes. A empresa registra taxas de conversão recorde das propos­ tas que apresenta e vem impulsionando o valor que agrega a seus projetos, mediante a ampliação da parcela de servi­ ços que adiciona à tecnologia. Outro indicador de sucesso é o nível de satisfação dos clientes, que avançou mais um ponto percentual em relação ao ano anterior, atingindo sig­ nificativos 82% . Um importante movimento iniciado em 2010 e que pros­ seguirá em 2011 tem como foco a forte tendência de ter­ ceirização de ativos e virtualização de redes por parte das organizações. Até 2012, segundo consultorias do setor, 20% das empresas deixarão de possuir ativos de TI, delegando a atividade a empresas especializadas. Buscando fortalecer suas competências nesse novo ambiente, a PromonLogi­ calis está implantando um data center no estado da arte em tecnologia da informação, que deverá estar em operação durante o primeiro semestre de 2011. Além de contribuir com a adequação de custos e a agilidade operacional, o novo data center também possuirá uma motivação estraté­ gica para o portfólio de negócios da empresa: estará atrela­ do ao desenvolvimento das ofertas de prestação de serviços aos clientes. Com uma arquitetura em nuvem, esse data center terá um diferencial competitivo em relação aos seus concorrentes, posicionando a empresa de forma diferencia­ da no mercado.

Adicionalmente, uma nova unidade da PromonLogicalis está sendo implantada na cidade de Barueri (SP). Seguindo a estratégia de intensificar sua atuação na área de serviços, que cresceu significativamente em 2010 e que possui uma previsão muito positiva de continuidade para os próximos anos, a nova instalação abrigará os profissionais de serviços gerenciados e de consultoria. O investimento nessa nova es­ trutura será essencial para a diversificação da PromonLogi­ calis, representando uma grande vantagem em um nicho de mercado cada vez mais competitivo no país e na região. Em 2011, a empresa continuará a expandir sua atuação no mercado corporativo, dando continuidade a investimen­ tos realizados para aumentar a cobertura de atendimento aos clientes e para desenvolver soluções tecnológicas para verticais selecionadas. Será inaugurado um Centro de Ino­ vações em São Paulo para demonstrar e difundir novas tecnologias para esse mercado e deverão ser abertos es­ critórios nas regiões Sul e Nordeste. Além de manter o foco nos segmentos onde já atua, a PromonLogicalis ampliará a atuação nas verticais de Saúde e Educação, investindo for­ temente na contratação de profissionais capacitados e em treinamentos. É legítimo que a PromonLogicalis pretenda buscar opor­ tunidades de desenvolvimento que vão além daquelas que o próprio crescimento do dinâmico mercado de TIC natural­ mente oferece. Para tanto, deve perseguir continuamente a agregação de novas competências e fortalecer sua atuação regional na América Latina. 29


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Receita

valores em milhões de reais 2008 209 2009 110 2010 120

Fonte: Demonstrações financeiras

/ TRÓPICO O olhar atento para as necessidades de seus clientes e a in­ trodução de diferenciais na oferta de produtos e serviços fo­ ram decisivos para que a Trópico tivesse um bom desempenho em 2010, mesmo com a retração de investimentos em infra­ estrutura entre as operadoras de telecomunicações, seu principal mercado. Contrapondo-se a uma redução de 9% vivida pelo setor no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a recei­ ta da Trópico cresceu 9% no ano, atingindo R$ 120 milhões. PORTFÓLIO DE NEGÓCIOS E CLIENTES O bom desempenho deveu-se principalmente à incorpora­ ção de novas funcionalidades aos equipamentos da linha Vectura desenvolvidos e produzidos pela Trópico, visando torná-los mais eficientes para o atendimento de demandas específicas dos clientes. A empresa foi selecionada para for­ necimento e instalação de equipamentos Vectura Soft­Switch (VSS ) destinados à modernização da planta da Telefônica com tecnologia Next Generation Networks (NGN), superan­ do importantes fornecedores globais no processo de licita­ ção. Com a conclusão dessa implantação em 2010, cerca de 40% da rede NGN da Telefônica passou a operar com equi­ pamentos da linha Vectura. Outro importante destaque foi o fornecimento da plata­ forma de servidores de sinalização em toda a região ante­ riormente atendida pela Brasil Telecom e incorporada pela Oi. Os equipamentos 7IP Signalling Servers (VSI) desenvolvi­ dos pela Trópico possibilitam a evolução da rede de telefonia

fixa da operadora, sua convergência com redes móveis/NGN e a oferta de novos serviços integrados. Após sua implanta­ ção em nove estados do Sul, do Norte e do Centro-Oeste ao longo do primeiro semestre de 2011, toda a planta da Oi es­ tará coberta pela plataforma de serviços 7IP da companhia. O volume de chamadas processadas pelos cinquenta equi­ pamentos VSI distribuídos em 24 estados e no Distrito Fede­ ral superará a marca de um bilhão por dia. A Trópico consolidou seu relacionamento com a British Telecom, que atende no Brasil, especificamente, o segmento corporativo, mediante a prestação de serviços gerenciados que contemplam, além do fornecimento e implantação de equipamentos, a operação e manutenção da rede da opera­ dora. A empresa também passou a realizar estudos e análises de viabilidade para o mercado de cidades digitais — interliga­ ção, por redes digitais, de prédios e sistemas de prefeituras —, visando aumentar a oferta de serviços públicos e a inclusão digital das populações locais. O ano de 2010 se encerrou com dois projetos em andamento para esse mercado, que a Trópico considera uma das grandes apostas para os próximos anos. O desempenho no mercado externo não registrou expan­ são significativa. As atividades da Trópico Colômbia S.A. fo­ caram a manutenção dos contratos em vigor. Na Argentina, a WxBR , empresa da qual a Trópico é uma das controladoras e que atua na oferta de soluções de banda larga sem fio, con­ quistou seu primeiro contrato representativo, para implanta­ ção de rede na cidade de Bariloche para a operadora de TV por assinatura VeloCom. 31


GENTE, CONHECIMENTO E PROCESSOS O investimento em desenvolvimento tecnológico durante o ano de 2010 foi um dos maiores já realizados pela empresa, chegando a 20% de sua receita total. Essa busca constante pela atualização possibilitou a implementação de mais de trinta projetos relacionados com a ampliação de funcionali­ dades dos equipamentos Vectura. Em parceria com institutos de pesquisa, foram iniciados três projetos, parcialmente financiados com recursos da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), com potencial para se transformar em produtos ou serviços dentro de um período de dois a três anos. Também em 2010 ocorreu a liberação da primeira parcela do Programa Inova Brasil, outra linha de fi­ nanciamento de longo prazo oferecida pela Finep, no valor de R$ 10 milhões. O efetivo apresentou ligeira redução em relação ao pata­ mar do ano anterior, mas o investimento em treinamento e capacitação, sempre significativo, ganhou dimensões ainda maiores no período. O programa de desenvolvimento em li­ derança gerencial envolveu mais de 25% da equipe, número expressivo em treinamentos dessa natureza. Outro grande destaque foi a conclusão do treinamento ISD ( Integrated System Diagnosis) para mais de quarenta profissionais, vi­ sando aumentar a capacitação em Capability Maturity Model Integration para Desenvolvimento (CMMI-DEV), um modelo de maturidade para a melhoria de processos no desenvolvi­ mento de software.

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PERSPECTIVAS No mercado tradicional de operadoras, as parcerias com ins­ titutos de pesquisa, as ofertas diferenciadas e o posiciona­ mento de destaque junto às plantas da Telefônica e da Oi proporcionam visibilidade e revelam potencial para conquistar novos e importantes negócios em 2011. Estão sendo negocia­ das novas parcerias com empresas estrangeiras, líderes de mercado na oferta de soluções que permitirão à Trópico, me­ diante a inclusão de desenvolvimentos próprios, oferecer ser­ viços visando ao aumento da competitividade das operadoras. As competências distintivas da Trópico, entretanto, advin­ das do conhecimento das reais necessidades do mercado brasileiro e de sua experiência no desenvolvimento de solu­ ções para sistemas de missão crítica e grandes volumes de transação, aliadas à flexibilidade e criatividade de sua equipe, são fatores que colocam a empresa em uma posição privile­ giada, permitindo a expansão de seu horizonte para novos segmentos de mercado. Dessa forma, uma nova oferta será adicionada em 2011 ao seu portfólio tradicional de atuação: o desenvolvimento e produção de software sob medida para as necessidades de clientes corporativos, grandes empresas que necessitam de soluções específicas voltadas a seus negócios. Para fazer frente a esse novo desafio, a Trópico se reestruturou, criando uma nova unidade de negócios, voltada às Soluções de Soft­ ware, que atuará de forma independente, mas coordenada com a tradicional unidade de Produtos e Serviços. Além de atender de forma mais completa as demandas de seus clien­ tes tradicionais, essa diversificação permitirá ampliar a inte­ gração e sinergia com os demais negócios do Grupo Promon.

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/ PROMON NOVOS NEGÓCIOS A Promon Novos Negócios foi criada em 2008 como uma expressão da disposição do Grupo de exercitar sua vocação empreendedora de maneira sistemática, desenvolvendo ne­ gócios e empreendimentos para os quais possa contribuir com suas competências e seu conhecimento de diversos segmentos do setor de infraestrutura. A primeira iniciativa da Promon Novos Negócios, a gestora de investimentos P2Brasil, joint venture estabelecida pela Pro­ mon e Pátria Investimentos para a realização de investimen­ tos em infraestrutura, registrou êxitos significativos em 2010. Credenciado pelas expertises dos dois parceiros em suas respectivas áreas de atuação, o fundo P2Brasil Infraestrutu­ ra, primeiro fundo idealizado pela nova gestora, conquistou excelente acolhida entre os investidores. Com o processo de captação ainda em curso, o fundo havia atingido a marca de US$ 850 milhões em compromissos de investimento ao final de 2010, com a perspectiva de totalizar mais de US$ 1 bilhão no primeiro semestre de 2011. Torna-se, assim, o maior fundo de private equity do Brasil com foco em infraestrutura, reunin­ do investidores de altíssima qualidade, em sua maioria estran­ geiros, mas com presença importante de fundos nacionais que já demonstram interesse nessa modalidade de investimento. O ano marcou também a realização de dois investimentos da P2Brasil. Um deles foi a aquisição da NovaAgri, empresa de armazenagem e escoamento de commodities agrícolas, estruturada com o objetivo de oferecer a cadeia completa e integrada de serviços logísticos, incluindo armazenagem em galpões e silos. O plano de negócios prevê investimentos significativos em novos armazéns e terminais portuários para atendimento do modelo intermodal.

No setor de transporte, os investimentos foram direcio­ nados para a constituição da Hidrovias do Brasil, operadora de serviços logísticos hidroviários integrados. A nova em­ presa quer garantir presença nacional e regional por meio da integração de portos e operações, aquisições e partici­ pação em projetos greenfield e brownfield, no Brasil e em países vizinhos. A Promon Novos Negócios também avançou em outro eixo de atuação — o de geração de energia elétrica — com a criação da Genes (Geração de Energia Sustentável), empre­ sa que tem por objetivo investir no setor elétrico brasileiro por meio da aquisição, desenvolvimento, construção e ope­ ração de projetos de geração de energia sustentável. A nova empresa permitirá uma atuação mais estruturada num setor em que o Grupo detém amplo conhecimento e experiência. A meta é que, num prazo de três a quatro anos, a Genes responda pela geração de mais de 500 megawatts. PERSPECTIVAS A pauta de atividades da Promon Novos Negócios para 2011 inclui estudos e avaliação de novos desenvolvimentos em al­ guns de seus mercados-alvo. Fazem parte desses estudos temas como energia solar e smart grid, com esforços espe­ cíficos para o entendimento das tecnologias disponíveis, mo­ delos de negócios, principais variáveis e desafios. Outro foco é o meio ambiente, área estratégica de atuação do Grupo Promon, que poderá ser fortalecida com a aquisição de em­ presa líder nos segmentos de engenharia de proteção e re­ mediação ambiental, para complementar e agregar valor às operações da Promon Engenharia nesse setor. 35


entidades associadas  / FUNDAÇÃO PROMON DE PREVIDÊNCIA SOCIAL  / INSTITUTO DE TECNOLOGIA PROMON  / INSTITUTO RAZÃO SOCIAL 36


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/ FUNDAÇÃO PROMON DE PREVIDÊNCIA SOCIAL A Fundação Promon de Previdência Social (FPPS) atende, com suas atividades, um público de cerca de seis mil pes­ soas — os 2.300 participantes de seus dois planos adminis­ trados e seus familiares. Aos 620 participantes assistidos, que já se encontram na etapa de recebimento de seus bene­ fícios, foram pagos em 2010 benefícios previdenciários da ordem de R$ 36 milhões. A FPPS registrou indicadores financeiros positivos ao longo do ano, embora menos expressivos que os de 2009. O fraco desempenho da Bolsa de Valores e a ótima perfor­ mance dos investimentos imobiliários constituíram-se nos extremos opostos do portfólio de investimentos, afetando de forma diferente os resultados dos dois planos: o BásicoPlus, na modalidade benefício definido, e o MultiFlex, na modali­ dade contribuição definida. O Plano BásicoPlus apresentou ótimo desempenho em 2010, o que permitiu um aumento de seus excedentes da ordem de R$ 25 milhões. Ao final do ano, o patrimônio de cobertura do plano era de R$ 557 milhões, em contrapartida a um exigível atuarial de R$ 448 milhões. O superávit técnico acumulado de R$ 109 milhões corresponde a um excedente da ordem de 24% dos compromissos do plano, cifra que se revela ainda mais significativa quando se consideram as pre­ missas conservadoras adotadas no cálculo de seu passivo atuarial. O rendimento dos investimentos do plano foi de 16,4% , superando a meta atuarial de 11,4% . O grande desta­ que foram os investimentos em imóveis, com rendimento de 89,4% , decorrente da valorização imobiliária recente, reco­ nhecida em reavaliação efetuada no ano. Esse plano reúne 570 participantes, dos quais 460 assistidos. A maturidade e a solidez desse plano, que não admite novos participantes desde 2005, ficam evidentes quando observados seu signi­ ficativo patrimônio, o montante do seu superávit e a alta pro­ porção de assistidos em seu quadro de participantes.

O rendimento real da cota do Plano MultiFlex em 2010 foi fortemente afetado pela elevação da taxa de inflação, que se situou em 6,5% segundo a variação do INPC no período. Com isso, o retorno nominal de 10,9% da cota no ano permitiu um rendimento real de apenas 4,1% , abaixo de sua média histó­ rica de 8% ao ano, obtida desde a implantação do plano. Os rendimentos nominais obtidos em suas principais carteiras foram de 13,3% em renda fixa e 2,2% em renda variável, esta última refletindo a forte volatilidade do mercado de ações. O Plano MultiFlex congrega mais de 1.720 participantes, dos quais cerca de 160 assistidos, e seu patrimônio total ao final de 2010 atingiu a cifra de R$ 328 milhões. No âmbito institucional o ano marcou uma reestruturação dos órgãos reguladores e fiscalizadores da atividade de pre­ vidência complementar, com a criação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e da Secre­ taria de Políticas de Previdência Complementar. A Promon foi mais uma vez convidada a participar da Câmara de Re­ cursos da Previdência Complementar (CRPC), como repre­ sentante das empresas patrocinadoras e instituidoras de planos previdenciais. Entre os fatos que marcaram 2010 está a renovação da composição da diretoria da Fundação, concluindo um pro­ cesso planejado de transição. No período, também houve a renovação dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da FPPS. Ao longo de seus 35 anos de existência, a FPPS vem cumprindo com rigor seu propósito de oferecer aos profis­ sionais do Grupo Promon as condições para uma aposenta­ doria digna, com ações que se desenvolvem tanto na fase de acumulação de reservas quanto na de pagamento de bene­ fícios. Para 2011, a FPPS planeja novas ações para intensifi­ car o relacionamento com seus participantes, por meio de iniciativas na área de comunicação e na de educação finan­ ceira e previdenciária. 39


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/ INSTITUTO DE TECNOLOGIA PROMON Entidade sem fins lucrativos, o Instituto de Tecnologia Pro­ mon (ITP) tem como objetivos gerar e difundir conhecimento tecnológico nos setores de mercado considerados estratégi­ cos para o Grupo Promon. Ao longo de seus quatro anos de existência, por meio de suas atividades, o ITP tem contribuí­ do para a gestão do conhecimento organizacional, para o desenvolvimento de talentos e para fomentar o debate sobre tecnologias emergentes. A mais importante iniciativa do ITP em 2010 foi o supor­ te metodológico dado ao Programa Trajetórias — cujos pi­ lotos foram desenvolvidos no ano anterior —, direcionado à capacitação técnica e gerencial dos profissionais da Pro­ mon Engenharia. Ele adota um modelo inovador, por meio do qual transforma os conhecimentos produzidos ou ope­ racionalizados pela companhia em módulos de treinamen­ to baseados nas mais modernas tecnologias de educação a distância. Compartilhando seus conhecimentos, mais de sessenta profissionais seniores, chamados masterminds, trabalharam para sistematizar conteúdos, que foram adaptados à lingua­ gem multimídia para compor os módulos de treinamento. Os cursos ministrados são uma combinação de diferentes mó­

dulos, e seus participantes contam com o apoio de tutores. Coordenado pelo ITP e contando com suporte técnico de empresa especializada na formatação e distribuição de con­ teúdos digitais, o Trajetórias registrava, ao final de 2010, um total de 26 módulos finalizados e outros 22 em elaboração. O ano também marcou a finalização das quatro pesqui­ sas acadêmicas beneficiadas pelo Programa de Estágio para Mestrandos e Doutorandos, iniciativa focada na identi­ ficação e apoio à formação de talentos em áreas estratégi­ cas para a organização. Vinculados à Promon por meio da Lei do Estágio, os estudantes selecionados pelo ITP pude­ ram dedicar-se integralmente às suas pesquisas, elaborando dissertações de mestrado nas áreas de energia e desenvol­ vimento sustentável. O projeto “Promon 2020 ”, planejamento estratégico de longo prazo desenvolvido em 2010 pelo Grupo, traz novos desafios e inspira os passos do ITP. O Instituto projeta ali­ nhar todas as suas frentes de ação na criação de “observa­ tórios tecnológicos”. A ideia é dar suporte à organização por meio de reflexões, análises e estudos dos novos horizontes tecnológicos ligados a temas que ajudarão a traçar os cami­ nhos e a jornada da Promon rumo ao futuro. 41


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/ INSTITUTO RAZÃO SOCIAL Ao longo de seus oito anos de existência, o Instituto Razão Social vem desenvolvendo projetos de formação a distância dirigidos a profissionais da educação das redes públicas de ensino em todo o território nacional, e foi-se consolidando na perspectiva de somar, de incluir novos parceiros e novos conhecimentos. Com uma concepção inovadora, o Instituto nasceu da articulação de diferentes empresas. Ao se asso­ ciarem, Promon e Gerdau, contando com uma plataforma on-line fornecida pela IBM , otimizaram seus investimentos sociais e estruturaram o Razão Social priorizando as redes e suas interações. A dimensão do Brasil, sua diversidade e os desafios da educação são tratados a partir de uma estratégia diferenciada: a educação a distância, que possibilita alcançar resultados e ter abrangência nas ações, atingindo um maior número de pro­ fissionais, escolas e secretarias de educação, em menor tem­ po e com custo mais acessível. A atuação do Instituto se dá por meio de programas de formação continuada, cursos on-li­ ne, gestão de projetos de tecnologia da informação e ações de articulação e investimento social privado na área da educação. Uma importante ação de 2010 foi a disponibilização em mídia on-line do Progestão, programa do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) para capacitação das equipes gestoras de escolas públicas. Desenvolvido na pla­ taforma IBM e patrocinado pela Promon, Gerdau, Santander e Oi Futuro, o Progestão on-line foi aplicado em cerca de du­ zentas escolas de sete estados e do Distrito Federal, aten­ dendo cerca de 2.800 professores e 23 mil alunos. Com duração de um ano, o curso contempla um total de dez mó­ dulos e deve prosseguir em 2011. Ainda no âmbito do Consed, o Razão Social foi convidado a integrar o Comitê de Governança do Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar, com o desafio de modernizar essa iniciativa de reconhecimento, atraindo a participação de mais escolas.

