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E XPE RI ME NT AR


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of i ci na experi ment al

DO L AT. EXPERI ENTI A

, S. F. ACTO OU EFEI TO DEEXPERI MENT AR; OBSERVAÇÃO; EXPERI MENT AÇÃO; ENSAI O; PROVA; TENT ATI VA; A PRÁTI CA, POR OPOSI ÇÃO À TEORI A; HABI LI DADEEPERÍ CI A ADQUI RI DAS COM O EXERCÍ CI O DEUMA ARTE OU OFÍ CI O; CONHECI MENTOS RESUL T ANTES DEVI VÊNCI AS SUBJECTI VAS; SOMA DECONHECI MENTOS;

FI , LOS. CONHECI MENTO TRANSMI TI DO PELOS SENTI DOS.

-CI ENTÍ FI CA: EXERCÍ CI O QUE, USANDO APARATOS OU I NSTRUMENTOS, SEDESTI NA A OBSERVAR O COMPORT AMENTO DEOBJECTOS, MATERI AI S OU ORGANI SMOS SOB CONDI ÇÕES CONTROLADAS.

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CENT RODEEXPOSI ÇÕESCAMPOGRANDEL I SBOA2003

O OBJECTO ARQUI TECTÓNI CO SURGECOMO UM NOVO PERCURSO NO JARDI M DO CAMPO GRANDE, I NSERI DO NUMA MALHA DE EI XOS XEY CORRESPONDENTE À MASSA EXI STENTECONSTRUÍ DA.

ESTEDI STRI BUÍ SE EM DOI S CORPOS, UM ABAI XO DO NÍ VELDO , 5M)EM QUEO SEU PERCURSO É SOLO ( COT A MÁXI MA 3 FEI TO ATRAVÉS DE VÁRI OS PLANOS I NCLI NADOS

,PROLONGANDO( CENTRO DEEXPOSI ÇÕES) SE ATÉAO OUTRO .ESTECORPO ESTÁ ACI CORPO ( LI VRARI A) MA DO NÍ VELDO SOLO, Á COT A1 M,NASCENDO DA TERRA, ELEVANDOSEECRI ANDO UMA VONT ADE DE CONTI NUI DADE.A LI VRARI A ENCONTRASE MAI S PRÓXI MA DO EI XO DE CI RCULAÇÃO PRI NCI PAL E TRANSPORT ARÁ AO I NTERI OR, OS UTI LI ZADORES AO CENTRO DE EXPOSI ÇÕES QUE ENCONTRASENO I NTERI OR DO JARDI M DANDO ACESSO AO MESMO.

O

ALÇADO POENTEVI RADO PARA UM EI XO VI ÁRI O DEGRANDE

CI RCULAÇÃO DEENTRADA DEL I SBOA, SERÁ COMPLET AMENTE CEGO À EXCEPÇÃO DEDUAS ENTRADAS DELUZ,DI FI CUL T ANDO ASSI M A PROPAGAÇÃO DERUÍ DO.


T HEBOX2003

O CONCEI TO I NERENTEAO PROJECTO FOCA OS SEGUI NTES PONTOS: EM PRI MEI RO LUGAR, A CRI AÇÃO DEUM ESPAÇO QUESEPRETENDE ERGONÓMI CO, FUNCI ONALEDEACORDO COM UM PROGRAMA ORGANI ZACI ONAL. ESSEESPAÇO I NTERI OR I RSEI A REFLECTI R NUMA FORMA EVOLUMETRI A EXTERI OR O HOMEM SURGECOMO ELEMENTO PRI SI MPLES EPRI MI TI VA. NCI PAL, SENDO O SEU CONEVI SUAL, UM FACTOR FULCRALNO DESENVOL VI MENTO DO PROJECTO. HOUVEQUEREALI ZAR UM ESQUEMA FUNCI ONALADAPT ADO ÀS FUNÇÕES I NERENTES À VI GI A ESAL VAMENTO. AS POSSÍ VEI S ENVOL VENTES EAMBI ENTES, I MPLI CARAM UMA NEUTRALI DADE NA FORMA, NO ENT ANTO POSSUIUM I MPACTO, NÃO PASSANDO DESPERCEBI DA. O NOSSO I MAGI NÁRI O LEVOUNOS A UMA I MAGEM DEUM OBJECTO FECHADO, O OBJECTO FI DEGRANDEI MPACTO, FORA DO SEU LUGAR. NALTRADUZSENUMA FORMA PRI MÁRI A, QUEREVELA UM CERTO PESO, MAS SETRANSFI GURA, RESUL T ANDO EM TRANSPARÊNCI AS VI SUAI S ELEVEZA. AMATERI ALI DADEPODESER MUT ANTEATRAVÉS DOS PAI NÉI S DEDI FERENTES CORES ETEXTURAS.


