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Ano XXI • N. 4.878 • R$ 0,90

BELO HORIZONTE Diário Oficial do Município - DOM

Tiragem: 2.100 • 2/9/2015

A Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) comemorou seus 42 anos na última semana com um presente para a população: uma frota novinha de 150 caminhões coletores, que já estão circulando pelos quatro cantos de cidade. Mais modernos e de visual renovado, os veículos atendem a coleta domiciliar da capital, incluindo as vilas e os locais de difícil acesso. O superintendente Custódio Mattos destacou que Belo Horizonte busca constantemente aprimorar a limpeza urbana por meio da implantação de novas tecnologias e da inovação de estratégias para garantir a eficiência do trabalho realizado. “Queremos que o cidadão sinta satisfação com o serviço prestado e que perceba a capital mais limpa, bonita e bem cuidada. Para isso, investimentos como esse são indispensáveis”, avaliou. A utilização de caminhões compactadores novos e mais seguros é uma exigência para a atividade das empresas vencedoras do mais recente processo li-

citatório da SLU. Para facilitar a identificação das prestadoras de serviço e de seus lotes de atuação, estão sendo utilizadas cores diferenciadas nas carrocerias dos veículos. Além disso, a nova adesivação, mais vibrante, traz uma mensagem que convida a população a “jogar limpo” com a cidade, incentivando-a a mantê-la limpa. Os novos caminhões coletores são equipados com carenagens laterais inferiores que impedem que pessoas ou motocicletas passem por baixo de suas rodas traseiras em caso de acidentes. A tampa traseira tem vedação integral para impedir vazamentos de líquidos e dispõe de uma calha coletora para casos especiais de recolhimento de resíduos com grande concentração de orgânicos. Assim, o chorume não corre o risco de escorrer pelas ruas e avenidas, causando mau cheiro e contaminação. O dispositivo compactador permite um perfeito carregamento e acondicionamento do lixo, re-

Novos veículos permitem um perfeito carregamento e acondicionamento do lixo, reduzindo três vezes o volume armazenado e emitindo menos ruídos

duzindo três vezes o volume armazenado, ou seja, é possível transportar 45m³ de resíduos soltos dentro de um baú de 15m³, o equivalente a sete toneladas por viagem. A baixa emissão de ruídos é outro diferencial da frota. Para a coleta em vilas e aglomerados urba-

Números da limpeza urbana na cidade

Em breve, a SLU implementará o uso de caminhões com rastreamento via GPS e transmissão automática de marchas, o que trará mais conforto e menos desgaste físico ao motorista, contribuindo também para a diminuição do barulho nas acelerações desnecessárias.

ro mecânico Sérgio Luiz de Souza. Sua capacidade nominal é de três toneladas de lixo compactado. “A vantagem é que esses veículos conseguem subir rampas e se deslocam com agilidade em espaços reduzidos, chegando mais perto das residências”, completou o engenheiro.

Comemoração de aniversário

História

Nos primórdios da cidade, a SLU nasceu como Diretoria de Higiene, encarregada da limpeza pública. Em 1923, a modernização chegava com a substituição na coleta de lixo feita com carrinhos de mão e carroças por veículos automotores. Em 1929, o sucesso foi maior com o famoso Ford 29. Em 12 de maio de 1927, por meio do decreto 16, foi criada a Inspetoria de Limpeza e, na década de 1930, a Sub Diretoria da Limpeza, renomeada posteriormente Inspetoria de Limpeza Pública. Em 1951, o nome foi mudado para Departamento de Limpeza Urbana. Em 27 de agosto de 1973 foi criada, por meio da lei municipal 2.220, a Superintendência de Limpeza Urbana, na gestão do prefeito Oswaldo Pieruccetti.   SLU

SLU

A SLU comemorou seu 42º aniversário na quinta, dia 27, iniciando as ações integradas para revitalizar a Praça Duque de Caxias e o bairro Santa Tereza. As ações na região serão realizadas até o dia 11 deste mês e incluem varrição, capina, roçada, limpeza de brinquedos, de aparelhos da Academia a Céu Aberto e de bocas de lobo. Além disso, lixeiras ganharão novos adesivos, serão realizadas ações de remoções de pichações e campanhas educativas e de fiscalização. Além disso, a varrição será ampliada aos domingos. Os trabalhos serão encerrados nas vilas Dias e São Vicente com uma grande ação de limpeza.  

SLU retira diariamente de 15 a 20 toneladas de lixo das bocas de lobo e coleta resíduos domiciliares em bairros, vilas e favelas

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SLU

SLU

SLU

SLU

Santa Rosa

Os números produzidos diariamente pela SLU na limpeza da cidade são significativos. Diariamente, são limpas 950 bocas de lobo, com a retirada de 15 a 20 toneladas de lixo. Na coleta dos resíduos domiciliares nos bairros, vilas e favelas são recolhidas 1.800 toneladas que são encaminhadas para o aterro sanitário. Os garis varrem, mensalmente, 66 km de sarjetas, limpam 4.300 quilômetros de vias e 3.200 m² de córregos e recolhem 18 toneladas de animais mortos todo mês. Outro setor importante da SLU é o da Mobilização Social, voltado para a educação ambiental em vilas, favelas e na cidade formal e também para a criação de eventos em parceria com outros órgãos municipais, como a implantação de coleta de coco na orla da Lagoa da Pampulha, as intervenções em pontos críticos e em áreas degradadas e a capacitação de agentes ambientais.

nos, a SLU contratou caminhões minicompactadores que já foram apelidados pelas equipes de “Juninho” e “Coletinha”. “Com dimensões reduzidas, eles conseguem trafegar em vias estreitas, mantendo a mesma qualidade e operacionalidade dos veículos maiores”, explica o engenhei-

SLU

Coleta de lixo conta com veículos compactadores que acessam até as vias estreitas e íngremes dos aglomerados