Outra importante frente de engajamento é o Plano de Mobilização Social pela Educação, incentivado pelo Ministé­ rio da Educação ( MEC) para estimular o envolvimento da sociedade civil pela melhoria da qualidade da educação. Com parceria do Instituto Votorantim e do Instituto Paulo Montenegro, o trabalho se realiza em Araucária (PR), onde o consórcio CCPR (Camargo Corrêa e Promon Engenharia) executa uma obra para a Petrobras. Foi organizado um Co­ mitê de Mobilização, foi realizado um encontro para obter adesão ao programa de outros atores sociais da comunida­ de e foi ministrado um curso de formação, inclusive com participantes de outras empresas locais. As ações prosse­ guirão em 2011. Em 2010, também tiveram continuidade os programas de formação continuada para profissionais das secretarias mu­ nicipais de educação nas áreas de leitura e escrita, educação infantil, educação física e diversidade étnico-racial. Realiza­ das em parceria com organizações como Gerdau, Natura, Instituto C&A e Santander, essas ações envolveram cerca de setenta municípios brasileiros. Um dos programas — o For­ mar em Rede, iniciativa conjunta com o Instituto Avisa Lá, com foco em educação infantil — atendeu 21 municípios, be­ neficiando quase 78 mil crianças e recebeu dois reconheci­ mentos expressivos: obteve a pré-qualificação no Guia de Tecnologias Educacionais do MEC e foi finalista no processo de seleção do Fundo de Investimento em Programas Sociais da Fundação Itaú Social. A educação a distância concebe o conhecimento como um processo contínuo de construção e interação, privilegian­ do a autoria, a reflexão, o diálogo e o trabalho conjunto. A experiência do Instituto Razão Social demonstra que a con­ jugação de esforços de vários parceiros, somada à utilização da tecnologia da informação, com conteúdos inovadores e mediação de qualidade, pode ser um diferencial na vida de muitos municípios, educadores e alunos. 43


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/ PROFISSIONAIS PROMON   ABRIL 2011 Abilio Francisco Alves Junior | Acácia Nunes Castilho | Adalberto de Sousa Lima | Ader Felicio Pedro | Adilson Celso Altruda | Adilson Delanhese | Adilson Salomão Cavati Júnior | Adilson Sant'Anna | Adriana do Carmo Cardozo | Adriana Paula Gonçalves Azevedo | Adriana Rezende de Castro | Adriana Sant'Anna | Adriane Takeda | Adriano Gritti | Adriano Nunes da Fontoura | Agnaldo de Sá Oliveira | Agnaldo Moura | Agnaldo Vieira de Oliveira | Ailson José R. de Siqueira | Ailton Viel | Alberto da Silva Seguro | Alcides Rodrigues de Figueiredo Junior | Alcimar de Carvalho Fischer | Alcino Fernandes Serra Filho | Aldo Rodrigues Alves | Alessandra Moreira Duarte | Alessandra Prestes de Cerqueira | Alessandro de Oliveira Braga da Silva | Alessandro Reina Torres | Alex Faria Sandoval | Alex Guidi | Alex Lebrão de Carvalho | Alex Sandro Oliveira | Alex Silva de Souza | Alexander Baptista Artibano | Alexandra Prado Liem | Alexandre Cesar Pereira de Paula | Alexandre Couto Bagdzius | Alexandre da Roza da Silva | Alexandre de Almeida Máximo | Alexandre de Campos Barros | Alexandre de Castro da Cruz | Alexandre de Oliveira Martins | Alexandre Diegas de Barros | Alexandre Francisco | Alexandre Garcia Santana | Alexandre Goncharov | Alexandre Lopes Valverde | Alexandre Murakami | Alexandre Otoshi | Alexandre Regnani | Alexsandro de Souza | Alfredo A. F. Guimarães | Alice Satiko Sato S. Torres Pinto | Alike dos Santos Nucci | Aline Ramos da Silva | Aline Severini Pinto Ferreira | Aline Vieira de Carvalho | Allan Castro Cardoso | Almir da Silva Guimarães Júnior | Alvano de Araujo Tomei | Álvaro Bragança Júnior | Alysson de Farias de Araujo | Amália Camillo Avakian | Amanda Carla Silva | Amanda Matos Rodrigues de Sá | Ana Beatriz L. de Campos Bicudo | Ana Carina Viana de Carvalho Rocco | Ana Carla dos Anjos Rodrigues do Amparo | Ana Carolina Cursino Fukushima | Ana Carolina Kliemann Dutra | Ana Celia Alves Caldas | Ana Claudia dos Santos Ferreira | Ana Elisa Gargione | Ana Flávia da Silva Barbosa | Ana Flávia Querido de Souza | Ana Justina Ferrugem | Ana Luiza de Noronha Roque | Ana Luiza Lavoura Corrêa | Ana Luiza Silva Mattoso Salgado | Ana Patrícia Barros Torraca | Ana Paula Guimarães Santoro | Ana Paula Maciel Serio | Ana Raquel Calais de Siqueira | Anderson Abreu Rodrigues | Anderson Marcelus Praxedes | Anderson Marques Amatucci | Anderson Roberto dos Santos | Anderson Roberto Toledo da Silva | Anderson Silva Claro | André Costa Moreira | André de Carvalho Paro | André de Lucena Zanco | André Fagundes da Rocha | André Filipe Fernandes | Andre Guilherme Ferreira | André Hiroshi de O. Nishina | André Kalil | André Kleiman Arantes | André Luís Lapa Trancoso | André Luiz Castello Branco | André Luiz Posada Restier | André Martins de Martini | André Massoli Salsa | André Natali Schonert | André Oliveira Silveira | André Sidney Spinardi | André Simões Costa | André Valério Lopes | Andre Varella Nemirovsky | Andrea Beatriz Ramalho Flores | Andrea de Figueiredo Grangeiro Lima | Andrea de Paula Augusto | Andréa Guimarães Barroso Mafra | Andréa Romano dos Santos Gonzales | Andréia Alves Ferreira | Andréia de Sousa Lolago | Andréia Furlan | Andrews Brito Figueiredo | Andrey Seiji Shimada | Andreza Polcelli Godoi | Anesio Cardoso Gomes Ferreira | Ângela Maria Leite de Araújo Silva | Angela Moreira | Angela Yuka Katayama | Angelina Oliveira Coimbra | Anibal Siqueira de Souza Junior | Anisio da Silva Pamplona Corte Real | Anna Carolina Alvares Cruz Volpon | Anna Carolina de Paiva Leal Ferreira | Anna Gabriela Novis Freire Duarte | Anna Maria Valente | Anne Beatriz Z. Ferreira | Annelise Regina N. de Toledo | Antonio Augusto Vellasco Filho | Antonio Bernardes Baccaglini Junior | Antonio Carlos Costa Batista | Antonio Carlos de Oliveira Laus | Antônio de Lázaro M. Hirata | Antonio Ferreira do Amaral | Antonio Francisco Araujo de Oliveira | Antônio Henrique de Menezes Neves | Antônio José Lins dos Santos | Antônio Maurício D. da S. Fortes | Antonio Nilson Vieira Sobrinho | Antônio Renato de Campos Junior | Antonio Victor Comim | Aparecido José Alves Filho | Áquila Moreira Pedrosa | Arlim Ronald Mendes Botão Filho | Armando Ayres Moraes Oliveira | Armando Eduardo Barbieri | Armando Soares Barboza Neto | Artur Soave Frezza | Audrey Godoy da Silva | Augusto César Brauns Munhão | Augusto Ivo dos Santos Filho | Ayami Vivas Ottoboni | Bárbara Borges dos Reis Muniz | Barbara Seixas de Siqueira | Beatriz Novaes de Miranda | Bellina Moresi Britto | Benedito Aparecido dos Santos | Bergson Barbosa de Sales | Boris Rotter | Boris Schorohodoff | Breno Bertolani Carli | Brígida Maria Gilly Nardy | Bruna Carolina Valério | Bruna Opalkie | Bruno César Vaz | Bruno Coelho Miguel | Bruno da Costa Pereira | Bruno Farias Campos | Bruno Gazzaneo | Bruno José Lima Ferreira | Bruno Martins de Carvalho | Bruno Miranda Gonçalves Soares | Bruno Nunes Escabora | Bruno Picozzi | Bruno Pires Bandarovsky | Bruno Wilson Hodge | Caio Almeida Sá Moreira de Oliveira | Caio Augusto Gardelli | Caio Marcelo Ferreira Santos | Caio Victor Barbosa Martins | Camila de Pina Caldo | Camila Fabiana de Mello Henriches | Camila Nogueira de Andrade | Cândida Samia Vieira da Silva | Caren Tie Itagaki | Carina A. Pires Amado | Carl José Westhoff | Carla Bandeira | Carla dos Santos Silva | Carla Paes Cavalcante | Carla Rodrigues de Sousa | Carla Soldan | Carlile Diniz Satiro | Carlo Penteado Genzani | Carlos Alberto Angelini | Carlos Alberto Centrone | Carlos Alberto de G. Filizola | Carlos Alberto F. de Paiva | Carlos Alberto Moller Pingarilho | Carlos Alberto Simionato Junior | Carlos André Alvarenga Costa | Carlos Augusto C. Barcellos | Carlos Augusto de Souza | Carlos Diego G. de Oliveira | Carlos Eduardo Campista de Sousa | Carlos Eduardo Corrêa | Carlos Eduardo da Silva Louvize | Carlos Eduardo Dias | Carlos Eduardo Dias Moreira | Carlos Eduardo Marques | Carlos Eduardo Molina | Carlos Eduardo Paulino Gaudêncio | Carlos Eduardo Saraiva | Carlos Eduardo Tanaka Magrini | Carlos Eugênio Ferreira Rosa | Carlos Frederico Silva | Carlos Giovani Giraldeli | Carlos Henrique de Carvalho | Carlos Henrique Loureiro Zink | Carlos Henrique Martins dos Santos | Carlos Henriques Ventura do Rosário Oliveira | Carlos José Ros de Amorim | Carlos Magno de Jesus Pereira | Carlos Manuel Silvestre Cabral | Carlos Peçanha Filho | Carlos Renato de Araujo Tavares Cordeiro | Carlos Roberto Barros | Carlos Roberto Burri | Carlos Rodrigo Cordeiro Alves | Carlos Thomaz G. Lopes Júnior | Carlos Tsutomu Shirota | Carolina Andressa Minesio | Carolina Dorta | Carolina Honorato dos Santos | Carolina Munuera Oliveira | Carolina Santoro Friede | Carolina Saturnino Braga Ennes | Carolina Sayaka Umetsu | Carolina Vasconcelos Barreto | Caroline Duarte de Oliveira | Cassia Bonin | Cássia Regina Martins | Cássio Ricardo de Moura | Célia Doki | Celso Kiyoshi Honda | Celso Pereira da Silva | Celso Tadashi Kuniyoshi | César Augusto Adamo | César Augusto Vilela | César Balduino Ciampi | César Luís Pessanha Ferreira | César Ricardo Grassi | Cesar Roberto de O. Brochado | Cesar Rogerio Lucusi | Charles François de Fraipont | Christian Andreas Kurzhals | Christiane Cabral Vieira Yazigi | Christiane Regina da Costa | Christiano Morette | Cícero Fernando Sancho | Cícero Gageiro Ferreira | Cícero Pereira Barbosa | Cícero Victor Franco Facciolla | Cidmar Xavier Elpidio | Cíntia de Souza Pereira | Cintia Priscila Yoshimura | Clarice Hiromi Otsuki | Clarissa Maciel dos Santos | Clarissa Toscano | Clarisse Cortes Moreira | Clauber Carvalho Gomes | Claudia Cecilia Ortiz Zamorano Lorente | Cláudia Mariscal Roberto Alves | Claudia Regina G. Formicola | Claudia Silva Cunha | Cláudio de Lucena Pó | Cláudio Futigami | Claudio Guimarães de Freitas | Cláudio Pereira Cardoso | Claudio Pfiszter | Claudio Roberto Fernandes | Cléber Benedito de B. Cabral | Cleison Atala | Cleison Caetano dos Santos | Cleriston Veiga Silva Novaes | Cristiane Aparecida dos Santos | Cristiane dos Santos Silveira | Cristiane Gaspar Mendes | Cristiane Giacomini Maldonado | Cristiane Medeiros de Almeida | Cristiane Mieko Sekiguti | Cristiane Papaleo Vianna | Cristiano Albuquerque Duarte | Cristiano Cruz | Cristiano dos Santos Machado | Cristiano Schiavon Vieira | Cristina Belchior Ferraz | Cristina Mori Miyata | Cristina Naomi Makibara | Cristina Sumiko Sato | Dagoberto Salles Neto | Dalila Mazetto dos Santos | Damião Fernandes de Barros | Dani Everton Azevedo Dias | Daniel Buzinari de Souza | Daniel Cunha Amorim | Daniel Domingues | Daniel Dutra Fernandez | Daniel Felipe Müller do Amaral | Daniel Fernando Yamashita Costa | Daniel Ferreira de Lima | Daniel Kawamoto | Daniel Kraft Bulgarelli | Daniel Soares Carreiro | Daniel Soliani de Castro | Daniel Zanardi de Camargo | Daniel Zilberberg | Daniela Alves Beraldo | Daniela Carina Cartarozzi Silva | Daniela Lanziani Katayama Marques | Daniela Romano dos Santos | Daniele Cristina Silva Ferreira | Daniella Antonieta Alves de Sousa Reis | Daniella dos Santos Pizzo | Daniella Pires Michel da Mota | Danielle Borely Ferreira de Lima | Danielle Roballo Gomes | Danielli Lúcia Augusto | Danilo Alves de Souza | Danilo Bastos Mehler | Danilo Cunha de Souza | Danilo Inamine | Danilo Naman Cardoso | Danilo Padula Barbosa | Danilo Rodrigues Lima | Danilo Roma Sella | Danny Bonini Pariz | Davi Ferreira Maciel Fernandes | Davi Turques Tavares | David Andrade de Souza | Débora Bechara

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Vasconcelos Cavaleiro | Debora Brabetz Sandonato | Debora Marques Cardoso Costa | Denis Caje Henrique | Denis Galindo Ventura | Denis Iannucci Junior | Denis Sneider Iabrude | Denis Venturini Arantes | Denise da Costa | Denise da Penha Bellini | Denise Yamamoto | Dennis Messias dos Santos Silva | Diego Castilho Ferreira Leme | Diego Celso Lopes Ballico | Diego de Azevedo | Diego de Oliveira | Diego de Oliveira Godoi | Diego Estrela de Menezes | Diego Fernandes Ribeiro | Diego Junca de Gonzaga Balbi | Diego Lourenço Cartacho | Diego Salvaia | Dimas da Cunha | Dino Miozzo Neto | Diogo Militão Marques | Diogo Ribeiro Mendes | Dirceu Teixeira | Diva Martins Rosas e Silva | Domingos Santin Neto | Donizete Mariano de Oliveira | Doris Chika Ifekaibeya | Doris Lam | Douglas Consoli Ruys | Douglas Lorca Junior | Douglas Lozato | Douglas Vargas Alvim | Douglas Vargas de Andrade | Edegilson Ribeiro de Souza Junior | Eder Alves Dantas | Éder de Almeida Sousa | Eder de Faria | Ederson Moris Junior | Edgar Alves Nastri | Edgar Macari Junior | Edgard Costa Magalhães | Edilamar Andrade Rodrigues | Edilene Cristiane da Silva | Edileuza Lopes Silva | Edilson Roberto Signorelli | Edinilson Sampaio Gomes | Edna Maria da Rocha Barros | Ednéia Cristieli Borges | Ednelson Miranda | Ednilson Roberto da Paixão | Ednir Jorge Arantes | Edson Alexandre Miklos | Edson Aparecido Borba | Edson Freitas da Silva | Edson Freitas Ribeiro | Edson Gonçalves dos Santos | Edson Pedro Forquesato | Edson Sakai | Edson Suetake | Eduardo Aparecido Rabello | Eduardo Beno Heinemann Cohn | Eduardo Bittencourt Luz | Eduardo Deszo da Silva | Eduardo dos Santos Terra | Eduardo Fozzatti | Eduardo Fragelli | Eduardo Gianasi Junior | Eduardo Gurjão Salgado Argento | Eduardo Henrique Tessarioli | Eduardo Lopes da Cunha | Eduardo Magalhães Lopes | Eduardo Marciano Alonso | Eduardo Melon Barroso | Eduardo Moreira dos Santos | Eduardo Salles Cunha Peres | Eduardo Serratte dos Santos | Eduardo Shigueo Harada | Eduardo Soares Mauro | Eduardo Tashiro | Eduardo Werneck Vieira Marques | Egberto André de Meo Junior | Elaine Cristina Goulart | Elaine Freitas Santos de Lyra | Elaine Sayuri Kaminagakura | Elcio Garcia Botelho | Eleonora Pereira Nunes Vieira | Eliana Campos Pedroso | Eliana Cristina Alonso | Eliana de Almeida Pereira | Eliana Missias da Silva | Eliana Miyuki Yagueshita | Eliana Rodrigues de Souza Leão | Eliane Aparecida Branco | Eliane Aparecida da Silva Tavares | Elias Pereira | Eliel Tosini dos Santos Neves | Eliete Pereira Rodrigues | Elisangela Mendes Vitrio | Eliuson Viana Barros | Elton Honorato de Oliveira | Elton Pereira Soares | Elvis Marques Alves Araujo | Emanuela Maria Vilaça | Emanuela Pessoa de Araújo | Emeli Quaglio Aguiar | Emerson Pereira Irmão | Emmerson Maziero | Enilson Siqueira Santiago Júnior | Eric Lazare François Rosenthal | Erich Araújo Bastos | Erick Robert Heinrich | Ernandes Candido Francisco | Esli Campos Camargo | Eugenio Charles Soares | Eurico Marques | Evaldo L. de Viveiros Ferreira | Everton Alexandre Cabral | Fabiana Aparecida de Paula | Fabiana do Amaral Godioso | Fabiana Mara Lopes Barros Santos | Fabio Abreu Hashimoto | Fábio Alexandre da Silva Sampaio | Fábio Alves Carneiro | Fabio Antonio Braga Padrão Gomes | Fabio Asnis Campos da Silva | Fabio Batista Guilherme | Fábio Bittencourt Ramos de Oliveira | Fabio Cunha | Fábio de Sousa Serra | Fabio Faria Leahy Guerra | Fabio Fernandes Ertner | Fabio Ferreira de Souza Marzionna | Fabio Gama de Almeida | Fabio José Santana | Fabio Leite de Barros | Fábio Lemes Daneluzzi | Fábio Luís Aguiar Pinto | Fabio Luiz Approbato | Fábio Marques dos Santos | Fábio Medeiros Damasceno | Fábio Modesti Orsini de Castro | Fabio Montrezor | Fabio Moraes Rodrigues | Fabio Pires Macedo | Fabio Risério Moura de Oliveira | Fábio Rodrigues Alves Margarido | Fabio Romera | Fábio Sogumo | Fabio Telles Bloise | Fábio Vieira dos Santos | Fábio Viva Jardim | Fábio Yoshio Miyake | Fabricia de Souza Moreira | Fabrício Araujo Lopes da Costa | Fabrício Correia Sales | Fabricio Kenji Sato | Fatima Regina Pires M. Ramos | Felipe Alceu Amoroso Lima | Felipe Andrade Pires | Felipe Carlos de Almeida | Felipe Carlos Pelegrina | Felipe Ciriaco Fernandes | Felipe de Lacerda Jordão | Felipe Gonzaga da Silva | Felipe Loturco | Felipe Sá Dedoni | Felipe Samuel Lando | Felipe Tavares Nigro | Fernanda Dantas Santos | Fernanda Martins Santana | Fernanda Salgado Ferreira | Fernanda Spada Villar | Fernanda Stevanatto Gonçalves | Fernando Augusto Bacurau | Fernando Buoro Auler | Fernando Calfa Espudaro | Fernando da Cruz e Silva | Fernando Daniel Finger | Fernando Ferrari Filho | Fernando Garcia Faustino | Fernando Henrique de Assis Cunha | Fernando Henrique Gines | Fernando Luis Sobral | Fernando Marques da Silva Yoshikawa | Fernando Mauro da Silva Santos | Fernando Medina Loitero | Fernando Mendes Pimentel Junior | Fernando Silva de Santana | Fernando Yudi Sakamoto | Filipe Abdalla Teixeira Neto | Filipe Anelli Louzano | Filipe Barbosa Olmos | Filipe Botelho Baptista | Filipe da Silva Peixoto | Filipe Nascimento de Lima | Flávia Chicharo Prata Lisboa | Flávia Fernanda Soares dos Santos | Flavia Gabrielle Peixoto T. de Freitas | Flavia Martins Matos | Flávia Oliveira dos Santos | Flavia Pinho e Silva Bastos | Flávia Regina Munhoz | Flávio Alves de Carvalho | Flávio Eduardo da Cruz | Flavio Ferucio Estevam | Flávio Magalhães dos Reis | Flávio Minoru Maruyama | Flávio Norberto Marques | Flavio Silva Pinto | France Nilda Mendonça da Silva | Francisco Angelo Precinotto Junior | Francisco Carlos Mazoni | Francisco Carlos Rufino | Francisco Eugênio da S. Telles | Francisco Ferraro Neto | Francisco Ferreira Segundo | Francisco José Hirama Moreira Lopes Ribeiro | Francisco José Kiernann Lopez | Frederico Eiji Kawasaki | Frederico Guilherme de Lima | Fredi Gouveia de Souza Lins | Gabriel de Camargo Souza | Gabriela Angela Ferreira | Gabriela Cavallini Fernandes | Gabriela Gaspardo de Souza | Gabriela Santa Cruz Neves | Gabriela Tiemi Hattori Grandis | Geane Aparecida Silva dos Santos | Geny Matsui | Geovani Coutinho de Oliveira | Geovani Maluta | Gerson Coelho Bezerra | Gerson Mauch dos Santos | Giancarlo Cittadino | Giancarlo Freitas Maruggi | Gianjosé Santoro Junior | Gilberto Ciriaco Costa Neto | Gilberto Costa Coutinho | Gilberto Pereira da Silva | Gilmar Moisés da Silva | Gilmar Nadim Ribeiro | Gilson Antonio Canciani | Gilson Galvão Krause | Giovanni José Lunardi | Gisele Botelho Alves de Souza | Gisele Braga Gonçalves Alves | Gisele Conde | Gisele Koch | Giselle Chaves Quaresma | Gislenia Oliveira dos Santos | Glacy Kelly Campos Fernandes | Gladson Bernardino Alves | Glauber Baptista Gondim Leite | Glaucemir de Jesus Magalhães Consentini | Glória Maia dos Santos | Glória Tereza Corominas Signorelli Ferreira | Graciano Argento Amorim | Guilherme Amadi de Moraes Cruz | Guilherme Piasentin Vertamatti | Guilherme Rodrigues Buzo | Gustavo Adolpho F. de Oliveira | Gustavo Affonso Arnaut P. Lopes | Gustavo Alonso Daud Patavino | Gustavo Gonçalves dos Santos | Gustavo Goulart dos Santos | Gustavo Henrique de Almeida Gonçalves | Gustavo Henrique dos Santos Camargo | Gustavo Henrique Moreira Alves | Gustavo Henrique Rubin Ferreira | Gustavo Perilo Roberti | Gustavo Smari Guimarães | Gustavo Soares Rocha | Gustavo Teixeira Costa | Gutemberg Marques Júnior | Hamilton Bacellar Filho | Heitor Cavalcante da Silva | Helaine Sanches Misael | Hélcio Bravo Mosciaro | Helcio Ferreira de Souza Chagas | Helena Ventura Milidiu | Helga Kaltbeitzer Daud | Hélio Mazzilli Xavier de Mendonca | Hellen Pereira Vitali | Heloisa da Silva Figueira | Heloisa Helena Nogueira | Heloisa Ramos de Campos Mello | Henrique Barros Riego | Henrique de Andrade Marques | Henrique Hilsdorf Marotta | Herbert José Azevedo | Hércules Reis Fragata | Hudson Ferreira Batista Júnior | Hudson Freire Saraiva Melo | Hudson Rafael de Lazari | Hugo Iha Oyakawa | Hugo Oscar Brodskyn | Humberto Checco Martinelli | Iara Mazzoca Nazario | Iara Nomura Baba | Igor Bigolli | Inae Cabral Lucato | Ines Pereira de Santana | Ingrid Araujo de Oliveira Corregiari | Irene Makie Ogau | Iria Lúcia Giampaoli | Iris Firmino dos Santos Filho | Iron Augusto de Sena Paranhos | Isabel Chagas Gomide | Isabela Alcover França de Oliveira | Isabele Souza Augusto | Isabella Foot Guimarães Costallat | Isaías Araújo Maciel Azeredo | Isidro Costa Serra | Israel Alves Rebouças | Ítalo de Gusmão Barros Teixeira | Ivan Barbosa da Silva Junior | Ivan Cozaciuc | Ivan Cruz Furtado | Ivan Curvello Martins de Souza | Ivan Marques Cunha | Ivo Godoi Junior | Ivone Faria Oliveira de Carvalho | Izabella Campolina Silva e Hemprich | Izabella Mundim Brito | Jacques Henri Gallier | Jacques Magalhães Benain | Jaime Nunes dos Santos | Jair Ramos de Almeida | Jairo Mandelbaum | Jalmiro Rocha Silva Sobrinho | James de Souza da Silva | Janaína Maria Costa Tenório | Janderly Wagner de Azevedo | Janderson Taguchi | Jane Silva Leonardi | Jaqueline Borges | Jaqueline Cristina Maznik | Jaqueline Labate Garcia Pollastrini | Jaqueline Priscyla Góes Cipriani | Jaudete Daltio | Jefferson da Silva Tavares | Jefferson de Souza Alves Rodrigues | Jefferson Leandro Anselmo | Jesse Martins Macedo | Jéssica de Souza Monteiro | Jessica Mari Yamamoto | Jhuli Meire Takahara | Joanna de Paiva Areal | João A. Gotardi Albanezi | João Alberto Silva de Oliveira | João Antônio da Silva Neto | João Aristeu Avanzini | João Augusto Ribeiro Fontoura | João Batista de Souza | João Carlos Baboni | João Carlos dos Reis |


