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o pinheirinho ano onze | número 3 | junho de 2004 | 1 pinheiro | e b i charneca de caparica A N I V E R S Á R I O

| PETIT COIN DU FRANÇAIS | MÚSICA | CRÓNICAS TEMÁTICAS | INFORMÁTICA | DESPORTO | CHARNECA DE CAPARICA À LUPA |

1 0 º

| NOTÍCIAS | ANIMAIS | CIÊNCIA | ESPECIAL 10 ANOS | 1º CICLO | CRIAÇÃO LITERÁRIA | ENGLISH CORNER | PASSATEMPOS |


o Sumári

as 2 dia das ciênci

notícias

do falamos

lamos quan | De que fa

la mundo à jane a m ne ci ao a id uma o ig ns co ler e m no m co uma sala s ira ge an tr es dia das línguas as lh ci visita a ca ca park visita ao bado dania da ci da dia anhã europa de am o ambiente na

animais

tubarão chita

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ciência

ra poluição sono a og dr ades da mitos e realid a ic át em especial mat

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10 anos especial to-reportagem fo

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1º ciclo

da água carta europeia a lua o arco-íris liberdade

criação

uma canção um trevo à procura de xcer tos) (e s te is s olhos tr a princesa do

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corner

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que vou dirão mesmo ns gu al a ... ho estran de responder Pode parecer l mas...antes ria . ito ia ed ór e st st a hi / título de a pequeníssim fugir ao tema contar-vos um o mais. O o nã er ... qu os , an ta is un esta perg a há uns do in vestida, en m m Be sa es a. Conheci dia de fest , um i fo é at osta, quente conheci re e bem disp eg dia em que a al ... is e -s po ou de nt eses aprese simpática. M enfeitada, ela uma menina o, com algum a st Er ro . no ra o do is rr so acolhe m um m nhar outra te .. e foi co a familia e ga e era definitivo. um a ar in ix en de m e isto de daquela receio (porqu cil me aproximei fá e i fo qu ) o ga nã di io lhe No iníc muito que se alhar juntas. podiamos trab te. se i en te bi un am rg pe bom ina... os fazê-lo em ama essa men ch se o m mas procurám co m .I. A B va E. ta a un id rg er a nossa qu Se já se pe e qu do , os os, acaba de ais nem men as. Tem 10 an en e ela é, nem m ap a in en desafios do 2º é uma m ra aceitar os nossa escola pa ! o ro cl ci tu Fu 1º o orto do os nós: deixar o conf ! Mas sabem quena que a espera o os esta pe be -v sa ar nt em co N o 3º. tã mo en nó iu rv mim, é si ni Para que se or que, para u en se rm po ..o e. há ad e ue....s eve amiz história? Porq do sta ainda br o de çã ia na ór gi st pa hi na l pela de sucesso u responsáve borei heirinho!”. So passado cola in o “P an é o e m já no ssa as m po e o br qu Setem te algo jornal desde inião, se exis ve vi op se ha e in m qu , a . N e se respira qu com a equipa TE us se EN s BI lato do undo o AM jornal. É o re u a revelar ao m se vr o la é pa go à ...esse al também numa escola de E sendo fiel o a. nt vr ju la on pa “c à fiel e é um dias...sendo dicionário qu quecer bemos pelo bom não es sa , rá te se en bi o, ud Am nt Co tureza . na a” s cerc isas da coisas que no to fazem parte não só co rrisos so , es çõ njun m os cora bé m ta que desse co as m ) Co biente? mo es, água, ar... iam. E esse am s de (árvores, flor ro s no e do atentos ao eles qu ? Temos esta o e mentes daqu os nt ta am o on ci ad la in nos re -nos dom m te a di está? Como a te a en e ambi stresse do di azitos? Em qu outros? Ou o ssos problem nós para no de s do um os da m de fazer ca que só sabe po ue Q I? EB amiga vive a minha opinar? zer que eu e uem arrisca a Q r? ra ho oralismos e di m os o mel ls os fa m ar se chover os artig Quero termin não param de s e do qu To é : 4. es 00 liz uito fe 2003/2 e ela estamos m o da edição m er m no nú em o o, tim ix e ul o, que de tã en , e para este 3º es qu el o lamentand borar. É para decimentos, ra querem cola a. ag et ui os eq er irr nc I...é mais si menina...a EB da equipa, os itar tudo. Esta -se! ed da os en m am co ss não po mbo tá viva e re Es ! el áv ud . of sa Pr Teresa Po Ainda bem! É

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literária

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ALISMO NA

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m ístico e també núcleo jornal ra um pa os , m te te analmen jornal, já reúnem, sem a Já temos um se um e lta qu fa s s re esso xtos… Só no te os já temos prof ss os no rm ra se melhorar os na escola pa nos ajudar a Jornalismo” r o nosso de ia cr be ar lu nt “C te !!! Vamos coisa… um S” TA IS r ajuda a AL di N R OS JO so, vamos pe is ra pa “VERDADEIR e, o riência nesta o próximo an têm mais expe visitar as já e clube já para qu , na de colas da zo Gostaríamos colegas de es emos MAIS! ??? Também er o” qu lic s úb nó “P o as área. M rque não po … al alista, para rn rn jo jo um escola um na r instalações de be ce re importância de to gosto em os colegas da teríamos mui ss no udar os r ce conven nos poderá aj nos ajudar a o ler… porque ssas de no e as la r co ra es na e a melho s re ito ter um jornal le s re rmos melho no futuro a se !!! Pipa, 6ºD comunicação de s capacidade


Graça Carvalha, Coordenadora do Departamento de Ciências Físicas e Naturais Sónia Dias, Coordenadora do Departamento de Matemática

“Eu, Encarregada de Educação de uma aluna do 6º ano, vim, no Dia das Ciências, fazer uma visita à escola e observei várias experiências. Acho estas iniciativas bastante interessantes, para as crianças e não só. Os pais também deveriam participar nestas actividades, tal como eu. A experiência de que eu gostei mais foi a o ovo.” Graça Fernandes, Encarregada de Educação “O Dia das Ciências foi de excelência, pela organização, qualidade, diversidade, dinâmica e empenho, numa escola ao serviço dos alunos. Senti vontade de recuar no tempo e de ser aluna outra vez!” Profª Teresa Palma Fernandes “Eu gostei muito do Dia das Ciências, porque me permitiu ver coisas que de outra forma, se calhar, não conheceria. Gostei das experiências de física/química e dos trabalhos realizados pelos alunos, mostrando aquilo que eles aprenderam nas aulas. A minha preferência vai para o periscópio, que é, afinal, uma coisa tão simples.” Auxiliar de Acção Educativa Dila “O Dia das Ciências foi o melhor dia da escola. Adorei ir à sala de Ciências, porque ajudei outros colegas a fazer experiências e diverti-me muito. Nesse dia, os professores foram os alunos.” Sara Oliveira e Nuno, 3º A

| O MUNDO À JANELA Neste ano lectivo, a escola apostou em trabalhos criativos e inovadores. Esta aposta permitiu a todos os alunos o contacto directo com as novas tecnologias de informação. O Mundo à Janela foi o palco privilegiado para a apresentação dos trabalhos das turmas. Ao longo de todo o ano, semana após semana, o Centro de Recursos abriu a Janela e de lá foi possível ver e reflectir sobre um conjunto de temas muito variados, desde a saúde, a natureza, o desporto, a cidadania,

˜ experiências ˜ exposições ˜ livros ˜ experiências ˜ exposições ˜ livros ˜

Realizou-se na nossa escola, no passado dia 22 de Março, o Dia das Ciências. Mais uma vez, como em anos anteriores, houve uma grande colaboração de todos os professores, funcionários e alunos, quer na organização e dinamização das salas, quer no cumprimento do calendário previsto. O programa foi variado: atelier de pintura, salas temáticas (Ciências Naturais, Ciências Físico-Químicas, Matemática, História e Geografia), sala do 1º Ciclo, projecção do filme “Donald no país da matemágica”, Plastickids, recolha de pilhas (em que a grande vencedora foi a turma C do 9º ano), Feira dos Minerais, exposição das primeiras 408 casas decimais do π e, ainda, observação astronómica nocturna. Foi importante a colaboração e participação de TODOS e, sem ela, este dia não teria sido possível. Ficam aqui alguns testemunhos de quem passou pela EBI no dia 22 de Março.

