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nº 39

INFORMATIVO SOBRE MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO AUTOMOTIVA

EDIÇÃO ESPECIAL

SINCRONISMO DE MOTORES Uma série de novos produtos, com a confiabilidade Raven, para veículos populares, premium e diesel

Seção Técnica INÉDITO E EXCLUSIVO Procedimento completo para verificação e ajuste do sincronismo Motores Fiat 1.0 6V (3 cils.) e 1.3 8V (4 cils.) Firefly 13

DESTAQUES Informações técnicas sobre o sincronismo de mais de 10 famílias de motores, de 3 a 10 cilindros, aplicados em 17 montadoras: 4

Fiat, VW, Ford, Chevrolet, Peugeot, Citroën, Renault, Chery, Jeep, Land Rover, Audi, Mini, BMW, Mercedes- Benz, Volvo, Jaguar e Porsche.


EDITORIAL

nº 39

INFORMATIVO SOBRE MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO AUTOMOTIVA

RAVEN, EM SINCRONIA COM OS REPARADORES

A

pós uma pequena pausa, voltamos em 2018 com uma

produtos foram testados em situações reais de uso antes

edição especial, turbinada com mais páginas, mais

de entrarem na produção em série.

conteúdo técnico e mais produtos que facilitam/possibilitam trabalhos específicos de reparação. E o assunto desse Raven News especial são as ferramentas para sincronismo de motores, também conhecidas como ferramentas de “fasagem” ou de “ponto” e que estão sempre presentes no cotidiano dos reparadores. Lembrando que Raven News traz conteúdo sobre esse tipo de ferramenta desde a sua primeira edição, de agosto de 1999.

Mas a qualidade não basta. Para evitar danos, e para que esses produtos sejam corretamente utilizados, os mesmos são fornecidos com manual de instruções, que contém os procedimentos completos e informações que, como você sabe, muitas vezes são difíceis de se obter, especialmente no caso de veículos relativamente “novos” no mercado. Sabendo dessa dificuldade, a Raven traz a você um conteúdo relevante e inédito na Seção Técnica

Atendendo a demandas dos reparadores, a Raven

dessa edição: o procedimento completo para sincronismo

disponibilizou, nos últimos meses, 17 novos produtos (entre

dos motores Fiat Firefly 1.0 6V (3 cils.) e 1.3 8V (4 cils.).

ferramentas e conjuntos de ferramentas) para o sincronismo

Esses motores, que possuem pouco mais de um ano

de motores ciclo Otto e Diesel. Esses novos produtos

de mercado, utilizam corrente de sincronismo, incomum

atendem veículos de 17 montadoras e das mais diversas

em motores “pequenos” da Fiat, além de várias outras

categorias, abrangendo desde os pequenos motores de

particularidades técnicas, detalhadas na matéria. Seja

3 cilindros Fiat 1.0 6V Firefly e PSA 1.2 12V PureTech até

desenvolvendo soluções inteligentes para necessidades

os enormes propulsores Porsche 4.8 32V V8 e Audi 5.2

do reparador, produzindo produtos com garantia de

40V V10. Atualmente, as ferramentas para sincronismo são

confiabilidade ou trazendo informações técnicas relevantes

maioria entre os lançamentos da Raven. Em especial, as

para o reparador através deste informativo, catálogos ou

ferramentas para sincronismo de importados têm sido uma

de seus manuais técnicos, a Raven faz muito mais do que

demanda crescente dos reparadores, que a Raven está

simplesmente colocar produtos à venda no mercado.

atendendo com produtos confiáveis e de alta qualidade.

Fernando Ferreira

Para garantir essa qualidade e confiabilidade, todos esses

Marketing - Raven Ferramentas

GRUPO RAVEN

Destaque .....................................................................................................pág. 3

Lançamentos ..............................................................................................pág. 4

Seção Técnica ............................................................................................pág. 13

Expediente

Raven News - Nº 39 Jan/Fev/Mar de 2018

Marketing Raven / Fernando Ferreira Rua Campante, 858 – Vila Carioca 04224-010 - São Paulo - SP - (11) 2915.5000

Raven News é uma publicação trimestral da Raven Ferramentas Especiais, produzida pela Premiatta Editora Ltda., com distribuição nacional dirigida aos profissionais da reparação automotiva.

Editor-chefe Silvio Rocha (redacao@ibrediotra.com.br) Projeto Gráfico e Diagramação Fábio Ladeira (criacao@ibrediotra.com.br)

Jornalista Responsável Silvio Rocha – MTB: 30.375 Tiragem:

30 mil exemplares

ravenferramentas.com.br ravenelevadores.com.br

ravenscanner.com.br ravendiesel.com.br


3

DESTAQUE

NOVOS MOTORES, NOVAS TECNOLOGIAS,

NOVAS FERRAMENTAS DE SINCRONISMO Atendendo às necessidades do reparador, a Raven lança quase 20 novos produtos, que se destacam pela qualidade, confiabilidade e conteúdo técnico agregado Texto: Fernando Ferreira

Ajustar o sincronismo entre a árvore de manivelas e a(s) árvore(s) de comando de válvulas de um motor é uma tarefa que exige precisão, informação e, em talvez a maioria dos motores, ferramentas especiais. As novas gerações de motores, cada vez mais complexas e avançadas, estão tornando comuns recursos como injeção direta, turbo, e até sistemas de ajuste do levante (abertura) das válvulas, o que acaba interferindo nos procedimentos de sincronismo, tornando-os cada vez mais complexos. Além disso, esses novos motores trabalham com tolerâncias cada vez menores (uma polia montada com “um dente fora” da sua posição correta tem consequências muito mais graves em um motor moderno do que em um motor antigo, por exemplo). Com isso, não podem haver dúvidas com relação à confiabilidade das ferramentas de sincronismo utilizadas. As ferramentas de sincronismo que a Raven produz têm a precisão dimensional e a qualidade necessárias para realizar adequadamente e com segurança esse tipo de serviço. Isso porque são sempre testadas em situações práticas antes de entrarem em produção (assim como os outros produtos Raven). Trabalhando continuamente nesse tipo de ferramenta, a Raven lançou nos últimos meses 17 novos produtos para sincronismo de motores. Porém, somente as ferramentas em si não atendem completamente as necessidades do reparador, também

é necessário conteúdo técnico agregado de qualidade. Por isso, esses produtos acompanham manual de instruções completo, pois a Raven tradicionalmente fornece não apenas as ferramentas, mas também todas as informações necessárias para o correto uso das mesmas. Os 17 novos produtos citados atendem a veículos de 17 montadoras: Fiat, VW, Ford, Chevrolet, Peugeot, Citroën, Renault, Chery, Jeep, Land Rover, Audi, Mini, BMW, Mercedes-Benz, Volvo, Jaguar, e Porsche. Entre esses lançamentos, estão 7 novos conjuntos, que combinam duas ou mais ferramentas relacionadas e se somam aos outros 15 conjuntos produzidos pela Raven. Opções inteligentes de compra, esses produtos se destacam pelo custo-benefício, já que custam menos do que a soma das ferramentas que o compõem, e pela grande abrangência (veículos atendidos) proporcionada pela combinação de ferramentas, além de serem fornecidos na bela e resistente maleta plástica laranja da Raven. Além desses produtos, 3 ferramentas de maior valor agregado, com aplicação em veículos importados, também são fornecidas na maleta empregada nos conjuntos Raven. Também já estão disponíveis diversas novas ferramentas comuns de sincronismo, a maioria com aplicação em veículos populares que, se já não apareceram, em breve aparecerão na sua oficina.

Confira nas próximas páginas desse Raven News especial os diferenciais e aplicações desses produtos em detalhes, juntamente com informações técnicas relevantes.


LANÇAMENTOS

4

141506 CONJUNTO Motores Fiat Firefly 1.0 6V (3 cils.) / 1.3 8V (4 cils.) Veículos atendidos Fiat Mobi 1.0 (16-17) Uno 1.0 / 1.3 (16-17) Argo 1.0 / 1.3 (17)

Confira o procedimento para sincronismo dos motores Fiat Firefly 1.0 6V (3 cils.) / 1.3 8V (4 cils.) a partir da pág. 13. Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores • Utilizam uma corrente de distribuição que não possui nenhum gomo colorido/diferenciado. • Árvore de comando de válvulas única (com variador de fase) e apenas duas válvulas por cilindro. • A engrenagem da árvore de comando de válvulas possui posição de montagem, ao contrário da engrenagem da árvore de manivelas. • A polia (da correia poly-v) da árvore de

manivelas da versão de 3 cilindros possui um contrapeso e posição correta de montagem. • O procedimento de sincronismo é feito estando o pistão do primeiro cilindro em PMS. Para efetuar o procedimento, é necessário remover bomba de óleo, pescador, cárter, alternador e até o tubo intermediário do escapamento, entre outros componentes.

Ferramentas incluídas no conjunto 141506 (também vendidas separadamente) 141018

141019

Conjunto com 3 ferramentas para posicionar em sincronismo os motores 1.0 6V e 1.3 8V Firefly.

Ferramenta para imobilizar a polia da árvore de manivelas (durante a remoção/ instalação do parafuso da mesma) dos motores 1.0 6V e 1.3 8V Firefly.