João Ciro Ruchinski | João Ernesto Tessarollo Winter | João Gualberto Andrade | João Henrique Ferreira de Freitas | João Lazaro Buono | João Lucas Augusto | João Lucas Costa Ribeiro | João Luiz de Freitas | João Luiz Juca | João Patricio Alves Dias | João Paulo Aragão Pereira | João Ricardo Cury Salloum | João Victor da Costa | João Yoshio Makiyama | Jobel Freitas da Silva | Jonas Bonimasso Martins da Silva | Jonathan Luquesi de Medeiros | Jorge Alexandre Lagos Leite | Jorge da Costa Souza | Jorge de Carvalho Ramos | Jorge Donato S. do Carmo | Jorge Francisco Cutigi | Jorge Luiz Caruzzo | Jorge Luiz Corrêa Pires | Jorge Rodrigues Patrício | Jorge Shoiti Motoyama | José Adilson Franciscatto | José Aparecido de Lisboa | José Carlos da Silva Lopes | José Carlos Dalla Greppe | José Carlos Grosso | José Carlos Neves | José Carlos Pires Felix | José Devanildo do Nascimento | José Edson de Jesus Ferreira | José Eduardo Antonello Marques | José Felipe Santos da Silva | José Fernando Carniel | José Fernando Valor Gonçalves | José Francisco de Paula Salles | José Glicério Bastos Manhães | José Jessé de Oliveira | José Laexson Pereira | José Luiz Matioli | José Luiz Rossi | José Luiz Sant'Anna | José Mário de Laurentis | José Mauro Rodrigues | José Nilson Ferreira | José Octavio Lisboa de Alvarenga | José Rafael Janini Ortiz | José Renato Pereira | José Renato Santoro | José Roberto Bazzo | José Roberto Moreira de Araújo | José Roberto Proença G. da Silva | José Roberto Ruschel Siffert | José Rodrigo Parreira | José Romildo Gurgel C. Lima Filho | José Santiago Rodrigues Moure | José Tadeu Gomes Guimarães | Joséph Michell Medeiros Bezerra | Jouderson Oliveira Matos | Juan Lourenço Fandino Landeira | Judineide Cardoso de Melo | Júlia dos Santos Gomes Carneiro | Julia Paula Washington Dias | Juliana Akemi Nakamura | Juliana Maria Silva | Juliana Mendes Couto | Juliana Mohn | Juliana Nascimento de Moura | Juliana Ribeiro Mariano Martins | Juliana Vasconcellos | Juliane Caligiuri Fernandes Brandão | Juliano de Faria Chagas | Julio Cesar Casteli | Júlio César de Barros Cunha | Julio Cesar Martins | Júlio César Trevisi Orlandi | Julio Cesar Viana da Silva | Julio Cezar Bulgaroni De Lisboa | Julio Ferreira Junior | Julio Victor Martins de Magalhães | Júnio César Catete de Souza | Kaio Leandro Lopes Moreira | Karen Fernanda Volpolini | Karina de Borborema Loureiro | Karina Ghion Bestagno Alonso | Karina Helena Bernardes do Nascimento Marques | Karina Monzano da Silva | Karina Rodrigues da Silva | Karine de Fátima Vasconcellos | Karla Fernanda Armond de Miranda | Kassyus Roberto Rocha de Souza | Kátia Cilene Ackermann | Katia Cilene Leite | Kátia Elias Jarroug | Kátia Virgínia Coelho Guimarães | Katya Marion Pereira | Keila Teixeira Reis | Kelli Cristina Bersch Chaves | Kelly Fonte de Azevedo | Kelvin Yuso Tamura | Klaus Georg Hansen | Kleber Lopreto Tomazetti | Konstanze Maria Bevilacqua | Laís Cardoso de Andrade | Lara Alves de Oliveira Soares | Lara Rolim Schlittler | Larisse Maria Romanini Gois | Larry Barbosa Favre | Laura Altobello Antunes | Leandra Ribeiro de O. e Silva | Leandro André Rodrigues Barasniewski | Leandro Gaona Rodrigues Alves | Leandro Gomes da Silva | Leandro Ianicelli Marques | Leandro José Aguilar Andrijic Malandrin | Leandro Makoto Neves Hoshina | Leandro Rodrigues M. de Marco | Leandro Yudi Seki | Leidiane Dantas de Araujo | Leonardo Arkader Fragozo | Leonardo de Lima Ferreira | Leonardo Degobi da Silva | Leonardo Elias Mariote | Leonardo Hideki Ishikiriyama | Leonardo Jardim Maria Gouveia | Leonardo Manesco Barban | Leonardo Meira Ottolini | Leonardo Monteiro Gadelha | Leonardo Moraes Puerari | Leonardo Nunes de Oliveira | Leonardo Tadeu Neves Santana | Leonardo Weir Feng | Letícia Cristina Cotrin Loro | Letícia Locatelli | Lígia Ayssami | Lígia Senise Ferreira Bussad | Lilian Santos Castro Martins | Lincoln Edwige da Silva | Lívia de Lima Pereira | Lívia de Rezende Bragança | Lívia Júlio Pacheco | Lourdes Maria R. S. Atanazio Uchôa | Lucas de Andrade | Lucas Dutra Pinz | Lucas Ferraz Benício Castagna | Lucas Leal Pinheiro | Lucas Markowicz Bastos | Lucas Nobumichi Yshii | Lucélia Aparecida Pupo Massarani | Lúcia Helena Lombas | Luciana Inhari Campos | Luciana Maekawa | Luciana Miguel de Oliveira | Luciana Ramos Tavitian | Luciana Smith Trotta Leão | Luciana Vassão Gaspar | Luciano Bezerra Rodovalho | Luciano Claro dos Santos | Luciano Davoglio Molinari | Luciano José Pescarini | Luciano Junger de Carvalho | Luciano Leite Nobre de Sousa | Luciano Santiago Rosas | Lucilene Sartori Tchian | Lucimara Aparecida da Silva | Lucio A. Pivoto | Lui Werner Formaggini | Luis Aldo Del Rio de Vos | Luís Augusto Chinaglia | Luis Augusto de Carvalho Farias | Luís Augusto Teixeira Silva | Luís Carlos Moreira Bicalho | Luís Celso Pengo Martins | Luís Cláudio Marincek | Luis Eduardo Sozio | Luís Eduardo Sym Cardoso | Luís Fernando Zagonel | Luis Guilherme de Andrade Rezende | Luis Henrique de Godoy | Luís Minoru Shibata | Luis Miyoshi Baba | Luís Pascoal da Silva Gama | Luiz Antonio Medeiros Sharp | Luiz Augusto Vianna | Luiz Carlos de Carvalho Marques | Luiz Carlos Galvão | Luiz Carlos Lopes de Lima | Luiz Carlos Monari | Luiz Claudio Campos Ribeiro | Luiz Ernesto Gemignani | Luiz Estevam Granato | Luiz Felipe Pizzini | Luiz Fernando Nunan Bicalho | Luiz Fernando Telles de Souza | Luiz Fernando Telles Rudge | Luiz Filipe Absalão | Luiz Francisco Palmieri | Luiz Gonzaga Marinho Brandão | Luiz Gustavo Monteiro Lisboa | Luiz Massayoshi Omatsu | Luiz Otávio Guerreiro de Castro | Luiz Roberto de O. Campagnon | Luiz Roberto Silva Garcia | Luiza Maria Barboza Carneiro | Luiza Tassinari Moraes | Luzia Tavares Barbosa | Magnus Correa Marques Russo | Manoel Marcilio Sanches | Manoel Rodrigues Justino Filho | Marcel Mancuso Thomé | Marcela da Silva | Marcela de Carvalho Freschi | Marcela Lopes Balla | Marcelo André Alves | Marcelo Antonio Pereira | Marcelo Brasil Calvet | Marcelo Cardoso Luz | Marcelo Carletti | Marcelo Carlos Caravieri | Marcelo Ciscan | Marcelo da Silva Ramos | Marcelo de Almeida Alexandre | Marcelo de Andrade Hofer | Marcelo de Barros Ribeiro | Marcelo de Souza Oliveira | Marcelo Donizete Camilo | Marcelo dos Santos Rodrigues | Marcelo Erbolato Gabiatti | Marcelo Fernandes Gottardo | Marcelo Fernandes Marques Barbosa | Marcelo Julidori | Marcelo Julio | Marcelo Luposelli Petraglia | Marcelo Malta Domingos | Marcelo Mateus Duro | Marcelo Menegatti | Marcelo Monzani | Marcelo Pereira Zenerato | Marcelo Rigon | Marcelo Sala | Marcelo Saraiva de Almeida | Marcelo Yamada Araujo | Marcia A. Fernandes Kopelman | Marcia Cristina Vicente | Márcia de Almeida Vittori Ferreira | Márcia Maria Ferraresi | Márcia Regina Condotta | Márcia Ruzene Dias | Márcio Adriano Rossetti | Marcio Almeida de Oliveira | Márcio André Fleury P. Ribeiro | Marcio Augusto Nalin | Márcio Aurélio de Paula Antunes | Marcio Castellani de Lima | Márcio Emídio Gavioli | Márcio Nieblas Zapater | Marcio Oliveira Reesink | Marcio Soares Gamelleiro | Marcio Vinicius Saldanha Vieira | Marcio Yudi Sato | Márcio Yukio Tsumura | Marcionilio Paulino | Marco Antônio Argibay Rodriguez | Marco Antonio Barbosa | Marco Antonio Barreto Ceccarelli | Marco Antonio Bérgamo | Marco Antonio Coelho | Marco Antonio Moreira Sasso | Marco Aurelio Bega | Marco Aurélio Dias Locatelli | Marco Luiz de Paula Bartulihe | Marco Marques da Silva | Marcos Ablas Marques | Marcos Alexandre de Sousa | Marcos Antônio da Silva de Melo | Marcos Antonio Montanari | Marcos César Bridi | Marcos Fernando Rodrigues | Marcos José Pinheiro | Marcos Pimenta | Marcos Roberto Biazotto | Marcos Santana Gomes | Marcos Theodoro Simon Siqueira | Marcos Vinícius Costa de Oliveira | Marcus Dantas Braga | Margarita Inês de la L. Matheus | Mari Mizutani | Maria Alice Dias | Maria Alice Nazare Dias | Maria Aparecida de Souza Peixoto | Maria Aparecida dos Santos Novas | Maria Cecilia Motta Torres | Maria Christina de Mattos Gomes | Maria Claudia de Magalhães Lima Seabra | Maria Cristina F. Palermo Nonaka | Maria Cristina Pereira Coelho | Maria Cristina Varalla Mendes | Maria de Fatima M. Takahashi | Maria de Fátima Pinto Antônio | Maria de Fátima Warchon Dias | Maria de Lourdes Marcos | Maria Elizabeth Silva Pedro | Maria Flávia Teles Alckmin Ribeiro | Maria Francisca Canello de Freitas Palombini | Maria Imaculada de F. F. Meneguessi | Maria Inês de Lima | Maria Isabel A. F. Lins de Souza | Maria Lúcia da Silva | Maria Madalena de O. Ferreira | Maria Marta Gallego | Mariana Centurione da Cruz | Mariana Costa Tomazelli | Mariana Lopes C. de Albuquerque | Mariana Rocha de M. da Silva | Mariana Rodrigues Coutinho | Mariana Schmid Blatter Moreira | Mariana Yoshioka | Marilene de Souza P. da Cunha | Marília Abrahão de Araújo | Marilia Tedeschi Schiavolim | Marina Basilio de Almeida Costa | Marina Maria dos Santos Guimarães | Mário de Souza | Mario Jorge Duarte de Menezes | Mário Sérgio de Pina Ribeiro | Marisa Keiko Matsuda Nishimaki | Maristela Ueta Funari | Marlise Campanella Bastos | Marta Elizabeth Colin | Marta Maria Mota Peixoto | Marta Varella Savino | Martielo Cabelo Borelli Franco | Massayuki Kawakita | Mateus Zegrini Nassar Garcia | Matheus Augusto da Silva | Matheus Dias de Siqueira | Mauricio Carreira Soares | Mauricio Ferreira Siqueira | Maurício Francisco Casotti | Maurício Gomes Norkus | Mauricio Kenji Arakaki | Maurício Kiyoshi Suga | Maurício Morbelli Wagana | Mauricio Naegele da Cruz | Mauricio Sgarbi Goulart | Maurício Villa d'Alva | Mauro Augusto Aguayo Leiva | Mauro Cesar Pereira | Mauro Mosczynski | Mauro Rodrigo | Mauro Sérgio Mantovano | Mayra Cristina Falavigna | Michel Silva Daros | Michele Daniel Paes | Michele de Mello Naresse | Michelle Aguilera | Michelle Beatrice Fernandes | Milena de Oliveira Câmara | Milton Lopes Antelo Filho | Milton Marcelini | Moacir de Mattos Bianchini | Moisés Alves Lopes | Moisés Falco | Mônica Affonso Ferreira Mation | Mônica Aparecida Martins | Monica Baeta Guerra | Mônica Correia Vilela | Mônica de C. Fernandes Bassoi | Monica Jani Drumond de Amorim | Monica Maria Melo | Mônica Maria Orsolini | Monica Renata Costa Burity | Mônica Renata Rocha Brasil | Mônica Ribeiro Marques | Monique Carleti | Morgana Beluci da Silva Garcia | Nadia Cristina Silva Kushida | Natali Zamproni Feiteira Kilinski | Natália Kühn Furlan | Natalia Mattos Luiz | Natália Rêgo de Mello | Natalie Moscardini Borba Gamberini | Nathália Gomes de Almeida | Neide Aparecida Ferreira Vilela Pereira | Nélia de Fatima Leonardo Sousa | Nelson de Andrade Rocha | Nelson Ikeda | Nelson Teixeira

