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PREFEITURA BELO HORIZONTE

Diário Oficial do Município - DOM

Tiragem: 2.500 • 22/12/2011

SLU

Ano XVII • N. 3.973 R$ 0,80

BELO HORIZONTE

População vai contribuir para a limpeza da capital Programa Cidadão Auditor, lançado ontem pela Prefeitura, reforça gestão participativa em Belo Horizonte e pretende atender de forma mais rápida e qualificada as demandas de limpeza urbana Divino Advincula

Etapas do programa

poderá planejar melhor suas ações e tomar decisões mais eficientes. O prefeito Marcio Lacerda explicou que o programa contribui para reforçar o modelo de gestão participativa que vem sendo adotado pela Prefeitura. “Esta é uma forma de garantir cada vez mais transparência e participação da população na gestão pública municipal”, destacou. Marcio enfatizou ainda que este novo canal de participação aberto pela Prefeitura não vai se restringir apenas à área de limpeza urbana. “O cidadão pode ajudar a Prefeitura em diversos outros setores. Vamos aperfeiçoar ainda mais a gestão participativa para usarmos os recursos com cada vez mais responsabilidade”, concluiu. “A cidade sempre teve um carinho e um cuidado muito especial com a limpeza. O programa Cidadão Auditor é a oportunidade para que a população participe efe-

SLU

Tornar a limpeza urbana ainda mais eficiente e ampliar a transparência dos serviços prestados pela Prefeitura de Belo Horizonte por meio da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU). Esses são os principais objetivos do programa Cidadão Auditor, lançado ontem em solenidade realizada na sede da PBH, no Centro. O programa consiste em um processo contínuo de auditoria dos serviços de limpeza, por meio da efetiva colaboração dos cidadãos belohorizontinos. Elaborado pela empresa Prius, com a participação de técnicos da SLU, o Cidadão Auditor contará inicialmente, após o cadastramento em todas as regiões da cidade, com a participação de 30 mil voluntários, que vão fornecer, por telefone, informações sobre a execução dos serviços de limpeza. Com os dados, a SLU terá indicadores atualizados sobre como está a limpeza na cidade e

SLU

Marcio ressaltou a responsabilidade no uso dos recursos com a gestão participativa

SLU

tivamente do serviço”, explicou Lucas Gariglio, diretor de Planejamento e Gestão da SLU. Lucas destacou que Belo Horizonte será a primeira cidade a ter um programa deste nível na área de limpeza urbana e que as informações passadas pelos moradores vão permitir que a Prefeitura tenha conhecimento imediato sobre diversos aspectos, como a conservação de lixeiras e bocas-de-lobo, a deposição irregular e a necessidade de equipamentos de coleta seletiva.

A primeira etapa do programa consiste no levantamento de campo, feito quarteirão a quarteirão, por uma equipe específica. Munidos de smartphones, que contêm o mapa da cidade geocodificado, os auditores de campo cadastram as condições reais dos serviços e equipamentos de limpeza urbana por meio de fotos e respostas a questionários predefinidos, corrigindo e complementando as informações da base inicial. A equipe de campo também identifica e cadastra os cidadãos auditores, que atuarão de forma voluntária, conforme o termo assinado entre eles e a Prefeitura. Os dados coletados em campo têm sua consistência verificada antes de serem integrados ao banco de dados do sistema central, criando uma base única e confiável de informações. Essa base vai permitir a definição de alguns indicadores, que serão os parâmetros que vão permitir a avaliação da evolução da qualidade dos serviços de limpeza urbana. As regiões Oeste, Leste e Venda Nova já passaram por essa etapa e os moradores cadastrados começam a receber os telefonemas da PBH a partir de hoje. Em janeiro, o processo também chegará às regiões Pampulha, Centro-Sul e Norte e, em fevereiro, às regiões Nordeste, Noroeste e Barreiro. Os Cidadãos Auditores receberão, nos horários e dias por eles determinados, ligações telefônicas digitais para que respondam aos questionários de auditoria. Os questionários são exatamente iguais aos utilizados na auditoria de campo e a resposta às perguntas é feita usando os números do teclado telefônico. A frequência das ligações que os moradores receberão varia de acordo com a situação do quarteirão onde residem, da mesma forma que os questionários a que irão responder terão relação direta com os serviços disponíveis no quarteirão em questão. Mais informações sobre o programa podem ser obtidas pelo telefone 0800-8809800.

Informações passadas pelos moradores vão permitir que a PBH saiba imediatamente de vários aspectos locais


BELO HORIZONTE 2

Diário Oficial do Município

Poder Executivo Quinta-feira, 22de dezembro de 2011

Marcos Gogatti expõe instalação “Car Crash” na galeria Genesco Murta

a instalação “Car Crash”, de autoria do artista plástico Marcos Gorgatti, que consiste na justaposição de três objetos de espuma

Fotos: Divulgação

A galeria Genesco Murta, que fica no Palácio das Artes (avenida Afonso Pena, 1.537, Centro) recebe até o dia 15 janeiro

Exposição é formada pela justaposição de três objetos de espuma colorida e laminada

colorida e laminada, construídos a partir da criação da forma sintetizada de três diferentes tipos de automóveis. A entrada é gratuita e a mostra pode ser vista de terça a sábado, das 9h30 às 21h, e no domingo, das 16h às 21h. Na construção da instalação, a disposição das peças no espaço sugere a representação de uma colisão entre os três “automóveis”, transformando a situação em um lúdico e inofensivo encaixe de formas geométricas. O acabamento indus-

trial das três peças sugere relações entre a obra e as políticas desenvolvimentistas do Brasil do pós-guerra (crescimento da indústria automobilística), o ideário da Bauhaus (a popularização do design por meio da indústria) e a arte concreta paulistana. Marcos Gorgatti nasceu em São Paulo, estudou artes plásticas na Universidade Estadual Paulista e fotografia na Central Saint Martins College of Art & Design, em Londres.


