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ANO 3 NÚMERO 2 NOVEMBRO 2013

D I ST R I B U I Ç Ã O G R AT U I TA

DESTAQUE

Completando 40 anos de carreira, Fagner lança novo CD e avalia o cenário musical no País

GASTRONOMIA Marie Anne Bauer, francesa que coleciona três títulos de chef do ano da Veja Fortaleza, dá sua dica gastronômica aos leitores

GIRO

Saiba quais são os destinos preferidos pelos cearenses para curtir o Carnaval


EDITORIAL

A Porto Freire Engenharia chega ao final de mais um ano tendo muito o que comemorar, sobretudo por ser uma marca que traz intrínsecos credibilidade, compromisso e bom gosto. Nas próximas páginas, a Revista Estilo aponta uma série de realizações, parcerias e desafios que indicam o perfil arrojado e de credibilidade inerente à construtora. Além disso, a publicação se perfila ao lado de nomes que traduzem o caráter inovador e competente da Porto Freire, como prova a entrevista de capa com o cantor Fagner, que em meio ao lançamento de seu mais novo trabalho e comemorando 40 anos de carreira, disserta com irreverência sobre temas como política, futebol e música. Quem também concedeu entrevista à publicação foi o fundador e presidente da Porto Freire, Jorge Wilson Porto Freire. A propósito do aniversário de 29 anos da construtora, Jorge relembra a origem e trajetória da empresa, e aponta planos para o futuro. Por falar nisso, na matéria sobre o Programa Multiplicador o que não falta é definição de planos e metas. Que o diga a professora Ordenes Pereira Lima, uma das tantas novas moradoras de empreendimentos da Porto Freire que aderiram ao Programa Multiplicador e, com isso, vêm garantindo uma renda extra. Já na seção À Mesa, quem apresenta o cardápio é a chef francesa radicada no Ceará, Marie Anne Bauer, que está a frente do premiado restaurante Le Marché. Igualmente imperdível é a entrevista com a especialista em Direito Imobiliário Aline de Castro e Silva. Com exclusividade, Aline avalia o atual cenário imobiliário de Fortaleza e destaca que a nova arquitetura dos empreendimentos em bairros mais afastados vem atraindo um número cada vez maior de pessoas em busca de conforto e segurança. Completando esta edição, entenda o porquê da agilidade e eficiência nas negociações da Porto Freire na matéria Trabalhando em Equipe. Uma mostra da competência e espírito de harmonia de seus colaboradores. Estas e muitas outras informações compõem a edição impressa anual da Revista Estilo. Boa leitura!

ESTILO É UMA PUBLICAÇÃO DA PORTO FREIRE ENGENHARIA Av. dos Expedicionários, 5571, Aeroporto - Fortaleza – CE PRESIDENTE Jorge Wilson Porto Freire DIRETOR COMERCIAL Martônio Rodrigues DIRETORIA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO Roberta Catrib ASSESSORA DE MARKETING Valdenisia Souza ASSESSORA DE COMUNICAÇÃO Helena Félix ANALISTA DE MARKETING Wellington Gomes REDAÇÃO R&B Comunicação, Helena Félix e Wellington Gomes JORNALISTA RESPONSÁVEL Lucílio Lessa PRODUÇÃO E REVISÃO Valdenisia Sousa e Wellington Gomes FOTOS Fabio Lima, Jarbas Oliveira e banco de imagens DIREÇÃO DE ARTE E DIAGRAMAÇÃO Promosell Comunicação FALE CONOSCO (85) 3299 6600 revistaestilo@portofreire.com.br