notícias

| Dia das Ciências…

a cultura, etc… A nossa escola ficou mais rica e os alunos mais motivados por darem a conhecer as suas pesquisas, as suas reflexões. Parabéns a todos pelo envolvimento. Prof. Céu Oliveira

supervisão, edição e revisão de texto ana freitas | cecília almeida | isabel pereira | maria joão santos | margarida valente | teresa pereira | teresa pombo | núcleo jornalístico ana alves | daniel martins | filipa coutinho | joão gomes | raquel moreira | mafalda ferreira | sara gonçalves | carolina alves | colaboradores associação de pais | profs. amália castanheira | céu oliveira | dina macieira | graça carvalha | luísa correia | maria joão santos | sónia dias | teresa pereira | teresa pombo | alunos do atl | turmas 4º B | 9ºB | 4º C daniela oliveira | carolina louro | 6º B fábio galo | 6ºD ana rita | bruno | joão santos | patrícia cruz | 7º C susana teixeira | 8ºB annabelle prior | carla santos | jessica postiço | 8º D inês matias | 9º A silvana pereira | tiago cardoso | 9º C ana marques | sara teixeira | 9º D andré freches | cristina massas | daniel candeias | filipa cunha | layout e paginação teresa pombo | impressão gráfica triunfadora, artes gráficas ltd | propriedade escola básica integrada de charneca de caparica | praceta rodrigues de freitas | 2819-504 charneca de caparica | tel 212 979 660 | fax 212 973 079 | e-mail ce@eb123-charneca.caparica.rcts.pt | tiragem 300 exemplares | junho de 2004

a redacção d’o pinheirinho agradece a colaboração de todos os patrocinadores que tornaram possível esta edição


| Uma ida ao cinema A turma 9ºA, duas turmas do 1º ciclo (2º ano) e alguns alunos do 5º ano resolveram ir ao cinema. Fomos ver o mais recente filme da Disney: “Kenai e Koda” acompanhados pelas professoras Graça Carvalha, Paula Andrez e Rosa Fernanda. Esteve também presente a auxiliar de acção educativa D. Teresa. A visita ao Almada Fórum realizou-se no dia 31 de Março. A partida da escola deu-se por volta das 14h15 e só regressámos à escola por volta das 18h20. Como meio de transporte utilizámos uma camioneta privada. Na minha opinião, a visita correu bem e a mensagem do filme foi positiva. Nós, os alunos de 14, 15 anos de idade fomos responsáveis pelos mais pequenos e era essa a mensagem do filme: deixar-nos sentir responsáveis por algo ou alguém. Os mais novos compreenderam, também, o sentido da amizade e da compreensão. Penso que o filme foi perfeito para o tipo de tarefa que nós, alunos do 9º, tivemos que realizar. Tiago Cardoso, 9º A

| Ler consigo “LER CONSIGO” foi o nome do projecto que, por iniciativa da Associação de Professores de Português, decorreu de 21 de Março a 2 de Abril (data do nascimento de Hans Christian Andersen), O objectivo era incentivar o gosto pela leitura e promover a ideia de que ler é importante, estreitando simultaneamente a relação entre a escola e a sociedade. A nossa escola aderiu ao projecto e em algumas turmas tivemos a presença de pessoas com diferentes profissões - funcionária pública, educadora infantil, cantor, contador de histórias - que regressaram à escola para ler, diante dos alunos, pequenas histórias e relatarem a sua experiência e o papel da leitura nas suas vidas. A actividade foi bastante enriquecedora como comprovam alguns testemunhos. Prof. Amália Castanheira A nossa turma recebeu a visita do contador de histórias - Cruz Santos. A expectativa da sua presença entre os alunos era grande. Após uma breve apresentação, lá começou a lançar palavras atrás de palavras de um magnífico conto. No final a admiração e a surpresa foram totais. Tínhamos acabado de receber um momento único de sabedoria e de entrega ao próximo. Pedro Ferreira, 6ºB. Acho que foi uma história bastante divertida, pois havia personagens muito engraçadas e a história estava muito bem construída. A Luísa devia ser escritora. Joana Louro, 5ºB

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| O dia das línguas estrangeiras No dia 7 de Maio de 2004, os alunos da EBI da Charneca de Caparica tiveram oportunidade de participar no Dia das Línguas Estrangeiras. O Dia das Línguas aconteceu para promover as línguas inglesa e francesa, mostrando exposições e vídeos, entre outras actividades. Numa primeira parte, os alunos puderam escolher entre cantar no karaoke e ver um filme em Francês (”Astérix e Obélix: missão Cleópatra”) ou um filme em Inglês (“Billy Elliot”). Visitaram a feira do livro onde havia a oportunidade de folhear e comprar várias obras nas duas línguas com um desconto de 20%. Realizaram jogos didácticos que foram dinamizados na sala de informática, pedindo-se aos alunos que aplicassem os seus conhecimentos de inglês. Viram uma exposição da U.E. que apresentava diversos cartazes explicitando a história da formação da União Europeia, assim como os benefícios que os países têm em juntarse-lhe. Mostrava, igualmente, quais os países que lhe pertencem e os que se acabaram de juntar. Também havia uma ficha sobre a União Europeia que os alunos preencheram. Os premiados foram: 1º lugar – 12 questões – 12 respostas certas – Ana B. e Ana L., 8º C; 2º lugar – 12 questões – 11 respostas certas – Pedro Miguel Lobato, 6º B; 3º lugar – 12 questões – 10 respostas certas – Pedro Fernandes, 8ºB; Sandro, Pedro Alves, David e Filipe, 8º B; Ângela Lopes, Débora e Carol, 9º D. A exposição de Inglês e de Francês tinha vários jogos divertidos sobre vocabulário e verbos nas duas línguas. Por fim, os slides mostravam locais importantes das cidades de Londres e de Paris podendo os alunos, também, mostrar os seus conhecimentos e aprender de maneira diferente. Antes de terminarem as suas actividades, os alunos puderam ver no átrio a exposição dos seus próprios trabalhos realizados ao longo do ano. Puderam, ainda, dar a sua opinião sobre o “acontecimento” quer em Inglês, quer em Francês. Em conclusão, o Dia das Línguas Estrangeiras foi muito importante pois favoreceu a aprendizagem das línguas na nossa escola. It was…cool! Super!! André, Cristina, Daniel e Filipa, 9º D

| Uma sala com nome.... Almeida Garrett, Rosa Ramalho, Fernando Lopes Graça....entramos numa sala da nossa E.B.I. e a primeira coisa que vemos é um nome... lindamente desenhado em quatro azulejos que lhe dão um cunho pessoal. Descobrir quem são ou foram as pessoas por trás desses nomes foi o desafio lançado às turmas do 2º e 3º ciclos pelas diversas professoras de Língua Portuguesa. O trabalho consistia em pesquisar e seleccionar informação sobre cada uma das figuras e redigir uma pequena biografia de cada uma. Foi realizado nas aulas de Língua Portuguesa, Estudo Acompanhado ou Área de Projecto mostrando como pode e deve existir a articulação entre áreas e docentes. O resultado final ficou à vista de todos no corredor do 1º piso. Assim...quem nele “CORRE” pode PARAR, VER e LER...que na nossa escola nós temos salas...com nomes!...salas...com vidas! Prof. Teresa Pombo

| Visita de estudo a Almada Velha – Cacilhas Março.

