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Edição 1012 • 30 de julho de 2013 • Povo da Beira

Edição 1012 • Ano XIX • 30 de julho de 2013 • Semanário Gratuito • Sai à 3ª feira • Diretor: João Tavares Conceição • Siga-nos no PUB

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Destaque

Povo da Beira • 30 de julho de 2013 • Edição 1012

Obra divulga ainda as tradicionais mantas de trapos

Casa de xisto na Partida presta homenagem ao poeta António Salvado Numa casa de xisto que está a ser restaurada na aldeia de Partida, concelho de Castelo Branco, vai nascer um centro de divulgação das tradicionais mantas de trapos e da poesia de António Salvado. POR TIAGO CARVALHO

A ideia surgiu há 25 anos, depois do pintor António Fernandes ter adquirido uma casa em xisto, pertença dos seus avós e bisavós, em Partida, aldeia do concelho de Castelo Branco onde nasceu. Inicialmente, o objetivo de António Fernandes, 51 anos de idade, era restaurar a habitação e ali criar um espaço onde pudesse guardar todas as obras que fosse realizando. Em particular, o pintor dedicou-se a trabalhos pictóricos efetuados em mantas de trapos que a avó confecionara ao longo da vida. As ideias amadureceram quando António Fernandes tirou o curso de Técnico de Museografia no Museu Francisco Tavares Proença Júnior, em Castelo Branco, onde travou conhecimento com António Salvado, que nos anos 80 dirigia aquele equipamento cultural. O encontro com o poeta albicastrense revelou-se determinante: “Foi através deste homem, poeta maior da cultura portuguesa, que aprendi a amar a Beira Baixa e a respeitar

Poema de António Salvado gravado em pedra de xisto

O pintor António Fernandes é o promotor do projeto

o legado histórico deixado pelos nossos antepassados”, refere ao POVO DA BEIRA António Fernandes. O tempo foi passando e António Fernandes, solicitador de profissão, tem hoje 50 pinturas em mantas de trapos. Este ano decidiu concretizar definitivamente um projeto que une as suas obras a uma homenagem ao seu poeta de eleição.

ção das mantas de trapos e da obra poética de António Salvado.

O nome encontrado para o projeto foi ‘O Pequeno Lugar’, título de “um belíssimo poema de António Salvado que mandei gravar numa pedra de xisto e que afixei à entrada da casa”, diz António Fernandes. Finalmente, uma associação cultural com igual designação foi criada, já este ano, para gerir o centro de divulgação e interpreta-

‘O Pequeno Lugar’ abre portas até final do ano António Fernandes quer inaugurar o centro de divulgação ainda este ano e pretende que “seja um espaço de entrada gratuita para todos e um polo de dinami-

zação da Partida”. O equipamento é composto por vários espaços: um pequeno auditório ao ar livre que vai acolher concertos e recitais, batizado em homenagem a António Salvado; uma sala no rés do chão da casa para exposição de trabalhos pictóricos em manta de trapos; e um espaço nobre no primeiro andar, composto por uma

sala dedicada à temática da religiosidade e outra de divulgação da obra e figura António Salvado. Uma pequena estante reúne quase todos os livros do poeta de 77 anos de idade, que visitou o projeto numa fase menos adiantada da obra e manifestou apreço pela iniciativa. A recuperação da casa de xisto está a ser ultimada e aguarda resposta a uma candidatura submetida junto da Aderes, associação de desenvolvimento rural Estrela-Sul, que poderá dar o “impulso financeiro necessário para concluir a obra”, afirma António Fernandes. “Mesmo que, por qualquer motivo, a candidatura não seja aprovada, a casa vai abrir ao púbrico até final do ano”, garante o promotor do projeto, que agradece o apoio prestado pela Câmara de Castelo Branco no arranque dos trabalhos. Este ‘O Pequeno Lugar’ será também título de um livro onde ficarão guardados os retratos de todos os 50 trabalhos realizados por António Fernandes em mantas de trapos, com comentários de admiradores do pintor. ■

Associação Amato Lusitano

Dia dos Avós comemorado com distribuição de flores POR CRISTINA VALENTE

A Associação Amato Lusitano de Castelo Branco, assinalou na passada sexta-feira, o Dia Mundial dos avós. As crianças que participam nas atividades da Associação estiveram durante a amanhã na Praça Municipal para distribuir flores de papel, com mensagens aos avós que por ali passavam. Para Arnaldo Brás, presidente da Associação, é importante assinalar o dia, numa altura em que os avós voltam a fazer parte

do núcleo central da família, “já assim tinha sido, depois deixou de ser e hoje os avós voltam a ser parte integrante do núcleo das famílias, sendo mesmo um grande apoio das mesmas”. E o responsável destaca a participação, e importância, dos avós na educação dos netos. A associação tem a decorrer o Projeto “Vida a Cores” que atualmente envolve cerca de 50 crianças, e decidiu assinalar, “um dia ainda pouco comemorado, como é o dia dos avós” afirma Arnaldo Brás.

O "avô" Arnaldo Brás recebeu uma flor das crianças

O projeto “Vida a Cores” está neste momento

apenas a ser financiado pela Associação, depois do

financiamento do Estado ter terminado, mas é uma

aposta “ganha” da Amato Lusitano. “Este projeto envolve muitas crianças e jovens da cidade, oriundas de famílias com dificuldades, que durante as tardes ocupam o seu tempo na Amato Lusitano, agora com atividades lúdicas, mas durante o ano letivo, com atividades também relacionadas com os estudos” explica o responsável. Ao longo da manhã as crianças foram distribuindo flores de papel com mensagens escritas a todos os avós que passavam pela praça. ■


Destaque

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EDITORIAL

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GNR apreende droga e detém três pessoas O comando territorial da GNR de Castelo Branco deteve nos últimos dias três indivíduos em flagrante delito, no âmbito do regime jurídico aplicável ao tráfico e consumo de estupefacientes e substâncias psicotrópicas. Para além da detenção dos três indivíduos a GNR apreendeu também duas plantações de cannabis. A primeira apreensão, de 36 plantas, foi efetuada dia 23 pelo Núcleo de investigação criminal do Fundão, no interior de uma residência, situada na freguesia de Aldeia de São Francisco de Assis, concelho da Covilhã. Na sequencia da busca ali realizada, foi detido um individuo de 39 anos e apreendidas cerca de 10

gramas de droga, presumivelmente liamba e diverso material de apoio à produção ou para uso no consumo. A segunda apreensão, que não está relacionada com a anterior, aconteceu na freguesia do castelo, concelho da Sertã, no dia 25. Neste caso foram apre-

endidas 480 plantas, duas viaturas e diverso material de apoio à produção. Foram detidos dois indivíduos, com 57 e 39 anos, de nacionalidade estrangeira. Os três detidos foram constituídos arguidos, ficaram sujeitos à medida de coação de termo de identidade e residência. ■

GNR detém assaltantes em flagrante O Posto da GNR de Castelo Branco, deteve em fragrante dois indivíduos, pela presumível autoria de um crime de furto qualificado, ocorrido numa residência situada em Almaceda. As detenções aconteceram na sequência de uma reação imediata a uma denúncia . Os dois indivíduos, de 36 e 49 anos, ainda tenPUB

taram fugir, mas acabaram por ser detidos na posse de um cofre e várias peças em ouro, no valor de 2.500 euros. Segundo o comunicado da GNR os dois indivíduos tinham no mesmo dia, dia 25, tentado entrar numa residência nas Sarzedas, mas foram surpreendidos pelo proprietário e colocaram-se

em fuga. Os dois indivíduos, ambos residentes em Castelo Branco, foram presentes ao Ministério Publico, um ficou sujeito à medida de coação de obrigação de apresentação periódica no posto policial da sua área de residência, e o outro ficou preso preventivamente.■

uase que já esquecemos o último discurso de Cavaco Silva. Tomou a decisão mais sensata quando já não existiam soluções políticas aceitáveis. Se é um facto que, mais dia, menos dia, os partidos do centralão se terão de entender, também é bem verdade que a proposta cavaquista de eleições dentro de um ano, não cabia na cabeça de ninguém. Qual é o Governo, remodelado ou não, que se disporia a governar com a espada de Dâmocles sobre a cabeça. Não foi, no entanto, a proposta de entendimento tão naif quanto isso. Devemos, temos de pagar, quase de certeza menos e com mais tempo, mas a isso não conseguimos fugir. O PS, diga-se Seguro, agarrado a um discurso eleitoral, anterior, e a propor-se para uma governação, não abdicou de fazer finca-pé na sua moção ao Congresso de há dois meses. A sua irredutibilidade pode eventualmente ajudá-lo a ganhar as próximas eleições au-

Ainda o Discurso DIRETOR JOÃO TAVARES CONCEIÇÃO

tárquicas. Agora maioria absoluta só tendo o centro do seu lado, o que será extremamente difícil nos tempos que se avizinham. E não só pelo povo que vota, mas também pelos maiorais do seu partido. As birras com Soares (e vice-versa) não sendo determinantes lá vão fazendo as suas mossas. A esquerda, que não visualizamos como Governo, continua a política de terra queimada. E para eles, as eleições antecipadas, mesmo não resolvendo coisa alguma, constituíam a hipótese mais desejada. E não pagar, e manter um Estado social sem base sustentável, e renegar quem nos emprestou o suficiente para irmos vivendo, são os eternos lemas de quem vai caminhando calmamente

e assobiando para o lado. O país real tem problemas que urgem ser resolvidos e não é com atoardas que lá vamos. As eleições, aquilo que democraticamente se entende como a resposta mais justa do povo à forma de governação, não evitou que o antigo senhor voltasse a ganhar as eleições para um segundo mandato. A sabedoria do povo é tão notável quanto é tão fácil de ser enganado. O povo é crente e acaba por correr atrás de quem lhe oferece paraísos na terra. Como se isso fosse possível… Quanto aos novos ministros as opiniões dividem-se entre BPN e responsabilidades económicas. Mas se calhar Álvaro foi bem queimado por políticas que o deixaram de mãos atadas. ■

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Castelo Branco

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Póvoa Rio de Moinhos

Donativo dos diplomatas equipou sala de fisioterapia POR CRISTINA VALENTE

Já está equipada a sala de fisioterapia do Centro Social dos Beneméritos da Povoa de Rio de Moinhos. A comemorar um ano de existência o Centro Social, vê concretizado mais um sonho e tem pronta a funcionar a sala de fisioterapia. O equipamento no valor de 3075 euros foi financiado pelo Bazar do Corpo Diplomático, através da Associação dos Diplomatas Portugueses. A instituição foi incentivada a candidatar-se pela esposa do Diplomata Francisco António Duarte Lopes, natural da Póvoa Rio de Moinhos. A sala era desde a primeira hora, um anseio da direção, que a considera importante para a reabilitação dos utentes, “os idosos tendem a perder a mobilidade e a autonomia, daí a importância de o Centro estar munido de equipamento que possa retardar essas condicionantes” afirmou Lucinda Martins, da direção da instituição. O espaço transformado em sala de fisioterapia, sofreu pequenas adaptações, nomeadamente o revestimento do chão em vinil, para “se tornar mais aco-

Independente António Baptista concorre pelo PSD no Salgueiro do Campo

Rui Lopes, Presidente do Centro e Joaquim Morão, Presidente da autarquia inauguram a sala

lhedora”. Tiveram também que ser feitos acessos exteriores, rampas e alcatroamento de uma via, obras que foram executadas pela autarquia Albicastrense. Agora o Centro vai contratar um profissional na área da reabilitação, para fazer acompanhamento dos utentes na sala de fisioterapia, para já a sala será apenas para os utentes do lar, mas a direção diz que “num futuro próximo”

poderá ser aberta aos sócios e mais tarde a toda a comunidade. Joaquim Morão, autarca Albicastrense, que inaugurou o espaço, destacou a colaboração que os naturais da região dão, mesmo quando estão longe. “São vários os exemplos de naturais desta região, que mesmo estando fora, colaboram com as entidades das suas terras, e contribuem para o seu engrandecimen-

to. Mais do que o dinheiro, é importante a atitude, o interesse que mostram pela sua terra” afirmou Joaquim Morão. O Centro Social dos beneméritos da Póvoa Rio de Moinhos, tem três valências, lar, apoio domiciliário e centro de dia. O lar tem atualmente 40 utentes, lotação máxima da instituição, e diz a responsável, “temos sempre uma grande lista de espera”. ■

Rotary e Interact têm novos presidentes Ana Margarida Barros e Pedro Barata, são os novos presidente do Interact e do Rotaract, respetivamente. A cerimónia de transmissão de tarefas teve lugar no passado dia 13 e contou com a presença de elementos de ambos os clubes, companheiros do Rotary de Castelo Branco e da Amadora, bem como familiares e amigos. Os novos presidentes Ana Margarida Barros e Pedro Barata apresentaram os respectivos conselhos directores, tendo sido também oficializada a entrada no Rotaract Club e na Família Rotária Albicastrense

Autárquicas 2013

Novo Conselho Diretivo do Rotary Clube de Castelo Branco, da esquerda para a direita, Vice-Presidente - João Meruje, Diretora de Protocolo - Raquel Correia, Presidente - Pedro Barata, Secretária - Mariana Martins, Tesoureiro - Bruno Rodrigues

de Mariana Martins. A cerimónia terminou com algumas palavras dos novos responsáveis, que es-

peram um ano à semelhança dos anteriores, com muito trabalho mas também com, “bastantes resultados

positivos, sempre com muita amizade e companheirismo em prol da comunidade de Castelo Branco”. ■

António José Perquilhas Baptista é o candidato independente, apoiado pelo PSD, à freguesia de Salgueiro do Campo. Agricultor de 47 anos, reuniu uma equipa abrangendo várias áreas de intervenção: saúde, educação, apoio social, arquitetura, desporto entre outras. Residentes, na sua maioria, na freguesia, com idades diferenciadas, esta equipa têm como principais preocupações o apoio aos idosos, às crianças e à fixação da população nas nossas aldeias tornando-as mais atrativas e cuidadas. A equipa, liderada por António Baptista, pretende colaborar ativamente com as várias instituições¬ e associações púbicas e privadas existentes na freguesia, Caça e Pesca, Desportivas, Culturais, Musicais, Sociais e Religiosas. Alguns dos objetivos da equipa é a requalificação e embelezamento de espaços públicos como chafarizes, lavadouros, jardins, parques e miradouro; criar

estacionamentos; conservar caminhos e ruas, dinamizar, para usufruto da população, as infraestruturas existentes na freguesia pois pretendem fazer mais pelo Salgueiro e Palvarinho, estando mais próximos das pessoas. Na apresentação de António Perquilhas, o candidato do PSD à Câmara Municipal, Paulo Moradias, voltou a salientar a “enorme importância atribuída às candidaturas em todas as freguesias do concelho, e o forte empenho nas mesmas, como prova da mais valia com que as freguesias são por nós consideradas, como elemento fixador de população, criador de riqueza e emprego”. Paulo Moradias acrescentou ainda que “no caso concreto desta freguesia, urge desde já apoiar algumas da actuais iniciativas empresariais, que correm sérios riscos de insucesso se tal não acontecer, o que constituiria mais um passo para a desertificação destas zonas rurais”. ■

Filarmónica de Tinalhas mostrou-se em Alcains e Castelo Branco A Sociedade Filarmónica de Tinalhas, realizou dois concertos, no Centro Cultural de Alcains e no Cine-Teatro-Avenida de Castelo Branco para divulgar o seu trabalho, e contribuir para a animação cultural da região. Em concertos que duraram mais de uma hora a Filarmónica levou muitas vezes o público ao rubro através de melodias como, Homenagem a Manuel Vaz, Coretos de Portugal, António Nogueira, Sonhos de Portugal, Xutos Medley, Can’t take my eyes off you, Tarântula, Tequilla, Dia de São

Martinho, Uma noite em Lisboa. Com estes concertos a filarmónica de Tinalhas pretende aproximar-se das populações, promover o enriquecimento cultural e musical da Sociedade Filarmónica de Tinalhas e da Região, preservar os valores artísticos e afirmar cada vez mais a Filarmónica como valor cultural. É também objetivo da direção dar a conhecer algum do seu reportório, fruto do trabalho do grupo de 43 executantes, em que 97% é oriundo da Escola de Música, que continua a funcionar de forma gratuita. ■


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Castelo Branco

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Rotaract entrega de bens para invisuais à ACAPO

Judoca Inês Faustino dá concerto A judoca Inês Faustino mostrou os seus dotes artísticos, num pequeno concerto nas instalações da Academia de Judo Ginásio de Castelo Branco. O concerto, marcou o encerramento para curtas férias da atividade dos judocas. No que respeita ás outras modalidades tudo ficará em funcionamento no mês de Agosto, entre as 14 e as 21h00. A judoca, que foi vice-campeã nacional em 2012 e 3º classificada nos + 63kg em 2013 no escalão de juvenis, é também uma de boa aluna, e dedica algum tem-

po à música. Bandolim, saxofone e guitarra foram os instrumentos utilizados neste miniconcerto, numa atuação muito diferenciada e muito aplaudida. A Inês foi acompanhada na percussão pelo irmão Pedro Faustino, também judoca e no momento estudante de medicina. Esta judoca adolescente é um grande exemplo que o desporto, a música, a escola entre outras atividades que se complementam, são muito importantes para o desenvolvimento e para a formação de muitas crianças e jovens. ■

Alegro convida a mergulhos em piscina de prémios

Todos os fins-de-semana até 25 de agosto, entre as 14 e as 15 horas, o Alegro Castelo Branco desafia equipas de duas a quatro pessoas a mergulharem numa piscina de prémios. Tanto no Alegro como na Piscina-Praia de Castelo Branco os participantes só têm de “mergulhar” na piscina de bolas existente em cada um dos locais e encontrar a bola premiada:

isto em apenas 30 segundos. Os prémios são bilhetes de entrada na Piscina-Praia de Castelo Branco e Cartões Oferta Alegro. Para participar no Alegro basta apresentar um talão de compras das lojas do centro comercial (exceto Jumbo e Box); se a participação for na piscina-praia, basta apresentar o bilhete de entrada. ■

O Rotaract e Interact Club’s de Castelo Branco, entregaram no passado dia 13, diverso material à ACAPO - Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal.

