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Nova proteção contra a AIDS Revista digital, Época (http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,15210,00.html) 01/06/2011 Alberto Cairo e Camila Camilo. Com David Michelsohn

Resumo Crítico Katherine Salazar Raissa Ruza 3º EM A

Lidando com o vírus HIV

O artigo do mês de junho da Revista Época divulga um novo estudo relacionado ao tratamento da AIDS, que atinge 33 milhões de pessoas em todo o mundo, independente de sua condição de vida ou classe social. Com o título ‘Nova proteção contra a AIDS’, o artigo chama a atenção do leitor por ser assunto comum e ao mesmo tempo tabu em nossa sociedade, e alvo de pesquisas que procuram sua cura. Essa pesquisa foi realizada pelos Institutos Nacionais de Saúde, dos Estados Unidos que descobriram uma maior eficiência na antecipação do tratamento da AIDS com o coquetel em relação ao contágio do parceiro. De acordo com a pesquisa, há uma redução de 96% de chance de o parceiro sexual contrair o vírus, se, o contaminado começar o tratamento no início da doença. Não há nenhuma mudança concreta no uso dos remédios, que continuam a ter os mesmos efeitos de antes. Há apenas uma radical mudança em relação ao inicio do tratamento, que hoje fica a critério do paciente por conta do preço dos remédios e de seus efeitos adversos. O tratamento atual é composto por quatro maneiras nas quais os remédios podem agir. Há antirretrovirais que impedem a entrada do vírus na célula, aqueles que impedem a transcrição do material genético do vírus, que rompem a ação das enzimas, impedindo que o vírus domine a célula; e por ultimo os que interrompem a produção de proteína,


que faz com que o vírus não se reproduza. Ambas as ações do remédio têm como objetivo a estabilização da quantidade de vírus no corpo, e não a efetiva cura do paciente. O modo como a notícia se inicia, dá a entender que há uma maneira nova de se prevenir contra a doença, além daqueles métodos que já conhecemos. O contágio entre parceiro de fato diminuiu, mas essa informação deveria ser tratada de forma menos sensacionalista e mais informativa, já que a AIDS continua sendo uma doença de alto índice de contaminação e que, por esse motivo, continua afetando milhões de pessoas em todo o mundo. A maneira como a pesquisa foi apresentada causa uma impressão de que esses remédios são uma grande solução para doença, incentivando apenas o início antecipado do tratamento e não a sua contínua prevenção em relação ao parceiro. É de grande importância que haja uma conscientização de que, iniciar o tratamento nos primeiros estágios da doença não descarta o uso de camisinhas como modo de proteção de outros possíveis pacientes. A divulgação dessas pesquisas gera um grande avanço em nossos conhecimentos quanto à doença, pois aproxima a ciência de nossa vida e nosso bem estar social e influencia autoridades nos investimentos de novos cuidados. A diminuição de pessoas infectadas gera menor gasto público com remédios para tratamento de milhares de pessoas que se contaminam a cada ano em nosso país, existindo, em longo prazo, um benefício tanto para população quanto para os cofres públicos, que poderão investir em outras áreas ou então na prevenção.

Referência Bibliográfica: Cairo, Alberto. Revista digital, Época, São Paulo, 1 jun. 2011. Disponível em <http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,15210,00.html>


Colégio Nossa Senhora Aparecida

Grupo: Katherine Salazar Raissa Ruza

Turma: 3º A

RESUMO CRÍTICO Lidando com o vírus HIV

São Paulo Julho, 2011

Nova proteção contra a AIDS  

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