Iniciámos o nosso passeio numa tarde de Inverno, a 18 de

Passámos pela Praça da Cerca ao pé do muro, descemos umas escadas onduladas que pareciam ser estranhas. No Miradouro da Boca do Vento observámos o estuário do Tejo e a cidade de Lisboa. No estuário vimos: cacilheiros, navios militares, paquetes (grandes barcos de passeio). O estuário do Tejo é atravessado por duas pontes, a ponte Vasco da Gama e ponte 25 de Abril, ambas visíveis do Miradouro. Na ponte 25 de Abril só podem circular autocarros, carros, motas, táxis e comboios. Avistámos a cidade de Lisboa que tem muitos monumentos e locais importantes: a Torre de Belém; o Padrão dos Descobrimentos; o Centro Cultural de Belém; o Mosteiro dos Jerónimos; a Basílica da Estrela; o Aqueduto das Águas Livres; o Castelo de S. Jorge. A cidade de Lisboa tem, também, muitos espaços verdes: Jardim de Belém, Jardim da Estrela, Parque Eduardo VII, Jardim Zoológico, Tapada da Ajuda... Visitámos uma pequena praia, em Olho de Boi, espreitámos as poças, levantámos algumas pedras e vi um caranguejo. Na Arriba encontrámos amostras de seres vivos com milhares de anos que têm o nome de fósseis. Observámos muitos desses fósseis e apanhámos alguns. Vimos alguns pescadores à linha que apanhavam douradas e robalos. Fomos lanchar. Da minha merenda sobrou: plástico, papel e lata, que coloquei nos recipientes próprios. Gostei muito de ir a Cacilhas. Isabel Tavares, 4ºB | Visita ao Badoca Park Após quase duas horas de viagem chegámos! Eram 11.15 do dia 18 de Maio e estava um calor infernal. Entrámos, deixámos as malas à sombra e fomos ver os animais. Mas quem somos nós? As turmas do 6º ano! Vimos cangurus, macacos, lamas, etc… Logo a seguir, fomos almoçar no parque das merendas. Alguns foram até à loja, outros compraram gelados… Também quisemos ver as aves de rapina. Enquanto esperávamos ansiosamente pelo safari, vimos um espectáculo sobre a história dos chimpanzés do parque. Mais tarde, durante o safari, vimos duas girafas muito queridas. A mais alta e mais velha era a Badoca e deu nome ao parque; a outra, mais nova, era o Nicolai. Mais à frente, avistámos búfalos, veados, avestruzes, zebras, javalis, tigres… Foi um dia diferente, durante o qual aprendemos de uma forma divertida. Gostámos muito!!! Rita Alves e Patrícia Cruz, 6ºD


| 25 de Abril na EBI No passado dia 26 de Abril, realizaram-se na escola várias actividades relacionadas com o 25 de Abril. Os 9º anos realizaram uma espécie de teatro para nos mostrar as diferenças entre 2004 e a época do Salazarismo. Numa sala estava representada a ditadura, na outra estava representada a liberdade. Ambas tinham trabalhos realizados pelos alunos do 9º ano. Realizou-se, também, um espectáculo no CRE onde se declamaram poemas, visualizaram-se filmes e cantaram-se canções relacionadas com o tema. Para finalizar, uma exposição de trabalhos no átrio central da escola. Este dia é importante para nos recordar, a nós jovens do séc. XXI, que se não fosse a revolução do 25 de Abril, não teríamos qualquer tipo de liberdade. Ensina-nos que “as portas que Abril abriu” não as podemos deixar fechar... nunca mais! Carolina Alves, 8ºB

| O Tubarão

No dia 9 de Maio comemorou-se o Dia da Europa. Este ano teve um realce especial pois foi, inevitavelmente, associado ao alargamento da União Europeia. Quais serão as implicações deste facto para o ambiente que nos rodeia? Os novos estados membros estão a preparar-se há anos para se adaptarem aos elevados níveis de protecção ambiental, fixados pela U.E.. Reconhecem que as normas comunitárias, em matéria de poluição atmosférica, qualidade da água e protecção florestal, irão melhorar a qualidade da nossa saúde. Assim, o alargamento da U.E. deverá constituir um investimento conjunto no nosso ambiente futuro. Prof. Teresa Pereira

| A CHITA

Dizem que este animal é o terror dos Oceanos!... Na fase de adulto pode atingir vários metros de comprimento, normalmente têm cor cinzenta e preta,

animais

mas também pode ser todo branco. Possui uma barbatana que assusta toda a gente que a vê, os seus dentes afiados quando agarram rasgam qualquer coisa, sempre que atacou um homem foi, porque o confundiu com uma foca, que é o seu animal preferido. Este animal é utilizado para a descoberta de novos medicamentos (cancro). Apesar de ter medo dele, sinto que ele representa a aventura e emoção. Até já foi personagem de um filme! ELE É O TUBARÃO! Carolina Sousa, 4º C

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| O Ambiente na Europa de amanhã

As Chitas são facilmente reconhecidas pelo seu corpo esguio coberto de pequenas manchas negras, pelas longas patas, cauda comprida e cabeça pequena. Dos olhos parecem escorrer lágrimas negras. Tendo sido impiedosamente caçada, actualmente a Chita vive apenas em África. A mãe da Chita é extremamente carinhosa para com as crias. Animais solitários As Chitas fêmeas fazem-se acompanhar apenas pelas crias. Os machos formam clãs comandados por um chefe que traça o rumo das deslocações. Selecciona as presas e determina qual a fêmea que deve ser cortejada. Os encontros entre machos e fêmeas acontecem apenas durante a época do casamento. Campeão de velocidade O seu corpo esguio foi feito para correr. A Chita é o mais rápido dos mamíferos, mas cansa-se muito depressa. Como tem de descansar depois de cada perseguição, é frequente roubarem-lhe as presas. Garras muito curiosas Nas patas dianteiras existe uma garra muito aguçada que nunca toca no solo: o esporão. As outras garras não são totalmente retrácteis, como nos restantes felinos, o que confere à Chita maior velocidade. Método de caçar Tanto pode ser de emboscada, como em terreno aberto, perseguindo os animais em fuga. Alcançada a presa, a Chita golpeia-a com o esporão e desequilibra-a. Em seguida estrangula-a cravando-lhe os dentes no pescoço. Depois de alcançar a presa, a Chita derruba-a com o esporão. Carlos Almeida, 4ºC


| A poluição sonora na nossa escola

ciência

Na nossa escola a poluição sonora é muita! São os gritos e ruídos dos alunos que a fazem, nos corredores e, especialmente, no bar e na sala dos alunos. Eu acho que há barulho a mais, pelo menos dentro do edifício. Não faz mal gritar ao ar livre, mas, dentro da escola, incomoda muito. A poluição sonora é, por isso, prejudicial a todos nós. Este barulho todo chega até a fazer dores de cabeça, se o ouvirmos constantemente, o que é muito mau para a nossa saúde... Por isso, pensem melhor antes de continuarem a fazer tanto barulho. Estão-se a prejudicar, também, a vocês próprios. Sara Gonçalves, 7ºC

| Mitos sobre Drogas Existem muitas ideias ligadas ao consumo de drogas que são vistas como factos que, no entanto, nunca foram demonstrados... não passam de mitos que, no fundo, servem apenas para sossegar as consciências individuais e colectivas. O álcool não é uma droga O álcool, apesar de ser legal, é uma droga. Em Portugal calcula-se que existam mais de meio milhão de alcoólicos crónicos. Para largar as drogas só é preciso ter força de vontade Para começar o tratamento é preciso as pessoas terem força de vontade e motivação. Contudo, é fundamental o acompanhamento técnico adequado para que a mudança seja duradoura. Tomar drogas provoca sida Não é o consumo de drogas que provoca a Sida mas sim o emprestar as seringas, algodões, tubos ou qualquer material utilizado para tal, além de relações sexuais desprotegidas e contacto com sangue contaminado. Quem consome drogas fá-lo porque tem problemas Mas o facto é que toda a gente tem os seus problemas, por vezes graves, e a maior parte das pessoas não consome drogas. Muitos procuram nas substâncias um efeito “mágico” que lhes proporcione lidar com a realidade sem sofrimento. A verdade é que os problemas não desaparecem, as substâncias não resolvem nada e com o consumo de algumas substâncias os indivíduos perdem a capacidade de lidar com o real. As pastilhas são inofensivas porque não causam dependência física. Embora não provoquem dependência física, o seu consumo pode levar à existência de dependência psicológica, ou seja, uma necessidade compulsiva de consumo, que pode ser facilitado pelos contextos de diversão. Todas as pastilhas são ecstasy (MDMA) Não é verdade. Um dos problemas do consumo de pastilhas advém do facto de não se saber que substâncias contêm. Investigações laboratoriais demonstram que a grande maioria das pastilhas não contêm MDMA (ecstasy) mas sim outras substâncias cujos efeitos podem ser inesperados e de difícil controlo. Desde que não se abuse não há problema em beber álcool e tomar pastilhas. A mistura de álcool e pastilhas pode ser bastante prejudicial para a saúde. Por um lado, ao nível da desidratação que pode provocar,