Poder Executivo Quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

BELO HORIZONTE

Diário Oficial do Município

3

O Hospital Municipal Odilon Behrens (HOB) comemora neste final de 2011 um ano da sua integração com o HospitalDia Cirúrgico Sagrada Família. Fundado em junho de 2000 e instalado na rua Joaquim Felício, 101, no bairro Sagrada Família, na região Leste de Belo Horizonte, a unidade era administrada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) para atender as demandas de cirurgias eletivas de pequeno e médio porte da capital e de seu entorno. A decisão de transformar o HospitalDia Cirúrgico em uma unidade do HOB facilitou sua gestão. De acordo com o gerente do Hospital- Dia, Galileu da Costa, a união oficial ao HOB trouxe vários pontos positivos, incluindo a migração de uma grande quantidade de equipamentos e profissionais para a unidade, o

Fotos: HOB

Hospital-Dia Cirúrgico Sagrada Família comemora um ano de união com Odilon Behrens

O hospital Projeto pioneiro, o Hospital-Dia foi a primeira unidade pública do país a realizar cirurgias programadas de médio porte em ambiente externo ao de um grande hospital. Apesar da união ser recente, a unidade do Sagrada Família sempre teve o HOB como retaguarda hospitalar para suporte no caso de complicações clínicas aos pacientes operados. “Sempre tivemos essa parceira e, graças a ela, o hospital cresceu e o número de cirurgias foi aumentando gradativamente, sempre atendendo as demandas da cidade”, ressalta Galileu da Costa, gerente do Hospital-Dia Cirúrgico. Nesses 12 meses de parceria entre o HOB e a unidade, 5.340 cirurgias foram realizadas no local. Somente de otorrinolaringologia, “carro-chefe” do hospital, mais de 140 intervenções cirúrgicas são feitas mensalmente. Com a integração, também foi possível aumentar a complexidade das cirurgias realizadas e diminuir ainda mais a permanência dos pacientes no ambiente hospitalar.

Servidores da unidade foram capacitados em várias ações

que resultou em otimização e maior agilidade dos processos cirúrgicos. Com a união, os servidores da unidade também passaram a ter capacitação por meio de treinamentos de gestão de risco, de capacitação 5S, treinamento da

enfermagem na sala de recuperação pós-anestésica e, em breve, suporte básico de vida. “Está sendo muito importante, pois esses treinamentos fazem com que nossa equipe se sinta mais motivada e capacitada para o atendimento dos pacientes”, explica o gerente.

Dia Nacional do Conselheiro Tutelar é comemorado em seminário especial rio Identidade em Rede, realizado na última semana na Procuradoria Geral da Justiça (avenida Álvares Cabral, 1.690), em Belo Horizonte, onde foram discutidos

AMAS

Buscar uma rede sólida de proteção aos direitos das crianças e adolescentes e comemorar o Dia Nacional do Conselheiro Tutelar foram os objetivos do 2º seminá-

cente de Belo Horizonte, da Prefeitura de Belo Horizonte e da Associação Municipal de Assistência Social (Amas). Foram discutidos aspectos psicossociais da exclusão, implicações da atuação do conselheiro tutelar nas políticas de proteção à criança e ao adolescente e programas sociais, além da pesquisa sobre o impacto das medidas do Estatuto da Criança e do Adolescente nos sistemas familiares. A presidente da Amas, Rosalva Portella, reafirmou o desejo de que os jo-

os aspectos psicossociais e a garantia dos direitos das crianças e adolescentes. O seminário contou com a participação de representantes dos conselhos tutelares, da Promotoria de Justiça da Infância e Juventude Cível de Belo Horizonte, do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adoles-

vens sejam protagonistas. “Para isso, é muito importante que o conselho esteja presente como um órgão de discussão, para que o atendimento seja o melhor possível”, disse. Os conselhos tutelares atendem situações de violação de direitos infanto-juvenis, como casos de violência física e psicológica, discriminação, abuso sexual, negligência ou abandono. Os conselheiros tutelares orientam pais ou responsáveis e requisitam serviços públicos em casos de direitos violados.