Junior | Neusa Aparecida Sideri | Newton Rafael Zuppo | Nicholas de Picoli Zane | Nilceli Gonçalves dos S Taliassaqui | Nilo Cesar Barbosa Junior | Nilson Batista | Nizia Maria Lopes de Souza | Norival Sérgio da Silva | Nuno Filipe Mendes de Oliveira Pereira | Octávio José Unti Noronha | Octavio Pieranti Filho | Odair José da Silva | Olivia Terence Saa | Olívio Dionísio Júnior | Oscar Afonso Wong Chan | Osmundo Juste de Oliveira | Osvaldo Alberto Faria | Osvaldo Alves de Oliveira | Osvaldo Bernardo Neto | Oswaldo Boro | Otávio Souza Pires | Othon Bardela | Ovídio Arantes Moreira | Pascoal Bracco | Patrícia Andrade Leite | Patrícia Cavalcanti R. Lopes | Patrícia Cohen | Patricia Cristina C. Sibinelli | Patricia de Carvalho Gemmal | Patrícia de Oliveira E Silva | Patricia dos Santos Manesco | Patricia Maria Moreira Escalera | Patrícia Parlato | Patrícia Ramos Gaspar Rennó | Patrícia Sacon Gomes | Paula Bogar Sylvestre | Paula Cunha Lima Giudicelli | Paula Hallais Ribeiro Marques | Paula Hiromi Kimura Prochnow | Paula Tramarin Vilela | Paulo Adabo | Paulo Alves Paschoal | Paulo Antônio Arouca | Paulo Corrêa da Silva Meyer | Paulo Cunha | Paulo Hamilton Ximenes | Paulo Henrique Andrade Stipp | Paulo Hiroshi Koyama | Paulo Martinho de A. Sobreira | Paulo Ricardo Roque de Souza | Paulo Roberto Pereira Cezar | Paulo Salvaia | Paulo Sergio Figueiredo | Pedro Buarque Franzosi | Pedro Carmo Ziti | Pedro Henrique Morsch Mazzoni | Pedro Marques dos Santos Ventura | Pedro Mazzini Parra | Pedro Medeiros Cunha Lima | Pedro Pedini | Pedro Rodrigues Mariano | Peterson Gomes Cristovam | Priscila de Oliveira Dias | Priscila de Sá Silva | Priscila Ribeiro Gomes | Priscilla da Silva Lopez | Priscilla Laurete de Aquino Teles | Rachel de Brito Jeronymo Bermúdez | Rachel Lima de Farias | Rachel Pereira Barbosa | Rafael Aderno Souza | Rafael Augusto Gonzalez Fares | Rafael Carreiro da Silva | Rafael Colombo Cosin Bianchi Thomaz | Rafael da Silva Santos | Rafael de Oliveira Sakai | Rafael Eiji Toma | Rafael Macena de Souza Costa | Rafael Mamedes da Silva | Rafael Marsolla | Rafael Mendes Tavares | Rafael Moulin Pinheiro | Rafael Neri Meneguci | Rafael Pinto de Queiroz | Rafael Rodrigues Segond | Rafael Vianna Sloboda | Rafael Vicentin Estevam | Rafael Vieira de Souza | Rafael Zorzetti Pereira | Rafaela de Oliveira Gonçalves | Raffael Elias Vaz da Silva | Ralf Geronimo | Ralph Hayashi Xavier | Ramiro Oliveira Bastos Junior | Raphael de Lacerda Favilla | Raphael Laporta Jacomino | Raphael Silva Pinto Freitas | Raphaela de Paula Machado | Raquel Cartolari Ortega | Raul Antonio Del Fiol | Raul Barbosa Santos | Raul Bochie da Costa Machado | Regiane Hirata | Regina Célia Camilli | Regina Elizabeth Lorena Assumpção | Regina Lúcia Teruya Konno | Regina Tamiko Matsuzawa Penedo | Reginaldo Augusto Silva | Reginaldo Ladvig Oswaldo | Reginaldo Pires Vieira | Reinaldo José Teixeira | Reinaldo Rocha de Souza | Reinaldo Tadao Ishii | Renata Aparecida Cajuela | Renata Boiatti Peria Harrison | Renata Cristina Serrazes Araujo | Renata de Almeida Bendelá | Renata de Avila Keidel | Renata de Oliveira Pereira Randi | Renata Graciano da Silva | Renata Gumerato Aguiar | Renata Machado de Oliveira Marcondes | Renata Marine de Moraes | Renata Nobrega Marques | Renata Soraia Santana Rodrigues | Renata Teixeira de Albuquerque | Renato Abrantes de Castro | Renato Albarello | Renato Alves Desmarais | Renato Cacure | Renato Carlos Crepaldi | Renato Fonseca Oliveira | Renato Pires Grandini | Renato Ribeiro Freire | Renato Souza Santiago | Ricardo Aguiar Guimarães | Ricardo Alcântara do Nascimento Urzedo | Ricardo Alessandro Gomes Corrêa | Ricardo Alexandre Bizinelli | Ricardo Alexandre de Oliveira Marçal | Ricardo Alexandre Esteves Mendonça | Ricardo Alfredo Seabra Ravache | Ricardo Alves Parente | Ricardo Craveiro de Azevedo | Ricardo de Abreu Sofiatti | Ricardo Jose dos Santos | Ricardo Kadlec | Ricardo Lorenz Barbosa | Ricardo Mecelis | Ricardo Meirelles da Silva | Ricardo Moreira de A Bernardo | Ricardo Oliveira da Silva | Ricardo Peixoto da Silva | Ricardo Pereira Braga | Ricardo Ribas | Ricardo Rodrigues dos Santos | Ricardo Sellani Vidotti | Ricardo Silva Coelho | Ricardo Takeshi Uemura | Ricardo Tasso Rossi | Ricardo Teixeira | Ricardo Yoshiaki Koki | Riccardo Gaetano F. Modica | Rinaldo Corte | Rita de Cássia Oliveira Menezes | Roberta Guimarães Bonamigo | Roberta Maluf Secco | Roberto Alcantara Bravo | Roberto Carlos Crisostomo | Roberto Conti Junior | Roberto Dias Rodrigues | Roberto Panini | Roberto Quintella de Paiva Meira | Roberto Rampazzo | Roberto Saralha | Robson Hideki Itonaga | Rodnei Magno de Oliveira | Rodney de Barros Faria | Rodolfo Bento Matos | Rodolfo de Melo Rocha | Rodolfo Fernandes Ribeiro | Rodrigo Alvarenga Caldeira | Rodrigo Alves Cupolillo | Rodrigo Araújo de F. Oliveira | Rodrigo Baidan Bunduky | Rodrigo de Oliveira Campos | Rodrigo dos Santos | Rodrigo Fornasier de Sá Moreira Rocha | Rodrigo Foschiani | Rodrigo Gil | Rodrigo Gonçales | Rodrigo Goulart Domingues | Rodrigo Haidar Amaral | Rodrigo Hiroshi Ruiz Suzuki | Rodrigo Leitão Punaro Baratta | Rodrigo Luiz Neves Cruz | Rodrigo Machado de Villamil Telles | Rodrigo Mario Viani | Rodrigo Miguel de Oliveira | Rodrigo Miguez Gomes | Rodrigo Nunes Pereira | Rodrigo Octávio França Fabrini | Rodrigo Ramos Vieira | Rodrigo Roseira Carvalho | Rodrigo Yamashita | Roger Gomes Bentes | Rogério Alves Rabello | Rogério Antonio de Souza | Rogerio Cristiano Barbosa | Rogério de C. Reis Grosman | Rogério de Carvalho | Rogerio Dias Pinto | Rogério Ferraz Rodrigues | Rogério Ghiberti | Rogério Hiroshi Ishikawa | Rogerio Kamiya de Moraes | Rogerio Munuera Fernandes | Rogério Novaes D'Elboux | Rogério Ribeiro Costa | Rogerio Rodrigues | Rogério Turatti | Rômulo de Jesus Queiroz Cabral | Ronaldo Gama Silva | Ronaldo José Soares da Silva | Ronaldo Monteiro Chagas Lobo | Ronaldo Nascimento Dantas | Ronaldo Werneck de Miranda | Rosana B. D. Lafratta di Pasquale | Rosana Bretzel | Rosana Egydio | Rosana Florencio da Silva | Rosângela Hipólito dos Santos | Rosângela Teixeira Miranda | Rosely Luciano Bezerra | Rosilei Silva Bueno de Godoy | Rosimeire Egydio | Rozinei Faria Rezende | Rubens Custódio | Rubens Palhoni da Silva | Rubens Rodrigues Filho | Rui Marcelino Leite | Rui Neves | Runiet Axel Carmona Skoberg | Ruth Fontanezi Sampaio | Sabrina Teixeira Toledo | Salvador João Trotta | Samuel André Rocha de Oliveira | Sanderson Nogueira Dias | Sandra da Silva Mendes | Sandra Regina Azzari | Sandro Iwakura | Sara Moreira Gomes | Saulo Contrera Gomes | Sérgio Augusto Oliveira Pereira | Sérgio Bernardes Nunes | Sérgio José Ainbinder | Sérgio Luiz P. do Nascimento | Sérgio Lunardi Lopes | Sergio Mendes Neves | Sérgio Yoshioka | Shigueru Hélio Cavata | Shirley Lima de Souza | Shunji Gildo Abe | Siddartha Nassif Freire de Souza | Sidney Alexander Chan | Sidney Lopes Couto | Silas Alves Guimarães Júnior | Silvana Ramos | Silvana Teruko Mizono Viel | Silvia Arantes Santos | Silvia Eliana Josefick Martins | Silvia Helena Franzolin da Cunha | Silvia Leal Soares | Silvia Maria Aptur Tomazetti | Silvia Moraes de Souza | Silvio de Paula Pires | Simone Costa do Nascimento | Solange Rabello Silva | Sônia Gomes de Almeida Alexandre | Soraia Cristina Felix da Silva | Stefano Guimarães Giusini | Sullivan de Souza Dantas | Suzana de Oliveira Bianco | Suzana Matos de Abreu | Sylvio Rodrigues da Silva | Tadeu Fernandes Capella | Taísa Teixeira de Mendonça | Takashi Nakazima Peçanha | Tales Renato Guerra | Tamiris Faneli Leocádio | Tania Luzia Casa de Vito | Tatiana Carvalho P. S. Sandoval | Tatiana Nunes Simões | Tatiane de Oliveira | Tatiane Dias Teixeira da Paz | Tatiane Escobar Gava | Teresinha B. de B. Tojal Ramos dos Santos | Thais Aline Botelho Victório Cerioni | Thaís Almeida de Lima Reis Vieira | Thais Cristina Marques Viana | Thais Galves Mottinelli | Thaisa Silva Castanheira | Thales Laranjeira Maltese | Thalita Vieira Ramos | Thiago Araujo Eboli | Thiago Arthur Rodrigues | Thiago Demarco Puccini | Thiago Domokos Alvares | Thiago Espallargas Lanconi | Thiago Felipe Correali | Thiago Henrique de Almeida Barquette | Thiago Lima dos Santos | Thiago Marcondes Fausto | Thiago Menezes de Oliveira | Thiago Nogueira de Rezende | Thiago Pereira da Silva | Thiago Rodrigues da Rocha | Thomas Robert Kiesshau | Tiago Castelani dos Santos | Tiago Ferreira da Silva Seabra | Tiago José Spineli | Tiago Marin Carneiro | Tiago Martins de Alexandre | Tiago Octaviano Primini | Tirza Cardoso Ferreira Rodrigues Vargas | Tomaz Carvalho de Oliveira Martins | Tomio Torii | Tony Chi Yuan Wang | Udo Gustavo Von Blucher | Uilson Ruas Pennafiel | Urias Bittencourt Netto | Vagner Braga | Vagner Daniel Tavares Leal | Vagner dos Santos Ramos | Vagner Luis de Aguiar | Valdeci José da Silva | Valeria De Fusco Pereira | Valéria Teixeira Lima | Valter Luiz Duarte dos Santos | Valter Schiavetti | Vancleires Ribeiro de Souza | Vaner José Morette | Vanessa Cristina Nascimento Silva | Vanessa Fernanda Franco Oliveira | Vanessa Gomes da Silva | Vanessa Pacheco Lopes | Venicius Goncalves Pereira | Vera Aparecida de Figueiredo | Vera Lúcia Hanada | Vera Lucia Uva do Amaral | Verônica Conte Reyes | Victor Adam Lie | Victor Fernando Rangel Ramalho | Victor Hugo Almeida Santos | Vilen Miranda Carvalho | Vinicius Cornetta Ceccarelli | Vinícius Couto Reis | Vinicius Diogo Cover | Vinícius Loback Atalla | Vinícius Oliveira de Souza | Vinícius Peclat de Castro | Vinicius Pinho de Brito | Vinicius Torres Ferreira do Amaral | Virgínia Helena de Moura | Vitor da Silva Alves | Vítor de Paula Pêgas Ferreira | Vitor Doro Reina | Viviane Barreto Ponciano Sanchez | Vivien Winkler | Wagner Antonio Defensor Filho | Wagner Cardoso de Souza | Wagner da Silva Gabriel | Wagner do Amaral Junior | Wagner Duarte Martins | Wagner José Fernandes Junior | Wagner Luiz Gouvea | Wagner Tirolli | Wallace Freire Ferreira | Wanderley Brasil Baptista Filho | Wanderley Siqueira Viana | Wandyr da Silva Alves | Wellington Alves de Melo | Wellington dos Santos Corrêa | Wellington Ferreira Matos | Wellington Lemos Franham | Wendely Alexandre Ferreira | Wesley Lobato Passos | Weslley da Costa Silva | Wglastonio Leite de Sousa | Willams Michael Gomes de Oliveira | William Bertucci Viais | William de Campos Barbosa | William Estéfano de Souza | William Junio Silva Machado | William Ramos Marinho | William Santos dos Anjos | William Schindhelm Georg | William Takahashi | Wilson Masahiro Komido | Wilson Vicentin | Wladimir Donola Júnior | Yara Silvia Rebello Marques | Yassuki Takano | Yasuaki Ito | Yukio Suehiro | Yuri Bonfeld Oliveira de Almeida | Yuri Sampaio | Zenilda Barbosa Ribeiro | Zenildo Lisboa Junior

47


BALANÇO SOCIAL ANUAL 2010 / Promon S.A.

Segundo modelo adotado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas — IBASE


1  Base de cálculo

2010

2009

(em milhares de reais)

(em milhares de reais)

1.088.689

744.888

Receita líquida (RL) Resultado operacional (RO)

139.711

107.455

Folha de pagamento bruta ( FPB )

222.149

208.291

valor (mil)

% sobre FPB

% sobre RL

Alimentação

10.777

4,85%

0,99%

4.332

2,08%

Encargos sociais compulsórios

57.118

25,71%

5,25%

55.142

26,47%

7,40%

Previdência privada

7.025

3,16%

0,65%

7.327

3,52%

0,98%

Saúde

7.010

3,16%

0,64%

5.398

2,59%

0,72%

Segurança e saúde no trabalho

9.989

4,50%

0,92%

7.703

3,70%

1,03%

323

0,15%

0,03%

279

0,13%

0,04%

2  Indicadores sociais internos

Educação Cultura Capacitação e desenvolvimento profissional Creches ou auxílio-creche Participação nos lucros ou resultados Outros Total — Indicadores sociais internos

valor (mil) % sobre FPB

% sobre RL 0,58%

0

0,00%

0,00%

0

0,00%

0,00%

4.233

1,91%

0,39%

4.286

2,06%

0,58%

204

0,09%

0,02%

211

0,10%

0,03%

21.298

9,59%

1,96%

21.100

10,13%

2,83%

802

0,36%

0,07%

1.212

0,58%

0,16%

118.779

53,47%

10,91%

106.989

51,37%

14,36%

valor (mil)

% sobre RO

% sobre RL

valor (mil)

% sobre RO

% sobre RL

Educação

412

0,29%

0,04%

779

0,72%

0,10%

Cultura

3  Indicadores sociais externos

296

0,21%

0,03%

156

0,14%

0,02%

Saúde e saneamento

0

0,00%

0,00%

0

0,00%

0,00%

Esporte

0

0,00%

0,00%

0

0,00%

0,00%

Combate à fome e segurança alimentar

0

0,00%

0,00%

0

0,00%

0,00%

873

0,62%

0,08%

274

0,25%

0,04%

Outros

1.581

1,13%

0,15%

1.209

1,12%

0,16%

Tributos (excluídos encargos sociais)

187.845

134,45%

17,25%

115.172

107,18%

15,46%

Total — Indicadores sociais externos

189.426

135,58%

17,40%

116.381

108,31%

15,62%

valor (mil)

% sobre RO

% sobre RL

valor (mil)

% sobre RO

% sobre RL

2.885

2,06%

0,26%

2.653

2,47%

0,36%

0

0,00%

0,00%

65

0,06%

0,01%

2.885

2,06%

0,26%

2.718

2,53%

0,36%

Total das contribuições para a sociedade

4  Indicadores ambientais

Investimentos relacionados com a produção/operação da empresa Investimentos em programas e/ou projetos externos Total dos investimentos em meio ambiente

Quanto ao estabelecimento de “metas anuais” para minimizar resíduos, o consumo em geral na produção/operação e aumentar a eficácia na utilização de recursos naturais, a empresa *

50

não possui metas

não possui metas

cumpre de 0 a 50%

cumpre de 0 a 50%

cumpre de 51 a 75%

cumpre de 51 a 75%

cumpre de 76 a 100%

cumpre de 76 a 100%


5  Indicadores do corpo funcional **

2010

2009

1.434

1.370

N o de admissões durante o período

269

150

N o de empregados(as) terceirizados(as)

122

241

o

N de empregados(as) ao final do período

87

114

383

347

N o de estagiários(as) N o de empregados(as) acima de 45 anos N o de mulheres que trabalham na empresa % de cargos de chefia ocupados por mulheres

467

420

28,93%

32,68%

128

118

4,40%

6,54%

N o de pessoas com deficiência ou necessidades especiais

4

4

6  Informações relevantes quanto ao exercício da cidadania empresarial

2010

metas para 2011

Relação entre a maior e a menor remuneração na empresa

13

13

Número total de acidentes de trabalho

6

0

Os projetos sociais e ambientais desenvolvidos pela empresa foram definidos por:

direção

direção

direção e gerências

direção e gerências

todos(as) empregados(as)

todos(as) empregados(as)

direção e gerências

direção e gerências

todos(as) + Cipa

todos(as) + Cipa

todos(as) empregados(as)

todos(as) empregados(as)

não se envolve

não se envolverá

segue as normas da OIT

seguirá as normas da OIT

incentiva e segue a OIT

incentivará e seguirá a OIT

direção

direção

direção e gerências

direção e gerências

todos(as) empregados(as)

todos(as) empregados(as)

direção

direção

direção e gerências

direção e gerências

todos(as) empregados(as)

todos(as) empregados(as)

não são considerados

não serão considerados

são sugeridos

serão sugeridos

são exigidos

serão exigidos

não se envolve

não se envolverá

apoia

apoiará

N o de negros(as) que trabalham na empresa % de cargos de chefia ocupados por negros(as)

Os padrões de segurança e salubridade no ambiente de trabalho foram definidos por:

Quanto à liberdade sindical, ao direito de negociação coletiva e à representação interna dos(as) trabalhadores(as), a empresa:

A previdência privada contempla:

A participação dos lucros ou resultados contempla:

Na seleção dos fornecedores, os mesmos padrões éticos e de responsabilidade social e ambiental adotados pela empresa:

Quanto à participação de empregados(as) em programas de trabalho voluntário, a empresa:

organiza e incentiva Número total de reclamações e críticas de consumidores(as):***

% de reclamações e críticas atendidas ou solucionadas:***

organizará e incentivará

na empresa

0

na empresa

0

no Procon

0

no Procon

0

na Justiça

0

na Justiça

0

na empresa

0%

na empresa

0%

no Procon

0%

no Procon

0%

na Justiça

0%

na Justiça

0%

Valor adicionado total a distribuir (em mil R$):

Em 2010: 565.116

Distribuição do Valor Adicionado (DVA):

governo

40,0%

30,7 %

colaboradores(as)

40,9%

44,6 %

acionistas

10,1%

11,8%

terceiros

3,7%

6,8%

retido

5,3%

6,0%

Em 2009: 482.165

51


7  Outras informações

1 Responsável pelas informações:

Relações Humanas Telefone (11) 5213 4229 2 Esta empresa é signatária do Pacto Nacional pela Erradi­ cação do Trabalho Escravo e não utiliza mão de obra ou trabalho escravo, não tem envolvimento com prostituição sexual ou exploração de crianças e não está envolvida com corrupção. A empresa valoriza e respeita a diversidade in­ terna e externamente.

