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Digital News - Maio - 2013

Preรงo dos imรณveis comeรงa a estabilizar Quem casa, quer casa Como ter harmonia no relacionamento com moradores


Preço dos imóveis no Brasil começa a estabilizar

De acordo com os economistas, o preço dos imóveis nas principais cidades brasileiras começa a se estabilizar durante o ano de 2013, devido a maior facilidade de acesso ao crédito imobiliário, redução nas taxas de juros dos financiamentos e o aumento da renda dos brasileiros. Todos esses fatores contribuem para uma maior demanda de imóveis. Com muita gente construindo e muita gente querendo comprar, o mercado carioca vive um momento estável e seguro tanto para os investidores quanto para os clientes. Com os projetos de segurança, como a implantação das unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nas favelas da capital, e de infraestrutura, como as obras de investimentos nos setores de transporte e saneamento , a cidade do Rio de Janeiro vem se preparando para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 , estes eventos exercem um papel fundamental para a expansão do setor imobiliário, impulsionando o valor dos imóveis, que agora começa a se estabilizar na cidade. Dependendo da localização que o comprador escolher, os preços podem oscilar. Segundo o índice Fipe Zap a variação de preço acumulada desde junho de 2012 mostrou queda real do metro quadrado anunciado em sete cidades do País: Curitiba (-6,1%), Brasília (-5,8%), Florianópolis (-4,4%), Vila Velha (-3,5%), Vitória e Belo Horizonte (ambas com 1,1%) e Recife (-0,6%) "O grande motor para explosão dos preços foi renda e crédito fatores que irão ter comportamento diferente agora", disse o coordenador do Fipe Zap, Eduardo Zylberstajn, prevendo uma tendência de estabilização da renda e da oferta de crédito. Para o economista Danilo Igliori, do BTG Pactual, não deve haver queda acentuada nos preços do imóveis. Em vez disso, o provável é uma desaceleração da alta. Agora o sonho da casa própria pode virar realidade. Fonte: imovelvip


Quem casa, quer casa Uma das primeiras questões a serem discutidas pelo casal na hora de planejar o casamento é onde morar. Fazer um “puxadinho” na casa dos pais, comprar com financiamento, alugar? Nessa hora, a vontade de ter o próprio canto geralmente pesa na decisão. No entanto, para não se precipitar e fazer a escolha errada, é preciso avaliar bem todas as vantagens e desvantagens de cada opção.

Reformar

Muitos casais optam por reformar a casa dos pais por conta do baixo investimento. Mas é importante conversar com toda a família para estabelecer como ficará a rotina do ambiente. Essa opção é uma alternativa para quem planeja a casa própria, mas não quer esperar para morar junto. A ideia é economizar o dinheiro do aluguel que não seria pago para a entrada de um imóvel no futuro. É importante fazer um bom planejamento do quanto o casal pretende gastar para evitar problemas financeiros futuros.

Vantagens:

Numa reforma se gasta menos do que se optasse por um aluguel ou financiamento, o que possibilita juntar dinheiro para no futuro comprar o próprio “canto”. A reforma normalmente envolve um número menor de cômodos, causando menos gastos. Mas mesmo nesta situação é importante fazer uma avaliação desta reforma, pois o casal terá gastos com mão de obra, materiais de construção, revestimentos, entre outros.

Desvantagens:

Casar e viver agregado à família pode afetar a liberdade do casal e até mesmo provocar algum desgaste na relação entre pais, filhos, sogros e genros ou noras.


Alugar Dependendo da situação, pode ser melhor gastar menos com o aluguel do que com a prestação de um financiamento de compra. Com uma parcela menor, aos poucos você pode guardar dinheiro, fazendo uma poupança para conseguir o dinheiro da entrada do financiamento da casa própria. Esta disciplina é importante para quem tem objetivos no longo prazo. - Vantagens: Se existe a probabilidade de aumento e estabilização de preços de imóveis, pode ser mais vantajoso alugar e esperar para comprar a casa própria quando os preços baixarem. Para o casal que planeja morar ou trabalhar em outra cidade no futuro, alugar pode ser a melhor opção. - Desvantagens: Depois de um determinado tempo, o proprietário do imóvel pode pedir reajuste no valor da mensalidade, principalmente se o mercado imobiliário estiver aquecido. Ou até mesmo, desistir de alugar a casa, assim você terá que se ajustar e procurar um outro imóvel.