pois ambas as substâncias são desidratantes e, por outro, as consequências que pode ter ao nível cardíaco, pois o álcool tem efeitos depressores e as pastilhas são estimulantes, sendo esse efeito antagónico. A cocaína aumenta a performance intelectual A cocaína é um estimulante do Sistema Nervoso Central que permite realizar actividades num ritmo acelerado, muitas vezes confundido com um aumento de rendimento e de capacidades intelectuais. Com o consumo continuado aparece um efeito paradoxal de depressão que pode desencadear paranóia e mesmo psicoses. Com o Haxixe não se corre o risco de ficar dependente. Embora o Haxixe aparentemente não induza dependência física, alguns factores individuais e sociais podem levar à necessidade de um consumo compulsivo e à dependência psicológica. O Haxixe dá sempre sensação de bem-estar. Não é sempre assim. Com alguma frequência o consumidor somatiza e amplia angústias e estados de espírito e a experiência pode não ser muito agradável, podendo ocorrer ansiedade, ataques de pânico e paranóia. Quando não se injecta Heroína, o risco de ficar dependente é menor. A dependência ocorre qualquer que seja o modo de consumo de Heroína. A Heroína dá paz de espírito e ajuda a resolver problemas. Mesmo que no início o consumo de Heroína possa aliviar as tensões internas, proporcionando bem-estar, a verdade é que esse consumo mais cedo ou mais tarde leva a estados de dependência e mal-estar que podem desencadear uma série de problemas de âmbito pessoal e social. Heroína é a droga dos pobres e excluídos. O consumo de Heroína atravessa todos os estratos sociais. As razões que estão na base dos consumos dependem fortemente de aspectos psicológicos, relacionais e outros. Se tiveres outras dúvidas, podes recorrer de forma anónima à Linha Vida 1414 adaptado de IDT-Instituto da Droga - http://www.drogas.pt/ id.asp?id=p5p53 Annabelle Prior, Carla Santos e Jessica Postiço, 8ºB


| Trabalho interdisciplinar precisa-se…

especial matemática

Numa altura em que a Matemática anda de boca em boca (nem sempre pelos melhores motivos) e numa altura em que se perspectivam algumas mudanças no que toca à avaliação desta disciplina, convém reflectir um pouco sobre o que se pretende da Matemática no final do Ensino Básico. Quais as competências que os alunos devem desenvolver ao longo da escolaridade obrigatória? Quais as propostas de actividades que devem ser feitas no sentido de dar à Matemática um sentido mais prático? Como é que a Matemática pode integrar projectos, de forma a incutir nos alunos a tendência para combinarem esta disciplina com outros saberes na compreensão de situações reais? Foi nesta perspectiva que as turmas A, B e C do 9º ano realizaram os trabalhos interdisciplinares que, seguidamente, se descrevem. Foram aulas “diferentes” em que os alunos recorreram não só a software didáctico, como também a materiais manipuláveis e a material de desenho. Este tipo de actividades desenvolve nos alunos não só a observação do que os rodeia mas, também, o espírito crítico e a capacidade de trabalharem em grupo, tirando o melhor partido das tecnologias que têm ao seu dispor e que são, por vezes, pouco aproveitadas. Sónia Dias Professora de Matemática das turmas 9º A, B, C

| JOVENS ROMANOS MATEMÁTICOS… És aquele tipo de aluno que acha que Matemática é um “drama” e História uma “seca”? Então presta atenção! No período passado, nós fomos surpreendidos pela nossa professora de Matemática quando nos disse que íamos estudar Geometria e falar sobre os Romanos ao mesmo tempo. Como!?! Foi o que perguntámos e a explicação passo a dá-la: Com base em alguns conhecimentos matemáticos, informáticos e históricos reconstruímos alguns dos mosaicos de Conímbriga que nos foram deixados pela herança romana. Para isso, usámos um processo mais avançado, o software Geometer’s Sketchpad. Foi uma espécie de volta ao tempo dos romanos, utilizando as tecnologias actuais. Apesar de ter sido um trabalho um pouco complexo, superámos todas as dificuldades e o resultado foi positivo. Foi uma experiência diferente, em que toda a turma gostou de participar. Ao conheceres este tipo de projecto, esperamos que também fiques mais interessado nestas disciplinas e te divirtas tanto como nós! Aqui ficam alguns dos nossos “mosaicos”… Ana Marques, 9º C

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π, um número místico…

Desde sempre o número π tem exercido um enorme fascínio sobre os Homens. Porquê? Pelo facto de ser “simplesmente” o quociente entre o perímetro e o diâmetro de qualquer círculo e, simultaneamente, um número com infinitas casas decimais que vão surgindo sem qualquer regra de formação (pelo menos, até agora descoberta), faz com que este número, mais do que qualquer outro, exerça um grande fascínio sobre os Homens. Este ano, o Departamento de Matemática não quis deixar de assinalar o Dia do π, que se comemora a 14 de Março. Neste sentido, foi proposto aos alunos dos 2º e 3º Ciclos um verdadeiro desafio: espalhar pela escola tantas casas decimais quanto o número de alunos do 5º ao 9º anos. Não só os alunos responderam entusiasticamente a este desafio, como também se juntaram “à festa”. No átrio da sala “Egas Moniz” estão colocadas sequencialmente as primeiras 408 casas decimais do π. A criatividade foi bastante e apareceram números decorados das formas mais variadas: desde massas a flores, desde algodão a recortes de revistas ou, simplesmente, bonitos desenhos, tudo serviu para dar asas à imaginação. Agradecemos a colaboração dos alunos das turmas A, B e D do 9º ano, que ajudaram a colar todas as casas decimais e também à D. Amélia que faz o favor de guardar todos os números que vão caindo. Sónia Dias Coordenadora do Departamento de Matemática


| Ciências Naturais e Matemática Na disciplina de Ciências Naturais estudámos alguns tipos de vírus como o da Sida, da Gripe, da Hepatite B, entre outros, e decidimos desenvolver um trabalho sobre esses vírus, principalmente o da Hepatite B. Na disciplina de Matemática tentámos descobrir a sua estrutura geométrica e moldámos esses mesmos vírus em plasticina. Depois, escolhemos o vírus da Hepatite B e fomos para a Sala da Informática desenhar uma secção do vírus no software Geometer’s Sketchpad e fomos tentando, pouco a pouco, realizar a actividade. “Moldámos” os vírus e descobrimos as suas formas geométricas. Gostámos muito deste trabalho porque foi muito interessante e divertido! Silvana Pereira, 9ºA | MATEMÁTICA E ARTE… A “sala-mãe” do 9º B tem como nome “Almada Negreiros”, figura que procurámos conhecer melhor. Ao fazermos essa pesquisa para Língua Portuguesa encontrámos uma pintura de Almada Negreiros chamada “O número”. Apercebemo-nos que, para além da Língua Portuguesa, podía ser estudada a obra de Almada sob outra perspectiva: a da Matemática. Assim, inspirados no nome da nossa sala, iniciámos um projecto que tinha como objectivo recriar, aos nossos olhos, essa obra de Almada Negreiros. Quando começámos a pintura do painel, deparámonos com algumas dificuldades a nível material, por exemplo, tivemos de improvisar um compasso (“à jardineiro”) porque não existia um verdadeiro compasso com as dimensões

necessárias. Contudo, apesar de ter sido trabalhoso, consideramos que foi um projecto original, criativo e em que nos empenhámos bastante. Gostaríamos que este trabalho marcasse a nossa presença nesta escola. Agora que já terminámos a nossa obra, podemos partilhá-la com toda a escola. Entre as salas “Eça de Queiroz” e “Fernando Graça”, ao cimo das escadas de alunos, aí está “O número” à maneira de Almada Negreiros. Mas não estivemos sozinhos… para além do conselho da nossa turma, contámos com a colaboração da professora Helena Brito, do Sr. Pires e do nosso colega Duarte Homem, do 1º A, a quem gostaríamos de agradecer. 9º B


| Foi há 10 anos...