* Desde 2007 a Promon insere nos projetos desenvolvidos para seus clientes várias soluções relacionadas com a mini­ mização dos impactos ambientais nos canteiros de obras, tais como: _redução do consumo de energia com iluminação e ventilação natural; _redução do consumo de água com soluções mais eficientes de reutilização (circuitos fechados) e captação/utilização de água de chuva; _redução das emissões atmosféricas com processos de filtração; _menor utilização de recursos naturais nas estruturas civis. Outras soluções são definidas nos projetos dos sistemas/ equipamentos das unidades industriais, resultando na redução da emissão de efluentes contaminados e das emissões at­ mosféricas, além da redução do consumo de energia e água. ** Os indicadores do corpo funcional não incluem os profissio­ nais da PromonLogicalis Latin America localizados no exterior. *** O modelo de negócio do Grupo Promon não se enquadra na relação de consumo, ficando, por isso, fora do âmbito de atuação do Procon.

52


demonstrações financeiras / Promon S.A. e controladas 2010

Demonstrações Financeiras Referentes aos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010 e de 2009 e Parecer dos Auditores Independentes


BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 Valores expressos em milhares de reais – R$ NOTA EXPLICATIVA

CONTROLADORA

2010 ATIVO

2009

CONSOLIDADO

2010

(reapresentado)

2009 (reapresentado)

CIRCULANTE

Caixa e equivalentes de caixa

5

11

4.277

267.632

Aplicações financeiras

6

7.341

6.674

Títulos e valores mobiliários

7

76.165

62.808

198.279

Ganho em operação de derivativos

26

122

3.978

4.891

Partes relacionadas

14

9.797

10.245

– 174.577

Contas a receber de clientes

204.536

52

3.568

57.936

9

35.149

37.660

10

1.890

652

32.309

38.913

2.846

3.551

292

12

21.132

22.345

12.042

15.308

654.656

607.634

8

Adiantamentos a fornecedores Estoques Impostos a recuperar Créditos vinculados a consórcios Outros créditos

Total do ativo circulante NÃO CIRCULANTE

Realizável a longo prazo 6

8.099

9.157

21

9.226

9.298

Investimentos

11

347.645

292.236

62.455

71.876

Imobilizado

12

20.687

23.248

Intangível

12

Aplicações financeiras

Ativo fiscal diferido

7.663

6.996

Total do ativo não circulante

355.744

292.236

109.188

111.418

TOTAL DO ATIVO

367.786

307.544

763.844

719.052

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

54


NOTA EXPLICATIVA

CONTROLADORA

2010

2009

CONSOLIDADO

2010

(reapresentado)

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

2009

(reapresentado)

CIRCULANTE

Empréstimos e financiamentos

13

1.104

2.645

1.527

7.545

Partes relacionadas

14

3.730

8.285

8.053

125

23

91.900

59.906

54.192

66.146

Encargos sociais a recolher

809

52.393

32.892

Impostos a recolher

309

653

29.665

27.409

5.608

5.545

33.774

90.217 14.656

Fornecedores Custos incorridos a faturar

Impostos parcelados

15

Adiantamentos de clientes Participações a pagar Dividendos propostos

17

Débitos vinculados a consórcios Outras obrigações a pagar TOTAL DO PASSIVO CIRCULANTE

800

17.132

10.717

10.717

7.928

1.247

1.160

3.343

23.050

25.950

18.754

14.949

327.886

339.566

1.108

12.395

1.108

NÃO CIRCULANTE

Empréstimos e financiamentos

13

Impostos parcelados

15

7.097

7.097

Provisão para contingências

16

21.346

6.300

61.648

58.178

Contas a pagar por compra de ações próprias

TOTAL DO PASSIVO NÃO CIRCULANTE

3.955

2.991

1.160

2.991

25.301

10.399

82.300

69.374

112.400

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Capital social

17

128.680

112.400

128.680

Reserva de capital

17

36.321

15.905

36.321

15.905

Reservas de lucros

17

119.062

105.728

119.062

105.728

Dividendos adicionais propostos

17

39.283

50.400

39.283

50.400

Ajustes de avaliação patrimonial

17

385

(2.237)

385

(2.237)

323.731

282.196

323.731

282.196

Total do patrimônio líquido dos acionistas controladores

29.927

27.916

Total do patrimônio líquido

323.731

282.196

353.658

310.112

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

367.786

307.544

763.844

719.052

Participação dos acionistas não controladores

55


DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 Valores expressos em milhares de reais – R$ NOTA EXPLICATIVA

CONTROLADORA

CONSOLIDADO

2010

2009

2010

2009

1.088.689

744.888

Custo das vendas e dos serviços prestados

(825.061)

(509.072)

Lucro bruto

263.628

235.816

(8.807)

(2.040)

(84.563)

(80.844)

(49.219)

(44.745)

603

10.865

1.640

(13.979)

(2.139)

(21.298)

(21.100)

8.067

6.000

(10.343)

8.825

118.255

81.148

(2.219)

(3.111)

(8.843)

(8.816)

Receita operacional líquida

18

RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS

Despesas administrativas Desenvolvimento tecnológico Outras receitas (despesas) líquidas

19

Participação de administradores e funcionários no resultado Resultado na venda de ativos não circulantes

11

LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO RESULTADO FINANCEIRO

Despesas financeiras

20

Receitas financeiras

20

201

738

34.176

28.792

Variações cambiais líquidas

20

(687)

(5.597)

(10.066)

(17.668)

Resultado de equivalência patrimonial

11

100.268

85.522

6.189

23.999

87.219

86.377

139.711

107.455

Imposto de renda e contribuição social correntes

21

(401)

(50.402)

(22.944)

Imposto de renda e contribuição social diferidos

21

(72)

929

87.219

85.976

89.237

85.440

87.219

85.976

2.018

(536)

LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA e DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO Resultado atribuível aos:

Acionistas controladores

Acionistas não controladores

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

56


DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E de 2009 Valores expressos em milhares de reais — R$ NOTA EXPLICATIVA Lucro líquido do exercício

CONTROLADORA

CONSOLIDADO

2010

2009

2010

2009

87.219

85.976

89.237

85.440

2.622

(4.358)

2.622

(4.358)

89.841

81.618

91.859

81.082

89.841

81.618

91.859

81.082

Outros componentes do resultado abrangente Variação cambial de investimento no exterior Total do resultado abrangente do exercício

18

Resultado atribuível aos:

Acionistas controladores

Acionistas não controladores

57


DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (CONTROLADORA) PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 Valores expressos em milhares de reais – R$ NOTA EXPLICATIVA Saldos em 31 de dezembro de 2008

Reservas de lucros

Capital social

Reserva de capital

Reserva legal

Reserva de liquidez

110.000

8.582

12.786

79.701

Aprovação dos dividendos adicionais

Transações com ações próprias

(309)

Ajuste a valor presente das transações com ações próprias

540

Variação cambial de empresas no exterior

2.400

8.448

(1.356)

(11.592)

Aumento de capital com a emissão de 2.400.000 novas ações ordinárias nominativas (AGOE de 06/04/2009) Capital a integralizar Dividendos pagos ad referendum de AGO (R$ 0,23 por ação em circulação) Juros sobre o capital pagos ad referendum de AGO (R$ 0,08 por ação em circulação)

(4.151)

Dividendos recebidos de coligadas

Lucro líquido do exercício

4.299

24.685

112.400

15.905

17.085

88.643

Destinações

Constituição de reserva legal

Dividendos intermediários ad referendum de AGO (R$ 0,06 por ação em circulação) Juros sobre o capital pagos ad referendum de AGO (R$ 0,072 por ação em circulação) Dividendos adicionais ad referendum de AGO (R$1,00 por ação em circulação)

.

Constituição de reserva de liquidez

Saldos em 31 de dezembro de 2009 (Reapresentado)

Aprovação dos dividendos adicionais — AGO de 08/04/2010 (R$ 0,82 por ação em circulação)

17

Aprovação de juros adicionais sobre capital — AGO de 08/04/2010 (R$ 0,175 por ação em circulação)

Transações com ações próprias

(161)

Ajuste a valor presente das transações com ações próprias

(304)

11

17

11.240

(11.240)

17

5.040

19.525

Variação cambial de empresas no exterior Aumento de capital com a emissão de 50.400.000 novas ações ordinárias nominativas, sem valor nominal a título de bonificação Aumento de capital com a emissão de 10.080.000 novas ações ordinárias nominativas (AGOE de 08/04/2010) Capital integralizado

1.356

Dividendos recebidos de coligadas

Lucro líquido do exercício

17

17

17

24.574

128.680

36.321

17.085

101.977

Destinações Dividendos intermediários ad referendum de AGO (R$ 0,100 por ação em circulação) Dividendos minímos obrigatórios (R$ 0,09665 por ação em circulação) Dividendos adicionais ad referendum de AGO (R$ 0,35428 por ação em circulação)

Constituição de reserva de liquidez

Saldos em 31 de dezembro de 2010 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

58


Dividendos e juros adicionais sobre capital propostos

Ajustes de avaliação patrimonial

Ações em tesouraria

Total do patrimônio líquido dos acionistas controladores

lucros acumulados

Participação dos acionistas não controladores

Total do patrimônio líquido

3.375

2.121

(689)

215.876

28.505

244.381

(3.375)

(3.375)

(3.375)

689

380

380

540

540

(4.358)

(4.358)

(4.358)

10.848

10.848

(1.356)

(1.356)

(11.592)

(11.592)

(4.151)

(4.151)

(53)

(53)

85.976

85.976

(536)

85.440

(4.299)

(2.963)

(2.963)

(2.963)

(3.629)

(3.629)

(3.629)

50.400

(50.400)

(24.685)

50.400

(2.237)

282.196

27.916

310.112

(41.580)

(41.580)

(41.580)

(8.820)

(1.557)

(10.377)

(10.377)

(161)

(161)

(304)

(304)

2.622

2.622

2.622

24.565

24.565

1.356

1.356

(7)

(7)

87.219

87.219

2.018

89.237

(11.088)

(11.088)

(11.088)

(10.717)

(10.717)

(10.717)

39.283

(39.283)

(24.574)

39.283

385

323.731

29.927

353.658

59


DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 Valores expressos em milhares de reais – R$ NOTA EXPLICATIVA CONTROLADORA

2010

(reapresentado)

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS

85.440

(85.522)

(6.189)

(23.999)

8.943

6.984

6.000

(6.000)

(1.663)

491

5.335

5.043

85.976

11

(100.268)

12

Despesas (receitas) que não representam movimentação de caixa

Equivalência patrimonial

Depreciações e amortizações

Resultado na venda de ativos não circulantes

Aumento (reversão) de provisão para créditos de liquidação duvidosa

Aumento (reversão) de provisão de estoques

Imposto de renda e contribuição social diferidos

Participação de administradores e funcionários no resultado

Aumento (reversão) de provisão para contingências

2009

(reapresentado) 89.237

87.219

Lucro líquido do exercício

CONSOLIDADO

2010

2009

21 16

72

(929)

2.139

21.298

21.100

15.046

(3.900)

8.086

10.135

Ganho em operações de derivativos

(330)

(122)

461

(4.891)

Juros, variações monetárias e variações cambiais líquidos

1.220

6.469

(2.026)

(3.976)

Resultado na venda de investimentos e imobilizados

12

(5.355)

27.182

(5.355)

Juros sobre capital e dividendos recebidos

11

42.701

81.891

3.305

1.690

Ajuste decorrente da distribuição desproporcional de resultados

(10.816)

(28.296)

(28.603)

(52)

54.368

(51.474)

(Aumento) diminuição dos ativos

Contas a receber de clientes

Adiantamento a fornecedores

Estoques Impostos a recuperar

Créditos vinculados a consórcios, líquidos dos débitos

Outros créditos

Despesas antecipadas

(2.824)

(2.970)

(1.238)

253

6.604

3.010

7.386

724

(280)

(4.787)

(383)

88

102

19

31.994

21.356

(11.954)

(7.973)

Aumento (diminuição) dos passivos

Fornecedores

Custos incorridos a faturar

Encargos sociais a recolher

Impostos a recolher

809

19.501

8.199

(344)

488

2.256

10.047

(56.443)

29.269

(1.339)

(18.822)

(18.744)

(4.616)

(3.343)

(8.276)

3.653

80.197

135.316

51.932

Adiantamentos de clientes

Participações a pagar

Provisão para contingências

Outras obrigações a pagar

Caixa proveniente das atividades operacionais

42.042

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

60


NOTA EXPLICATIVA

CONSOLIDADO

CONTROLADORA

2010

2009

2010

(reapresentado)

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO

Aplicações financeiras e títulos e valores mobiliários

(7.916)

2009

(reapresentado) (20.629)

169.394

Aquisição de investimentos

11

(12.356)

(24.554)

(881)

Aquisição de imobilizado e intangível

12

(8.488)

(10.479)

14.067

11

16.175

13.725

13.725

448

(10.245)

(3.649)

(21.074)

(29.118)

185.826

(2.638)

(2.637)

(7.538)

(14.532)

12.797

4.900

(4.555)

(23.155)

(8.053)

(4.842)

1.659

3.945

3.079

5.800

(7)

(53)

25.921

9.492

25.921

9.492

Juros sobre capital e dividendos pagos

(63.046)

(42.495)

(63.045)

(42.495)

Caixa líquido utilizado nas atividades de investimento

(42.659)

(54.850)

(36.846)

(41.730)

(4.266)

4.273

69.353

196.028

4.277

4

198.279

2.251

11

4.277

267.632

198.279

Recebimento pela venda de ativos não circulantes Venda de investimentos Mútuo a receber de partes relacionadas Caixa líquido proveniente das (usado nas) atividades de investimento FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO

Pagamento de empréstimos Empréstimos obtidos Mútuo a pagar de partes relacionadas Transações com ações próprias Participação dos minoritários Aumento de capital social e reserva de capital

aumento (Redução) do caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício

61


Promon S.A. e Controladas Notas explicativas às demonstrações financeiras Exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009

(Em milhares de reais – R$ , exceto quando de outra forma indicado)

62


1 Contexto operacional

A Promon S . A . (“Companhia” ou “Controladora”) é a holding operacional do Grupo Promon, que participa de um conjunto de empresas que oferece ao mercado projetos de engenharia e serviços de implantação de empreendimentos e soluções completas de infraestrutura nos setores de energia elétrica, óleo e gás, química e petroquímica, mineração e metalurgia, meio ambiente, tecnologia da informação e comunicação. 2 Entidades do Grupo

As principais operações do Grupo concentram-se na Promon Engenharia Ltda. e na EPC Compra e Venda de Equipamentos Industriais Ltda., que atuam em engenharia consultiva e con­ tratos do tipo EPC (engenharia, suprimentos e construção) em projetos para os setores de energia, óleo e gás, minera­ ção, metalurgia, química e petroquímica; na PromonLogicalis Latin America Ltd. (“ PLLAL”), empresa constituída no Reino Unido, em sociedade com o Logicalis Group Ltd., que atua em operações de integração de sistemas de telecomunica­ ções e tecnologia da informação na América Latina, confor­ me descrito na nota explicativa n o 11; na Trópico Sistemas e Telecomunicações da Amazônia Ltda. e na Vectura Serviços e Softwares Ltda., fornecedoras de equipamentos e sistemas de telecomunicações principalmente para operadoras de telefonia fixa; e, finalmente, a P2 Gestão de Recursos Ltda. e P2 Brasil Private Infrastructure General Partner II Ltd. (“P2Brasil”), gestora de fundos de investimentos nos setores associados à infraestrutura, constituída entre a Promon e o Pátria Investimentos.

AS PRINCIPAIS EMPRESAS QUE FAZEM PARTE DO GRUPO PROMON Empresas

País

Participação acionária *

2010

2009

Controladas

Promon Engenharia Ltda.

Brasil

99,97%

99,97%

Promon Tecnologia Ltda.

Brasil

99,99%

99,99%

Brasil

99,99%

99,99%

Brasil

99,99%

99,99%

Trópico Sistemas e Telecomunicações S.A.

Brasil

60,00%

60,00%

Trópico Sistemas e Telecomunicações da Amazônia Ltda.

Brasil

100,00%

100,00%

Vectura Serviços e Softwares Ltda.

Brasil

100,00%

100,00%

FIQ Trading, Marketing, Serviços e Consultores Lda.

Portugal

100,00%

100,00%

FIQ US LLC

Estados Unidos

100,00%

100,00%

Promon International, Inc.

Ilhas Cayman

99,99%

99,99%

Brasil

50,00%

50,00%

São Luiz Telecomunicações Ltda.

Promon Tecnologia e Participações Ltda.

Controlada em conjunto

EPC Compra e Venda de Equipamentos Industriais Ltda.

Coligadas

PromonLogicalis Latin America Ltd.

Reino Unido

30,00%

30,00%

P2 Brasil Private Infrastructure General Partner II Ltd.

Ilhas Cayman

40,00%

40,00%

(*) Participação acionária direta e indireta

63


3 Base de preparação

d_Uso de estimativas e julgamentos

a_Declaração de conformidade

A preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societá­ ria, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), requer que a Administração da Companhia faça julgamentos, estimativas e suposições que afetam a aplicação das políti­ cas contábeis e os valores de ativos, passivos, receitas e des­ pesas. Os resultados reais podem diferir dessas estimativas. As estimativas e premissas são revisadas periodicamente pela Administração da Companhia, sendo as alterações re­ conhecidas no período no qual tais estimativas são revisadas e nos períodos futuros afetados.

As demonstrações financeiras individuais e consolidadas fo­ ram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adota­ das no Brasil, em consonância com a Lei das Sociedades por Ações e os Pronunciamentos, as Orientações e as Inter­ pretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contá­ beis — CPC e aplicados de maneira consistente. Em 14 de fevereiro de 2011 foi autorizada pelo Conselho de Administração da Companhia a conclusão destas de­ monstrações financeiras. b_Base de mensuração

As demonstrações financeiras individuais e consolidadas fo­ ram preparadas com base no custo histórico, com exceção dos instrumentos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado. c_Moeda funcional e moeda de apresentação

As demonstrações financeiras individuais e consolidadas são apresentadas em reais, moeda funcional da Companhia. Todos os saldos apresentados em reais nestas demonstra­ ções financeiras foram arredondados para o milhar mais pró­ ximo, exceto quando indicado de outra forma. As controladas no exterior — FIQ Trading, Marketing, Ser­ viços e Consultores Lda., FIQ US LLC e Promon International, Inc. têm como moeda funcional o real e as coligadas PLLAL e P2Brasil têm como moeda funcional o dólar norte-ameri­ cano. Essas sociedades estão estabelecidas em países cujas economias não são consideradas hiperinflacionárias. Seus balanços patrimoniais foram convertidos conforme descrito no item “4B”.

64

As informações sobre premissas e estimativas estão incluí­ das nas notas explicativas: Nota 7_Títulos e valores mobiliários Nota 8_Contas a receber de clientes Nota 9_Estoques Nota 11_Investimentos Nota 12_Depreciação e amortização do ativo imobilizado e intangível Nota 16_Provisão para contingências Nota 21_Imposto de renda e contribuição social Nota 24_Fundação Promon de Previdência Social Nota 26_Gerenciamento de riscos


4 Principais políticas e práticas contábeis

As políticas e práticas contábeis descritas abaixo têm sido aplicadas consistentemente para todos os períodos apresen­ tados nestas demonstrações individuais e consolidadas, para fins de transição para as normas emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis — CPC emitidos durante 2009 e 2010, com vigência para o exercício findo em 31 de dezem­ bro de 2010. Conforme estabelecido no CPC 43, os novos pronuncia­ mentos contábeis foram implementados retroativamente a 1o de janeiro de 2009 e não foram apurados ajustes nas de­ monstrações financeiras, originalmente divulgadas, exceto pelas reclassificações citadas abaixo:

Controladora

31/12/09

Reclassificações

31/12/09

Consolidado

31/12/09

Reclassificações

(reclassificado)

31/12/09

(reclassificado)

Passivo Dividendos obrigatórios Patrimônio líquido

50.400

(50.400)

50.400

(50.400)

50.400

50.400

50.400

50.400

As aplicações financeiras foram reclassificadas no balanço pa­ trimonial de Aplicações financeiras para Caixa e equivalentes de caixa e no fluxo de caixa, das Atividades de investimentos para Caixa e equivalentes de caixa, por terem liquidez imediata.

