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Recortes nº 105 Índice – 30 de maio de 2012 • Tersado reforça-se em Setúbal com terceiro ‘reach stacker’ • Porto de Setúbal vende energia solar à EDP • Porto de Setúbal bateu novos recordes na movimentação de mercadorias • Porto de Setúbal parceiro do projeto CASSANDRA • Porto de Setúbal recebe comboio de Cacia • Porto de Setúbal – Terminais públicos com crescimento de 23,2% em 2011 • Exportações representam 60% do movimento de Setúbal • Cerimónia realizada no porto de Setúbal – Cimpor inaugurou navio Temara • Governação dos portos: Estudo mostra que modelo de fusão não é usado na Europa • Estudo da ‘Católica’ contraria fusão dos portos • Sines garante crescimento de 10% dos portos nacionais • Porto de Sines: Lídia Sequeira acompanhou Cavaco Silva na visita a Singapura • Presidente da PSA reafirma vontade de investir em Portugal • Carga geral em alta na Figueira da Foz • Movimento de carga nos portos nacionais cresceu 10% no primeiro trimestre • ‘É em projectos como a ligação ferroviária de Sines que nos devemos concentrar’ APSS, SA Praça da República 2904-508 Setúbal Portugal Nº Reg. Comercial e NPC: 502256869 Tel.: +351 265 542000 Fax: +351 265 230992 Sítio Internet: www.portodesetubal.pt Email: geral@portodesetubal.pt


Transportes & Negócios – 29 de maio de 2012

Tersado reforça-se em Setúbal com terceiro “reach stacker” A Tersado, concessionária da zona 1 do terminal Multiusos de Setúbal, colocou ao serviço mais um “reach stacker”, o terceiro da empresa. A nova máquina, fabricada pela Konecranes, tem uma capacidade de 45 toneladas e é a primeira nos portos nacionais a cumprir a Directiva Máquina 2004/26/EC. Pedro Constantino, administrador da Tersado, adiantou ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS que, com o novo equipamento, a concessionária “dispõe actualmente de 17 empilhadores com capacidades entre as 1,5 e as 45 toneladas, entre os quais três “reach stackers””. O montante do investimento nova máquina não foi divulgado. Questionado sobre novas “compras”, Pedro Constantino salientou que “a politica de investimento em equipamentos – e porque se trata de um terminal multiusos, que pode movimentar todo o tipo de cargas, será sempre feita e ajustada às necessidades dos clientes”. No primeiro trimestre deste ano, segundo os dados da administração portuária, a Tersado movimentou 412 882 toneladas, o que representou uma quebra de 2,1% face ao período homólogo do ano passado. A carga geral fraccionada liderou, com 238,2 mil toneladas, acusando uma quebra de 3,6%, parcialmente compensada pelo aumento de 16,5% na movimentação de granéis sólidos, que atingiram as 158,5 mil toneladas.


Transportes em Revista – janeiro de 2012 – Pag. 6


Transportes em Revista – janeiro de 2012 – Pag. 18


Transportes em Revista – janeiro de 2012 – Pag. 19


Transportes em Revista – janeiro de 2012 – Pag. 19


Transportes em Revista – janeiro de 2012 – Pag. 23


Transportes em Revista – março de 2012 – Pag. 6


Transportes em Revista – março de 2012 – Pag. 9


Transportes em Revista – março de 2012 – Pag. 17


Cargo News – 29 de maio de 2012

Governação dos portos: Estudo mostra que modelo de fusão não é usado na Europa Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto, refere que enviou um estudo ao primeiro-ministro que demonstra que em nenhum dos principais portos europeus existe o modelo de fusão, reiterando a necessidade da gestão autónoma das infra-estruturas portuárias. À Lusa, Rui Moreira explicou que a Associação Comercial do Porto (ACP) mandou "fazer um estudo comparado relativamente ao modelo de governação dos portos europeus dos principais países", o qual demonstrou que "em nenhum desses países existe uma fusão dos portos, como chegou a ser admitida quer pelo anterior Governo, como terá sido admitida também pelo atual secretário de Estado das Obras Públicas". "Aquilo que o estudo da Universidade Católica demonstra é que, bem pelo contrário, em cada um dos países os portos são complementares ou concorrentes entre si, havendo naturalmente depois uma coordenação, mas que não implica a fusão dos portos, aliás como a Associação Comercial do Porto tem reclamado", acrescentou o presidente da ACP, referindo ainda que o estudo foi enviado a Pedro Passos Coelho há cerca de 10 dias.


