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Conselheiro Capaz Aconselhar

é uma arte que grande parte dos pastores e ministros tem aprendido que, não basta apenas ter uma bom conhecimento, mas que necessita primeiramente da direção do Espírito Santo


O cristianismo e a psiquiatria na atualidade A Revolução na Psicologia


O Cristianismo e a psiquiatria na atualidade

A psiquiatria está com problemas  O sucesso da revolução freudiana parecia completo. Só uma coisa andava mal: os pacientes não obtinham melhora nenhuma.  Todos andam desiludidos com a psiquiatria, até os próprios jornalistas, e os próprios pacientes percebem o fracasso da teoria  Infelizmente, os psiquiatras tem feito o trabalho de um ministro do evangelho dentro de um consultório. 


O Cristianismo e a psiquiatria na atualidade Os estudos mostram que dos pacientes que gastam mais de 350 horas no divã do psicanalista em busca de melhora, dois em cada três mostram algum progresso depois de certo número de anos. 


A ética Freudiana A teoria de Freud está em primeiro lugar no colapso da sociedade americana moderna.  O desamparo passivo, característico da teoria e da prática psiquiátricas, em clara consonancia com o modelo médico, leva à desesperança também. 


A ética Freudiana 

O tema de alguém ser uma vítima é comum. Sylling escreveu recentemente: “Na maior parte, as mães solteiras são vitimas dos problemas de seus pais.” Essa suposição estranha e arbitrária leva-o a concluir que o envolvimento sexual da moça é quase incidental. Ele acha que o verdadeiro problema dela não é o pecado, mas, sim consiste de necessidades e anseios que seus pais deixaram de atender de maneira mais saudavél.


A Teoria e a Terapia Freudiana 

Freud via o ser humano como retalho por dentro. O homem tem necessidades, impulsos ou energias primitivas e básica que procuram expressar-se A estas Freud dava o nome de ID (sexo e agressão ). Mas também no homem o Superego( chamado consciência). De acordo com Freud, o problema dos doentes mentais consiste numa excessiva imposição social do Super-ego.


A Teoria e a Terapia Freudiana 

As necessidades primitivas procuram expressão, mas o Super-ego, estando no liminar, bloqueia o ID, impedindo sua expressão na vida consciente do individuo. O ego funciona no nivel da responsabilidade, ao passo que o ID e o Super-ego funcionam no nível da irresponsabilidade. Quando o ID é reprimido pelo Super-ego, a pessoa em conflito experimenta o que Freud chama de sentimento de culpa.


A Teoria e a Terapia Freudiana 

Entretanto, os sentimetos de culpa não são sentimentos nascidos de uma culpa real. Desde que seu sentimento de culpa é falso, o individuo não tem por que confessar o seu pecado, pois a terapêutica consisti em levar a pessoa sentir-se bem pela eliminação da falsa culpa. O terapeuta consegue isso tomando posição junto do Id contra o Super-ego. Procura enfraquecer, diluir e derrotar o super-ego até que este pare de fazer suas exigência, que são causadoras de vítimas.


A Teoria e a Terapia Freudiana 

Considera-se o ministro limitado em seu treinamento, em suas capacidades e nos instrumentos de que se dispõe, devendo conceder e ceder os casos ao psiquiatra.

Se a idéia de Freud fosse correta, a saber, a idéia de que problemas surgem sempre que o Id tenha sido reprimido por uma consciência ou Super-ego demasiado exigente, então nossa época deveria ser caracterizado por boa saúde mental, amplamente difundida, ao invés de ser o que é, uma época de problemas pessoais em número sem paralelo.


A Revolução na Psicologia 

Mas está fermentada uma revolução, mormente restrita ainda ao campo da psicologia. Há um número crescente de cidadãos jovens e vigorosos que começaram a pôr em dúvida as idéias tradicionais de Freud e Rogers.

O novo movimento é antiteticamente oposto à formulação freudiana da irresponsabilidade. Devemos continuar falando do Id reprimido? Replicam que não. Em lugar disso, declaram eles, é tempo de falar do Super-ego suprimido.


A Revolução na Psicologia 

Devemos reconhecer a culpa como algo real, a lidar diretamente com ela. A culpa psicológica é o medo de ser posto às claras. É o reconhecimento a que chega a pessoa de que violou os seus padrões. Eles insistem em que a ventilação dos sentimentos tem que ser substituída pela confissão do erro cometido. Não estarão falando mais de problemas emocionais, mas de problemas de conduta.


Freud : inimigo, não amigo  

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Contra o cristianismo em particular, ele se dizia judeu e completamente ímpio. Quando criança teve decepções com falsos cristãos e jurou que um dia acertaria as contas. Portanto era uma pessoa cheia de ódio. Alguns acham que a psicanálise foi arma que usou para isso. Para Freud o cristianismo é uma ilusão e que deveria ser eliminado.


Freud : inimigo, não amigo 

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Ele ensinava que a religião nasceu do medo que o homem primitivo sentia do grande universo que o circundava e que ele não podia dominar. Afirmava que no inicio não havia escrúpulos morais, que cada um queria seguir seu próprio desejo, então houve luta entre os homens que queriam fazer a mesma coisa. Então os homens viram que para sobrevivência da espécie deveria se elaborar códigos de condutas. Afirmava que a consciência foi construída porque as violações eram severamente punida pelo povo. Se eventualmente esse código fosse criado por um deus ou deuses ganhava mais credibilidade.


Freud : inimigo, não amigo 

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Afirmava que a religião pertencia a infância da raça e fora inventada pela necessidade humana ,por isso o homem devia avançar, já que crescera e deixar os contos de fada Bíblicos. Freud e suas idéias encorajaram pessoas irresponsáveis a persistirem em sua irresponsabilidade e a aumentá-las. Ele deu sua aprovação á conduta reprovável e a fez respeitável. Freud não fez com que as pessoas se tornassem irresponsáveis, mas deu fundamento para se justificarem.


Para onde isso nos leva? 

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Estas ética Freudiana levam os ministros de DEUS a ceder e transferirem a outros a oportunidade de socorrer pessoas em aflição, o que é uma responsabilidade do cristão. Leva as pessoas referir a outros a culpa que pertence as mesmas. Levam as pessoas as mãos de psiquiatras que são embebidos nos seus dogmas e não produzem beneficio nenhum a tais pessoas.


Conclusão   

Devemos tomar a responsabilidade e o privilégio de socorrer as pessoas necessitadas. A nossa tarefa é não ceder e nem transferir aos ímpios as pessoas que procuram ajuda. O conselheiro cristão qualificado é mais competente do que qualquer um, para aconselhar, mais do que psiquiatras ou qualquer outra pessoa.

O cristianismo e a psiquiatria na atualidade  

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