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Guia Comercial

ANO 1 - Nº01 - Janeiro/2017

Edição Modelo

Uber

COMO SURGIU ESSE SUCESSO DO TRANSPORTE EXECUTIVO....Pag.05

Paixão Nacional

NÃO É O FUTEBOL, É O CACHORRO QUENTE.....................................Pag.08


Expediente Idealização do Projeto e Anúncios: Administração Bolsonaria Joseense Projeto Gráfico: PlanoB PubliArte planobpubliarte@gmail.com Jornalista Responsável: Alexsander Prates Mtb:0076461/SP pratesoficial@hotmail.com WhatsApp: (12) 98180-8112 Tiragem: Distribuição VIrtual Periodicidade: Bimestral *** As informações contantes neste guia são de inteira responsabilidade dos anunciantes. *** A PlanoB PubliArte reserva-se ao direito de corrigir possíveis erros de digitação que prejudiquem o conteúdo deste guia comercial. *** É proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo, inclusive quanto às características gráficas e/ou editoriais. A violação de direitos autorais constitui crime (Código Penal, art. 184 e Parágrafos, e Lei nº 6.895, de 17/12/1980) sujeitando-se à busca e apreensão e indenizações diversas (Lei nº 9.610/98). Todos os direitos desta Edição reservados à Administração da Bolsonaria Joseense.

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Telefones Úteis

Bombeiros..........................................193 Direitos Humanos...............................100 Disque Denúncia................................181 Policia Civil.........................................197 Policia Militar.......................................190 Policia Rodoviaria Federal..................191 Prefeitura............................................156 ProCOn...............................................151 SAMU.................................................192 ------------------------------------------------------Aeroporto.................................3946-3000 CVV..........................................3921-4111 Defesa Civil..............................3925-6816 Hospital Municipal....................3901-3400


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Seguros no Brasil O seguro no Brasil desenvolveu-se com a vinda da Família Real Portuguesa e a abertura dos portos, em 1808, que intensificaram a navegação. A primeira empresa seguradora do país, a Companhia de Seguros Boa-Fé, surgiu no mesmo ano, com objetivo operar no seguro marítimo. O advento do “Código Comercial Brasileiro” foi de fundamental importância para o desenvolvimento do seguro no Brasil, incentivando o aparecimento de seguradoras, que passaram a operar não só com o seguro marítimo, expressamente previsto na legislação,mas, também, com o seguro terrestre. Até mesmo a exploração do seguro de vida, proibido expressamente pelo Código Comercial, foi autorizada em 1855, sob o fundamento de que o Código Comercial só proibia o seguro de vida quando feito juntamente com o seguro marítimo. Com a expansão do setor, as empresas de seguros estrangeiras começaram a se interessar pelo mercado brasileiro, surgindo, por volta de 1862, as primeiras sucursais de seguradoras sediadas no exterior. Assim, visando proteger os interesses econômicos do País, foi promulgada, em

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5 de setembro de 1895, a Lei n° 294, dispondo exclusivamente sobre as companhias estrangeiras de seguros de vida, determinando que suas reservas técnicas fossem constituídas e tivessem seus recursos aplicados no Brasil, para fazer frente aos riscos aqui assumidos. O mercado segurador brasileiro já havia alcançado desenvolvimento satisfatório no final do século XIX. Concorreram para isso, em primeiro lugar, o Código Comercial, estabelecendo as regras necessárias sobre seguros marítimos, aplicadas também para os seguros terrestres e, em segundo lugar, a instalação no Brasil de seguradoras estrangeiras, com vasta experiência em seguros terrestres. Em 1939, foi criado pelo governo Vargas o Instituto de Resseguro do Brasil (Atual, IRB Brasil Re), com a atribuição de exercer o monopólio, quebrado em 2007, do resseguro no país. Em 1966 surgiu a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), para substituir Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalização como órgão oficial fiscalizador das operações de seguro, estabelecendo-se assim o Sistema Nacional de Seguros Privados. Fonte: pt.wikipedia.org


