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Recortes nº 025 Índice – 05 de fevereiro de 2014  Águas do estuário do sado monitorizadas pela APSS  Consórcio do Porto de Lisboa cria empresa  Vencedor do terminal de cruzeiros de Lisboa notifica Autoridade da Concorrência  Consórcio que venceu concessão do porto de Lisboa cria empresa para operar infra-estrutura  Porto de Lisboa: Consórcio cria empresa para operar infra-estrutura do terminal de cruzeiros  AOPL: Greve dos estivadores leva a quebra de 68% na carga movimentada em Lisboa  Greves originam quebra de 68% no porto de Lisboa  Volume da carga movimentada pelo porto de Lisboa cai 68% devido a greves

APSS, SA Praça da República 2904-508 Setúbal Portugal Nº Reg. Comercial e NPC: 502256869

Tel.: +351 265 542000 Fax: +351 265 230992 Sítio Internet: www.portodesetubal.pt Email: geral@portodesetubal.pt


 Nova estação de passageiros do Porto de Leixões inaugurada no segundo semestre  Docapesca administra portos e marinas  ArtesanalPesca inaugura unidade congeladora  Ministra

da

Agricultura

e

instalações da ArtesanalPesca

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Pescas

inaugura

novas


O Sesimbrense, 01 de fevereiro de 2014


Jornal de Neg贸cios, 05 de fevereiro de 2014


Di谩rio Econ贸mico, 05 de fevereiro de 2014


APP, 04 de fevereiro de 2014


Cargo News, 04 de fevereiro de 2014

Porto de Lisboa: Consórcio cria empresa para operar infra-estrutura do terminal de cruzeiros O consórcio que venceu a concessão do terminal de cruzeiros do porto de Lisboa, composto pela Creuers de Barcelona, a turca Global Liman Isletmeleri, a americana Royal Caribbean e o grupo Sousa, entregou à Autoridade da Concorrência uma notificação das quatro empresas que compõem o agrupamento. As quatro empresas constituíram uma nova sociedade, com o objectivo de explorar a infra-estrutura. A nova sociedade "tem por objetivo a exploração, ao abrigo da concessão adjudicada pela Administração do Porto de Lisboa no Terminal de Cruzeiros do serviço público de apoio à navegação marítima consistente na realização de embarque, desembarque e trânsito” de passageiros dos cruzeiros. O agrupamento construirá ainda uma nova gare marítima. O contrato com o concessionário deverá apenas ser assinado em abril, pelo que será difícil haver obras antes do segundo semestre. A nova gare terá que ser construída em 24 meses.


Cargo News, 05 de fevereiro de 2014

AOPL: Greve dos estivadores leva a quebra de 68% na carga movimentada em Lisboa Em comunicado, a Associação de Operadores do Porto de Lisboa (AOPL) refere que as greves dos estivadores no porto de Lisboa provocaram uma quebra de 68% no volume de carga movimentada em novembro e dezembro, causando "prejuízos sérios à atividade económica nacional" visto que se trata de um "sector vital para a recuperação do País". "Em outubro, mês imediatamente anterior ao início das greves, movimentaram-se no porto de Lisboa 40.600 TEU. Por comparação, em dezembro, os mesmos terminais movimentaram 27 100 TEU", refere ainda a AOPL, acrescentando que "o padrão de quebra de carga movimentada repetiu-se nos meses anteriores, quando a partir de julho o Sindicato dos Estivadores lançou a sua ofensiva grevista de 2013". "Entre julho e dezembro do ano passado, e como consequência direta das greves, o número de escalas nos terminais do Porto de Lisboa caiu dramaticamente para menos 68 navios do que era esperado, significando uma quebra de escalas mensais de 45 por cento", refere ainda a Associação, relembrando que "o mesmo impacto devastador na atividade económica do porto de Lisboa tinha já sucedido em 2012", quando "as greves ilegais prolongaram-se de agosto a dezembro, sendo de 68 por cento a redução no número mensal de contentores movimentados entre o início e o final das greves". "Comparando com o mesmo período de 2011, a queda na quantidade de carga movimentada nos terminais do Porto de Lisboa foi de 40 por cento", vinca. A AOPL salienta que os números agora expostos "confirmam a leviandade grosseira do Sindicato dos Estivadores ao recusar cumprir a legislação em vigor", a qual coloca "em grave risco a certeza operativa no Porto de Lisboa". "Com esta estratégia suicidária, o Sindicato dos Estivadores está também a desenhar um gigantesco ponto de interrogação sobre o seu próprio mercado de trabalho, porque por óbvias razões de realismo económico e de normal funcionamento do mercado, quando há menos movimento nos terminais há menos oferta de trabalho, logo menos emprego", conclui a AOPL.