A compra deste material foi possível graças à ação de venda de rifas desenvolvida na romaria da Festa da Senhora de Mércoles. O montante angariado, no valor de mais de

500,00€ serviu para comprar diverso equipamento para os utentes desta instituição. Aos rotários que participaram na cerimónia da entrega, foi ainda dada

a possibilidade de visitar as instalações da ACAPO e de ter contato com instrumentos como máquinas de braille, livros em braille e leitores de arquivos. ■

Fundação Montepio oferece viatura ao Centro Social Amigos da Lardosa A iniciativa de entrega das viaturas teve lugar em Setúbal, na presença da Presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, e do Presidente do Montepio, António Tomás Correia, e concretizou um projeto – Frota Solidária - que, desde o seu início, já respondeu às necessidades de mobilidade de 103 instituições de solidariedade social. Na cerimónia de entrega das 21 viaturas, o Presidente do Montepio, António Tomás Correia, sublinhou a importância da “Frota Solidária” - projeto da Fundação Montepio - e salientou a utilidade dos veículos oferecidos e a sua capacidade para “satisfazerem necessidades muito importantes das instituições”. No seu discurso, Tomás Correia destacou, também, a dimensão humana, a responsabilidade social e o modo como o Montepio se relaciona com as outras instituições do setor social. “Olhamos a questão das parcerias de forma abran-

Centro Social Amigos da Lardosa receberam viatura

gente, pois só assim podemos chegar ao utente final com a maior eficácia possível”, afirmou a terminar. Também Maria das Dores Meira, Presidente do Município de Setúbal, sublinhou a importância do projeto social. “Esta Frota Solidária é, acima de tudo, mais uma demonstração da sensibilidade social inscrita nas bases constitutivas desta grande insti-

tuição mutualista que é o Montepio e de todos os que a apoiam.” Em 2012, a Fundação Montepio recebeu, através do Ministério das Finanças, 459 mil euros resultantes de valores atribuídos, em 2010, no âmbito da Lei da Liberdade Religiosa, Consignação Fiscal. Pelo facto de este montante ter sido entregue, pelos contribuintes, ao cuidado e

gestão da Fundação Montepio, esta instituição de utilidade pública decidiu devolvê-lo à sociedade civil através da aplicação do referido montante na aquisição de veículos automóveis especiais e adaptados, que, constituindo o que designou por “Frota Solidária”, se destinam a apoiar a atividade de instituições particulares de solidariedade social. ■


Economia

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Ginjal quer instalar ‘pátio das cantigas’ no centro da cidade O café-restaurante Ginjal reabre para garantir animação a todos os albicastrenses que gostam de fado e música tradicional portuguesa. Há, novamente, vida no Ginjal, casa onde outrora a população de Castelo Branco se reunia para ouvir cantar o fado, enquanto petiscava iguarias da cozinha tradicional portuguesa. O café-restaurante, com espaço interior e pátio, regressa pelas mãos de um novo gerente, Júlio Roberto. Renasce como centro de convívio para todos aqueles que gostam de música tradicional. Em Castelo Branco “fazia falta um espaço de convívio para acordeonistas e pessoas que apreciam música em geral”, explica Júlio Roberto, que ambiciona tornar o Ginjal “num pátio das cantigas, à semelhança dos pátios característicos de Lisboa”. No estabelecimento, situado na Rua J. A. Morão, zona central de Castelo Branco, os clientes terão à disposição um acordeão para tocar e poderão saborear os mais variados petiscos, como moelas, bifanas, sopas ou ameijoas. Para o gerente, o importante é que “as pessoas se sintam em casa” no Ginjal, um espaço “com repu-

Júlio Roberto com o pai (José Roberto) e o sobrinho (Ricardo Roberto)

tação de ter sido, em tempos, um local de reunião de muitos albicastrenses”. Surpreende a profunda remodelação realizada no espaço, recuperado e colorido em tonalidades de roxo, azul e verde. “As condições que oferecemos e a beleza do café são os aspetos mais co-

Clientes entusiasmados com renovação do espaço

mentado pelos clientes que já nos visitaram”, adianta Júlio Roberto, que abriu portas há uma semana. Segundo o empresário, o objetivo é organizar matinés regulares de música, bailes e fados, que fidelizem os clientes. O acordeão, instrumento que Júlio Roberto está a aprender a tocar, assume papel preponderante: “O mundo do acordeão reúne muita gente. O meu pai, José Roberto, toca acordeão e eu estou a aprender, e tenho notado que há muitos acordeonistas de qualidade na região,

Petiscos para todos os gostos

A remodelação do café Ginjal tem surpreendido quem já visitou o espaço. As tonalidades roxas, azuis e verdes envolvem os clientes num ambiente que se quer alegre e

propício a uma animação saudável. O Ginjal assume-se como um local perfeito para convívios e aceita marcações de grupos organizados. ■

- Sopas diárias - Bifanas - Sandes - Moelas - Tapas - Coentrada - Orelha de porco, - Chouriça assada - Moura - Morcela - Presunto - Etc…

que gostavam de uma casa para confraternizar e tocar o instrumento”. O Ginjal está ainda disponível para organizar petiscadas para grupos organizados, bastando que os interessados façam atempadamente a marcação. Animação musical A animação musical é uma das principais apostas do café-restaurante Ginjal. A música tradicional portuguesa, os bailes e o fado prometem ajudar a colorir o ambiente. ■ Morada Rua J. A. Morão 6000-237 Castelo Branco Telefone 272 322 170 Telemóvel 966 575 312 Horário de Funcionamento 7 horas - 2 da manhã

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Nomeações diocese de Portalegre - Castelo Branco

Padres Nuno Folgado e José António Gonçalves na Sé O padre José António Gonçalves foi nomeado pároco ‘in solidum’ da Sé de Castelo Branco, onde irá trabalhar em colaboração com o atual pároco, padre Nuno Folgado, que ali se mantêm como moderador do serviço pastoral. O padre Nuno Folgado foi nomeado diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral, pelo que as funções na paróquia de São

Miguel da Sé passam a ser partilhadas com o padre José António Gonçalves, que, por sua vez, foi nomeado diretor do Secretariado Diocesano da Educação Cristã da Infância e Adolescência. O padre Nuno Silva foi dispensado de vigário paroquial de São Miguel da Sé e nomeado pároco de Constância, Montalvo, Rio de Moinhos e capelão das

Irmãs Clarissas (Ordem de Santa Clara), arciprestado de Abrantes. Na lista das nomeações feitas pelo Bispo de Portalegre e Castelo Branco, D. Antonino Dias, destaque ainda para a nomeação do padre José Cardoso como pároco de Ladoeiro, Rosmaninhal, Zebreira e Monforte da Beira, arciprestado de Castelo Branco. José Cardoso substitui

naquelas paróquias o padre José Afonso, que foi nomeado pároco de Madeirã, Pedrógão Pequeno, Sobral e Carvalhal, arciprestado da Sertã. O padre Martinho Mendonça foi dispensado de administrador paroquial de Salvaterra do Extremo, Monfortinho, Segura e Toulões, arciprestado de Castelo Branco, sendo substituído pelo padre João Filipe. ■

Autárquicas 2013

CDU critica opções do atual executivo no Bairro do Valongo

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João Pedro Delgado, candidato da CDU à Câmara de Castelo Branco, visitou na semana passada o Bairro do Valongo, onde “encontrou situações muito preocupantes para a vida dos munícipes que ali residem”. Após o contacto com os munícipes moradores naquele bairro, a CDU questiona o atual executivo, sobre algumas das preocupações e dúvidas que lhe foram transmitidas. “A Câmara Municipal tem estado a consolidar e pavimentar algumas ruas da zona, ruas essas que não têm casas, saneamento ou praticamente nenhuns habitantes. Por outro lado, deixa - ao que parece, de forma premeditada - outras ruas contíguas ao abandono, em que vivem inúmeras pessoas, preenchidas por vivendas e casas de habitação” diz em comunicado a CDU. A Coligação considera que os habitantes do bairro deviam ter “um esclarecimento cabal” e relembra que muitos, “pagaram já quantias substanciais no sentido de ver a sua situação urbanística consolidada”. Segundo a nota da CDU, O executivo PS da Câmara Municipal recusou fazer aprovar e implementar o Plano de Pormenor para aquela zona, “plano esse que poderia ser um importante instrumento de regulação do urbanismo, de melhoria das condições de vida daquelas

populações, de melhoria da salubridade dos arruamentos e de regulamentação da propriedade e edificação” por isso questiona, “A quem interessa que a propriedade e edificação da zona esteja desregulada e descontrolada?” Ruas degradadas, intransitáveis, ruínas em pleno espaço público com eminente perigo para os transeuntes, terras depositadas de forma descontrolada, muros destruídos, buracos, pó, sujidade, degradação, “é este o cenário de um dos maiores bairros de Castelo Branco”. Por isso a CDU exige que, a Câmara Municipal de Castelo Branco, “pare de desviar os recursos municipais para obras de fachada, e os coloque em definitivo ao serviço da salubridade, da regulação urbana e da qualidade de vida das populações.” No comunicado, enviado à nossa redação, a CDU apela à Câmara que cesse com a “desorganização, a falta de planificação e o desrespeito pelos habitantes do Bairro do Valongo, Vale da Raposa e Carreira de Tiro”. E deixa a promessa aos moradores daquela zona, “com a CDU na autarquia o Plano de Pormenor será analisado, melhorado depois de consulta à população, aprovado, posto em prática e executado, para que, finalmente, os habitantes daquela parte da cidade ganhem a qualidade de vida a que têm direito, todos por igual”. ■


Regional

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Compal atribui bolsa de 20 mil euros a projetos frutícolas na região POR TIAGO CARVALHO

A empresa Compal premiou com bolsas de 20 mil euros duas produtoras agrícolas que estão a desenvolver projetos no concelho de Idanha-a-Nova: Joana Rossa, arquiteta de forma de 35 anos, e Sandra Fabrício, engenheira civil de 38 anos. O projeto de Joana Rossa abrange uma exploração de 18 hectares - em parcelas de terreno situadas na Herdade do Couto da Várzea e no Monte do Rochão - onde serão instalados um pomar de romã (numa área de 10 hectares), outro de marmelo (quatro hectares) e um terceiro de ameixa (quatro hectares). Sandra Fabrício vai instalar pomares de ameixa e pêssego no Ladoeiro, numa área total de 58,4 hectares. As duas produtoras estiveram entre os três premiados com uma bolsa de instalação no valor de 20 mil euros pelo Centro de Frutologia Compal, através do projeto Academia 2012/2013. Esta iniciativa de formação, frequentada por 12 produtores, teve como

Torneio Regional de Malha

Dupla de "Manuéis" vence em Rochas de Cima

POR JOSÉ MANUEL R. ALVES

A promotora do projeto, Joana Rossa, e o autarca de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto

destinatários jovens empreendedores agrícolas que pretendiam instalar-se, aumentar ou reconverter a sua exploração agrícola. Além do montante que atribuiu aos três melhores projetos, a Compal compromete-se a adquirir preferencialmente o excedente da fruta produzida a estes produtores, dentro das suas necessidades de matéria-prima, prometendo ainda apoiá-los na identificação de outros canais de escoamento da produção. É um arranque de projeto que Joana Rossa considera “motivador”. As garantias da empresa portuguesa de sumos e refrigerantes e o montante do prémio são “uma grande ajuda” para um projeto

que tem um investimento total previsto de 213 mil euros. Segundo a promotora, a Compal terá valorizado “alguns aspetos inovadores” do projeto de instalação, mas também “a excelente adaptação das culturas propostas às condições edafoclimáticas do concelho de Idanha-a-Nova”. O início da produção está previsto para o terceiro ano do projeto, e no quinto ano as culturas frutícolas deverão atingir o ‘ano cruzeiro’. No período de colheitas vão ser criados 22 postos de trabalho temporários. Para o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, o pré-

mio da Compal reconhece “o valor dos projetos agrícolas que se têm instalado no concelho de Idanha-a-Nova, muito deles com características pioneiras e inovadoras”. O autarca faz votos para que a empresa portuguesa “olhe para Idanha-a-Nova como um território de investimento num futuro que queremos que seja qualificado, para tornar os produtores ainda mais competitivos no mercado”. Além dos dois projetos em Idanha-a-Nova, o Centro de Frutologia Compal distinguiu ainda o jovem Alexandre Pacheco, que vai produzir ameixa numa exploração agrícola em Alegrete, concelho de Portalegre. ■

Associação promove debate A Associação “DIS – Debate e Intervenção na Sociedade” foi idealizada com o objectivo principal de fomentar o debate e a discussão na sociedade. "Consideramos que o debate organizado na procura pela Verdade continua a ser um dos mais fundamentais mecanismos de evolução e desenPUB

volvimento social" dizem os responsaveis em comunicado. A DIS é uma associação que pretende desenvolver a discussão e a troca de ideias, reconhecendo a necessidade de retomar o grande objectivo da discussão, "a procura pela verdade". Em simultâneo, a associação, espe-

ra também poder intervir na vida quotidiana, seja com projetos, emissão de opinião ou com eventos públicos. A Associação espera iniciar a sua actuação a nível local, promovendo debates e discussões, emitindo opinião e procurando ajudar, de forma oportuna, o desenvolvimento

da sociedade. Com a sua evolução, a DIS deverá ramificar-se geograficamente, com magnitude nacional, para ser vista como um dos mais importantes agentes sociais do país. O projeto Bora' lá Debater e a DIS, serão oficialmente apresentados esta quarta-feira, dia 31, na Moagem, no Fundão.■

Manuel Mendes e Manuel António venceram, no domingo, em Rochas de Cima, a prova referente ao torneio de malha, com a participação de 30 equipas. "Foi com bastante orgulho que recebemos esta tradicional prova, sendo a mais participada

do torneio regional. Agradecemos à população de Rochas de Cima, pelo seu envolvimento no evento", refere o CDA de Rochas de Cima, organizador da prova. O Torneio segue em setembro, na Associação As Palmeiras, em Castelo Branco, devido ao período de férias. ■

Quinta-feira, dia 1, no Fundão

Projeção do concerto “Amália Rodrigues - Live in Japan” Inserida na iniciativa “A Casa d’Amália”, irá realizar-se, no próximo dia 1, quinta-feira, às 21.30h, na fachada do Casino Fundanense, a projeção do concerto de “Amália Rodrigues - Live in Japan”. “Amália Rodrigues Live in Japan” é o registo ao vivo do concerto realizado no Japão, em 1986, no qual

Amália cantou 26 fados, onde se destacam as interpretações de “Grito”, “Lágrima”, “Gondarém”, “Porompompero” e “Lavava no rio lavava”. Este é o primeiro concerto editado em vídeo da fadista e foi originalmente editado no Japão em vhs. Nos últimos anos tem sido editado em dvd em vários países. ■

Até 4 de agosto

O Município do Fundão organiza o Filarmónico 2013 O Município do Fundão organiza, até 4 de agosto, o Filarmónico 2013, que decorrerá na cidade do Fundão. O Filarmónico 2013 é um encontro entre jovens de Bandas Filarmónicas que tem por objetivo a formação musical, de uma forma descontraída e informal, e que pretende ser um intercâmbio de ideias e experiências, permitindo o enriquecimento dos conhecimentos de todos

aqueles que participem neste encontro. Outro dos objetivos deste encontro é a criação de um espetáculo, que estará inserido na programação do Festival CALE, e que terá lugar no dia 4 de agosto, pelas 21.30h, no Jardim das Tílias. Este espetáculo tem direção artística de João Roxo e conta com a participação de músicos das bandas Filarmónicas da Aldeia Nova do Cabo e Pêro Viseu. ■

