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Recortes nº 018 Índice – 28 de janeiro de 2013 • Porto de Setúbal: Lisnave recebe barcaça de 190 metros para reparação • Porto de Setúbal recebe barcaça para reparação • Barcaça de 190 metros entra no Porto de Setúbal • Atlantic Ferries apela a compreensão no aumento do tarifário • Autoeuropa quer comboio da DB Schenker em Palmela

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Cargo News, 27 de janeiro de 2013

Porto de Setúbal: Lisnave recebe barcaça de 190 metros para reparação Os estaleiros da Lisnave, no porto de Setúbal, receberam no passado dia 17 de janeiro a barcaça "S44", do armador SAIPEM s.p.a., Grupo ENI s.p.a., agenciada pela Afonso H. O’Neill & CA, Lda, para reparação.

A barcaça tem dimensões pouco comuns, 190 metros de comprimento, 50 metros de largura e uma Arqueação Bruta de 30 760, não possui propulsão própria, sendo a mesma proporcionada por rebocadores. Opera no offshore, designadamente, no transporte de grandes estruturas relacionadas com a exploração petrolífera.


Transportes em Revista, 25 de janeiro de 2013

Reparação pela Lisnave

Porto de Setúbal recebe barcaça para reparação No dia 17 de janeiro, a barcaça “S44” do armador SAIPEM s.p.a., do Grupo ENI s.p.a., foi recebida no Porto de Setúbal, com destino aos estaleiros da Lisnave para reparação. Esta barcaça tem 190 metros de comprimento, 50 metros de largura e uma Arqueação Bruta de 30.760. não possui propulsão própria, pelo que é proporcionada por rebocadores. Adicionalemente, opera no offshore, nomeadamente no transporte de grandes estruturas relacionadas com a exploração petrolífera. por: Laura Melgão


APP, 28 de janeiro de 2013

Barcaça de 190 metros entra no Porto de Setúbal Deu entrada no Porto de Setúbal, no dia 17 de janeiro, a barcaça “S44” do armador SAIPEM s.p.a., Grupo ENI s.p.a., agenciada pela Afonso H. O’Neill & CA, Lda, com destino aos estaleiros da Lisnave, para reparação. A barcaça tem dimensões pouco comuns, 190 metros de comprimento, 50 metros de largura e uma Arqueação Bruta de 30 760, não possui propulsão própria, sendo a mesma proporcionada por rebocadores. Opera no offshore, designadamente, no transporte de grandes estruturas relacionadas com a exploração petrolífera.


Setúbal na Rede, 25 de janeiro de 2013

Atlantic Ferries apela a compreensão no aumento do tarifário A Atlantic Ferries, empresa responsável pela travessia marítima entre Setúbal e Tróia, entende que a população vai compreender que o aumento do tarifário, em vigor desde o início do ano, deve-se a um conjunto de fatores que a empresa tem de gerir. Desde o aumento do preço dos combustíveis, passando pela ausência de qualquer comparticipação financeira por parte do Estado, ao preço de concessão que a Atlantic Ferries tem de pagar, João Madeira, administrador da empresa admite que “o ajustamento dos preços é inevitável”. “Desde 2007 que o preço dos combustíveis aumentou 53 por cento”, prossegue João Madeira, revelando ainda que a Atlantic Ferries tem imposto uma série de medidas internas de modo a reduzir os custos. “A redução de carreiras diárias” é referida pelo administrador da transportadora marítima como uma das formas para atingir a sustentabilidade económica de “uma empresa extremamente deficitária”. A redução das velocidades das embarcações como modo de poupar combustível é outra das medidas que a Atlantic Ferries tem vindo a implementar mas, “apesar destas poupanças, todos os custos são muito elevados e obrigam a um reajustamento dos tarifários”, prossegue João Madeira. Os bilhetes individuais, que tinham um custo para o passageiro de 5,50 euros, passam a 5,90 euros. O passe mensal passa dos 60 para os 63 euros, enquanto o preço das viaturas, incluindo o condutor têm um preço de 12.90 euros. João Madeira entende que o preço da concessão que a Atlantic Ferries à Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra no valor de 270 mil euros, aliado à ausência de qualquer compensação indemnizatória por parte do Governo, faz com que a empresa “preste serviço público sem qualquer ajuda que outras têm direito”. Apesar do aumento dos preços dos bilhetes para fazer a travessia entre Setúbal e Tróia, o também diretor geral do Tróia Resort não considera que a estratégia de aproximação com a população sofra um golpe. “Dez cêntimos de cada bilhete revertem a favor da Tróia Natura para financiar estudos relativos à promoção do Estuário do Sado e suas espécies, mais especificamente os roazes”, diz João Madeira. No âmbito desta “aproximação à comunidade”, o Tróia Resort também recebe os estágios antes dos jogos do Vitória de Setúbal desde o início da época. Rogério Matos - 25-01-2013 15:45