O OBJECTO ARQUI TECTÓNI CO ENCONTRASEFECHADO, ASSEMELHASEA UM BLOCO DEPEDRA QUEPARECESURGI DO DO NADA, MAS QUEAO MESMO TEMPO NOS TRANSMI TEUM PESO EEST ABI LI DADEACENTUADA. O NADADOR SALVADOR APROXI MASE, ESTENDEA MÃO EPUXA A RAMPA DEI PUXA O PAI DEACESSO. XAA CAI R NA AREI A ESOBEA. NELDEENTRADA PARA CI MA EO MESMO SUSTÉMSE. AVI NO I GI A FAZERSEÁ A PARTI R DA VARANDA. NTERI OR EXI STEUMA MACA DEAPOI O AOS NÁUFRAGOS. ASI NALI ZAÇÃO DO EST ADO DO MAR ÉFEI T A POR MEI O DETRÊS ELEMENTOS DEACRÍ LI CO OPACO PI NT ADO DEVERDE, AMARELO EVERMELHO, QUESE ENCONTRAM NO I NTERI OR DO POSTO DEVI GI A ESEELEVAM ATÉAO EXTERI OR. OS PAI NÉI S EXTERI ORES SUPERI ORES ELEVAMSEEFAZEM A PROTECÇÃO OS PAI SOLAR NECESSÁRI A. NÉI S EXTERI ORES I NFERI ORES ABREMSEDEFORMA A PROTEGER DO SOLOS BANHI ST AS MAI S DESCUI DADOS NA PROTECÇÃO. AO LADO DA RAMPA ENCONTRASE, DEBAI XO DO PI SO, A PRANCHA DE SAL VAMENTO EA BOBI NA DO CABO DESAL VAMENTO.


CUBO PERFEI TO COM 4X4X4 METROS, REVESTI DO POR PAI NÉI S DE MADEI RA DECONTRAPLACADO MARÍ TI MO, EST ABI LI ZADO POR UMA ESTRUTURA DEMADEI RA COM

POSSUI FI XAÇÕES EM FERRO ZI NCADO. UMA RAMPA QUEPODEI R DOS

3AOS 6METROS DECOMPRI MENTO, QUESEENCONTRA NO I NTERI OR DO POSTO DEVI GI A, SENDO PUXADA PARA FORA DO MESMO NOS MOMENTOS

OS PAI DEUTI LI ZAÇÃO DO POSTO. NÉI S DE REVESTI MENTO, SENDO A PELEDO OBJECTO, SÃO OS QUEI RÃO DAR A LI NGUAGEM QUEO MESMO PODETRANSMI TI R, PODENDO ESTES SER DEDI FERENTES CORES ETEXTURAS.

POR OUTRO LADO,UMA ABORDAGEM DE SUSTENT ABI LI DADEECONÓMI CA PODE PASSAR PELA I NTRODUÇÃO DEPUBLI CI DADE.


SI L OVERT I CAL CACI L HAS2003

NA I NTERPRET AÇÃO DO LUGAR ASSI STI MOS À TRANSFORMAÇÃO CONST ANTEDO MESMO, O LOCALFAZA LI GAÇÃO ENTREDUAS REALI DADES PRESENTES, DEUM LADO UM ESPAÇO URBANO CONSOLI DADO, UMA LI NGUAGEM CARACTERÍ STI CA DOS ANOS 60/ 70,DO OUTRO LADO UM PASSADO I NDUSTRI ALAI NDA PRESENTEEM ALGUNS PONTOS. I MPORT A A CONOT AÇÃO COM UM PASSADO, A OBSERVAÇÃO DO PRESENTEEA I NTRODUÇÃO DEUMA FUTURA I DENTI DADE.

HÁ UMA LI GAÇÃO OBRI GATÓRI A À FUNÇÃO PASSADA DO LUGAR, EM QUEO CARÁCTER BRUT ALI ST A SOBRESSAIDA MÁQUI NA QUE SEI MPÕEDO E ST ALEI RO QUEDOMI NA.


