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Recortes nº 032 Índice – 15 de fevereiro de 2013 • • • • • • • • • •

TCL regista o melhor Janeiro de sempre Produção cai em todas as fábricas de automóveis em Portugal Produção nacional cai 31% em Janeiro Bruxelas dá mais um milhão para o eixo de mercadorias Portugal-Espanha-França Maersk Line aumenta preço do frete para exportação de Portugal para América Central e do Sul Ferrovia. Mota-Engil vai concorrer à nova linha de mercadorias Trabalhadores da Atlantic-Ferries fazem greve contra despedimento colectivo Um formigueiro humano Investigadores de Peniche preparam hambúrguer de peixe Bicicletas influenciam a decisão de comprar casa

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Transportes & Negócios, 15 de fevereiro de 2013

TCL regista o melhor Janeiro de sempre O porto de Leixões movimentou em Janeiro 46 730 TEU, o que passa a constituir um novo recorde do primeiro mês do ano, anunciou a TCL, concessionária do terminal de contentores. Comparativamente com o resultado homólogo de 2011, verificou-se agora um crescimento de 5%, ou cerca de 2 200 TEU. No ano passado, o movimento de contentores em Leixões cresceu mais de 100 mil TEU (em parte por causa das greves em Lisboa e Setúbal), o que permitiu à TCL ultrapassar a fasquia dos 600 mil TEU e reforçar a sua posição de maior operador nacional de terminais de contentores. Agora, em Janeiro, o recorde mensal da TCL não chega para superar o resultado a PSA Sines, concessionária do Terminal XXI, que atingiu um máximo nacional absoluto, acima dos 66 mil TEU.


APP, 15 de fevereiro de 2013

Produção cai em todas as fábricas nacionais de automóveis em Janeiro No mês de Janeiro de 2013, foram produzidos 12.588 veículos automóveis, ou seja, um decréscimo de 20% face ao mês homólogo do ano anterior. Este valor da produção situa-se 7% abaixo da produção média em Janeiro dos últimos cinco anos (13.534). A Autoeuropa registou uma queda de 24,2% em Janeiro face ao mesmo mês do ano passado, mantendo a tendência que começou a adensar-se a partir de meados de 2012, com um total de 7.546 automóveis produzidos. Já a PSA Mangualde é a fábrica que menos caiu no primeiro mês do ano, com uma diminuição de produção de 5,7% (produziu 4.461 carros). A unidade que mais perde é a Toyota, 62%, sendo agora a fábrica que menos unidades produz em Portugal (97), e é ultrapassada pela VN Automóveis, unidade fabril alentejana de onde saem os pesados da Isuzu. Numa altura em que as exportações são apontadas como via única de crescimento para o país, o sector automóvel (um dos que mais peso tem nesta vertente) registou uma diminuição de 19,3% face ao mês homólogo do ano anterior. Do total de veículos produzidos em Janeiro de 2013, destinaram-se à exportação 12.365 veículos, ou seja, 98,2% da produção nacional. A retracção dos mercados europeus, para os quais Portugal exporta mais de ¾ da sua produção de carros, explica em grande parte este cenário. Esta diminuição da produção foi determinada pela quebra generalizada da produção, nomeadamente, de 13,9% na produção de veículos ligeiros de passageiros, de menos 29,5% na de veículos comerciais ligeiros e de menos 41% na de veículos pesados. A Europa absorveu 81% das nossas exportações, ou seja, mais 3 pontos percentuais do que no mesmo mês do ano anterior, a Ásia absorveu 11,7% (menos 5,5 pontos percentuais do que em Janeiro de 2012) e a América absorveu mais dois pontos percentuais (5,6%). A Alemanha (19,6%) e a França (15,4%) mantêm a liderança dos nossos principais mercados externos.


Transportes & Negócios, 15 de fevereiro de 2013

Produção nacional caiu 31% em Janeiro As marcas instaladas em Portugal produziram em Janeiro 4 021 comerciais ligeiros e pesados, naquele que é o pior arranque de ano dos últimos três anos. A produção de comerciais ligeiros recuou 30%, em termos homólogos, para as 3 703 unidades. A Toyota liderou as perdas, com uma quebra de 65% para 87 veículos apenas. A Mitsubishi construiu 128 (menos 48%). A Citroën produziu 1 750 (menos 40%) e a Peugeot 1 690 (menos 6,7%). Em contra-ciclo só a Isuzu, que avançou 60% mas lançou apenas 48 unidades. Nos comerciais pesados, a produção lusa voltou a resumir-se aos camiões, tendo-se ficado pelos 318 veículos. Uma quebra de 41%. A Isuzu caiu 56%, para 78 unidades produzidas e a Mitsubishi perdeu 36%, para 230. A Toyota duplicou a produção, tendo chegado aos dez camiões. Os mercados externos foram o destino de 3 561 comerciais ligeiros e de 305 pesados de mercadorias fabricados por cá no primeiro mês do ano.