161015 FERRAMENTA

281001 FERRAMENTA

Motores PSA 1.2 12V (3 cils.) PureTech

Motores Chery 1.3 / 1.6 / 2.0 16V Acteco

(Código EB2) Veículos atendidos

Veículos atendidos

Peugeot 208 (16-17) Citroën C3 (16-17)

Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores • Utilizam uma correia dentada especial, que trabalha permanentemente lubrificada pelo óleo do motor e cuja substituição é recomendada pelo fabricante a cada 80.000 km. • As polias com variador (de fase) das árvores de comando são chavetadas. Já a polia (da correia dentada) da árvore de manivelas não é.

Códigos dos motores: 1.3 16V: SQR473, 1.6 16V: SQR481, 2.0 16V: SQR484

• A polia (das correias poly-v) da árvore de manivelas possui um contrapeso e posição correta de montagem. • O procedimento de sincronismo é feito estando o pistão do primeiro cilindro em PMS. Devido ao acesso limitado à correia, para removê-la é obrigatório antes remover as polias das árvores de comando.

Chery Face 1.3 16V (10-15) S-18 1.3 16V (10-12) Cielo 1.6 16V (10-12) Cielo Sedan 1.6 16V (10-12) Tiggo 2.0 16V (09-15)

Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores • Utilizam uma correia dentada cuja substituição é recomendada pelo fabricante a cada 60.000 km.

• O procedimento de sincronismo é feito estando o pistão dos quatro cilindros em meio curso (alinhados).

• As árvores de comando não são chavetadas e não possuem variador de fase. Já a árvore de manivelas possui uma chaveta.

• Apesar do formato similar, a ferramenta aplicada nos motores Zetec (121125) não se aplica a esses motores.


LANÇAMENTOS

5

111502 CONJUNTO Motores VW/Audi 2.0 16V TSI e 1.8/2.0 16V TFSI A partir de 2009. Motores da família EA888. Veículos atendidos VW Motores 2.0 16V Turbo “TSI” CC / Passat CC (14-16), EOS (10-12), Fusca (13-16), Golf Mk7 GTI (14-16), Jetta (12-16), Passat / Passat Variant (11-15), New Passat (16), Tiguan (09-16) Audi Motores 1.8 16V Turbo “TFSI” A1 Sportback (16), A3 (10-16), A3 Sportback / A3 Sedan / A3 Cabriolet (15-16), A4 / A4 Avant (09-16), A5 / A5 Sportback / A5 Cabriolet (12-16)

Motores 2.0 16V Turbo “TFSI” A1 (13), A3 (10-16), A3 Sportback / A3 Sedan / A3 Cabriolet (15-16), A4 / A4 Avant (09-16), A5 / A5 Sportback / A5 Cabriolet (12-16), A6 (15-16), A7Sportback (15-16), Q3 (1316), Q5 (09-16), TT / TT Roadster (10-16) Porsche Motores 2.0 16V Turbo TSi Macan 237cv (15-16)

Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores • Utilizam duas correntes de distribuição, sendo uma para o sincronismo e uma para acionar as árvores balanceadoras, localizada atrás da de sincronismo. Essas correntes possuem gomos coloridos que se alinham às marcas de referência nas respectivas engrenagens. • A corrente de sincronismo sofre desgaste, a avalição desse desgaste (e da vida útil das peças) é feita através de medições ou indicadores visuais.

• As engrenagens das árvores de comando de válvulas são integradas às árvores de comando e possuem marcas de referência. • Os EA888 da primeira e segunda gerações (até 2013) possuem variador de fase na árvore de comando de admissão; já os da terceira geração (2013 em diante) possuem o variador nas duas árvores.

• A árvore de manivelas e sua engrenagem são conectadas através de encaixes estriados que evitam a montagem dessas peças fora das posições corretas. • O procedimento de sincronismo é feito estando o pistão do primeiro cilindro em PMS, posição que deve ser encontrada com precisão com o auxílio de um relógio comparador.

Ferramentas incluídas no conjunto 111502 (também vendidas separadamente)

Conjunto com três soquetes especiais, com encaixe de 3/8”, para a (s) válvula (s) do (s) variador(es) de fase dos motores VW / Audi EA888 2.0 16V Turbo TSI e 1.8/2.0 16V Turbo TFSI.

Ferramenta para girar e imobilizar a polia da árvore de manivelas dos motores VW / Audi EA888 2.0 16V Turbo TSI e 1.8/2.0 16V Turbo TFSI. Versão com novo cabo (com encaixe de 3/4’’) fabricada a partir de 10/2017.

Par de ferramentas para imobilizar as engrenagens das árvores de comando de válvulas dos motores VW / Audi EA888 2.0 16V Turbo TSI e 1.8/2.0 16V Turbo TFSI.

Suporte para relógio comparador com rosca de 14 mm (10 mm de curso) utilizado na verificação do PMS nos motores VW / Audi EA888 2.0 16V TSI e 1.8/2.0 16V TFSI e diversos Fiat.


LANÇAMENTOS

6

161502 CONJUNTO Motores PSA / BMW 1.6 16V Prince incluindo “THP” Versões com e sem sistema Valvetronic, turbinadas e aspiradas. Veículos atendidos Montadora

Modelo

Motor

Anos

Peugeot

208 GT

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM)

16

Citroën

308 2ª ger.

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM) 13-16

308 cc

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM) 12-15

408 1ª / 2ª ger.

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM) 12-16

508

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM) 12-14

2008

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM) 15-16

3008

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM) 11-16

RCZ

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM) 12-15

C4 Lounge

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM) 14-16

C4 Picasso 2ª ger.

Mini

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM)

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM) 12-14

DS4

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM) 13-16

DS5

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (EP6CDTM) 13-16

Cooper (hatch) R56

1.6 16V aspirado (com Valvetronic) (N12)

Cooper S (hatch) R56 Cooper S (hatch) John Cooper Works R56 Cooper Cabrio R57 Cooper S Cabrio R57 Cooper S Cabrio John Cooper Works R57

07-10

1.6 16V aspirado (com Valvetronic) (N16)

11-14

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (N14)

07-10

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N18)

11-14

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (N14)

10-12

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N18)

12-14

1.6 16V aspirado (com Valvetronic) (N12)

09-10

1.6 16V aspirado (com Valvetronic) (N16)

11-15

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (N14)

09-10

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N18)

11-15

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (N14)

10-12

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N18)

12-14

Cooper S Coupe R58

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N18)

12-15

Cooper S Coupe John Cooper Works R58

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (N14)

11-12

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N18)

12-14

Cooper Roadster R59

1.6 16V aspirado (com Valvetronic) (N16)

12-15

Cooper S Roadster R59

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N18)

12-15

Cooper S Roadster John Cooper Works R59

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (N14)

11-12

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N18)

12-14

Cooper Clubman R55 Cooper S Clubman R55 Cooper S Clubman John Cooper Works R55

BMW

16

DS3

1.6 16V aspirado (com Valvetronic) (N12)

08-10

1.6 16V aspirado (com Valvetronic) (N16)

11-14

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (N14)

08-10

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N18)

11-14

1.6 16V turbo (sem Valvetronic) (N14)

10-12

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N18)

12-13

Cooper Countryman R60

1.6 16V aspirado (com Valvetronic) (N16)

11-15

Cooper S Countryman R60

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N18)

11-15

116i F20 / F21

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N13)

12-15

118i F20 / F21

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N13)

12-14

316i F30

1.6 16V turbo (com Valvetronic) (N13)

14-15

Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores • Utilizam uma corrente de distribuição, que não possui nenhum gomo colorido / diferenciado. Essa corrente e os outros componentes do sistema de distribuição (engrenagens, guias, etc.) devem ser substituídos quando seu desgaste atinge certo ponto. Esse desgaste é medido com o auxílio de uma das ferramentas inclusas no 161502. • As árvores de comando e da árvore de manivelas não são chavetadas. • Os motores EP6 / N14 possuem variador de fase na engrenagem da árvore de comando de admissão, já os Prince com Valvetronic (N12 / N13 / N16 / N18) possuem variador nas duas árvores. • O procedimento de sincronismo é feito estando todos os pistões em meio curso (ou 90°). • Os motores Prince códigos N12 / N13 / N16 / N18 são equipados com o sistema BMW Valvetronic, que altera o levante (abertura) das válvulas de admissão, de acordo com as necessidades momentâneas do motor, controlando, dessa forma a quantidade de ar que entra em cada cilindro. O objetivo é eliminar a borboleta do acelerador e suas limitações, para que o motor “respire” melhor. Complexo, esse sistema utiliza uma série de componentes, alojados no lado da admissão no cabeçote.

Ferramentas incluídas no conjunto 161502 (também vendidas separadamente) 161014 - Conjunto com 3 ferramentas para sincronismo do motor PSA / BMW 1.6 16V turbo “THP” Prince, sem Valvetronic e aplicado em veículos Citroën (desde 2012), Peugeot (desde 2011) e Mini (07-12). Usar com 251001 nos motores Prince com sistema Valvetronic.

251001 - Conjunto com 3 ferramentas para, em conjunto com o 161014, posicionar em sincronismo os motores PSA / BMW 1.6 16V Prince equipados com o sistema Valvetronic (aspirados: códigos N12/N16 e turbinados: N13/N18) e aplicados em veículos Mini (07-15) e BMW (12-15).