“O SABER PÓSMODERNO NÃO ÉAPENAS O I NSTRUMENTO DOS PODERES, ELEAPURA A NOSSA SENSI BELI DADEÀS DI FERENÇAS EREFORÇA A NOSSA CAPACI DADEDESUPORT AR O I NCOMENSURÁVEL.

ELEPRÓPRI O NÃO ENCONTRA A SUA RAZÃO NA HOMOLOGI A DOS EXPERTS, MAS NA PARALOGI A DOS I NVENTORES” JEANFRANÇOI MODERNA SL YOT ARD - ACONDI ÇÃO P ÓS-


RESI DÊNCI ADEEST UDANT ESBRAÇODEPRAT AL I SBOA2004

AEXI STÊNCI A DEVÁRI AS COMPONENTES A ESTUDAR NO LOCAL, A FORMA, O PASSADO HI STÓRI CO, A LUZ, ETC. O CONFI NAMENTO DEST A RUA PROVOCADO PRI NCI PALMENTEPELO EDI FÍ CI O DA UNI VERSI DADELUSÓFONA, QUESEENCONTRA EM FRENTE O DECLI DA ÁREA A I NTERVI R. VEDEST A RUA, ÉOUTRA COMPONENTE A TER EM CONT A, COMO O OBJECTO I RÁ ACTUAR EM CONSONÂNCI A. I MPORT A UMA CONOT AÇÃO COM O PASSADO DO LUGAR NUMA AS VÁRI CONSCI ÊNCI A HI STÓRI CASOCI AL. AS I NDUSTRI AS ALIPRESENTES, ALGUMAS ABANDONADAS, OUTRAS AI NDA ACTI VAS, SÃO UMA REFERÊNCI A HI STÓRI CA ESOCI AL, POI S HÁ UMA FUNÇÃO ECONÓMI CA/ SOCI ALEM TORNO DEST AS. AI NTRODUÇÃO DEUMA NOVA I DENTI DADE, SI GNI FI CA A TRANSI ÇÃO PARA O FUTURO, NOVAS SOLUÇÕES TECNOLÓGI CAS, TRANSFORMAÇÕES.


O OBJECTO TERÁ PRI NCI PALMENTEQUEPROCURAR LUZ, MI NI MI ZAR O ESTREI T AMENTO/ CONFI NAMENTO DEST A RUA EPREENCHER UM VAZI O, DEFORMA À RUA TER UMA CONTI NUI DADESÓBRI A.

AFORMA I RÁ APAZI GUAR O ESTREI T AMENTO/ CONFI NAMENTO DA RUA, VI STO P VOLUMESUPERI OR FI CAR RECUADO EM RELAÇÃO À RUA. SURGETAMBÉM COM O MOVI MENTO DETORÇÃO, UMA PARTE DO VOLUMESUPERI OR QUESAIFORA DO LI MI TEVERTI CALDO VOLUMEI NFERI OR, CRI ANDO UMA ENTRADA DELUZ, EST A A POENTE.


HABI T AÇÃOCOL ECT I V ABRAÇODEPRAT AL I SBOA2004

AMORFOLOGI A DO TERRENO REPRESENT A A PRÍ NCI PALREFERÊNCI A EOS VENTOS DOMI NANTES VI NDOS DENOROESTEVÃO I NFLUENCI AR OU MODI FI CAR O OBECTO A PROPOR.

AS CÉRCEAS DA ENVOLVENTE,O ASPECTO FÍ SI CO DOS EDI FÍ CI OS EXI STENTES, OS ARMAZÉNS, A PRESENÇA I NDUSTRI AL, SÃO FACTORES DETERMI NANTES. O CONCEI TO PARTECOMO BASEO ESTUDO DA MORFOLOGI A DO TERRENO, JUNT AMENTECOM A FORÇA DOS VENTOS DOMI NANTES. ESTA FORÇA CONJUNTA VAIDOMI NAR O OBJECTO A PROPOR, A SUA FORMA SERÁ O RESUL T ADO DEST AS DUAS FORÇAS.


