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Recortes nº 159 Índice – 20 de agosto de 2012  Reprivatização dos ENVC desperta o interesse de empresas brasileiras  Porto de Setúbal destaca-se nas ferrovias  Estaleiros na mira das empresas brasileiras  Construção Naval – Reprivatização dos Estaleiros de Viana atrai empresas brasileiras

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Cargonews, 19 de agosto de 2012

Reprivatização dos ENVC desperta o interesse de empresas brasileiras As empresas brasileiras estão interessadas em concorrerem à reprivatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), quem o afirma é Mário Vilalva, embaixador do Brasil em Portugal. O embaixador do Brasil, de visita a Viana do Castelo, garantiu no passado sábado, que têm sido feitos contactos oficiais com empresas brasileiras, "demonstrando as vantagens" dos estaleiros públicos portugueses e "incentivando-as" a concorrer à reprivatização dos ENVC, que o governo português pretende alienar por venda direta, conforme foi publicado no decreto lei do passado dia 13 de agosto. "Há interesse por parte do Brasil", face ao objetivo de fazer renascer" a atividade da indústria naval que existia nos anos 60 e 70 do século passado, afirmou Mário Vilalva. O país "não tem capacidade instalada" e precisa 200 navios, entre indústrias petrolíferas, marinha de guerra e marinha mercante. O embaixador referiu ainda que o Brasil não tem “uma empresa estatal que possa concorrer, mas admitiu que "há várias formas de cooperação com Viana do Castelo que devem ser examinadas". "É perfeitamente possível que uma ou várias empresas, até mesmo um consórcio, concorram". Reforçou ainda que deverá ser apresentado um "adequado projeto estratégico" que "maximize" a manutenção dos atuais recursos humanos, conforme condição avançada pelo governo português. Autor/fonte: Tags: Brasil ENVC Estaleiros Navais de Viana do Castelo reprivatização


Newsletter APP, 19 de agosto de 2012

Porto de Setúbal destaca-se na ferrovias Pelo Porto de Setúbal movimentam-se diariamente cerca de 28 comboios com mercadorias de e para os terminais, com um total de carga transportada anualmente que atinge as 150 000 toneladas. O porto ganha, deste modo, uma centralidade multimodal relativamente à região de Setúbal, uma área geográfica de excelência industrial de âmbito nacional, nos setores dos produtos siderúrgicos e no ramo automóvel, em que é líder. Quem o afirma é o especialista em transporte ferroviário de mercadorias, António Nabo Martins, que reforça igualmente o papel do Porto de Setúbal como “juiz casamenteiro” no antigo “namoro” entre os modos ferroviário e marítimo, em busca de um sistema integrado multimodal em que “vários modos de transporte se articulam e se dedicam a fazer bem o que sabem fazer, ou seja, integram a cadeia logística na sua área de competência”, conciliando equilíbrios racionais de vária ordem, necessários à promoção da eficiência e satisfação das vontades dos mercados. É neste quadro, considera ainda, que o Porto de Setúbal se destaca, sabendo tirar proveito da, ainda, inadequada infraestrutura ferroviária portuária para alargar o seu hinterland, que de outra forma seria quase impossível, enquanto as empresas nacionais ampliam a sua área de influência, através dele. Leia o artigo na íntegra em www.portodesetubal.pt


Diário de Notícias, 20 de agosto de 2012, Pág. 10


Diรกrio Econรณmico, 20 de agosto de 2012, pรกg. 24


Recortes nº 159 20-08-2012