LANÇAMENTOS

7

121502 CONJUNTO Motores Ford Duratec 2.0 16V Direct Flex e EcoBoost A partir de 2011. Motores com injeção direta. Veículos atendidos Motor Duratec 2.0 16V Direct Flex (Aspirado com injeção direta) Ford Focus 3ª ger. (13-17), Focus Sedan 3ª ger. (13-17), EcoSport (17) Motor Duratec 2.0 16V EcoBoost (Turbo com injeção direta) Ford Fusion (13-17) Jaguar (cód. motor 204PT): XE (16), XF (13-16), XJ (13-14) Land Rover (cód. motor 204PT): Discovery Sport Si4 (16-17) Freelander 2 Si4 (13-15)

Range Rover Evoque Si4 (12-17) Range Rover Evoque Convertible Si4 (16-17) Volvo (cód. motor B4204T6 ou B4204T7): S60 T5 (11-14), V60 T5 (12-14), XC60, T5 (11-14)

Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores • Utilizam corrente de distribuição que não possui nenhum gomo colorido / diferenciado. • As engrenagens das árvores de comando de válvulas (com variador de fase) e da árvore de manivelas não são chavetadas. • O procedimento para sincronismo é feito estando o pistão do primeiro

cilindro em PMS. Para efetuar o procedimento é necessário remover a bomba de vácuo e bomba de alta pressão acionadas pela parte traseira das árvores de comando de válvulas. • Também deve ser verificado e ajustado o sincronismo entre o sensor de rotação e a roda fônica (que é localizada na polia - da correia poly-v -

da árvore de manivelas). • Para esse ajuste é necessário posicionar a polia da árvore de manivelas (que também não é chavetada). A polia do motor aplicado nos veículos Jaguar, Land Rover e Volvo é diferenciada e demanda uma ferramenta especial (241003).

Ferramentas incluídas no conjunto 121502 (também vendidas separadamente)

Par de ferramentas para posicionar em sincronismo os motores Duratec 2.0 16V Direct Flex e 2.0 16V EcoBoost.

Ferramenta para ajustar o sincronismo entre o sensor de rotação e a roda fônica dos motores Duratec 2.0 16V Direct Flex e 2.0 16 V EcoBoost. Observação: nos veículos Jaguar, Land Rover e Volvo, a ferramenta 121129 deve ser usada com a 241003.

Ferramenta para travar o volante dos motores Duratec 2.0 16V Direct Flex e Duratec 2.0 16V EcoBoost, além dos Duratec 2.0/ 2.3 / 2.5 16V.

Ferramenta para posicionar a polia da árvore de manivelas para o ajuste do sincronismo entre o sensor de rotação e a roda fônica nos motores Ford Duratec 2.0 16V EcoBoost aplicados em veículos Jaguar, Land Rover e Volvo. Utilizar em conjunto com a 121129.


LANÇAMENTOS

8

201004 FERRAMENTA COM MALETA Motores VW / Audi 2.5 20V 5 cils. em linha, 3.0 / 3.2 24V V6, 4.0 / 4.2 32V V8 e 5.0 / 5.2 40V V10 A partir de 2006 (veículos VW) / 2007 (veículos Audi). Motores com injeção direta “FSI”/”TFSI” (exceto o 2.5 20V aspirado). Veículos atendidos VW Motores 2.5 20V (5 cils. em linha) Aspir. Jetta (07-11) / Jetta Variant (08-13) (substitui a ferramenta 111023) Motores 3.2 24V V6 “FSI” Passat (07-09), Passat Variant (07- 10), Touareg (06-08) Motores 4.2 32V V8 “FSI” Touareg (08-16) Audi Motores 2.5 20V (5 cils. em linha) Turbo “TFSI” RS Q3 (14-16), RS3 (12-13, 16), TTRS(12-14), TTRS Roadster (12-14) Motores 3.0 24V V6 “TFSI” A6 Allroad (13-16), A6 Avant (09-14), A6 (09-16), A7 Sportback (11-16), A8 (15-16), Q5 (13-16), Q7 (11-16), S Q5 (14-16), S4 Avant (12-14), S4 (11-14),

S5 Cabriolet (12-13), S5 Coupe (12-13), S5 Sportback (12-15) Motores 3.2 24V V6 “FSI” A4 Avant (07-12), A4 Cabriolet (07), A4 (07-12), A5 (09-11), A6 (07-08), Q5 (09-12) Motores 4.0 32V V8 “TFSI” A8 (13, 15-16), RS6 Avant (14-16), RS7 Sportback (14-16), S6 (14-16), S7 (13-16), S8 (15-16) Motores 4.2 32V V8 “FSI” A8 (11-13), R8 (08-12), RS4 (13-15), RS5 (11-15) Motores 5.0 40V V10 “TFSI” RS6 Avant (10-11), RS6 (10-11) Motores 5.2 40V V10 “FSI” R8 (11-12, 14-15), R8 GT (12), R8 Spyder (10-15), S6 Avant (10-11), S6 (10-11)

Um conjunto de ferramentas que vale por dois Até recentemente, as ferramentas para sincronismo dos motores VW / Audi V6 / V8 / V10 com injeção direta dificilmente eram encontradas no mercado. Além disso, a única opção era adquirir dois conjuntos de ferramentas distintos: um para os motores mais antigos e outro para os motores mais recentes. Visando facilitar a vida do reparador, a Raven combinou esses dois conjuntos de ferramentas em um único produto, o 201004. Por ser a combinação de dois conjuntos de ferramentas em um único produto, o 201004 possui aplicação nas linhas VW e Audi importadas maior que qualquer conjunto concorrente. Além disso, por eliminar a necessidade de adquirir dois conjuntos de ferramentas, o

201004 possui ótimo custobenefício. (Confira em seu distribuidor Raven). Desenvolvidas e testadas pela engenharia da Raven, cada uma das ferramentas para sincronismo das árvores de comando de válvulas do 201004 possui duas posições de instalação diferentes, utilizadas de acordo com a

Ferramentas “dupla face” Posição de instalação - motores mais antigos Posição de instalação - motores mais recentes

versão do motor (maiores informações no manual que acompanha o conjunto). Também estão inclusos no 201004 dois modelos de pinos para sincronismo da árvore de manivelas e uma ferramenta para girar o motor através da polia da árvore de manivelas, muito necessárias nesses motores.

201004-00C

201004-00B

Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores • Utilizam correntes de distribuição localizadas na parte traseira do motor: duas (motor 2.5 5 cils.) ou quatro (motores V6 / V8 / V10, sendo 3 para sincronismo e uma para acionar periféricos do motor), conectadas através de engrenagens duplas. • As engrenagens das árvores de comando de válvulas não são chavetadas. As ferramentas de sincronismo são rosqueadas diretamente nas árvores de comando Variador de fase somente nas árvores de comando de admissão, ou nas árvores de admissão e escape, dependendo da versão do motor. • A engrenagem da árvore de manivelas é integrada à árvore. • O procedimento de sincronismo é feito estando o pistão de um dos cilindros em PMS (que varia de acordo com a configuração do motor).


LANÇAMENTOS

9

131015 FERRAMENTA Motores GM 1.4 16V turbo Ecotec Veículos atendidos

Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores

Chevrolet Cruze (16-17) Tracker (16-17)

• Utiliza uma corrente de distribuição, que possui gomos coloridos que se alinham a marcas de referência nas respectivas engrenagens. • A árvore de manivelas e as árvores de comando

de válvulas (que possuem variador de fase) são chavetadas. • O procedimento de sincronismo é efetuado estando o pistão do 1º cilindro em PMS.

271001 FERRAMENTA COM MALETA Motores Mercedes-Benz 1.6 / 2.0 16V Turbo A partir de 2012. Códigos dos motores: M270, M274 e M133 (AMG). Veículos atendidos Mercedes-Benz Veículo / Geração

Modelo

Motor

Ano

Classe A

A200

1.6 16V Tr. (M270-16)

13-17

W176

A250

2.0 16V Tr. (M270-20)

14-17

A45 AMG

2.0 16V AMG Tr. (M133)

13-17

B200

1.6 16V Tr. (M270-16)

12-17

Classe B W246 Classe C W205 / S205 / C205 / A205

CLA W117

Classe E W212 / W213 / C207 / A207 GLA X156

GLC X253 / C253

C180 sedan (W205)

1.6 16V Lo. (M274-16)

13-17

C180 station wagon (S205)

1.6 16V Lo. (M274-16)

13-17

C180 coupé (C205)

1.6 16V Lo. (M274-16)

13-17

C200 sedan (W205)

2.0 16V Lo. (M274-20)

15-17

C250 sedan (W205)

2.0 16V Lo. (M274-20)

15-17

C300 sedan (W205)

2.0 16V Lo. (M274-20)

16-17

C300 station wagon (S205)

2.0 16V Lo. (M274-20)

17

C300 cabriolet (A205)

2.0 16V Lo. (M274-20)

16-17

CLA200

1.6 16V Tr. (M270-16)

14-17

CLA250

2.0 16V Tr. (M270-20)

14-17

CLA45 AMG

2.0 16V AMG Tr. (M133)

14-17

E250 sedan (W212)

2.0 16V Lo. (M274-20)

14-16

E250 sedan (W213)

2.0 16V Lo. (M274-20)

17

E250 coupé (C207)

2.0 16V Lo. (M274-20)

14-16

E250 cabriolet (A207)

2.0 16V Lo. (M274-20)

14-16

GLA200

1.6 16V Tr. (M270-16)

15-17

GLA250

2.0 16V Tr. (M270-20)

15-17

GLA45 AMG

2.0 16V AMG Tr. (M133)

15-17

GLC250 suv (X253)

2.0 16V Lo. (M274-20)

16-17

GLC250 suv “coupé” (C253) 2.0 16V Lo. (M274-20)

17

SLK /

SLK300

2.0 16V Lo. (M274-20)

16

SLC R172

SLC300

2.0 16V Lo. (M274-20)

17

Vito W447

Vito Tourer (passageiros) 119 2.0 16V Lo. (M274-20)

Tr.: motor transversal Lo.: motor longitudinal

16-17

Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores • Utilizam corrente de distribuição que não possui nenhum gomo colorido/ diferenciado. • As duas árvores de comando não são chavetadas e possuem variador de fase. • A árvore de manivelas possui uma chaveta, que guia sua engrenagem dupla e a polia da correia poly-v. • Sempre olhando-se o motor de frente, nos motores transversais (M270/ M133), a árvore de comando de válvulas de admissão é localizada à esquerda, e a árvore de escapamento à direita. Já nos motores montados longitudinalmente (M274), a árvore de comando de escapamento fica localizada à esquerda do motor, e a árvore de admissão à direita. • Nesses motores, os mancais das árvores de comando de válvulas são incorporados à tampa de válvulas. Por isso, 2 grampos em cada árvore de comando “seguram” as árvores de comando de válvulas quando a tampa é removida. Esses grampos devem estar instalados durante a execução do procedimento de sincronismo, o qual é feito estando o pistão do primeiro cilindro em PMS.


