Page 1

Ano II

NĂşmero 211

Data 03.07.2012


conamp - correio do povo - 03.7.12

Plástico longe da natureza

Campanha de educação quer reduzir em 300 milhões o número de sacolas do varejo até dezembro foi lançada ontem uma campanha de educação que tem a meta de reduzir em 300 milhões o número de sacolas plásticas no varejo gaúcho até o final do ano, o que representa 20% do total consumido. A campanha "Sacola bem utilizada ajuda o meio ambiente" é promovida por uma série de entidades e organizações, lideradas pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), pelo Ministério Público e pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado (Fecomércio-RS). "Temos que envolver todos os segmentos para conseguir estimular essa redução, não de maneira agressiva, mas consciente", explicou o presidente da Agas, Antonio Cesa Longo. Ele lembrou que pesquisa do Instituto Segmento apontou que 81% dos gaúchos eram contrários ao fim imediato das sacolas plásticas no supermercado. "Respeitando a manifestação dos usuários, buscamos estimular o uso cons-

ciente e racional, promovendo a redução gradativa do uso desse tipo de material". Segundo a Agas, os supermercados gaúchos destinam R$ 190 milhões para a aquisição de sacolas plásticas (1,5 bilhão) por ano. Se elas forem proibidas nos supermercados vão representar custo de R$ 15,00 mensais na compra de sacos de lixo. Para a coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Consumidor do Ministério Público, Temis Limberger, a sacola plástica é apenas o início de um processo sobre a utilização correta de bens e produtos. "É preciso estimular a lógica do aproveitamento dos recursos", explicou. O vice-presidente da Fecomércio-RS, João Francisco Micelli, destacou que mais uma vez o Estado dá exemplo em ações de sustentabilidade. Assim, a medida também será levada para o comércio gaúcho, por meio do estímulo à classe empresarial.

conamp - o estado do maranhão - 03.7.12

Procon assina termo de acordo com operadora

Serão traçados padrões e metas para o cumprimento e adequação dos novos termos estabelecidos.

Imirante com informações da Sedihc/Procon SÃO LUÍS - Um termo de acordo assinado, nesta segunda-feira (2), entre a Gerência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/MA), a operadora Vivo, o 7° Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo e o Ministério Público Estadual, estabeleceu medidas, visando à redução das demandas e o aumento no número de acordos entre a empresa de telefonia móvel e os consumidores. A companhia terá agora 60 dias para se adequar aos termos estabelecidos. A proposta busca a criação de mecanismos por parte da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), do Procon e do Ministério Público. Serão traçados objetivos, padrões

e metas para o cumprimento e adequação. Dessa forma, o Maranhão passa a realizar um trabalho pioneiro. A proposta é fazer as demais operadoras aderirem ao programa. De acordo com o gerente do Procon, Kleber José Moreira, o sucesso da iniciativa está ligado à proposta de atuação conjunta entre o Poder Judiciário, o Ministério Público, Procon e as empresas privadas, que trabalharão em prol da garantia dos direitos do consumidor. Só este ano no Maranhão, o número de reclamações envolvendo operadoras de celular foi de 1.621 casos. As queixas envolvem constantes paralisações dos serviços, tarifação incorreta das contas telefônicas e ineficiência nos Serviços de Atendimento ao Consumidor (SAC).

conamp - zero hora - rs - 03.7.12

Campanha para economizar sacolinhas

A Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), o Ministério Público do Estado e a Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado (Fecomércio-RS) vão lançar uma campanha educativa para reduzir o uso de sacolas plásticas pelos consumidores gaúchos. A meta é “economizar” 300 milhões de embalagens nos próximos seis meses, conforme o termo de compromisso assinado ontem pelas três entidades. Mas a redução será gradativa, já que uma pesquisa feita em 2011 apontou que 81% dos consumidores gaúchos eram contrários ao fim imediato das sacolas plásticas. O presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, lembrou a decisão judicial que obrigou a Associação Paulista de Supermercados a voltar a distribuir gratuitamente as sacolas aos consumidores, depois de eliminar as embalagens no início do ano. Segundo Longo, se o Estado adotasse a mesma medida do varejo paulista, cada família gaúcha seria onerada

