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Copa

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Por que o Brasil? • Para o Brasil, a Copa de 2014 é a oportunidade de o país dar um salto de modernização e apresentar não só sua capacidade de organização, como também força econômica para captar investimentos e os muitos atrativos que podem transformar o país em um dos mais importantes destinos turísticos do mundo a partir de um futuro próximo.


Os números de países que já sediaram a Copa do Mundo de Futebol, comprovam que o evento pode não ser o acontecimento esportivo de maior porte do planeta, mas com certeza é o que tem maior apelo midiático e maior capacidade de gerar recursos para os setores direta e indiretamente envolvidos em sua realização. Para qualquer país onde seja realizado, o evento tem o apelo de uma vitrine capaz de mostrar a milhões de telespectadores de todos os cantos do planeta aspectos que vão muito além de estádios e disputas esportivas.


O que está em jogo não é apenas o futebol ou o "Caneco da Fifa", mas a oportunidade de o país atrair bilhões e bilhões de dólares em investimentos para seu desenvolvimento. O que interessa, de fato, é aproveitar a Copa para construir a infraestrutura que ficará no Brasil de 2022, quando o país completa o Bicentenário da Independência.


O escritório Castro Mello Arquitetos e a empresa alemã GMP assinam o projeto de reforma da nova arena Mané Garrincha, que se transformará numa arena multiuso, com 71 mil lugares. Projeto inclui estacionamentos, apoio, vestiários, lojas e ampliação de arquibancadas. Custo: R$ 671 milhões Contrato: público Construtoras: Via Engenharia e Andrade Gutierrez

A nova arena substituirá o estádio Vivaldo Lima (Vivaldão), em processo de demolição. O projeto é de autoria do escritório alemão GMP e inspira-se em elementos da cultura, fauna e flora amazonenses. A capacidade é de 44.310 pessoas. Custo: R$ 499,5 milhões Contrato: público Construtora: Andrade Gutierrez


Projeto foi oficializado pelo COL, mas obras ainda não começaram. Após o veto da Fifa ao estádio do Morumbi, a arena do Corinthians é a única opção de São Paulo para 2014. O projeto do escritório carioca CDCA prevê 48 mil lugares em área de 200 mil m² no bairro de Itaquera, zona leste da cidade. Caso a federação confirme o interesse no estádio, o projeto sofrerá mudanças radicais para atender a 65 mil pessoas e aos requisitos de visitantes vip e mídia. Custo: R$ 335 milhões (48 mil) ou R$ 600 milhões (65 mil) Contrato: privado Construtora: Odebrecht

Atlético Paranaense pretende começar as obras em junho de 2011 A modernização da arena curitibana é de responsabilidade da Carlos Arcos Arquitetura. Para as obras (construção do quarto lance de arquibancadas e da cobertura), o município liberou créditos de potencial construtivo de R$ 90 milhões para o Atlético-PR. Custo: R$ 130 milhões Contrato: privado Construtora: não definida


A nova arena substituirá o estádio Fonte Nova (demolido), mantendo a geometria oval e abertura para o Dique de Tororó. Terá 50 mil lugares e três anéis de arquibancada, mas a capacidade poderá ser ampliada para até 65 mil, caso seja escolhido para a abertura da Copa. O projeto é do escritório Setepla Tecnometal e Schulitz+Partner Custo: R$ 591 milhões Contrato: PPP (concessão por 35 anos) Construtoras: Odebrecht e OAS

Obra está sete meses atrasada. Governo pensa em alterar modelo da cobertura para recuperar o tempo A Arena Pantanal é um projeto premiado da GCP Arquitetos. Terá capacidade para 43.600 espectadores, com arquibancadas e cobertura desmontáveis. Poderá ter redução de até 30% da capacidade após o Mundial. O projeto tem uma série de recursos para atender à certificação Leed, de sustentabilidade. Custo: R$ 342 milhões Contrato: público Construtoras: Santa Bárbara e Mendes Júnior