Pedro Antônio de Oliveira

Limpeza urbana da capital é reforçada com mais 150 caminhões coletores

Ações de revitalização no bairro Santa Tereza marcaram as comemorações do 42º aniversário da SLU na semana passada

Na década de 1920, a coleta de lixo na capital deixava de ser feita com carrinhos de mão e veículos automotores foram implantados

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Poder Executivo Quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Servidor da SLU apresenta seu trabalho no projeto Encontro com o Escritor Fotos: SLU

peza Urbana (SLU), após a leitura de um de seus livros, “Uma história, uma lorota... e fiquei de boca torta!”. A visita fez parte do projeto “Encontro com o Escritor”, do Carro-Biblioteca da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, que também promoveu uma roda de leitura e um “Quiz Literário”, com perguntas e respostas sobre a vida e a obra do autor. O desafio de dar continuidade a algumas crônicas do livro, por meio da produção de textos, também animou os estudantes e premiou aqueles mais afiados. O Carro-Biblioteca (CB), criado em 1960, leva informação e cultura a bairros da Região Metropolitana de Belo Horizonte que não possuem bibliotecas e outros equipamentos culturais. “O ‘En-

contro com o Escritor’ nasceu do desejo dos leitores de estar fisicamente com o autor, trocar experiências com ele e derrubar o mito de que o escritor é alguém distante e inacessível”, explica a coordenadora do CB, Viviane Pereira. O projeto já recebeu três autores, e contará com a participação de mais dois até o fim do ano. Para saber mais sobre a iniciativa, acesse o site encontrocomoescritor.wix.com/blog.

A obra No livro “Uma história, uma lorota... e fiquei de boca torta!” (editora Saraiva), Pedro Antônio de Oliveira traduz, do ponto de vista de um adolescente, a vida com os diversos dilemas dessa idade. Provando que a literatura exerce poder em nossas vidas, nas situações mais simples e cotidianas, o autor escreve sobre o próprio ato de inventar histórias, contando lorotas e alegrias que encantam os corações ou tristezas que nos aproximam uns dos outros.

Pedro Antônio de Oliveira participou de uma roda de leitura e de um bate-papo com alunos de quatro escolas públicas da capital

Imagine conhecer de perto um escritor, matar a curiosidade sobre o processo de criação ou simplesmente conversar com ele sobre literatura e outros assun-

tos interessantes. Alunos de quatro escolas públicas da capital, situadas nos bairros Capitão Eduardo, Minas Caixa, Nova Pampulha e Vale do Jatobá, viveram es-

sa experiência na última semana de agosto. Eles receberam a visita do escritor e jornalista Pedro Antônio de Oliveira, que é servidor da Superintendência de Lim-

Evento da série “Arte & Ciência” reúne artista e matemático no CCBB nio Doria. O encontro será realizado às 19h30, no Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários), com entrada gratuita – os ingressos devem ser retirados uma hora antes do início do evento. O projeto propõe a seus convidados questões estimulantes e atuais, como o futuro da inteligência artificial, o papel da memória e da imaginação no mundo

Anna Oswaldo Cruz

Como combinar ciência e arte, decisão e contradição? Como a lógica não-clássica, onde uma afirmação e sua negação podem ser ambas verdadeiras, lida com as decisões e como a arte pode se inspirar em tal pensamento? Essas questões devem pautar hoje o quarto debate do ciclo Arte & Ciência, com o artista plástico e fotógrafo mineiro Arthur Omar e o matemático Francisco Anto-

Arthur Omar é cineasta, fotógrafo, artista plástico e escritor e participa de um debate com Francisco Antonio Doria

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contemporâneo, os dilemas éticos envolvidos nas pesquisas genéticas, as fronteiras filosóficas da física e da cosmologia, entre outras. Em Belo Horizonte, o encontro é realizado toda a primeira quarta-feira do mês, com diferentes temas, até dezembro deste ano. Arthur Omar é mineiro de Poços de Caldas e cineasta, fotógrafo, artista plástico e escritor. Seu trabalho alia inovação tecnológica a uma grande intensidade dramática. Participou de duas Bienais de São Paulo com a série fotográfica “Antropologia da Face Gloriosa”. É autor dos livros “Viagem ao Afeganistão”, “O Zen e a Arte Gloriosa da Fotografia”, “O Esplendor dos Contrários” e “Lógica do Êxtase”, entre outros. Seu longa-metragem “Triste Trópico” é considerado um clássico do cinema brasileiro. Dirigiu e produziu diversos filmes para Channel Four e a ZDF Arte, como o longa-metragem “Sonhos e História de Fantasmas”. Francisco Antonio Doria é engenheiro-químico e doutor em Física. No momento investiga questões sobre a matematização das Ciências Humanas. Com Newton da Costa, mostrou, em 1990, que não existe algoritmo para decidir se um sistema arbitrário pode exibir caos. Em 1994, resolveu, igualmente com Newton da Costa, dois dos três problemas formulados por Vladimir Arnold para lista preparada em 1974, durante simpósio sobre os Problemas de Hilbert, da American Mathematical Society.

Pedro lançou o livro “Uma História, uma Lorota.... e Fiquei de Boca Torta!”, que foi lido pelos alunos

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Poder Executivo

Diário Oficial do Município

Quarta-feira, 2 de setembro de 2015

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Moradores das regiões Centro-Sul, Nordeste e Venda Nova definem obras do OP 2015/2016 competir, cooperar”, destacou. Durante o fórum, coordenado pelo gerente regional do OP, Ronaldo Manassés, foram selecionados os empreendimentos que serão executados pela Prefeitura. Entre as demandas selecionadas estão obras de urbanização, reformas de creches, construção de parque e elaboração de projetos em vários bairros.

Thanise Reis

fóruns das demais regiões da cidade.