Protetor Para Orestes Mineiro de Souza, representante dos conselheiros tutelares das regionais de Belo Horizonte, o conselheiro é visto pela sociedade como um protetor, a primeira pessoa que a sociedade depara na linha de frente na defesa dos direitos das crianças e adolescentes. Promotora de Justiça da Vara da Infância e da Juventude, Maria de Lourdes Santa Gema destacou que entre as várias atribuições do Ministério Público uma das mais importantes é fazer valer os direitos das crianças e adolescentes. A presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Belo Horizonte, Regina Helena, contou que está sendo discutindo o papel de todos os integrantes da rede de garantia dos direitos das crianças e adolescentes. “Quanto melhor exercido o papel de cada um dentro dessa rede, mais estaremos garantindo direitos”, afirmou. Vicente de Paulo Almeida, que participa da coordenação da assessoria técnica aos conselhos tutelares na Amas, explicou que a entidade rearticula todos os seus programas e ações de acordo com esta temática. “Hoje, todos os projetos desenvolvidos pela Amas visam promover esses direitos, protegendo as crianças da violação que elas sofrem tanto na família quanto na sociedade”, disse. Garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes foram discutidos no evento

O Hospital Municipal Odilon Behrens (HOB) proporcionou uma festa de confraternização aos seus funcionários no início deste mês. Assim como em edições anteriores, a comemoração ocorreu no Mercado da Lagoinha, próximo ao hospital, com colaboração de diversas empresas. O evento reuniu cerca de 500 pessoas, entre servidores do HOB e familiares. Estiveram presentes a superintendente do HOB, Yara Cristina

Ribeiro, e o secretário municipal de Saúde, Marcelo Teixeira, entre outras autoridades do setor. A confraternização teve barracas de comida, sorteio de prêmios e um espaço reservado para crianças com piscina de bolinhas e totó. Os funcionários também puderam aproveitar um show ao vivo da banda 80, que apresentou um repertório diferente dos eventos anteriores realizados pelo HOB e mostrou músicas de rock da década de 1980.

Devido à proximidade do Natal, o espaço foi especialmente decorado com enfeites natalinos, como estrelas e bolas coloridas. O momento de destaque da noite ocorreu quando funcionários e crianças tiveram a oportunidade de tirar uma foto ao lado do Papai Noel, caracterizado por Antônio Márcio, funcionário do laboratório, e da ‘assistente’ do bom velhinho, Danielle Santiago, funcionária da Assessoria Técnica de Qualidade.

HOB

Odilon Behrens promove festa de confraternização no Mercado da Lagoinha

Evento reuniu cerca de 500 pessoas no Mercado da Lagoinha


BELO HORIZONTE

Poder Executivo

Diário Oficial do Município

30

Quinta-feira, 22de dezembro de 2011

INDICADORES ECONÔMICOS DE BELO HORIZONTE Taxas de Juros – Novembro de 2011

Evolução dos Preços ao Consumidor IPCA(1) Período

IPCR(2) Variação (%)

Índice de Base Fixa (4ª Jul/94=100)

No mês

No ano

Últimos 12 Meses

360,19

0,10

5,16

jul/11

Taxas médias praticadas(1)

Setores

Variação (%)

Índice de Base Fixa (4ª Jul/94=100)

No mês

No ano

Últimos 12 Meses

7,28

365,28

0,16

4,15

6,91

Menor

Maior

Diferença (%)

Média

3,00

5,99

99,67

5,30

Empréstimos pessoa física Alimentício Automóveis Novos

ago/11

361,31

0,31

5,48

7,63

366,42

0,31

4,47

7,27

set/11

362,50

0,33

5,83

7,55

367,44

0,28

4,76

6,86

out/11

363,55

0,29

6,14

7,16

367,66

0,06

4,82

6,03

nov/11

365,12

0,43

6,59

6,94

369,94

0,62

5,47

5,90

Prefixada (montadoras)

1,41

2,91

106,38

2,04

0,47

6,91

6,91

374,79 (3)

0,50

5,82

5,82

Prefixada (multimarcas)

1,55

3,31

113,55

2,13

11,90

13,95

17,23

12,81

7,82

9,70

24,04

8,74

5,26

18,18

245,63

9,40

Imóveis Construídos

0,06

1,66

2.666,67

1,15

Imóveis na Planta

0,17

1,57

823,53

0,34

0,88

3,90

343,18

2,31

2,29

5,73

150,22

3,56

1,55

2,99

92,90

1,90

2ª dez/11

372,44

(3)

1,03

2,16

109,71

1,62

1,55

2,38

53,55

1,86

Automóveis Usados

(1) IP CA = Índice de P reço s ao Co nsumido r A mplo : mede a evo lução do s gasto s das famílias co m renda de 1a 40 salário s mínimo s na cidade de B elo Ho rizo nte

Cartão de Crédito

(2) IP CR= Índice de P reço s ao Co nsumido r Restrito : mede a evo lução do s gasto s das famílias co m renda de 1a 6 salário s mínimo s na cidade de B elo Ho rizo nte (3) 2ª quadrissemana de julho /94 = 100

Cheque Especial

FONTE: Fundação IP EA D/UFM G

(2) (8)

Combustíveis Construção Civil

Índice de Confiança do Consumidor Variação (%)

Índice de Base Fixa (Maio/04=100)

Período

Prefixada (montadoras) Prefixada (multimarcas)

No mês

No ano

Últimos 12 Meses

ICCBH(1)

IEE(2)

IEF(3)

ICCBH

jun/11

135,84

187,28

119,40

1,80

3,81

0,82

1,24

0,18

1,79

0,15

1,74

-0,62

jul/11

135,94

188,70

119,09

0,08

0,76

-0,26

1,32

0,95

1,53

3,95

4,22

3,82

IEE

IEF

ICCBH

IEE

IEF

ICCBH

IEE

(3) (7)