65


a_Base de consolidação

_Controladas e controladas em conjunto As demonstrações financeiras de controladas e controladas em conjunto são incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas a partir da data em que o controle ou controle compartilhado se inicia até a data em que deixa de existir. As políticas contábeis de controladas e controladas em conjun­ to estão alinhadas com as políticas adotadas pelo Grupo. Nas demonstrações financeiras da controladora, o resul­ tado de controladas, coligadas e controladas em conjunto é reconhecido através do método de equivalência patrimonial, conforme descrito na nota explicativa no 11. As principais in­ formações dessas empresas estão mencionadas na nota ex­ plicativa no 2. _Investimentos em coligadas As coligadas são aquelas entidades nas quais a Companhia, direta ou indiretamente, tenha influência significativa, mas não controle (mantém entre 20 e 50 por cento do capital votante) sobre as políticas financeiras e operacionais. As demonstrações financeiras da coligada PLLAL não fo­ ram consolidadas. A PLLAL encerra seu exercício social em 28 de fevereiro e, a exemplo dos anos anteriores, terá suas demonstrações auditadas pela Deloitte Touche Tohmatsu. _Operações controladas em conjunto Operações controladas em conjunto referem-se a empreendi­ mentos cujas atividades são, direta ou indiretamente, controla­ das pela Companhia em conjunto com outro(s) investidor(es), por meio de acordos ou contratos que exigem consentimento unânime para as decisões financeiras e operacionais. As demonstrações financeiras consolidadas incluem ati­ vos, passivos, despesas e receitas proporcionais à participa­ ção do Grupo nas operações conjuntas. _Transações eliminadas na consolidação Na consolidação são eliminados os investimentos nas em­ presas controladas e controladas em conjunto, os saldos a receber e a pagar e as receitas e despesas decorrentes de transações entre as empresas. A participação dos acionistas não controladores é destacada nas demonstrações financei­ ras consolidadas. Os registros contábeis das empresas con­ solidadas localizadas no exterior são ajustados segundo as práticas contábeis adotadas no Brasil. b_Moeda estrangeira

_Transações em moeda estrangeira Transações em moeda estrangeira são convertidas para a respectiva moeda funcional da Companhia pelas taxas de câm­bio nas datas das transações. Ativos e passivos mone­ tários denominados e apurados em moedas estrangeiras na data de apresentação das demonstrações financeiras são convertidos para moeda funcional à taxa de câmbio apura­ da naquela data. O ganho ou perda cambial em itens mone­ tários é a diferença entre o custo amortizado da moeda funcional no começo do período, ajustado por juros e paga­ mentos efetivos durante o período, e o custo amortizado em 66

moeda estrangeira à taxa de câmbio no final do período de apresentação. _Controladas e coligadas no exterior Os ativos e passivos de controladas são convertidos para real à taxa de câmbio de encerramento das demonstrações financeiras e as receitas e despesas são convertidas com base na taxa de câmbio média mensal. Os ativos, passivos, receitas e despesas da coligada no ex­ terior (PLLAL) são convertidos mensalmente para real à taxa de câmbio do mês da respectiva demonstração financeira. Desde 1o de janeiro de 2009, o efeito das mudanças na taxa de câmbio e da conversão das demonstrações financei­ ras, mediante a definição da moeda funcional, tem sido reco­ nhecido no resultado quando a moeda funcional é o real e no patrimônio líquido quando a moeda funcional não for o real. c_Instrumentos financeiros

A categoria dos instrumentos financeiros depende da finali­ dade para a qual os ativos e passivos financeiros foram ad­ quiridos e/ou contratados e sua classificação é determinada no reconhecimento inicial dos instrumentos financeiros. A classificação dos ativos e passivos da Companhia, de suas controladas e controladas em conjunto é apresentada na nota explicativa no 26. A Companhia, suas controladas e controladas em con­ junto deixam de reconhecer um ativo financeiro quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram ou quando transferem os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro em uma transa­ ção no qual, essencialmente, todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Eventual par­ ticipação que seja criada ou retida pela Companhia, suas controladas e suas controladas em conjunto nos ativos finan­ ceiros é reconhecida como um ativo ou passivo individual. A Companhia, suas controladas e controladas em conjun­ to baixam um passivo financeiro quando têm suas obriga­ ções contratuais retiradas, canceladas ou vencidas. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a Companhia, suas controladas e controla­ das em conjunto têm o direito legal de compensar os valores e têm a intenção de liquidar em uma base líquida ou de rea­ lizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os ativos financeiros mantidos pela Companhia, suas controladas e controladas em conjunto são classificados e mensurados sob as seguintes categorias: _Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negocia­ ção e seja designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Companhia gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos, de acordo com a gestão de riscos documentada e a


estratégia de investimentos da Companhia. Os custos da tran­ sação, após o reconhecimento inicial, são computados no re­ sultado quando incorridos. Mudanças no valor justo desses ativos são reconhecidas no resultado do exercício. Adicionalmente, nessa categoria estão incluídos os instru­ mentos financeiros derivativos, que estão registrados na con­ ta “Ganho com operação de derivativos” no ativo circulante. _Empréstimos e recebíveis Nessa categoria são incluídos ativos financeiros com recebi­ mentos fixos ou calculáveis, que não são cotados em um mercado ativo. São medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos decrescidos de qualquer perda em relação ao valor recuperável. _Ativos mantidos até o vencimento São ativos financeiros que a Companhia, suas controladas e controladas em conjunto têm intenção e capacidade finan­ ceira de manter até seus vencimentos. São avaliados pelo custo de aquisição, acrescidos de rendimentos auferidos, com base nos prazos e nas condições contratuais, em con­ trapartida ao resultado do exercício. Os passivos financeiros mantidos pela Companhia são classificados e mensurados sob a seguinte categoria: _Passivos financeiros mensurados ao custo amortizado Nessa categoria são incluídos passivos financeiros com pa­ gamentos fixos ou calculáveis, que não são cotados em um mercado ativo. São medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. d_Caixa e equivalentes de caixa

Caixa e equivalentes de caixa incluem caixa, depósitos ban­ cários à vista e aplicações financeiras realizáveis em até 90 dias da data da aplicação ou consideradas de liquidez ime­ diata, conversíveis em um montante conhecido de caixa e sujeitas a um baixo risco de mudança de valor. e_Contas a receber de clientes

Registradas pelos valores efetivos faturados dos serviços, equipamentos, materiais e por medições dos serviços exe­ cutados ocorridos até as datas dos balanços, deduzidas da provisão para redução ao valor recuperável, quando neces­ sário, em montante considerado suficiente pela Administra­ ção para fazer face a prováveis perdas na sua realização. f_Estoques

Os estoques são mensurados pelo menor valor entre o custo e o valor realizável líquido (preço estimado de venda no curso normal dos negócios, deduzido dos custos estimados de con­ clusão e despesas de vendas). O custo dos estoques inclui o custo histórico de aquisição, acrescido de gastos relativos a transportes, armazenagem, impostos não recuperáveis e ou­ tros custos incorridos em trazê-los às suas localizações e condições existentes.

g_Impostos a recuperar

Representados principalmente por tributos e contribuições federais e estaduais, atualizados a partir do exercício subse­ quente à sua apuração, quando houver previsão legal. h_Ativo imobilizado

O imobilizado é demonstrado ao custo histórico de aquisição, deduzido das depreciações acumuladas e perdas de redu­ ção ao valor recuperável (impairment) acumuladas, quando necessário. O valor de custo dos ativos não foi revisado por opção da Administração. A depreciação é computada pelo método linear, às taxas consideradas compatíveis com a vida útil, conforme demons­ tradas na nota explicativa no 12. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício so­ cial e eventuais ajustes são reconhecidos como mudanças de estimativas contábeis. i_Ativo intangível

Os ativos intangíveis são mensurados pelo custo de aquisição, deduzidos da amortização acumulada e das perdas por redu­ ção ao valor recuperável acumulada e compreendem o direito de uso de softwares destinados à manutenção das atividades das controladas da Companhia. A amortização é calculada pelo método linear, tomando-se por base a sua vida útil esti­ mada, conforme demonstrado na nota explicativa no 12. j_Redução ao valor recuperável de ativos

A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológi­ cas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas é constituí­ da provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unida­ de geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. k_Passivos circulante e não circulante

Os passivos circulante e não circulante são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações monetá­ rias e/ou cambiais incorridas até a data do balanço patrimo­ nial. Quando aplicável e relevante, os passivos circulante e não circulante são registrados em valor presente, transação a transação, com base em taxas de juros que refletem o pra­ zo, a moeda e o risco de cada transação. l_Provisão para contingências

Uma provisão é reconhecida no balanço patrimonial quando a Companhia possui uma obrigação já constituída ou ainda não formalizada, apresentada como resultado de um evento passado, e é provável que um recurso econômico seja reque­ rido para saldar a obrigação. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. 67


m_Benefícios a empregados

q_Imposto de renda e contribuição social

_Planos de aposentadoria Os custos associados às contribuições efetuadas pela Com­ panhia, suas controladas e controladas em conjunto aos pla­ nos de aposentadoria de contribuição definida e benefício definido são reconhecidos pelo regime de competência, sen­ do que as reservas necessárias para cobertura dos benefí­ cios do plano de benefício definido são calculadas pelo método de crédito unitário projetado, elaborado por atuário independente, e as do plano de contribuição definida, pelo regime financeiro de capitalização, conforme detalhes divul­ gados na nota explicativa no 24.

O imposto de renda e a contribuição social do exercício cor­ rente e diferido são calculados com base nas alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$ 240 (base anual) para imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável para contribuição social sobre o lucro líquido. O imposto diferido é reconhecido com relação às diferen­ ças temporárias entre os valores contábeis de ativos e pas­ sivos para fins contábeis e os correspondentes valores usados para fins de tributação. Um ativo de imposto de renda e contribuição social dife­ rido é reconhecido por prejuízo, perdas fiscais, créditos fis­ cais e diferenças temporárias dedutíveis quando é provável que lucros futuros sujeitos à tributação estejam disponíveis e contra os quais serão utilizados. A Companhia e suas controladas consideraram a adoção do Regime Tributário de Transição (RTT) para a apuração de imposto de renda e contribuição social. A opção definitiva e irretratável foi formalizada por ocasião da entrega da decla­ ração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica em 2010 (ano base 2009).

_Benefícios de curto prazo a empregados Obrigações de benefícios de curto prazo a empregados são mensuradas em uma base não descontada e são incorridas como despesas conforme o serviço relacionado seja prestado. O Estatuto da Companhia e contratos sociais de suas controladas e controladas em conjunto preveem a destina­ ção de parte dos lucros aos seus funcionários. Esse passivo é reconhecido pelo valor esperado a ser pago. n_Receitas e custos incorridos a faturar em contratos de empreitada

A receita compreende o valor inicial acordado no contrato acrescido de variações decorrentes de solicitações adicio­ nais (aditivos de contratos), ajustes de preços, reclamações e pagamentos de incentivos contratuais, na condição em que seja provável que elas resultem em receita e possam ser mensuradas de forma confiável. Receitas e custos de contratos de longo prazo na em­ preitada global são apropriados pela proporção do trabalho efetuado do projeto até as datas dos balanços e são provi­ sionados os correspondentes custos a faturar, os quais se­ rão faturados por fornecedores em período subsequente. o_Venda de mercadorias e serviços

A receita operacional da venda de bens é reconhecida quan­ do existe evidência convincente de que os riscos e benefícios mais significativos inerentes à propriedade dos bens foram transferidos para o comprador e de que seja provável que os benefícios econômicos financeiros fluirão para a entidade. A receita operacional da venda de serviços no curso nor­ mal das atividades é medida pelo valor justo da contrapres­ tação recebida ou a receber. p_Receitas e despesas financeiras

Receitas financeiras compreendem basicamente os juros ativos de investimentos, variações monetárias positivas so­ bre ativos financeiros e mudanças no valor justo de ativos financeiros, registrados através do resultado do exercício. Receitas com juros são reconhecidas no resultado do exer­ cício utilizando-se a metodologia de taxa efetiva de juros. As despesas financeiras compreendem basicamente os juros e variações monetárias sobre passivos financeiros, que são reconhecidos no resultado do exercício com base no método da taxa efetiva de juros. 68


5 Caixa e equivalentes de caixa Controladora

Caixa Aplicações financeiras Total

Consolidado

2010

2009

2010

2009

11

4.277

3.957

13.875

263.675

184.404

11

4.277

267.632

198.279

Caixa e equivalentes de caixa são registrados pelos valores de custo acrescidos dos rendimentos auferidos até a data dos balanços, conforme detalhado abaixo: Consolidado

Certificados de Depósito Bancário — CDBs e operações compromissadas pós-fixadas (i) Fundos de investimento DI Títulos públicos — Letras Financeiras do Tesouro — LFTs Total

2010

2009

246.660

168.834

4.646

4.301

12.369

11.269

263.675

184.404

(i) Correspondem a aplicações financeiras de curto prazo alocadas em Certificados de Depósitos Bancários (CDB ) e Operações Compromissadas, emitidos por instituições finan­ ceiras de primeira linha, com remuneração associada à varia­ ção do Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

6 Aplicações financeiras Controladora

Consolidado

2010

2009

2010

2009

7.341

6.674

8.099

9.157

Ativo circulante Fundos de investimento multimercados Ativo não circulante Fundos de private equity

São considerados como aplicações financeiras fundos de investimento multimercado que, ainda que permitam resga­ tes num prazo inferior a 90 dias, estão sujeitos a maior vola­ tilidade. A Companhia e suas controladas possuem ainda aplicação em um fundo de private equity, o P2Brasil.

69


7 Títulos e valores mobiliários Consolidado

Renda fixa Fundos alternativos Provisão para realização Total

2010

2009

66.014

50.752

13.457

15.511

(3.306)

(3.455)

76.165

62.808

Os títulos e valores mobiliários compreendem investimentos em aplicações financeiras no exterior, para os quais a Admi­ nistração contrata instrumentos que mitigam sua exposição cambial, além de analisar a necessidade de constituição de provisão para realização de eventuais perdas em fundos de investimento.

8 Contas a receber de clientes Consolidado

Contas a receber de clientes

2010

2009

151.072

169.586

Serviços e fornecimentos a faturar

56.220

9.410

Provisão para créditos de liquidação duvidosa

(2.756)

(4.419)

204.536

174.577

Total

As controladas e controladas em conjunto analisam individual­ mente o saldo de contas a receber de clientes e constituem, quando necessário, provisão para créditos de liquidação duvi­ dosa em montante considerado suficiente para fazer face a prováveis perdas na sua realização.

9 Estoques Consolidado

Material para revenda Estoques em poder de terceiros Material de instalação e montagem Semiacabados Matérias-primas Provisão para realização Total

A Administração das controladas e controladas em conjunto efetua periodicamente análise detalhada do valor recuperá­ vel dos seus estoques, com o objetivo de identificar possí­ veis perdas na sua realização.

70

2010

2009

41.378

20.510

3

2.326

466

1.408

4.625

8.685

9.255

19.974

(20.578)

(15.243)

35.149

37.660


10 Impostos a recuperar Controladora

Consolidado

2010

2009

2010

2009

Tributos 1.890

652

28.233

34.304

Estaduais

3.006

3.609

Municipais

15

1.055

1.000

1.890

652

32.309

38.913

Federais

Contribuições previdenciárias

Total

Os créditos de tributos e contribuições federais poderão ser utilizados para compensação de débitos, vencidos ou vincen­ dos. A realização dos créditos de impostos estaduais ocorre através das transações mercantis de suas controladas e con­ troladas em conjunto.

71


11 Investimentos a_Principais dados dos investimentos da controladora em 31 de dezembro de 2010 e 2009 Saldos em 31/12/10

Investimentos

2010

2009

Patrimônio líquido

Capital social 

Empresas controladas e coligadas

Promon Engenharia Ltda. (*)

122.260

71.346

122.291

55.546

Promon Tecnologia e Participações Ltda.

101.127

98.448

101.132

2.000 49.234

Promon Tecnologia Ltda.

54.402

50.965

59.639

Promon International, Inc.

9.774

9.868

9.775

2.656

FIQ Trading, Marketing, Serviços e Consultores Lda.

10.139

9.421

73.504

33.889

PLLAL (i)

49.928

44.823

166.428

1.042

(8.823)

4

2

347.634

276.050

Provisão para ajustes de critérios contábeis e a seu valor provável de realização (i) Outros Total — Empresas controladas e coligadas Outros investimentos

16.175

Outros

11

11

Total — Outros investimentos

11

16.186

347.645

292.236

Datatec Limited (i)

Total

b_Movimentação dos saldos dos investimentos da controladora Empresas Controladas

Outros Investimentos

Total

276.050

16.186

292.236

12.356

12.356

Equivalência patrimonial

100.268

100.268

Dividendos e juros sobre capital recebidos de controladas

(42.701)

(42.701)

Saldos em 31 de dezembro de 2009 Aumento de participação (*)

Venda das ações da Datatec Limited Variação cambial das controladas no exterior com ajuste no resultado Variação cambial de investimentos em controladas no exterior com ajuste no patrimônio líquido

Saldos em 31 de dezembro de 2010

(*) Em 20 de novembro de 2010 a Companhia aumentou sua participação direta na Promon Engenharia Ltda. de 89,97% para 99,97% por meio de compra de quotas de propriedade da Promon Tecnologia Ltda. 72

(16.175)

(16.175)

( 961)

(961)

2.622

2.622

347.634

11

347.645


Resultado — exercício findo em 31/12/10

Participação — % 

Lucro do exercício

Equivalência patrimonial 

84.818

69.741

99,97

99,98

2.678

2.679

99,99

99,99

12.768

11.647

91,22

99,99

269

269

99,99

99,99

9.577

1.321

13,79

100,00

19.295

5.788

30,00

30,00

8.823

Direta

Consolidada

100.268

c_COMPOSIÇÃO DOS INVESTIMENTOS APRESENTADOS NOS BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009

2010

2009

49.928

44.823 

(8.823)

49.928

36.000 

25.404 

DeepFlex, Inc. (ii)

8.401

8.706 

P2 Brasil Private Infrastructure General Partner II Ltd.

4.009

PLLAL (i)

Provisão para ajustes de critérios contábeis e a seu valor provável de realização (i) Datatec Limited (i)

Outros Provisão para realização Total

296

882 1.063 

(179)

(179)

62.455

71.876 

73


d_MOVIMENTAÇÃO DOS SALDOS (CONSOLIDADO) Saldo em 31 de dezembro de 2009

71.876

Equivalência patrimonial

6.189

Dividendos recebidos da PLLAL

(3.305)

Venda das ações da Datatec Limited

(25.404)

Ajuste decorrente da distribuição desproporcional de resultados

10.816

Variação cambial de investimentos em controladas no exterior com ajuste no patrimônio líquido

2.622

Outros

(339)

Saldos em 31 de dezembro de 2010

(i) Em 2 de maio de 2008, a Companhia firmou acordo com o Logicalis Group Ltd., através do qual as partes passaram a combinar as operações de integração de sistemas de teleco­ municações e tecnologia da informação que eram conduzidas pelas respectivas controladas Promon Tecnologia Ltda. e Lo­ gicalis South America Ltd. (“LSAL”), com o objetivo mútuo de reforçar seu posicionamento como provedores de soluções tecnológicas de alto valor agregado para corporações de dis­ tintos setores nos principais mercados da América Latina. A PLLAL tem sede no Reino Unido e detém 100% das ações das empresas constituídas na Argentina, Bolívia, Bra­ sil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. Do valor total da transação: a) R$ 41.150 foram destinados à aquisição, pela controlada Promon Engenharia Ltda., de 6.674.312 ações da Datatec Limited (“Datatec”), controladora do Logicalis Group Ltd.; b) R$ 14.067, vinculados ao desem­ penho da operação no Brasil, foram reconhecidos em 2008 e recebidos em 2009 ; e c) outros R$ 14.067, também vincula­ dos ao desempenho da operação no Brasil, foram recebidos em 2010. Desse último valor, R$ 6.000 foram reconhecidos em 2009 e R$ 8.067 em 2010 na rubrica “Resultado na ven­ da de ativos não circulantes”. As ações da Datatec são negociadas nas Bolsas de Valo­ res de Londres e de Johanesburgo. O acordo firmado entre a Promon Engenharia Ltda. e o Logicalis Group Ltd. prevê compensações à investidora associadas ao comportamento do preço das ações da Datatec. Em 2009, a Promon Enge­ nharia Ltda. recebeu o montante de US$ 5.000.000, equiva­ lente a R$ 11.018 , registrado na rubrica “Outras receitas operacionais”, no resultado consolidado, relacionado à com­ pensação no comportamento do preço das ações da Data­ tec, mencionada anteriormente. Durante os exercícios de 2009 e 2010 foram vendidas as ações da Datatec e os resultados estão registrados na rubri­ ca de “Outros resultados operacionais.” Em 13 de outubro de 2010, a Datatec pagou dividendos no valor de R$ 690 (R$ 1.609 em 2009), registrados na ru­ brica “Outras receitas operacionais”.

