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Recortes nº 46 Índice – 5 de março de 2012 • Entrevista com o presidente da APSS – ‘Setúbal posiciona-se como grande porto de veículos’ • West Med-Atlantic-Canaries certificada “Linha regular ro-ro” pelo porto de Setúbal • Porto de Sesimbra – APSS lança concursos para licenças de utilização de armazéns • Concessões portuárias renderam 61 milhões de euros • Nogueira Leite: “Modelo da Figueira e de Aveiro devia existir no resto do país”

APSS, SA Praça da República 2904-508 Setúbal Portugal Nº Reg. Comercial e NPC: 502256869 Tel.: +351 265 542000 Fax: +351 265 230992 Sítio Internet: www.portodesetubal.pt Email: geral@portodesetubal.pt


O Setubalense – 5 de março de 2012 – Pág. 4


Cargo News – 2 de março de 2012

West Med-Atlantic-Canaries certificada “Linha regular ro-ro" pelo porto de Setúbal A linha de navegação West Med-AtlanticCanaries do armador Flota Suardiaz, agenciada no porto de Setúbal pela L. Branco-Navegação e Trânsitos, Lda recebeu a classificação de Serviço de Linha Regular para o segmento Roll-on Roll-off. A carga base da linha é constituída por veículos fabricados na Autoeuropa, completada por veículos e maquinaria de outros fabricantes, com transporte de e para estes destinos. O armador Flota Suardiaz é um dos pioneiros da carga Ro-Ro em Espanha, operando desde 1948, está integrada na holding Grupo Logístico Suardiaz e é um dos armadores referência em serviços de transportes para a ONU e NATO. No Porto de Setúbal a linha faz escala todas as terças-feiras, com os navios “Bouzas”, “Galicia”, “La Surprise" e “Tenerife Car”. A rotação faz-se pelos portos de Barcelona (Espanha); Casablanca (Marrocos); Setúbal; Sheerness (Reino Unido); Tyne (Reino Unido); Zeebrugge (Bélgica); Vigo (Espanha). Quinzenalmente são também escalados os portos de Flushing (Holanda); Las Palmas (Ilhas Canárias-Espanha) e Tenerife (Ilhas Canárias-Espanha).


O Setubalense – 5 de março de 2012 – Pág. 12


Transportes & Negócios – 2 de Março de 2012

Concessões portuárias renderam 61 milhões de euros As 32 concessões portuárias renderam no ano passado 61,2 milhões de euros às administrações portuárias. O TCL foi quem mais pagou: 13,8 milhões de euros. Comparativamente a 2010, os concessionários pagaram mais 5%, sensivelmente dois milhões de euros. A receita total superou o previsto em 9%. A explicação reside no crescimento da actividade marítimo-portuária, com reflexo nas rendas variáveis devidas pelos concessionários. No ano passado, os portos nacionais processaram um volume recorde de mercadorias. Os dados constam do Boletim Informativo sobre as Parcerias Público-Privadas e Concessões elaborado pela Direcção-Geral de Tesouro e Finanças (DGTF) e relativo ao quarto trimestre do ano passado. A TCL, concessionária do Terminal de Contentores de Leixões, foi, de novo, e de longe, quem mais pagou. Foram 13,8 milhões de euros, cerca de 22,5% do total recebido pelas administrações portuárias. O segundo lugar neste ranking continuou da Sotagus, concessionária do terminal de contentores de Santa Apolónia, em Lisboa, que pagou 7,2 milhões de euros. O terminal de granéis líquidos de Sines (concessionado à Petrogal) rendeu 7,7 milhões e o terminal de produtos petrolíferos de Leixões (idem) valeu 6,3 milhões. Seguiram-se-lhes o Terminal Multipurpose de Sines (4,3 milhões), o TCGL, de Leixões (3,6 milhões), e o Terminal Multiusos Zona II de Setúbal, com 3,4 milhões de euros. Das 32 concessões portuárias, apenas quatro não cumpriram com as receitas previstas. Das mais pequenas e com desvios sem significado. O relatório da DGTF alude igualmente à estimativa de investimentos de algumas das concessões, a preços de 2011. E aí a PSA Sines lidera destacadíssima, com um montante de 459,3 milhões de euros, seguida, a grande distância, pela Portsines (Multipurpose de Sines), com 163,5 milhões. A TCL atinge os 89 milhões de euros, a Sotagus os 78,8 milhões e a TCGL os 53,3 milhões de euros.


Cargo News – 2 de março de 2012

Nogueira Leite: “Modelo da Figueira e de Aveiro devia existir no resto do país” Em palestra na Figueira da Foz, inserida no Ciclo “Rotas de futuro: Re… descobrir o mar”, o conhecido professor universitário António Nogueira Leite, atualmente na vice-presidência da CGD, falou sobre as comunidades portuárias, louvando o modelo de governação conjunta dos portos de Aveiro e Figueira da Foz. Entre outros aspectos relativos ao modelo de gestão portuária que Portugal deve escolher, estando sobre a mesa as opções um porto/sede a coordenar os restantes ou a atual descentralização, António Nogueira Leite aconselhou os decisores, caso optem pela primeira solução, a que a sede fique que no Porto, para evitar que os portuenses tentem inviabilizá- la. Fazendo uma análise ao modelo de desenvolvimento económico português dos últimos 10, 12 anos, sustentado no setor da construção civil, o orador disse que era previsível que os resultados redundassem na atual conjuntura. Houve no entanto um setor que soube navegar na rota correta – os portos apesar da lei laboral do setor estar ultrapassada. Nogueira Leite, ele próprio ex-presidente da Comunidade Portuária de Aveiro, considerou as comunidades portuárias como uma mais-valia, tendo simultaneamente elogiado o modelo em vigor nos dois portos do Centro (com uma única administração): “O modelo de Aveiro e da Figueira da Foz devia existir no resto do país, porque os portos têm de estar ao serviço da economia”, realçou o conferencista.

Recortes Nº 46 de 2012  

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