Transportes em Revista, 05 de fevereiro de 2014

Na carga movimentada

Greves originam quebra de 68% no porto de Lisboa As greves dos estivadores no porto de Lisboa levaram a uma quebra de 68 por cento no volume de carga movimentada nos meses de novembro e dezembro de 2013, segundo avança, em comunicado, a AOPL – Associação dos Operadores do Porto de Lisboa. No mês anterior ao início das paralisações dos estivadores – outubro – foram movimentados 40.600 TEU’s nos terminais do porto de Lisboa, valor que baixou para os 27.100 TEU’s em dezembro. A AOPL refere que o padrão de quebra de carga movimentada repetiu-se nos meses anteriores, quando a partir de julho o Sindicato dos Estivadores lançou a sua ofensiva grevista de 2013, que culminou nas paralisações que agora decorrem. Entre julho e dezembro do ano passado, e como consequência direta das greves, o número de escalas nos terminais do porto de Lisboa caiu dramaticamente para menos 68 navios do que era esperado, significando uma quebra de escalas mensais de 45 por cento. O mesmo impacto na atividade económica do porto de Lisboa tinha já sucedido em 2012. Nesse ano, as greves prolongaram-se de agosto a dezembro, sendo de 68 por cento a redução no número mensal de contentores movimentados entre o início e o final das greves. Comparando com o mesmo período de 2011, a queda na quantidade de carga movimentada nos terminais do porto de Lisboa foi de 40 por cento. Segundo a associação representativa dos operadores de terminais do porto de Lisboa, aqueles números “confirmam a leviandade grosseira do Sindicato dos Estivadores ao recusar cumprir a legislação em vigor - legislação que está a ser aplicada nos portos de todo o País, sem qualquer problema – a qual potencia a criação de emprego e a dinamização do negócio portuário em geral”. A AOPL alerta que esta situação coloca em “grave risco a certeza operativa no porto de Lisboa”, além de afetar de “forma direta a recuperação da economia, de que as exportações são um dos principais motores”.


Logística & Transportes Hoje, 05 de fevereiro de 2014

Volume da carga movimentada pelo porto de Lisboa cai 68% devido a greves As greves dos estivadores no Porto de Lisboa causaram uma quebra no volume de carga movimentada por aquele porto de cerca de 68% entre novembro e dezembro de 2013 De acordo com a Associação de Operadores do Porto de Lisboa (AOPL), esta diminuição “confirma a leviandade grosseira do Sindicato dos Estivadores ao recusar cumprir a legislação em vigor”.

Em outubro do ano passado movimentaram-se no Porto de Lisboa cerca de 40 600 TEU’s. Em dezembro foram movimentados apenas 27 100 TEU’s. A AOPL refere ainda que, entre julho e dezembro de 2013, o número de escalas nos terminais do porto desceu para menos 68 navios do que aqueles que eram esperados, uma quebra de escalas mensais de cerca de 45%.


APP, 04 de fevereiro de 2014


APP, 04 de fevereiro de 2014


O Sesimbrense, 01 de fevereiro de 2014


APP, 04 de fevereiro de 2014


Recortes 025 05 02 2014