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Recortes nº 120 Índice – 25 de junho de 2013 • APSS licencia área para aquicultura com 9 hectares e meio • ADFERSIT preocupada com a decisão do Governo em avançar com o terminal de contentores da Trafaria • ADFERSIT contra a construção do terminal da Trafaria • Gestão conjunta dos portos avança sem criar ’holding’ exigida pela ‘troika’ • João Franco nomeado para liderar Sines • Porto de Leixões há um ano com lugar vazio na gestão • Leixões avança com integração com Viana • AGEPOR contra greve dos estivadores • AGEPOR condena greve dos estivadores • Contrato colectivo provoca greve em Lisboa a partir de hoje • Sines bucks the trend • Portucel considerada melhor empresa da Europa • PSA aguarda esta semana autorização formal para prolongamento do Terminal XX • Portugal já prestou esclarecimentos sobre ajudas aos ENVC • Antigo iate dos Beatles será recife artificial na Madeira

APSS, SA Praça da República 2904-508 Setúbal Portugal Nº Reg. Comercial e NPC: 502256869

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APP, 25 de junho de 2013

APSS licencia área para aquicultura com 9 hectares e meio A APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, SA atribuiu uma licença de utilização privativa de uma parcela de terreno para a cultura de bivalves, salicórnias e minhocas, constituída por uma área com 95 mil metros quadrados, em Domínio Público Marítimo, contígua à Herdade do Pinheiro. A licença foi concedida em cumprimento dos procedimentos legais exigidos. A cultura de salicórnias, um legume salgado, também conhecida como “espargo do mar” pela sua aparência, é ainda pouco desenvolvida em Portugal. A planta é consumida crua ou cozinhada, sendo considerada um produto gourmet. Com esta atribuição, a APSS dá mais um passo no sentido da retoma da economia do mar e desenvolve a aquicultura e cria emprego na região, aproveitando os recursos endógenos do estuário do Sado.


Cargo, 24 de junho de 2013

ADFERSIT preocupada com a decisão do governo em avançar com o terminal de contentores na Trafaria A ADFERSIT, em comunicado divulgado esta segunda feira, emitiu a sua posição relativamente ao terminal de contentores da trafaria, defendedo uma análise cuidada do projeto e das suas consequências. A associação refere que "sempre considerou a Trafaria como o local natural para a expansão do porto de Lisboa, dadas as excelentes condições de que dispõe do ponto de vista da hidráulica marítima e fluvial, incluindo águas profundas. No entanto considera precipitada a recente decisão do Governo de construir um novo terminal de contentores na Trafaria" e explica a sua posição apontando três razões. A ADFERSIT considera que a Trafaria "não dispõe atualmente de acessos terrestres. Como o porto de Lisboa serve essencialmente o mercado local da Grande Lisboa, 70% do qual se situa ao norte do Tejo, são fundamentais as ligações rodoviárias ao norte do Tejo. Atualmente a Trafaria não dispõe de uma ligação rodoviária, próxima e de qualidade adequada, à margem norte do Tejo". A segunda razão prende-se com a inexistência de estudos necessários à adequada fundamentação da escolha, "incluindo a comparação com alternativas, nomeadamente o porto de Setúbal. Este encontra-se a uma distância da ponte da Vasco da Gama inferior ao terminal da Trafaria, e pode ser dragado para permitir fundos de 15m com um custo muitíssimo inferior ao da construção do terminal da Trafaria. Assim serviria navios de calado semelhante e até um pouco superiores aos que atualmente escalam o porto de Lisboa, e com área de expansão", refere o comunicado. Por último, defende que "Portugal precisa de uma estratégia para atrair os grandes navios portacontentores, para evitar que as empresas portuguesas continuem a precisar de utilizar os grandes hubs marítimos do norte da Europa e do Mediterrâneo nas suas ligações aos destinos mais afastados da Europa, onerando as nossas trocas comerciais e reduzindo a competitividade das nossas empresas e da nossa economia. Por isso deveria ser objectivo da política portuária criar condições para o desenvolvimento de pelo menos um hub marítimo português. Para este efeito a massa crítica e a dimensão são importantes, pelo que no início é preferível concentrar a capacidade num único porto, que atualmente só pode ser Sines. O terminal da Trafaria poderá justificar-se numa fase posterior, em particular depois de construir uma travessia rodoviária Algés-Trafaria para servir o mercado local da Margem Norte do Tejo com escalas diretas de grandes navios e em função evolução da procura e necessidades futuras." Desta forma, a ADFERSIT defende a concessão a privados da construção do terminal e dos acessos, caso o governo decida avançar, a obrigação dos camiões que procurem o" novo terminal a ter sistemas electrónicos de controlo, por forma a penalizar os que pretendam utilizar a ponte 25 de Abril nas horas de maior tráfego", debate sobre a transferência dos terminais de contentores atuais do porto de Lisboa e acrescenta que "estas transferências, se e quando se efetuarem, deverão ser alvo de um plano integrado de mudança que permita a gradual adaptação das cadeias logísticas de forma faseada ao longo de vários anos, evitando-se a perda de competitividade da vasta indústria de exportação que os terminais suportam e a possível perda dos respetivos postos de trabalho."