c o ns e quĂŞ nc i a v e nt o

c o ns e quĂŞ nc i a t e r r e no


ESPAÇOPÚBL I COGOMESF REI REL I SBOA2006


DESENHOURBANOGI NGAL2006

ESTA PROPOSTA ASSENTA FUNDAMENTALMENTENUMA LI GAÇÃO VI ÁRI A EHUMANA ÁS DUAS SUPRACI T AS ZONAS. PARALELAMENTEAO PASSEI O RI BEI RI NHO PEDONALQUETERMI NA NA CLI VAGEM QUEAQUISEREASSUME, UMA LI GAÇÃO ENTREO L ARGO DE CACI LHAS EA LOCALI DADEA P OENTE, PONTUA AS DI FERENTES ZONAS E USOS, EPERMI TEQUEO “ DENTRO”EO “ FORA”VARI EM DEACORDO COM O POSI CI ONAMENTO DO VI AJANTE. PARA ALÉM DA SI NUOSI DADEPLANI MÉTRI CA, A VI A POSSUIDI FERENTES AL TERNATI VAS QUEVARI AM CONFORMEO PRETEXTO VI SUAL. O EDI FI CADO DA ÁREA NASCENTEPRETENDESER REABI LI T ADO, ESTA OPÇÃO PRI VI LEGI ANDO A HABI T AÇÃO COMO USO PRI NCI PAL. PRENDESECOM A NECESSI DADEDECONSERVAR ALGUMA I DENTI DADE DO EDI FI CADO DEST A ZONA, EAO MESMO TEMPO MANTER UTI LI ZADORES PREVÊDI URNOS. SET AMBÉM CONSOLI DAR E/ OU BENEFI CI AR A . ÁREA DO OLHO DO BOI


O LARGO DECACI LHAS FOIREDESENHADO APÓS A DESLOCAÇÃO DO CAI S DELI GAÇÃO FLUVI ALENTREL I SBOA ECACI LHAS, REMETENDO O PARQUE AUTOMÓVELDESTEI NTERFACEPARA A ZONA S ULDO L ARGO ( ONDEALI ÁS . JÁ EXI STEUM EDI FÍ CI O DESTI NADO A ESSEFI M) DESTELARGO A VI A( APENAS PARA VEÍ CULOS MOTORI ZADOS) MERGULHA NO RI O DEFORMA A PRESERVAR, EA ASSUMI R A LI GAÇÃO UMBI LI CALENTRE O RI O EO GI NJAL. APÓS SERPENTEAR,DEACORDO COM AS COTAS ALTI MÉTRI CAS DO T ALUDE EAS “ ACOST AGENS”NECESSÁRI AS DEACESSO A CADA ÁREA OU GRUPO DEEDI FÍ CI OS, VOL T A AO RI O, DEST A VEZ, VI SÍ VEL, ASSUMI DAMENTEPARTE DA FUTURA PAI SAGEM ECOM FAI XAS LATERAI S PARA VELOCÍ PEDES E PEDESTRES. DEVOLVI ,COMPLETA A LI DA A “ TERRA FI RME” GAÇÃO AO EXTREMOPOENTE GI DESTENEONJAL. ESTA VI A, TEM T AMBÉM PRESSUPOSTOS SÓCI AS I NTEGRATI VOS, FAZENDO COM QUEA MARGI NALI DADE, MAI S OU MENOS SAUDÁVEL, SEPOSSA CHAMAR T AMBÉM DEVI VÊNCI A AL TERNATI VA.


CENT RODECONGRESSOSGI NGAL2006


ESCAPEARCODOCEGOL I SBOA2007

ESPAÇO PÚBLI CO URBANO ESCAPANDO DA CI DADE, O OBJECTI VO ÉCRI AR UMA VI VÊNCI A NATURAL, TENDO A CI DADECOMO PAI SAGEM ( .AS VÁRI UM UNI VERSO I NSERI DO NOUTRO UNI VERSO) AS CAMADAS 1) ,SERVECOMO DI FERENCI AM OS USOS, A CAMADA I NFERI OR ( NÍ VELACAMADA I ) , EST ACI ONAMENTO DEVI ATURAS. NTERMÉDI A( NÍ VEL0 ÉO ELEMENTO MEDI ADOR, ESPAÇO DECI RCULAÇÃO EDEEST ADA, ESTÁ NO CONTEXTO DERUA. ACAMADA SUPERI ) ,ESPAÇO ELEVADO DA RUA,FOGEDA OR ( NÍ VEL1 CI DADEECRI A A SUA PRÓPRI AI DENTI DADE, ESPAÇO LÚDI CO, DE CONTEMPLAÇÃO, DEEST ADA, SERVEESSENCI ALMENTEDEABSTRACÇÃO DA CI DADEPARA OS UTI LI ZADORES. O NÚCLEO ( PRAÇA CENTRAL) ÉUM ESPAÇO MUL TI FUNCI ONAL, QUEPODEPROPORCI ONAR VÁRI OS TI POS DEEVENTOS, OU SI MPLESMENTE FUNCI ONAR COMO PRAÇA.