LANÇAMENTOS

261001

10

FERRAMENTA COM MALETA

Motores Porsche 3.0 / 3.6 24V V6 e 4.8 32V V8 A partir de 2008. Motores com injeção direta (“DFI”), aspirados e turbinados. Veículos atendidos - Porsche Veículo / Geração Versão / potência Cayenne 9PA

Anos

4.8 32V V8 “DFI” 08-10

GTS (405cv)

4.8 32V V8 “DFI” 08-10

Turbo (500cv)

4.8 32V V8 “DFI” 08-09

Turbo S (550cv) Cayenne 92A

S (400cv)

4.8 32V V8 “DFI”

09

4.8 32V V8 “DFI” 11-14

S (420cv)

3.6 24V V6 “DFI” 15-16

GTS (420cv)

4.8 32V V8 “DFI” 12-14

GTS (440cv)

3.6 24V V6 “DFI”

Turbo (500cv)

4.8 32V V8 “DFI” 10-14

16

Turbo (520cv)

4.8 32V V8 “DFI” 15-16

Turbo S (550cv)

4.8 32V V8 “DFI” 10-14

Turbo S (570cv)

4.8 32V V8 “DFI” 15-16

Macan 95B

S (340cv)

Panamera 970

3.0 24V V6 “DFI” 14-16

GTS (360cv)

3.0 24V V6 “DFI”

Turbo (400cv)

3.6 24V V6 “DFI” 14-16

16

Básico (300cv)

3.6 24V V6 “DFI” 11-13

Básico (310cv)

3.6 24V V6 “DFI” 14-16

S (400cv)

4.8 32V V8 “DFI” 10-13

S (420cv)

3.0 24V V6 “DFI” 14-16

4S (400cv)

4.8 32V V8 “DFI” 10-13

GTS (430cv)

4.8 32V V8 “DFI” 12-13

GTS (440cv)

4.8 32V V8 “DFI”

Turbo (500cv)

4.8 32V V8 “DFI” 10-13

Turbo (520cv)

4.8 32V V8 “DFI” 14-16

Turbo S (545cv)

4.8 32V V8 “DFI” 12-13

Turbo S (570cv) Panamera 971

141505

Motor

S (385cv)

Turbo (520cv)

15

4.8 32V V8 “DFI” 15-16 4.8 32V V8 “DFI”

16

Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores • Utilizam uma corrente de distribuição que não possui nenhum gomo colorido/ diferenciado. • As árvores de comando não possuem chaveta. Já a árvore de manivelas sim. • Somente as árvores de admissão possuem variador de fase. • Esses motores são equipados com o sistema VarioCam da Porsche, que varia o levante (o quanto as válvulas abrem) das válvulas de admissão. Por conta disso, as árvores de comando

CONJUNTO

Motores FPT 2.0 16V turbo diesel MultiJet II Veículos atendidos Fiat Toro (16-17) Jeep Compass (16-17) Renegade (15-17)

Leia o QR Code ao lado com seu smartphone, e confira gratuitamente o procedimento completo de sincronismo dos motores FPT 2.0 16V turbo diesel MultiJet II, publicado no Raven News 37

Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores • Utilizam correia dentada, cuja substituição é recomendada pelo fabricante a cada 120.000 Km/ 6 anos ou 60.000 Km/ 4 anos (uso severo). • Essa correia aciona a bomba de alta pressão, possui marcas de referência e sentido correto de rotação.

• As polias das árvores de comando de válvulas e da árvore de manivelas são chavetadas. • O procedimento para sincronismo é feito estando o pistão do 1º cilindro em PMS.

de admissão e seus tuchos são diferenciados. A diferença entre o variador de fase (nas engrenagens das árvores) e o VarioCam é que o variador de fase modifica, conforme a necessidade, a posição das árvores de admissão em relação à árvore de manivelas. Já o sistema VarioCam varia o quanto as válvulas de admissão “descem” e, consequentemente, a quantidade de ar admitida.


LANÇAMENTOS

11

111503 CONJUNTO Motores VW 2.0 16V diesel turbo (122 / 140 cv) e biturbo (163 / 180 cv) “TDI” Veículos atendidos VW Amarok (11-17)

Informações técnicas sobre o sincronismo desses motores • Utilizam uma correia dentada, cuja substituição (e do seu tensionador) é recomendada pelo fabricante a cada 120.000 km. O fabricante também recomenda uma verificação do estado da correia dentada a cada 10.000 km (ou 6 meses). • Além de transferir a rotação da árvore de manivelas para a árvore de comando de escapamento, essa correia aciona a bomba de alta pressão e a bomba d’água. • A polia da árvore de manivelas e o cubo da polia da árvore de comando de escapamento possuem formato que permite a montagem em uma única

posição. • As árvores de comando são ligadas através de engrenagens. Porém, não há nessas engrenagens quaisquer marcas de referência que indiquem sua correta posição de montagem. Por isso, para posicionar as árvores de comando em sincronismo, seja em casos de desmontagem do cabeçote, ou quando se suspeita que o sincronismo entre as árvores está incorreto, deve-se utilizar as ferramentas Raven 111041. • O procedimento de sincronismo é efetuado estando o pistão do 1º cilindro em PMS.

Ferramentas incluídas no conjunto 111503 (também vendidas separadamente)

111021

111041

Conjunto com quatro ferramentas para sincronismo dos motores VW 2.0 16V diesel turbo (122/140 cv) e biturbo (163/180 cv) “TDI” aplicados na Amarok.

Ferramentas para sincronismo entre as árvores de comando de válvulas dos motores VW 2.0 16V diesel turbo (122/140 cv) e biturbo (163/180 cv) “TDI” aplicados na Amarok. Usar com 111021 na montagem do cabeçote.

Ferramentas incluídas no conjunto 141505 (também vendidas separadamente)

141015

Ferramenta para posicionar em sincronismo a árvore de manivelas (através da engrenagem da mesma) dos motores FPT 2.0 16V turbo diesel MultiJet II.

141016

141017

Par de ferramentas para posicionar em sincronismo as árvores de comando de válvulas dos motores FPT 2.0 16 V turbo diesel MultiJet II.

Ferramenta para travar o volante dos motores FPT 2.0 16 V turbo diesel MultiJet II.


LANÇAMENTOS

12

151502 CONJUNTO Motores Mercedes-Benz 2.2 16V biturbo diesel (cód. OM651) e Renault 2.3 16V turbodiesel “dCi” (cód. M9T) Veículos atendidos Mercedes-Benz Sprinter 2ª ger. (12-17), todas as versões: 311 CDI Street (12 em diante), 313 CDI Street, 415 CDI e 515 CDI Renault Master 3ª ger. (13-17) todas as versões

Leia o QR Code acima com seu smartphone, e confira gratuitamente o procedimento completo de sincronismo dos motores Renault 2.3 16V turbodiesel “dCi” (cód. M9T), publicado no Raven News 38

Informações técnicas sobre o sincronismo dos motores 2.2 16V OM651 • Utilizam uma combinação de corrente e engrenagens de distribuição, localizados na parte traseira do motor. A árvore de manivelas aciona, através de engrenagens, as árvores compensadoras de massas, a bomba de óleo e a bomba de alta pressão. A engrenagem da bomba de alta pressão possui integrada, em sua parte dianteira, a engrenagem que aciona uma corrente, a qual não possui nenhum gomo colorido/

diferenciado e é responsável por acionar as árvores de comando de válvulas. • As árvores de comando de válvulas não são chavetadas. Já a polia (da correia poly-v) da árvore de manivelas possui posição de montagem. • O procedimento de sincronismo é feito estando o pistão do primeiro cilindro em PMS.

Informações técnicas sobre o sincronismo dos motores 2.3 16V M9T • Utilizam uma corrente de distribuição, que possui gomos de cor diferente que se alinham a marcas de referência nas engrenagens da árvore de manivelas e da árvore de comando de válvulas de escapamento. • As duas árvores de comando de válvulas são conectadas através de engrenagens em sua parte dianteira. Na frente da engrenagem da árvore de comando de escapamento, é montada a engrenagem que recebe a rotação da árvore

de manivelas. As engrenagens da árvore de manivelas e da árvore de comando de válvulas de admissão são chavetadas. Já as duas engrenagens da árvore de comando de válvulas de escapamento podem ter a sua posição de montagem ajustada, graças aos furos para fixação das mesmas no comando, que são oblongos. • O procedimento de sincronismo é feito estando o pistão do primeiro cilindro em PMS.