especial 10 anos

...que entrámos na EBI, uma escola nova, com muitos espaços envolventes que poderiam tornar-se aprazíveis com algum trabalho, claro! Através do Clube de Ciências, com a colaboração de alunos, iniciámos a Jardinagem... Fizemos reuniões com a Engenheira Deolinda da C.M.A., Departamento do Ambiente e, assim, conseguimos as primeiras plantas para a nossa Escola. Posteriormente, foram surgindo mais patrocinadores para o nosso jardim. Foram muitas e muitas horas de trabalho na EBI... Tentámos, sempre, comemorar datas festivas, tais como: Dia da Alimentação, Dia de S.Martinho, Halloween, S. Valentim, Carnaval (desfile do 1º ciclo), Dia da Árvore, Semana Europeia, Actividades Desportivas, Dia das Línguas, entre outras... A partir do segundo ano, surgiu a ideia de assinalarmos o final do ano lectivo de forma diferente... Desse modo, nasceu o 1º Arraial EBI que envolveu toda a comunidade educativa e tem trazido à Escola mais de 1000 pessoas por ano! Esta tradição mantém-se há 10 anos porque todos colaboramos e sentimos que o Arraial já faz parte da nossa Escola. Queremos lembrar que nós fazemos parte daquele pequeno grupo de professores que abriram os primeiros caixotes de mapas, livros, tubos de ensaio, provetas, pipetas... Foi necessário contar, etiquetar e colocar tudo isso nos respectivos armários. Recordamos com muita saudade algumas salas onde trabalhámos, tais como a Sala de Ciências/Sala 1 e a sala onde funcionou o Clube de Inglês. Com bastante trabalho, interesse e dedicação de todos, atingimos alguns dos objectivos que estabelecemos para criar uma escola diferente. As fotografias que se seguem, assinalam alguns “momentos especiais”, entre os muitos que se viveram ao longo destes 10 anos, numa escola que vimos nascer e crescer e de que muito gostamos. É a nossa “Escolinha”!

... e dez anos de comemorações do Halloween, em Outubro, vividas de diversas formas...É o nosso dia das bruxas e das partidas do Trick or Treat.

Alunos do “Clube de Ciências” ajudaram a transformar um espaço quase vazio, no embrião do jardim actual.

Professoras Dina Macieira e Teresa Pereira

“Quentinhas e boas!”. Já se assinalou o S. Martinho, com a colaboração dos Encarregados de Educação, recorrendo à forma tradicional de distribuição das castanhas!...

Desde 1993/94 tem-se conseguido comemorar o Natal e outras datas festivas, mesmo sem espaço próprio e com grandes lacunas na acústica.

Em 1998, referenciaram-se os quinze países, então na U.E., numa semana denominada Europeia. A grande colaboração dos E.E. possibilitou que os alunos vestissem fatos tradicionais e todos apreciaram a gastronomia desses países.

o pinheirinho 9 | 10


O núcleo jornalístico do nosso jornal escolar «O Pinheirinho»,em plena actividade no Centro de Recursos.

O “Chá Europeu” tem sido frequentemente assinalado com um «British Tea» , onde nunca faltam deliciosos crêpes e scones.,entre outras especialidades francesas e inglesas.

Participação com o “Auto da Barca do Inferno” da turma 9ºA (2002/2003) no Festival Interturmas de Teatro. O escritor e editor José Antunes Ribeiro veio à escola conversar sobre a importância da leitura.

Os jogos tradicionais têm sido uma constante no Dia Mundial da Criança

O desfile dos mais pequenos tem trazido, no Carnaval, mais cor e alegria à nossa escola.

“S. João, S. João dá cá um balão!”. Apesar de todo o trabalho que esta actividade envolve, tem sido possível a toda a comunidade educativa usufruir sempre de bons momentos de convívio, nos arraiais da EBI. Tem valido a pena!


| A Carta Europeia da Água Proclamada pelo Conselho de Segurança da Europa em Estrasburgo a 6 de Maio de 1968 •

1º ciclo

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Não há vida sem água. A água é um bem precioso, indispensável aos seres vivos. Os recursos de águas doces não são inesgotáveis. É indispensável preservá-los, administrá-los e, se possível, aumentá-los. Alterar a qualidade da água é prejudicar a vida do homem e dos outros seres vivos. A qualidade da água deve ser mantida e deve satisfazer as exigências da saúde pública. Quando a água, depois de utilizada, volta ao meio natural, não deve comprometer as utilizações que dela se farão. A manutenção de uma cobertura vegetal, de preferência florestal, é essencial para a conservação dos recursos de água. Os recursos aquíferos devem ser inventariados e protegidos. A gestão da água deve ser objecto de um plano promulgado pelas autoridades. A salvaguarda da água implica um esforço crescente de informação pública. A água é um património comum. Cada um tem o dever de a economizar e utilizar com cuidado. A gestão dos recursos de água deve contemplar a bacia natural e as fronteiras de cada país. A água não tem fronteiras. É um recurso comum que necessita de uma cooperação internacional. Pesquisa realizada pela turma 4º B

Carla Tavares, 4º B

Carolina Louro, 4º C

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Daniela Oliveira, 4º C


| Uma canção. Pensa que sentes o que vês, Vê o que queres sobre a tua mão Tenta, pelo menos, levar a vida Ao ponto de ela ser como uma canção.

No ano passado, na Primavera, fiz o meu primeiro piquenique. Confesso que, já há muito tempo, tinha vontade de passar um dia no campo, mas a oportunidade só surgiu naquela altura.

Pensa que sentes o que vês, Vê o que desejas e o que não Leva a vida com alegria E a acompanhar uma canção.

Fui com os meus pais, irmão, tios e primos. Éramos muitos, o

Pensa que sentes o que vês Vê como é a sensação De te sentires a beijar alguém Enquanto do outro lado Tocam a tua chamada "CANÇÃO"!!! Ana Rita 6ºD

que tornou mais divertido o dia. Apreciei os vários tipos de árvores, flores e plantas. O primo, que é escuteiro, e entende muito de vegetação, ia dizendo os nomes das plantas. É giro como a Natureza se adapta às estações e ao clima. Andámos à procura de “trevos” com quatro folhas, porque dizem que dá sorte, mas não tivémos “sorte” Estive a observar as formigas e como elas são tão “trabalhadoras”. A partir desse dia passei a dar mais importância ao campo. Acho que, quando se vai fazer um piquenique, deve ter-se muito cuidado com os incêndios e nunca sujar a floresta.