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Revista Estilo Porto Freire


SUMÁRIO

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DESTAQUE

CULT

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GIRO

GASTRONOMIA

TIJOLO POR TIJOLO

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GENTE DA GENTE

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DESTAQUE

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40 ANOS DE MÚSICA FAGNER FALA COM A PERSPECTIVA DE QUEM ALCANÇOU SEUS OBJETIVOS, MAS NÃO CANSA EM BUSCAR FORMAS DE EXPRESSAR SUA ARTE E SUA VISÃO DE MUNDO. ÀS VOLTAS COM OS PREPARATIVOS DE SEU NOVO CD, AINDA SEM TÍTULO, ELE COMEMORA 40 ANOS DE CARREIRA E DECLARA, SEM PAPAS NA LÍNGUA, QUE A MÚSICA BRASILEIRA FOI REFÉM DA ESCOLA JOÃO GILBERTO. “ESTÁ FALTANDO EMOÇÃO, ESTÁ FALTANDO ‘NEGO’ CANTAR ALTO. A GENTE TEM UMA MÚSICA MEIO EMPASTELADA, MEIO FRIA, DIET”. EM ENTREVISTA EXCLUSIVA À REVISTA ESTILO, O CANTOR TAMBÉM FALA SOBRE POLÍTICA E ANUNCIA QUE EM BREVE LANÇARÁ UM NOVO PROJETO, DESTA VEZ VOLTADO A OUTRA GRANDE PAIXÃO: O FUTEBOL.

Por Lucílio Lessa. Fotos Jarbas Oliveira

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DESTAQUE

Revista Estilo: Fagner, quais as novidades para o próximo trabalho? Trata-se de um disco de inéditas? Fagner: É um disco que eu já venho fazendo há algum tempo, mas que só agora a gente entrou em estúdio. Então daqui para frente é jogo rápido. Vamos gravar umas 15 músicas para escolher 10. É um CD praticamente de inéditas, de reencontro com parceiros. Traz, por exemplo, a continuação da minha parceria com o (Zeca) Baleiro, Fausto Nilo e o Clodo. Enfim, tem um material meu com meus parceiros e outras músicas que eu estou curtindo e resolvi gravar. São músicas de outros autores. Quanto à programação de shows, eu faço shows normalmente, a gente tem uma agenda. Mas quando eu for terminando esse disco, vou me preparar para lançá-lo. As coisas vão se delinear para onde a gente vai trabalhar o disco. RE: O Ceará continua uma inspiração forte? Fagner: O Ceará continua sendo muito importante para mim, me estimulo aqui. Tenho parceiros no Ceará. Estou no meu estúdio, com meus amigos. Vivo muito desse ambiente. O estúdio para mim é um laboratório constante, que me serve na hora de eu definir o disco. Ultimamente quem está trabalhando comigo é o Michael Sullivan. Ele está produzindo comigo e muito envolvido emocionalmente com esse trabalho. O pessoal do estúdio dele tem produzido

RE: Os seus trabalhos sempre geram uma expectativa no público em relação à qualidade de suas composições. Essa pressão chega a você? Fagner: Não. O que chega é a pressão das pessoas querendo ouvir a música. Cadê a música? Cadê a música? Lancei um disco há três anos que tinha coisas legais (“Uma canção no rádio” - Som Livre, 2009), mas que foi muito mal trabalhado pela gravadora. E eu também estava com uma outra agenda e não pude trabalhar as músicas no rádio. Hoje em dia tem-se que fazer essa divulgação. Então ficou uma frustração e as pessoas me cobram muito um novo disco. As pessoas querem me ouvir no rádio. Há essa cobrança do público, mas também tem uma pressão minha de querer fazer. Eu preciso jogar as coisas que eu tenho dentro para fora. E estou num momento legal, num momento bom, onde as parcerias estão muito juntas. A gente está fazendo música como se fosse antigamente. Então tem um clima que talvez o outro disco não tenha tido, de parceria, de uma relação muito estreita com os parceiros. E isso termina resultando em músicas legais. RE: Nos anos 80 o senhor disse em entrevista que tomaria outro caminho, tentaria outra linguagem, outro rumo. Achou o caminho que procurava? Fagner: Não estou lembrando do que falei. Mas era ano de rock e eu gravei muita coisa fora. Mas o meu rumo foi sempre o mesmo: aquele que me deu na telha.

muito bem. Então coincidiu de nesse momento eu estar fazendo esse disco, com as pessoas certas. Isso é muito importante. RE: Por conta dos seus 40 anos de carreira, a Universal Music previa o relançamento do seu primeiro LP, “Manera frufru manera”, de 1973, mas a gravadora divulgou que o projeto esbarrou na dificuldade de ter retorno da família da poetiza Cecília Meireles, cujo poema “Marcha” inspirou a canção “Canteiros”. Como está essa questão? Fagner: Não fiquei mais sabendo. Soube no final do ano passado que eles iriam relançar o disco. Fizemos um show no Municipal (Theatro Municipal, em 18 de maio, durante a Virada Cultural 2013 em São Paulo), muito legal. Então revivi esse disco de 40 anos este ano, já. E aí não tive mais notícia. Deixa rolar.

