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"Se não somos mais capazes de reagir e nos indignar diante da corrupção, é porque nosso senso ético também ficou corrompido"

2l Sexta-feira, 14 de outubro de 2011 l Jornal de Brasília

OPINIÃO

Dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo

Editor: Eduardo Brito [edubrito@jornaldebrasilia.com.br]. Fone: 3343-8100

CARTAS

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CHARGE G Baggi e Júlio Lapagesse

Acidentes

Tr â n s i t o

Seria bom começar uma pesquisa sobre crimes e acidentes. Parece que eles se repetem sempre em lugares diferentes. Nos Estados Unidos, uma nuvem de poeira acarreta uma série de engavetamentos. Coisa parecida aconteceria pouco depois, entre uma rodovia entre Santos e São Paulo. Um incêndio em Goiás, num canavial, dizima todo o gado de uma fazenda, e de 36 reses, só uma escapa. Em São Paulo, numa exposição, um raio abate 35 cabeças, só ficando uma viva. Helicopteros começam a cair em todos os lugares. Crimes sem motivos e mal planejados, são executados e horas ou dias depois, os assassinos dizem que estão arrependidos. Parece que no periodo de 40 dias existe um papel carbono das mesmas tragédias. Mauro Ribeiro Nascimento, Taguatinga

A sociedade brasiliense aprova totalmente a execução do Relatório de Impacto de Trânsito – RIT. Não se suporta mais as dificuldades no trânsito no Distrito Federal. O governo passado recebeu um grande incremento no setor de construção civil, o que redundou no crescimento absurdo do número de veículos em circulação nas ruas da cidade. O transporte coletivo também não colabora e é o “nó górdio” do desenvolvimento das atividades diárias da população: caro, insuficiente e extremamente mal conservado. Licitação Nacional já! João Coelho Vítola, Asa Sul

Judiciário O Ministério Público solicita e os juízes determinam multa aos grevistas, mas isso não ocorre com a greve dos servidores do Judiciário e Ministério Público...Dois pesos e duas medidas... Não se levam a sério os símbolos da Justiça, onde a "Balança" deveria significar a igualdade das decisões aplicadas pela lei e a "Deusa de olhos vendados" deveria significar o desejo de nivelar o tratamento jurídico de todos por igual, sem nenhuma distinção. Por isso torço para que se extingam essas duas Instituições totalmente corporativistas. Cezar Mariano, Taguatinga

O Ministério da Saúde gasta um percentual bastante significativo, R$ 212,8 milhões, do minguado orçamento da saúde para que seus funcionários tenham planos de saúde e odontológico particulares. Aí não dá mais para entender coisa nenhuma: o povo paga impostos altíssimos para ter saúde e dentistas, e não os têm ou os têm de péssima qualidade, e os funcionários que são contratados pelo Estado para prestar estes serviços usam planos particulares bancados em parte pelo povo. Para mim é a constatação da falência da saúde pública e da perversidade com que o Estado trata seus cidadãos. Comparo este fato a de uma pessoa que contrate uma cozinheira que se recuse a comer da própria comida, só coma no restaurante da esquina. Artur Larangeira Filho, Asa Sul

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Caos na saúde

Moradores de rua

O governo cobra do povo e o TJDFT fica em cima, lindo né! Agora como fazemos para cobrar do GDF melhorias na saúde. Olha só Agnelo e os desembargadores do TJDFT nos ensinem como fazer para que o GDF cumpra as obrigações na área da saúde. Assim como ele fez na área fiscal. Agnelo, as filas continuam, faltam médicos, UTI, remédios... Não podemos ficar nessa situação. Vinícius, sobre a matéria: “Semana de Conciliação do TJDFT permite parcelar dívidas até 60 vezes”

Eu morro de medo dessa gente. Quero ver na Copa de 2014 que impressão Brasília vai deixar para os turistas com essa população de rua assim tão a vontade pra sujar e incomodar os outros. A gente reclama e ninguém faz nada. Será que temos que conviver com essas pessoas que nos ameaçam e roubam quem passa pelo local? As autoridades precisam tomar as devidas providências. Cida Campos, sobre a matéria: “Moradores de rua tem sido problemas para comerciantes do Setor Comercial Sul“

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Gasto com saúde

COMENTÁRIOS

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ARTIGO

Ser professor G Israel Batista Deputado distrital, cientista político e professor de História

uito já se disse sobre o professor. Da luta diária, da necessidade de automotivação para encarar os desafios da profissão, da satisfação de ensinar, da missão e até dos problemas do sistema de ensino. Nesta véspera do dia 15 de outubro, quero falar sobre a corajosa decisão de ser professor. Sim, corajosa. Dia desses, um aluno contou-me que estava decidido: seria professor. Os pais o repreenderam. Dentre tantas profissões, o magistério perdeu o brilho. Mas essa escolha já foi motivo de orgulho, houve um dia em que ser professor significava respeito e prestígio. Houve um dia em que o professor andava pelas ruas exibindo seu jaleco sujo de giz. Houve um dia em que a mesa do professor era repleta de pequenas lembranças oferecidas pelos alunos. Hoje, o professor anda cabisbaixo, questionando-se sobre a profissão que escolheu. Ora, professor, orgulhe-se! Ensinar no presente é um desafio, mas as

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dificuldades (e são muitas) não podem ofuscar por completo o poder renovador da educação. Ensinar não é apenas garantir conhecimento. Não é só matemática, história, português. É deixar um pouco de si no outro. É plantar uma semente no mundo. É levar um pouco de esperança. Ser professor é mais que colocar a matéria no quadro. É marcar a vida de alguém para sempre. É deixar um legado, o mais nobre de todos. É oferecer condições para que uma pessoa mude sua própria história. Ou apresentar um livro que vai simplesmente fazer a diferença. É dar, muitas vezes, uma palavra de incentivo. Tem muito mais deles em nós do que pensamos, acredite. Há um poder incrível nas salas de aula, uma revolução que acontece no dia a dia. A revolução de gente que se dedica para que milhares de crianças e jovens possam sonhar com um futuro melhor. Quem dera as medalhas fossem oferecidas a eles, quem dera as condecorações fossem colocadas na lapela do jaleco reconhecendo o heroísmo dessa escolha de ser professor.

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