Transportes & Negócios – 29 de maio de 2012

Estudo da “Católica” contraria fusão dos portos A Associação Comercial do Porto (ACP) enviou ao Governo um estudo encomendado à Universidade Católica que conclui que a fusão dos portos não é o modelo seguido nos principais países europeus. O estudo foi enviado há cerca de dez dias ao primeiro ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou à “Lusa” o presidente da ACP, Rui Moreira. E pretende contribuir “para uma boa decisão por parte do Governo. Aquilo que queremos é dar um contributo técnico, inatacável, por parte de uma das maiores universidades portuguesas", sublinhou. Rui Moreira explicou que a ACP mandou "fazer um estudo comparado relativamente ao modelo de governação dos portos europeus, dos principais países [Alemanha, Espanha, Itália e Holanda]" e que aquilo que "ficou demonstrado é que, de facto, em nenhum desses países existe uma fusão dos portos, como chegou a ser admitida pelo anterior Governo, como terá sido admitida também pelo actual secretário de Estado das Obras Públicas". "Aquilo que o estudo da Universidade Católica demonstra é que, bem pelo contrário, em cada um dos países os portos são complementares ou concorrentes entre si, havendo naturalmente depois uma coordenação, mas que não implica a fusão dos portos, aliás como a Associação Comercial do Porto tem reclamado", enfatizou, Na opinião do presidente da ACP, o que o estudo "aponta é que não há virtudes, nem sequer a isso advoga a Europa, como algumas pessoas disseram, de que os portos sejam fusionados", sublinhando que a "fusão não traz nenhuns benefícios". "O estudo também aponta no sentido da necessidade de haver um elemento de regulação que assegure as relações que os portos portugueses precisam de ter, nomeadamente com a União Europeia, para atrair fundos estruturais. Mas, para isso, existe o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos que, a nosso ver, deve ter as suas competências reforçadas”, declarou ainda Rui Moreira. A ideia de encomendar o estudo à Universidade Católica terá surgido há cerca de dois meses, aquando da presença de Pedro Passos Coelho no Palácio da Bolsa, no Porto. “Nessa altura – recordou Rui Moreira - disselhe que havendo dúvidas sobre o modelo", a associação entendia que tinha "ainda um contributo a dar", tendo sido nesse seguimento que resolveu "encomendar um estudo a uma entidade competente e credível como é a Universidade Católica".


Transportes & Negócios – 29 de maio de 2012

Sines garante crescimento de 10% dos portos nacionais Os portos nacionais movimentaram 16,6 milhões de toneladas no primeiro trimestre, mais 10% do que há um ano. Sines fez 6,7 milhões de toneladas e cresceu 22,8%. O porto alentejano foi, de muito longe, o principal responsável pela boa performance global do sector entre Janeiro e Março, de acordo com os dados do INE, relativos ao Continente e à Madeira. Não só porque cresceu mais do dobro da média, mas porque já era o maior porto nacional – posição que reforçou. Com 6,7 milhões de toneladas movimentadas, Sines aumentou a sua quota de mercado nacional para os 40,4%. Leixões, o segundo maior porto português, processou no mesmo período 3,9 milhões de toneladas, mais 4,8% que há um ano, e detém uma fatia de 23,4%. Lisboa recuperou das perdas ao último trimestre de 2011 mas não conseguiu melhor que 2,7 milhões de toneladas no primeiro trimestre, apenas 0,1% acima do feito entre Janeiro e Março de há um ano. Setúbal cresceu 0,9%, em termos homólogos, para os 1,7 milhões de toneladas. A Figueira da Foz disparou 25% para as 419 mil toneladas. E Aveiro quebrou 7,3% para as 751 mil toneladas. O Caniçal afundou 26,3% e ficou-se pelas 177 mil toneladas. Nos outros portos (que incluem, entre outros, Viana do Castelo, Portimão e Porto Santo) movimentaram-se 275 mil toneladas no trimestre, um salto de quase 63%. Na apresentação dos dados trimestrais, o INE sublinha o facto de o crescimento global ter sido realizado sobretudo nos dois primeiros meses do ano, quando se atingiram taxas homólogas de mais de 14%.


Cargo News – 29 de maio de 2012

Porto de Sines: Lídia Sequeira acompanhou Cavaco Silva na visita a Singapura A presidente da Administração do Porto de Sines (APS), Lídia Sequeira, integrou a comitiva presidencial que visitou Singapura, onde se localiza um dos portos mais importantes do mundo. A comitiva foi acompanhada por Fock Siew Wah, presidente da PSA - Port of Singapure Authority, que reforçou a vontade de investir em Portugal e que destacou as condições e a excelente localização de Sines considerando-o um dos melhores portos europeus para fazer ligação à Ásia e Europa. Na visita, e tal como a CARGO deu aqui nota, o Presidente da República enalteceu a posição geográfica do porto de Sines e o trabalho realizado pela PSA Sines, salientando que “as palavras que ouvimos do presidente da PSA foram extremamente positivas e encorajadoras, um grande desejo de investir em Portugal, não olhando apenas para o nosso mercado interno, mas também Espanha e o resto da Europa”. Recorde-se que em setembro de 1999 foi assinado o Contrato de Concessão do Terminal XXI com a PSA Sines, Terminais de Contentores, SA, atualmente detida pela PSA International, uma empresa com origem na Autoridade Portuária de Singapura (Port of Singapore Authority). Este contrato de concessão por 30 anos prevê a construção das infraestruturas, superestruturas e equipamento do Terminal de Contentores de Sines (Terminal XXI), sendo o seu desenvolvimento realizado através do sistema BOT (Build, Operate and Transfer). Concluidas as duas primeiras fases e em pleno funcionamento, o Terminal XXI tem vindo a crescer sustentadamente ano após ano. Através do Terminal XXI, o porto de Sines tem já uma ligação direta semanal com o Porto de Singapura, o terceiro maior porto do mundo em tonelagem movimentada e o segundo maior porto de contentores com cerca de 30 Milhões de TEU movimentados em 2011. Este serviço (Lion Service) é operado pela MSC – Mediterranean Shipping Company e liga o Extremo Oriente à Europa, onde Sines é o primeiro porto europeu a ser escalado, com um transit time de cerca de 14 dias, utilizando os maiores navios em operação no mundo (capacidade de 13.000 e 14.000 TEU). Sendo Singapura um importante hub asiático localizado junto ao estreito de Malaca e a PSA o primeiro operador de terminais de contentores a nível mundial, existe um grande potencial de crescimento em tráfego e em investimento, pelo que esta ação presidencial se reveste de grande importância no reforço das relações comerciais entre os dois paises.