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· 10· Educação

Povo da Beira • 30 de julho de 2013 • Edição 1012

Licenciatura em Engenharia Civil do IPCB com acreditação máxima A Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) acaba de acreditar, sem restrições, por um período de cinco anos, a Licenciatura em Engenharia Civil do IPCB / Escola Superior de Tecnologia. Com esta decisão, o curso de Engenharia Civil do IPCB/EST vê reconhecida a sua qualidade e desempenho por parte da entidade que, em Portugal, garante a qualidade do ensino superior, “através da avaliação e acreditação das instituições de ensino superior e dos seus ciclos de estudos, bem como no desempenho das funções inerentes à inserção de Portugal no sistema europeu de garantia da qualidade do ensino superior. A avaliação da A3ES à Licenciatura em Engenha-

ria Civil do IPCB / EST teve por objeto a qualidade do desempenho, medindo o grau de cumprimento da sua missão através de parâmetros de desempenho relacionados com a respetiva atuação e com os resultados daí decorrentes. Foram parâmetros de avaliação

ção; a atividade científica e tecnológica devidamente avaliada e reconhecida; a cooperação internacional; as instalações e o equipamento didático e científico; os mecanismos de ação social; a adequação do ensino ministrado em cada ciclo de estudos às competências

máximo é sempre motivo de satisfação, uma vez que traduz o reconhecimento, por parte de uma entidade imparcial, da qualidade do curso, é o reconhecimento de que o curso responde positivamente ao mais alto nível a todos os critérios que estão a ser avaliados. E isso é particularmente relevante numa área como a Engenharia Civil, que a nível nacional tem tido uma procura reduzida nos últimos anos verificando-se para o ano letivo de 2013/14 uma quebra acentuada da oferta de vagas e até o encerramento de alguns cursos”. Para o próximo ano letivo de 2013/14, o IPCB/ Escola Superior de Tecnologia vai disponibilizar 24 vagas para a licenciatura em Engenharia Civil. ■

ETEPA comemora final de ano em festa

Daniel Proença de Carvalho no Conselho Geral do IPCB Foto: ultraperiferias.blogspot.com

O advogado Daniel Proença de Carvalho foi eleito e cooptado para integrar o Conselho Geral do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), anunciou em comunicado a instituição. Antigo ministro da Comunicação Social, Daniel Proença de Carvalho é natural de Soalheira, concelho do Fundão. Em comunicado, o IPCB anuncia ainda os nomes de António Trigueiros de Aragão (administrador da Fábrica Lusitana e presidente da direção do NERCAB), José Pedro Salas Pires (diretor de Serviços e Tecnologias da Informação da PT) e Adelina Maria Machado Martins (diretora regional de Agricultura e Pescas do Centro). Os restantes membros externos à instituição eleitos e cooptados para o Conselho Geral do IPCB são Armindo Jacinto (presidente do Conselho de Administração da Naturtejo e vice-presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal), António Maria Vieira Pires (presidente do Conselho de Administração da Unidade

da qualidade do curso, designadamente, o ensino ministrado, nomeadamente o seu nível científico, as metodologias de ensino e de aprendizagem e os processos de avaliação dos estudantes; a qualificação do corpo docente e a sua adequação à missão da institui-

cuja aquisição aqueles devem assegurar; a inserção dos diplomados no mercado de trabalho; a valorização económica das atividades de investigação e de desenvolvimento tecnológico adequadas à missão da instituição; a integração em projetos e parcerias nacionais e internacionais; a prestação de serviços à comunidade. Este resultado premeia o esforço continuado da Unidade Técnico-Científica de Engenharia Civil da Escola Superior de Tecnologia, dos seus estudantes e docentes. Para o Presidente do IPCB, Carlos Maia, “apesar de não constituir uma surpresa, o momento é de satisfação. A acreditação de um curso sem qualquer restrição e pelo período

Local de Saúde de Castelo Branco) e António de Melo Bernardo (diretor da Segurança Social de Castelo Branco). O IPCB elegeu ainda, como suplentes, Carlos Manuel Semedo (responsável de programação do Cine Teatro Avenida), Ricardo Araújo (“Delivery Unit Manager” na OutSystems), João Carvalho (proprietário da Quinta dos Termos e presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior) e Inês Caleiro (designer e diaretora criativa na GUAVA shoe design). Julian Mora Aliseda (professor catedrático na Universidade de Extremadura), Hein Demyttenaere (diretor geral na Ô Hotels & Resorts) e Joaquim Serrasqueiro (delegado de saúde do Concelho de Castelo Branco) são os restantes membros suplentes. ■

A ETEPA terminou mais um ano letivo. Um ano cheio de aprendizagens, dedicação, empenho e companheirismo. São estes os elementos que compõem toda a comunidade escolar. E como referem os alunos a “ETEPA é a nossa família”, sempre que um ano termina fica em toda a comunidade escolar o sabor da vitória, mas também os saudosismos. Para os que partem foram três anos de experiências vividas em comum. Muitas foram as atividades em que a ETEPA

participou e organizou, no âmbito do teatro, da dança, das pinturas faciais, modelagem de balões, exposições de fotografia e de pintura, entre muitas outras. Os alunos participaram em congressos, visitas de estudos, ações de sensibilização e de solidariedade, momentos que proporcionaram uma aprendizagem pessoal e profissional. O ano terminou com o encerramento do ano letivo da escola do primeiro ciclo do Salgueiro do Campo e com a apresentação de diversas coreografias alusivas aos

santos populares na Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco. As Provas de Aptidão Profissional que constituem o culminar de um trabalho de 3 anos, marcaram também o encerramento do ano letivo. Para a direção, “É gratificante para todos ver os alunos chegar a momentos como estes”. O envolvimento de toda a comunidade escolar e da família constitui o que de melhor existe no Ensino Profissional. A ligação constante entre os dois lados permi-

te o sucesso do aluno, o elemento comum e o mais importante em todo este processo. No próximo ano letivo irão estar a funcionar os cursos profissionais de Animador Sociocultural, Artes Gráficas, Serviços Jurídicos, Comunicação – Marketing, Relações Públicas e Publicidade. Estão abertas as inscrições para o próximo ano letivo 2013/2014 nos cursos de Artes Gráficas, Comunicação-Marketing Relações Públicas e Publicidade e Técnico de comércio. ■


Regional · 11·

Edição 1012 • 30 de julho de 2013 • Povo da Beira

Hospital da Cova da Beira revalida estatuto de hospital universitário Depois de corrigidas algumas não conformidades o CHCB viu revalidado por mais três anos o estatuto de hospital universitário. “Uma mais valia” garante o responsável da unidade de saúde. O Centro Hospitalar Cova da Beira (CHCB) fechou com chave de ouro o processo de revalidação da acreditação pela Joint Commission International (JCI), uma comissão que controla a qualidade de hospitais em todo o mundo. A agência internacional de acreditação de instituições de saúde, com sede nos Estados Unidos, comunicou no passado dia 22 que o CHCB “é um hospital acreditado como centro médico académico”, disse Miguel Castelo Branco, presidente do conselho de administração. O certificado é válido por três anos e representa,

“o reconhecimento internacional como hospital universitário, ou seja, uma unidade de saúde assistencial, de ensino e investigação que cumpre os mais elevados padrões de qualidade exigidos pela JCI”, acrescentou o responsável. A certificação foi concedida duas semanas depois da última visita dos auditores da JCI, realizada no início de Julho, destinada a verificar procedimentos identificados como “não conformidades” durante a primeira visita, em Fevereiro deste ano. “As não conformidades foram corrigidas com sucesso em pouco mais de

três meses mercê do esforço e empenhamento coletivo dos colaboradores do

CHCB”, destacou Miguel Castelo Branco. “Somos uma organi-

Belmonte

Clarinetistas e Saxofonistas de todo o país participaram no concurso “Sons de Cabral” Belmonte recebeu, de 12 a 14 deste mês, cerca de 70 clarinetistas e saxofonistas provenientes de várias regiões do país, para participarem naquele que foi o 1º Concurso Nacional de Clarinete e Saxofone “Sons de Cabral”. Este Concurso foi da responsabilidade da Escola de Música do Centro de Cultura Pedro Álvares Cabral, que teve o apoio do Centro de Cultura Pedro Álvares Cabral, tal como da Câmara Municipal de Belmonte e da Junta de Freguesia de Belmonte. A Escola de Música do CCPAC, teve esta iniciativa para colmatar um pouco a falta de divulgação dos instrumentos de sopro na região do interior. A aposta da Escola de Música foram o clarinete e saxofone, mas a escola não exclui a possibilidade de no futuro a aposta se poder estender a outros instrumentos de sopro. “Com este concurso conseguimos complementar um pouco mais a formação dos nossos estudantes, elevando assim o nível de exigência das pres-

tações dos alunos. Sendo que nesta altura do ano apenas existem dois concursos destinado a estes instrumentos, sendo um deles no Algarve e outro no norte de Portugal, os alunos que se encontram na região centro ficavam sempre em desvantagem de distância. No entanto, a adesão deste nosso 1º concurso verificou-se desde o Alentejo ao Minho” afirmam os responsáveis da escola. O objetivo desta atividade passou pela divulgação da música em primeiro lugar, em segundo

lugar dos instrumentos incluídos no concurso e dos músicos que os tocam e por último, não deixando de ter igual importância, pela fomentação de uma maior interação e envolvência entre as várias classes de clarinete e saxofone de Portugal, fortalecendo assim o laço entre escolas, professores, alunos, pais e a arte de bem-fazer música, aproveitando sempre para promover um pouco mais a região do interior e em especial a vila de Belmonte. Durante estes três dias pode-se escutar excelentes

atuações e podemos constatar que tantos os concorrentes do concurso, como os familiares que os acompanharam, saíram de Belmonte bastante satisfeitos com a forma como decorreu todo o concurso e por conhecerem uma vila tão agradável e cheia de história como a de Belmonte. O balanço que se faz do 1º Concurso Nacional de Clarinete e Saxofone “Sons de Cabral” é bastante positivo e pela adesão que se teve, tem com certeza “pernas” para prosseguir e crescer nos anos que se avizinham. ■

zação de saúde moderna, centrada no cidadão e que aposta na qualidade e se-

gurança e respeita os mais rigorosos critérios internacionais”, acrescentou. Miguel Castelo Branco admite que a acreditação contribua para aumentar a atratividade de profissionais de saúde. “As pessoas que procuram a qualidade reconhecem que um hospital acreditado é uma mais valia para o seu percurso profissional. Por isso, ao considerarem alternativas, a acreditação torna-se, provavelmente, um fator vantajoso e decisivo”, afirmou. O processo de acreditação do CHCB foi concluído pela primeira vez em março de 2010 como garante da qualidade assistencial. ■

Belmonte e Penamacor integram a Rota das Judiarias, para reabilitar e divulgar cultura judaica Portugal vai ter uma Rota das Judiarias, um percurso geográfico e cultural sobre a presença judaica no território, cuja criação contará com um investimento de cinco milhões de euros. O anúncio foi feito pela secretaria de Estado da Cultura, que adianta que a ideia é criar um "programa de levantamento, reabilitação, organização e disponibilização do património tangível e intangível relacionado com a componente judaica portuguesa", em parceria com a Rede de Judiarias de Portugal - Rotas de Sefarad, criada em 2011. A criação da Rota das Judiarias contará com um investimento de cerca de cinco milhões de euros, dos quais 15 por cento (cerca de 750 mil euros) serão suportados pelo Estado. Da Rede de Judiarias de Portugal - Rotas de Sefarad fazem parte cerca de vinte municípios do país e entidades regionais de turismo, com o objetivo de defender o património arquitetónico, histórico e cultural relacionado com a

herança judaica. "O contributo dos judeus portugueses para a história do mundo foi enorme", lê-se na página oficial da Rede na Internet, elogiando o papel do safarditas portugueses desde há mais de 500 anos em diferentes áreas, da ciência náutica à medicina. A rede inclui os municípios de Belmonte - onde existe uma forte presença da cultura judaica e onde se situa o Museu Judaico -, Guarda, Freixo de Espada à Cinta, Santarém, Tomar, Penamacor e Vila Nova de Foz Côa, entre outros. Do conselho consultivo da rede fazem parte, por exemplo, o escritor Richard Zimler, o historiador Elísio Summavielle, o rabino da comunidade judaica de Belmonte, Elisha Salas, e o embaixador de Israel em Lisboa, Ehud Gol. ■


· 12· Entrevista

Povo da Beira • 30 de julho de 2013 • Edição 1012

“Idanha pode ser um concelho faro Armindo Jacinto concorre pelo PS à Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, com o objetivo de colocar o município raiano no caminho do desenvolvimento sustentado. A candidatura do atual autarca de Idanha coloca ênfase na valorização do mundo rural. POR TIAGO CARVALHO

mente os seus governantes, e os programas do próximo quadro comunitário, no sentido de valorizarem e apoiarem este processo. Queremos que apoiem o mundo rural criando medidas de apoio à fixação de populações, medidas de discriminação positiva para empresários, medidas que apoiem o investimento em territórios de baixa densidade. Os serviços públicos do Estado devem ainda manter-se no mundo rural, porque esses serviços são fatores competitivos para o desenvolvimento das empresas e fixação das famílias.

Povo da Beira (PB): No lançamento da sua candidatura à presidência da Câmara de Idanha-a-Nova [em dezembro de 2012] assumiu como desígnio colocar Idanha-a-Nova e o mundo rural “na moda”. Como é que isso pode ser conseguido? Armindo Jacinto (AJ): O grande desafio que se coloca a Idanha-a-Nova é o desafio do desenvolvimento sustentado. Para o conseguirmos é preciso integrarmo-nos numa política nacional de valorização do mundo rural, “A ocupação P B : enquanto do mundo rural passa Referiu concelho por um desígnio publicaque se asnacional” mente que sume preo investicisamente mento que como mundo rural. Desta forma da- pretende assegurar poderá mos notoriedade ao conce- criar, nos próximos anos, lho de Idanha-a-Nova, para mais de mil postos de traque seja um espaço atrati- balho no concelho. Em vo, onde os jovens locais que setores? AJ: Antes de mais, não ou de fora queiram investir e desenvolver os seus proje- é a Câmara que vai criar mil tos. A ocupação do mundo postos de trabalho. Os mil rural, de modo a contrariar postos de trabalho que refeo despovoamento, passa ri têm a ver com a Incubapor um desígnio nacional dora de Empresas de Base e é um espaço de oportuni- Rural, associada à Central Hortofrutícola e Centro dades. Logístico Agroalimentar PB: Considera, por- do Ladoeiro, e às unidades tanto, que não basta im- industriais do concelho de plementar políticas au- Idanha-a-Nova. Nos investárquicas, também são timentos que captámos e necessárias orientações continuamos a captar com as incubadoras de empresas nacionais. AJ: Sim. Se houver po- prevemos que sejam crialíticas autárquicas no senti- dos mil postos de trabalho, do da ocupação e valoriza- nos próximos anos. Na Inção do mundo rural, como cubadora de Empresas de acontece em Idanha, mas Base Rural, os proponenestas políticas forem con- tes indicam o número de trariadas por uma política postos de trabalhos. Só nos nacional, é muito mais difí- mirtilos, uma das atividacil atingirmos os objetivos. des na Várzea que implica Obviamente que Idanha mais mão de obra, estamos tem de fazer o seu trabalho a falar de 22 produtores, de casa, e o objetivo desta que exploram cerca de 60 candidatura é criar con- hectares. A necessidade de dições de motivação para mão de obra para estes 60 fixar aqui investimento, jo- hectares, no auge da produvens e empreendedores que ção, são 700 postos de traaliem inovação à tradição. balho, embora sazonais. A Mas queremos também in- nossa perspetiva é que o influenciar o país, nomeada- vestimento que captámos,

só em projetos de jovens tejo temos 19 habitantes/ agricultores, envolve um in- km2. Mas há geoparques vestimento na Escócia a p r o va d o e em Esde quatro panha, por “Nos investimentos milhões de e x e m p l o, que captámos e continuamos euros; são que têm 2 a captar com as cerca de 70 habitanincubadoras de novos emtes/km2. empresas prevemos presários É preciso que sejam criados mil agrícolas encontrar postos de trabalho” que se vão equilíbrios instalar em populaIdanha-acionais, de -Nova. modo a que haja uma perspetiva de desenvolvimenPB: Quais são os pi- to. É necessário haver um lares estratégicos do pro- equilíbrio entre população jeto do PS para Idanha-a- ativa, população que já se -Nova? aposentou e população joAJ: O nosso objetivo é vem, que é o futuro da cofazer de Idanha-a-Nova um munidade. município com acentuado desenvolvimento sustenPB: Atendendo às tado. Apostar numa estra- potencialidades do munitégia de desenvolvimento cípio, que papel deve ter assente em atividades eco- Idanha-a-Nova no contexnómicas como a agricul- to de afirmação do distrito tura, as agroindústrias, de Castelo Branco? o turismo e as indústrias AJ: Idanha-a-Nova, criativas. Com isto conse- pela sua dimensão geográfiguimos uma diferenciação ca e riqueza de património clara, que conduz à fixação natural, histórico e cultude populações e ao desen- ral, é um concelho que se volvimento sustentado do diferencia e pode arrastar território, contrariando o outros territórios para o dedespovoamento e conse- senvolvimento do mundo quente desertificação a que rural. O distrito de Castelo tem sido sujeito desde os Branco é essencialmente anos 50. um distrito do mundo rural, com muitas regiões de PB: A desertificação baixa densidade. Embora o do território de Idanha- eixo Castelo Branco – Fun-a-Nova é um fenómeno dão – Covilhã seja um eixo que acontece há décadas. de desenvolvimento para o Contrariá-lo é a maior di- distrito, todos os municíficuldade que existe? pios têm possibilidade de AJ: É, porque não contribuir para o desenvoltem havido vimento do uma polítiterritório. E ca nacional o concelho “O nosso objetivo para conde Idanhaé fazer de Idanha-a-Nova trariar este -a-Nova um município fenómeno. pode ser, com acentuado É um fecomo tem desenvolvimento nómeno da sido apelisustentado” Europa e dado, um de alguns concelho territórios farol no do mundo. Na União Eu- propósito de valorizar e dar ropeia é um fenómeno que notoriedade ao mundo ruacompanha outros países ral enquanto espaço captadesenvolvidos, que também dor de investimento e gente têm territórios de baixa jovem. densidade. Em Idanha temos 7 habitantes/km2 e no PB: Referiu anteriorâmbito do Geopark Natur- mente o Geopark Natur-