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3DI MAGEM/ F I L ME2006_2008


CI DADESI NVI SÍ VEI SENSAI O2006

NÓS TAMBÉM,COMO KUBLAIKHAN,NÃO PRECI SAMOS NECESSARI AMENTE ACREDI T AR EM TUDO O QUEMARCO P OLO DESCREVE; MAS SOFREMOS, COMO ELE, DA SENSAÇÃO DO VAZI O DEUMA TERRA CREPUSCULAR ETEMOS ESPERANÇA DEI DENTI FI CAR O TRAÇADO DEALGUM PADRÃO, QUENOS SEM DÚVI COMPENSEPELA SÉRI EI NFI NI T A DEERROS SOBREA VI DA. DA, COMO NOTOU NI ETZSCHE, ERROS SOBREA VI DA SÃO NECESSÁRI OS À VI DA; ESEM DÚVI DA, T AMBÉM, COMO DI ZI AE MERSON, NÓS EXI GI MOS VI TÓRI AUMA VI TÓRI A DOS SENTI DOS, T ANTO QUANTO DA ALMA. SERÁ QUEAQUI LO QUEVEMOS ÉREAL?OU VI VERMOS NÓS NUMA REALI DADE APARENTE, RESUL T ADO DAS NOSSAS MENTES EACÇÕES, SERÁ ESTEMUNDO REAL? TRANSFORMAMOS O MUNDO NUM LUGAR NOSSO. O HOMEM PROCURA I NCESSANTEMENTEA HARMONI A COM O UNI VERSO, CONSI GO MESMO ECOM OS OUTROS, NÃO ÉNA SOLI DÃO QUEELESEENCONTRA, MAS SI M COM O TODO, SÓ O TODO FAZSENTI DO, SÓ ASSI M O PLANO PODERÁ EST AR COMPLETO. AS CI DADES SÃO DEFENI DAS, POR UMA PESSOA SENT ADA NUM BANCO, POR UMA ESCADA, POR UM ROSTO, POR UM PERCURSO, POR UMA PONTE, POR UM ÚNI CO MOVI MENTO, POR UM OLHAR, PELA CONVERSA ENTREDUAS PESSOAS, POR UMA ÁRVORE, POR UMA RAMPA, POR UM TELHADO, POR UMA PORT A, POR UMA JANELA, POR TUDO AQUI LO QUEPERCEPCI ONAMOS, EPOR AQUI LO QUENÃO VEMOS,

EDETUDO I MAS SENTI MOS. STO, QUEÉFEI T A UMA CI DADE, O SEU ELEMENTO FÍ SI CO NÃO TEM SENTI DO SEM O ELEMENTEI NVI SÍ VEL.

ACI DADEÉFEI T A DERET ALHOS QUESECONJUGAM EFORMAM UM TODO, UMA CI DADE, ESSECONJUNTO VI SÍ VELEI NVI SÍ VEL, ONDEO HOMEM SEENCONTRA. ACI DADEÉFEI T A DENÍ VEI S ELI GAÇÕES, A PARTEAL T A DA CI DADE, A PARTE BAI XA, O SEU NÚCLEO, A SUA PERI FERI A, A SUA LUZ, A SUA OBSCURI DADE, TODOS ESTES NÍ VEI S SÃO LI GADOS, COMO VI AS DELI GAÇÃO, TORNANDO A CI DADENUMA TEI A, NUMA REDEDECONEXÕES, SÓ ASSI M PODE FUNCI ONAR, ELA TEM DESABER COMUNI CAR.


ART ESPL ÁST I CAS2002_2008


CONVERSASCOMEST UDANT ESCI NEMA2006

DI SSECAÇÃO DO LI VRO “RE M KOOLHASCONVERSAS COM ESTUDANTES” , O FI LMEÉCOMPOSTO APENAS POR SEQUÊNCI AS DEFOTOGRAFI AS, O OBJECTI VO NÃO ÉAPENAS DI SSECAR, MAS T AMBÉM DAR UMA PERSPECTI VA DI FERENTEDO LI VRO.