Cooperativas de Crédito (empréstimo)

IEF

Crédito Direto ao Consumidor (CDC) CDC - Financeiro (8) CDC - Bens Alienáveis

(8)

ago/11

135,79

190,13

118,43

-0,12

0,76

-0,55

1,20

1,71

0,97

0,83

2,23

0,12

Eletroeletrônicos

1,99

5,00

151,26

3,43

set/11

135,66

190,00

118,31

-0,10

-0,07

-0,10

1,11

1,64

0,86

2,95

6,39

1,29

Mobiliário

1,65

6,41

288,48

3,09

out/11

137,35

187,54

121,32

1,25

-1,30

2,54

2,37

0,32

3,42

4,36

1,07

6,05

Financeiras Independentes

8,11

12,77

57,46

10,44

nov/11

138,86

193,50

121,42

1,10

3,18

0,08

3,50

3,51

3,51

1,93

-0,29

3,11

Turismo

(1) ICCB H: Índice de Co nfiança do Co nsumido r de B elo Ho rizo nte: trata-se de um indicado r que tem po r finalidade sintetizar a o pinião do s co nsumido res em B elo Ho rizo nte quanto ao s aspecto s capazes de afetar as suas decisõ es de co nsumo atual e futuro

Nacional

1,31

2,38

81,68

1,85

(2) IEE: Índice de Expectativa Eco nô mica: retrata a expectativa do co nsumido r em relação ao s indicado res macro eco nô mico s

Internacional

1,10

2,38

116,36

1,74

0,56

12,39

2.112,50

4,32

(3) IEF: Índice de Expectativa Financeira: retrata a co nfiança do co nsumido r a respeito de alguns indicado res micro eco nô mico s

Vestuário e Calçados

FONTE: Fundação IP EA D/UFM G

Empréstimos pessoa jurídica

Residenciais Período Índice de Base Fixa (Jul/94=100) jun/11

Comerciais

Variação (%) No mês

391,57

Últimos 12 Meses

No ano

1,04

5,08

Variação (%)

Índice de Base Fixa (Jul/94=100)

10,78

No mês

1,36

2,84

108,82

2,04

1,28

3,70

189,06

2,05

Conta Garantida (8)

2,23

9,19

312,11

5,84

516,56

1,35

Captação

Últimos 12 Meses

No ano 6,65

(8)

Capital de Giro (8)

Desconto de Duplicatas

Evolução do Mercado Imobiliário: Aluguéis

CDB 30 dias

(4)

0,90

Cooperativas de Crédito (aplicação)

14,16

0,42

0,70

66,67

0,56

0,63

0,76

20,63

0,71

jul/11

394,78

0,82

5,94

10,21

519,40

0,55

7,24

13,18

Fundo de Investimento Longo Prazo

ago/11

398,53

0,95

6,95

10,30

526,10

1,29

8,62

13,40

Poupança (5)

set/11

401,12

0,65

7,65

10,03

530,26

0,79

9,48

12,61

Taxa SELIC (6)

out/11

403,97

0,71

8,41

10,40

536,25

1,13

10,72

12,49

nov/11

407,56

0,89

9,38

10,12

541,83

1,04

11,87

12,57

0,56 0,91

(1) Co nsidera-se a média das taxas praticadas pelo s info rmantes

(5) Taxa referente ao primeiro dia do mês subsequente

(2) Não são co nsideradas vantagens pro gressivas

(6) M édia po nderada pela vigência

(3) Inclui a variação do s indexado res CUB , TR, INCC e IGP -M

(7) No vo cálculo co nsiderando o perío do do s índices que co mpõ em a estimativa (8) Dado s co letado s a partir de info rmaçõ es co nso lidadas no B anco Central do B rasil

(4) Taxa A NB ID do primeiro dia útil do mês e pro jetada para 30 dias

.. Não se aplica dado s numérico s

FONTE: Fundação IP EA D/UFM G

Tarifas Bancárias – Novembro de 2011 Forma de Cobrança

Produtos / serviços(1)

Popular

Imóveis

Médio

Alto

Luxo

403,00 (10)

555,00 (8)

647,66 (47)

1533,22 (59)

Conf ecção de cadastro para início de relacionamento - CADASTRO

Apartamento 1 Quarto Apartamento 2 Quartos

577,73 (66)

845,59 (85)

1001,34 (116)

1860,10 (103)

Apartamento 3 Quartos 1 Banho

670,63 (16)

800,00 (11)

1042,00 (25)

1280,00 (6)

Apartamento 3 Quartos 2 ou mais Banhos

1009,11 (45)

1163,59 (78)

1399,78 (181)

2245,79 (235)

Apartamento 4 Quartos e até 2 Banhos

1180,00 (5)

(1)

1655,56 (9)

2712,50 (24)

Apartamento acima de 4 Quartos e 2 Banhos

2225,00 (4)

1950,00 (6)

2483,33 (33)

3974,89 (190)

Barracão 1 Quarto

367,37 (19)

434,38 (16)

607,50 (4)

-

Barracão 2 Quartos

427,14 (7)

575,00 (4)

-

-

-

-

-

-

600,00 (18)

772,00 (10)

1091,67 (6)

(2)

778,75 (8)

1012,50 (8)

(2)

(3)

Casa 1 Quarto Casa 2 Quartos Casa 3 Quartos e 1 Banho

por evento

0,00

59,00

..