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RE: E nesses 40 anos de carreira, quais foram suas maiores referências na música? Fagner: Muita gente, ao longo desses 40 anos de carreira e 63 anos de vida. Sempre me influenciei pelos grandes seresteiros e cantores populares: Evaldo Correia, Altemar Dutra, Roberto Carlos. Peguei o movimento da Jovem Guarda. E então Beatles, Tropicália, a nata da MPB: Chico (Buarque), (Gilberto) Gil, Caetano (Veloso) e, principalmente, Milton (Nascimento), com o “Clube da Esquina” (movimento musical brasileiro surgido da amizade entre Milton Nascimento e os irmãos Borges, no final da década de 1960, em Minas Gerais). O Milton foi uma das minhas maiores referências musicais. Ainda tem o Steve Wonder, um cara que eu escuto até hoje. Mas a verdade é que eu curto tudo. Curto o brega, o cafona, tudo.


“O Ceará continua sendo muito importante para mim, me estimulo aqui”

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DESTAQUE estimular a criação também. Então é um bom momento para a música no sentido de que a gente quer produzir, de que as pessoas têm que gravar. Mas quanto à pergunta, é muito difícil você falar pelos outros. Eu tenho feito a minha parte dentro das nossas causas, das nossas questões autorais. Mas acho que a gente não tem referência, politicamente. Recentemente teve esse movimento da população, mas estamos sem referência política. A gente está atravessando um momento de fase. Vínhamos de uma alienação total da população e artística. E agora estamos em um novo momento, e isso pode finalmente também cair na música.

RE: E quem o senhor vem acompanhando no mercado da música atual? Fagner: Venho acompanhando um parceiro que me inspira muito, que é o Baleiro. Nós gravamos um disco que está fazendo 10 anos (“Raimundo Fagner & Zeca Baleiro”), e continuamos a parceria. Também adoro as músicas do Vander Lee, um sangue novo. Mas eu acho que faltam cantores. Temos muitas cantoras, mas falta “nego” cantar. Acho que os discos ficaram muito burocratas. Está faltando emoção, está faltando “nego” cantar alto, gritar mesmo. A música brasileira foi muito refém da escola João Gilberto. Hoje a gente tem uma música meio empastelada, meio fria, diet. A canção que inspira, que emociona, está em falta no rádio, no disco, no coração do povo. As pessoas estão engolindo um pacote muito pronto. As meninas estão cantando muito cool, muito baixinho. É todo mundo muito cool. Então está faltando música para estourar no rádio, estourar na emoção. O povo não quer só aquilo que lhe empurram, quer aquilo que ele possa se identificar. Então está faltando cantor no Brasil. RE: O senhor lutou pela promulgação da emenda da música, originária da PEC 123/2011,que isenta de impostos CDs e DVDs com obras de autores brasileiros. Acha que os artistas estão envolvidos com os pleitos da classe? Fagner: Essa emenda é importante para o cenário artístico, por conta da redução dos custos. Isso vai

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RE: Sobre as manifestações populares, qual a sua expectativa para o desenrolar desse cenário político atual? Fagner: As manifestações populares vão fazer com que a política tome um novo rumo. As pessoas vão buscar uma política que possa traduzir a insatisfação da população. E como isso vai ser? Difícil dizer, porque não existe uma reposta pronta, não existe um movimento pronto para responder. Só não queria que esse movimento parasse, e sim que as pessoas continuassem questionando. Mas sem violência, naturalmente, e sem a depredação do patrimônio público, porque ninguém gosta de ser aviltado. As pessoas que estão sofrendo com isso talvez sejam as mesmas que estão querendo mudanças. Quero que o povo brasileiro continue questionando e mostrando para a classe política que ele está de olho. RE: Fagner, por declarações suas anteriores, o senhor parece estar à margem da internet. Chega a fazer downloads de músicas? Fagner: Não. Não faço. Tenho pessoas que me passam algumas coisas. Mas não tenho facebook, não tenho twitter, não tenho nenhuma dessas mídias. Eu não tenho tempo nem para mim. Mas sou informado e tenho assessores que estão ligados e controlam um pouco essa minha deficiência. RE: Apesar de o senhor nunca ter disputado um cargo político, vem realizando um bem sucedido trabalho a frente da Fundação Raimundo Fagner, no Ceará, que atende cerca de 400 crianças. Poderia falar um pouco do trabalho que realiza lá? Fagner: A fundação existe há 12 anos. Inclusive convido as pessoas a acessarem o nosso site (www. frfagner.com.br) para verem que temos feito um trabalho extraordinário. Minha equipe possui uma