“ AARQUI TECTURA ÉUMA PROFI SSÃO PERI GOSA. APESAR DESTA FRASE APARECER MODEST AMENTEEDELI BERADAMENTELOGO NO Í NI CI O, COM POUCA PRETENSÃO DEI MPRESSI ONAR, NO FI NALDO LI VRO AS PALAVRAS CONSEGUEM TRAZER DEVOL T AT ANT A AS AFI RMAÇÕES DRAMÁTI CAS, QUANTO OS LOUCOS DESAFI OS Í MPLI CI TOS NA SUA MENSAGEM. O OPTI MI SMO DEKOOLHAS ÉDUPLO: DECLARA QUEA ARQUI TECTURA DEVEABANDONAR O NARCI SI SMO EA VAI DADECONFORTÁVEI S QUEA PROTEGEM DAS REALI DADES PERI GOSAS DAS TRANSFORMAÇÕES DA HI STÓRI A ET AMBÉM QUEA ESPECULAÇÃO ARQUI TECTÓNI CA, PRECI SA DECONCENTRARSEPRAGMATI CAMENTEEM DESCOBRI R NOVOS POTENCI AI S, EM CONDI ÇÕES EXI STENTES, EM ORGANI ZAR EENCONTRAR UMA ARTI CULAÇÃO PARA AS I NEVI TÁVEI S TRANSFORMAÇÕES EFORÇAS DE

” MANUTENÇÃO.


CANEI RASCI NEMA2007

A POVOAÇÃO DAS CANEIRAS TEVE A SUA ORIGEM EM MEADOS XI X,TENDODO SÉC. SE DESENVOLVI DO PELA MÃO DE PESCADORES ORI UNDOS DE VI EI RA DE LEI RI A,QUE PROCURAVAM ESTAS TERRAS EM ÉPOCAS DI FÍ CEI S PARA A PESCA NO MAR.O LUGAREJO FOI LHES OFERECENDO A ESTABI LI DADE NO TRABALHO AO LONGO DE TODO O ANO E ASSI M SE FORAM DEI XANDO FI CAR.AS PEQUENAS BARRACAS

QUE COMPUNHAM A HABI TAÇÃO PARA O PERI ODO SAZONAL,FOI SE DESENVOLVENDO NO SENTI DO DE GARANTI R A PROTECÇÃO NECESSÁRI A PARA TODO O ANO.ASSI M FOINECESSÁRI O QUE ESTES HOMENS COMPREENDESSEM AS ESPECI FI CI DADES DO LUGAR,PROPONDO COMO HABI TAÇÃO,CASAS CAPAZES DE RESPONDER AOS PROBLEMAS DO LUGAR.

DESTA FORMA,AS CASAS SOLTARAMSE DO SOLO,ACENTANDO A SUA BASE SOBRE PI LOTI S,QUE SUGEREM UM CERTO SENTI DO CORBUSI ANO, CONSTRUÍ RAMSE DE MADEI RA,RECORRENDO A DESPERDÍ CI OS E DESENVOLVENDO UMA AUTÊNTI CA ENGENHARI A DO APROVEI TAMENTO.


AMI NHAMAT AF OMECI NEMA2007

ESTEFI LMEÉUMA MOSTRA SENSORI ALDEUMA HERDADESI TUADA NO MEI O DO RI BATEJO, ONDEO AUTOR PASSOU GRANDEPARTEDA SUA I NFÂNCI A.

AI NTENÇÃO DAS FI LMAGENS NÃO ÉDAR A CONHECER EST A HERDADE, MAS PROVOCAR NOST ALGI A, UM RETORNO À I NFÂNCI A, OS LOCAI S EPERCURSOS ESCOLHI DOS SÃO OS DEUMA CRI ANÇA A BRI NCAR ÀS ENCONDI DAS, A VI SI T AR OS PATOS EGALI NHAS, A ANDAR DEBI CI CLET A,

. . A SUBI R EDESCER MONTES, A BRI NCAR COM OS CÃES.


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of i ci na experi ment al RUISI L VA MARTI NS

#932869538 I NFO@OFI CI NAEXPERI MENT AL. COM

. WWW. OF I CI NAEXPERI MENT AL COM


OBRI GADO


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