30,63

CARTÃO - Fornecimento de 2º via de cartão com f unção débito

por cliente

5,50

10,00

81,82

7,68

CARTÃO - Fornec. de 2ª via de cartão com f unção mov. conta de poupança

por cliente

5,50

10,00

81,82

7,28

CHEQUE - Exclusão do Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundo (CCF)

por Operação

30,00

52,00

73,33

39,61

CHEQUE - Contra-ordem e oposição ao pagamento de cheque

por cheque

11,00

15,00

36,36

11,85

CHEQUE - Fornecimento de f olhas de cheque

por cheque

1,00

1,70

70,00

1,41

CHEQUE - Cheque Administrativo

por Cheque

20,00

27,00

35,00

23,32 14,50

CONTAS DE DEPÓSITOS

CHEQUE - Cheque Visado

por cheque

0,00

21,00

..

Saque de conta de depósitos à vista e de poupança - SAQUE pessoal

por operação

2,00

3,50

75,00

2,33

Saque de conta de depósitos à vista e de poupança - SAQUE Terminal

por operação

1,30

3,00

130,77

1,92

Saque de conta de dep. à vista e de poupança - SAQUE correspondente

por operação

1,30

2,30

76,92

1,83

DEPÓSITO - Depósito Identif icado

por operação

0,00

5,00

..

2,14

Forn. de ext. de um periodo conta dep. à vista e poup. - EXTRATO (P)

por operação

1,90

6,00

215,79

3,30

Forn. de ext. de um periodo conta dep. à vista e poup. - EXTRATO (E)

por operação

1,45

3,00

106,90

2,08

Forn. de ext. de um periodo conta dep. à vista e poup. - EXTRATO (C)

por operação

0,00

2,00

..

1,27

Ext. mensal de conta de dep. à vista e poup. p/um período -EXTRATO(P)

por operação

1,45

6,00

313,79

3,13

Ext. mensal de conta de dep. à vista e Poup. p/um período - EXTRATO(E)

por operação

1,45

5,00

244,83

2,35

Ext. mensal de conta de dep. à vista e poup. p/um período - EXTRATO(C)

por operação

0,00

5,00

..

1,94

Fornecimento de cópia de microf ilme, microf icha ou assemelhado

por operação

4,50

7,00

55,56

5,78

Transf erência agendada por meio de DOC/TED - DOC/TED agendado(P)

por operação

0,00

19,00

..

12,94

Transf erência agendada por meio de DOC/TED - DOC/TED agendado(E)

por operação

0,00

12,50

..

7,76

Transf erência agendada por meio de DOC/TED - DOC/TED agendado(I)

por operação

0,00

11,50

..

7,35

TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS

Casas Casa 3 Quartos e 2 ou mais Banhos

1063,08 (13)

1516,67 (6)

2485,00 (20)

4450,00 (4)

Casa 4 Quartos e até 2 Banhos

1766,67 (6)

-

(2)

(2)

Casa 4 Quartos e 2 Banhos

3200,00 (4)

(3)

3661,54 (13)

7561,54 (26)

Transf erência entre contas na própria instituição- TRANSF. RECURSOS(P)

por operação

1,00

2,95

195,00

1,45

Transf erência entre contas na própria instituição-TRANSF.RECURSOS(E/I)

por operação

0,00

2,70

..

1,03

Ordem de Pagamento - ORDEM PAGAMENTO

por operação

24,00

27,00

12,50

25,52

Transf erência por meio de DOC - DOC Pessoal (3)

por evento

13,40

20,00

49,25

14,80

Transf erência por meio de DOC - DOC eletrônico (3)

por evento

0,00

12,50

..

7,80

Transf erência por meio de DOC - DOC internet (3)

por evento

6,00

11,50

91,67

8,03

Transf erência por meio de TED - TED pessoal (3)

por evento

13,40

20,00

49,25

14,80

Transf erência por meio de TED - TED eletrônico (3)

por evento

0,00

12,50

..

7,80

Transf erência por meio de TED - TED internet (3)

por evento

0,00

8,60

..

7,91

por operação

27,00

49,00

81,48

40,30

OPERAÇÕES DE CRÉDITO Concessão de adiantamento a depositante - ADIANT. DEPOSITANTE PACOTE PADRONIZADO PESSOA FÍSICA PACOTE PADRONIZADO PESSOA FÍSICA

por evento

10,50

18,00

71,43

13,35

a cada 365 dias

24,00

56,00

133,33

46,33

Fornecimento de 2ª via de cartão com f unção crédito

por evento

0,00

15,00

..