capacidade de realização muito grande. É claro que por ter o meu nome, acaba abrindo muitas portas, e acho isso bem simpático, mas a verdade é que eu tenho uma equipe extraordinária. A gente vem fazendo um trabalho que está sendo reconhecido internacionalmente. Portanto eu gostaria de ressaltar que ninguém faz nada sozinho e que eu tenho uma equipe superior a mim nesse aspecto. Uma equipe que se doa, que quer e vai avançar. Quem conferir a fundação, vai ver um trabalho muito bonito. Muita gente vai ficar surpresa. RE: Outro projeto que vem gerando expectativa no público é o seu livro “Fagner Futebol e Arte”, no qual o senhor contará sua história com o futebol. O livro está em processo de finalização? Fagner: Sim, estamos nos “finalmente” do livro. Sempre fui vidrado em futebol. Sempre joguei muita bola. O futebol sempre fez parte da minha vida. E não só o futebol, como as pessoas ligadas a ele. Durante muito tempo eu joguei muita pelada com muita gente. Inclusive muita gente famosa. Joguei com meus ídolos

e tive a competência de ter tudo isso fotografado. A gente vai lançar esse livro assim: a história de um garoto brasileiro que teve a oportunidade de jogar com seus ídolos. O futebol entrou na minha vida de uma maneira incrível e a gente vai mostrar isso, além de também fazer uma relação do futebol com a música. Isso é uma coisa que existe muito no Brasil: futebol e música. Mas eu não quis ser jogador. Eu tinha minha profissão. Desde menino me chamava muita atenção a música, sempre a música. RE: E qual a sua avaliação sobre a atual fase da seleção brasileira? Fagner: A seleção está bem. Fortaleza é pé quente para a seleção. Neymar está muito bem, fazendo agora o que a gente queria que ele fizesse. É um jogador super diferenciado e vai pegar uma experiência boa para a Copa do Mundo (de 2014). Acredito que a gente vai chegar com um time forte. Mas a pressão é grande. Ésse é um momento muito novo na vida brasileira: essa Copa aqui, Brasil tendo que ganhar, ano de eleição, a política desse jeito. Ano que vem o bicho pega.

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Para curtir o Carnaval GIRO

Veneza

Por Helena Félix Fotos Divulgação

Uma das mais importantes manifestações da cultura popular no Brasil, o Carnaval movimenta o setor de turismo todos os anos. Embora os interiores e a capital cearense ofereçam um leque de opções para curtir a folia, há quem também queira visitar as escolas de samba ou blocos de rua do Rio de Janeiro (RJ), centros históricos de Olinda (PE) ou Ouro Preto (MG), e a micareta de Salvador (BA) – ou aproveitar esses dias para fugir da rotina agitada e descansar, desbravando novas paisagens. A Estilo conversou com o gerente de vendas e lazer da Casablanca Turismo, Claudio Reges, que indica os destinos preferidos pelos cearenses e seus principais atrativos, dentro e fora do País. 10

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Olinda

“A dica é conhecer bastante o pacote e tirar as dúvidas” Claudio Reges Revista Estilo: Quais os destinos mais procurados pelos cearenses dentro e fora do Brasil? Claudio Reges: Tradicionalmente, no Carnaval a procura é grande por Recife, Olinda (PE), Salvador (BA) e Ouro Preto (MG), mas há também uma busca pelo Rio de Janeiro (RJ) por conta do carnaval dos blocos de rua. Não posso deixar de citar Luís Correia (PI), além de Caicó e Tibau (RN). De um modo geral, resorts quentes também são bem procurados. E, na contramão da folia, Gramado (RS) é a opção para quem gosta de quietude. Por sua vez, os destinos internacionais mais relevantes são Miami (Estados Unidos) e Veneza (Itália), porém toda a Europa é bastante procurada. É uma ótima época para esquiar porque a essa altura a neve já “sentou”, como se diz. Então, é um bom período para se hospedar em resorts para aproveitar o friozinho e descansar. RE: Quando as pessoas começam a programar o Carnaval? Claudio Reges: Com muita antecedência, geralmente seis ou sete meses antes do feriado, o que é bom para garantir a reserva e não correr o risco de já não haver mais disponibilidade. RE: Sobre os destinos preferidos pelos cearenses, quais são as principais atrações? Claudio Reges: Em Recife, o Galo da Madrugada é quem faz a festa. É muito animado mesmo. No Rio, há o tradicional desfile das escolas no Sambódromo, mas os blocos de rua têm ganhado força e chamado bastante atenção ultimamente. Em Salvador, os blocos de axé animam entre sete e dez dias uma festa internacionalmente reconhecida, com destaque para os circuitos Barra-Ondina. Nas cidades universitárias de Minas a animação fica por conta dos blocos e DJs. Em Luís Correia, Caicó e Tibau, durante o dia a