Um fato que se observa em toda grande história empreendedora é que startups surgem para melhorar algo que, digamos, não está bom no mundo. Como não poderia deixar de ser, a Uber também surgiu através de uma necessidade. Fundada em março de 2009, a empresa no começo se chamava UberCab oferecendo inicialmente apenas carros executivos (como o Mercedes-Benz S550 e Cadillac Escalade), o serviço seria semelhante a um táxi de luxo. O primeiro desafio foi então tentar convencer os motoristas que já faziam esse serviço (geralmente em parceria com hotéis) a usar o Uber. Nesse começo uma corrida realizada pela Uber custava quase cinco vezes o que um táxi cobrava, mas isso não afastava o cliente-alvo da época: empresários e investidores endinheirados do Vale do Silício. No início de 2011 arrecadou mais de US$ 11,5 milhões e com isso pode expandir seus serviços para Nova York, Seattle, Boston, Chicago e Washington. A primeira cidade fora dos EUA a receber

o serviço foi Paris. Em 2012 foi criado o UberX, serviço que permite qualquer proprietário de veículo a virar motorista e foi a partir deste ponto que começaram grandes problemas e o crescimento da startup “bombou”. A Uber esbarra constantemente em questões legais. Em toda cidade que a empresa desembarca vem os levantes de taxistas, prefeituras e órgãos oficiais contra o serviço. A empresa não possui nenhum carro, sequer motoristas contratados. Ela trabalha com parceiros cadastrados no serviço. O colaborador (motorista) é remunerado com 80% do valor pago em cada corrida. Grandes empresas sempre passam por problemas, a Uber sabe de tudo isso e está bem-disposta a enfrentar os problemas e por “não largar o osso” já atraiu investidores de peso como: Bill Gates, Jeff Bezos, Google Ventures e tantos outros. A Uber vem testando os limites das legislações que regulamentam os transportes e por enquanto vem conseguindo crescer bastante. Fonte: administradores.com.br

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Como Surgiu a Cerca Elétrica

Em tempos bastante remotos o homem já se defrontava com o problema de “pastorear” os animais. Nos primórdios da civilização o próprio homem conduzia seu rebanho nas pastagens naturais, sendo depois auxiliado por cães amestrados. Através dos tempos, o conceito da cerca surgiu a partir da existência natural de barreiras físicas como valas, rios, córregos e marcos de pedra. Com o conseqüente crescimento populacional e aumento dos rebanhos surgiu a necessidade de limitar o espaço através da demarcação de terras e sua posterior divisão em áreas de cultura e pastagens. Passou-se, então, a utilizar de forma mais racional os recursos naturais existentes como cercas de pedras, cercas vivas, cercas de madeira e valos. Com o aparecimento do fio metálico, Joseph Glidden inventou e patenteou, em 1867, nos Estados Unidos, o arame farpado, que, produzido em larga escala, permitiu ao homem dividir de forma racional as pastagens, contribuindo desta maneira

para facilitar o manejo dos rebanhos. Para as propriedades de menor porte, o surgimento da cerca eletrificada, nos últimos anos, trouxe um novo conceito de cerca, seja pelo seu menor custo como pela sua praticidade de manejo, com a vantagem de não provocar danos físicos aos animais com ela manejados, ao contrário da cerca de arame farpado. As primeiras cercas eletrificadas surgiram em 1920. Entretanto, foi a Partir de 1930 que realmente foram fabricados os primeiros aparelhos eletrificadores de cercas eficientes, tanto no choque como na segurança em relação a vida humana. A cerca elétrica é uma solução totalmente eficaz e de baixo custo para realizar subdivisões em campo nativo ou pastagens cultivadas. Sua utilização é maior como: piquetes temporários, cercar fazendas, utilizada para coroar culturas, bastante prática em regiões acidentadas e em planas. Também servem como reforço de cercas velhas pela sua fácil instalação em qualquer parte da fazenda. Fonte: Universidade Federal de Viçosa

Av. Alfredo Ignácio N. Penido, 255 Salas 1503/1504 (12) 3341-8407 / (12) 3322-4801 Ed. Le Classique - Jd. Aquarius 7


O Cachorro Quente Popular, prático e delicioso, o cachorro-quente agrada pessoas de todas as idades e certamente vai ser um sucesso em qualquer comemoração. O sanduiche, apesar de sua popularidade e nome engraçado, não tem uma origem muito conhecida. Afinal, de onde vem o cachorro-quente? Para descobrir informações sobre o surgimento deste lanche famoso em diversos países, é preciso atravessar o Oceano Atlântico e desembarcar na cidade alemã de Frankfurt, onde se passa a história mais aceita sobre a origem do cachorro-quente. Lá, um cozinheiro preparava uma salsicha que ficou conhecida pelo nome “dachshund”, uma raça de cachorros atarracados e com um corpo que parece uma salsicha. Voando para a América No entanto, o lanche ficou famoso mesmo depois de chegar nos Estados Unidos, pelas mãos do alemão Charles Feltman. O imigrante abriu uma barraca para vender o produto em Nova York, em 1871, que era feito com pão, salsicha, mostarda e chucrute. O sucesso do cachorro-quente foi tão grande que permitiu que ele abrisse um restaurante na cidade e, logo, sua ideia passou a ser copi-