Transportes & Negócios, 15 de fevereiro de 2013

Bruxelas dá mais um milhão para o eixo de mercadorias Portugal-Espanha-França A Comissão Europeia decidiu atribuir mais 5,7 milhões de euros para co-financiar a preparação de quatro corredores de transporte ferroviário de mercadorias. Para o corredor n.º 4, que interessa a Portugal, vão 1,1 milhões de euros. Os projectos foram seleccionados no âmbito da chamada anual de 2011 da TEN-T. No caso do corredor n.º 4, o investimento total candidatado pelos governos de Lisboa, Madrid e Paris é de 2,14 milhões de euros. O apoio comunitário é, pois, de 50% daquele montante. Os estudos em causa terão de estar concluídos em 2014. O objectivo é estudar o mercado da procura de serviços de transporte ferroviário de mercadorias e avaliar as necessidades de capacidade da infra-estrutura ferroviária ao longo do corredor. O corredor n.º 4 deverá ligar Lisboa, Sines e Leixões a Algeciras, Madrid, Bilbau, San Sebastian e Irun a Paris e daí para o Norte e Leste de França. Espanha irá ainda beneficiar do apoio de 1,7 milhões concedido por Bruxelas ao corredor n.º 6, de ligação de Almeria e Madrid a Záhony (Hungria), através da França, Itália e Eslovénia Os outros dois projectos seleccionados na chamada de 2011 respeitam ao corredor n.º 8, que há-de ligar os portos de Bremerhaven, Roterdão e Antuérpia até Kaunas, na Lituânia; e ao corredor n.º 2, que conectará Roterdão a Basileia e a Lyon, através da Bélgica, Luxemburgo e França. O primeiro receberá 1,6 milhões de euros e o segundo 1,3 milhões.


Cargo News, 14 de fevereiro de 2013, pág. 14

Maersk Line aumenta preço do frete para exportação de Portugal para América Central e do Sul A Maersk Line vai aplicar, a partir do dia 1 de março, um aumento no preço de frete (GRI - General Rate Increasing) na exportação da Península Ibérica (Portugal e Espanha) para os mercados do Caribe, América Central e Costa Oeste da América do Sul. O GRI será de 150 euros para contentores de 20 pés e de 300 euros para contentores de 40 pés.

A companhia vê este incremento como "necessário para poder manter a atual cobertura de mercado e a qualidade do serviço habitual".


Jornal i, 15 de fevereiro de 2013, pรกg. 48


Diรกrio Econรณmico, 15 de fevereiro de 2013, pรกg. 20


Jornal de Neg贸cios, 15 de fevereiro de 2013, p谩g. 20


APP, 15 de fevereiro de 2013 Investigadores de Peniche preparam hambúrguer de peixe Investigadores da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar, de Peniche, estão a estudar a preparação de um inovador hambúrguer de peixe, que será comercializado ainda este ano. O incentivo ao consumo de peixe é um dos objetivos do novo produto e o grupo de investigadores já testou a aplicação de diferentes espécies de peixe ao hambúrguer, desde pescada, tintureira e paloco, espécies às quais se pretende acrescentar maior valor comercial. Cavala e sardinha, espécies capturadas na costa atlântica portuguesa, são outras possibilidades. Maria Manuel Gil, docente que coordena a investigação, explicou à agência Lusa que a ideia partiu de uma fábrica de pescado de Peniche e tem como objetivo, também, o aproveitamento de "produtos da subprodução e de partes comestíveis que não têm valor comercial". Além disso, valorizar e acrescentar valor comercial a algumas espécies pouco consumidas, como a cavala, ou que são comercializadas congeladas, como a tintureira, estão também entre as pretensões dos promotores. A equipa está a testar a formulação do produto na cozinha com diferentes espécies de pescado e prepara-se para avançar para a criação de dois protótipos que serão fabricados à escala industrial ainda este ano: um hambúrguer de peixe para crianças e outro para adultos. O produto inovador no mercado nacional, uma vez que só existe hambúrguer de atum, vai ser produzido pela Nigel, uma fábrica de Peniche. "Queremos ter um produto sem espinhas, saudável e fácil de confecionar, para incentivar as crianças e jovens a comer peixe", afirmou Elsa Nicolau, da administração da empresa. Uma cadeira de distribuição alimentar está interessa na comercialização do produto. A fábrica fatura por ano 11 milhões de euros, metade dos quais são oriundos da exportação. A empresa, que se dedica à preparação de peixe para vendê-lo congelado e ao fabrico de refeições pré-cozinhadas de peixe, emprega 102 trabalhadores.


Transportes em Revista, 14 de fevereiro de 2013

Nos Estados Unidos

Bicicletas influenciam a decisão de comprar casa Nos Estados Unidos, muitas garagens estão a ser adaptadas de modo a que haja espaço para ferramentas e bicicletas. Segundo o portal Último Segundo, a bicicleta influencia cada vez mais a decisão de quem quer comprar imóveis nas cidades norte-americanas. A tendência começa a ser generalizada e vários são os arquitetos e responsáveis de projeto a apostar neste segmento. Chris Archer, assistente do diretor do projeto para o Desenvolvimento Comunitário Zocalo em Denver, revelou que o construtor se encontra a trabalhar num complexo de apartamentos que terá uma oficina de reparação, uma gama de ferramentas e estacionamento. Também Matt Griffin, sócio gerente do Grupo Pine Street, está a construir um complexo de apartamentos com 654 unidades em Seattle, destinado a utilizadores de bicicleta. “Nós realmente queremos ser um ponto de referência para aqueles que querem ir para o trabalho de bicicleta”, afirmou Griffin, que não anda de carro há nove anos. por: Laura Melgão

Recortes 032 15-02-2013  

TCL regista o melhor Janeiro de sempre • Produção cai em todas as fábricas de automóveis em Portugal • Produção nacional cai 31% em Janeiro...

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