Ferramentas incluídas no conjunto 151502 (também vendidas separadamente)

151013

711039

711040

711041

Par de ferramentas para posicionar em sincronismo o motor 2.3 16V turbodiesel “dCi” (M9T) aplicado na Master 3ª geração (13-17).

Par de ferramentas para posicionar em sincronismo as árvores de comando de válvulas do motor Mercedes-Benz 2.2 16V biturbo diesel (OM651) aplicado na Sprinter 311 CDI Street (12 em diante), 313 CDI Street, 415 CDI e 515 CDI.

Jogo de ferramentas para sincronismo das árvores compensadoras de massas do motor Mercedes-Benz 2.2 16V biturbo diesel (OM651) aplicado na Sprinter 311 CDI Street (12 em diante), 313 CDI Street, 415 CDI e 515 CDI.

Ferramenta para girar a polia da árvore de manivelas do motor Mercedes-Benz 2.2 16V biturbo diesel (OM651) aplicado na Sprinter 311 CDI Street (12 em diante), 313 CDI Street, 415 CDI e 515 CDI.


SEÇÃO TÉCNICA

13

Texto e imagens: Fernando Ferreira | Ricardo Augusto

Procedimento para verificação e ajuste do sincronismo Motores Fiat 1.0 6V (3cils.) e 1.3 8V (4cils.) Firefly Aplicação veículos Fiat: Mobi 1.0 (16-17), Uno 1.0 / 1.3 (16-17) e Argo 1.0 / 1.3 (17).

a mesma esteja em condições de ser reaproveitada. Em seguida, alivie a tensão da mesma e remova-a.

O fabricante informa que a vida útil da corrente desse motor é a mesma do motor.

7 - Remova a tubulação de captação de ar da caixa do filtro de ar e, em seguida, a caixa do filtro de ar.

Ferramentas especiais necessárias (FIG.01):

Aviso: cubra o corpo de borboletas para evitar a entrada de impurezas. 8 - Desconecte o cabo negativo da bateria. 9 - Desconecte o chicote do alternador. Em seguida, afrouxe os parafusos de fixação do alternador e remova-o. 10 - Remova ou desconecte os componentes que impeçam a remoção da tampa de válvulas (bobinas de ignição, o chicote da eletroválvula do variador de fase e demais chicotes elétricos, tubulações de combustível, etc.). Em seguida, remova a tampa de abastecimento / vareta de nível de óleo.

FIG.01 141018-00B: Posiciona em sincronismo a árvore de comando de válvulas. 141018-00C: Posiciona o contrapeso da polia da árvore de manivelas (somente motor 1.0 3 cils.). 141018-00D: Posiciona em sincronismo a árvore de manivelas. 141019: Imobiliza a polia da árvore de manivelas (para remoção / instalação do parafuso de fixação da mesma). 101518: Suporta o motor por baixo do veículo. 101700: Trava o tensionador da corrente de distribuição. Introdução Lançados no final de 2016, os motores Fiat Firefly podem ser encontrados em duas versões: a de 3 cilindros, com 1.0 litro e apenas 6 válvulas, e a de 4 cilindros, com 1.3 litro e 8 válvulas. Apesar de possuírem um projeto recente, os motores Firefly adotam a simples e tradicional combinação de árvore de comando de válvulas única e somente duas válvulas por cilindro (para favorecer o torque, segundo o fabricante), configuração que praticamente desapareceu dos motores de projeto mais moderno. As duas versões dos motores Firefly pertencem à família de motores GSE (sigla de Global Small Engine - motor compacto global) e possuem as mesmas dimensões de pistão e cilindro, além de variador de fase na árvore de comando. Essa árvore de comando é conectada à árvore de manivelas através de uma corrente (Fig.2), uma novidade nos motores “pequenos” modernos da Fiat. Essa corrente não possui nenhum gomo colorido/ diferenciado, ao contrário do que normalmente se vê e, segundo o fabricante, dispensa manutenção e sua durabilidade supera os 200 mil quilômetros. O variador de fase possui posição específica de montagem na árvore de comando de válvulas, assim como o volante do motor na árvore de manivelas. Porém, a engrenagem da árvore de manivelas (que também aciona a bomba de óleo) não possui posição de montagem. Para serem corretamente postos em sincronismo, os motores Firefly demandam 3 ferramentas especiais. A árvore de comando de válvulas possui duas faces planas,

11 - Remova os parafusos da tampa de válvulas e, em seguida, a tampa.

FIG.02 que convergem de um lado e divergem do outro. Essas faces formam um encaixe no qual é instalada a ferramenta 141018-00B. Esse encaixe é localizado entre os cames do 1º cilindro (motor 1.0) ou do 2º (motor 1.3). O volante do motor possui um pequeno rasgo no qual é instalada a ferramenta 141018-00D. Na versão de 3 cilindros, a polia da árvore de manivelas possui um contrapeso, para reduzir vibrações. Por conta disso, essa polia deve ser montada de forma que o seu contrapeso fique corretamente posicionado, o que é feito com a ajuda do pino 141018-00C. Assim como em outros motores modernos, nos motores Firefly vários componentes estão “agrupados”. A tampa metálica da corrente aloja a bomba d’água, além da bomba de óleo e o seu “pescador”, e parte dos parafusos do cárter é fixada nela, o que obriga a remoção desses e de outros componentes quando se necessita acessar a corrente de distribuição. Além disso, outros componentes como alternador, motor de partida e até mesmo o tubo intermediário do escapamento precisam ser removidos para a execução do procedimento.

12 - Remova a tampa do reservatório de expansão do sistema de arrefecimento. 13 - Drene o sistema de arrefecimento através do bujão localizado na parte inferior do radiador (lado motorista). 14 - Afrouxe os parafusos do tubo rígido que liga a tampa metálica da corrente à mangueira da saída do radiador (Fig.3). Em seguida, afaste o tubo rígido e mantenha-o afastado.

FIG.03

FIG.04

15 - Drene o óleo do motor.

O procedimento para sincronismo em si, porém, não apresenta grandes dificuldades e é feito estando o pistão do 1º cilindro em PMS.

16 - A fim de liberar o acesso a alguns parafusos do cárter, desmonte ou desconecte os componentes que impeçam a remoção do tubo intermediário do escapamento (abraçadeiras, travessas, coxins, etc.). Em seguida, remova o tubo.

Procedimento

17 - Remova os parafusos da proteção do volante do motor (Fig.4), juntamente com a proteção.

Aviso: as fotos mostram o procedimento no motor 1.0 6V de um Fiat Mobi. Desmontagem: 1 - Erga o veículo. 2 - Remova a roda dianteira direita e, em seguida, a cobertura interna da caixa de roda. 3 - Remova a cobertura da correia poly-v. 4 - Remova o protetor de cárter (se equipado).

18 - Remova os parafusos de fixação do cárter. 19 - Utilizando uma espátula ou similar, cuidadosamente “destaque” o cárter do bloco, e então remova o cárter. Aviso: atente-se para não danificar as faces de contato do bloco do motor e/ou do cárter. 20 - Remova o parafuso do “pescador” da bomba de óleo. Em seguida, remova o “pescador”.

5 - Em um papel, desenhe a posição de instalação da correia poly-v.

21 - Desconecte o chicote e afrouxe os parafusos de fixação do motor de partida. Em seguida, remova o motor de partida.

6 - Marque o sentido de rotação da correia poly-v, caso

22 - Gire o motor (através do parafuso da polia da


SEÇÃO TÉCNICA

14

Procedimento para verificação e ajuste do sincronismo Motores Fiat 1.0 6V (3cils.) e 1.3 8V (4cils.) Firefly árvore de manivelas) até que o rasgo no volante do motor fique visível (Fig.5a), e as faces planas na árvore de comando de válvulas fiquem convergentes (“apontado” uma para a outra). Em seguida, instale a ferramenta 141018-00D (Fig. 5b), encaixando a chaveta da ferramenta no rasgo do volante.

26 - Instale a ferramenta 141018-00B nas faces planas da árvore de comando e sobre o cabeçote (Fig.8). Em seguida, fixe-a ao cabeçote (Fig.8 - Setas).

36 - Remova os parafusos do guia fixo maior da corrente, juntamente com o guia. 37 - Remova a corrente de distribuição. 38 - Remova a engrenagem da árvore de manivelas. 39 - Remova o parafuso/válvula e a engrenagem da árvore de comando de válvulas. 40 - Remova o parafuso da engrenagem auxiliar, juntamente com a engrenagem.

FIG.08 FIG.05a

FIG.05b

Aviso: A ferramenta 141018-00D tem como única função posicionar a árvore de manivelas em sincronismo. Não deve ser utilizada para imobilizar a árvore de manivelas durante a remoção / instalação do parafuso da polia da árvore, pois isso danificará a ferramenta.

FIG.09

27 - Remova os parafusos de fixação da eletroválvula do variador de fase (Fig.9) e, em seguida, remova a eletroválvula. 28 - Remova os parafusos da tampa plástica da bomba d’água (Fig.10) e, em seguida, remova os parafusos e a tampa.

41 - Avalie o desgaste dos componentes do sistema de distribuição (corrente de distribuição, guias, engrenagens e tensionador). Caso haja desgaste, recomenda-se a substituição do conjunto. Montagem: 42 - Instale a engrenagem auxiliar e, em seguida, aplique em seu parafuso o torque de 20 Nm. 43 - Instale a engrenagem da árvore de comando de válvulas encaixando seu pino no orifício do comando (Fig.13) e, em seguida, aperte manualmente seu parafuso/ válvula.