Todas as seis demandas indicadas pelos moradores da região Centro-Sul foram aprovadas e vão ser executadas pela PBH

Uma importante e decisiva etapa do Orçamento Participativo 2015/2016 foi realizada no último final de semana, nas nove regiões da cidade. Promovidos pela Secretaria Municipal de Governo, por meio da Secretaria Municipal Adjunta de Gestão Compartilhada, e pelas secretarias regionais, os Fóruns de Prioridades Orçamentárias reuniram os delegados eleitos na segunda rodada para que pudessem definir em quais obras a Prefeitura deverá investir o recurso destinado ao OP 2015/2016. A escolha dos empreendimentos foi feita após a realização das Caravanas de Prioridades, realizadas nos dias 22 e 23 de agosto, quando os moradores puderam conhecer de perto a realidade de cada uma das intervenções indicadas pela população nas reuniões realizadas no final do ano passado. Durante os fóruns, realizados nos dias 29 e 30 de agosto, foram eleitos os membros das Comissões de Acompanhamento e Fiscalização da Execução do Orçamento Participativo (Comforças) de cada região, que serão responsáveis por monitorar o anda-

mento de cada empreendimento. A próxima etapa desta edição do OP será o Fórum Municipal de Prioridades Orçamentárias, previsto para os próximos dias, quando membros das Comforças entregarão ao prefeito Marcio Lacerda o Plano de Empreendimentos do OP 2015/2016, contendo as obras aprovadas em todas as regiões da cidade. O secretário municipal adjunto de Gestão Compartilhada, Gelson Leite, demonstrou sua satisfação por ver tantas pessoas mobilizadas para mais uma edição do Orçamento Participativo. “Ficamos muito felizes em ver que a população continua participando ativamente do OP, por meio do qual a administração municipal já entregou mais de 1.200 empreendimentos. É um processo transparente e democrático, que já se consolidou, há alguns anos, como o principal mecanismo de participação popular da PBH”, ressaltou. Confira hoje como foram os fóruns nas regiões Centro-Sul, Nordeste e Venda Nova. Nos próximos dias, o Diário Oficial do Município (DOM) apresentará os

Venda Nova

Avanilton Aguilar

A Escola Municipal Geraldo Teixeira da Costa, no bairro Rio Branco, recebeu o Fórum de Prioridades Orçamentárias de Venda Nova no sábado, dia 29. Na abertura, o secretário regional Leonardo Barros ressaltou a importância do OP para Belo Horizonte e apresentou a estatística de obras realizadas por meio do programa na região nos últimos anos. Em seguida, foram apresentadas as demandas de cada um dos quatro territórios, com seus devidos valores. Luiz Gonzaga da Rocha, di-

Em Venda Nova, nove das 14 obras apresentadas foram aprovadas no fórum realizado no sábado

Nordeste

Cento e vinte e um delegados, horas de debates, votações e muita vontade de fazer o melhor pela cidade. Esta foi a receita do Fórum de Prioridades da Regional Nordeste, realizado no domingo, dia 30, na Escola Municipal Governador Carlos Lacerda, no bairro Ipiranga. “A participação é o elemento chave de todo o processo do Orçamento Participativo, mas penso em outra característica marcante neste processo, que é a solidariedade. Como secretário regional, gostaria que fizéssemos imediatamente todas as obras, mas temos que escolher. Cada um tem seu critério, mas podemos pensar juntos na palavra cooperar. Ao invés de

Marcelo Martins

Thanise Reis

Centro-Sul

Na região Centro-Sul, todos os 48 delegados representantes de suas comunidades saíram satisfeitos do Fórum de Prioridades, realizado no sábado, dia 29, na sede da secretaria regional, no Centro. Isso porque todas as seis demandas indicadas pelos moradores da região foram aprovadas durante o evento e serão executadas pela PBH, com investimento previsto de quase R$ 10 milhões. As obras contempladas incluem abertura e pavimentação da Rua Adutora, urbanização do Beco Coqueiros e revitalização dos parques Marcus Pereira de Mello, no bairro Novo São Lucas, e Paulo Berutti, no São Bento. O resultado do OP na região Centro-Sul confirmou o que o solicitante da reforma do parque no São Bento, Rogério Oliveira de Rezende, disse ao defender a indicação do seu território antes da votação. “Nunca saí derrotado do OP, porque quando o empreendimento que defendia não era escolhido, nossos vizinhos eram contemplados por outros projetos. E será assim novamente”, ressaltou. “Vocês dedicaram muito tempo das suas vidas, representando a comunidade dos locais onde moram. Essa é a finalização de vários encontros. Agradeço a todos que participaram desse processo, que é tão importante”, disse o secretário regional, Marcelo de Souza e Silva. A gerente regional do OP, Alexandra Cruz, ressaltou o envolvimento dos moradores. “Passamos por momentos de relevantes discussões e de muitas reuniões até chegarmos ao fórum. Estou muito satisfeita por todas as demandas que atendiam as regras do programa terem sido aprovadas”, disse.

retor da Escola Municipal Zilda Arns e membro da Comforça regional, destacou que o OP é a melhor forma de todos terem acesso aos recursos municipais. “O OP é uma grande conquista da população de Belo Horizonte, que passa a ter acesso, de forma efetiva, aos recursos disponíveis para investimento em infraestrutura”, comentou. Foram aprovadas nove das 14 obras inicialmente apresentadas. Entre os empreendimentos, destacam-se a reforma do Centro de Saúde Serra Verde, a urbanização da Rua Gardina Maria da Silva, no bairro Jardim Europa, o tratamento de fundo de vale na Avenida da República e a construção do Centro de Referência em Saúde Mental (Cersam) no bairro São João Batista. Maria da Conceição Reis, representante do território VN3, ficou satisfeita com a aprovação do Cersam. “O cuidado com os portadores de doença mental é uma necessidade e uma prioridade”, disse.