tejo. Idanha foi um dos primeiros municípios a impulsionar a aposta no mundo rural. AJ: Idanha-a-Nova faz parte do Geopark Naturtejo, conjuntamente com outros cinco municípios. É um dos concelhos que tem contribuído de forma positiva para o desenvolvimento e dinamização deste geoparque. O facto do Geopark Naturtejo estar sob os auspícios da Unesco e de haver outras candidaturas a ser preparadas no mesmo sentido, são argumentos diferenciadores para nos afirmarmos no mercado global. Hoje são necessários esses argumentos para ganhar notoriedade, depois há que os trabalhar com instrumentos de estabilidade económico-financeiros, sociais e culturais, de modo a ganhar credibilidade. PB: O concelho de Idanha-a-Nova situa-se numa região raiana. Que parcerias é importante desenvolver com Espanha? AJ: Entendemos que o município de Idanha, para atingir os objetivos de desenvolvimento sustentado, não pode trabalhar sozinho. Tem de o fazer com parcerias, consciente que o ‘networking’ é o caminho para obter resultados posi-

tivos. Obviamente que uma das nossas principais oportunidades é aproveitar a proximidade com Espanha. Repare que Idanha-a-Nova é o concelho português que tem maior área fronteiriça com Espanha, o que representa uma oportunidade de desenvolvimento, de troca de experiências e oportunidades de negócios, mas também de troca de tecnologia e ainda na área da educação. Temos participado ativamente em projetos de desenvolvimento comum com ‘ayuntamientos’ espanhóis, com os nossos parceiros da ‘diputación’ de Cáceres e com a junta da Extremadura espanhola. A Feira Raiana representa esse desejo. Surgiu para aproveitar programas comunitários e estreitar relações, mas hoje resulta da necessidade que os nossos empresários e as nossas regiões têm de crescer. Espanha é uma oportunidade de desenvolvimento económico, social e cultural. PB: A Federação Portuguesa de Turismo Rural tem sede em Idanha-a-Nova, o que deduzo reconhecer a importância deste tipo de turismo no interior. O que fazer para aumentar as dormidas no território?


Entrevista · 13·

Edição 1012 • 30 de julho de 2013 • Povo da Beira

ol na valorização do mundo rural”

AJ: A Federação Portuguesa de Turismo Rural tem um grande papel no desenvolvimento e valorização do mundo rural, e atua como interlocutora junto do Governo e instâncias nacionais e comunitárias. Portugal tem de olhar para o mundo rural como um grande potencializador e captador de fluxos turísticos. Se isso acontece em países como França, Alemanha e Áustria, por que não aqui? Em França o fluxo de turismo em espaço rural contribui com 20.000 milhões de euros por ano para o PIB [Produto Interno

Bruto] francês; na Áustria há 22 milhões de dormidas por ano no turismo rural. O turismo rural também pode dinamizar a economia portuguesa de forma significativa, mas é necessário haver políticas que permitam outra promoção do mundo rural, em conjunto com todas as atividades que se desenvolvem nesse território. PB: Uma fatia significativa da população do concelho de Idanha-a-Nova está envelhecida. Quais são as propostas do seu projeto para a população mais idosa?

AJ: Sempre desenvol- ral, o concelho de Idanha vemos políticas de apoio tem uma coesão territorial aos mais idosos do conce- impressionante, fruto do inlho. Entendemos que umas vestimento nos últimos 25 das melhores formas de anos. Temos um conjunto fixar pessoas e economia é de acessibilidades e infraapoiar aquela que é a franja estruturas que dão uma mais significativa da nos- resposta muito positiva às sa população: pessoas que nossas populações. Haverá já estão reformadas e que sempre investimentos para precisam de apoio. Hoje fazer, haverá sempre infratemos uma rede de nove estruturas para concretilares de terceira idade, o zar e manter, mas a nossa Cartão Raiano+65 e outras aposta vai ser na economia medidas que dão qualidade e no social. Essas são as de vida aos nossos idosos. grandes obras que temos Vamos continuar a apoiar de trabalhar com os nossos toda a rede de lares e de empresários, as nossas inscentros de dia, manter os tituições e as populações do apoios existentes aos idosos território. É fundamental e ainda implementar medi- corrigir aquilo que ainda das no apoio à saúde, se- não se conseguiu corrigir em Portugurança e gal, que é animação. a coesão Temos ain“Espanha é uma económica da um dos oportunidade de desenvolvimento e social. melhores económico, social complexos e cultural” P B : termais da Quais deEuropa, vem ser as em que os idosos do concelho de Ida- competências das juntas nha e os munícipes de uma de freguesia na implemenforma geral têm acesso em tação de políticas autárcondições muito vantajo- quicas? AJ: As juntas de fresas. Queremos continuar a criar medidas que façam guesias, apesar de recentecom que viver no concelho mente terem sido depreciade Idanha seja uma opção das no seu papel, sobretudo pela qualidade de vida que pelo atual Governo, que promoveu a extinção de aloferece. gumas delas, têm um papel PB: Idanha está do- extremamente importante, tada de todas as grandes porque estão mais perto obras públicas necessárias das populações. Temos o para fomentar a econo- propósito de protocolar com as juntas de freguesia mia? AJ: De uma forma ge- competências que perten-

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cem às câmaras municipais, mas que permitem dar uma resposta mais imediata e de maior qualidade às populações. Na respetiva junta de freguesia, as pessoas podem ter uma pequena loja do cidadão que responda às suas necessidades. PB: Está definida a equipa de pessoas que o acompanha no projeto autárquico do PS? AJ: Já está definida. Em termos de Câmara Municipal queremos continuar com as pessoas que estão. Saiu o engenheiro Álvaro rocha, que era o presidente da Câmara, mas continua a equipa que o acompanhava. Vamos apenas acrescentar mais alguns nomes ao elenco que se candidatará. Em termos de Assembleia Municipal apostamos em pessoas jovens e que representam as diversas freguesias do concelho de Idanha-a-Nova. Apostamos em gente jovem e dinâmica nas freguesias. ■

O candidato

Armindo Jacinto concorre pelo PS à Câmara Municipal de Idanha-a-Nova nas eleições do dia 29 de setembro. É o atual presidente do município, após renúncia do anterior autarca, Álvaro Rocha. Armindo Jacinto desempenhou as funções de vice-presidente da Câmara de Idanha-a-Nova durante 12 anos. O candidato socialista tem 49 anos, é natural de Idanha-a-Nova, mas tem raízes em Penha Garcia, freguesia onde mantém o recenseamento. Hoje divide a sua residência entre Penha Garcia e Castelo Branco. Armindo Jacinto é formado em Engenharia de Produção Agrícola, pela Escola Superior Agrária de Castelo Branco. Além de desempenhar as funções de presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, é também presidente da empresa intermunicipal de turismo Naturtejo, vice-presidente da Entidade Turismo Centro de Portugal e vice-presidente da Federação Portuguesa de Turismo Rural. ■

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· 14· Proença-a-Nova

Povo da Beira • 30 de julho de 2013 • Edição 1012

Promete a mesma humildade, a mesma vontade, a mesma ambição

João Paulo Catarino aposta no apoio aos empresários e criação de emprego POR PAULO JORGE MARQUES João Paulo Catarino apresentou a sua recandidatura à Câmara de Proença-a-Nova, para aquele que será, por imposições legais, o terceiro e último. A cerimónia teve lugar no Parque Urbano de Proença e reuniu mais de 700 pessoas, entre militantes, amigos e apoiantes. Diversas figuras do PS estiveram presentes, desde Joaquim Morão, presidente da distrital do PS, a deputada Hortense Martins, e os candidatos à câmara de Castelo Branco e Vila Velha, Luís Correia e Luís Pereira, respectivamente . As listas para as juntas de freguesia são as seguintes: União das freguesias de Sobreira Formosa e Alvito, Joaquim Farinha e António Alberto; união das freguesias de Peral e Proença Jorge Cardoso, Abílio Baltazar, Fernanda Cardoso e Assis Ramos; Montes da Senhora, Nuno Abade, Micael, Magda Ribeiro e São Pedro do Esteval Paulo Cardoso e Luís Gonçalves. A lista para a Assembleia Municipal é encabeçada por Arnaldo Cruz, seguindo-se Margarida Cardoso, Fernando Martins e PUB

Vítor Bairrada. Para a Câmara Municipal a lista apresenta a mesma composição da anterior: João Paulo Catarino, João Lobo, Helena Mendonça e João Manso. Acrescenta-se Catarina Dias. João Paulo Catarino promete a mesma humildade, a mesma vontade, a mesma ambição, a mesma proximidade, “o mesmo orgulho em ser um de vós e que vocês escolheram para ser o presidente da câmara municipal”. Catarino propõe-se continuar com as suas equipas, o trabalho que tem vindo a realizar ao longo destes oito anos. Destacou desse trabalho algumas das obras realizadas ou concluídas no último mandato: variante Sul Padre António Sousa; Centro Educativo de Proença-a-Nova; saneamento básico nas Atalaias, Pucariço, Pedra do Altar, Estevês; Vale Videiros e as obras em curso nas Moitas; novo espaço em Sobreira Formosa para Mercados e Feiras; repavimentação da estrada que liga São Pedro, Redonda, Pergulho, Vale D’ Água e EN 241-1; 1ª fase de requalificação do PEPA; reconversão dos antigos escritórios da Sotima para incubadora de empre-

sas; requalificação em praticamente todos os aglomerados populacionais e apoio ao movimento associativo. Na área Social, no apoio concreto às pessoas destaca as obras de reabilitação a mais de vinte residências de famílias carenciadas; o Cartão Social Municipal e todas as vantagens que ele proporciona a todos os seus detentores; a loja social, o banco alimentar e os transportes municipais; a colónia de férias gratuitas; dezenas de formações nas áreas de informática, bordados, costura, etc, em várias localidades; as feiras temáticas, exemplo — feira das tigeladas e a ginástica sénior para aproximadamente 200 pessoas em todo o Concelho. Na ação social escolar

refere os transportes escolares; os transportes escolares para deficientes; a comparticipação no pagamento dos passes escolares; a redução ou isenção da componente de apoio à família no prolongamento e refeições escolares; estágios curriculares a várias dezenas de estudantes do concelho e bolsas de estudo para o ensino superior, para o ano 2012-2013; A Universidade Sénior com disciplinas de Inglês, tecnologia de informação, Cultura Geral, Psicologia Emocional, etc. etc.; disciplinas leccionadas por professores em regime de voluntariado. “Este é um grande exemplo de como se consegue fazer muitas coisas com pouco dinheiro, basta as pessoas acreditarem que

podem ajudar e acreditar em nós e no nosso trabalho”. O autarca realçou que, apesar da enorme crise em que vivemos mantiveram todas as iniciativas que vinham do 1º mandato, criaram novas ofertas como a Universidade Sénior. “Quando o governo aumentou tudo o que era possível e imaginário, nós mantivemos todas as oferta acrescentando-lhe outras e reduzimos os preços das nossas taxas e serviços através do nosso cartão social. Apoiando quem mais precisa de apoio, reduzindo ou mantendo os valores da Componente de Apoio à Família nas escolas, baixámos o IMI naquilo que a lei permitia. A única taxa que aumentámos ligeiramente foi a água e, mesmo assim, a Câmara continua a subsidiá-la. Tudo isto só é possível porque gerimos com rigor ao longo destes anos e temos hoje uma saúde financeira na autarquia que nos permite ajudar as famílias que mais precisam e às outras não lhes agravar as dificuldades”, frisou. Catarino apresentou depois alguns projectos que podem continuar a contar para os próximos quatro anos: continuar a requalificar as vilas e aldeias; o acesso à zona industrial de Proença-a-Nova e o mercado municipal. “Temos em carteira e totalmente concluídos mais de 30 projectos, aguardo fontes de financiamento, nomeadamente o próximo quadro comunitário”.Mas disse que a prioridade é sem dúvida o Parque empresarial de Proença-a-Nova. “Continuaremos a oferecer a quem queira investir em condições únicas para a instalação de empresas e criação de emprego”, sublinhou, acrescentando que “não esqueceremos os empresários que se encontram no concelho há já vários anos e que têm mantido aqui as suas empresas criando em Proença-a-Nova riqueza e distribuindo pelos seus empregados. Foi para apoiar os empresários que criámos o projeto de segurança alimentar de que beneficiam hoje mais de 150 empresas do concelho”. Referiu depois o Projeto Finicía e as empresas do con-

celho que têm contratualizado com a Pinhal Maior mais de dois milhões de euros de apoios comunitários para projetos de modernização e ampliação, valor este disponibilizado em perfeita articulação com a autarquia de Proença-a-Nova. “Tudo quanto tem estado ao nosso alcance tem sido tentado para minorar os efeitos terríveis da crise que atravessamos”, conclui. O mandatário da Campanha, António Gil, realçou que em equipa vencedora não se mexe. “Esta gente que tem conduzido o nosso Concelho é gente de trabalho, com competência e rigor. E eu, que os conheço bem a todos e com eles partilho ideais, atrevo-me a dar a cara pelo seu bom senso, empenhamento e dedicação à causa pública”. “Da obra feita, todos nós temos conhecimento, bem como das dificuldades para dinamizar um pequeno concelho do interior como o nosso”, salientou ainda, destacando que “da obra por fazer e embora possa parecer que já está tudo feito, pelo menos no que diz respeito às grandes infra-estruturas, não nos esqueçamos que aqui também se reflectem, mesmo que em menor escala, os graves problemas sociais que o País atravessa, dos quais o desemprego não será o menor.” A terminar, deixou um repto a todos estes candidatos a cargos públicos: “Reconheço que é preciso coragem para assumir responsabilidades nos tempos difíceis que atravessamos, sobretudo para aqueles que agora deram o seu primeiro passo em frente e que partem na expectativa de mostrar serviço, já que os outros se podem escudar um pouco na obra feita. Para uns e outros, porém, vai o alerta de que nada está ganho antecipadamente. É preciso ganhar ou reganhar a confiança do eleitorado. Os votos contam-se no fim!” Joaquim Morão, na sua intervenção arrancou muitos aplausos, ao elogiar o recandidato João Paulo Catarino como uma pessoa competente, seria, humilde e trabalhadora, dizendo que o povo de Proença pode confiar na sua competência e rigor. ■


Oleiros · 15·

Edição 1012 • 30 de julho de 2013 • Povo da Beira

De 7 a 11 de agosto

Cultura, natureza, gastronomia, arte, música, artesanato, espetáculos e atividades económicas marcam esta edição da Feira do Pinhal POR PAULO JORGE MARQUES

A edição deste ano terá como temática os 500 anos da atribuição do foral, considerado pelo autarca como um aspeto fundamental na preservação da nossa memória concelhia “um momento único e um marco da nossa história.” Este ano a organização tentou manter o mesmo número de Stands do ano passado, estabilizando assim a área de exposição tendo sido atingida a dimensão ideal. A Feira do Pinhal é uma feira temática que se realiza todos os anos na vila de Oleiros. Sendo o Pinhal uma das maiores riquezas da região, Oleiros estimula a sua preservação e faz deste certame um dos melhores meios promotores desta riqueza. Tendo começado por ser uma feira de artesanato local, depressa se tornou numa feira de actividades económicas, afirmando-se cada vez mais como um evento de capital importância no âmbito da dinamização sócio-económica da Região Centro. Este certame tem vindo a contar todos os anos com um grande número de expositores. Na primeira edição, em 2000, contou com 28 expositores, tendo este número aumentado para 123, na última edi-

ção. Tem vindo a realizar-se anualmente, embora no ano 2003 tivesse sido cancelado, devido ao enorme incêndio que assolou a região. No ano 2005 houve um boom, não só a nível do número de expositores, como também no que diz respeito à área ocupada, contando com a presença de um maior número de expositores do ramo automóvel, máquinas agrícolas e florestais. Foi também nesta edição que o certame mudou a sua localização para um espaço mais agradável e integrado, situado no centro da vila. Os visitantes desta feira poderão ficar a conhecer não só os recursos naturais, culturais e económicos da região, como também desfrutar dos Sabores do Pi-

nhal, tais como o cabrito estonado, o maranho, os peixinhos do rio, o bolo de mel, a aguardente de medronho e o vinho Callum. Deste modo, dá-se continuidade a toda uma estratégia de apoio ao turismo local. Tratando-se de uma feira temática, conta todos os anos com a realização de um colóquio, numa iniciativa destinada a promover os recursos da região. A animação é levada a cabo por um espectáculo piromusical, concertos e animação de rua. Na última edição realizou-se a 1ª Mostra das Actividades Musicais do Concelho. Este evento representa assim uma oportunidade única para todos os agentes económicos promoverem a sua imagem, marcas e

produtos, realizarem negócios e, consequentemente, contribuírem para o desenvolvimento da região do Pinhal. Os objetivos do certame são: dinamizar a fileira agro-florestal da região; revitalizar o tecido empresarial do concelho; valorizar os recursos naturais, gastronómicos e culturais da região, assim como estimular a sua preservação, promover a imagem e a marca dos produtos locais e de todo o potencial turístico do concelho e divulgar e promover as iniciativas e projectos de âmbito local que decorrem ou irão decorrer na região Este ano há cerca de 191 inscritos, quatro desistências e 23 em lista de espera, pelo facto de já existirem vários participantes do

mesmo ramo de atividade. Há 33 novos stands e 131 stands antigos. A proveniência dos participantes é vasta: desde Oleiros, Mação, Abrantes, Alcains, Almada, Lamego, Santarém, Seixal e Viseu, entre outros. O grande forte da feira é o artesanato. Destaque para os arraiolos, artesanato em madeira, bancos de cortiças, bordados, rendas, calçado, cestos em verga, pipos de madeira, entre outros. Estão ainda presentes stands de outras áreas, desde apicultura, automóveis, bijuterias, carpintarias, construção civil, segutros, serralharia civil, restauração, mármores, juntas de freguesia, escolas, decoração de interiores, entre outros.

