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Ano II

NĂşmero 289

Data 11.10.2012


estado de minas - edição eletrônica - giro econômico - 11.10.12

Tem boleto do Cruzeiro do Sul? O Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais informa que, com a liquidação do banco Cruzeiro do Sul, os consumidores em débito com a instituição devem procurar o liquidante da instituição financeira para efetuar o pagamento

de seus boletos, que não pode mais ser feito nas agências bancárias. O liquidante designado pelo Banco Central é Sérgio Rodrigues Prates, que pode ser contatado pelo e-mail sergioprates@terra.com.br ou pelo telefone (11) 3848-4999.

o globo - edição eletrônica - economia - 11.10.12

Doze fogões são reprovados em avaliação da Proteste por falta de segurança

Teste em 21 modelos detectou riscos de tombamento, superaquecimento das partes externas e escapamento de gás O GLOBO

Fogões são reprovados em teste por falta de segurança Bloomberg

RIO — Doze dos 21 fogões avaliados pela Proteste - Associação de Consumidores em um teste de segurança foram eliminados. As reprovações ocorreram para os equipamentos que apresentaram pelo menos um destes riscos: tombamento do eletrodoméstico sobre o usuário; superaquecimento do painel central, podendo causar queimaduras; e escapamento de gás. Não passaram no teste as marcas: Atlas Atenas VS9, Clarice Amanna, Consul Canela, Consul Facilite Timer, Clarice Delicato Plus, Electrolux 52SRB, Electrolux 56SPB, Esmaltec Bali Cristal, Venax Picasso, Venax Monet Plus 4, Esmaltec 4011 e Mueller Domani. Na análise de risco de tombamento quase metade dos fogões (10) não suportou o peso de 22kg colocado sobre a porta do forno aberta, com risco de tombar e provocar acidentes domésticos. O teste simulou uma criança apoiando seu peso em cima da porta de vidro aberta. De acordo com a entidade, isso provocaria um acidente sério, com o fogão caindo em cima dela. O mesmo poderia acontecer se um adulto se desequilibrasse ao segurar uma travessa quente e viesse a se apoiar sobre a porta de vidro, exemplificou a Proteste. Foram testados modelos de fogões com acendimento elétrico e manual para avaliar a qualidade, a segurança e o desempenho dos produtos. O resultado negativo deste teste de segurança não era esperado pela entidade. No último, feito em 2008, não foi detectado risco de tombamento. Após o teste, a entidade pediu ao Inmetro, ao Ministério Público Federal e ao Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) que aumentem a fiscalização. Foi solicitado também ao Ministério Público Federal e Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) a retirada do mercado dos produtos considerados inseguros, assim como a realização de recall dos produtos não conformes para evitar danos ao consumidor. Para testar a segurança térmica, o forno foi ligado em 200ºC e os queimadores foram simultaneamente acesos para medir e avaliar se houve aumento da temperatura na tampa

de vidro e nos metais do painel. Quanto à segurança elétrica, todos os produtos foram considerados seguros. Quatro modelos se destacaram positivamente Entre os fogões com sistema elétrico, o modelo que teve o melhor resultado foi o Brastemp Clean BF050BB. O Dako também recebeu o título de escolha certa. Além de ter passado em todos os testes de segurança, teve uma avaliação positiva em todos os outros testes. Entre os modelos de fogões sem sistema elétrico, os modelos Mueller Moderatto e Continental Astra receberam o título de melhor do teste e também a escolha certa, por apresentarem qualidades e preço semelhantes. Também passaram no teste os modelos Continenal Evidenza, GE Cook, Brastemp Clean BF060BB e Atlas Utop.

Empresas comentam resultados do teste

A Mueller informou que “a única inconformidade verificada pela Proteste no modelo Domani ocorreu por um problema corrigido tão logo foi detectado: o empenamento da tampa de um dos queimadores, quase imperceptível, que provocou uma folga”. O comunicado da empresa informa ainda que os produtos da marca são regularmente avaliados por laboratórios credenciados pelo Inmetro e pelo próprio instituto. A Whirlpool Latin America, que detém as marcas Brastemp e Consul, não reconhece os resultados apresentados pela Proteste. "Todos os nossos produtos são desenvolvidos e certificados de acordo com as normas vigentes no país, passam por rígido controle interno nos 23 laboratórios de tecnologia que a Whirlpool Latin America mantém em suas unidades, e são validados pelo Inmetro", informa a nota enviada pela empresa. A fabricante diz ainda que a metodologia utilizada na avaliação não foi compartilhada "e, portanto, não temos conhecimento de como os resultados foram atingidos. Reiteramos nosso compromisso com a segurança dos nossos consumidores e respeito às normas brasileiras." As demais empresas reprovadas foram procuradas pela reportagem para comentar o assunto, mas ainda não se manifestaram.


o tempo - edição eletrônica - economia - 11.10.12

Risco

Toyota faz o maior recall desde 1996: são 7,4 milhões de carros Tóquio, Japão. A Toyota informou ontem que fará um recall mundial de 7,43 milhões de veículos em todo o mundo, incluindo modelos como Camry, Vitz, Yaris e o Corolla, devido ao risco de incêndio no interruptor de controle elétrico das janelas. É a maior ação desse tipo no mundo desde que a Ford recolheu 8 milhões de veículos, em 1996. Segundo a montadora, não houve relatos sobre acidentes, ferimentos ou mortes por causa do problema nas janelas. A linha de carros afetados pelo problema inclui modelos do Corolla, Yaris, Vios, Matrix, Auris, Camry, RAV4, Highlander, Tundra, Sequoia, xB e xD, produzidos entre 2005 e 2010. Em comunicado, a empresa disse que o problema no

dispositivo elétrico que controla as janelas, em certos isso poderia causar falhas ou até ficar inoperante. A Toyota deve entrar em contato com proprietários dos carros afetados nas próximas semanas para verificar se, de fato, há alguma falha em seus veículos. A medida foi anunciada dois meses depois de a marca ter adicionado dois modelos a um grande recall iniciado no fim de 2009. Na ocasião, os modelos afetados apresentavam um defeito que bloqueava o pedal do acelerador, o que poderia provocar acidentes letais - alguns, inclusive, registrados em Minas Gerais.


11.10.2012