6,54

Utilização de canais de atend. para retirada em espécie - no país

por evento

4,00

15,00

275,00

8,16

Pagamento de contas utilizando a f unção crédito em espécie

por evento

1,99

15,00

653,77

10,40

CARTÃO DE CRÉDITO (3) Anuidade - cartão básico nacional

Avaliação emergencial de crédito

(*) O valo r entre parênteses representa o número de imó veis utilizado s no cálculo da respectiva média. Na maio ria das vezes, so mente são publicado s valo res médio s o btido s a partir de quatro imó veis pesquisado s. Os caso s em que não fo i pesquisado nenhum imó vel são indicado s po r hífen (-). Os valo res médio s referentes a apartamento s de 1e 2 quarto s da classe luxo são influenciado s pela o ferta de Flats.

Anuidade - cartão básico internacional Utilização de canais de atend. para retirada em espécie - no exterior

por evento

0,00

15,00

..

13,13

a cada 365 dias

0,00

90,00

..

65,00

por evento

0,00

30,00

..

16,00

(2) Co nsidera-se a média das tarifas praticadas pelo s banco s pesquisado s

(1) Não são co nsideradas vantagens pro gressivas

FONTE: Fundação IP EA D/UFM G

Fo nte: B anco Central do B rasil / B anco s - Dado s trabalhado s pela Fundação IP EA D/UFM G

.. Não se aplica dado s numérico s

No ano

Últimos 12 Meses

IPCA(1)

Salário Mínimo

Cesta Básica (2)

IPCA

Salário Mínimo

Cesta Básica

IPCA

Salário Mínimo

Cesta Básica

IPCA

Salário Mínimo

Cesta Básica

jun/11

359,83

841,18

430,92

-0,03

0,00

-3,47

5,05

6,86

3,26

7,26

6,86

8,58

jul/11

360,19

841,18

427,61

0,10

0,00

-0,77

5,16

6,86

2,47

7,28

6,86

15,50

ago/11

361,31

841,18

439,66

0,31

0,00

2,82

5,48

6,86

5,36

7,63

6,86

18,17

set/11

362,50

841,18

435,81

0,33

0,00

-0,88

5,83

6,86

4,43

7,55

6,86

14,39

out/11

363,55

841,18

437,34

0,29

0,00

0,35

6,14

6,86

4,80

7,16

6,86

5,08

nov/11

365,12

841,18

444,78

0,43

0,00

1,70

6,59

6,86

6,59

(1) IP CA = Índice de P reço s ao Co nsumido r A mplo : mede a evo lução do s gasto s das famílias co m renda de 1a 40 salário s mínimo s na cidade de B elo Ho rizo nte (2) Cesta B ásica: representa o s gasto s de um trabalhado r adulto co m a alimentação definida pelo Decreto -lei 399/38 FONTE: Fundação IP EA D/UFM G

Quantidade

Valores (em R$)

Contribuição na variação (p.p.)

Açúcar cristal

3,00 kg

5,70

0,03

Arroz

3,00 kg

5,52

0,03

Banana caturra

12,00 kg

21,84

-0,62

Batata inglesa

6,00 kg

6,84

-0,54

Café moído

0,60 kg

7,32

0,10

Chã de dentro

6,00 kg

98,52

0,59

Produto

Variação (%) No mês

ND: não dispo nível

Custo da Cesta Básica (*) – Novembro de 2011

Evolução da inflação, salário mínimo e cesta básica Índice de Base Fixa (Jul/94=100)

Menor (R$) Maior (R$) Diferença (%) Média (2) (R$)

CADASTRO

Barracões

Período

ND - não dispo nível

FONTE: Fundação IP EA D/UFM G

Valores médios (em R$) dos aluguéis residenciais por classe de bairro(*) - Novembro de 2011

Apartamentos

0,84

Fundo de Investimento Curto Prazo

6,94

6,86

2,75

Farinha de trigo

1,50 kg

3,05

0,02

Feijão carioquinha

4,50 kg

14,94

0,02

Leite pasteurizado

7,50 l

15,45

-0,12

Manteiga

750,00 g

14,25

0,10

Óleo de soja

1,00 un

2,91

0,00

Pão francês

6,00 kg

36,66

0,14

Tomate

9,00 kg

24,66

1,95

(*) Cesta B ásica: representa o s gasto s de um trabalhado r adulto co m a alimentação definida pelo Decreto -lei 399/38 FONTE: Fundação IP EA D/UFM G


Poder Executivo Quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

BELO HORIZONTE

Diário Oficial do Município

31

Regional Centro-Sul realiza ação fiscal no bairro de Lourdes tabelecimentos foram devidamente multados. Durante os trabalhos, a equipe de fiscalização retirou, ainda, faixas publicitárias irregulares e um banco no passeio em frente a um ponto de táxi. Todos os materiais recolhidos foram levados para o depósito da Regional Centro-Sul. Segundo o gerente regional

Fotos: Gercom Centro-Sul

A Regional Centro-Sul, por meio da Gerência de Licenciamento e Fiscalização Integrada, acompanhada pela BHTrans e pela Polícia Militar, realizou na última semana uma ação fiscal nos estabelecimentos das ruas Bárbara Heliodora, Alvarenga Peixoto, São Paulo e Curitiba, no bairro de Lourdes. A ação, além do caráter educativo, teve como objetivo corrigir ocupações no espaço público que não atendem a legislação em vigor. Durante a operação, foram autuados estabelecimentos que já haviam sido notificados em função de irregularidades em novembro deste ano e que não se adequaram. Alguns estabelecimentos cumpriram parte das exigências, como foi o caso de uma padaria que tinha uma estrutura irregular invadindo o espaço público e a desfez após a notificação. Porém, esse mesmo empreendimento mantinha em sua parte frontal obs-

