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Recorte nº 119 Índice – 23 de Junho de 2010 • Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Setúbal • Liscont poderá fechar em 2015 • Autoeuropa confirma uma ‘forte quebra’ na produção do Eos • Quebra nas vendas obriga a ‘downdays’ na Autoeuropa • Traineira ‘Segredos do Mar’ não se fez à faina devido a furto de mais de meia tonelada de chumbo na rede da sardinha

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O Setubalense – 23 de Junho de 2010 – Pág. 7

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Cargo News – 22 de Junho de 2010

Eduardo Pimentel: Liscont poderá fechar em 2015 A Liscont, concessionária do terminal de Alcântara no porto de Lisboa, diz que a única alternativa será "fechar a empresa em 2015", caso a Administração do Porto de Lisboa (APL) tome a decisão de renunciar ao contrato que assinou com a empresa em 2008, a prolongar a concessão do terminal. Eduardo Pimentel, administrador (foto), referiu num encontro com os jornalistas que "apesar da incerteza quanto ao desfecho da concessão a empresa tem continuado a investir, "para não cair em incumprimento", tendo até à data despendido cerca de 15,5 milhões de euros, e tem mais 100 milhões contratados. Questionado sobre o valor da indemnização a pedir no caso de tudo voltar à estaca zero, Eduardo Pimentel referiu que se trata de "uma questão para advogados". Morais Rocha, administrador das operações portuárias do grupo Tertir, adiantou que a empresa, caso perca a concessão, deixa de ter objecto (visto que é a sua única actividade). A Liscont prevê crescer entre 20% a 25% no final deste ano, revelou Morais Rocha, adiantando que a empresa ganhou dois novos clientes, a espanhola Boluda Lines e a chilena CCNI, num trabalho que demorou mais de um ano a conseguir. Comentou que o crescimento nesta actividade tem de ser visto numa óptica de longo prazo, e que o que potenciou a captação de novos clientes foi a “confiança. Isso significa a capacidade do operador em despachar rapidamente um navio e a existência de equipamento adequado". Morais Rocha revelou boas perspectivas de vir a ganhar uma nova linha directa com os EUA, o que permitirá aumentar o movimento em mais 5%. Adiantou que o pior que pode acontecer nesta actividade é a “indefinição”, embora continue a investir, “porque a Liscont tem um contrato” de concessão válido por 27 anos.

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PÚBLICO – 23 de Junho de 2010 – Pág. 22

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Diário de Notícias – 23 de Junho de 2010 – Pág. 45

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O Setubalense – 23 de Junho de 2010 – Pág. 3

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Recortes 119 23-06-2010