A apresentação do certame, que vai já na sua 13ª edição, considerado como um evento de capital importância no âmbito da dinamização socioeconómica da região, decorreu no Hotel de santa margarida, o que constitui um motivo de orgulho pra o presidente José Marques, uma vez que é primeira vez que o evento é apresentado em Oleiros, agora que foi criado o novo hotel, um sitio condigno, como disse José Marques Ao longo dos anos, “Destacando que a nova estrada 238 que liga Oleiros à Sertã é mais-valia colocando o concelho mais próximo dos grandes centros, o autarca sublinhou que esta feira tem-se atualizado superando-se ano após ano o que se traduz na atração e fidelização de muitos expositores e visitantes”. Animação variada O cartaz de animação e traz, no dia 7 há o espetáculo Platinium ABBA (tributo aos ABBA), dia 8 atua o cantor Toy, no dia 9 haverá um grande espetáculo com o grupo de teatro aéreo argentino a apresentar o "Voilá Station" nos céus do recinto da feira e na madrugada de domingo para segunda feira, dia 12, o espetáculo piromusical Rock n’ Fire a cargo da Pirotecnia Oleirense. ■

No dia 4 de agosto

Proposta levada à reunião do executivo

POR PAULO JORGE MARQUES

POR PAULO JORGE MARQUES

A 13.ª edição do HARMOVASO – Festival de Harmónios e Cantares ao Desafio - promovido pela Associação Recreativa de Vale do Souto (ARCVASO) já está à porta e no dia 4 de agosto todos os caminhos levarão até ao Vale do Souto, na freguesia do Mosteiro, Oleiros. A exemplo das edições anteriores, não faltarão tocadores de Harmónios e

A Câmara Municipal de Oleiros aprovou uma proposta de redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para 2014, numa variação entre os 25 e os 28,5% que beneficia todos os proprietários no concelho. De acordo com a proposta levada à reunião do executivo, a taxa de IMI para os prédios urbanos já

Está aí a 13.ª edição do Harmovaso

Concertinas e Cantadores ao Desafio. São esperados milhares de pessoas, fazendo jus ao sucesso de anos anteriores de um evento já consolidado e que faz parte do cartaz turístico do concelho. Com

o slogan “Harmónios é no Vale do Souto”, este evento - que integra ainda o Festival de Concertinas -, faz do Vale Souto a capital do Harmónio, atraindo gente dos mais variados pontos do país até ao concelho de Oleiros. ■

Redução do Imposto Municipal sobre Imóveis avaliados nos termos do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (CIMI) vai descer dos atuais 0,4 para 0,3, numa diminuição de 25%. Para os restantes prédios urbanos, o município passará a cobrar 0,5, em detrimento da atual taxa de 0,7 o que representa um redução de 28,5%. Também no que se refere à participação variável no IRS, a exemplo de anos anteriores, a Câmara de

Oleiros propõe prescindir dos 5% a que tem direito anualmente, em benefício dos contribuintes residentes no concelho. Com esta última medida pretende-se fomentar a melhoria das condições de vida dos residentes, aliviando a sua carga fiscal e aumentando o seu rendimento disponível, ao mesmo tempo que se potencia a atração de novos habitantes. ■


· 16· Sertã

Povo da Beira • 30 de julho de 2013 • Edição 1012

Restauro da Igreja

Visita à obra na Igreja da Misericórdia da Sertã POR PAULO JORGE MARQUES

A Santa Casa da Misericórdia da Sertã e a Signinum Gestão de Património Cultural Lda promoveram uma visita à Obra da Igreja da Misericórdia na Sertã orientada para as crianças do CATL o Pinheirinho. Equipados a rigor, as crianças que frequentam o Catl do Pinheirinho da Santa Casa da Misericórdia da Sertã foram ontem em visita à obra de reabilitação e restauro da Igreja da Misericórdia da Santa Casa da Misericórdia da Sertã. Mais de 20 crianças, entre os 7 e os 12 anos, ficaram a conhecer este projecto de valorização do pa-

trimónio da Santa Casa da Misericórdia da Sertã. Há chegada à Igreja da Misericórdia as crianças foram equipadas com o equipamento de proteção e lá foram encaminhadas pelos restauradores que têem a cargo a intervenção.

500 anos de Foral

Feitos médicos do património, os restauradores mostraram às crianças de que é feito o património e sobretudo de que males sofre o património. A juntar aos mais de 300 anos dos azulejos, da talha dourada, das pinturas, este patrimó-

nio também sofre com os bichinhos da madeira, as infiltrações e com as poeiras entre tantas outras patologias que as crianças puderam conhecer. No final da visita Ana Ferreira da Signinum, Gestão de Património Cultural

perguntava aos visitantes " O que vão contar aos vossos pais desta visita?" Foram várias as respostas: "o ouro";" os bichos (os da madeira)"; o Jesus (dos azulejos); "a cola de coelho" (do douramento); etc. A visita terminou com uma

Maratona de Leitura

Concertos

Biblioteca Municipal promoveu segunda edição POR PAULO JORGE MARQUES

POR PAULO JORGE MARQUES

No fim de semana de 27 e 28 de julho, realizaram-se dois concertos no âmbito das comemorações dos 500 anos do Foral. A 27 de julho, sábado, a Igreja Matriz de Cernache do Bonjardim recebeu o concerto da Filarmónica Aurora Pedroguense. Sob a direção do maestro Pedro Cordeiro, foram interpretadas diversas obras: “Amores de Pedrogão” (António Lourenço), “Ammerland” PUB

foto de grupo e com a promessa de voltarem à Igreja da Misericórdia depois da intervenção concluída. Esta visita, organizada pela Santa Casa da Misericórdia da Sertã e pela Signinum, teve por objetivo dar a conhecer a Igreja da Misericórdia numa perspectiva de obra e foi pensada sobretudo para que o momento de intervenção possa ser também um momento de reflexão e um momento de sensibilização para o património. Foi dado um passo para que estes jovens possam tornar-se agentes activos na preservação do património e adquiram gosto pelo património que lhes foi legado. ■

(Jacob de Haan), “Concerto d'Amore” (Jacob de Haan), “Antonin's New World” (Antonin Dvorak, arr.: Dizzy Startford), José Cid Medley (Arr.: David Correia), “Bodas de Diamante” (Amílcar Morais). No dia seguinte, domingo, 28 de julho, a Capela de Nossa Senhora da Confiança, Pedrógão Pequeno, foi palco do concerto do pedroguense David Ferreira (guitarra clássica), tendo como convidados Simão Francisco (flauta) e Bruno Cruz (trompa). ■ PUB

De 13 para 14 de julho, e pela segunda vez, a Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes, na Sertã, “leu” durante 24 horas. Foi a segunda edição daquela iniciativa inédita no país em que as 24 horas foram inteiramente dedicadas a leitura. Passavam poucos minutos das 10 horas de 13 de julho, quando arrancou a Maratona de Leitura: o mote foi dado por José Farinha Nunes, Presidente da Câmara Municipal da Sertã, que deu as boas vindas, sublinhou a melhoria da qualidade de vida possibilitada pela leitura e leu alguns excertos do foral manuelino. Seguiram-se leituras de contos, autores locais, história local, lendas, histórias para crianças, poesia, romance, canções, comédias e anedotas, policiais, literatura fantástica/

terror, biografias e, para finalizar, literatura religiosa. Englobadas na Maratona de Leitura, decorreram paralelamente várias iniciativas: “Foral de A a Z” e caracterização à época do século XVI com roupas, pinturas faciais e penteados. Ainda no âmbito daquela iniciativa, realizou-se o espetáculo “adVERSUS”, na Casa da Cultura da Sertã, com o objetivo de promover hábitos de leitura, onde os intervenientes tiveram a possibilidade de dizer o mundo com as palavras PUB

dos poetas. Aquele espetáculo assumiu-se como um concentrado de sonhos, contendo substâncias ativas com efeitos imediatos na forma como se olha o mundo em redor. A Maratona de Leitura finalizou cerca das 10 horas de 14 de julho, perfazendo 24 horas a ler. A encerrar, Cláudia André, Vereadora da Câmara Municipal da Sertã, fez o balanço da iniciativa: “Contámos com mais de 150 leitores, muitos deles com várias participações ao longo das 24 horas, PUB

que leram em voz alta mais de 350 textos de partes de mais de 120 obras, de todos os géneros literários: poesia, histórias para crianças, canções, lendas, contos, comédia, romances, policiais, literatura fantástica e de terror, história, e por fim, literatura religiosa. ” O encerramento da Maratona de Leitura contou com a presença de Vera Oliveira, da Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas. Refira-se que a maratona contou com a participação de grupos dos dois agrupamentos de escuteiros do concelho. Ao longo das 24 horas de leitura, foram sorteadas ofertas pelos participantes: livros, plantas, enchidos, queijos, bolos secos, saco com lembranças diversas, vales de refeições, vales de massagens, vales de cabeleireiro, vales de desconto em compras e um secador de cabelo. ■


Vila de Rei · 17·

Edição 1012 • 30 de julho de 2013 • Povo da Beira

XXIV Feira de Enchidos, Queijo e Mel arranca em grande POR PAULO JORGE MARQUES

A XXIV edição da Feira de Enchidos, Queijo e Mel, organizada pela Câmara Municipal de Vila de Rei e pela Pinhal Maior, abriu as suas portas na tarde de 27 de julho, levando milhares de pessoas ao Parque de Feiras de Vila de Rei. A inauguração contou com a presença do Secretário de Estado da Administração Local, António Leitão Amaro, e de Irene Barata, Presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, que, após a recepção oficial no Salão Nobre

do edifício dos Paços do Concelho, realizaram uma visita aos cerca de 110 expositores do evento. Para a Presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Irene Barata, “a XXIV edição da Fei-

ra de Enchidos, Queijo e Mel começou da melhor forma, trazendo já milhares de visitantes à sede do nosso Concelho. Com uma programação variada e mais de uma centena de expositores que mostram

o melhor do artesanato, enchidos, queijo e mel da zona centro do País, esperamos continuar com esta grande afluência de pessoas, fazendo desta edição da Feira mais um enorme sucesso.” ■

Passeio Pedestre “Rota das Conheiras”

Grupo de Caminhantes CAOS visita principais pontos turísticos de Vila de Rei POR PAULO JORGE MARQUES

O Concelho de Vila de Rei recebeu, no fim-de-semana de 13 e 14 de Julho, 70 pessoas pertencentes ao Grupo de Caminhantes CAOS, que aproveitaram para conhecer alguns dos principais pontos turísticos Vilarregenses, numa iniciativa que contou com o apoio da Câmara Municipal de Vila de Rei e de algumas empresas locais. O primeiro dia foi marcado pela realização do Passeio Pedestre “Rota das Conheiras”, que liga a Aldeia do Xisto de Água Formosa à Praia Fluvial do Pe-

nedo Furado, com paragem no Lagar da Ferrugenta. O grupo de aventureiros partiu depois para o Parque de Campismo Rural do Bostelim, onde pernoitou. No segundo dia do fim-de-semana, os participantes puderam optar por realizar um passeio de

16 de Agosto

Assembleia Geral Eleitoral do Vilarregense F.C. POR PAULO JORGE MARQUES

O Vilarregense Futebol Clube irá realizar, pelas 21:00 horas do dia 16 de Agosto, uma Assembleia Geral Eleitoral, marcada para a Sede do Clube, no Largo Eugénio Tavares Ribeiro, em Vila de Rei. O ponto único da Assembleia é a eleição dos órgãos sociais do clube para os próximos três anos. A entrega das listas

concorrentes poderá ser feita até 24 horas antes do acto eleitoral, junto do Presidente da Assembleia Geral do Vilarregense Futebol Clube. ■

canoagem, com início e fim na zona balnear da Zaboeira, e rappel, na ponte que liga os Concelhos de Vila de Rei e Ferreira do Zêzere, ou por, no local do descanso da noite anterior, realizar o Passeio Pedestre “Rota do Bostelim”. Muitos dos participan-

tes visitaram o Concelho de Vila de Rei pela primeira vez, mostrando-se “fascinados pelas paisagens lindíssimas” e “agradecendo à Câmara Municipal de Vila de Rei pelo apoio e fomentação do melhor que o nosso Portugal tem.” Paulo César, Vereador do Pelouro do Turismo, salienta que “a Autarquia de Vila de Rei mostra-se sempre disponível para apoiar iniciativas deste género, que permitem dar a conhecer as maravilhas do nosso Concelho a pessoas que nunca nos visitaram antes e que ficam sempre com vontade de repetir a visita.” ■

2ª Feira de Usados e Artigos em 2ª Mão repetiu sucesso POR PAULO JORGE MARQUES

O Jardim da N.ª Senhora da Guia, em Vila de Rei, recebeu, durante o dia 14 de Julho, a 2ª Feira de Usados e Artigos em 2ª Mão. A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Vila de Rei, contou com uma dezena de expositores e com muito público interessado em adquirir os produtos disponíveis por preços mais baixos que o habitual.