Importância da participação dos moradores foi ressaltada durante o fórum realizado na região Nordeste

Diário Oficial do Município de Belo Horizonte

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Quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Indicadores Econômicos de Belo Horizonte Evolução dos Preços ao Consumidor

Taxas de Juros – Julho de 2015

IPCA(1) Período

IPCR(2) Variação (%)

Índice de Base Fixa (2ª Jul/94=100)

No mês

No ano

mar/15

458,84

1,25

4,10

Últimos 12 Meses 8,53

abr/15

461,36

0,55

4,67

8,13

mai/15

466,25

1,06

5,78

jun/15

470,63

0,94

6,77

Setores

Variação (%)

Índice de Base Fixa (4ª Jul/94=100)

No mês

No ano

451,21

1,48

3,82

Últimos 12 Meses 7,84

454,60

0,75

4,59

7,69

8,58

460,14

1,22

5,87

7,90

9,38

463,27

0,68

6,59

8,44

jul/15

473,84

0,68

7,50

10,12

465,96

0,58

7,21

9,05

3ª ago/15

478,75 (3)

0,41

7,29

9,86

469,78 (3)

0,25

7,21

8,89

(1) IPCA= Índice de Preços ao Consumidor Amplo: mede a evolução dos gastos das famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos na cidade de Belo Horizonte (2) IPCR= Índice de Preços ao Consumidor Restrito: mede a evolução dos gastos das famílias com renda de 1 a 5 salários mínimos na cidade de Belo Horizonte

Evolução da inflação, salário mínimo e cesta básica Variação (%)

Índice de Base Fixa (Jul/94=100)

Período

No mês

IPCA(1)

Salário Mínimo

fev/15

453,17

1216,24

Cesta Básica(2) 596,07

mar/15

458,84

1216,24

abr/15

461,36

mai/15

466,25

Menor

Maior

Média

Aquisição de outros bens (1)

0,82

3,50

2,54

Aquisição de veículos (1)

1,56

2,66

1,96

Automóveis Novos montadoras

0,99

2,05

1,49

Automóveis Usados multimarcas

1,76

3,64

2,33

Cartão de Crédito Parcelado (1) (5)

3,19

10,14

5,95

Cartão de Crédito Rotativo (1) (5)

7,32

18,04

14,10

Cheque especial (1) (2)

9,30

15,64

12,01

Comércio Eletrônico

1,49

2,29

1,76

0,14

2,86

1,17

Empréstimos pessoa física

(3)

Construção Civil Imóveis Construídos Últimos 12 Meses

No ano

IPCA

Salário Mínimo

Cesta Básica

IPCA

Salário Mínimo

Cesta Básica

IPCA

Salário Mínimo

Cesta Básica

0,57

0,00

2,78

2,81

8,84

5,87

7,88

8,84

10,97

583,50

1,25

0,00

-2,11

4,10

8,84

3,64

8,53

8,84

0,29

1216,24

607,79

0,55

0,00

4,16

4,67

8,84

7,95

8,13

8,84

2,42

1216,24

620,24

1,06

0,00

2,05

5,78

8,84

10,16

8,58

8,84

3,64

(3)

0,14

1,84

1,71

Cooperativas de Crédito (empréstimo)

1,70

3,99

2,87

Crédito pessoal consignado privado

(1)

2,20

3,13

2,62

Crédito pessoal consignado público

(1)

1,75

2,36

1,94

3,79

6,21

4,93

0,95

0,98

0,97

2,50

3,77

3,10

1,65

3,19

2,31

2,48

4,60

3,08

1,34

3,05

2,56

Construção Civil Imóveis na Planta

Crédito pessoal não consignado

(1)

jun/15

470,63

1216,24

610,21

0,94

0,00

-1,62

6,77

8,84

8,38

9,38

8,84

10,04

Financiamento imobiliário com taxas reguladas

jul/15

473,84

1216,24

611,47

0,68

0,00

0,21

7,50

8,84

8,60

10,12

8,84

13,39

Empréstimos pessoa jurídica

(1) IPCA= Índice de Preços ao Consumidor Amplo: mede a evolução dos gastos das famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos na cidade de Belo Horizonte

Antecipação de faturas de cartão de crédito (1)

(2) Cesta Básica: representa os gastos de um trabalhador adulto com a alimentação definida pelo Decreto-lei 399/38 FONTE: Fundação IPEAD/UFMG

Capital de Giro

Residenciais

Comerciais

Variação (%)

Índice de Base Fixa (Jul/94=100)

No mês

No ano

fev/15

490,14

0,25

1,03

Últimos 12 Meses 3,82

mar/15

492,25

0,43

1,47

abr/15

492,84

0,12

1,59

(1)

Conta Garantida

Evolução do Mercado Imobiliário: Aluguéis

Período

(1)

Desconto de Duplicatas

Variação (%) No mês

No ano

708,75

0,58

1,24

Últimos 12 Meses 6,53

3,67

710,73

0,28

1,53

6,12

3,53

713,93

0,45

1,98

6,06

CDB 30 dias (4)

0,91

Cooperativas de Crédito (aplicação)

0,77

Fundos de Curto Prazo

0,67

1,08

0,90

0,95

1,09

1,03

mai/15

490,82

-0,41

1,17

2,73

719,28

0,75

2,75

6,44

jun/15

492,15

0,27

1,44

2,65

723,02

0,52

3,28

6,35

Poupança (1)

jul/15

493,77

0,33

1,78

2,69

724,90

0,26

3,55

6,19

Taxa SELIC

FONTE: Fundação IPEAD/UFMG

Médio

Alto

0,73 (1)

1,08

(1) Dados coletados a partir de informações consolidadas no Banco Central do Brasil, nas 8 principais instituições financeiras do mercado: Banco do Brasil, CEF, HSBC, Santander, Itaú, Bradesco, Citibank, Mercantil do Brasil Tarifas Bancárias – Julho de 2015

Valores médios (em R$) dos aluguéis residenciais por classe de bairro(*) - julho de 2015 Popular

(1)

Captação

Índice de Base Fixa (Jul/94=100)