Ação corrigiu ocupações que não atendem legislação em vigor

táculos que demarcavam estacionamento, além de fazer uso de cadeiras sem a devida licença. Também foram retiradas alças

de metal que facilitavam a baliza de veículos em frente a uma loja de roupas. Outros obstáculos foram removidos nos demais locais e os es-

Fotos: Gercom Venda Nova

Escola de Venda Nova completa 40 anos e lança livro para a comunidade A Escola Municipal Antônio Gomes Horta, que fica na região de Venda Nova, comemorou seus 40 anos em abril deste ano e, para marcar a data, lançou no dia 13 de dezembro o livro “Nossa Escola Gomes Horta, Nosso Lugar Venda Nova”. O livro é resultado de uma parceria firmada entre o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino de História, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com a direção da escola, com o objetivo de desenvolver um trabalho que permitisse reconstruir ou redescobrir a história da escola junto a alunos, professores e funcionários. A principal estratégia adotada foi o desenvolvimento da gincana cultural “Minha Escola em Venda Nova: o que conhecer?”. Por meio da gincana, os alunos saíram em busca de fontes e indícios para desvendar a história da escola na sua relação com a região de Venda Nova.

de Licenciamento e Fiscalização Integrada, William Nogueira, ações como essa são extremamente relevantes para o ordenamento da cidade. “Todos os cidadãos devem cumprir o Código de Posturas do Município, pois ele é muito importante para a organização da cidade e de seus moradores”, ressaltou.

Graças à pesquisa interativa proporcionada pela gincana, foi elaborado o projeto do livro, trabalhado por alunos, professores e a equipe do projeto

LABEPEH vai às Escolas desde abril de 2010 sobre o tema “A História da Escola na Cultura Local”. A diretora da escola, Wanessa Leite, explica que a dedicação de professores e alunos permitiu o sucesso do projeto. “O projeto foi desenvolvido em três frentes de atuação: planejamento interno do grupo do laboratório da UFMG, debates e discussões com funcionários e professores e atividades desenvolvidas pelos alunos”, explicou.

Ações são relevantes para o ordenamento da cidade

Confira o funcionamento dos postos de informação turística nos próximos feriados •Aeroporto da Pampulha Praça Bagatelle, 204, bairro Pampulha Telefone: 3426-8015 Funcionamento: aos sábados, das 8h às 16h, e aos domingo, das 13h às 18h. •Aeroporto de Confins Rodovia MG–10 – Confins Telefones: 3689-2557 e 36892555 Funcionamento: 8h às 18h •Mercado Central Avenida Augusto de Lima, 744, Centro Telefone:. 3274-9434 Funcionamento: sábado, das 8h às 18h, e domingos, das 8h às 13h •Mercado das Flores Avenida Afonso Pena, 1.055, Centro Telefone: 3277-7666 Funcionamento: 8h às 15h •Rodoviária Praça Rio Branco, Centro Telefone: 3277-6907 Funcionamento: 8h às 18h

•BH Resolve Rua Caetés, 342, Centro Funcionamento: fechado nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro •Belotur Rua Pernambuco, 282, bairro Funcionários Telefone: 3277 – 9754 Funcionamento: fechado nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro •Centro de Referência Turística de Belo Horizonte Álvaro Hardy - Veveco Av. Otacílio Negrão de Lima, 855, bairro São Luiz Telefone: 3277-9987 Funcionamento: fechado nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro

Acervo de memória A partir do material coletado pelos alunos e professores, foi montado um acervo de fontes históricas e objetos de uso cotidiano do passado, como peças decorativas, moedas, fotografias, entrevistas e registros, além de depoimentos de ex-funcionários e ex-alunos. A ilustração do livro ficou a cargo de Henrique Ferreira Machado, de 12 anos, aluno do 3º ano do 2º ciclo, que considerou gratificante a experiência. “Minha participação na produção do livro pode me abrir outras portas, pois o trabalho ficou lindo. Só de vê-lo pronto já me sinto muito bem. Eu aprendi muito sobre Venda Nova e sobre a minha escola, que já teve até uma banda em 2005, coisa que eu não sabia”, concluiu. A reunião e a análise do material possibilitaram reflexões importantes sobre o fazer histórico, conforme explica Wanessa Leite. “Como historiadora, eu percebo que o livro é muito didático, no sentido de que ele pode ser uma fonte de pesquisa sobre a história de Venda Nova e da Escola Municipal Antônio Gomes Horta, despertando o desejo da investigação metodológica dos fatos. Outra riqueza do livro é a oportunidade que tivemos de homenagear as pessoas que contribuíram para a produção deste livro enquanto fontes de pesquisa, pois elas moram na região e conhecem a história local”, disse. Alunos coletaram material que registra história da região


BELO HORIZONTE Diário Oficial do Município

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Poder Executivo Quinta-feira, de dezembro de 2011 Quinta-feira, 22de22dezembro de 2011

13 mil operadores de transporte coletivo se qualificam para atender melhor os usuários