23 - Utilizando a ferramenta 141019 e um cabo de força, imobilize a polia da árvore de manivelas (Fig.6). Em seguida, remova o parafuso da polia, juntamente com a polia.

FIG.10

FIG.13

29 - Remova os dois parafusos de fixação da bomba d’água (Fig.11) e, em seguida, remova a bomba.

FIG.14

44 - Instale a engrenagem da árvore de manivelas. 45 - Instale a corrente de distribuição (Fig.14), conforme sequência: • Engrenagem da Árvore de Manivelas

FIG.06

• Engrenagem da Árvore de Comando de Válvulas • Engrenagem Auxiliar

Avisos:

46 - Instale a guia fixa maior da corrente e, em seguida, aplique em seus parafusos o torque de 9 Nm.

• O parafuso de fixação da polia da árvore de manivelas tem rosca esquerda. • Jamais afrouxe/aperte o parafuso da polia da árvore de manivelas com a árvore apoiada apenas na ferramenta 141018-00D (que tem função apenas de posicionamento), pois isso danificará a ferramenta. 24 - Utilizando o suporte 101518, apoie o motor pela parte inferior do mesmo (Fig.7).

FIG.11

FIG.12

30 - Remova os parafusos da tampa metálica da corrente e, em seguida, a tampa. 31 - Afrouxe o parafuso da engrenagem da árvore de comando de válvulas, mas não o remova. 32 - Pressione manualmente o guia móvel, comprimindo o pistão do tensionador da corrente. Em seguida, mantendo o pistão comprimido, insira um dos pinos do conjunto 101700 nos orifícios do tensionador, travando-o (Fig.12). 33 - Remova os parafusos do tensionador da corrente, juntamente com o tensionador.

FIG.07 25 - Remova as porcas e parafusos de fixação do coxim superior do motor e, em seguida, o coxim.

34 - Remova o parafuso do guia móvel da corrente, juntamente com o guia. 35 - Remova os parafusos do guia fixo menor da corrente, juntamente com o guia.

47 - Instale a guia fixa menor da corrente e, em seguida, aplique em seus parafusos o torque de 9 Nm. 48 - Instale a guia móvel da corrente e, em seguida, aplique em seu parafuso o torque de 20 Nm. 49 - Instale o tensionador da corrente e, em seguida, aplique em seus parafusos o torque de 9 Nm. 50 - Pressione o guia móvel contra o tensionador, até que seja possível remover o pino do 101700 do tensionador, destravando-o e tensionando automaticamente a corrente. 51 - Aplique os seguintes torques no parafuso/válvula da engrenagem da árvore de comando de válvulas: 1º torque: 25 Nm 2º torque: 40° 52 - Avalie a condição das vedações da tampa metálica da corrente e substitua-as caso estejam danificadas.


15

53 - Avalie a condição da vedação da bomba de óleo no sub-bloco e substitua-a caso esteja danificada. 54 - Remova todo e qualquer resíduo de vedante na face de contato da tampa metálica da corrente e do cárter/ bloco/cabeçote/tampa de válvulas. Em seguida, limpe e desengordure estas superfícies.

da tampa metálica da corrente (Fig.16). Em seguida, insira o pino 141018-00C nesses dois orifícios (Fig.17), posicionando corretamente o contrapeso da polia.

seus parafusos manualmente. 75 - Conforme a sequência indicada na Fig.18, aplique os seguintes torques nos parafusos do cárter: 1º torque: 5 Nm 2º torque: 9 Nm

55 - Alinhe manualmente o encaixe no centro da bomba de óleo ao encaixe na engrenagem da árvore de manivelas, a fim de facilitar o encaixe desses dois componentes na remontagem da tampa metálica. 56 - Aplique uma camada de 2 mm (de largura) de vedante de silicone nas superfícies do cárter/bloco/ cabeçote que tem contato com a tampa metálica da corrente, e aguarde 3 minutos. Em seguida, instale a tampa (há dois guias no bloco para facilitar o encaixe) e aperte seus parafusos manualmente.

FIG.16

FIG.17

57 - Conforme a sequência indicada na Fig.15, aplique os seguintes torques nos parafusos da tampa metálica da corrente:

Aviso: Caso a polia seja montada sem o seu contrapeso estar corretamente posicionado, isso gerará um desbalanceamento que causará vibrações durante o funcionamento do motor.

Parafusos M6: 1º torque 5 Nm 2º torque 9 Nm

65 - Remova o pino 141018-00C.

Parafusos M8: 1º torque 12 Nm 2º torque 25 Nm

66 - Utilizando a ferramenta 141019 e um cabo de força, imobilize a polia da árvore de manivelas (Fig.6). Em seguida, aplique no parafuso da polia os seguintes torques: 1º torque: 20 Nm 2º torque:150° Avisos: • O parafuso de fixação da polia da árvore de manivelas tem rosca esquerda. • Jamais aperte/afrouxe o parafuso da polia da árvore de manivelas com a árvore apoiada apenas na ferramenta 141018-00D (que tem função apenas de posicionamento), pois isso danificará a ferramenta. 67 - (somente motores 1.0 6V) Verifique se o pino 141018-00C pode ser encaixado nos orifícios da polia da árvore de manivelas e da tampa da corrente, simultaneamente (Fig.17), o que indica que o contrapeso da polia está corretamente posicionado. Caso não seja possível encaixar o pino, necessário, repita o procedimento. 68 - Remova as ferramentas 141018-00B e 141018-00D.

FIG.15 58 - Instale a bomba d’água e, em seguida, aplique em seus parafusos o torque de 9 Nm. 59 - Reinstale a tampa plástica da bomba d’água e, em seguida, aplique em seus parafusos o torque de 9 Nm. 60 - Instale a eletroválvula do variador de fase (Fig.9) e, em seguida, aplique em seus parafusos o torque de 9 Nm. 61 - Instale o coxim superior do motor e, em seguida, aplique nas porcas do mesmo o torque de 55 Nm. 62 - Remova o suporte 101518. 63 - Reinstale a polia da árvore de manivelas e aperte seu novo parafuso manualmente (de forma que seja possível girar a polia, se necessário). 64 - (somente motores 1.0 6V) Alinhe o furo de 8,5 mm na polia da árvore de manivelas ao alojamento

69 - Gire o motor duas voltas completas e, em seguida, tente reinstalar as ferramentas 14101800B e 141018- 00D. Caso não seja possível instalar as ferramentas, ou as mesmas entrem com dificuldade, repita o procedimento para sincronismo. 70 - Reinstale o motor de partida. 71 - Avalie a condição do anel o-ring do “pescador” da bomba de óleo e substitua-o caso esteja danificado.

FIG.18 76 - Reinstale a proteção do volante do motor (Fig.4) e, em seguida, aperte seus parafusos. 77 - Reinstale o tubo intermediário do escapamento e, em seguida, reinstale os componentes localizados ao redor do tubo. 78 - Reinstale o tubo rígido que liga a tampa metálica da corrente à mangueira da saída do radiador (Fig.3). Em seguida, aplique o torque de 9 Nm em seus parafusos. 79 - Reinstale o bujão localizado na parte inferior do radiador (lado motorista). Em seguida, abasteça o sistema de arrefecimento conforme as orientações do fabricante. 80 - Aplique uma camada de 5 mm de vedante de silicone na fenda entre a tampa metálica da corrente e o cabeçote. 81 - Reinstale a tampa, com uma nova junta e, em seguida, aplique em seus parafusos o torque de 16 Nm. 82 - Reinstale os componentes localizados ao redor da tampa de válvulas. 83 - Reconecte o chicote da eletroválvula do variador de fase e demais chicotes elétricos. 84 - Reinstale o alternador e aperte os seus parafusos de fixação. Em seguida, reconecte o chicote do alternador. 85 - Gire o tensionador da correia poly-v e instale a correia, respeitando sua direção de rotação (caso tenha reaproveitado a mesma). 86 - Reinstale a caixa do filtro de ar e a tubulação que a liga ao corpo de borboleta. 87 - Reinstale a tampa do reservatório de expansão do sistema de arrefecimento.

72 - Instale o “pescador” na bomba de óleo e, em seguida, aplique em seu parafuso o torque de 9 Nm.

88 - Abasteça o motor com óleo lubrificante conforme as orientações do fabricante.

73 - Remova todo e qualquer resíduo de vedante na face de contato do cárter e do bloco. Em seguida, limpe e desengordure estas superfícies.

89 - Reconecte o cabo negativo da bateria.

74 - Aplique uma camada de 2 mm (de largura) de vedante de silicone nas superfícies do cárter que têm contato com o bloco e aguarde 3 minutos. Em seguida, reinstale o cárter e aperte

90 - Reinstale o protetor de cárter (se equipado). 91 - Reinstale a cobertura da correia poly-v. 92 - Reinstale a cobertura interna da caixa de roda dianteira direita, e em seguida, a roda. 93 - Desça o veículo.

Imagens meramente ilustrativas. A Raven se reserva o direito de fazer modificações sem prévio aviso.