Fundos de Longo Prazo

Imóveis

Forma de Cobrança

(1) (2) / serviços Não são consideradas vantagens progressivas Produtos

Luxo

521,03 (29)

1140,00 (10)

891,42 (53)

1551,90 (84)

2 Quartos e 1 banheiro ou mais

790,06 (294)

1072,37 (318)

1236,56 (362)

2006,99 (156)

944,62 (119)

1159,85 (135)

1391,38 (123)

1840,52 (58)

3 Quartos e 2 banheiros ou mais

1343,09 (136)

1454,19 (320)

1693,96 (459)

2370,54 (241)

4 Quartos e até 2 banheiros

2006,25 (8)

1540,91 (11)

2245,45 (44)

2802,60 (50)

1800,00 (4)

2297,50 (20)

2737,94 (63)

4529,91 (114)

4 Quartos e acima de 2 banheiros / 5 Quartos ou mais e 1 banheiro ou mais

532,00 (30)

1 Quarto e 1 banheiro ou mais

662,78 (18)

(2)

-

Barracões 673,68 (19)

794,55 (11)

(3)

-

1 Quartos e 1 banheiro ou mais

(3)

737,50 (4)

(1)

(1)

2 Quartos e 1 banheiro ou mais

860,15 (68)

1069,35 (31)

1446,67 (15)

(3)

1162,82 (39)

1704,00 (15)

1662,50 (8)

(1)

2 Quartos e 1 banheiro ou mais

3 Quartos e 1 banheiro Casas

4 Quartos e até 2 banheiros 4 Quartos e acima de 2 banheiros / 5 Quartos ou mais e 1 banheiro ou mais

1527,59 (29)

2241,62 (34)

3325,00 (30)

6410,00 (20)

1946,88 (16)

2162,50 (8)

5550,00 (4)

5900,00 (7)

3831,25 (16)

4871,43 (7)

4902,76 (29)

9373,04 (56)

FONTE: Fundação IPEAD/UFMG

Índice de Confiança do Consumidor

CARTÃO - Fornecimento de 2º via de cartão com função débito

por cliente

5,30

15,00

183,02

7,57

CARTÃO - Fornec. de 2ª via de cartão com função mov. conta de poupança

por cliente

5,30

15,00

183,02

CHEQUE - Exclusão do Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundo (CCF) CHEQUE - Contra-ordem e oposição ao pagamento de cheque

ICCBH

(1)

(2)

IEE

IEF

No mês (3)

IEE

IEF

ICCBH

52,00

33,33

45,17

10,80

15,00

38,89

11,85

por cheque

1,00

1,60

60,00

1,30

por Cheque

20,00

30,00

50,00

25,14 22,50

por cheque

22,50

22,50

0,00

Saque de conta de depósitos à vista e de poupança - SAQUE pessoal

CHEQUE - Cheque Visado

por operação

2,00

4,90

145,00

2,41

Saque de conta de depósitos à vista e de poupança - SAQUE Terminal

por operação

1,45

4,55

213,79

2,02

Saque de conta de dep. à vista e de poupança - SAQUE correspondente

por operação

1,30

2,15

65,38

1,58

DEPÓSITO - Depósito Identificado

por operação

0,00

4,82

..

2,16

Forn. de ext. de um periodo conta dep. à vista e poup. - EXTRATO (P)

por operação

2,20

6,00

172,73

3,20

Forn. de ext. de um periodo conta dep. à vista e poup. - EXTRATO (E)

por operação

1,35

3,00

122,22

2,06

Forn. de ext. de um periodo conta dep. à vista e poup. - EXTRATO (C)

por operação

1,25

1,40

12,00

1,32

Ext. mensal de conta de dep. à vista e poup. p/um período -EXTRATO(P)

por operação

2,20

6,00

172,73

3,25

4,00

158,06

Ext. mensal de conta de dep. à vista e poup. p/um período - EXTRATO(C)

por operação

1,25

4,00

220,00

1,84

Fornecimento de cópia de microfilme, microficha ou assemelhado

Ext. mensal de conta de dep. à vista e Poup. p/um período - EXTRATO(E)

por operação

0,00

6,00

..

4,80

por operação

1,55

2,36

TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS Transferência agendada por meio de DOC/TED - DOC/TED agendado(P)

por operação

0,00

19,90

..

13,49

Transferência agendada por meio de DOC/TED - DOC/TED agendado(E)

por operação

0,00

9,50

..

7,32

Transferência agendada por meio de DOC/TED - DOC/TED agendado(I)

por operação

7,00

9,00

28,57

7,86

Transferência entre contas na própria instituição- TRANSF. RECURSOS(P)

por operação

1,00

2,00

100,00

1,21

Transferência entre contas na própria instituição-TRANSF.RECURSOS(E/I)

por operação

0,85

1,20

41,18

0,99

Ordem de Pagamento - ORDEM PAGAMENTO

por operação

24,00

27,00

12,50

25,44

Transferência por meio de DOC - DOC Pessoal (3)

por evento

13,50

19,90

47,41

14,95

Transferência por meio de DOC - DOC eletrônico (3)

por evento

0,00

9,50

..

7,36

Transferência por meio de DOC - DOC internet (3)

por evento

7,00

9,00

28,57

7,85

Transferência por meio de TED - TED pessoal (3)

por evento

13,50

20,00

48,15

15,40

Transferência por meio de TED - TED eletrônico (3)

por evento

0,00

9,50

..

7,36

Transferência por meio de TED - TED internet (3)

por evento

0,00

9,00

..

7,89

por operação

30,00

54,70

82,33

46,08

por evento

9,50

14,50

52,63

10,95

OPERAÇÕES DE CRÉDITO

PACOTE PADRONIZADO PESSOA FÍSICA PACOTE PADRONIZADO PESSOA FÍSICA CARTÃO DE CRÉDITO a cada 365 dias

39,00

55,00

41,03

47,57

Fornecimento de 2ª via de cartão com função crédito

Anuidade - cartão básico nacional

por evento

5,00

15,00

200,00

8,19

Utilização de canais de atend. para retirada em espécie - no país

por evento

4,00

16,50

312,50

8,49

Pagamento de contas utilizando a função crédito em espécie

por evento

1,99

21,90

1000,50

10,90

Avaliação emergencial de crédito

por evento

10,00

18,00

80,00

15,33

a cada 365 dias

0,00

130,00

..

