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Recortes nº 020 Índice – 30 de janeiro de 2013 • Eixo ferroviário Portugal-Alemanha como solução de exportação • Barcaça de 190 metros vai ser reparada nos estaleiros da Lisnave • Porto de Aveiro cresce 10% nas exportações • Armadores de pesca defendem redução de lotas para aumentar a concorrência • Brasil prepara concessões de 150 terminais • APM prepara Algeciras para operar os Triple E da Maersk

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Setubalense, 30 de janeiro de 2013, pรกg. 6


Setubalense, 28 de janeiro de 2013 Porto de Setúbal

Barcaça de 190 metros vai ser reparada nos estaleiros da Lisnave Deu entrada no Porto de Setúbal, em meados deste mês, a barcaça “S44” do armador SAIPEM s.p.a., Grupo ENI s.p.a., agenciada pela Afonso H. O’Neill & CA, Lda, com destino aos estaleiros da Lisnave, para reparação. A barcaça tem dimensões pouco comuns, 190 metros de comprimento, 50 metros de largura e uma Arqueação Bruta de 30760. Não possui propulsão própria, sendo a mesma proporcionada por rebocadores. Opera no offshore, designadamente, no transporte de grandes


APP, 30 de janeiro de 2013

MOVIMENTO PELA FERROVIA DISPAROU EM 2012 – AUMENTO DE 402%

Porto de Aveiro cresce 10% nas exportações O Porto de Aveiro registou, em 2012, um crescimento de 10% nas exportações, subida de 0,3% no movimento global de mercadorias e um aumento exponencial no tráfego gerado por via ferroviária. Valores registados num ano em que, como é do conhecimento geral, se sentiram bastante os efeitos das greves portuárias, paralisações que totalizaram 142 dias em 2012, ou seja, 39% do ano. Detalhando, o Porto de Aveiro registou um crescimento total das exportações de 10 %, tendo contribuído para este aumento os segmentos da Carga Geral, com um crescimento de 49%, e o dos Granéis Líquidos (9,6%). A destacar em 2012 o significativo aumento na utilização da ligação ferroviária ao Porto de Aveiro. Com efeito, no terceiro ano de exploração da ferrovia registou-se um crescimento exponencial de 402% face ao ano anterior, com uma movimentação de 435 000 toneladas, o que representa cerca de 44% da Carga total de Exportação.


APP, 30 de janeiro de 2013

Armadores de pesca defendem redução de lotas para aumentar a concorrência A Associação dos Armadores das Pescas Industriais (Adapi) defendeu nesta terça-feira uma concentração da oferta de pescado através da redução das lotas para um terço das que existem actualmente, o que permitiria aumentar a concorrência. Esta foi uma das propostas apresentadas numa audição parlamentar com o grupo de trabalho para a valorização do pescado e que o secretário-geral da Adapi, António Cabral, sustenta ser essencial para obter melhores preços. “Defendemos a concentração da oferta num menor número de lotas para que haja maior concorrência entre operadores e se consiga obter um melhor preço”, afirmou à Lusa. Actualmente, existem mais de 60 lotas e portos de desembarque, mas o secretário-geral da Adapi sugere que devem ser reduzidos para um terço. A redução, acrescentou, seria acompanhada pela criação de uma rede de transportes climatizados, operados pela Docapesca, para garantir o transporte do pescado dos pequenos portos até às lotas centrais. Esta alteração seria também importante para “combater as vendas informais”. “Quando a pequena pesca está muito nas mãos de dois ou três compradores, é encorajada a vender directamente aos restaurantes, fugindo ao circuito normal”, explicou o responsável da Adapi, pedindo mais fiscalização sobre este comércio. Outra das propostas para atacar as vendas clandestinas passa por aumentar o valor das vendas anuais necessário para ter licença de embarcação, e que, actualmente, é de 12 salários mínimos por tripulante. A Adapi pretende ainda “maior verificação das importações das grandes superfícies”, que representam 75% da distribuição de pescado fresco. Os armadores alertaram também os deputados para a necessidade de reduzir o nível de fiscalidade, a fim de aumentar o rendimento das famílias, “para que o mercado interno possa funcionar”.


Transportes & Negócios, 30 de janeiro de 2013

Brasil prepara concessões de 150 terminais portuários Seis meses é o prazo definido pelo governo de Dilma Rousseff para realizar os estudos de mais de 150 concessões portuárias. O concurso para Manaus poderá ser anunciado ainda neste primeiro trimestre. Segundo a imprensa económica brasileira, os projectos das concessões estarão a ser definidos pela Secretaria Especial dos Portos e pelo BNDES. Está a ser feito um levantamento exaustivo de todas as áreas portuárias ainda não concessionadas a privados, e também de todas as concessões que se encaminham para o termo dos respectivos contratos. Em simultâneo, o governo brasileiro quer regularizar a situação jurídica de mais de meia centena de concessões que estão em vigor mas cujos contratos não foram adaptados à luz da Lei dos Portos de 1993. A indefinição estará a prejudicar os investimentos dos privados nos terminais. Além dos terminais, o Brasil propõe-se também concessionar portos. O porto de Manaus deverá ser o primeiro a ir a concurso, ainda no decorrer do primeiro trimestre deste ano. E será também o primeiro no país a ser desenvolvimento em regime BOT, em que o concessionário assume a construção e a operação. O porto de Imbituba, no estado de Santa Catarina, será o segundo na lista. A todas estes processos haverá ainda que somar os projectos de construção de terminais de uso privativo, que caem sob a alçada da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). No final do ano passado, a presidente Dilma Rousseff anunciou um programa de modernização dos portos brasileiros, que prevê a captação de investimentos de 54,2 mil milhões de reais até 2017.


Transportes & Negócios, 30 de janeiro de 2013

APM prepara Algeciras para operar os Triple E da Maersk A APM Terminals, operadora portuária do grupo AP Moller-Maersk, vai investir 42,5 milhões de euros no seu terminal de contentores de Algeciras, para operar os navios de 18 000 TEU da Maersk Line. O plano, denominado “Algeciras 2014”, prevê a instalação de quatros novos pórticos de cais e a modernização de outros quatro (para que possam chegar mais longe e mais alto sobre as fiadas de contentores a bordo dos navios). O programa de investimentos prevê ainda dragagens, melhorias no layout do terminal e o reforço das infra-estruturas eléctricas e de comunicações. Dezoito meses é o prazo para a conclusão dos trabalhos, o que aponta para meados de 2014. E assim Algeciras ficará plenamente habilitado a operar os Triple-E da Maersk, que começarão a entrar no mercado perto do final deste ano. O porto espanhol, já se sabe, integrará as rotações dos Triple-E, reforçando a sua posição de porto hub no Mediterrâneo Ocidental.


Recortes 020 30-01-2013