OFICINA

atualizada

MANUTENÇÃO pág. 6

e conservação

pág. 8

M7 Potência e Qualidade EDIÇÃO 05 • JAN/FEV/MAR 2018

M7 MIGHTY SEVEN parceria de mais de 10 anos pág. 3

pág. 4


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EDITORIAL

O PROFISSIONAL É O NOSSO FOCO Ao buscar diariamente as melhores ferramentas para atender às mais rigorosas exigências, não seria surpresa constituir parcerias que visassem fornecer aos profissionais da manutenção automotiva um espectro maior de produtos pneumáticos de qualidade. Foi assim que a King Tony Co. Ltda. e a Mighty Seven International Co. Ltda. decidiram formar sua parceria global e foi desta maneira também que a Raven Ferramentas Especiais introduziu a marca M7 no mercado nacional. A M7 compartilha os mesmos valores da King Tony e Raven. Todas entendem que o profissional da manutenção é seu verdadeiro foco. É ele quem dita as regras; é ele quem estabelece os parâmetros de qualidade; é ele quem aplica e utiliza nossas ferramentas; é ele quem transforma o mundo. E é para ele que devemos trabalhar e desenvolver produtos cada vez melhores; cada vez mais práticos, duráveis e eficientes. Especializada em ferramentas pneumáticas, a M7 se preocupa em fornecer ferramentas de alta qualidade para as diversas aplicações. Ela desenvolve desde chaves de impacto e catracas, passando por lixadeiras, esmerilhadeiras, parafusadeiras e rebitadeiras até mangueiras e lubrificadores de sistemas de ar. Uma linha completa, que poderemos conhecer um pouco mais nas próximas páginas. Ainda na quinta edição de nossa King Tony Magazine, trataremos da importância do treinamento e da capacitação contínua dos profissionais da reparação. Além disso, mostraremos alguns cuidados na manutenção e na preservação das ferramentas no dia a dia. Afinal, um profissional sempre atualizado, bem informado e bem equipado, é garantia de sucesso e de bons negócios. Esperamos que gostem. Aproveitem a leitura.

TONY NEWS ........................... PÁG. 3

O MUNDO USA ...................... PÁG.4

OFICINA 100% ........................ PÁG. 6 www.kingtony.com.br

DICA DO TONYNHO ................ PÁG. 8

EXPEDIENTE

King Tony Magazine nº 05 Jan/Fev/Mar de 2018 Editor-chefe Silvio Rocha (redacao@ibreditora.com.br)

Marketing King Tony Brasil. Rua Alvaro Fragoso, 140 – V.Independência São Paulo - SP – 04223-000 (11) 2915-1001 - mkt@kingtony.com.br

King Tony Magazine é uma publicação trimestral da RCIF Ltda., King Tony Brasil,

produzida pela Premiatta Editora Ltda., com distribuição nacional dirigida aos profissionais da reparação automotiva.

Projeto Gráfico e Direção de Arte Fabio Ladeira (criacao@ibreditora.com.br)

Jornalista Responsável Silvio Rocha MTB: 30.375

30 mil exemplares

Tiragem:


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TONY NEWS

M7 SEJA

BEM-VINDA AO NOSSO MUNDO “A ideia original era de expandir o mercado de ferramentas pneumáticas por meio de parcerias com empresas especializadas neste tipo de produto”, comenta Silvio Luís, diretor Comercial da marca no Brasil. Assim, tendo em vista às necessidades do setor de reparação automotiva por uma maior gama de produtos de qualidade, a Raven decidiu lançar a M7 nacionalmente”. “A King Tony exige diversos requisitos de excelência de produção e suporte. Todos estes eram atendidos pela M7, sendo possível trabalhar com ambas as marcas no Brasil, sem prejuízo da qualidade”, afirma Silvio. “Além disso, a linha de produtos M7 completava o escopo de produtos necessários para atender ao mercado nacional”. Hoje, a M7 fornece solução completa em ferramentas pneumáticas; os consumidores brasileiros podem encontrar uma ampla variedade de produtos. Há chaves de impacto, catracas, lixadeiras, esmerilhadeiras, furadeiras, marteletes, serras tico-tico, tesouras para o corte de chapas, parafusadeiras, retíficas e rebitadeiras, além de acessórios; todos fabricados sob constante monitoramento, para atender aos parâmetros de qualidade já conhecidos da Raven e King Tony.

ORIGINÁRIA DOS ESTADOS UNIDOS, A MARCA M7 MIGHTY SEVEN TRANSFORMOU-SE EM EMPRESA PARCEIRA DA KING TONY HÁ POUCO MAIS DE UMA DÉCADA. “são verificados a composição do material, o peso e as medidas do produto, a funcionalidade do sistema mecânico, etc.”, comentou Anni Liao, representante da marca para o Brasil e a América do Sul. “Nossos consumidores não exigem nada mais do que excelência”, comenta Liao, sendo assim, “as ferramentas M7 são constantemente verificadas ao longo de seu processo de fabricação, por meio de testes de fadiga e desgaste computadorizados, testes de torque com monitoramento digital, testes de aferição de vibração e emissão de ruído, teste de rotação livre, entre outros”. A M7 se compromete a construir laços de confiança com seus consumidores, para desenvolver e fabricar ferramentas cada vez mais confiáveis, eficientes e ergonômicas, “cumprindo com a promessa de excelência no atendimento das necessidades do mercado de reparação”, afirma Liao.

A M7 trabalha com um sistema de In-Processes Inspection (IPI) ou Inspeção por Procedimento (IP), em português. Os padrões de qualidade são monitorados a partir dos primeiros processos de fabricação, desde o início da transformação da matéria-prima em um produto acabado.

Para se desenvolver um produto de excelência, é essencial ouvir seus consumidores, “eles são a principal inspiração no desenvolvimento de ferramentas de alta qualidade”, diz Bruno Ratão, do Marketing Brasil. Da mesma forma que a King Tony, “sua irmã caçula [a M7] sabe da importância de ouvir o reparador. Afinal é ele quem usa a ferramenta todos os dias”, completa.

O controle ocorre por meio da seleção de amostras para teste. Ao seguir os parâmetros de inspeção,

King Tony Brasil


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O MUNDO USA

M7 É POTÊNCIA E QUALIDADE A mais completa linha de ferramentas pneumáticas Mesmo com seus poucos anos de existência no Brasil, é impressionante verificar a qualidade e a variedade de produtos que a M7 tem disponibilizado ao mercado de reparação nacional. Atualmente, são mais de vinte produtos em linha. Todos com características específicas e projetos únicos. Há chaves de impacto desde modelos mais compactos, como a mini NC-4210 de 1/2”, com duplo martelete capaz de gerar um torque máximo de 542 Nm, mesmo com um design menor – apenas 1,6 Kg de peso e 142 mm de comprimento – até modelos mais robustos, como a NC8212 de 1”, fabricada em composite e dotada de um duplo martelete, capaz de atingir até 1.763 Nm. Tanto os modelos menores como os modelos maiores de chaves de impacto da M7 valorizam em muito a ergonomia do usuário. Seja por meio da elaboração de projetos compactos ou por meio de projetos mais leves, o conforto do usuário é essencial. Por este motivo, a maioria dos produtos da M7 incorpora empunhaduras emborrachadas, gatilhos anatômicos com mecanismo de controle de velocidade e seletores de sentido e de velocidade de aperto de fácil manuseio. Além de chaves de impacto, há também catracas e lixadeiras. As catracas pneumáticas M7, como os modelos NE-251 de 1/4” e NE-351 de 3/8”, são cerca de 21% menores, quando comparadas aos modelos mais antigos encontrados no mercado. Elas mantêm ainda rotações livres 35% maiores em relação a estes modelos, obtendo cerca de 300 RPM e gerando 3 Kgfm de torque. As lixadeiras orbitais, por sua vez, têm incorporadas em

O MUNDO USA porque você confia! “A ferramenta que não vai deixar você na mão nunca” Paulo Carvalho – São Paulo/SP

seus projetos alavancas de palma de acionamento e controle e bases em velcro perfurado, que facilitam a troca de lixas e melhoram o rendimento da aspiração do material residual. O formato do disco permite uma órbita padrão de 3/16”, que facilita o trabalho de acabamento deixando as superfícies trabalhadas mais lisas e suaves. A M7 traz também ao Brasil furadeiras pneumáticas reversíveis, de 3/8” e de 1/2”, bem como parafusadeiras reversíveis para bits de 1/4”. Além de esmerilhadeiras pneumáticas, marteletes rebatedores com talhadeiras, serras, tesouras e rebitadores hidropneumáticos. Em 2018, a maior novidade da M7 é o lançamento de sua chave de impacto pneumática NC-4238 de 1/2”. A nova chave de impacto incorpora toda a qualidade de desempenho das ferramentas M7, mas com um preço mais acessível e interessante aos consumidores. “É um produto de introdução à marca, desenvolvido principalmente para aqueles consumidores que buscam a mesma qualidade e desempenho de uma chave de impacto de alto nível, mas com um preço que cabe no bolso”, comenta Bruno Ratão, do Marketing Brasil. “O desempenho da ferramenta é muito bom; os marteletes geram alto impacto com baixo consumo de ar e, mesmo sendo mais robusta, a ferramenta mantém boa ergonomia”, completa.

MAIS PODER, MAIS ROBUSTEZ, MAIS ERGONOMIA. Ao incorporar em seu projeto o duplo martelete, a NC-4238 é capaz de atingir torques de até 542 Nm ou 55,3 Kgfm, mantendo uma faixa de atuação média entre 203 e 434 Nm e sendo capaz de gerar até 7.500 RPM em rotação livre, consumindo apenas 119 L/min de ar. A NC-4238 tem também baixo nível de emissão de ruídos, somente 93 Dbs, e baixo nível de vibração, aproximadamente 4,4 m/s², além de um sistema de exaustão que expulsa o ar comprimido para baixo, sem prejudicar a concentração do operador. Sua empunhadura e seu gatilho anatômico permitem maior firmeza e controle durante o uso. Já seu seletor permite escolher entre 5 níveis de velocidade, tanto no sentido normal como no sentido reverso, para o aperto e desaperto. “A NC-4238 atende aos principais serviços de manutenção automotiva em uma oficina mecânica, sendo indicada principalmente para os trabalhos em veículos leves”, completa Bruno.