74

62.455

(ii) Em 20 de março de 2008, a controlada Promon Interna­ tional, Inc. adquiriu 5% das ações do capital social da em­ presa DeepFlex, Inc., com sede em Houston — EUA , que desenvolve e produz dutos flexíveis para o mercado de pe­ tróleo e gás. Esse investimento foi registrado pelo custo de aquisição, que não supera o valor de mercado.


e_Demonstração resumida dos saldos das controladas, controladas em conjunto e coligadas 2010 Ativo

Passivo

Patrimônio líquido

Receita bruta 

Resultado 84.818

Controladas

Promon Engenharia Ltda.

323.906

201.615

122.291

866.949

Promon Tecnologia e Participações Ltda.

124.158

23.026

101.132

2.678

Promon Tecnologia Ltda.

68.548

8.909

59.639

160

12.768

Promon International, Inc.

16.122

6.347

9.775

269

FIQ Trading, Marketing, Serviços e Consultores Lda.

83.301

9.797

73.504

9.577

263.790

260.740

3.050

625.561

57.516

386.716

220.288

166.428

412.360

19.295

Controlada em conjunto EPC Compra e Venda de Equipamentos Industriais Ltda.

Coligada

PLLAL

2009 Ativo

Passivo

Patrimônio líquido

Receita bruta 

Resultado

607.728

37.779

Controladas

Promon Engenharia Ltda.

320.915

241.617

79.298

Promon Tecnologia e Participações Ltda.

118.809

20.356

98.453

18.170

Promon Tecnologia Ltda.

91.368

35.497

55.871

3.174

6.636

Promon International, Inc.

15.282

5.414

9.868

411

FIQ Trading, Marketing, Serviços e Consultores Lda.

74.040

5.746

68.294

14.092

250.676

242.143

8.533

263.985

5.533

303.223

153.813

149.410

244.834

(11.233)

Controlada em conjunto EPC Compra e Venda de Equipamentos Industriais Ltda.

Coligada

PLLAL

75


12 Imobilizado e intangível 2010 Depreciação vida útil

Custo corrigido

Depreciação

Custo líquido 

2009 Custo líquido 

Depreciação vida útil

Imobilizado Edifícios

2.220

(1.439)

781

870

10 a 30

12.999

(5.347)

7.652

7.829

10

Instalações

10

1.132

(421)

711

63

10

Benfeitorias em propriedade de terceiros

10

87

(87)

1.519

10

Móveis e utensílios

10

4.609

(1.985)

2.624

2.130

10

Equipamentos de laboratório

Máquinas e equipamentos

5

9.252

(5.743)

3.509

3.712

5

Computadores

4

10.994

(5.868)

5.126

6.863

5

Veículos

5

341

(144)

197

175

5

Terreno

87

87

87

41.721

(21.034)

20.687

23.248

Amortização vida útil

Custo corrigido

Amortização

Custo líquido 

Custo líquido 

Amortização vida útil

5

20.483

(12.820)

7.663

6.996

5

Total  

Intangível Direito de uso de softwares

A revisão da vida útil econômica e remanescente dos bens do ativo imobilizado foi efetuada neste exercício, aplicada para itens do ativo classificados como computadores, máquinas e equipamentos, móveis e utensílios e veículos, em consonância com o CPC 27 — Ativo imobilizado e o ICPC 10 — Interpreta­ ção sobre a aplicação inicial ao ativo imobilizado e à proprie­ dade para investimento dos pronunciamentos técnicos. A avaliação foi feita por técnicos da própria Companhia, conforme permitido no ICPC 10, que incluiu também a defini­ ção da vida útil dos ativos. O valor do ajuste gerado pela re­ visão das vidas úteis foi de R$ 1.139.

MOVIMENTAÇÃO DO IMOBILIZADO Saldo em 31 de dezembro de 2009

23.248

(+) Adições

Máquinas e equipamentos

Instalações

Móveis e utensílios

Equipamentos de laboratório

Computadores Veículos

1.744 512 1.274 726 1.041 92

(—) Baixas líquidas

(1.439)

(—) Depreciação

(6.511)

Saldo em 31 de dezembro de 2010

20.687

76


MOVIMENTAÇÃO DO INTANGÍVEL Saldo em 31 de dezembro de 2009

6.996

(+) Adições

Direito de uso de softwares (—) Amortizações

Saldo em 31 de dezembro de 2010

3.099 (2.432) 7.663

77


13 Empréstimos e financiamentos Controladora Circulante

BNDES

Encargos financeiros Total

Não circulante

2010

2009

2010

2009

1.104

2.629

1.108

16

1.104

2.645

1.108

Consolidado Circulante

BNDES

Não circulante

2010

2009

2010

2009

1.104

2.629

1.108

Encargos financeiros

16

Finimp

1.966

423

12.395

2.934

1.527

7.545

12.395

1.108

Finep Outros empréstimos nacionais Total Financiadora de Estudos e Projetos — FINEP

A controlada indireta Trópico Sistemas e Telecomunicações da Amazônia Ltda . contratou em 2010 financiamento para desenvolvimento de tecnologia para o projeto “Vectura Multi­ mídia”, dentro da linha de financiamento da Finep denomina­ da Inova Brasil, no valor total de R$ 35.000, a ser liberado em 4 parcelas semestrais, vencíveis em 80 meses, após carência de 20 meses, sobre o qual incidirá juros de 4% ao ano. As informações sobre garantias estão descritas na nota ex­ plicativa no 23.

78


14 Partes relacionadas a_Transações com partes relacionadas

Os principais saldos de ativos e passivos em 31 de dezembro de 2010 e 2009 decorrem de transações com a Companhia, sua controladora, suas controladas e empresas ligadas, con­ forme segue: Controladora

Consolidado

2010

2009

2010

2009

Ativo circulante

Promon Engenharia Ltda.

FIQ Trading, Marketing, Serviços Lda.(i)

Promon Tecnologia Ltda.

Total

3.852 

— 

9.797

6.393 

— 

— 

9.797

10.245 

Passivo circulante

Promon Empreendimentos e Participações S . A .(ii)

8.053 

8.053 

Promon Engenharia Ltda.

3.475

Promon Tecnologia Ltda.

32

— 

— 

FIQ Trading, Marketing, Serviços e Consultores Lda.

Promon International, Inc.

Total

158

165 

— 

64

67 

— 

3.730

8.285 

8.053 

(901)

(901)

Resultado Despesa financeira

(i) O saldo a receber da controlada FIQ Trading, Marketing, Serviços e Consultores Lda. refere-se à venda de ações da Datatec Limited a ser pago em dez parcelas mensais. (ii) As transações com partes relacionadas referem-se a con­ tas a receber e contratos de mútuo. Os contratos firmados entre a Companhia e sua controladora Promon Empreendi­ mentos e Participações S . A . possuíam data de vencimento indeterminado e estavam sujeitos a juros calculados à base de 104% da variação dos Certificados de Depósitos Inter­ bancários — CDI . O saldo a receber foi totalmente liquidado em 30 de junho de 2010.

79


b_Remuneração da administração

Os montantes referentes às despesas com grupo de dirigen­ tes da Companhia e de suas controladas estão apresenta­ dos abaixo: Controladora

2010

Consolidado

2009

2010

2009

Remuneração Fixa

3.938

3.211

11.423

10.072

Variável (Participação nos lucros e resultados)

2.110

1.395

4.284

3.896

Total

6.048

4.606

15.707

13.968

Na AGO realizada em 8 de abril de 2010, foi estabelecido o montante global anual de remuneração dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria da Companhia de até R$ 5.000, não computadas as participações nos lucros e resultados. c_Transações com ações próprias

O resultado das transações com ações próprias efetuadas entre a Companhia e seus acionistas é apresentado na ru­ brica “Reserva de capital”.

80


15 Impostos parcelados

Em 30 de novembro de 2009, as controladas Promon Enge­ nharia Ltda., Promon Tecnologia Ltda., Promon Tecnologia e Participações Ltda. e Trópico Sistemas de Telecomunicação da Amazônia Ltda. aderiram ao parcelamento de débitos pe­ rante a Receita Federal do Brasil e a Procuradoria da Fazen­ da Nacional, previsto na Lei no 11.941/09, no montante de R$ 42.191, cuja desistência parcial ou total foi protocolada até o dia 1o de março de 2010, conforme requerido, e aguar­ dam homologação dos órgãos competentes. Os referidos débitos, após a utilização de prejuízos fis­ cais e base negativa da contribuição social no montante de R$ 9.216, e da redução aplicada conforme a lei, no montante de R$ 20.333, resultaram no saldo de R$ 12.642, a ser liqui­ dado parte à vista, no montante de R$ 5.545, e o valor rema­ nescente, de R$ 7.097, parcelado em até 180 meses. Do total de débitos aderidos ao programa, o mais relevan­ te é o da Trópico Sistemas de Telecomunicação da Amazônia Ltda., discutido na esfera judicial em razão de multa regula­ mentar aplicada pelas autoridades fiscais, pelo não preen­ chimento de campos obrigatórios em notas fiscais no período de 1997 a 2001. A Administração da referida controlada pro­ tocolou pedido de desistência parcial da ação, cujo valor em 31 de dezembro de 2009 era de R$ 18.296, antes dos res­ pectivos benefícios fiscais.

81


16 Provisão para contingências Controladora Não circulante

Provisão para contingências fiscais Provisão para contingências trabalhistas Outras provisões Total

Consolidado Não circulante

2010

2009

2010

2009

20.100

6.300

47.192

38.624

1.246

12.449

9.861

2.007

9.693

21.346

6.300

61.648

58.178

A Companhia, suas controladas e controladas em conjunto estão envolvidas em processos de natureza trabalhista e tri­ butária. A Administração, em conjunto com seus assessores jurídicos externos, entende que essas provisões são suficien­ tes para cobrir prováveis perdas nos referidos processos. Não há nenhum processo de valor relevante considerado como perda possível que necessite de divulgação.

A seguir, a movimentação da provisão para contingências ocor­ rida durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 :

Controladora

Consolidado

6.300

58.178

Saldo em 31 de dezembro de 2009 Adições

15.046

28.948

Reversões

(25.414)

Transferência para impostos parcelados (*)

(64)

21.346

61.648

Saldo em 31 de dezembro de 2010

( * ) Saldo referente a débitos incluídos no parcelamento insti­ tuído pela Lei no 11.941/09, conforme mencionado na nota explicativa no 15.

82


17 Patrimônio líquido

b_Reserva de lucros

a_Capital social e reserva de capital

_Reserva legal É constituída à razão de 5% do lucro líquido apurado em cada exercício social nos termos do art. 193 da Lei no 6.404/76 , até o limite de 20% do capital social ou 30% do capital social, quando acrescida de reserva de capital. Pode ser utilizada para aumento do capital ou para absorção de prejuízos. Em 2010, não foi constituída a referida reserva, em razão de satisfazer o limite de 30%, anteriormente mencionado.

Em 31 de dezembro de 2010, o capital social é composto por 110.880.000 (50.400.000 em 2009) ações ordinárias, sem va­ lor nominal, pertencentes a acionistas domiciliados no país. Na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária de 8 de abril de 2010, os acionistas da Companhia aprovaram o au­ mento do capital social no valor de R$ 11.240, mediante ca­ pitalização de reserva com emissão de 50.400.000 novas ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, a título de bonificação, e aumento do capital social da Companhia me­ diante subscrição de novas ações R$ 5.040 com a emissão de 10.080.000 novas ações ordinárias nominativas, sem va­ lor nominal, pelo preço unitário de emissão de R$ 2,437, sen­ do R$ 0,50 destinados à conta de capital social e o restante à conta de reserva de capital. O aumento de capital pode ser parcelado em até 36 parcelas mensais e os montantes a se­ rem integralizados estão deduzidos de reserva de capital. Aos acionistas é garantido, estatutariamente, dividendo mínimo obrigatório de 25% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da Lei das Sociedades por Ações.

_Reserva de liquidez Reserva estatutária destinada a dar flexibilidade à tesouraria da Companhia na administração do modelo acionário e de outras obrigações de curto prazo que exijam disponibilidade de caixa, inclusive para aquisição pela Companhia de suas próprias ações, se necessário. A Diretoria, ad referendum da Assembleia Geral, poderá utilizar o saldo da reserva de liqui­ dez para distribuição de dividendos e juros sobre o capital próprio ou aumentar o capital social. c_Ajustes de avaliação patrimonial

O valor apresentado nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2010 e de 2009 refere-se à variação cam­ bial decorrente da conversão das demonstrações financeiras da PLLAL .

83


d_Dividendos e juros sobre o capital

O estatuto social da Companhia determina a distribuição de dividendo mínimo obrigatório de 25% do resultado do perío­ do, ajustado na forma da lei e calculado como segue:

Lucro líquido

2010

2009

87.219

85.976

4.299

Dividendo mínimo obrigatório (25%)

21.805

20.419

Dividendos e juros sobre capital próprio antecipados

11.088

22.335

Dividendos propostos

50.000

50.400

(—) Reserva legal (5%)

Em 30 de setembro de 2010, a Administração aprovou ad referendum da Assembleia Geral ordinária distribuição de dividendos no valor de R$ 11.088 (R$ 22.335 em 2009, in­ cluindo juros sobre capital, distribuição esta que superou o montante dos dividendos mínimos obrigatórios). A Administração está propondo à aprovação da Assem­ bleia Geral Ordinária dividendos adicionais relativos ao exer­ cício de 2010 no valor de R$ 50.000, dos quais R$ 10.717 correspondem ao pagamento do dividendo mínimo obrigató­ rio e R$ 39.283 ao pagamento de dividendos adicionais. O total dos dividendos a pagar correspondem a 0,451 por ação. No encerramento de 31 de dezembro de 2009, a Admi­ nistração propôs a distribuição de dividendos no valor de R$ 50.400. Na Assembleia Geral Ordinária realizada em 08 de abril de 2010 foi aprovada a referida distribuição, parte como dividendos no valor de R$ 41.580 e parte como juros sobre capital no valor, antes de impostos, de R$ 8.820.

84


18 Receita operacional

2010

2009

542.523

276.609

91.714

129.267

666.674

447.699

Total da receita bruta

1.300.911

853.575

Receita bruta

1.300.911

853.575

(135.245)

(92.397)

(76.976)

(16.290)

1.088.689

744.888

Venda de produtos Prestação de serviços Receita de contratos de construção

Menos Impostos sobre vendas Devoluções e abatimentos Total da receita líquida

85


19 Outras receitas (despesas) líquidas Controladora

Reversão (aumento) de provisão para contingências

Consolidado

2010

2009

2010

2009

(15.046)

3.900

(8.086)

(10.135) (6.749)

Reversão (aumento) de provisão para desvalorização de ativos

2.191

Dividendos recebidos da Datatec

1.609

690

1.609 

15.385

5.356

20.596

5.356 

Resultado realizado de transações entre partes relacionadas

(7.486)

(9.384)

Compensação de preço das ações da Datatec

Outras

264

(6.265)

(5.694)

Total

603

10.865

1.640

(13.979)

Resultado na venda de ações da Datatec

11.018 

20 Despesas e receitas financeiras e variações cambiais líquidas Controladora

Consolidado

2010

2009

490

778

680

2.375

125

25

1.415

691

541

215

2010

2009

234 —

Despesas financeiras

Juros sobre empréstimos

Ajuste de operações de derivativos

Comissões e despesas bancárias

Despesas financeiras dos consórcios

PIS e Cofins sobre receitas financeiras

333

909

333

909

IOF

707

577

1.153

963

Juros sobre partes relacionadas

901

901

819

208

2.247

4.456

2.219

3.111

8.843

8.816

13.215

Outros

Receitas financeiras

Rendimentos sobre aplicações financeiras

182

38

19.310

Ajuste de operações de derivativos

488

4.834

5.731

Receitas financeiras dos consórcios

5.437

2.333

19

212

4.595

7.513

201

738

34.176

28.792

Outros

Variações cambiais líquidas Variações cambiais de aplicações financeiras Variações cambiais de mútuos e contas a receber Outros

86

(5.399)

107

(685)

(5.676)

(1.350)

(22.037)

(2)

79

(3.317)

4.262

(687)

(5.597)

(10.066)

(17.668)


21 Imposto de renda e contribuição social

Os montantes relativos ao imposto de renda e à contribui­ ção social diferidos em 31 de dezembro de 2010 e 2009 são como segue: Consolidado

2010

2009

Diferenças temporárias 8.048

8.074

Outras

1.178

1.224

Total — Ativo não circulante

9.226

9.298

Provisão para contingências

O imposto de renda e a contribuição social diferidos foram constituídos para créditos da controlada direta Promon En­ genharia Ltda. e da controlada indireta EPC Compra e Venda de Equipamentos Industriais Ltda., pelo fato de essas em­ presas apresentarem expectativa de lucro tributável futuro que permita a sua realização. A reconciliação do imposto de renda e da contribuição social registrados no resultado dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009 é a seguinte: Controladora

Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Alíquota vigente Expectativa da despesa de imposto de renda e contribuição social

Consolidado

2010

2009

2010

2009

87.219

86.377 

139.712

107.455 

34%

34% 

34%

34% 

29.654

29.368 

47.502

36.535 

Efeito do imposto de renda e da contribuição social sobre: Adições (exclusões) permanentes (34.091)

(29.077)

(2.104)

(8.160)

Benefício com pesquisa e inovação tecnológica — Lei no 11.196/05

(3.190)

3.677

5.115

(1.326)

1.498

Resultado de equivalência patrimonial Ajuste decorrente da distribuição desproporcional de resultados

Adições (exclusões) temporárias sem constituição de imposto de renda diferido

Aumento (reversão) de provisões

Prejuízo fiscal e base negativa compensados, para os quais não havia sido constituído crédito fiscal, diferidos pelas incertezas na sua realização

6.891 

1.261

(1.055)

1.758

(7.331)

(3.528)

(2.645)

(3.528)

(2.645)

1.226

2.436 

— 

363

2.700

1.671

(85)

Despesa com imposto de renda e contribuição social registrados no resultado do exercício

401

50.474

22.015 

Imposto de renda e contribuição social correntes

401

50.402

22.944 

Imposto de renda e contribuição social diferidos

— 

72

(929)

Imposto de renda sobre juros sobre o capital próprio pagos Imposto de renda sobre juros sobre o capital próprio recebidos Outras

87


22 Cobertura de seguros

A Companhia, suas controladas e controladas em conjunto adotam a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficien­ tes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de riscos adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria de demonstrações financeiras. Consequentemente, não fo­ ram examinadas pelos nossos auditores independentes.

