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Recortes nº 157 Índice – 16 de agosto de 2012             

Greve afeta portos Porto de Setúbal destaca-se na ferrovia Estaleiros de Viana nas mãos de privados no final de setembro Greve total nos portos. Novos protestos na calha Porto de Sesimbra: Secretário de Estado do Mar diz que “O exemplo de Sesimbra tem que ser seguido pelos outros” Doca das Fontainhas com Oleão Porto de Setúbal com Reach Stacker Ecológico Porto de Setúbal - 1º Porto português com estatuto de ECOPORT Resultado Líquido sa APSS aumentou 175 no semestre Veleiros participantes na Tall Ships Races escalam Porto de Setúbal Porto de Setúbal visitado por formandos do Porto de Cabinda Procedimentos no Porto de Setúbal ainda mais simplificados APSS participa no Life-MOS Gloss

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Cargonews, 16 de agosto de 2012

Greve afeta portos Os portos mais afetados pela greve dos trabalhadores portuários, que decorreu esta terça-feira e se prolongou até às 8 horas de quarta, contra a revisão do regime jurídico do trabalho portuário, foram Lisboa, Aveiro, Figueira da Foz e Setúbal. Segundo João Carvalho, presidente do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), o único porto onde houve desvio de navios foi o Porto de Lisboa, com cinco navios desviados, tendo alguns “provavelmente ido para portos espanhóis”, e outros quatro que ficaram à espera do fim da paralisação. Os portos de Aveiro, Figueira da Foz, Setúbal e alguns terminais de Sines estiveram também parados, mas não houve desvios porque as operações foram antecipadas para o período anterior à greve. Em declarações à TSF, João Carvalho adiantou que o “impacto de uma greve de um dia nunca é significativo” e lembrou que não houve greve em alguns portos, “porque o diálogo permanece”. Referiu ainda que os principais lesados desta paralisação são os “operadores portuários, os importadores e os exportadores”. O Conselho Português de Carregadores (CPC) considerou esta greve “inoportuna e sem sentido”. Para o CPC, a proposta de lei aproxima a legislação laboral do setor portuário do novo Código de Trabalho e permite “aumentar a eficiência, reduzir custos, e contribui para a redução da fatura portuária”, avança a Agência Financeira. O CPC representa cerca de 20 empresas exportadoras portuguesas e 70% da carga movimentada nos portos nacionais. Segundo a Associação dos Agentes de Navegação de Portugal a greve pode pôr em causa a competitividade da economia portuguesa e o desempenho positivo das exportações. Vítor Dias, vice-presidente da confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor), fez um "balanço muito positivo" da paralisação e referiu que a adesão nos portos de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro se situou nos 99%. Os números estão “dentro do esperado”, uma vez que as greves no setor portuário costumam ter “uma adesão muito forte”. A Fesmarpor representa 600 dos 800 trabalhadores portuários portugueses. Autor/fonte: Tags: Portos Portos portugueses Greve


Cargonews, 15 de agosto de 2012

Porto de Setúbal destaca-se na ferrovia Pelo Porto de Setúbal movimentam-se diariamente cerca de 28 comboios com mercadorias de e para os terminais, com um total de carga transportada anualmente que atinge as 150 000 toneladas. O porto ganha, deste modo, uma centralidade multimodal relativamente à região de Setúbal, uma área geográfica de excelência industrial de âmbito nacional, nos setores dos produtos siderúrgicos e no ramo automóvel, em que é líder. Quem o afirma é o especialista em transporte ferroviário de mercadorias, António Nabo Martins, que reforça igualmente o papel do porto de Setúbal como “juiz casamenteiro” no antigo “namoro” entre os modos ferroviário e marítimo, em busca de um sistema integrado multimodal em que “vários modos de transporte se articulam e se dedicam a fazer bem o que sabem fazer, ou seja, integram a cadeia logística na sua área de competência”, conciliando equilíbrios racionais de vária ordem, necessários à promoção da eficiência e satisfação das vontades dos mercados. É neste quadro, considera ainda, que o porto de Setúbal se destaca, sabendo tirar proveito da, ainda, inadequada infraestrutura ferroviária portuária para alargar o seu hinterland, que de outra forma seria quase impossível, enquanto as empresas nacionais ampliam a sua área de influência, através dele. Autor/fonte: Tags: Porto de Setúbal Transporte Ferroviário Transporte Ferroviário de Mercadorias


I, 16 de agosto de 2012, Pรกg. 8


Raio de Luz, 15 de agosto de 2012, pรกg. 6


Raio de Luz, 15 de agosto de 2012, pรกg. 6


Raio de Luz, 15 de agosto de 2012, pรกg. 6


Raio de Luz, 15 de agosto de 2012, pรกg. 6


Recortes Nº 157 de 2012