criação literária

| À procura de um trevo/Trevos com quatro folhas

Fábio Galo, 6ºB

| “A Princesa dos olhos tristes” Há muito, muito tempo, em 1932, quando muitos de nós ainda não éramos nascidos, quando ainda existiam fadas, dragões, reis e princesas, nasceu uma menina chamada Soraya Esfandiary Bakhtiati. A sua mãe, Eva Karl, alemã, e o seu pai, Khalil Esfandiary Bakhtiat embaixador iraniano, moravam na Alemanha. Quando Soraya nasceu, todos ficaram admirados devido à beleza dos olhos verdes claros que a princesa tinha. Por inveja ou maldade, a rainha das Trevas, a bruxa Rivalda, lançou um feitiço à menina que a impedia de ter filhos um dia mais tarde. Quando faltavam dois dias para a menina completar os sete anos, os pais de Soraya, juntamente com a menina, regressaram ao Irão, ou seja, ao país onde Soraya era princesa, uma vez que os seus pais eram embaixadores. Nesse país, tudo era diferente para as princesas. Elas tinham de ser ensinadas a serem bonitas e vaidosas, para poderem agradar aos seus maridos no futuro. Só que estes costumes eram muitos “chatos”, porque obrigavam as princesas a ficarem dias e dias fechadas em casa. Então, a mãe da princesa Soraya, decidiu pôr fim à tradição e deixar a princesa escolher o seu futuro. Quando a menina completou os nove anos, disse à sua mãe que queria ser actriz. A embaixatriz concordou e enviou a filha para Londres, que ficava no outro lado do Mundo, para aprender a falar outras línguas. Quando a menina tinha quinze anos e era já mundialmente conhecida como actriz de grande beleza, muitas fotografias dela andavam espalhadas pelo mundo fora, até que uma chegou às mãos do Xá da Pérsia, Mohammad Reza Pahlevi. Desde logo o Xá ficou apaixonado pela princesa e pediu à sua irmã, princesa Chams, que fosse buscar a princesa Soraya, porque a queria conhecer. A rapariga aceitou e partiu para Londres. Quando a princesa Chams chegou a Londres, procurou a princesa Soraya e explicou-lhe a situação. As duas fizeram-

se grandes amigas. Soraya aceitou ir à Pérsia e, pelo caminho, pararam em Paris, a cidade onde se vendem as melhores sedas e jóias do mundo. A princesa Chams enfeitou a princesa Soraya com jóias e um vestido com vinte quilos de tule, bordado de prata com sete mil diamantes e um milhão e duzentas lantejoulas de ouro. Uma vez que era muito bonita, com o vestido, a princesa ficou ainda mais bonita. Fez-se, então, o anúncio da sua chegada e, quando a princesa Chams abriu a porta da sala onde o Xá estava para conhecer a princesa Soraya, um clima de amor surgiu no ar… a princesa apaixonou-se pelo Xá e o Xá apaixonou-se ainda mais pela princesa. Casaram-se logo no dia seguinte, a dia 12 de Fevereiro de 1951. Fez-se uma grande boda que durou sete dias e onde havia uma mesa cheia de comida e doces que começava na sala de jantar do castelo e só acabava quase no fim da Pérsia. Assim, todas as pessoas do país, ricas ou pobres, puderam almoçar e jantar à mesa com os noivos. Sete anos se passaram numa profunda e imensa alegria e felicidade, até ao dia em que o Xá e a princesa quiseram ter um bebé e não puderam devido ao feitiço que a rainha das trevas, a bruxa Rivalda, lançara à princesa quando ela nascera. Então, a princesa Soraya contou tudo isso ao Xá e ele ficou muito triste e acabou por dizer-lhe que tinham de se separar porque assim mandava a lei. Naquele país, a mulher que não tem filhos até aos sete anos de casamento, tem de se separar do marido. Sentido grande tristeza e com a cara cheia de lágrimas, Mohammad fez esse comunicado aos seus súbditos numa das imensas varandas do seu palácio. Este comunicado fez com que as pessoas caíssem numa tristeza profunda e nunca mais ficassem alegres. Um ano depois, o Xá teve de se casar com outra princesa chamada Farah, apesar de amar sempre a princesa Soraya. Deste casamento com Farah nasceu um menino. Quanto a Soraya, voltou à Alemanha onde conheceu um grande realizador de cinema italiano, chamado Franco Indovina. Franco convidou Soraya, como actriz, para participar num filme que se chamava “As três faces de uma mulher”. A princesa aceitou e quando se conheceram melhor, o realizador apaixonou-se por ela. Franco pediu a princesa em casamento e ela aceitou,


para tentar esquecer o Xá, só que nunca conseguiu. Esta realidade fê-la sofrer muito, porque era impossível amar o Xá e estar casada com o realizador. Contudo, este sofrimento acabou tempos depois. Pois, numa viagem à Sicília, região de Itália, o avião onde o marido da princesa viajava, bateu contra uma árvore e ele faleceu. Pela segunda vez, a princesa Soraya perdeu o marido. Então, devido à sua tristeza, os seus olhos verdes claros, começaram a escurecer e, por isso, começou a ficar conhecida como a princesa dos olhos tristes. Alguns anos depois, o Xá da Pérsia morreu e ficou à espera da princesa no céu porque, lá, todos os feitiços se desfaziam. Nesse mesmo ano, num passeio a Munique, na Alemanha, a princesa adormeceu num banco de jardim e nunca mais acordou. Pensa-se que, enquanto ela dormia, a sua alma foi procurar a alma do Xá lá no céu. Alguns dias depois, quando encontraram o corpo

english corner

| WE ALL STAND TOGETHER

Arm in arm hand in hand

PAUL McCARTNEY (canção trabalhada pela turma 9ºB, Currículo Alternativo)

La-

Win or lose, sink or swim One thing is certain we’ll never give in Side by side, hand in hand We all stand together Play the game, fight the fight But what’s the point on a

da princesa no banco de jardim, pegaram nele e levaram-na para o palácio do Xá, para o lugar onde o Xá estava deitado e deitaram-na nesse sítio ao lado dele. Assim, quando as almas do Xá da Pérsia e da princesa Soraya se encontraram, amaram-se eternamente e tiveram muitos filhos visto que, uma vez no céu, a rainha das trevas, a bruxa Rivalda, já não podia lançar feitiços. É claro que os olhos da princesa voltaram a ser verdes claros. Enquanto isto, as pessoas da Pérsia voltaram a ser muito alegres, porque sabiam que o Xá e a princesa estavam muito felizes. Ana Filipa Marques, 9ºC

| If you have my love If you have my love I’ll give you a kiss If you have my love I will give you a hug. If you have my love and if I give you a sweet kiss I’ll just say "I love you as I’ve never loved anybody". Love is forever. A kiss is beautiful. A hug is a song about kids playing without toys. And the true romance is a girl loving a boy.

We all stand together Ana Rita 6ºD

Keeping us warm in the night La La La La Walk in the night You’ll get it right Repeat Win or lose, sink or swim One thing is certain we’ll never give in Side by side, hand in hand We all stand together

beautiful night?

LES SPORTS – SOLUTIONS Cyclisme, musculation; equitation; rugby; bodyboard; ski; tennis; motomarine; natation; basketball; athletisme; auto-moto; golf; velo.

petit coin du français

o pinheirinho 13 | 14

Mariana Fidalgo, 8º B


| Adivinhas Tenho só boca e barriga

passatempos

Não como algum alimento Não quero outra comida Que não seja ar ou vento.

Uma caixa pequenina Mas que pode rebolar Todos a sabem abrir Ninguém a sabe fechar.

Veja lá se adivinha: É varinha de condão Que ao tocar numa caixinha Faz luz na escuridão. Inês Matias 8ºD

Soluções: Fole de ferreiro; ovo; fósforo. Todos conhecem o nome "Toranja" que é um fruto tipo a laranja mas de origem grega. Mas… não vai ser desse tipo de "Toranja" que vos vou falar. Este é uma banda portuguesa que, devido à novela "Queridas feras", está a ter alguma popularidade. Esta banda lançou agora o CD "Esquissos" (2003). Tem músicas muito giras: "Carta", "Por trás do fim", "Adormecido", "Cenário"....Acho que deviam dar uma vista de olhos, ou melhor, de ouvidos, pela música “Carta”! Ana Rita, 6ºD

| Rock in Rio Aproxima-se um grande acontecimento musical em Lisboa: O “Rock in Rio”! O “Rock in Rio” vai durar quatro dias e pela primeira vez em Portugal a Princesa do Pop, Britney Spears, vai estar presente. Também logo no primeiro dia vem o grande Beatle, Paul Mc Cartney! Os Evanescence vão cá voltar e os Reamon vêm apresentar o seu sucesso mundial: “YOU ARE MY STAR, SHINING ON ME NOW…” Vá ao Rock in Rio e divirta-se! Enjoy the music! Pipa, 6ºD