70,00

por evento

8,00

30,00

275,00

16,11

Venda de moeda estrangeira - espécie

Por operação

0,00

90,00

..

38,00

Venda de moeda estrangeira - cheque de viagem

Por operação

0,00

90,00

..

36,88

Anuidade - cartão básico internacional

OPERAÇÃO DE CÂMBIO MANUAL

Venda de moeda estrangeira - cartão pré-pago - emissão e carga

Por operação

Venda de moeda estrangeira - cartão pré-pago - recarga

Por operação

0,00

90,00

0,00

90,00

estrangeira - cartão pré-pago IEECompra de moeda IEF ICCBH IEE

IEF

..

Custo da Cesta Básica(*) – Julho de 2015

Produto

Quantidade

Valores (em R$)

..

Por operação

0,00

90,00

0,00

3,00 kg 90,00

4,29

..

0,0134,71

Arroz Por operação

0,00

3,00 kg 90,00

7,52

..

-0,0136,88

12,00 kg

22,44

Banana caturra

..

fev/15

105,70

131,41

108,71

-2,87

-4,01

-2,06

-8,61

Fonte: Banco Central do Brasil / Bancos - Dados trabalhados pela Fundação IPEAD/UFMG -10,66 -7,09 -9,85 -15,88 -5,10

mar/15

99,94

124,53

102,62

-5,45

-5,23

-5,61

-13,59

-15,33

-12,30

-15,06

-19,86

-11,36

abr/15

99,63

123,80

102,50

-0,31

-0,59

-0,12

-13,86

-15,83

-12,41

-11,26

-12,22

-10,58

36,88 36,88 Contribuição na variação 38,00 (p.p.)

Açúcar cristal Por operação

(2) Considera-se a média das tarifas praticadas pelos bancos pesquisados

(1) Não são consideradas vantagens progressivas

..

Não se aplica dados numéricos

ND: não disponível

-0,34

Batata inglesa

6,00 kg

22,08

0,26

Café moído

0,60 kg

8,46

-0,01

Chã de dentro

6,00 kg

125,28

0,68

Farinha de trigo

1,50 kg

4,28

-0,01

mai/15

96,97

118,40

100,93

-2,67

-4,36

-1,53

-16,16

-19,51

-13,74

-10,62

-16,18

-6,47

Feijão carioquinha

4,50 kg

20,56

0,16

jun/15

95,46

113,13

101,34

-1,56

-4,45

0,41

-17,47

-23,09

-13,39

-17,09

-24,88

-11,19

Leite pasteurizado

7,50 l

20,18

-0,04

jul/15

89,62

101,94

97,62

-6,12

-9,89

-3,68

-22,52

-30,70

-16,58

-20,40

-29,24

-13,93

Manteiga

750,00 g

16,01

-0,04

Óleo de soja

1,00 un

2,95

-0,01

Pão francês

6,00 kg

64,62

0,10

Tomate Santa Cruz

9,00 kg

35,55

-0,54

(1) ICCBH: Índice de Confiança do Consumidor de Belo Horizonte: trata-se de um indicador que tem por finalidade sintetizar a opinião dos consumidores em Belo Horizonte quanto aos aspectos capazes de afetar as suas decisões de consumo atual e futuro (2) IEE: Índice de Expectativa Econômica: retrata a expectativa do consumidor em relação aos indicadores macroeconômicos

dom 4878.indd 18

39,00

por cheque

CHEQUE - Cheque Administrativo

No ano Últimos Compra de moeda estrangeira - cheque de viagem 12 Meses

ICCBH

7,57

por Operação

CHEQUE - Fornecimento de folhas de cheque

Variação (%) Compra de moeda estrangeira - espécie

Índice de Base Fixa (Maio/04=100)

Média(2) (R$)

18,05

Utilização de canais de atend. para retirada em espécie - no exterior

(*) O valor entre parênteses representa o número de imóveis utilizados no cálculo da respectiva média. Somente são publicados valores médios obtidos a partir de quatro imóveis pesquisados. Os casos em que não foi pesquisado nenhum imóvel são indicados por hífen (-). Os valores médios referentes a apartamentos de 1 e 2 quartos da classe luxo são influenciados pela oferta de Flats.

Período

Diferença (%)

..

Concessão de adiantamento a depositante - ADIANT. DEPOSITANTE

3 Quartos e 2 banheiros ou mais

Maior (R$)

30,00

FONTE: Fundação IPEAD/UFMG

Apartamentos

Menor (R$)

(3) Inclui a variação dos indexadores CUB, TR, INCC e IGP-M (4) Taxa Fornecida pelo mercado Confecção de cadastro para início de relacionamento - CADASTRO por evento 0,00 (5) Dados disponibilizados a partir de abr/2015. É possível consultar períodos anteriores no site do Banco Central. CONTAS DE DEPÓSITOS .. Não se aplica dados numéricos ND - não disponível CADASTRO

1 Quarto e 1 banheiro ou mais

3 Quartos e 1 banheiro

(1)

(3) IEF: Índice de Expectativa Financeira: retrata a confiança do consumidor a respeito de alguns indicadores microeconômicos

(*) Cesta Básica: representa os gastos de um trabalhador adulto com a alimentação definida pelo Decreto-lei 399/38

FONTE: Fundação IPEAD/UFMG

FONTE: Fundação IPEAD/UFMG

01/09/2015 18:43:40


BELO HORIZONTE

Poder Executivo

Diário Oficial do Município

Quarta-feira, 2 de setembro de 2015

19

Políticas públicas voltadas para as mulheres são debatidas nas regiões Leste e Norte

Com o intuito de contribuir para o fortalecimento das políticas públicas para as mulheres, as secretarias de administração regional da Prefeitura de Belo Horizonte, em conjunto com a Secretaria Municipal de Políticas Sociais, a Secretaria Municipal Adjunta de Direitos de Cidadania, a Coordenadoria dos Direitos da Mulher e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, realizaram as pré-conferências regionais de Políticas para as Mulhe-

res, que tiveram como tema “Mais direitos, participação e poder para as Mulheres”. Durante os eventos, que são preparatórios para a Conferência Municipal, que será realizada na sexta e no sábado, dias 4 e 5, na

Câmara Municipal, foram eleitos os delegados regionais. Confira nesta página como foram os encontros nas regiões Leste e Norte.