23 Garantias prestadas

A Companhia, suas controladas e controladas em conjunto ofereceram garantias para assegurar o cumprimento de exe­ cução de contratos, propostas e processos fiscais em fase de discussão judicial, entre outros, sob forma de cartas de fiança bancária e apólices de seguro-garantia, conforme segue: Controladora

Consolidado

2010

2009

2010

2009

10.057

10.057

10.057

10.057

Finep

12.797

Cumprimento de obrigações contratuais

232.913

191.871

Processos judiciais

117.630

117.413

Adiantamento de pagamento

26.322

31.422

8.310

10.306

3.973

18.367

10.057

410.025

354.736

BNDES

Outras Total

88


24 Fundação Promon de Previdência Social

25 Plano de saúde

A Companhia e suas controladas, Promon Engenharia Ltda., Trópico Sistemas e Telecomunicações da Amazônia Ltda. e Vectura Serviços e Softwares Ltda., e as coligadas PromonLo­ gicalis Tecnologia e Participações Ltda. e PTLS Comércio, Ex­ portação e Importação de Equipamentos de Telecomunicações Ltda. são patrocinadoras da Fundação Promon de Previdência Social, entidade fechada de previdência privada, sem fins lucra­ tivos, com autonomia administrativa e financeira. A Fundação Promon tem por objetivo instituir planos privados para a con­ cessão de benefícios complementares ou assemelhados aos da Previdência Social oficial a todos os seus participantes. No fim de 2010, a Fundação Promon contava com dois planos de benefícios, sendo um de Benefício Definido — Pro­ mon BásicoPlus (fechado para novos ingressos desde 28 de março de 2005) e um de Contribuição Definida — Promon MultiFlex, que acolhe os novos funcionários admitidos pelas patrocinadoras e também recebeu a migração de vários par­ ticipantes ativos e assistidos do plano Promon BásicoPlus. A Fundação Promon dispunha, em 31 de dezembro de 2010, de patrimônio para cobertura dos planos de R$885.174 ( R$794.023 em 2009 ) e de provisões matemáticas de R$776.512 (R$710.167 em 2009). O plano BásicoPlus apresentou em 2010 expressivo de­ sempenho financeiro, obtendo um resultado de R$24.807, o que permitiu atingir um patrimônio para cobertura dos pla­ nos de R$557.219 e um superávit técnico acumulado de R$108.662 (equivalente a 24,2% do exigível atuarial do pla­ no), que, por ser inferior a 25%, obrigatoriamente é destinado à constituição de reserva de contingências de acordo com a Resolução CGPC no 26. A importante relação entre o superá­ vit técnico acumulado com o passivo atuarial, bem como as premissas utilizadas para o cálculo do exigível atuarial, traduz a sólida capacidade do plano para atender aos compromis­ sos futuros estabelecidos com seus participantes e também aponta para a existência de confortável margem de contin­ gência na preservação do equilíbrio do plano de Benefício Definido. Para apuração das provisões matemáticas foram utilizadas as seguintes principais hipóteses: _taxa real anual de juros: 5% ao ano; _projeção do crescimento real de salário: 3% ao ano; _Tábua de Mortalidade Geral: AT-2000 desagravada em 20% , segregada por sexo.

O Grupo Promon mantém plano de saúde do tipo autoges­ tão, administrado por empresa especializada, que prevê re­ embolso das despesas médico-hospitalares e odontológicas aos participantes nos casos de utilização de assistência mé­ dica de rede não credenciada. O custo total das despesas incorridas em 2010 foi de R$ 6.028 (R$ 5.250 em 2009).

26 Gerenciamento de riscos a_Gestão financeira

A Companhia, suas controladas e controladas em conjunto desenvolvem relacionamento com instituições financeiras de primeira linha do mercado financeiro, com base em critérios definidos na política bancária. A política bancária estabelece limites de alocação nos bancos, evitando a concentração, assim como define os produtos bancários que podem ser usados tanto em operações de alocação quanto captação dos recursos. Há rotinas mensais de apresentação à Admi­ nistração da Companhia das posições em aberto no merca­ do financeiro. A Companhia procura manter linhas de crédito disponíveis junto às instituições financeiras. b_Gestão de capital

A administração do capital objetiva salvaguardar a capacida­ de de continuidade da Companhia, ao menor custo possível, oferecendo retorno adequado aos acionistas. c_Risco de crédito

A Administração da Companhia monitora o risco de crédito por meio da seleção criteriosa da carteira de clientes, que considera a capacidade de pagamento (análise de crédito), facilitada pelo fato de não ser pulverizada. d_Risco de flutuação de preços praticados

A Companhia busca neutralizar o risco de flutuação de pre­ ços adotando em seus contratos com clientes fórmulas de reajustes que capturem a variação dos custos de seus prin­ cipais insumos, repassando aos fornecedores as mesmas condições ajustadas com os clientes.

O plano MultiFlex é isento de riscos atuariais no que diz res­ peito a seus benefícios previdenciários, que são calculados pelo montante acumulado das contribuições feitas pelas pa­ trocinadoras e, opcionalmente, pelos participantes durante a fase de constituição de reservas, acrescidos dos rendimen­ tos financeiros líquidos, e são pagos na forma de renda por prazo certo em quotas. Ao final de 2010 o patrimônio social do plano alcançou R$ 327.955. Durante o exercício de 2010, a contribuição consolidada do plano Promon BásicoPlus e do plano Promon MultiFlex, aportada pelas patrocinadoras Promon S. A . e suas controla­ das, foi de R$ 8.496 (R$ 8.683 em 2009).

89


e_Taxa de juros

A Companhia está exposta a riscos normais de mercado em decorrência de mudanças nas taxas de juros sobre suas apli­ cações financeiras. Parte das aplicações financeiras da Companhia, suas controladas e controladas em conjunto são mantidas em operações vinculadas à variação do CDI. Em 31 de dezembro de 2010, os investimentos sujeitos a esse risco representam 73,16% do total das aplicações financeiras e títulos e valores mobiliários, monitoradas tempestivamente pela Administração. Os ativos e passivos financeiros da Companhia, suas controladas e controladas em conjunto estão classificados nas seguintes categorias: Registrados pelo valor justo por meio do resultado

Empréstimos e recebíveis

Mantidos até o vencimento

Consolidado 2010

267.632

Ativo

Caixa e equivalentes de caixa

267.632

Ganho com operação de derivativos

3.978

3.978

7.341

9.157

16.498

79.471

79.470 204.536

Aplicações financeiras

Títulos e valores mobiliários

Contas a receber de clientes

204.536

Créditos vinculados a consórcios

2.846

2.846

Outros créditos

21.132

21.132

90.790

496.146

9.157

596.092

Total

Passivos financeiros mensurados ao custo amortizado

Consolidado 2010

Passivo Fornecedores

91.900

91.900

13.922

13.922

Empréstimos e financiamentos

Débitos vinculados a consórcios

Outras obrigações a pagar

Contas a pagar por compra de ações próprias

Total

7.928

7.928

23.050

23.050

1.160

1.160

137.960

137.960

Registrados pelo valor justo por meio do resultado

Empréstimos e recebíveis

Mantidos até o vencimento

Consolidado 2010

198.279

198.279

Ganho com operação de derivativos

4.891

4.891

6.674

6.674

66.263

66.263 174.577

Ativo

Caixa e equivalentes de caixa Aplicações financeiras

Títulos e valores mobiliários

Contas a receber de clientes

174.577

Créditos vinculados a consórcios

3.551

3.551

Outros créditos

22.345

22.345

77.828

398.752

476.580

Total

90


Passivos financeiros mensurados ao custo amortizado

Consolidado 2010

Passivo Fornecedores

59.906

59.906

Empréstimos e financiamentos

8.653

8.653

Partes relacionadas

8.053

8.053

Débitos vinculados a consórcios

Outras obrigações a pagar

Contas a pagar por compra de ações próprias

Total

1.247

1.247

25.950

25.950

2.991

2.991

106.800

106.800

A Controladora, suas controladas e controladas em conjunto contratam instrumentos de derivativos com o objetivo exclu­ sivo de proteção contra variações cambiais oriundas da ex­ posição de seus ativos e de suas operações, no Brasil e no exterior, utilizando-se de contratos de derivativos Non-Deli­ verable Forward — NDF. As contratações ocorrem mediante a avaliação das condições de mercado, e o gerenciamento da exposição é feito permanentemente, obedecendo-se aos níveis de governança estabelecidos pela Administração. Em 31 de dezembro de 2010, os seguintes contratos de derivativos estavam em andamento:

Moeda Instrumento

Valor de referência (milhões)

Ativo

passivo

NDF

R$

US$

$10

NDF

R$

€ 5,7

Data de início

Data de vencimento

Taxa contratada

Consolidado 2010

20/01/2010

20/01/2011

1,9262

2.552

06/05/2010

29/04/2011

2,514

1.426 3.978

Os ativos registrados a valor justo por meio do resultado são avaliados segundo as regras de hierarquização do pronun­ ciamento CPC 38, conforme abaixo: Nível 1_Preços cotados em mercados ativos para ativos idênticos. Nível 2_Outras informações dispon��veis, exceto aquelas do Nível 1, em que os preços cotados (não ajustados) são para ativos e passivos similares, em mercados não ativos, ou ou­ tras informações que estão disponíveis e que podem ser uti­ lizadas de forma indireta (derivados dos preços). Nível 3_Informações indisponíveis em função de pequena ou nenhuma atividade de mercado e que são significantes para definição do valor justo dos ativos e passivos.

O processo de mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros do Grupo está classificado como Nível 2.

91


Conselho de Administração (em 31/12/2010) Luiz Ernesto Gemignani

Presidente

Gilson G. Krause

Conselheiro

Luiz Fernando T. Rudge

Conselheiro

Luiz Gonzaga Marinho Brandão

Conselheiro

Raul Antonio Del Fiol

Conselheiro

José Guimarães Monforte

Conselheiro (independente) direção-geral (em 31/12/2010) Luiz Fernando T. Rudge

Diretor-Presidente

Felipe Alceu Amoroso Lima Diretor Executivo e CFO( * ) Gilson G. Krause

Diretor Executivo

Ivo Godoi Junior

Diretor Executivo

márcio emídio gavioli

Contador

CRC n o 1 SP 114904/O7

( * ) CFO – Chief Financial Officer

92


Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras

Aos Acionistas e Administradores da Promon S.A. São Paulo – SP

1. Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Promon S . A . (“Companhia”), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resul­ tado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras

6. Conforme mencionado na nota explicativa no 4.a, a Compa­ nhia possui investimento de 30% na PromonLogicalis Latin America Ltd. (“PLLAL”), empresa constituída no Reino Unido,

avaliado pelo método da equivalência patrimonial, o qual será auditado por outros auditores independentes, em data-base diferente a essa demonstração financeira. Dessa forma, não nos foi possível concluir quanto à adequação do saldo do in­ vestimento nessa empresa no montante de R$49.928 mil e no resultado positivo de equivalência patrimonial no montan­ te de R$ 5.788 mil. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas

7. Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que po­ Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras

2. A Administração da Companhia é responsável pela elabo­

ração e adequada apresentação das demonstrações finan­ ceiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção rele­ vante, independentemente se causada por fraude ou erro.

deriam advir da auditoria das demonstrações financeiras do investimento na PLLAL , descrito no parágrafo 6 , na seção Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações fi­ nanceiras, as demonstrações financeiras individuais e con­ solidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e finan­ ceira da Promon S. A . em 31 de dezembro de 2010, o desem­ penho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas con­ tábeis adotadas no Brasil.

Responsabilidade dos auditores independentes

3. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião so­ bre essas demonstrações financeiras individuais e consoli­ dadas, com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Es­ sas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as de­ monstrações financeiras estão livres de distorção relevante. 4. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos sele­

cionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção rele­ vante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia des­ ses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 5. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é sufi­

ciente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.

Outros assuntos Auditoria dos valores correspondentes aos exercícios anteriores

8. Os valores individuais e consolidados correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009, apresentados

para fins de comparação, foram anteriormente examinados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado de 5 de março de 2010, contendo limitação de escopo refe­ rente ao mesmo assunto mencionado no parágrafo 6, acima.

São Paulo, 22 de fevereiro de 2011 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 Wagner Petelin Contador CRC 1SP142133/O-7

93


Promon S.A. Conselho de Administração Luiz Ernesto Gemignani

Presidente

Gilson G. Krause

Conselheiro

Luiz Fernando T. Rudge

Conselheiro

Luiz Gonzaga Marinho Brandão

Conselheiro

Raul Antonio Del Fiol

Conselheiro

José Guimarães Monforte

Conselheiro (independente) Direção-Geral Luiz Fernando T. Rudge

Diretor-Presidente

Felipe Alceu Amoroso Lima Diretor Executivo e CFO(*) Gilson G. Krause

Diretor Executivo

Ivo Godoi Junior

Diretor Executivo

Novos Negócios Ivo Godoi Junior

Diretor Executivo

Jacques Magalhães Benain

Diretor, Desenvolvimento de Negócios Staff Bruno Pires Bandarovsky

Diretor, Tributos

Heloisa R. de Campos Mello

Diretora, Jurídico

Maria Cristina Varalla Mendes

Diretora, Finanças

Milton Lopes Antelo Filho

Diretor, Coordenação Corporativa Newton Rafael Zuppo

Diretor, Auditoria

/ QUADRO DE DIRIGENTES

Composição em 7 de abril de 2011, data da Assembleia Geral de Acionistas da Promon S.A.

94

( * ) CFO – Chief Financial Officer


PromonLogicalis Latin America Limited

Trópico Sistemas e Telecomunicações S.A.

Fundação Promon de Previdência Social

Conselho de Administração

Conselho de Administração

Conselho Deliberativo

Jens Montanana

Luiz Fernando T. Rudge

Luiz Ernesto Gemignani

Diretor Executivo, Operações

Luiz Fernando T. Rudge

Felipe Alceu Amoroso Lima

Luiz Gonzaga Marinho Brandão

Moisés Falco

Diretor Executivo, Gestão do Conhecimento

Ivo Godoi Junior

Ivo Godoi Junior

Maria Cristina Varalla Mendes

Ian Cook

Cláudio Aparecido Violato

Paulo M. A. Sobreira

Mark Rogers

Promon Engenharia Ltda. Dirigentes Gilson G. Krause

Diretor-Presidente Eric Lazare F. Rosenthal

Diretor Executivo, Comercial Hugo O. Brodskyn

Diretor

Octavio Pieranti Filho

Diretor

Luiz Claudio Campos Ribeiro

Diretor, Finanças

César Roberto de Oliveira Brochado

Diretor de Projeto

Cícero Gageiro Ferreira

Presidente (Logicalis)

(Logicalis) (Logicalis)

Nigel Drakeford-Lewis

(Logicalis)

Comitê Operacional (OPCO) Luís Eduardo Sym Cardoso

Presidente, PromonLogicalis Latin America Ltd. José Rodrigo Parreira

Vice-Presidente, PromonLogicalis Latin America Ltd. Cássio Ricardo de Moura

Diretor de Projeto

Diretor Financeiro, PromonLogicalis Latin America Ltd.

Cícero V. F. Facciolla

Silvina Blaiotta

Diretor de Projeto

Francisco Ferraro Neto

Diretora Financeira, Logicalis Southern Cone

João Augusto R. Fontoura

Dirigentes no Brasil

Jobel Freitas da Silva

Diretor Presidente

Diretor Técnico, Engenharia Diretor Técnico, Engenharia Diretor Técnico, Civil

Jorge Rodrigues Patrício

Diretor de Projeto

Luis Eduardo Sozio

Diretor Técnico, Geotecnia

Luís Eduardo Sym Cardoso

Cássio Ricardo de Moura

Diretor, Finanças e Administração

Maurício Wagana

Daniel Cunha Amorim

Mauro Cesar Pereira

Ednir Jorge Arantes

Patrícia Cristina C. Sibinelli

Herbert J. Azevedo

Diretora, Operações Serviços Profissionais Rodney de B. Faria

Diretor Técnico, Processos Sérgio Luiz P. do Nascimento

Diretor de Projeto Wilson Vicentin

Diretor, Serviços Diretor, Projetos

Diretor, Engenharia Comercial Lígia Senise Ferreira Bussad

Diretora, Suprimentos Diretor, Consultoria

Marcos Theodoro Simon Siqueira

Cássio Ricardo de Moura

José Fernando Carniel

Claudio Pfiszter

Diretor Comercial

Olívio Dionísio Júnior

Luiz Claudio Campos Ribeiro

Diretor de Tecnologia

Diretoria Executiva

Paulo Antonio Arouca

Wagner Tirolli

Diretor, Finanças, Administração, Relações Humanas e Sistemas Tomio Torii

Diretor de Operações José Rafael Janini Ortiz

Diretor de Negócios

Manoel Marcilio Sanches

Diretor de Negócios

Diretor-Presidente Mário Sérgio de Pina Ribeiro

Diretor

Marcia Fernandes Kopelman

Diretora

Instituto Razão Social Conselho Diretor Carlos M. Siffert

Presidente do Conselho José Paulo Soares Martins

Araly Palácios Mullcue

Gerente

Instituto de Tecnologia Promon Conselho Consultivo Paulo Accioly Fragelli

Presidente do Conselho

Luiz Ernesto Gemignani Hugo O. Brodskyn Ricardo Corrêa Oliveira Martins

Diretor Executivo

Diretor, Negócios Segmento Corporativo

Álvaro Bragança Júnior

Silvana Teruko Mizono Viel

André Luiz Castello Branco

Tânia L. Casa de Vito

Bruno Picozzi

Ana Carolina Kliemann

Diretor, Novos Negócios

Conselho Fiscal

Diretor-Presidente

Luís Minoru Shibata

Renata de Oliveira P. Randi

Diretor de Negócios

Raul Antonio Del Fiol

Diretor, Tecnologia

Diretor de Projeto Diretor de Negócios

Dirigentes

Rosana Bretzel Tamas Makray

Ricardo Pelegrini ( IBM )

Carlos A. M. Pingarilho

Diretor de Projeto

(CPqD)

Reginaldo Ladvig Oswaldo

Mauricio Sgarbi Goulart

Diretor de Projeto

Hélio Marcos M. Graciosa

Mônica M. Orsolini Paulo Accioly Fragelli

(Gerdau)

Diretor Executivo, Negócios Diretor, Operações

Diretor de Projeto

(CPqD)

Presidente do Conselho

João A. G. Albanezi

Luiza Maria B. Carneiro

Diretora de Projeto

Presidente do Conselho

Diretora, Marketing e Parcerias Diretora, Engenharia

Diretora, Relações Humanas Gerente, Jurídico

Celso Pereira da Silva

Diretor, Desenvolvimento de Negócios Guilherme Jorge de M. Velho

Diretor de Negócios Ivan Cruz Furtado

Diretor de Negócios José Carlos Dalla Greppe

Diretor de Negócios

José Octavio L. de Alvarenga

Diretor de Negócios

Antonio A. Vellasco Filho

Diretor, Sistemas e Administração Ivan Cozaciuc

Diretor, Sistemas de Gestão Marcia Fernandes Kopelman

Diretora, Relações Humanas e Comunicação Márcio Emídio Gavioli

Diretor Adjunto, Assessoria Tributária Mário Sérgio de Pina Ribeiro

Diretor Adjunto, Tesouraria

95


Coordenação

Legendas

Promon — Unidade de Comunicação

capa Unidade de Hidrodessulfurização da Refinaria Henrique Lage, em São José dos Campos, SP

Texto Promon ITPress

Revisão Escrita

Edição e projeto gráfico publique-se

Gráficos Dárkon Vieira Roque

Fotografias João Luiz Musa Michele mifano Acervo Promon

Impressão ipsis gráfica

P. 2-3 Unidade de Hidrotratamento da Refinaria Henrique Lage, em São José dos Campos, SP P. 6 Unidade de Coqueamento Retardado da Refinaria Presidente Getúlio Vargas, em Araucária, PR P. 9 Unidade de Geração de Hidrogênio da Refinaria Henrique Lage, em São José dos Campos, SP P. 14 Unidade de Cogeração de Energia da Usina de Açúcar e Álcool da Cosan, em Barra Bonita, SP

Versão em formato PDF disponível no site www.promon.com.br

P. 18-19 Unidade de Geração de Hidrogênio da Refinaria Henrique Lage, em São José dos Campos, SP

Av. Pres. Juscelino Kubitschek 1830 04543-900 São Paulo SP Brasil www.promon.com.br

P. 20 Unidade de Hidrodessulfurização da Refinaria Henrique Lage, em São José dos Campos, SP P. 22 Inspeção visual de tubulações por robôs, na Unidade de Hidrodessulfurização da Refinaria Alberto Pasqualini, em Canoas, RS P. 25 Unidade de Coqueamento Retardado da Refinaria Presidente Getúlio Vargas, em Araucária, PR P. 26 Data center da PromonLogicalis Latin America, em São Paulo, SP P. 30 Linha Vectura de equipamentos, desenvolvida e produzida pela Trópico P. 35 Silo graneleiro da NovaAgri, uma das empresas adquiridas pela P2Brasil, em Luís Eduardo Magalhães, BA P. 36-37 Jovens músicos do projeto “Toca, Zezinho”, apoiado pela Promon e desenvolvido pela Casa do Zezinho, em São Paulo, SP P. 42 Capacitação de educadores da rede pública de ensino nas ferramentas on-line do Instituto Razão Social P. 44-45 Unidade de Coqueamento Retardado da Refinaria Presidente Getúlio Vargas, em Araucária, PR


promon s.a. Av. Pres. Juscelino Kubitschek 1830 04543-900 S達o Paulo SP Brasil www.promon.com.br


Relatório Anual 2010