Ouro Preto

festa é na praia, e à noite as festas das prefeituras em palcos montados nas praças são o grande chamariz. O carnaval de Veneza envolve um baile de máscaras a caráter, tentando imitar a opulência financeira e cultural dos séculos XVII e XVIII. A praça de São Marcos é tomada por locais e turistas, e os festejos podem durar até dez dias. Os demais destinos, em sua maioria, são de fuga de rota carnavalesca. RE: Qual é o perfil das pessoas que querem viajar para esses locais? Claudio Reges: Há todo tipo de folião carnavalesco: o mais animado, o sossegado, o que só quer viajar para descansar etc. Famílias aproveitam carnaval e Semana Santa para se reunir porque é a época em que conseguem. RE: Qual é o valor, em média, de um pacote para esses destinos? Claudio Reges: Varia muito, considerando rodoviários, terrestres ou aéreos, e a personalização dos pacotes. Há de todos os preços, para todos os orçamentos. RE: Quais são suas dicas para quem pretende viajar no Carnaval? Claudio Reges: A dica é conhecer bastante o pacote e tirar todas as dúvidas. Também é imprescindível verificar validade de documentos, fazer seguro viagem e verificar vacinas. Casablanca Turismo Telefone: (85) 3466-6000 casablancatur @casablancatur @casablancatur www.casablancaturismo.com.br

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GASTRONOMIA

Por Helena FĂŠlix Fotos Jarbas Oliveira

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Sabores francos

no Ceará Prestes a celebrar dois anos, o Le Marché foi eleito em 2013 o melhor restaurante, pela segunda vez consecutiva, na premiação Melhores do Ano do Ceará da revista Prazeres da Mesa. Já em 2012, o charmoso “bistrô” localizado ao lado do Mercado dos Pinhões, foi apontado como restaurante revelação pelo prêmio da Veja Fortaleza Comer e Beber. O segredo do sucesso nesse mercado cada vez mais competitivo está no comando da chef francesa radicada no Ceará, Marie Anne Bauer, que por si só coleciona três títulos de chef do ano da Veja Fortaleza (2008, 2010 e 2012). Marie Anne, que chegou ao Ceará nos anos 90 diretamente da Alsácia, região da França que faz fronteira com a Alemanha, trouxe na bagagem a formação em Hotelaria, bem como a experiência em hotéis e restaurantes. “Vim parar aqui por acidente, mas fiquei porque gostei”, conta com sinceridade. O seu primeiro emprego foi no restaurante de um amigo, localizado à época na Varjota, chamado Petit Saint Tropez. A seguir, se tornou chef e inaugurou o primeiro Mucuripe Club, na Av. Beira Mar, e passou uma temporada pelo Hofbrauhaus, restaurante alemão que tinha sedes na Aldeota e na Praça Luiza Távora, na capital cearense. Por cinco anos, trabalhou em um resort em Angra dos Reis (RJ), de onde seguiu para São Paulo (SP). Lá viveu por três anos e chegou a ser chef executiva do Mofarrej, um dos restaurantes mais badalados dos Jardins. De volta a Fortaleza, assumiu a cozinha do L’Ô Restaurante, na Praia de Iracema, atuando ainda como consultora em Recife (PE) e João Pessoa (PB) até abrir o seu ponto gastronômico, o Le Marché. A proposta da chef, ao montar o próprio negócio, é privilegiar os ingredientes frescos, alcançando o