Para a Presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Irene Barata, "a 2ª Feira de Usados e Artigos em 2ª Mão conseguiu, uma vez mais, o seu objetivo de proporcionar, a compradores e vendedores, excelentes oportunidades de negócios. Perante a actual conjectura económica, este tipo de iniciativas assume, cada vez mais, uma enorme importância para todos os que procuram produtos em perfeito estado de utilização a baixos custos." ■

POR PAULO JORGE MARQUES

A partir de Dezembro deste ano

Produtos tradicionais Vilarregenses presentes em loja em Lisboa

Os produtos tradicionais do Concelho de Vila de Rei estarão disponíveis, a partir de Dezembro deste ano, para todos os habitantes e visitantes da cidade de Lisboa. O novo espaço comercial será sediado no Largo do Intendente, uma das zonas da capital que tem vindo a ser restaurada e recuperada. A acção partiu de uma iniciativa conjunta dos municípios pertencentes à Pinhal Maior, Vila de Rei, Sertã, Oleiros, Proença-a-Nova e

Mação, que, através de um protocolo de colaboração, irão levar à capital do País os produtos endógenos da Zona do Pinhal. Para o Vereador do Pelouro do Turismo, Paulo César, “esta iniciativa irá permitir dar a conhecer os produtos endógenos Vilarregenses, bem como a sua inegável qualidade, a um vasto número de pessoas, contribuindo para divulgar o nome de Vila de Rei e todas as suas potencialidades culturais, turísticas e gastronómicas. ■

Promover e divulgar as potencialidades

Concurso de Fotografia “Padre João Maia” já tem vencedores encontrados

O Concurso de Fotografia “Padre João Maia”, este ano subordinado ao tema “Rota dos Elementos: A Água – Fontes de Mergulho e Moinhos”, tem já os seus vencedores definidos, ficando os trabalhos a concurso em exposição na Biblioteca Municipal José Cardoso Pires, de 27 de Julho a 15 de Setembro. O concurso, que teve este ano a sua sétima edição, tem o objectivo de promover e divulgar as potencialidades culturais, turísticas e etnográficos do Concelho de Vila de Rei. A fotografia “O Rodízio”, de Sandrina Duarte, foi a vencedora do concurso, ficando “A Azenha”, de Francisca Vieira, na segunda posição. O terceiro lugar foi novamente para Sandrina Duarte, com a foto “Erosão do Tempo”. O júri decidiu ainda premiar com Menção Honrosa as fotografias “Fora de

horas”, de Maria da Luz Rodrigues, e “Caminho-de-ferro”, de Sandrina Duarte. A avaliação dos trabalhos por parte dos júris teve em conta a integração das fotografias no tema do concurso, originalidade, qualidade da fotografia, criatividade e forma de apresentação dos factores humanos e materiais. Para Paulo César, vereador do pelouro do Turismo da Autarquia de Vila de Rei, “o sétimo Concurso de Fotografia «Padre João Maia», que contou este ano com a maior participação de sempre, com 18 participantes e 53 fotografias a concurso, é, cada vez mais, uma importante forma de promover o enorme potencial turístico e cultural do nosso Concelho, através da captação de imagens que mostram o melhor do que Vila de Rei tem para oferecer.” ■


· 18· Desporto

Povo da Beira • 30 de julho de 2013 • Edição 1012

Nos dias 7 e 8 de setembro

Baja TT Proença-Oleiros “já acelera” POR PAULO JORGE MARQUES

A Escuderia Castelo Branco vai organizar mais uma edição da Baja TT, nos dias 7 e 8 de Setembro, com realização nos concelhos de Proença e Oleiros. A linha estrutural da prova não difere muito da dos anos anteriores. O TT volta a partir de Proença-a-Nova, vila junto à qual se vai realizar também a super-especial (inédita) e mantém-se o esquema de uma dupla passagem por um circuito com cerca de 150 Kms (90 + 150 para motos, quads, utv e buggies), interrompido por uma neutralização e assistência a meio, bem no centro de Oleiros, enquadrado na vida ativa da população. As motos terão ainda um outro ponto de assistência a meio do percurso maior, para permitir abastecimentos. Pretende-se com esta ação estimular, de forma incondicional, a chegada dos fantásticos do TT de competição e o tecido socioeconómico da região que tão bem sabe receber. Realce-se que esta prova fantástica, elogiada por

todos os intervenientes, apoia-se numa morfologia do terreno única para a prática do TT, com estradões florestais, picadas, aceiros, ribeiras e montanha. Esta é a terceira prova, organizada pela Escuderia, integrada no Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno (auto) e Campeonatos Nacionais de Todo-o-Terreno (moto-quad-buggy): conta com os apoios das câmaras de Proença e Oleiros, condição determinante para a sua realização. Isto confirma a aposta destas no desporto automóvel, bem como a confiança nas capacidades organizativas da

ECB, alicerçada em quase 50 anos de experiência neste tipo de eventos. As duas autarquias entenderam os benefícios de trazer, até às suas gentes, todo o frenesim, movimento, emoções e grande festa, tão característicos das competições do desporto motorizado. É já pelo terceiro ano consecutivo que a Escuderia Castelo Branco organiza e em infraestruturas de eleição, garantidas pelas duas edilidades, que, entusiasticamente, apoiam a sua realização. A Escuderia Castelo Branco concretiza com a

Baja TT Proença-Oleiros, uma aposta clara no TT Nacional, já que com esta organiza o primeiro de dois eventos integrados nos respetivos campeonatos, o que permitiu renovar a aposta na redução de custos para os concorrentes, com a consequente recriação do fantástico "Pack2" em vigor desde a primeira edição da prova, que tem merecido o total apoio por parte dos concorrentes. António Sequeira, presidente da Escuderia, agradeceu o apoio das diversas entidades a esta prova, desde bombeiros, forças de segurança e outras, para que

a prova seja bem realizada, bem conseguida e competitiva, e sirva para atrair pessoas aos dois concelhos do Pinhal, e que voltem mais tarde. Destacou que estas provas têm efeitos a nível da economia da região, pois atraem pessoas. “Estamos a trabalhar para fazer a prova o mais aliciante e competitiva possível, com diversas zonas espetáculo, de fácil acesso ao público”. Nuno Almeida Santos, diretor desportivo dos autos, elogiou a prova que atrai sempre muita gente. “Contamos com lista de

participantes vasta de participantes. Três dezenas de carros estarão presentes. Já houve mais, mas a crise a isso obriga. Alguns desses pilotos estão a disputar o campeonato e outros são pilotos locais”. Informou ainda que estará presente uma centena de pilotos, “o que fará com que tenhamos um espetáculo emotivo”. O vereador da Câmara de Oleiros, Vítor Antunes, realçou que “este ano teremos em Oleiros mais um motivo de atração, o Hotel de Santa Margarida que pode acolher quem quiser e permitirá que permaneçam em Oleiros nos dois dias de prova. Esta mais valia vai repercutir-se na estadia em Oleiros.” O presidente da Câmara de Proença, João Paulo Catarino, disse que “continuamos a acreditar e apoiar este projeto porque as pessoas que o organizam merecem toda a credibilidade, organizando a prova com granes níveis de segurança e o resultado tem sido excelente, tanto parta as populações como para quem nos visita”. ■

Benfica e Castelo Branco inicia nova época

Miguel Vaz, diretor desportivo

Ricardo António, treinador da equipa

António Machado, presidente do Benfica CB

Equipa do Benfica e Castelo Branco

POR JOSÉ MANUEL R. ALVES

tual "peladinha" e as instruções iniciais da equipa técnica, observamos a boa forma de alguns dos elementos, que continuam na senda da boa qualidade e o mesmo espírito de união que os guindou na época transata aos lugares cimeiros da classificação. Ricardo António, treinador da equipa encarnada, destacou a importância da prova em que estão

inseridos, traçando como meta, os primeiros lugares no campeonato. “Escolhemos para a época que se avizinha a maior parte da equipa da temporada anterior, reforçada com alguns elementos que vieram de outros clubes, pelo que julgo estarem reunidas as condições para repetirmos o sucesso verificado anteriorente”, garante o responsável técnico.

Por sua vez, Miguel Vaz, director desportivo do emblema albicastrense, afinando pelo mesmo diapasão espera um época positiva, acreditando que a equipa consiga atingir os lugares cimeiros, e se possível, a subida à II Liga do Campeonato Nacional. “Continuamos nesta época a possuir uma equipa que à partida nos transmite segurança, para poder-

Arrancaram os trabalhos dos jogadores do Benfica e Castelo Branco para a próxima época de 2013/2014, com os encarnados da capital da Beira Baixa a disputarem o Campeonato Nacional de Seniores. Perante a maioria dos atletas que compareceram no Vale do Romeiro, para a habi-

mos fazer uma temporada bastante positiva, e pensar, subir de divisão", admite. António Machado, presidente da direção do Benfica e Castelo Branco, considera reunidas as condições necessárias para que a equipa possa fazer uma época bastante positiva, embora reconheça as dificuldades perante alguns dos adversários que irão defrontar, citan-

do como exemplo, o Naval 1º Maio, Sertanense, Tourizense, e outros que poderão causar alguma surpresa “Estamos inseridos numa série onde todos os jogos são difíceis, com equipas bastante reforçadas, sendo necessária a máxima atenção para podermos atingir a meta a que nos propomos", reitera o timoneiro da "nau" encarnada. ■


Desporto · 19·

Edição 1012 • 30 de julho de 2013 • Povo da Beira

Luís Caiola, presidente da direção do Desportivo de Castelo Branco

"A formação do nosso clube é a sua maior bandeira" POR JOSÉ MANUEL R. ALVES

POVO DA BEIRA Qual o balanço que faz da época anterior? LUIS CAIOLA - A época 2012/2013, que terminou há bem pouco tempo, revelou-se uma época onde surgiram algumas modalidades novas, na pluridisciplinidade a que esta direção se propôs ao longo do mandato que executa desde 26 de Abril de 2010. Assim, naquela que é mais antiga, e a maior bandeira do Desportivo, o Futebol de Formação, são sobejamente conhecidos os resultados, onde conseguimos a manutenção no Campeonato Nacional de Iniciados, pelo segundo ano consecutivo, estivemos representados no Campeonato Nacional de Juvenis, retomámos o escalão de Juniores com um brilhante 2º lugar na classificação do campeonato distrital, os Infantis “A” foram vice-campeões distritais, e dar os parabéns a todos os mais pequenitos que também, e tão bem, representaram as cores do Desportivo. No Atletismo, modalidade que se afirmou esta época, tivemos uma adesão espetacular de atletas, o que demonstra bem que é uma modalidade que está em franca expansão e que nem só de futebol vive a juventude. Trouxemos logo no ano de estreia vários recordes distritais para o clube e o apuramento para os Nacionais de velocidade (uma palavra de incentivo muito especial para o David Ferrero e para a Andreia Breia), o que demonstra a qualidade e o empenho dos atletas nas várias disciplinas e o trabalho desenvolvido pelos treinadores. A aposta e o projeto que a Câmara Municipal tem para fomentar esta modalidade vêm ao encontro das expectativas destes jovens e dos clubes que os representam, mais uma vez demonstra que está atenta e em sintonia com as Associações e com as suas atividades, proporcionando condições e estruturas, ímpares e invejáveis a quem as

(juniores), Eduardo Lourenço, terminou o 12º ano com média superior a 19 valores (tendo conquistado o prémio de melhor atleta de formação do distrito de Castelo Branco, na gala promovida pela Associação de Futebol). O sucesso está à vista. Somos procurados por sermos referência desportiva e social.

Luís Caiola, presidente do Desportivo CB

utiliza. Badminton, projeto-piloto na época 2012/2013, foi proposto por um dos nossos professores e treinador, certamente será uma modalidade com expansão, com o objetivo de federar atletas valiosos, uma vez que a colaboração com o desporto escolar (e não só) será uma mais-valia, e será mais uma modalidade que honrará e elevará o nome do Desportivo e da cidade de Castelo Branco. O Xadrez e o Bilhar (Pool Português) são duas modalidades que estamos a tentar projetar. A primeira, já com dois anos de parceria com a Academia de Xadrez de Castelo Branco, ainda não atingiu os resultados que pretendemos. O Pool Português está neste momento com uma equipa de competição, e os treinos e jogos oficiais são realizados no café Paladino, onde existe uma mesa oficial homologada pela Federação Portuguesa de Bilhar PB - A nível da formação o Desportivo de C Branco é considerado um baluarte no distrito. Como têm conseguido gerir este prestígio? LC - A formação do Desportivo de Castelo Branco é reconhecida pelos resultados. No entanto, estes resultados aparecem porque a estrutura está de-

vidamente cimentada e unida em torno daquilo que é mais importante para nós: os jovens. Esta Direção, desde o início, tem tentado manter o que de bom foi criado pelas anteriores Direções e, tentado melhorar aquilo que, na nossa opinião, poderia ser melhorado. Isto é, recrutando os melhores Professores e Treinadores para todas as nossas modalidades, tentando oferecer aos nossos atletas as melhores condições de trabalho, para que eles possam obter os melhores resultados, conseguindo, também, manter unidas todas as equipas e todas as modalidades em torno daquilo que pretendemos que a Família do Desportivo seja: “Uma Família cada vez maior, Feliz e unida!”. Somos exigentes e queremos que aos bons resultados desportivos se juntem excelentes resultados escolares. PB - Como se encontra a saúde financeira da coletividade? LC - Esta Direção herdou uma situação financeira controlada e assim a tem mantido. É público o apoio das entidades oficiais, Câmara Municipal e Junta de Freguesia, sem o qual o nosso trabalho seria muito mais complicado. Mas é de referir, também, que esse

apoio não é exclusivo do Desportivo, e se nos temos destacado nos resultados, nas modalidades, na oferta cada vez maior do nosso emblema, isso deve-se ao rigor com que trabalhamos e com que enfrentamos os desafios a que nos propomos. Destaco, ainda, a ajuda e o apoio que os nossos Patrocinadores têm mantido, e claro que também agradecemos a confiança que depositam na “marca” Desportivo de Castelo Branco. PB -Que perspetivas para a próxima época? LC - Já habituámos as pessoas a esperarem sempre, da parte do Desportivo, muito Fair Play, uma grande ambição, grandes resultados e as melhores classificações. Claro que a qualidade dos nossos Atletas, dos nossos Treinadores, dos Diretores de equipa, dos Pais que sempre nos apoiam e connosco colaboram, dos Coordenadores das modalidades, dos Patrocinadores, dos Sócios e Simpatizantes, permitem que as nossas perspetivas sejam sempre as melhores. PB - Quais os escalões que o Desportivo tem? E quantas crianças e jovens movimenta? LC - Neste momento o Desportivo tem cinco

modalidades em atividade: Atletismo, Badminton, Bilhar, Futebol e Xadrez. Para além do futebol, todas as outras modalidades surgiram com esta Direção, o que poderia deixar antever alguma dificuldade na captação de jovens para as mesmas. Mas desengane-se quem pensar assim, pois logo no primeiro ano o Atletismo contou com mais de 30 atletas federados, inscritos pelo Desportivo. O Badminton que terá o seu ano 1 na próxima época será também uma boa surpresa no que toca ao número de inscritos e de federados. O Xadrez e o Bilhar contam, com cerca de 15 atletas nas duas modalidades, pois são modalidades muito específicas. E, finalmente, no futebol, o Desportivo de Castelo Branco vai com toda certeza no bom caminho, na sua escola de formação. Estamos TODOS de parabéns. Se repararmos nos números das últimas 4 épocas passámos de 141 atletas na época 2009/2010; para 165 em 2010/2011; em 2011/2012 – 192 atletas; terminando a época 2012/2013 com a bonita soma de 210 atletas. Mas, mais importante que estes números, apenas 3 atletas é que estavam em risco de repetir o ano letivo escolar. De referir e enaltecer, ainda, que o nosso capitão da equipa mais velha

PB - Os pais e encarregados de educação têm sido fundamentais no apoio? LC - Sim, é neles que se alicerça o espírito familiar que se vive no Desportivo, e quem já priva connosco há algum tempo compreende o que quero dizer. O espírito dos treinos, dos jogos, dos convívios, festas e torneios que realizamos está bem patente na relação que mantemos todos, e claro que este sentimento depois se reflete em toda a grandeza que está subjacente ao Desportivo de Castelo Branco. PB - Deixe uma mensagem final. LC - Gostaria de desejar umas boas férias a todos, que regressem com a mesma vontade (ou mais) das épocas anteriores, para que todos os nossos objetivos se concretizem. Aproveitem o final das tardes, entre as 18:00 e as 20:00 horas, para levar os vossos pequenitos (estejam inscritos no Desportivo ou não), aos Polidesportivos da Quinta das Pedras, Quinta da Carapalha, Quinta Pires Marques e Quinta das Violetas, que a Câmara Municipal disponibiliza, para gratuitamente jogarem futebol com o apoio e coordenação dos professores que pomos à disposição de toda a população. Vamos ser otimistas em relação ao futuro. Com união, com trabalho e com saber construiremos pontes para alcançar aquilo que parece impossível. Não esqueçam “Juntos somos mais fortes, unidos seremos invencíveis!”. Boas Férias e Muita Saúde. ■


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Povo da Beira • 30 de julho de 2013 • Edição 1012