Fotos: Celso Santa Rosa

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da BHTrans, iniciou no início deste mês o Programa de Certificação dos Operadores do Transporte Coletivo, que vai qualificar os 13 mil operadores do Sistema de Transporte Coletivo por ônibus da capital mineira no atendimento aos usuários e na operação do serviço. A certificação está focada no comportamento com os usuários, no papel dos profissionais do transporte em relação à melhoria da mobilidade urbana e na contribuição de cada um para a ampliação da qualidade de vida para os moradores de Belo Horizonte. A certificação é uma das ações do Qualibus – Transporte Coletivo de Qualidade, um projeto definido no planejamento es-

tratégico da BHTrans para a capital, com diretrizes voltadas à garantia de um serviço de transporte público de mais qualidade e que contribua para melhores condições de mobilidade das pessoas que moram, se deslocam ou trabalham na cidade. A certificação também visa estabelecer uma parceria mais efetiva entre a BHTrans e os operadores do transporte coletivo para a consolidação da mobilidade urbana sustentável, que envolve questões relativas à vida das pessoas, ao desenvolvimento econômico da cidade, à ocorrência de acidentes e à redução de poluentes no meio ambiente. “Na certificação de todos os operadores serão amplamente difundidos três valores primordiais: lembrar que a vida das pessoas é o mais importante, minimizar os impactos ambientais e saber utilizar os espaços viários de forma mais consciente”, ressalta Max Wilson Ramos, gestor do projeto Qualibus. O treinamento é administrado nas terças, quartas e quintasfeiras, nos períodos da manhã e da tarde, nas garagens das empresas operadoras. Ao todo, vão pas-

sar pela certificação 529 turmas de motoristas e agentes de bordo. Instrutores da BHTrans, entre analistas, técnicos e agentes de trânsito, vão abordar os valores propostos, utilizando-se de palestras, dinâmicas de grupo e filmes. “Planejamos trabalhos como a definição de mobilidade urbana, a função social do transporte coletivo, o que cada um pode fazer para contribuir para um cenário urbano mais positivo, os desafios e os erros a serem evitados”, explica Daniel Marx Couto, diretor de Desenvolvimento e Implantação de Projetos da BHTrans. Tudo isso se traduz em desenvolver ou aprimorar habilidades como lidar com os conflitos no trânsito com os outros “atores”, como motoristas particulares, pedestres, motociclistas e passageiros. Com esses comportamentos, serão potencializados o bom relacionamento com os usuários do trânsito, a educação e a cortesia com os passageiros do ônibus, além do atendimento às solicitações dos usuários. Por outro lado, o treinamento provoca a reflexão quanto a não atenção às leis de trânsito e que interfere na mobilidade urbana e na qualidade de vida dos cidadãos,

como fechar o cruzamento, não parar nos pontos de embarque e desembarque, avançar um sinal vermelho, parar em cima da faixa de pedestre ou parar longe da guia da calçada.

Relacionamento com usuário Especificamente sobre o relacionamento com os usuários do transporte coletivo, as três principais reclamações registradas na BHTrans quanto ao comportamento dos operadores (falta de educação, freadas e arrancadas bruscas, conversas desnecessárias do operador), são trabalhadas em simulações para que o operador se coloque no lugar do seu cliente, o passageiro, e passe a adotar condutas estipuladas pelo regulamento do serviço e esperadas pela população. O operador que passar pelo treinamento receberá uma declaração de participação e um botton que identificará aqueles que já participaram do curso. Sua atuação na prestação do serviço será acompanhada por um ano, principalmente por meio dos registros de solicitações feitos pelos passageiros de ônibus, por meio da Central de Relacionamento Telefônico (156), por registros via internet no portal da BHTrans (www.bhtrans.pbh.gov.br), ou pessoalmente na Gerência de Atendimento ao Usuário, além do acompanhamento realizado pelas próprias concessionárias. Após passar por todo o processo e, atendidos os quesitos estabelecidos pela BHTrans, os operadores receberão um certificado de qualificação do serviço prestado. O programa tem a parceria e o apoio do SetraBH e do Sest/Senat.

Trabalhos com usuários Para as pessoas atendidas pelo transporte coletivo estão sendo planejadas ações de comunicação que alertem e conscientizem para o seu comportamento e sua interação com os operadores, além de seus direitos e deveres.

Jardins do Parque Lagoa do Nado são revitalizados Desde a semana passada, três jardineiros da Fundação de Parques Municipais, José da Conceição Maia, Paulo dos Santos Neto e Vladmir Pinto Dias, estão trabalhando na revitalização dos jardins da área próxima à entrada da biblioteca no Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado, no

bairro Itapoã. Além de trocar toda a terra do local por uma nova, os jardineiros também vão colocar adubos orgânicos para deixar a grama mais firme no solo. Segundo o encarregado operacional do parque, Wanderley Anastácio de Arruda, o caminho que vai para a

biblioteca também ganhará um novo paisagismo. Depois deste trabalho concluído, ainda neste ano os outros canteiros do parque também serão recuperados, de acordo com orientações da paisagista da Fundação de Parques Municipais, Margareth Costa Ávila.

Jardineiros trocam a terra do local por uma nova e colocam adubos orgânicos para deixar a grama mais firme no solo, além, do trabalho de paisagismo


DOM - 22/12/2011