Transportes & Negócios – 29 de maio de 2012

Presidente da PSA reafirma vontade de investir em Portugal O presidente da PSA de Singapura reforçou a vontade de investir em Portugal, no decurso da visita de Cavaco Silva e comitiva ao porto daquela cidade-estado. A comitiva portuguesa, em que se integrava a presidente do Porto de Sines, Lídia Sequeira, visitou o porto de Singapura, tendo sido recebido pelo presidente da Port of Singapore Authority, Fock Siew Wah. Na oportunidade, aquele dirigente elogiou as condições e a excelente localização de Sines, considerando-o um dos melhores portos europeus para fazer a ligação à Ásia e à Europa. A PSA detém a concessão do terminal de contentores do porto português. Cavaco Silva considerou que “as palavras que ouvimos do presidente da PSA foram extremamente positivas e encorajadoras, um grande desejo de investir em Portugal, não olhando apenas para o nosso mercado interno, mas também Espanha e o resto da Europa”. O Presidente da República sublinhou, por isso, a necessidade de se avançar com uma ligação ferroviária rápida (mas não de Alta Velocidade, precisaria depois, aos jornalistas, o ministro da Economia) entre Sines ao resto da Europa. Os portos de Singapura e de Sines estão ligados pelo “Lion Service” da MSC.


Transportes & Negócios – 28 de maio de 2012

Carga geral em alta na Figueira da Foz Nos primeiros quatro meses do ano o porto da Figueira da Foz processou 581 mil toneladas, mais 63 mil do que há um ano. Mas em Abril interrompeu o ciclo de ganhos sucessivos que vinha registando desde o arranque de 2012. A carga geral é a única responsável pelo aumento da actividade no porto figueirense. Desde Janeiro cresceu 45%, ou 100 mil toneladas, para um total de 323 mil toneladas. Os granéis sólidos, o segundo agregado de mercadorias na Figueira da Foz, recuaram 11%, para perto das 196 mil toneladas. A carga contentorizada retraiu-se 16% para as 55 mil toneladas. Os granéis líquidos perderam 26% e são cada vez mais residuais, com menos de sete mil toneladas processadas. Em Abril, movimentaram-se na Figueira da Foz perto de 155 mil toneladas, naquele que foi o primeiro registo do ano abaixo do realizado no mês homólogo de 2011. No caso, a baixa foi de 6%, insuficiente para inverter a tendência. Mas desta feita nada escapou, nem mesmo a carga geral. Nos primeiros quatro meses do ano escalaram o porto comercial da Figueira da Foz 161 navios. Mais 15 do que no período homólogo e maiores também: 16% em termos de arqueação bruta.


Cargo News – 29 de maio de 2012

Movimento de carga nos portos nacionais cresceu 10 no primeiro trimestre Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de estatística (INE), o movimento de mercadorias nos portos nacionais cresceu 10% no primeiro trimestre de 2012. À exceção do porto de Aveiro, todos os portos nacionais registaram melhorias face a período homólogo de 2011, com destaque para o porto de Sines. Ainda segundo o boletim da Atividade dos Transportes, do INE, o crescimento foi maior em janeiro (aumento de 14,9% face ao mesmo mês de 2011) e em fevereiro (subida de 14,3%). Ao todo foram movimentadas 16,6 milhões de toneladas de mercadorias, com destaque para o trio composto por Sines, Leixões e Lisboa, responsáveis por 79,1% do total das mercadorias movimentadas. O porto de Sines foi o que mais cresceu (+22,8%). Leixões (+4,8%) e Lisboa (+0,1%), também registaram subidas entre janeiro e março deste ano. Já o porto de Aveiro apresentou uma quebra de 7,3%. O porto da Figueira da Foz melhorou o volume de mercadorias movimentadas (+25,8%), assim como Setúbal (+0,9%). Destaque ainda para o facto de ter havido um crescimento tanto no tráfego nacional (+11,6%), como no tráfego internacional (+9,7%), o qual representou 84,3% do movimento total dos portos. Neste último, destaque para o porto de Sines com um crescimento homólogo de 22,8%.


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Recortes Nº 105 de 2012