Transportes & Negócios, 28 de janeiro de 2013

Autoeuropa quer comboio da DB Schenker em Palmela A Autoeuropa pretende que o eixo ferroviário Portugal-Alemanha seja estendido até Palmela. Actualmente, o serviço, com uma frequência bissemanal, só chega ao terminal da Bobadela, sendo as cargas destinadas à VW transportadas depois por rodovia. “O eixo ferroviário Portugal-Alemanha como solução de exportação para Palmela”, foi o tema de uma sessão de debate que teve lugar na Biblioteca Municipal de Palmela. E ali ficou a saber-se que a CP Carga já foi contactada no sentido fazer chegar o comboio a Palmela e manifestou total abertura; que a Palmetal, empresa que gere o terminal ferroviário de Palmela, localizado no Parque Industrial da Autoeuropa, garante todos os meios logísticos de transbordo, tanto em área coberta como no exterior; e que a própria DB Schenker também está aberta a essa possibilidade desde que haja mais volume de carga com destino ou proveniência da Margem Sul. Sandra Augusto, responsável pela logística da Autoeuropa, revelou que a introdução do segundo comboio semanal Portugal-Alemanha da DB Schenker “permitiu-nos baixar os custos de transporte em cerca de 2,5% comparativamente com o camião, o que representou também menos 1 184 toneladas de emissões de dióxido de carbono para a atmosfera”. A Autoeuropa é desde a fase experimental um dos grandes clientes deste serviço, tendo no seu primeiro ano transportado 635 caixas móveis. Cerca de 63% das peças e componentes utilizadas pela fábrica da Volkswagen em Palmela têm origem na Europa Central (51% vêm da Alemanha). Daí que Sandra Augusto refira que “o nosso objectivo é termos um comboio diário”. A este propósito, Elvira Rodriguez, da DB Schenker, sublinhou que um dos próximos passos do serviço “é avançar com uma terceira frequência”. Os outros são “equilibrar os volumes de carga da exportação com a importação, garantir os slots de passagem em França e estabilizar volumes, clientes e equipamentos”. Neste momento está também a ser trabalhada uma futura ligação do Sul da Alemanha para o eixo mediterrânico da Península Ibérica, para servir as três fábricas Grupo Volkswagen aí existentes (Barcelona, Pamplona e Palmela). Segundo Sandra Augusto, “na primeira fase desse novo serviço as cargas para Palmela virão de camião desde Barcelona, mas o ideal, no futuro, era poder fazer chegar cá o comboio”. António Novais, director coordenador da Palmetal, garantiu que a empresa “está preparada, assim que se justifique e houver volume, para receber no seu terminal o comboio de caixas móveis da DB Shenker”, e relembrou que a empresa “neste momento já opera dois a três comboios semanais para Espanha com bobinas de aço”. A sessão de trabalho foi promovida pelo FIAPAL (Fórum da Indústria Automóvel de Palmela) e dirigida sobretudo aos seus associados e a outras PME da Península de Setúbal, procurando sensibilizar uns e outras para as vantagens da ligação ferroviária. A propósito, Francisco Fialho, da FIAPAL, fez questão de sublinhar que “a operação ferroviária em Palmela não poderá ser feita exclusivamente por grandes empresas”.


Recortes 018 28-01-2013