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CARTÓRIO NOTARIAL - CASTELO BRANCO NOTÁRIA LIC. MARIA FERNANDA CORDEIRO VICENTE JUSTIFICAÇÃO CERTIFICO que por escritura de vinte e seis de Julho de dois mil e treze, lavrada a folhas sessenta e três e seguintes, do respectivo Livro de Notas para Escrituras Diversas número Cento e Cinquenta e Seis, do Cartório Notarial, sito na Rua Cadetes Toledo, Lote Cinco-C, rés-do-chão, em Castelo Branco, da Notária Lic. Maria Fernanda Cordeiro Vicente: Manuel Bartolomeu Martins e mulher Maria Adelina Nunes Gonçalves Martins, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais ele da freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco e ela da freguesia de Orvalho, concelho de Oleiros, residentes no Lugar de Partida, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, NIFs 126 519 641 e 153 495 162, justificaram por não possuírem título a aquisição por usucapião dos prédios a seguir identificados, com o valor patrimonial tributário e atribuído global de mil novecentos e trinta e seis euros e catorze cêntimos: Um: prédio rústico, sito em Porto da Vila, na freguesia de Almaceda, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, com a área de quatro mil metros quadrados, a confrontar do norte com Joaquim Domingos, sul e poente com Herdeiros de Adelaide da Conceição e do nascente com Caminho, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 117 secção G, com o valor patrimonial tributário e atribuído de treze euros e oitenta e oito cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Dois: prédio rústico, sito em Bogalho, na freguesia de Almaceda, concelho de Castelo Branco, que se compõe por leitos de curso de água e pinhal, com a área de quinze mil quinhentos e sessenta metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel Joaquim Leitão, sul com Eurico Gonçalves e outros, nascente com Maria da Purificação Martins e outros e do poente com Caminho, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 41 secção M, com o valor patrimonial tributário e atribuído de cinquenta e um euros e vinte e nove cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Três: prédio rústico, sito em Figueirinha, na freguesia de Almaceda, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, com a área de doze mil metros quadrados, a confrontar do norte com Etelvina Martins Esteves Mendes, sul com Eurico Gonçalves e outros, nascente com Herdeiros de Olívia Esteves Gonçalves e do poente com Francisco Fernandes, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 40 secção M, com o valor patrimonial tributário e atribuído de quarenta e um euros e sessenta e dois cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco Quatro: prédio rústico, sito em Brejo, na freguesia de Almaceda, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal e mato, com a área de oito mil e oitocentos metros quadrados, a confrontar do norte com Caminho, sul com Herdeiros de Aldina Maria, nascente com Herdeiros de Joaquim Fernandes Rato e do poente com Herdeiros de Maria Rosa e outros, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 125 secção N, com o valor patrimonial tributário e atribuído de vinte e um euros e sessenta e um cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Cinco: prédio rústico, sito em Brejo, na freguesia de Almaceda, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, mato e oliveiras, com a área de trinta mil trezentos e vinte metros quadrados, a confrontar do norte com Herdeiros de Alfredo Luís, sul com Maria de Jesus Roque, nascente com José Amaro e do poente com Caminho, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 174 secção N, com o valor patrimonial tributário e atribuído de trinta e seis euros e cinquenta e um cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Seis: prédio rústico, sito em Barroca da Renda, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal e eucaliptal, com a área de setenta e oito mil seiscentos e oitenta metros quadrados, a confrontar do norte com Caminho, sul e nascente com Estrada e do poente com Manuel Jerónimo Martins, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 11 secção AL, com o valor patrimonial tributário e atribuído de duzentos e setenta e nove euros e oitenta e oito cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Sete: prédio rústico, sito em Barroca da Varanda, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por cultura arvense, mato e oliveiras, com a área de vinte e três mil duzentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte e poente com Herdeiros de Joaquim de Almeida Afonso, sul com Caminho e do nascente com João da Conceição, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 6 secção CM, com o valor patrimonial tributário e atribuído de trinta e cinco euros e vinte e seis cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Oito: prédio rústico, sito em Vale do Raposo, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, cultura arvense, uma construção rural, oliveiras e mato, com a área de seis mil novecentos e sessenta metros quadrados, a confrontar do norte com Caminho, sul com Jaime Antunes Domingues, do nascente com Júlio Duarte e do poente com João Adrião, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 2 secção BR, com o valor patrimonial tributário e atribuído de trinta e quatro euros e quarenta e seis cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Nove: prédio rústico, sito em Vale do Raposo, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, mato, cultura arvense de regadio e oliveiras, com a área de seis mil e seiscentos metros quadrados, a confrontar do norte com Caminho, sul com Cecília Maria Martins Leitão Berlenga, nascente com Herdeiros de Manuel António e do poente com José Francisco João, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 196 secção BR, com o valor patrimonial tributário e atribuído de vinte e cinco euros e trinta e seis, cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Dez: prédio rústico, sito em Pescão, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por cultura arvense, uma construção rural e oliveiras, com a área de seis mil quinhentos e sessenta metros quadrados, a confrontar do norte e poente com Joaquim António Lourenço, sul com António Bartolomeu e outros e do nascente com Luís Bartolomeu Nunes e outros, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 5 secção BP, com o valor patrimonial tributário e atribuído de nove euros e dez cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Onze: prédio rústico, sito em Corga, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, mato e oliveiras, com a área de três mil quatrocentos e oitenta metros quadrados, a confrontar do norte com Joaquim Francisco Barata, sul e nascente com Herdeiros de Maria do Anjos e do poente com Joaquim José Nunes e outros, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 6 secção BP, com o valor patrimonial tributário e atribuído de sete euros e trinta e nove cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Doze: prédio rústico, sito em Pescão, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, cultura arvense, oliveiras e mato, com a área de dezanove mil e oitocentos metros quadrados,

a confrontar do norte e poente com Alfredo Alves e do sul e nascente com Joaquim António Lourenço, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 38 secção BP, com o valor patrimonial tributário e atribuído de quarenta e três euros e vinte e dois cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Treze: prédio rústico, sito em Barroca da Água Fria, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, com a área de cinco mil metros quadrados, a confrontar do norte com Caminho, sul e nascente com Domingos Martins e outro e do poente Manuel Martins e outro, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 28 secção BP, com o valor patrimonial tributário e atribuído de dezassete euros e quarenta cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Catorze: prédio rústico, sito em Barroca da Agua Fria, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por cultura arvense, oliveiras e pinhal, com a área de vinte e seis mil quinhentos e sessenta metros quadrados, a confrontar do norte com António Frade Fernandes, sul com Caminho, nascente com Maria Delfina Ana Alves e do poente com Herdeiros de Isabel Martins da Conceição, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 24 secção BP, com o valor patrimonial tributário e atribuído de oitenta euros e setenta e cinco cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Quinze: prédio rústico, sito em Travessas, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, cultura arvense, oliveiras e mato, com a área de nove mil novecentos e vinte metros quadrados, a confrontar do norte com Herdeiros de António Maria, sul e nascente com António Augusto Alves e outros e do poente com Caminho, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 4 secção BT, com o valor patrimonial tributário e atribuído de vinte e dois euros e vinte e nove cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Dezasseis: prédio rústico, sito em Travessas, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, cultura arvense e mato, com a área de seis mil oitocentos e oitenta metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel Lopes, sul e nascente com Herdeiros de Joaquim Fernandes Rato e do poente com António Francisco, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 20 secção BS, com o valor patrimonial tributário e atribuído de onze euros e trinta e sete cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Dezassete: prédio rústico, sito em Travessas, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por mato, cultura arvense e oliveiras, com a área de quatro mil setecentos e vinte metros quadrados, a confrontar do norte com António João Magueijo, sul e nascente com António Francisco e do poente com Herdeiros de Luís Alves, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 1 secção BT, com o valor patrimonial tributário e atribuído de quatro euros e setenta e oito cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Dezoito: prédio rústico, sito em Travessas Fundeiras, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, uma construção rural, mato e oliveiras, com a área de sete mil oitocentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com Joaquim Martins Marques e outro, sul com António Francisco, nascente com Herdeiros de Manuel Afonso e outros e do poente com António Augusto Alves e outro, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 3 secção BT com o valor patrimonial tributário e atribuído de oito euros e oitenta e sete cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Dezanove: prédio rústico, sito em Travessas, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, com a área de seis mil metros quadrados, a confrontar do norte, sul e poente com Herdeiros de Francisco Fernandes Rato e do nascente com Herdeiros de José Frade, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 23 secção BS, com o valor patrimonial tributário e atribuído de vinte euros e oitenta e um cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Vinte: prédio rústico, sito em Travessas, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, mato e cultura arvense, com a área de quinze mil quatrocentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com Maria Mabilia Martins Oliveira Rodrigues, sul com Herdeiros de Joaquim Fernando Rato, nascente com Herdeiros de Luís Alves e do poente com Herdeiros de José Frade, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 19 secção BS, com o valor patrimonial tributário e atribuído de vinte e oito euros e oitenta e nove cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Vinte e Um: prédio rústico, sito em Travessas, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, cultura arvense, citrinos, figueiras, oliveiras e mato, com a área de dezasseis mil novecentos e sessenta metros quadrados, a confrontar do norte com António Magueijo, sul e poente com Herdeiros de Joaquim Fernandes Rato e do nascente com Herdeiros de Albina Maria, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 18 secção BS, com o valor patrimonial tributário e atribuído de trinta e seis euros e oitenta e cinco cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Vinte e Dois: prédio rústico, sito em Cabeço Alto, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, mato, oliveiras e cultura arvense, com a área de dez mil cento e sessenta metros quadrados, a confrontar do norte com Herdeiros de Manuel Luís, sul e nascente com Alberto Alves e do poente com Caminho, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 11 secção BQ, com o valor patrimonial tributário e atribuído de vinte e dois euros e quarenta e um cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Vinte e Três: prédio rústico, sito em Vale Vieiro, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, com a área de vinte e seis mil e seiscentos metros quadrados, a confrontar do norte e poente com Caminho, sul com Caminho e Herdeiros de António Lourenço Pinto e do nascente com Herdeiros de Maria de Jesus, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 18 secção CI, com o valor patrimonial tributário e atribuído de noventa e dois euros e vinte e três cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Vinte e Quatro: prédio rústico, sito em Machuco, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal e cultura arvense, com a área de dezanove mil setecentos e vinte metros quadrados, a confrontar do norte com Fernando Reis Gaspar e outros, sul com João Francisco e outro, nascente com Estrada e do poente com Ernesto de Jesus Costa, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 395 secção BN, com o valor patrimonial tributário e atribuído de sessenta e sete euros e noventa cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Vinte e Cinco: prédio rústico, sito em Vale, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por cultura arvense e pinhal, com a área de cem mil e quatrocentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com Herdeiros de Luís António, sul com Caminho, nascente com Herdeiros de João José e outro e do poente com Manuel Bartolomeu

Martins, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 15 secção BO, com o valor patrimonial tributário e atribuído de trezentos e quarenta e quatro euros e vinte e cinco cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Vinte e Seis: prédio rústico, sito em Vale Falagueira, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por cultura arvense, uma construção rural, cultura arvense de regadio, oliveiras, mato e pinhal, com a área de onze mil seiscentos e oitenta metros quadrados, a confrontar do norte com Herdeiros de Albino Moroso e outro, sul e nascente com Joaquim António Pedro e outro e do poente com Caminho, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 23 secção BO, com o valor patrimonial tributário e atribuído de vinte e quatro euros e trinta e quatro cêntimos omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Vinte e Sete: prédio rústico, sito em Pescão, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, com a área de trinta e cinco mil e duzentos metros quadrados, a confrontar do norte com Caminho, sul com Luís Bartolomeu e outro, nascente com José Martins e outro e do poente com Augusto Alves, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 45 secção BO, com o valor patrimonial tributário e atribuído de cento e vinte e dois euros e três cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Vinte e Oito: prédio rústico, sito em Travessas, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, cultura arvense, olival e cultura arvense em olival, com a área de sete mil setecentos e vinte metros quadrados, a confrontar do norte com António Bento Marcelo, sul com Maria Justina Martins e outro, nascente com António João Magueijo e do poente com Joaquim Amaro, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 52 secção BO, com o valor patrimonial tributário e atribuído de vinte e três euros e trinta e um cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Vinte e Nove: prédio rústico, sito em Vale Falagueira, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por cultura arvense, cultura arvense de regadio, oliveiras e mato, com a área de treze mil duzentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com Herdeiros de Joaquim António Pedro, sul com Herdeiros de Augusto Carvalho, nascente com João Sara Parra e do poente com Caminho e Herdeiros de Joaquim António Pedro, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 41 secção BO, com o valor patrimonial tributário e atribuído de vinte e três euros e nove cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Trinta: prédio rústico, sito em Feiteirinhas, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, com a área de dois mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte com Horácio Pires Marcelo, sul e nascente com Ernesto Bartolomeu e outro e do poente com Maria Delfina Ana Alves, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 3 secção BO, com o valor patrimonial tributário e atribuído de oito euros e quarenta e dois cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Trinta e Um: prédio rústico, sito em Lodeiro, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, mato e cultura arvense, com a área de oito mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte e poente com António dos Santos Duarte Varanda e do sul e poente com José Costa, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 15 secção CG, com o valor patrimonial tributário e atribuído de vinte e quatro euros, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Trinta e Dois: prédio rústico, sito em Dejalantanta, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal e cultura arvense, com a área de catorze mil quatrocentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte de António Bento Antunes, sul com Herdeiros de Luís da Silva Martinho, nascente com Maria da Conceição Duarte e outro e do poente com António dos Santos Duarte Varanda, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 8 secção CG, com o valor patrimonial tributário e atribuído de trinta e cinco euros e noventa e quatro cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Trinta e Três: prédio rústico, sito em Velgos, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal e cultura arvense, com a área de catorze mil quatrocentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte e nascente com Herdeiros de António Antunes Pião, sul com Luísa Maria de Oliveira Duarte Filipe e do poente com F. Ramada Imobiliária, S.A., inscrito na matriz cadastral sob o artigo 23 secção CG, com o valor patrimonial tributário e atribuído de vinte e quatro euros e quarenta e cinco cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Trinta e Quatro: prédio rústico, sito em Barroca da Eira, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal e cultura arvense, com a área de vinte e um mil e oitenta metros quadrados, a confrontar do norte com Joaquim José Costa, sul com Caminho, nascente com José Nuno Bento e do poente com Herdeiros de Maria da Nazaré Monteiro, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 16 secção CH, com o valor patrimonial tributário e atribuído de cinquenta e três euros e vinte e três cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Trinta e Cinco: prédio rústico, sito em Vale da Burra, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por cultura arvense e pinhal, com a área de sessenta e dois mil duzentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com Joaquim José Costa e outro, sul com Francisco Manuel Vaz Batista e outro, nascente com Caminho e do poente com Ribeira, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 11 secção CI, com o valor patrimonial tributário e atribuído de cento e cinquenta e seis euros e quinze cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Trinta e Seis: prédio rústico, sito em Barroca da Varanda, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, cultura arvense e mato, com a área de vinte e dois mil seiscentos e oitenta metros quadrados, a confrontar do norte com Joaquim de Almeida Afonso, sul com Caminho, nascente com João da Conceição e do poente com João da Conceição e outro, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 7 secção CM, com o valor patrimonial tributário e atribuído de quarenta e quatro euros e setenta cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Trinta e Sete: prédio rústico, sito em Lagar, na freguesia de São Vicente da Beira, concelho de Castelo Branco, que se compõe por pinhal, mato e leitos de curso de água, com a área de dezoito mil quatrocentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com Francisco Magueijo, sul e nascente com Francisco Manuel Vaz Batista e outro e do poente com Herdeiros de Maria Rosa e outros, inscrito na matriz cadastral sob o artigo 35 secção CO, com o valor patrimonial tributário e atribuído de trinta e oito euros e dez cêntimos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco. Está conforme o original. Castelo Branco, vinte e seis de Julho de dois mil e treze. A Notária, (Maria Fernanda Cordeiro Vicente)


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Telem.: 918 283 485 Previsão Semanal

Aquário 21/1 a 19/2

Carta Dominante: VA Papisa, que significa Estabilidade, Estudo e Mistério. Amor: Seja persistente e não desista de conquistar o amor da sua vida. Saúde: Poderá sentir-se triste e deprimido e por isso sentirá necessidade da companhia de amigos. Dinheiro: As condições são favoráveis ao investimento. Números da Sorte: 40, 35, 16, 22, 10, 4 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 41

Gémeos 22/5 a 21/6 Carta Dominante: o Mundo, que significa Fertilidade. Amor: É possível que corra o risco de se magoar ao revelar os seus sentimentos de uma forma intempestiva. Saúde: Procure manter a calma e relaxe. Dinheiro: Vai receber um convite fantástico e inesperado que o vai levar a sentir-se bafejado pela sorte. Números da Sorte: 5, 6, 4, 45, 41, 44 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 33

Balança 24/9 a 22/10

Carta Dominante: A Força = Domínio. Amor: Aja corretamente com um amigo a quem involuntariamente prejudicou. Saúde: Não abuse do tempo que passa de pé, pois pode ser prejudicial para o seu sistema circulatório. Dinheiro: Procure ser sincero com um colega pouco dotado para o trabalho que está a desempenhar. Números da Sorte: 23, 9, 14, 15, 12, 10 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 37

Peixes 20/2 a 20/3 Carta Dominante: 2 de Copas, que significa Amor. Amor: Seja moderado e controle o seu arrebatamento. Vida social bastante agitada. Saúde: evite deixar-se dominar pelo nervosismo e pela ansiedade. Dinheiro: É possível que seja repreendido por um erro que cometeu. Números da Sorte: 4, 7, 10, 11, 25, 3 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 42

Caranguejo 22/6 a 23/7 Carta Dominante: 3 de Paus, que significa Iniciativa. Amor: Aceite os defeitos dos outros e lembre-se que ninguém é perfeito. Não se deixe influenciar pelas opiniões que os seus amigos têm da sua cara-metade. Saúde: Procure ser mais consciencioso e responsável. Dinheiro: Evite gastar dinheiro com objetos inúteis e dispendiosos. Números da Sorte: 8, 4, 1, 2, 5, 6 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 34

Escorpião 23/10 a 22/11

Carta Dominante: 2 de Paus, que significa Perda de Oportunidades. Amor: É possível que se sinta um pouco deprimido e desmotivado. Saúde: Não se deixe abater por uma notícia menos agradável. Dinheiro: Demonstre a sua competência e profissionalismo. Números da Sorte: 7, 8, 4, 10, 12, 11 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 38

Carneiro 21/3 a 20/4

Carta Dominante: 3 de Espadas, que significa Amizade, Equilíbrio. Amor: Surpreenda os seus familiares e prepare-lhes um jantar especial. É uma ótima forma de demonstrar o seu amor e carinho. Saúde: Possíveis dores abdominais. Dinheiro: O nervosismo tomará conta de si quando lhe delegarem uma tarefa importante. Números da Sorte: 45, 41, 4, 7, 18, 19 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 31