em R$ 15 mensais, em média, na aquisição de sacos de lixo. – Na prática, estaríamos transferindo a conta para o consumidor e trocando a cor do saco de lixo, de branco para azul ou preto, sem qualquer benefício ao ambiente – opina. Longo defende o uso de “ecobags”, caixas de papelão e carrinhos de compras como alternativas, mas não soluções definitivas. Ele considera que fatores como a praticidade e a modernidade tornam a sacolinha indispensável ao cotidiano dos consumidores. 65% das sacolas plásticas saem dos caixas sem ter sua capacidade total utilizada. 13% dos gaúchos levam sacolas extras para outras utilizações em casa. R$ 190 milhões é o valor gasto pelos supermercados gaúchos para a aquisição de 1,5 bilhão de sacolas plásticas por ano.


estado de minas - edição eletrônica - nacional - 03.7.12

Próteses não são tóxicas, diz Anvisa

Mesmo sem causar risco à saúde, implante de marca francesa foi reprovado e tem maior possibilidade de ruptura

São Paulo –Testes feitos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) comprovaram que a maioria das próteses mamárias de silicone da marca francesa PIP (Poly Implants Prothese) usadas no Brasil apresentaram maior facilidade de ruptura, mas não são tóxicas. Das 306 amostras de implantes importados da marca analisada, 41% foram reprovadas no exame de resistência. Os testes revelaram ainda o uso de silicone de composições diferentes, alguns não autorizados pela Vigilância Sanitária e com alto risco de vazar. O gel usado nos produtos da PIP, no entanto, não era tóxico, conforme constatou a Anvisa. “As próteses se rompem além do que é esperado”, informou o diretor-presidente da agência reguladora, Dirceu Barbano. Os resultados obtidos pela Anvisa são semelhantes aos anunciados pelo Serviço Britânico de Saúde (NHS, na sigla em inglês) no mês passado, indicando que os implantes da marca não oferecem riscos à saúde. Há dois anos, houve denúncias de que os produtos da PIP usariam silicone industrial, teriam alto risco de rompimento e poderiam causar câncer. Na época, em vários países, como na França, onde ficava a sede da empresa, mulheres foram orientadas a retirar as próteses da marca. No ano passado, a Justiça decretou a prisão do dono da PIP. Diante do escândalo mundial, a Anvisa proibiu a importação e a venda das próteses mamárias da PIP. Ficou acertado que o Sistema Único de Saúde (SUS) e os planos de saúde deveriam custear a troca dos implantes rompidos. A

partir daí, empresas e importadoras interessadas em vender silicone mamário no Brasil deveriam ter um selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Na semana passada, o Inmetro concedeu a primeira certificação a um fabricante nacional, a Lifesil, localizada no Paraná. MULTA Barbano disse que a Anvisa vai recorrer a tribunais no país e no exterior para obter ressarcimento de empresas que importavam e comercializavam as próteses e também aplicar multa de até R$ 1,5 milhão. A Anvisa gastou R$ 740 mil para fazer o teste. Os produtos da PIP eram comercializados no Brasil desde 2005. No país, 25 mil pessoas usam próteses mamárias da empresa. Nos últimos dois anos, a agência recebeu 674 reclamações referentes a implantes mamários. Desse total, 150 eram relativos à ruptura do implante com próteses da PIP e da Rofil. No total, 18 fábricas têm autorização para comercializar próteses mamárias de silicone no país, sendo duas nacionais. Desde o início da polêmica com a PIP, 15 fabricantes foram inspecionadas por técnicos da Anvisa, incluindo as duas nacionais. A Anvisa não fez testes de implantes da marca holandesa Rofil, que também usava o mesmo tipo de silicone da PIP, pois o importador não tinha mais exemplares da marca em estoque.

estado de minas - edição eletrônica - superesporte - 03.7.12

Esgotado, mas nem tanto

Desperdício de cadeiras no Independência é agravado por restrição de bilhetes a setores mais caros. Para BWA, disponibilidade poderia ser maior se não houvesse o ponto cego