A superintendente estadual de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, da Secretaria dos Direitos Humanos, Cidadania e Participação Popular, Isabel Lima, apresentou os eixos temáticos da 4ª conferência municipal, Contribuição dos conselhos dos direitos da mulher e dos movimentos feministas e de mulheres para a efetivação da igualdade de direitos e oportunidades; Estruturas institucionais e políticas públicas desenvolvidas para mulheres nos âmbitos municipal, estadual e federal: avanços e desafios; “Sistema político com participação das mulheres” e igualdade e sistema nacional de política para as mulheres.

Norte

Leste

Na região Leste, o evento foi realizado na Escola Municipal George Ricardo Salum, no bairro Taquaril. Foram eleitos 32 delegados, sendo 22 da sociedade civil e dez do governo. Os trabalhos foram iniciados com uma apresen-

Gercom Leste

Gercom Norte

Gercom Norte

A sede da Regional Norte, no bairro São Bernardo, recebeu o evento local, quando foram eleitos 23 delegados para o evento municipal. A coordenadora municipal de Direitos Humanos, da Secretaria de Direitos de Cidadania, Luciana Crepaldi, ministrou a palestra “Equipamentos e Políticas Públicas Desenvolvidas para as Mulheres nos Âmbitos municipal, estadual e federal”. Representante das Mulheres da Região Norte e presidente da Associação das Mães Chefes de Família do Estado de Minas Gerais, Lúcia Helena ressaltou a importância da mobilização feminina. “A participação feminina é importante para buscar benefícios e políticas públicas para ajudar a combater os problemas das mães chefes de família da região”, disse.

tação do grupo Meninas de Sinhá, do bairro Alto Vera Cruz. Rosália Estelita Gregório Diogo, especialista sobre Antropologia Social pela Universidade de Barcelona, abordou em sua palestra o tema da conferência. Alcione Aparecida Pereira, agente comunitária do Centro de Saúde Granja de Freitas, considerou a atividade produtiva. “Foi nosso espaço de falar, ouvir, ter voz e participar”, comentou. “É muito gratificante ver a participação da comunidade”, completou a conselheira tutelar Marisa Alessandra da Mota. Segundo Cláudia Rocha, da Coordenadoria dos Direitos das Mulheres, a conferência municipal vai servir para rever os planos anteriores e fazer um balanço das ações implantadas, principalmente avaliando os avanços e os desafios a serem enfrentados. “A pré-conferência foi muito produtiva, pois reuniu representantes de todos os setores, o que propiciou um debate rico e construtivo”, disse.

Grupos se dividiram no encontro realizado na região Norte para debater os eixos temáticos da conferência

Grupo Meninas de Sinhá, do bairro Alto Vera Cruz, se apresentou durante o evento na região Leste

Papel do Conselho Tutelar é tema de debate em fóruns nos bairros União e São Bernardo

Nordeste

O fórum foi realizado na Escola Municipal Anísio Teixeira, no bairro União, em evento aberto por uma apresentação cultural promovida por alunas da escola. O tema do encontro foi amplamente abordado pelo conselheiro tutelar Nordeste, Sérgio Costa, e pela promotora Maria de Lurdes Rodrigues Santa Gema, da Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes de Belo Horizonte. Para ela, conhecer as atribuições do Conselho Tutelar

dom 4878.indd 19

promotora explicou as principais funções do Conselho Tutelar e ressaltou a relevância desse serviço público e abordou a necessidade do envolvimento de todos no combate aos abusos contra crianças e adolescentes.

apresentaram ideias e esclareceram dúvidas sobre o processo de escolha dos conselheiros tutelares e sua importância para a garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes. A vice-presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Regina Helena Cunha Reis, esclareceu dúvidas dos participantes e ressaltou a importância do fórum. “É um

Norte

O auditório da Regional Norte, no bairro São Bernardo, recebeu o evento local. Na ocasião, os participantes fizeram um debate, quando trocaram experiências,

Fórum na região Nordeste foi aberto com apresentação de estudantes e atribuições do Conselho Tutelar foram repassadas aos participantes

Gercom Norte

é uma tarefa de cada cidadão. “A criação do Conselho Tutelar foi uma conquista muito importante para a sociedade. É mais um instrumento para a garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes e o seu papel precisa ser conhecido pela população”, disse. Maria de Lurdes tem se especializado no acompanhamento do orçamento público e no enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. Com muita propriedade, a Mara Damasceno

As secretarias de regionais Nordeste e Norte realizaram seus respectivos fóruns da Criança e do Adolescente, que tiveram como tema “O Papel do Conselho Tutelar no Sistema de Garantia dos Direitos”. Os eventos reúnem alunos e representantes de diversos segmentos que trabalham com o público infantojuvenil e é um importante espaço para discussão e troca de experiências sobre temas relevantes que envolvem os direitos e as garantias das crianças e dos adolescentes. Confira como foram os encontros nas duas regiões.

espaço importante de articulação de diversas políticas, de debate de vários temas e de alinhamento de toda a rede”, disse. Segundo Regina, são mais de 145 candidatos que pleiteiam ocupar o cargo de conselheiro tutelar na capital e, por isso, falar sobre o trabalho que compete a eles é fundamental. A conselheira tutelar Norte, Fernanda Amaral, falou sobre o trabalho que vem sendo desenvolvido com as famílias da região. “Temos que analisar cada situação de maneira específica, pois são vários assuntos que podem envolver nossa intervenção, mas quando se trata de família, toda atenção é necessária”, afirmou.