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ada por outras pessoas. Uma delas foi Anton Feuchtwanger, responsável pela criação do pão comprido de cachorro-quente como o conhecemos hoje. Antes, como a salsicha era maior que o pão, ele distribuía luvas para que os clientes não se queimassem, mas poucos as devolviam. Para resolver o problema, em 1904, ele decidiu aumentar o tamanho do pão. Telefone sem fio O nome “hot dog” só surgiu dois anos depois, num estádio em Nova York, quando os vendedores ainda utilizavam a palavra “dachshund” para vender o lanche. Tad Dorgan, um cartunista presente no jogo, ao ouvir os gritos dos vendedores e sem saber como escrever a palavra alemã, fez um desenho que continha a frase “get your hot dog”, que em português significa “pegue o seu cachorro-quente”. Desde então, ele se tornou extremamente popular nos Estados Unidos e se espalhou pelo mundo todo, fazendo incrível sucesso também no Brasil. Aqui, é consumido em festas de aniversário, festas juninas e também em casa como lanche da tarde ou da noite. Fonte: www.perdigao.com.br


Curiosidade: Graduação MuayThai Desde quando o Muay Thai se iniciou no Brasil no ano de 1979, foi colocada uma graduação somente usada no Brasil, que antigamente era usada em forma de faixa na cintura, a quatorze anos que é utilizado o Kruang (Prajied), uma corda no braço esquerdo do lado do coração com a mesma coloração que foi definida em 1979. No Brasil existe uma hierarquia formada através dos anos de dedicação onde existe cinco tipos de graduação: O aluno se enquadra da graduação branca até azul clara ponta azul escura, quando chega na graduação azul escura se torna um Instrutor que poderá dar aulas com a autorização da CBMT, na sequência o Instrutor Máster que é da graduação azul escura ponta preta, quando se torna grau preta o atleta é denominado professor, após existem os Mestres e Grão Mestre. Fonte: Confederação Brasileira de Muay Thai

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10 Itens Para Checar No Seu Carro e Ficar Tranquilo. 01-Combustíveis e lubrificantes: Abasteça em postos conhecidos por você e não deixe o combustível muito tempo parado no tanque antes de pegar a estrada. 02-Filtros de ar, óleo e combustível: Efetue a troca desse sistema conforme indicado no manual do proprietário. Trocar o óleo, por exemplo, sem a troca do filtro, diminui a vida útil do lubrificante. 03-Limpador de para brisas: Cheque se as lâminas e as borrachas estão em bom estado e se os encaixes das hastes estão seguros. Lave a borracha das palhetas apenas com água. 04-Freios: O nível do fluído de freio e possíveis vazamentos devem sempre ser checados. Se houver ruídos, trepidações, perda de eficiência ou pedal duro, peça uma avaliação mais minuciosa. 05-Velas e cabos: Alguns fabricantes indicam que as velas devem ser examinadas a cada 10 mil km e os cabos trocados a cada 50 mil km. Qualquer falha neste sistema pode ocasionar desgaste prematuro e comprometer a vida útil de outros componentes. 06-Suspensão: O sistema de amortecimento e estabilidade do veículo é tão importante quanto o dos freios. Além dos amortecedores, as molas, as buchas, as bandejas, os pivôs e os terminais também merecem inspeção para