música

| Toranja


| O Alargamento e a Literacia

crónicas temáticas

No passado dia 1 de Maio, assistimos à entrada de 10 novos países na União Europeia. Muito se tem especulado sobre este alargamento: é benéfico para Portugal? Não é benéfico? Sem querer ser muito pessimista, penso que há um campo em que já estamos a perder: a literacia. Até se pode dizer que muito se tem feito, que a percentagem do PIB gasta com a educação é bem empregue e é suficiente. Mas o que é certo é que, dos 10 novos países que agora fazem parte do novo mapa, 8 deles colocam-se em 1º lugar no Ranking Mundial no campo da literacia. E Portugal? Pois é, Portugal situa-se em 87º do Ranking. Estes dados não fui eu que os inventei. Fazem parte da edição especial da revista Visão (de 29 de Abril) e as fontes usadas são a Eurostat, UNESCO, ONU, PNUD etc.. O mesmo estudo mostra que Portugal se posiciona em 23º (dos 25) no número de jornais diários por 1000 habitantes e em 24º no número de computadores por 100

habitantes – 10. Atrás de nós só mesmo a Grécia. Como não quero ser de todo pessimista, pensei que está nas nossas mãos inverter esta tendência e que esta geração está mais atenta ao que os rodeia, à cultura, à história… Pura ilusão! No dia seguinte assisti, na televisão, à prova de cultura geral das candidatas a Miss Portugal e, consequentemente, a representarem o nosso país. E voltei a ser pessimista: a obra Os Maias foi escrita por Virgílio Castelo, o menisco é na cabeça e, como se não bastasse, Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil usando como meio de transporte: animais! E o que até podia ser umas anedotas de loiras, daquelas que recebemos por mail, mais não era do que a triste realidade. Nem sabia se havia de rir ou chorar! Só mais um dado: a média de anos de frequência escolar em Portugal é de 5,9. E mais não digo, isto é, escrevo. Prof. Mª João Santos

| Para uma escola melhor O que temos de fazer para termos uma escola melhor? A verdade é que todos nós dizemos mal da escola sem primeiro pensar no trabalho e na responsabilidade que uma instituição deste porte tem. E pior… não somos capazes de nos dispormos a ajudar. Se é da vontade de todos ter um sítio onde nos possamos sentir bem e ter uma refeição com sossego, então por que não ajudarmos um pouco? Quando digo isto, não quero que passemos todo o nosso tempo a limpar e a cuidar da escola. Mas se todos lhe dedicássemos cinco minutos diariamente, tudo poderia ser muito melhor! Vamos todos contribuir para que a nossa escola fique mais limpa! Os nossos meninos à saída da escola :-)

| Memórias inesquecíveis... Este ano foi inesquecível! Mais uma vez eu e os meus amigos rimos, brincámos, ajudámo-nos e, acima de tudo, estivemos sempre unidos, para o bem e para o mal. Tal como em todos os anos e em todas as turmas, todos se adoram e têm medo de se separar mas… agora eu digo: "SIM, TENHO MEDO, tenho medo de um dia crescer e deixar tudo isto e me esquecer e eu não quero, não quero esquecer toda esta gente, todas estas pessoas especiais. NÃO QUERO!" Às vezes estou em casa e penso "Porquê? | Já parou para pensar?

(exercício de língua portuguesa realizado no âmbito da realização de uma prova de aferição)

Já tentou, durante o seu dia-a-dia, parar um pouco e ouvir o canto dos pássaros? Ou mesmo ir até ao campo e apreciar todas as dádivas que a natureza nos oferece? Devido à “estupidez humana”, hoje em dia já são poucos os lugares onde podemos disfrutar de todas estas coisas. Se o Homem não parar de poluir o ambiente a tempo podemos mesmo ficar sem estes maravilhosos lugares que, felizmente, hoje em dia ainda existem! Imagine um mundo completamente poluído, cheio de fábricas, sem zonas verdes onde apreciar a Natureza, sem alguns dos seus animais preferidos que, muito provavelmente, se extinguiram pois os seus habitats vão ser devastados para construir fábricas e casas. Já imaginou? Gostaria de

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Susana Teixeira, 7ºC Será que não se pode estar sempre junto?" É pena que no próximo ano já não possa disfrutar de toda esta turma D. É pena que um dia aconteça "olhar para trás” e pensar em tudo isto. É claro que vou ficar muito triste mas espero nunca me esquecer de tudo: os meus amigos, as minhas amigas, os meus stores e, acima de tudo, alguém especial. NUNCA VOS VOU ESQUECER 6ºD!!! Simplesmente, adoro-vos a todos!!! Ana Rita, 6ºD

viver num mundo assim? Ou preferia viver num mundo em que a Natureza fosse respeitada, em que os homens não devastassem florestas inteiras para construir suas fábricas? Se gosta da Natureza, se a aprecia, é tempo de cuidar dela. Gestos simples poderão salvar o Mundo! A reciclagem, por exemplo, é uma coisa que qualquer pessoa pode fazer e que ajuda imenso a não poluir o ambiente. Se em sua casa utiliza “sprays”, ou produtos que prejudicam o Ambiente, opte pelas embalagens que dizem “Não prejudica o Meio Ambiente”. Castigar severamente os caçadores furtivos seria igualmente uma óptima medida que podia ser tomada pelos vários governos, de modo a proteger os animais selvagens que fazem parte da Natureza. Proteja o Ambiente, ajude o Mundo! Sara Teixeira, 9ºC


| Um dia com o ATL da manhã São oito horas da manhã e os meninos do ATL começaram a chegar. Entre brincadeiras e trabalhos de casa, preenchemos o nosso tempo até às 10 da manhã. “Meninos, Meninas, está na hora de arrumar!” E assim partimos para o intervalo. No regresso sentamo-nos todos nas cadeiras azuis para começarmos a tarefa orientada. “Meninos, vamos fazer o trabalho para o dia da Mãe.” Para o aproveitamento de materiais diversos e recicláveis, utilizámos pacotes de leite vazios para fazer os sacos onde colocamos frasquinhos que pintámos para o dia da Mãe. No ATL, trabalhamos com a nossa imaginação, dentro de uma liberdade criativa. A amizade é muito importante para nós, conversamos uns com os outros e ajudamonos. Por vezes alguma coisa não corre bem, fazemos muito barulho, mas as professoras rapidamente nos acalmam. Teatro, pintura, modelagem do barro, são algumas das actividades que fazemos. Quando for para o 5º ano não me vou esquecer dos bons momentos que passei no ATL. Os meninos do ATL

| Apelo à consciência cívica dos fumadores Uma das coisas importantes a resolver na nossa escola é, sem dúvida, o uso do tabaco na sala de professores. Quando a saúde nos vai faltando e, infelizmente, é o que está a acontecer a alguns de nós, incluindo eu própria, é natural que estejamos mais vulneráveis e atentos a questões como esta. Às vezes, em conversa, lamentamo-nos... mas ficamos por aí... “ Não há nada a fazer...” É a conclusão a que sempre chegamos. Mas, enchi-me de coragem e cá estou eu, em nome de muitos colegas, dizendo aos fumadores que também nós (que até somos a maioria) temos o direito de estar saudavelmente sentados na nossa sala, retemperando forças, trabalhando ou apenas convivendo. Há que pensar nos colegas que já foram submetidos a cirurgias cardiotorácicas, nos que têm asma brônquica, bronquites de origem alérgica que provocam dificuldades respiratórias e, ainda, nos outros que não se sentem bem com o fumo e que, por isso, evitam ir à nossa sala... Alguém disse que, este ano, havia mais fumadores... Respondi que não. A “qualidade” de alguns fumadores é que era outra... Dias há em que o ambiente é de tal maneira poluído, que são os próprios alunos que se encontram no primeiro piso, que nos chamam a atenção para as nuvens de fumo que pairam no ar. É inútil lembrar-vos que o tabagismo foi considerado

responsável pelo aumento do cancro do pulmão e de muitas outras doenças, entre as quais as cardiovasculares. Às vezes, só um grande susto nos faz mudar de ideias...mas pode ser tarde demais... Por tudo isto, colegas, discutam este assunto entre vocês, nos departamentos ou no Conselho Pedagógico. Cuidem da vossa saúde e da nossa... Obs: A alínea b) do artigo 2.º do Decreto- Lei n.º 226/ 83 de 27 de Maio diz expressamente: Não é permitido o uso do tabaco nos estabelecimentos de ensino. Esperamos a vossa compreensão. Prof. Luísa Correia