Transportes em Revista, 24 de junho de 2013

Decisão não foi devidamente estudada

ADFERSIT contra a construção do terminal da Trafaria A ADFERSIT – Associação portuguesa para o desenvolvimento dos sistemas integrados de transportes, considera que a decisão do Governo em avançar com a construção do novo terminal de contentores da Trafaria é “precipitada”. Apesar de, sempre ter considerado a Trafaria como o local natural para a expansão do porto de Lisboa, dadas as excelentes condições de que dispõe, a ADFERSIT mostra-se contra este projeto, apontando diversas debilidades. Segundo a associação, o novo terminal “não dispõe atualmente de acessos terrestres. Como o porto de Lisboa serve essencialmente o mercado local da Grande Lisboa, 70 por cento do qual se situa ao norte do Tejo, são fundamentais as ligações rodoviárias ao norte do Tejo. Atualmente a Trafaria não dispõe de uma ligação rodoviária, próxima e de qualidade adequada, à margem norte do Tejo”. Por outro lado, refere que a elaboração do projeto “não foi antecedida dos estudos necessários à sua adequada fundamentação, incluindo a comparação com alternativas, nomeadamente o porto de Setúbal. Este encontra-se a uma distância da ponte da Vasco da Gama inferior ao terminal da Trafaria, e pode ser dragado para permitir fundos de 15m com um custo muitíssimo inferior ao da construção do terminal da Trafaria. Assim serviria navios de calado semelhante e até um pouco superiores aos que atualmente escalam o porto de Lisboa, e com área de expansão”. Para a associação, é necessário uma estratégia para atrair para o nosso país os grandes navios porta-contentores, evitando assim que as empresas nacionais continuem a precisar de utilizar os “hubs” portuários do norte da Europa. Desta forma, é essencial criar condições para criar um grande “hub” nacional de dimensões europeias, que, numa primeira fase, refere a ADFERSIT, deveria ser Sines. “O terminal da Trafaria poderá justificar-se numa fase posterior, em particular depois de construir uma travessia rodoviária Algés-Trafaria para servir o mercado local da Margem Norte do Tejo com escalas diretas de grandes navios e em função evolução da procura e necessidades futuras”, esclarece a ADFERSIT. Ainda assim, a associação aconselha o Governo a não aplicar dinheiros públicos nem na construção do terminal nem dos acessos, em especial os ferroviários, que deverão ser concessionados a privados, sem riscos para o Estado, caso decida mesmo avançar com a obra. A eventual transferência dos terminais da margem norte para a margem sul é também referida pela ADFERSIT, considerando ser necessário existir um grande cuidado e amplo debate nesta questão, comparando-se as vantagens e desvantagens desta decisão. por: Pedro Pereira