Regina Reis, do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, falou sobre o trabalho dos conselheiros tutelares no encontro na região Norte

01/09/2015 18:43:45


BELO HORIZONTE Diário Oficial do Município

20

Poder Executivo Quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Alunos de escola municipal comemoram sucesso de horta montada por eles na unidade com Festa da Colheita Fotos: Norma Duarte

alimentação escolar, cultivar uma horta é um aprendizado pedagógico maravilhoso para os alunos. Eles participaram de tudo na prática. Temos relatos de alunos que estão chegando em casa e pedindo para seus pais um pedaço de terra no quintal para cultivar”,

completou Elida. Foi o que aconteceu na casa de Adriane Fernandes, mãe de Lucas, de 10 anos. “Ele ficou curioso para aprender a plantar e cuidar de hortas. Eu tinha uma em casa, mas agora ele está interessado e está tomando a frente de tudo”, relatou a mãe.

O programa Hortas Escolares

As hortas escolares têm como objetivo proporcionar aos alunos experiências de práticas ecológicas para a produção de alimentos, de tal forma que possam transmiti-las a seus familiares e, consequentemente, aplicá-las em hortas caseiras e comunitárias. Além disso, melhora a nutrição dos alunos e complementa o programa Merenda Escolar com alimentos frescos, ricos em nutrientes e sem contaminação por agrotóxicos. A Smasan, por meio de sua Gerência de Apoio à Produção e Comercialização, oferece o suporte técnico para o plantio e a manutenção das hortas. De acordo com o gerente de Apoio à Produção e Comercialização, Sebastião Lima, a Prefeitura tem hoje 175 hortas escolares ativas. “Esperamos poder ampliar o programa, continuando a proporcionar aos alunos essa experiência sustentável e ecológica”, comentou. Programa Hortas Escolares proporciona aos alunos experiências de práticas ecológicas para a produção de alimentos

Os alunos da Escola Municipal Maria de Rezende Costa, que fica no bairro Ipanema, comemoram no final de agosto a colheita das verduras e hortaliças cultivadas por eles na horta da escola. No momento em que estavam prontas para serem colhidas, representantes da escola e técnicos da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Smasan), responsáveis pelo programa Hortas Escolares, realizaram a Festa da Colheita. Os alunos colheram alfaces, salsinhas, almeirões, cebolinhas e couves cultivadas no local. A horta da escola tem oito canteiros, um para cada turma que participa

efetivamente da manutenção do espaço. Israel Júnior, aluno do 5º ano, é uma das crianças que adora participar do projeto. “Ajudei na hora de plantar e regar”, contou. O estudante disse conhecer o benefício de ter uma horta e manter uma alimentação saudável. “É muito bom ter uma horta na escola, pois nós podemos comer todas as coisas saudáveis e gostosas que plantamos”, afirmou. De acordo com a diretora Conceição de Oliveira, a ideia de começar uma horta na escola surgiu no ano passado. “Já tínhamos o espaço, mas não sabíamos como utilizá-lo para a implantação de uma horta. Havia muito ma-

to e precisávamos sempre estar capinando e limpando”, comentou. Em janeiro desde ano, por meio do programa Hortas Escolares da Smasan, a escola conseguiu o apoio necessário para tornar a ideia realidade. “Foi uma parceria muito bacana. Os técnicos da Smasan foram solícitos e nos davam suporte sempre que precisávamos. Ajudaram na marcação do terreno e até mesmo no plantio juntamente com os alunos”, disse. “Vamos sempre utilizar os produtos frescos da horta nas refeições escolares”, afirmou a vice-diretora Elida Leite. “Além de todos os benefícios na questão da

Crianças e adolescentes participam do 1º Festival de Pipas da Regional Leste te. A atividade, realizada no bairro Taquaril, reuniu mais de 100 crianças e adolescentes da região.

O objetivo foi promover o entretenimento e a criatividade dos participantes, além de conscienti-

Fotos: Gercom Leste

A Prefeitura de Belo Horizonte promoveu em agosto o 1º Festival de Pipas da Regional Les-

Crianças foram conscientizadas a não usar cerol e a soltar pipas apenas em espaços adequados

dom 4878.indd 20

Alunos colheram alfaces, salsinhas, almeirões e couves cultivados no local pelos próprios estudantes

zar sobre o não uso do cerol e a utilização de espaços adequados para a prática. Foi realizada uma apresentação para os participantes sobre os perigos do cerol, enquanto representantes do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais repassaram orientações de segurança e procedimentos de emergência em caso de acidentes. Gerente regional de Políticas Sociais, Fátima Félix de Oliveira disse que o objetivo agora é orientar as famílias. “A participação das crianças foi muito positiva, mas queremos orientar as famílias também. As consequências

do cerol são graves”, comentou. Segundo a gerente regional de Eventos Esportivos de Recreação, Lazer e Feiras, Cristiane Almeida, a escolha do espaço para a atividade foi muito importante. “Escolhemos um local onde não há fiação elétrica, amplo, com espaço para a meninada correr bastante”, explicou. O céu ficou colorido de pipas. Felipe Bruno da Silva Costa, de 10 anos, morador do bairro Alto Vera Cruz, gostou do evento. “O espaço foi muito bom e ideal para soltar papagaio”, disse, aproveitando para ressaltar que não vai usar cerol porque é perigoso.

Representantes do Corpo de Bombeiros repassaram informações sobre segurança e procedimentos de emergência em caso de acidentes

01/09/2015 18:43:55

DOM - 02/09/2015  

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