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O MUNDO USA

M7 É POTÊNCIA E QUALIDADE A mais completa linha de ferramentas pneumáticas Mesmo com seus poucos anos de existência no Brasil, é impressionante verificar a qualidade e a variedade de produtos que a M7 tem disponibilizado ao mercado de reparação nacional. Atualmente, são mais de vinte produtos em linha. Todos com características específicas e projetos únicos. Há chaves de impacto desde modelos mais compactos, como a mini NC-4210 de 1/2”, com duplo martelete capaz de gerar um torque máximo de 542 Nm, mesmo com um design menor – apenas 1,6 Kg de peso e 142 mm de comprimento – até modelos mais robustos, como a NC8212 de 1”, fabricada em composite e dotada de um duplo martelete, capaz de atingir até 1.763 Nm. Tanto os modelos menores como os modelos maiores de chaves de impacto da M7 valorizam em muito a ergonomia do usuário. Seja por meio da elaboração de projetos compactos ou por meio de projetos mais leves, o conforto do usuário é essencial. Por este motivo, a maioria dos produtos da M7 incorpora empunhaduras emborrachadas, gatilhos anatômicos com mecanismo de controle de velocidade e seletores de sentido e de velocidade de aperto de fácil manuseio. Além de chaves de impacto, há também catracas e lixadeiras. As catracas pneumáticas M7, como os modelos NE-251 de 1/4” e NE-351 de 3/8”, são cerca de 21% menores, quando comparadas aos modelos mais antigos encontrados no mercado. Elas mantêm ainda rotações livres 35% maiores em relação a estes modelos, obtendo cerca de 300 RPM e gerando 3 Kgfm de torque. As lixadeiras orbitais, por sua vez, têm incorporadas em

O MUNDO USA porque você confia! “A ferramenta que não vai deixar você na mão nunca” Paulo Carvalho – São Paulo/SP

seus projetos alavancas de palma de acionamento e controle e bases em velcro perfurado, que facilitam a troca de lixas e melhoram o rendimento da aspiração do material residual. O formato do disco permite uma órbita padrão de 3/16”, que facilita o trabalho de acabamento deixando as superfícies trabalhadas mais lisas e suaves. A M7 traz também ao Brasil furadeiras pneumáticas reversíveis, de 3/8” e de 1/2”, bem como parafusadeiras reversíveis para bits de 1/4”. Além de esmerilhadeiras pneumáticas, marteletes rebatedores com talhadeiras, serras, tesouras e rebitadores hidropneumáticos. Em 2018, a maior novidade da M7 é o lançamento de sua chave de impacto pneumática NC-4238 de 1/2”. A nova chave de impacto incorpora toda a qualidade de desempenho das ferramentas M7, mas com um preço mais acessível e interessante aos consumidores. “É um produto de introdução à marca, desenvolvido principalmente para aqueles consumidores que buscam a mesma qualidade e desempenho de uma chave de impacto de alto nível, mas com um preço que cabe no bolso”, comenta Bruno Ratão, do Marketing Brasil. “O desempenho da ferramenta é muito bom; os marteletes geram alto impacto com baixo consumo de ar e, mesmo sendo mais robusta, a ferramenta mantém boa ergonomia”, completa.

MAIS PODER, MAIS ROBUSTEZ, MAIS ERGONOMIA. Ao incorporar em seu projeto o duplo martelete, a NC-4238 é capaz de atingir torques de até 542 Nm ou 55,3 Kgfm, mantendo uma faixa de atuação média entre 203 e 434 Nm e sendo capaz de gerar até 7.500 RPM em rotação livre, consumindo apenas 119 L/min de ar. A NC-4238 tem também baixo nível de emissão de ruídos, somente 93 Dbs, e baixo nível de vibração, aproximadamente 4,4 m/s², além de um sistema de exaustão que expulsa o ar comprimido para baixo, sem prejudicar a concentração do operador. Sua empunhadura e seu gatilho anatômico permitem maior firmeza e controle durante o uso. Já seu seletor permite escolher entre 5 níveis de velocidade, tanto no sentido normal como no sentido reverso, para o aperto e desaperto. “A NC-4238 atende aos principais serviços de manutenção automotiva em uma oficina mecânica, sendo indicada principalmente para os trabalhos em veículos leves”, completa Bruno.


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OFICINA ATUALIZADA

nunca fica por baixo

Tem ocorrido uma crescente demanda pelos serviços de reparação em oficinas mecânicas independentes. Boa parte deste aumento decorre da maior conscientização dos proprietários de automóveis em relação à manutenção preventiva e da maior economia das famílias que, ao invés de adquirir novos veículos, têm optado por manter e por reparar seus veículos atuais. Mas como em todo mercado, somente as oficinas mais preparadas têm visto o fluxo de clientes aumentar. Oficinas em que se renunciam aspectos de atendimento ao cliente, em que não se investem em sistemas de

Em tempos modernos, aprimorar é preciso. Uma equipe capacitada gera um serviço de qualidade; uma gestão informatizada gera eficácia; uma oficina organizada e limpa gera eficiência e uma sensação de confiança; um atendimento transparente gera conforto e também tranquilidade. O elo entre todos estes aspectos é a incansável busca pelo aprendizado e pela atualização. Atualmente, nada é mais importante para uma oficina mecânica do que o treinamento e a capacitação continuada de seus profissionais e gestores. Saiba mais em https://automobilistica.sp.senai.br (cursos) www.iqa.org.br www.escoladomecanico.com.br

gestão ou de esquematização de processos e em que não se prezam pela limpeza e organização do ambiente de trabalho, certamente, terão problemas de encher suas agendas com serviços e ficarão à margem desse crescimento. Em um momento no qual o acesso à informação é cada vez mais fácil e rápido e no qual o mundo se encontra em constante evolução tecnológica, somente as oficinas que contam com profissionais treinados e bem capacitados coseguirão gerar clientes satisfeitos e aumentar o influxo de serviços e de dinheiro.

Busque atualização em eventos do setor, sobretudo em palestras e workshops, treinamentos e seminários de fabricantes de veículos e autopeças, sobretudo aqueles organizados pelo SENAI ou Sindirepa de seu Estado; Fique atento aos cursos de capacitação e formação continuada do SENAI e não deixe de consultar suas publicações voltadas à reparação automotiva e aos aspectos de gestão de negócios, são mais de 50 cursos e uma infinidade de manuais voltados ao setor automotivo; Participe dos treinamentos do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), fundado pela ANFAVEA, pelo Sindipeças e Sindirepa, que busca qualificar os profissionais do setor tanto em termos de qualidade dos serviços prestados como da gestão aplicada ao negócio; Desenvolva parcerias com seus fornecedores para que eles possam oferecer treinamentos específicos de reparação automotiva, de instalação de autopeças e de utilização adequada do ferramental disponível, isto pode reduzir o custo com treinamentos e melhorar em muito as capacidades técnicas dos profissionais de uma oficina; Compartilhe o conhecimento, criando reuniões em que todos possam compartilhar suas experiências na solução de problemas rotineiros ou no atendimento de clientes ou de determinados tipos de serviços, disponibilize também uma espécie de biblioteca com todos os manuais e procedimentos de manutenção para a consulta de todos.


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DICA DO TONYNHO

Tanto a forma como as ferramentas são usadas como o local onde elas estão acondicionadas influenciam em sua durabilidade. Por exemplo, ferramentas atiradas consistentemente ao chão sofrem riscos em suas camadas de cromo e, se expostas à água ou à umidade por longos períodos de tempo, acabam oxidando.

MANUTENÇÃO e conservação de ferramentas

A maioria das ferramentas possui vida útil bastante extensa. Porém, o uso intenso e contínuo faz com que o desgaste apareça, cedo ou tarde. De qualquer forma, seguir alguns cuidados básicos faz com que as ferramentas durem muito mais.

Outro exemplo refere-se ao mau uso das ferramentas. É importante utilizar-se de ferramentas apropriadas para cada tipo de serviço, não usando alicates como extratores de pregos, chaves combinadas como martelos, arco de serra como serrote, etc. As ferramentas são fundamentais para a execução das mais diversas tarefas, portanto, as utilize da forma correta para maior durabilidade e para sua maior segurança. Faça a limpeza com uma flanela seca e com óleos lubrificantes; Aplique um pouco de óleo anticorrosivo a cada seis meses, removendo o excesso com um pano após alguns minutos; Guarde as ferramentas em locais secos, de preferência em uma caixa de ferramentas ou em um carrinho porta-ferramenta, dando preferência a locais sem umidade; Não utilize extensores no cabo das chaves de aperto, com a finalidade de aumentar o torque, este procedimento danifica a ferramenta, compromete sua eficiência e aumenta as chances de quebra e acidentes;

Tonynho é a mascote da King Tony. Ele estará sempre apresentando esta seção.

Fique atento às especificações de cada ferramenta, evitando torções e quebras desnecessárias, e siga estritamente suas instruções de aplicação e segurança.


Raven News 39 _ king Tony Mag 05  

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