Diรกrio Econรณmico, 25 de junho de 2013, pรกg. 18


Diรกrio Econรณmico, 25 de junho de 2013, pรกg. 18


Jornal de NotĂ­cias, 25 de junho de 2013, pĂĄg. 16


Diรกrio Econรณmico, 25 de junho de 2013, pรกg. 19


APP, 25 de junho de 2013

MARCADA PARA ESTA TERÇA-FEIRA

AGEPOR condena greve dos trabalhadores portuários COMUNICADO DA AGEPOR, EMITIDO SEGUNDA-FEIRA: Quando se aproxima mais uma greve dos trabalhadores portuários no porto de Lisboa, a AGEPOR vem condenar veementemente esta paralisação, cujas consequências são o prejuízo da atividade portuária, de todos os que a dela necessitam, de todos os que dela vivem, e da economia nacional. Como foi evidente e amplamente noticiado no passado recente, estas paragens apenas conduzem à destruição da confiança dos armadores, afastam navios e cargas, prejudicam e encarecem as exportações, e finalmente põem em risco os postos de trabalho de todos que desenvolvem a sua atividade no porto de Lisboa. Durante a greve de 2012 as cargas acabaram por encontrar um outro caminho que não passou por Lisboa, ainda que com evidentes sobrecustos, prejuízos para todos e consequente perda de competitividade. A AGEPOR chama a atenção que o simples facto do anúncio da greve obriga desde já os Armadores que escalam regularmente Lisboa a planear a eventual alteração das rotas dos seus navios, por forma a poder omitir este porto, justamente no momento em que se começava finalmente a recuperar a carga e os navios perdidos em consequência da greve de 2012. A AGEPOR não concebe que os trabalhadores portuários conhecendo os efeitos desastrosos que a greve de 2012 produziu na atividade do porto de Lisboa, onde a titulo de exemplo o tráfego de contentores se reduziu em 10% enquanto nos outros portos nacionais conheceu um incremento, continuem a escolher uma forma de luta que, em última análise só conduzirá à destruição dos seus postos de trabalho. O emprego, que neste Sector até poderá vir a crescer, defende-se justamente continuando a trabalhar e nunca parando de o fazer. A AGEPOR alerta, tal como nos Comunicados que emitiu durante a última greve, que a paz social nos portos é um objetivo que todos os que têm diretamente a possibilidade e a responsabilidade de a promover devem perseguir com firmeza. Sabendo que ao abrigo do novo quadro laboral vigente para o trabalho portuário se negoceia em Lisboa um novo CCT, a AGEPOR vem apelar às partes envolvidas que tenham a grandeza de se respeitarem, discutindo e negociando com convicção, mas resistindo sempre à tentação de querer impor os seus argumentos pela força. Neste sentido a AGEPOR apela a que a greve seja imediatamente desconvocada e que as partes saibam negociar pois só assim todos sairemos a ganhar. A Direção Lisboa, 21 de Junho de 2013


Transportes em Revista, 24 de junho de 2013 Dia 25 de junho

AGEPOR condena greve dos trabalhadores portuários A AGEPOR – Associação dos Agentes de Navegação de Portugal, emitiu um comunicado onde condena “veementemente” a paralisação dos trabalhadores portuários do Porto de Lisboa, marcada para o próximo dia 25 de junho. “Como foi evidente e amplamente noticiado no passado recente, estas paragens apenas conduzem à destruição da confiança dos armadores, afastam navios e cargas, prejudicam e encarecem as exportações, e finalmente põem em risco os postos de trabalho de todos que desenvolvem a sua atividade no porto de Lisboa. Durante a greve de 2012 as cargas acabaram por encontrar um outro caminho que não passou por Lisboa, ainda que com evidentes sobrecustos, prejuízos para todos e consequente perda de competitividade”, refere a AGEPOR. A associação chama a atenção que o simples facto do anúncio da greve obriga desde já os armadores que escalam regularmente Lisboa a planear a eventual alteração das rotas dos seus navios, por forma a poder omitir este porto, justamente no momento em que se começava finalmente a recuperar a carga e os navios perdidos em consequência da greve de 2012. Os agentes de navegação não concebem que “os trabalhadores portuários conhecendo os efeitos desastrosos que a greve de 2012 produziu na atividade do porto de Lisboa, onde a título de exemplo o tráfego de contentores se reduziu em 10 por cento enquanto nos outros portos nacionais conheceu um incremento, continuem a escolher uma forma de luta que, em última análise só conduzirá à destruição dos seus postos de trabalho. O emprego, que neste setor até poderá vir a crescer, defende-se justamente continuando a trabalhar e nunca parando de o fazer”. A AGEPOR apela ainda para que a greve seja imediatamente desconvocada e que as partes saibam negociar pois só assim todos sairemos a ganhar. por: Pedro Pereira