| GOSTO DE GOSTAR Faço o que gosto e gosto do que faço. Como diria Almada “é o meu gosto”. Eu acrescentaria “gosto de gostar”. Vem isto a propósito do que tenho feito, em termos profissionais, nomeadamente nos três últimos anos lectivos. Com efeito, abracei apaixonadamente um projecto que, tal como em tudo na vida, tem tido os seus altos e baixos. Estou a falar da minha turma, agora na recta final, o 9º B. São, na sua maioria, meninos que eu acompanho desde o 5º ano de escolaridade para quem, finalizado o 2º Ciclo, eu propus a integração numa turma do chamado Currículo Alternativo. Por razões diversas, eu achava que aqueles meninos tinham direito a um tratamento diferenciado como, de resto, penso para todos os meninos. Que um grupo de professores se reunisse semanalmente para aferir estratégias, avaliar desempenhos, comportamentos e atitudes. Que esse grupo de professores, na construção de um projecto ambicioso, qual pauta de 16 notas, afinasse instrumentos em busca da harmonia. Assim, durante tês anos, “ensaiamos” semanalmente e apesar de, às vezes, acontecerem notas que saltitam de linha em linha e soam fora de tom, a melodia vaise fazendo ouvir porque os músicos são bons, muito bons. A letra para esta música havemos de escrevê-la no fim. As palavras já existem mas estão dispersas. Havemos de juntá-las. E, mais uma vez parafraseando Almada, hão-de ficar nalguma posição. Prof. Ana de Freitas

| Hino da EBI Charneca de Caparica (eis a letra e pauta do nosso hino)

Cada menino ou menina Neste início de milénio Da lâmpada de Aladino Pode ser o próprio génio P’ra transformar a maldade O ódio a fome e a guerra Em solidariedade Compaixão e paz na terra Vou dar os primeiros passos E começar a pensar No que faço e que não faço Para o mundo mudar Vela erguida, proa em riste Contra ventos e marés Embarcados nesta nau Nós somos os marinheiros A fazer esta viagem Em direcção ao futuro Guiados pelas estrelas

Nossos remos os pinheiros Musa inspiradora a lua O sol o homem do leme Ilumina o horizonte E afaga os corações As ondas são emoções Que balançam os sentidos O luar uma sereia Nas marés nossos diários Registos por nós vividos Escritos com grãos de areia Vamos na crista da onda O futuro construir Tendo por limite o Céu Nosso sonho prosseguir Não queremos naufragar Os piratas espreitamos E em cardumes avançamos Nossos braços longos ramos Tocam as estrelas do mar A praia nosso recreio Onde repousam os sonhos Que queremos abraçar

| Ragnarok… Já conheces?

informática

Olá pessoal!! Venho falar de Ragnarok… Já conheces? Não?! Então vou explicar tuuudinho! O Ragnarok é um MMORPG On-Line em que há cidades, com lojas, habitantes, casas, restaurantes, em que tu podes ser Mage – Wizard, Thief – Assassin, Archer, Swordman, Knight, Merchant, etc… e que vais ganhando Job Lvl e Base Lvl. Como? Matando Monstros! Podes equipar o teu boneco com items que apanhas ou que compras. Vai a #Ptro no IRC para mais informações. E agora DesafioRagnarok: Tipo: Fácil. Como se chama o monstrinho verde igual ao Poring? P_______

Daniel Catita, 6ºD

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| Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban Ah pois é! O mágico vai voltar a invadir os cinemas, agora no Verão! O terceiro filme vem com muita magia e fala de Sirius Black, o padrinho de Harry Potter que foge de Azkaban. Os nossos três heróis, Harry Potter, Hermione Granger e Ron Weasley vão mais uma vez defrontar-se com Lord Voldemort (Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado). E agora, para fanáticos de Harry Potter aqui vai uma perguntinha: No quarto há uma morte. De quem é? C_____D______ Agora só nos resta dizer: Something Wicked this Way Comes… Harry Potter and the Prisioner of Azkaban! Daniel Catita, 6ºD


desporto | O Euro 2004…

| Charneca de Caparica: 30 anos depois de ABRIL! O brasão da Charneca de Caparica, com um escudo de prata, dois pinheiros mansos arrancados, de verde, entre dois cachos de uvas de púrpura, folhados de verde campanha de negro, carregada de sete peixes nadantes de prata destacando-se na parte superior a Imagem de Nossa Senhora da Rosa, com o Menino, Coroada de ouro e com o seu manto azul, é bem elucidativo da identidade da povoação. A Charneca de Caparica era a povoação mais importante da freguesia da Caparica. Era uma zona rural, pouco povoada, constituída por pinhais, matos, silvados e areais. A população vivia da faina do mar, do comércio, do carvão e da lenha de pinho, ainda que, a partir de uma dada altura, já se encontrasse quase totalmente cultivada com vinhas. Nesta povoação, as infra-estruturas e os equipamentos eram muito poucos pois a maior parte das estradas eram de terra batida (só a via principal era de alcatrão), havia uma escola e uma farmácia, os transportes públicos eram poucos, morosos e não serviam toda a povoação. No campo da saúde, era muito deficitária, pois não existia posto de saúde, tendo o médico de vir a casa. O grande desenvolvimento da Charneca de Caparica deu-se após ter sido criada Freguesia, em 4 de Outubro de 1985, nos termos da Lei 125/85, e assim se separar da Freguesia da Caparica, na qual esteve sempre incorporada. Entretanto, passados alguns anos, foi elevada à categoria de Vila, através da Lei nº35/93, de 2 de Julho. A Charneca é hoje, uma das 11 Freguesias do Concelho de Almada, ocupando cerca de 35% da sua área . Ultrapassado o fenómeno da construção clandestina, a Charneca de Caparica, em grande parte por mérito e esforço das Comissões e Associações de Proprietários constituídas, tem vindo a proceder à reconversão das áreas de construção ilegal, processo que representa uma profunda melhoria a nível urbano e das condições de vida dessas áreas. A freguesia veio a ser dotada de infra-estruturas e equipamentos nos domínios do saneamento básico, rede viária, educação pré-escolar, ensino, saúde, serviços bancários, abastecimento público, serviços e instalações desportivas, os quais, estando longe de atingir um nível desejável, representam bem-estar

para a população, desenvolvimento sócio-económico e um inegável salto qualitativo relativamente a um tempo muito recente. A Charneca de Caparica, além da sua característica de zona residencial, deverá, com o evoluir dos tempos, constituir uma importante oferta turística da região, proporcionando uma alternativa à Costa, pois quer se desloque para a praia (com 25 Km de extensão) ou para o campo, tem passagem obrigatória pela localidade. A localização privilegiada e as características ambientais da Charneca de Caparica, próxima de Lisboa, das praias, da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil e das Matas Nacionais, constituem factores de atracção que têm levado muitos cidadãos a fixarem-se aqui. Prevendo-se que esta situação se mantenha ainda por alguns anos, dado o contínuo crescimento urbanístico, resta-nos “sonhar” com uma Charneca que, embora dando valor ao desenvolvimento e bem estar sócio económico da população, não esqueça e não deixe delapidar todo um património natural, sem o qual a qualidade de vida que hoje se conhece, jamais existiria! Associação de Pais

charneca de caparica à lupa

… está a chegar! Nós, os portugueses, esperamos que os nossos estádios atraiam muitas pessoas e que os equipamentos de intervenção não sejam utilizados. Esperamos, também, que não haja atentados terroristas, nem problemas com as claques adversárias. Nós adorávamos que a selecção portuguesa estivesse em grande e que chegasse o mais longe possível! Bruno, Daniel P. e João Santos, 6º D


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Venha ao Arraial da EBI no dia 25 de Junho !

A equipa coordenadora do “Pinheirinho” deseja a todos os leitores umas BOAS FÉRIAS! Já agora… levem os três números do nosso jornal até à praia !!! Leiam e divulguem !!!

PInheirinho_n3_2003_2004  

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