Bruno Freitas Virou rotina. Sempre que Atlético e Cruzeiro iniciam as vendas de ingressos para jogos no novo Independência, uma longa fila se forma nas bilheterias. A carga, menor que a procura, não se mostra suficiente. Em poucas horas os bilhetes mais baratos se esgotam e parte da torcida vai embora sem conseguir o lugar planejado. Dentro da arena do Horto, entretanto, a realidade é outra: sobram cadeiras vazias em alguns setores das arquibancadas. Um desperdício que, na visão dos dois maiores inquilinos e da BWA – que administra o estádio –, não se deve somente à reserva dos programas de sócio-torcedor. Principal parceiro da empresa, com quem divide 90% dos lucros da arena, o Atlético ressalta nunca ter divulgado que os ingressos estavam esgotados. Embora não comente o as-

sunto oficialmente, o clube diz destinar uma parcela dos cerca de 2.400 bilhetes reservados ao programa Galo na Veia à venda quando o sócio não comparece. A sobra de aproximadamente 600 ingressos é comercializada a R$ 100, valor ainda sim proibitivo – a exemplo das entradas do setor vip, de R$ 200. Outra parte da carga, acrescenta o Galo, depende dos 10% de ingressos reservados ao visitante. Quando as entradas não são utilizadas pelo rival (o Regulamento Geral de Competições da CBF estabelece um prazo de 48 horas para a confirmação), a sobra é revendida a R$ 30. Há ainda 288 cadeiras da divisão policial (um cinturão reservado pela PM com o objetivo de evitar brigas entre torcidas) e os ingressos de convênio, destinados a patrocinadores, parceiros ou homenageados pelo Galo. Na vitória por 5 a 1 sobre o Náutico,

em 23 de junho, 570 crianças de escolas públicas foram convidadas pelo Atlético para ver a estreia de Ronaldinho Gaúcho. O Cruzeiro, por sua vez, defende que só reserva bilhetes para sócios que estiverem com o pagamento em dia. Das cerca de 7 mil entradas do programa celeste, 6 mil costumam ser utilizadas pelo filiados no estádio do Horto, revela o diretor de marketing da Raposa, Marcone Barbosa. “Esse número varia conforme o jogo, mas no fechamento do sistema geralmente chegamos aos 6 mil.” Para evitar o desperdício de lugares, Barbosa afirma que o clube está implantando um sistema de premiação, no qual o torcedor que confirmar não ir a determinado jogo receberá pontos extras.


continuação - estado de minas - edição eletrônica - superesporte - 03.7.12

FALSA IDEIA O diretor do Cruzeiro reconhece que a capacidade do Independência – inaugurado com laudo de segurança limitada para 23.018 assentos – em breve não será suficiente, o que restringirá o acesso aos sócios. Mas apela para o costume de muita gente assistir aos jogos em pé como uma das razões para o fato de as cadeiras ficarem vazias durante os jogos. “Isso cria a sensação de que há espaço, enquanto os lugares estão realmente ocupados”, alega Barbosa. A justificativa também foi dada pelo presidente da BWA, Bruno Balsimelli. Em entrevista antes do jogo aqui - p. 23 - 03.7.12

metro - brasil - p. 5 - 03.7.12

Cruzeiro x São Paulo, no sábado, o comandante do consórcio Arena Independência acrescentou que a disponibilidade de cadeiras poderia ser maior se não houvesse o problema de visibilidade das grades de ferro nas arquibancadas superiores. “São 6 mil assentos no chamado ponto cego, o que representa 24% do estádio. Com a capacidade completa, teremos 25.300 lugares. A capacidade de 23.018 se deve ao fato de termos fechado algumas partes que têm os pontos cegos principais", revelou Balsimelli. O consórcio estuda a ampliação do Independência para 36 mil pessoas.

Um projeto de arquibancadas modulares, na área onde ficam os vestiários, está sendo elaborado por uma empresa sueca a pedido da BWA e deverá ser concretizado num prazo de dois anos. AUTORIDADES CATIVAS Uma cláusula presente no contrato de concessão com a Arena Independência também garante ao governo mineiro 100 lugares cativos no Independência. Desse total, 30 ficam na arquibancada intermediária do setor Ismênia Tunes. Outras 70 cadeiras, no mesmo nível, estão localizadas no lado da Rua Pitangui.


hoje em dia - brasil - p. 16 - 03.7.12


metro - variedades - p. 12 - 03.7.12

3.7.2012  

clipping Eletrônico

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you