Diรกrio Econรณmico, 25 de junho de 2013, pรกg. 18


WorldCargo


Setúbal na Rede, 18 de junho de 2013

Portucel considerada melhor empresa da Europa O grupo Portucel Soporcel foi considerado a melhor Empresa da Europa pelo “European Business Awards” (EBA), distinguindo assim o desempenho do Grupo durante o ano de 2012, bem como a sua capacidade de inovação. “Esta distinção representa um incentivo para prosseguir o caminho que o Grupo tem vindo a percorrer e que o levou a transformar uma visão ambiciosa em realidade, concretizando um plano de investimentos superior a mil milhões de euros, concentrado no período compreendido entre 2008 e 2010”, explica fonte da administração. “O Grupo vai continuar a aprofundar as bases de sustentabilidade do seu negócio, procurando ser inovador e cada vez mais eficiente”, prossegue em declarações por escrito ao “Setúbal na Rede”, acrescentando ter sempre numa atitude de respeito pelo meio ambiente e de desenvolvimento das comunidades envolventes. O Grupo concorreu, inicialmente, na categoria “Import/Export”, enquanto empresa exportadora de referência a nível nacional e internacional. Devido ao desempenho de excelência, ao crescimento alcançado, às estratégias de inovação e à posição de liderança no sector da pasta e do papel, a empresa concorreu na categoria de Empresa do Ano. O grupo Portucel Soporcel foi distinguido na categoria “The Infosys Business of the Year”, entre centenas de empresas a nível europeu das mais diversas áreas de actividade económica. Os “European Business Awards”, considerados como um dos mais competitivos prémios da Europa na área dos negócios, reconhecem e promovem a excelência, as boas-práticas e a inovação da comunidade empresarial europeia. A edição de 2012 envolveu mais de 15 mil organizações de vários sectores em mais de 30 países. “Numa altura em que o aumento da produção de bens transaccionáveis destinados a exportação é fundamental para a retoma do crescimento e criação de emprego de forma sustentada em Portugal, assume particular relevância a estratégia de desenvolvimento seguida pelo grupo Portucel Soporcel que conduziu a um aumento do peso das exportações no volume de negócios”, explica fonte da administração da Portucel. Em 2012, as exportações totalizaram mais de 1,2 mil milhões de euros, correspondente a cerca de três por cento das exportações portuguesas de bens. No âmbito de projetos futuros para inovar a empresa, a Portucel admite que “toda a atividade do grupo se inicia com a investigação aplicada à gestão responsável de um recurso natural e renovável, a floresta nacional”. “A aposta do Grupo na área de Investigação & Desenvolvimento, através do Instituto de Investigação da Floresta e Papel tem sido o suporte para projectos de ponta no aperfeiçoamento das características próprias do eucalipto e na melhoria das práticas de gestão florestal sustentável, que permitem obter uma matéria-prima de excelência no fabrico de papéis de elevada qualidade”. Rogério Matos - 18-06-2013 10:03


Cargo, 24 de junho de 2013

PSA aguarda esta semana autorização formal para prolongamento do terminal XXI A PSA Sines deverá receber esta semana autorização formal do Governo para avançar com o investimento para o prolongamento do terminal XXI, refere hoje o Diário Económico. O projeto será analisado numa reunião na próxima sexta-feira entre o secretário de Estado das Obras Públicas, Sérgio Silva Monteiro, o presidente da Aicep, Pedro Reis; e o presidente executivo da PSA Europe, David Yang. O investimento de 90 a 150 milhões de euros enquadra-se no interesse do Executivo em captar investimento estrangeiro para potenciar a economia nacional, pelo que o Governo "não tem qualquer problema com o investimento proposto", acrescenta o diário. O pedido foi feito em fevereiro pela PSA à Administração do Porto de Sines (APS), que o remeteu à tutela das Obras Públicas.


Cargo, 24 de junho de 2013

Portugal já prestou esclarecimentos sobre as ajudas aos ENVC Portugal já prestou esclarecimentos sobre as ajudas aos Estaleiros de Viana do Castelo, referiu hoje Joaquín Almunia, o Comissário para a Concorrência, após pedido apresentado pelos eurodeputados do PS que questionaram em maio último a Comissão Europeia sobre se o Estado português tinha apresentado alguma "justificação da natureza da intervenção pública no âmbito dos auxílios de emergência e de reestruturação concedidos a empresas em dificuldade". Segundo o comissário, Portugal apresentou em março as observações sobre este processo que havia sido aberto por Bruxelas a 23 de janeiro devido "a um certo número de medidas alegadamente concedidas no passado" por Portugal aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), no entanto Joaquín Almunia refere que o seu conteúdo "constitui informação confidencial". Relativamente aos 181 milhões de euros concedidos aos estaleiros entre 2006 e 2011 e à questão se estas obedeceram às regras comunitárias, o comissário refere que "não foram recebidas quaisquer observações dentro do prazo indicado". Segundo o Ministério da Defesa, como a empresa não dispõe desta verba para poder devolver caso se prove a violação das regras da concorrência, a solução defendida passa pela liquidação dos ENVC, anunciada em abril. Em paralelo, prevê-se o lançamento de um consurso internacional para a subconcessão dos terrenos e infraestruturas existentes para que a construção naval e os empregos não se percam.


PĂşblico, 25 de junho de 2013, pĂĄg. 12


Recortes 120 25 06 2013