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Recortes nº 066 Índice – 5 de abril de 2013 • Manuel Queiró antecipa "várias candidaturas" à privatização da CP Carga • Porto da Figueira da Foz diz que há novo grupo interessado em ficar com Estaleiros do Mondego • Ferrovia – CP e RENFE negoceiam soluções conjuntas no transporte ibérico

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Cargo News, 4 de abril de 2013

Manuel Queiró antecipa "várias candidaturas" à privatização da CP Carga Para além de Sérgio Monteiro, outra presença de destaque no Seminário 'Transportes: Privatização, Financiamento e Sustentabilidade" foi a de Manuel Queiró, novo presidente do Conselho de Administração da CP, numa das suas primeiras intervenções neste cargo. O líder da CP lembrou que o novo Conselho de Administração está há pouco mais de 40 dias em funções, não estando por isso "preparado para fazer determinadas revelações". Até porque, também aqui, o segredo é a alma do negócio. Na sua intervenção, Manuel Queiró recordou as várias separações de divisões dentro da CP, nomeadamente com a CP Carga, "uma empresa participada a 100% pela CP e que já está preparada para a sua separação total ou parcial em termos de titularidade". A privatização da CP Carga, essa, acontecerá até final deste ano e Manuel Queiró antecipa vários interessados: "Poderemos dizer que até ao final deste ano teremos o processo da CP Carga concluído. Devo aliás dizer que se perfilam numerosas candidaturas passa esse processo". O presidente da CP lamentou ainda que os media tenham criado "um campo de batalha" em torno da privatização da CP Carga, salientando que "algumas notícias veiculadas tendem e tentam diminuir o valor potencial do que está em jogo". "E eu costumo dizer que quem desdenha quer comprar", acrescentou. Numa indireta em que não especifica nomes nem entidades (apesar de ter ficado claro para onde apontava), Manuel Queiró lembra que "15 dias depois de uma entidade aparecer a desvalorizar o produto, aparece como candidata", considerando que isso " é uma manifestação de interesse e onde há interesse há valor". "Neste tempo que ainda temos vamos consolidar esse valor e, porventura, aumentar a operacionalidade e os encargos no sentido de que esta operação seja um sucesso para os interesses públicos e para o aumento da sua eficiência. E, já agora, que seja também um sucesso na prestação de serviços para a comunidade. Cinco por cento do movimento da CP Carga são movimentos para o exterior ou do exterior para Portugal. Ou seja, praticamente todo o movimento da CP Carga é um movimento interno e é claro que é um movimento de e para portos em grande quantidade. Portanto, acaba sempre por ser um movimento de e para o exterior mas por via marítima", concluiu.


Newsletter APP, 5 de abril de 2013 Porto da Figueira da Foz diz que há novo grupo interessado em ficar com Estaleiros do Mondego O administrador do Porto da Figueira da Foz disse esta quinta-feira que há um novo grupo, constituído por uma empresa estrangeira e outra portuguesa, interessado em ficar com a concessão dos Estaleiros Navais do Mondego (ENM). Em declarações à Lusa, José Luís Cacho afirmou ainda o "interesse" da administração portuária em que a solução encontrada para fazer face ao incumprimento financeiro por parte da sociedade que detém os ENM "seja resolvida dentro da atual concessão", iniciada em setembro de 2012. "É nisso que estamos a trabalhar, em articulação com toda a gente (sindicatos, administrador de insolvência dos ENM, autarquia e atuais detentores do alvará), para salvaguardar os postos de trabalho e garantir o futuro dos estaleiros. É a melhor solução", frisou o presidente do conselho de administração dos portos da Aveiro e da Figueira da Foz. Agência Lusa


Diรกrio Econรณmico, 5 de abril de 2013, Pรกg. 21


Recortes Nº 066 05-04-2013