Obra segue o cronograma estipulado! Projeto da empresa pública Emop (Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro), a reforma do Maracanã compreende a redução da capacidade a 76 mil lugares, reconstrução da arquibancada inferior, geometria oval (para melhorar curva de visibilidade), 108 camarotes e acesso por rampa monumental. Comprometimento da estrutura aumentou custo da obra em cerca de R$ 400 milhões. Custo: perto de R$ 1,1 bilhão Contrato: público Construtoras: Andrade Gutierrez, Odebrecht e Delta

Projeto do arquiteto Gustavo Penna em colaboração com a alemã GMP, a modernização do Mineirão inclui construção de cobertura, vestiários e arquibancadas, estacionamentos e esplanada entre estádio e renovação do ginásio Mineirinho. O estádio terá 69 mil lugares. Custo: R$ 743,4 milhões (estádio e esplanada) Contrato: PPP (concessão por 27 anos) Construtoras: Construcap, Egesa e Hap


Designers gráficos criticam o logo da Copa 2014. "Um ato de vergonha" O renomado designer Alexandre Wollner, um dos precursores do design moderno brasileiro, criador de logotipos que se tornaram ícones da cultura visual do país, como os das empresas Itaú, Philco e Hering, resumiu em uma palavra seu espanto com o logo: "É lamentável"


Wollner fez a seguinte análise do logo: "Em cores, parece uma cara coberta pela mão num ato de vergonha; horrível. Não é uma marca, é uma ilustração de um artigo "a vergonha do brasil" (de ter perdido o campeonato)! Os 'notáveis' devem ter comparado com outros desenhos de baixo nível". E finaliza, surpreso: "Mas afinal, quem participou do concurso?! Teve concurso?". Wollner ainda manda um recado aos 'notáveis", para que imitem o ato de vergonha por terem escolhido este desenho. Entre os designers brasileiros, o caso gerou decepção e polêmica, já que havia um acordo entre a ADG (Associação dos Designers Gráficos do Brasil) e a Fifa para que o processo de definição das marcas da Copa de 2014 fossem coordenadas pela entidade brasileira. Os profissionais da área decidiram reunir-se para tirar uma posição conjunta da classe.


Nosso Brasil, por estar passando por uma fase tão nova na sua história, ainda sofre com muitas polêmicas, manchetes e problemas. Toda a beleza dos nossos craques ainda é uma realidade muito longe para começar a brilhar...


Ministro diz que Fifa aceitou lei brasileira para cess찾o de imagens Ap처s reuni찾o com Valcke, Orlando Silva disse que entidade deve ceder 3% das imagens da Copa do Mundo


Um ponto não resolvido é a exigência da entidade de que seja vendido nos arredores dos estádios, em um perímetro ainda não definido, apenas produtos licenciados. De acordo com Orlando Silva, essas questões são reguladas no Brasil por leis municipais, e por isso o Congresso não está habilitado para legislar sobre esses assuntos. A solução alternativa que foi acordada foi a inclusão, no projeto de lei preparado pelo Governo, de algumas cláusulas que incentivem as Prefeituras a chegar a acordos com a Fifa a respeito da comercialização de produtos vinculados ao Mundial.


O ministro admitiu que Valcke, que não deu entrevistas, manifestou a preocupação da entidade por conta das demoras nas obras necessárias para melhorar a infraestrutura dos aeroportos das 12 cidades que receberão os jogos. Orlando Silva revelou que disse ao secretário as medidas adotadas pelo Governo, como a recente criação de uma Secretaria de Aviação Civil que será a responsável direta pelas obras, e afirmou que Valcke encerrou a visita com a confiança renovada. "Ele vai embora muito satisfeito, muito mais confiante que o caminho da preparação para o Mundial do Brasil é o correto", finalizou o ministro.


•Rede hoteleira do Rio deve ter investimento de R$ 1,4 bi até 2014 •Setor hoteleiro de SP está pronto para receber turistas durante a Copa •BH terá hotel da rede Fasano e outras marcas cinco estrelas


Ent達o, enfim.. Brasil 2014

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Progresso



Copa no Brasil