Financiar O programa “Minha Casa Minha Vida” e a redução das taxas de juros promovida pelo Governo e pelos bancos melhoraram as condições para financiamento da casa própria. Na maioria das vezes, o recomendado é que se tenha uma boa poupança para dar entrada na compra e poder reduzir o valor do financiamento. Esse dinheiro também pode facilitar na adequação da renda mínima exigida e ajudar a pagar as despesas que virão, como escritura e registro do imóvel. Antes de fechar um financiamento, o casal deve organizar o orçamento para garantir que poderá arcar com a prestação, junto com as contas do dia a dia. Um tipo de financiamento que facilita esse planejamento e controle das finanças domésticas é o que tenha a forma de amortização constante (SAC), na qual a prestação começa maior e vai caindo ao longo do financiamento. - Vantagens: Cada prestação paga é agregada ao valor do patrimônio que vai crescendo ao longo do tempo. A compra de um imóvel usado pode trazer vantagens, como o preço do metro quadrado, que pode ser mais baixo, quando se comparado ao preço de um imóvel novo. O saldo do seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ser usado na compra do imóvel e para os que prezam por segurança no investimento, as regras do financiamento são definidas no início e não se alteraram mesmo com alguma queda do mercado imobiliário. - Desvantagens: O imóvel é uma garantia do financiamento. Se você tiver dificuldade para pagar as prestações, poderá ter o imóvel leiloado pelo credor. Fonte: meubolsoemdia


Gestão “Paz e Amor” Lar no Inverno

Como ter harmonia no relacionamento com moradores A variedade de experiência que um administrador ou síndico profissional tem - lidar com diversos condomínios de diversos locais e perfis - traz um conhecimento muito útil também ao síndico "leigo". Regras de ouro para o relacionamento com os condôminos, pontos-chave em qualquer gestão. Confira abaixo: 1) Saber ouvir as partes. Quando há problemas no condomínio, tente entender os fatos, para além das versões que uma ou outra parte do problema produzem. Por exemplo: quando um morador reclama repetidamente do barulho feito por outro, não aplique uma advertência imediatamente. Veja o que cada lado tem a dizer, observe o comportamento de cada um, e ouça um terceiro, como o zelador. Assim, você evita tomar partido muito explicitamente. Se necessário, reúna o Conselho para auxiliá-lo em decisões difíceis. Ainda que exista legalmente apenas para fiscalizar as contas, nada impede que este órgão seja investido de uma função "moral" de - como o nome diz - aconselhamento, em casos como a aplicação de uma multa, a demissão de um funcionário.