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evitar que você saia da sua rota. 07-Correia dentada: A substituição preventiva desse elemento, segundo os fabricantes, deve ser efetuada (em média) a cada 50 mil km. Mas uma verificação em cada 15 mil km pode apontar trincas e desgastes indicando a necessidade de troca. O rompimento desta peça pode danificar gravemente o motor. 08-Radiador: Respeite a data limite de troca do líquido de arrefecimento do motor. E peça para seu mecânico conferir o funcionamento da válvula termostática, do radiador, da bomba d’água, da ventoinha e dos marcadores de temperatura no painel. 09-Sistema elétrico, faróis e lâmpadas: Para viajar com segurança, é importante também fazer um check-up na bateria, no motor de partida, no alternador e em todas as lâmpadas e fusíveis do carro. Lembre-se, você pode pegar uma serra com neblina ou estrada em dia de chuva. E não deixe dispositivos elétricos funcionando por muito tempo, como o rádio, caso o motor esteja desligado. 10-Pneus: Mantenha os pneus calibrados, incluindo o estepe. Faça rodízio periódico para equilibrar os desgastes irregulares. O balanceamento é indicado quando você sentir vibrações no volante. Já o alinhamento, quando houver desequilíbrio direcional, ou na troca do conjunto. Fonte: revistaautoesporte.globo.com


A automação residencial é originária da automação industrial que teve nos dispositivos CLPs (Controladores Lógicos Programáveis), datados da década de 60, uma grande revolução, graças aos avanços da microeletrônica. Muitas empresas de tecnologia migraram seu foco da automação industrial para residencial sem que, no entanto, percebessem as peculiaridades que cada um desses mercados demandava. A automação residencial exige equipamentos com um grau de acabamento superior, bem como interfaces muito mais amigáveis e intuitivas. A década de 70 pode ser considerada o marco inicial da automação residencial, quando são lançados nos EUA os primeiros módulos inteligentes chamados X-10. O protocolo X-10 utilizava a rede elétrica como canal de comunicação entre os diversos dispositivos de automação. Trata-se, pois, de uma tecnologia PLC (Power Line Carrier). Isso permite o controle de dispositivos remotos sem necessitar de alteração da infraestrutura elétrica da residência. Mais adiante, na década de 80, com a popularização dos computadores pessoais (PCs), em detrimento aos mainframes, pôde-se pensar em um PC como central de automação. A partir dai surge o desenvolvimento de dispositivos

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dedicados (embarcados) através da utilização de microprocessadores e microcontroladores e da exclusão dos PCs. Paralelamente inúmeras outras tecnologias foram sendo incorporadas à automação residencial como os controles remotos programáveis infravermelho e radiofrequência. Os controles remotos infravermelho universais são capazes de interpretar diferentes protocolos utilizados por diferentes fabricantes. A tecnologia de radiofrequência (RF) difere da infravermelha por não necessitar visada direta entre o controle remoto e o dispositivo controlado. A internet banda larga concedeu ao usuário a possibilidade de controle e monitoramento da residência de qualquer lugar que disponha do serviço. Acrescenta-se a este fato a convergência tecnológica intensificada a partir do século XXI, na qual um mesmo dispositivo (celular, smarphone, tablet, etc.) pode incorporar diferentes serviços (telefonia, internet, monitoramento, controle da residência e assim por diante). Nesses casos, um software aplicativo realiza controle das automações. Todavia, apesar desse cenário tecnológico extremamente fértil e da rápida absorção das novas tecnologias pelo mercado brasileiro, essa tendência não se transferiu para o mercado de construção civil. Fonte: www.sra.eng.br comercial@dominusautomacao.com.br adm@dominusautomacao.com.br

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Hino Nacional Brasileiro Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heroico o brado retumbante E o sol da liberdade, em raios fúlgidos Brilhou no céu da pátria nesse instante

Deitado eternamente em berço esplêndido Ao som do mar e à luz do céu profundo Fulguras, ó Brasil, florão da América Iluminado ao sol do novo mundo!

Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte Em teu seio, ó liberdade Desafia o nosso peito a própria morte!

Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores “Nossos bosques têm mais vida” “Nossa vida” no teu seio “mais amores”

Ó pátria amada Idolatrada Salve! Salve!

Ó pátria amada Idolatrada Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce Se em teu formoso céu, risonho e límpido A imagem do cruzeiro resplandece

Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado E diga o verde-louro dessa flâmula Paz no futuro e glória no passado

Gigante pela própria natureza És belo, és forte, impávido colosso E o teu futuro espelha essa grandeza Terra adorada Entre outras mil És tu, Brasil Ó pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil Pátria amada Brasil!

Mas, se ergues da justiça a clava forte Verás que um filho teu não foge à luta Nem teme, quem te adora, a própria morte Terra adorada Entre outras mil És tu, Brasil Ó pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil Pátria amada Brasil! Fonte: Portal do Governo Brasileiro


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