Leão 24/7 a 23/8 Carta Dominante: 9 de Ouros, que significa Prudência. Amor: Surpreenda o seu amor com uma noite muito especial. Saúde: Não deixe que nada perturbe a sua paz. Comece os seus dias com uma caminhada. Dinheiro: Procure ser direto e objetivo na apresentação dos seus projetos. Números da Sorte: 10, 20, 30, 40, 5, 6 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 35

Sagitário 23/11 a 21/12 Carta Dominante: 5 de Espadas, que significa Avareza. Amor: Mudança radical na sua vida afetiva. Saiba acompanhar o evoluir dos acontecimentos. Saúde: Procure passar o dia descansado e evite preocupações profissionais. Dinheiro: A semana promete ser muito equilibrada a nível profissional e económico. Números da Sorte: 9, 6, 3, 7, 4, 1 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 39

Touro 21/4 a 21/5 Carta Dominante: 7 de Paus, que significa Discussão, Negociação Difícil Amor: Evite descontrolar-se e fazer cenas de ciúmes. Procure uma nova amizade. Saúde: O seu estômago estará particularmente sensível e é possível que venha a ter problemas. Dinheiro: Cuide dos seus negócios o melhor que conseguir. Números da Sorte: 2, 23, 12, 14, 19, 8 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 32

Virgem 24/8 a 23/9 Carta Dominante: 6 de Espadas, que significa Viagem Inesperada. Amor: Não tenha limites quando o assunto é amor. Ultrapasse todas as barreiras e entregue-se à paixão. Saúde: Procure estar mais atento às exigências do seu organismo. Dinheiro: O seu orçamento semanal permitir-lhe-á fazer uma pequena extravagância. Números da Sorte: 8, 7, 41, 45, 40, 3 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 36

Capricórnio 22/12 a 20/1 Carta Dominante: 5 de Ouros = Perda/ Falha. Amor: Evite arranjar problemas para si e para aqueles que lhe estão próximos. Saúde: Pense um pouco mais em si e dedique uma parte do seu dia a cuidar do seu bem-estar físico e psicológico. Dinheiro: Seja prudente e tente dar o melhor num emprego novo. Números da Sorte: 41, 36, 17, 25, 12, 5 Horóscopo Diário Ligue já! 760 10 77 40


· 22· Lazer

Impressão: Coraze - Oliveira de Azeméis Telf.: 910252676 / 910253116 / 914602969 geral@coraze.com Registo no ICS: 117 501 Depósito Legal: 74145/94 Empresa Jornalística: 218 326 Tiragem Semanal: 10.000 exemplares Distribuição gratuita Este jornal escreve segundo o novo Acordo Ortográfico Todos os artigos de opinião e assinados pelos respetivos autores, são da sua inteira responsabilidade não podendo em circunstância alguma o Povo da Beira ser responsabilizado pelo conteúdo dos mesmos. Reservamo-nos no direito de não publicar, caso os artigos enviados não respeitem a legislação em vigor e o Estatuto Editorial do jornal.

6 - O que é uma coisa tamanha como uma pulga e bota orelhas como uma burra?

Adivinhas: 1 - Novelo; 2 - Cogumelo; 3 - Fevereiro; 4 - Cântaro; 5 - Porque não sabe cuspir; 6 - Semente da couve.

Sede: Press Ibérica Comunicação Social, Lda Av. Gen. Humb. Delgado, Lote 58 - 1º andar 6000-081 CASTELO BRANCO NIF: 506 583 023 Tel: 272 324 432 Fax: 272 327 732

5 - Porque é que o boi se baba?

1 4 3 2 8 5 6 9 7

Secretária de Administração: Florinda Cruz (secretariapovodabeira@ gmail.com)

4 - Que é, que é, que vai para lá deitado e vem para cá de pé?

Salada de polvo POR MÁRIO MARINHO - chef

Conceção gráfica: Cristina Levita Martins (paginacaopbeira@gmail. com) Publicidade: Gustavo Teixeira (publicidadepbeira@gmail. com) José Carlos Marques (publicidadepovodabeira@ gmail.com)

3 - Qual é o mês em que as mulheres falam menos?

8 5 9 4 6 7 1 3 2

6 3 1 1 3 2 7 5 9 6 8 4 2 3 3 8 1 6 6 5 4 3 9 8 5

2 - Qual é a coisa que nem diante do rei tira o chapéu?

6 7 2 1 9 3 4 8 5

5 9 3

1 - Qual é coisa, qual é ela, que é do tamanho de um melão e cabe no ninho de um verdelhão?

7 3 8 9 5 1 2 4 6

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Colaboradores: Álvaro Baptista Ana Paula Atanásio Ângela Gonçalves Armando Soares Carlos Vale César Amaro Clementina Leite Cristina Granada Eduardo Bastos Fernando Jorge Filipe Antunes Guilherme Almeida João Carlos Nunes Luís Malato Mário Marinho Nuno Figuinha Patrícia André Pedro Pitté Ricardo Portugal Sónia Carreira Vanessa Cruz

1

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Colaborador Permanente: Paulo Jorge Marques

2 6 7

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ADIVINHAS

Sudoku:

3 8 1 6 2 4 5 7 9

Redação: (povodabeira@gmail.com) Coordenação: Cristina Valente (CP2370) Jaime Pires (CP4484) José Manuel R. Alves (CP8361) Tiago Carvalho (CO1015)

Preencha usando os números de 1 a 9. Grau de dificuldade: Muito Fácil

4 2 7 5 3 9 8 6 1

Diretor João Tavares Conceição

SOLUÇÕES

PASSATEMPOS

5 9 6 7 1 8 3 2 4

Povo da Beira

Povo da Beira • 30 de julho de 2013 • Edição 1012

Modo de preparação: Ingredientes: • 1 Polvo • 2 Tomates • 3 Ovos cozidos • 1 Folha de louro • 4 Dentes de alho • 2 Cebolas

• Sumo de limão • Coentros, salsa, hortelã • Pimenta q.b. • Sal a gosto • Azeite q.b.

Prepare e lave o polvo em água corrente, coloque-o dentro de uma panela com água a ferver, com uma cebola descascada e uma folha de louro. Não o cozinhe na panela de pressão, nem coloque sal na cozedura, para não endurecer. Deixe cozer cerca de 25 minutos, escorra-o e deixe arrefecer. Corte o polvo em bocados, do tamanho de um dedo. Coloque o polvo na saladeira juntamente com os coentros, a salsa, a hortelã, os dentes de alho e a cebola (picados), tempere com sal e pimenta. Envolva tudo. Regue com azeite e sumo de limão, ou se preferir com vinagre balsâmico. Corte os tomates em quartos, bem como os ovos e leve ao frigorífico até à hora de servir. Pode também servir esta salada com batata cozida, cortada em quartos e maionese.

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Opinião · 23·

Edição 1012 • 30 de julho de 2013 • Povo da Beira

Eufemismos para esconder a verdade

Mais uma salada russa POR CÉSAR AMARO *

* Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o Novo Acordo Ortográfico

T

erminou o FIASCO a que o País esteve sujeito, durante algumas semanas, nas reuniões entre a coligação que sustenta o Governo – PSD/CDS – e o Partido Socialista – o maior Partido na Oposição – no sentido de ser alcançado um Acordo de Salvação Nacional. Foi uma tentativa do Presidente da República Aníbal Cavaco Silva com o objetivo de debelar a crise política em que o País estava envolvido. Sem grande surpresa, aliás, já era de esperar, não se concretizou tal Acordo, e em face disso, a crise política agravou-se, com todos os Partidos na Oposição, a reclamarem eleições legislativas antecipadas. Tal não é a ansia de alcançarem o Poder. O Presidente da República ficou com o” menino nos braços” e os Portugueses ficaram a aguardar qual seria a decisão que iria tomar; ou a dissolução do Parlamento, convocando eleições antecipadas; ou manter o Governo em funções. O Presidente da República decidiu manter o Governo em funções. Certamente optou por um mal menor, evitando por essa via, avultadas despesas na campanha eleitoral, porventura até de não ser encontrado um Governo com mais capacidade governativa, para a resolução dos graves pro-

POR CARLOS VALE * blemas em que o País está mergulhado. O atual Governo “jurou a pés juntos” que a partir de agora passaria a haver um novo ciclo de governação, para que o País possa sair da angústia em que se encontra. Promessas que em boa verdade deixam muitas dúvidas. Porém e apesar de tudo, quando se esperava que a solução estaria encontrada, qual não é o espanto em que, ao contrário, surge mais um grave problema. O Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho submete ao Presidente da República a sétima remodelação no seu Governo, substituindo Ministros e Secretários de Estado. Pois bem, o atual elenco governativo que em 2011 era composto por 48 elementos, passa agora para 57. Pelo menos teve o cuidado de baixar o numero de desempregados, sic.. Refira-se a tal propósito! Será que durante os dois anos deste Governo, em que o País piorou, a todos os níveis, tal desaire se deve á falta de mais “trabalhadores” (Ministros e Secretários de Estado)? Será por esta via que as despesas do Estado diminuem? Se é essa a solução, mais uma dose de sacrifícios, além de outros, que a maioria do Povo Português terá que suportar. Infelizmente o problema agravou-se, na medida em que está insta-

lada mais uma polémica, com toda a Oposição ao ataque, em relação á remodelação e nomeação de alguns elementos para este chamado novo Governo. A Oposição reclama a demissão imediata, entre outros, da Ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque, acusada de ter mentido no Parlamento sobre os negócios dos Swap, e também do Ministro dos Negócios Estrangeiros Rui Machete, por envolvimento menos claro, no fatídico caso BPN/SLN, e ainda de alguns Secretários de Estado. Costuma dizer-se que onde há fumo, certamente que haverá fogo. Ora, ao ser verdade todas as denúncias que têm circulado nos Órgãos da Comunicação Social, Portugal e os Portugueses estão entregues a um conjunto de pessoas, sem vergonha e sem escrúpulos, não olhando a meios para atingirem os seus fins de interesses pessoais, e sustentar também as suas clientelas, e ainda com a agravante de se guindarem e intitularem defensores dos interesses de um País com mais de oito séculos de história, ficando por essa circunstancia, e a cada momento que passa, sujeito a ser beliscado na sua dignidade e credibilidade, perante outros Países do resto do Mundo. Para quê mais comentários.

A

ferida da pobreza extrema, da miséria e, não tenhamos medo das palavras, da FOME, alastra por todo o território. Aliás, já não é uma ferida, é uma enorme chaga que martiriza uma parte importante da população. É uma realidade que diariamente entra pelos olhos adentro. Há quem teime em não querer ver, quem olhe e ao virar da esquina, já esqueceu. Até, alguns de nós, igualmente incomodados, magoados e apanhados neste permanente “fogo cruzado”, tendemos a tomar uma posição defensiva que nos ajude a resistir mais um pouco à triste realidade que está já ali. Eu sei, sabemos todos, mesmo os que teimam em não querer ver, que está em pleno desenvolvimento um processo maquiavélico que tem como ponto central, o empobrecimento geral da população, particularmente das pessoas que vivem exclusivamente do produto do seu trabalho. Fenómeno bem visível e sentido na sociedade que envolve muitos sectores da chamada classe média, e que já se prepara para atingir outras camadas também massacradas por sucessivos ataques do Governo PSD/CDS e da famigerada troika estrangeira, já atingiram os limites económicos, até porque, têm sido o “pronto-socorro” de muitos familiares já cilindrados por esta crise massacrante. É claríssimo, que estamos perante um fenómeno que rompeu a rotina, que interrompeu as expectativas da estabilidade que

nos foi sucessivamente cantada e prometida durante anos e anos pelos mesmos que agora nos acusam, cínica e diabolicamente, de termos gasto acima das nossas possibilidades…Como é possível dizer tal barbaridade, quando uma privilegiada minoria da população (15%), ou menos, recebe 61% do PIB nacional, deixando apenas 39% para a maioria da população (85%), ou mais, que vive apenas do rendimento do seu trabalho? De modo geral, a primeira reacção tende a ser defensiva e visa a auto conservação. No fundo, é o nosso mundo pessoal, já precário e incerto que está em causa, que pode ruir a qualquer momento, trazendo, obviamente, novas angústias e incertezas a todos, mas que alguns, os de mais idade, já têm grandes dificuldades em superar, vítimas que são de uma trupe governativa desejosa de os abater rapidamente do sistema demográfico. Que dizer de um Governo que trata assim os mais velhos, e que incita os nossos melhores jovens a sair para o estrangeiro? Para o Governo PSD/ CDS já não há pobres, há os desprotegidos e desfavorecidos da sorte. Também há, os mais carenciados. Nas escolas já não há crianças com fome, há alunos com carências alimentares. O flagelo da fome que se abate sobre muitos lares (mais dos que estão referenciados), sobre os “carenciados, desprotegidos e desfavorecidos” já não é feito pela “sopa dos pobres”, agora está sob a alçada das instituições

de solidariedade social, dos bancos alimentares, das instituições de caridade, das fundações… Para manter estas organizações, o governo toma a iniciativa de criar fundos para sustentar o que já é apelidado como o novo “negócio social”, um novo produto que a banca não vai desperdiçar. Tudo muito sofisticado. Dinheiro puxa dinheiro e para tratar dele nada melhor que a banca. Normalíssimo. O vil metal, por mais voltas que dê, volta sempre às mãos dos criminosos. Em tempos de crise, o capital despede primeiro quem produz a mais-valia, depois as bolsas do desemprego e da miséria propiciam a criação da tal “solidariedade” (Fundações) que acumula fundos, ou seja, o produto saqueado, posteriormente entregue à banca. Como se vê, simples e eficaz. Para os capitalistas, que bom que é haver uma bolsa de desempregados para melhor os poder explorar… Que bom que é haver pobrezinhos para abocanhar o dinheiro do negócio da caridadezinha... Claro, que a democracia sofre tratos de polé, como sempre acontece nestas alturas. Não é por acaso que alguém falou da suspensão da democracia por seis meses. De certo modo, ela, a democracia, já se encontra suspensa. Não fosse o movimento de massas, que não cessa de se manifestar, a suspensão já seria definitiva. Assim, é preciso continuar a lutar. Porque o capital é insaciável, lutar, lutar sempre, é o caminho. Mais tarde ou mais cedo, eles vão cair.

Livros & Leituras

O Diário de Helga Um testemunho surpreendente da vida de uma jovem num campo de concentração através de fotos, pinturas e desenhos. A prova na primeira pessoa, de quem sobreviveu ao Holocausto. E ainda vive hoje.

Género: Histórias de Vida N.º de páginas: 216 PVP: 16,60€

Em 1938, quando começa a escrever o seu diário, Helga tem 8 anos. Juntamente com o pai, a mãe e os 45 mil judeus que vivem em Praga, sofre com a invasão e o regime Nazi: o pai é impedido de trabalhar, as escolas estão-lhe vedadas, Helga e os pais veem-se confinados ao apartamento. Depois têm início as deportações e os seus amigos e familiares começam a desaparecer. Em 1941, Helga e os pais são enviados para o campo de concentração de Terezín, onde vivem durante três anos. Helga regista o seu dia-a-dia — as condições duras, as doenças e o sofrimento, bem como os momentos de amizade, criatividade e esperança — até que, em

Helga Weiss 1944, são enviados para Auschwitz. Helga deixa o diário com o tio, que o esconde no interior de uma parede, para o preservar. Do pai de Helga nunca mais recebem notícias mas, milagrosamente, Helga e a mãe sobrevivem aos horrores de Auschwitz e aos penosos transportes dos últimos dias da guerra, conseguindo regressar a Praga. No momento em que regista as suas experiências desde Terezín, Helga tem 15 anos e meio. Parte do grupo muito reduzido de judeus checos que sobreviveram. Reconstruído a partir dos cadernos originais, recuperados mais tarde de Terezín, e das páginas soltas nas quais Helga escreveu depois da guerra, o diário é aqui apresentado na íntegra, acompanhado por uma entrevista com Helga e ilustrado com os desenhos que fez durante o tempo que passou em Terezín. O Diário de Helga é, assim, um dos testemunhos mais vívidos e abrangentes escritos durante o Holocausto a ser recuperado.

Nasceu em Praga, em 1929. O pai, Otto, trabalhava no banco do estado e a mãe, Irena, era modista. Das 15 mil crianças levadas para Terezín e mais tarde deportadas para Auschwitz apenas 100 sobreviveram ao Holocausto. Helga foi uma delas. Ao regressar a Praga estudou arte e tornou-se conhecida pelos seus quadros. Os desenhos e pinturas que Helga fez durante o tempo que passou em Terezín, e que acompanham este diário, foram publicados em 1998, no livro Desenha o Que Vês (Zeichne, was Du siehst). Em 1954, Helga casou com o músico Jirí Hošek. Tem dois filhos, três netos e vive, até hoje, no apartamento onde nasceu.


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Povo da Beira • 30 de julho de 2013 • Edição 1012

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