2) Ter uma boa comunicação com o zelador. Este profissional é seu elo de contato com os condôminos e com os funcionários. É ele quem mais circula entre todos, quem recebe primeiro as informações, opiniões, reclamações. Faça dele sua comunicação informal e verifique se as mensagens estão chegando sem muita distorção. Ao mesmo tempo, é preciso que ele tenha autonomia para resolver pequenos problemas e tomar providências cotidianas, evitando o acúmulo para o síndico. 3) Transparência nas prestações de contas e nas atitudes. Saiu de moda a figura do síndico linha-dura, centralizador e acima de qualquer suspeita, a quem a maioria dos condôminos assinaria um cheque (ou uma procuração) em branco. O país se democratizou, e por outro lado, houve o crescimento da corrupção em todos os setores. Por tanto, o que as pessoas esperam é clareza e honestidade nas prestações de contas à assembleia, anualmente e sempre que inquirido por esta. Tomar decisões importantes sempre com a assembleia, sem paralisar a gestão, mas tendo a paciência de dividir o poder para mais tranquila e seguramente gerir o bem comum. Ter meios de comunicação com a comunidade é essencial para a transparência - blog, jornal do condomínio, cartazes em áreas sociais. 4) Paciência. Se for necessário explicar um determinado ponto 10 vezes, faça isso. Em um condomínio, convivemos muitas vezes com pessoas provenientes de diferentes culturas e níveis educacionais. Assim, é preciso perceber que nem todos entendem nossas intenções imediatamente, às vezes é preciso de um bom tempo e insistência paciente para nossa "mensagem" ser assimilada. A paciência é imprescindível em uma função como a de síndico, em que se tem de lidar com as expectativas das pessoas o tempo todo. 5) Conheça os condôminos. Cada morador tem sua personalidade, entenda cada um e ajuste sua forma de negociar para cada tipo. Não adianta ter sempre o mesmo discurso. Sem abrir mão de seus princípios e ideias, aprenda a expô-los de acordo com o perfil do condômino, sua idade, sua profissão, sua família, seu modo de ser. Assim, se dobrar, você será flexível e ágil na sua comunicação, o que certamente trará mais compreensão. 6) Procure incentivar a participação dos condôminos. A participação traz ao condômino o senso de que o cuidar do condomínio é uma tarefa comunitária - ao contrário da percepção comum, de que o condomínio é um prestador de serviços ao condômino. Essa integração à vida comum pode ser inclusive uma perspectiva de crescimento para o condômino, como conta o síndico Wilton Augusto: "Uma condômina era formada em agronomia, mas exercia somente a função de mãe. Ela foi convidada a ajudar na organização e arrumação do jardim, e isso teve um excelente resultado, pois além de ela usar seus conhecimentos, ganhou o respeito de outros condôminos, o que lhe trouxe alegria e motivação".


7) Ser discreto. Não comentar com um condômino o que aconteceu com o outro, como por exemplo, visitas de oficiais de justiça, brigas de família, inadimplência. Como síndico, você acaba recebendo muitas informações, mas cuidado com elas. Muitas podem ser inclusive boatos, lançados em seus ouvidos por alguém que espera que você os espalhe. Ainda que você pertença a um grupo dentro do condomínio, não está cuidando apenas dele, mas do todo - assim como o presidente não pode governar só para seu partido e só com ele. A discrição o ajudará a ter o respeito e a confiança de todos.

PROBLEMAS COMUNS E SOLUÇÕES RECOMENDADAS

Barulho. Peça ao zelador para falar com o causador do barulho. Se isso não resolver verificar se o fato é frequente. Confirmado, analise se fere algum regulamento ou lei do silêncio, se for o caso envie uma advertência.

Animais de estimação. Fazer valer o que está escrito no Regulamento Interno. Não ser tolerante, mas não se esquecer de ter como provar infrações para aplicar o regulamento. Briga de vizinhos. Não intervir a princípio, pois o síndico não é polícia. No entanto, e estiver afetando o condomínio com barulho excessivo, ameaça à segurança, agir com bom senso e atitude firme, sem tomar partido das pessoas, mas sim de valores e ideias.

Baixo quórum na assembleia. Não marcar a reunião em época de férias, semana com feriado prolongado, etc. Mandar a convocação com antecedência adequada e escrita de uma forma a induzir o comparecimento, ressaltando os pontos mais importantes e polêmicos.

Garagem. Condômino tem direito a 2 vagas. As vagas são espaçosas e o morador possui 2 carros pequenos e comprou um terceiro para o filho. Supôs, ele, que tem direito de colocar os 3 carros nas 2 vagas. Solução dada: Já que o condômino interpreta que na vaga poderia ser colocado 3 carros, foi decidido que a garagem fosse um bem comum e qualquer condômino poderia estacionar na terceira vaga. O condômino alugou uma vaga de um vizinho.

Salão de festas. O salão de festa tem um pequeno jardim externo e o condômino insistiu que poderia colocar mesas e cadeiras no jardim (área comum). Foi colocado que ele teria que permitir que qualquer condômino pudesse sentar nas cadeiras do jardim durante a festa, pois elas estavam em área comum. Resultado, ele optou por restringir a festa ao salão. Fonte: Síndiconet


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