máximo do sabor e qualidade, além de dinamizar o cardápio. Assim, a cada dia da semana, apresenta opções que se somam aos pratos tradicionais, como festivais de escargots e mexilhões, que acontecem às quartas e quintas-feiras, respectivamente. “Para garantir a qualidade aos meus clientes, que me acompanham desde a década de 90, acompanho a execução dos pratos desde a seleção e compra dos ingredientes. Chego às 16h no restaurante, começo a trabalhar com a minha equipe na ‘mis em place’ (organização) da cozinha e só saio às 2h. Abro e fecho o Le Marché todos os dias, não me ausentei em nenhum final de semana desde a inauguração. Por isso, é tão importante gostar do que eu faço. É mais fácil assim”, diz Marie Anne. Como chef, seu diferencial está na culinária francesa, de onde vem sua base gastronômica e técnica, e a incorporação de produtos regionais. “Quando cheguei não encontrava os ingredientes que usava no meu país e tinha que fazer substituições. Hoje, não é mais por necessidade. Faço pesquisas e experimentações por curiosidade”, revela Marie Anne, que também participa de todos os festivais do setor e dá aulas, se atualizando e renovando suas receitas. Dessa forma, além do sirigado ao molho de alcaparras, dos tradicionais filés – aos molhos de gorgonzola, poivres (pimentas) e ao caçador – dos deliciosos Coquilles Saint Jacques e profiteroles de chocolate, que os clientes exigem no cardápio, Marie Anne cria pratos que conquistam os paladares mais exigentes, como o sirigado ao molho de capim-santo com gengibre. Essa é a receita que ela ensina aos leitores da Revista Estilo, especialmente para receber familiares e amigos com estilo e muito sabor neste final de ano.

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RECEITA: FILÉ DE SIRIGADO COM CAPIM SANTO Ingredientes: • 1 filé de sirigado de 250 g • 5 folhas de capim santo • 1 colher de manteiga • 1 colher de manteiga da terra • 1 colher (de chá) de gengibre picado • 4 colheres de caldo de peixe (claro) • 1 porção de arroz branco cozido • 2 colheres de castanhas de caju picada • 2 colheres de azeite extra virgem • sal, pimenta do reino Preparo: Numa frigideira, colocar a manteiga e o gengibre e refogar. Acrescentar o capim santo, o caldo de peixe e a manteiga da terra. Deixar ferver a fogo baixo até reduzir o caldo e soltar o perfume do capim santo. Verificar o tempero com cuidado (o caldo e a manteiga já tem sal). Reservar. Preparar o arroz misturado com a castanha e reservar. Grelhar no azeite o peixe temperado com sal e pimenta do reino a gosto. Colocar os laços de capim santo no peixe e servir com o arroz e o molho.

Restaurante Le Marché Telefone: (85) 3181-6059. Praça Visconde de Pelotas, 41 – Ao lado do Mercado dos Pinhões – Aldeota. Horário: De terça-feira a sábado, de 18h às 23h30. Aos domingos, de 12h às 17h. Opções de pagamento: Visa e Mastercard. Aceita reservas.

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TIJOLO POR TIJOLO

Porto Freire entrega

212 imóveis em 2013

Por Helena Félix Fotos Banco de Dados

Em 2013, a Porto Freire Engenharia entregou 212 novos apartamentos no Parque Del Sol, na Cidade dos Funcionários. A torre A do Portal de Leon foi entregue em julho. No total, foram 84 apartamentos de 70m² e áreas como Center Fitness, Salão de Festas, Playground e Sala de Jogos. Em novembro, foi concluída a torre B do Montserrat Residence, com 40 novos apartamentos. Além do amplo espaço do imóvel, de mais de 141m², os diferenciais do empreendimento são os três Salões de Festas, Kids Space, Fitness Center, Home Theater e a Central de água mineral. Zaragoza- Com previsão para o final do ano, a Porto Freire terá a entrega de mais um empreendimento:

Zaragoza Residence. Esse foi o primeiro empreendimento do tipo flex comercializado pela empresa. Dentro desse conceito, os espaços são mais versáteis, se adaptando às necessidades e à rotina do cliente. O apartamento do Zaragoza possui mais de 57m² e agrega áreas comuns destinadas ao lazer da família como Playground, Piscinas adulto e infantil, Salão de Jogos e Ginástica, Quadra poliesportiva, além de lindos jardins. Os novos moradores do Parque Del Sol – do Portal de Leon, Montserrat e Zaragoza Residence – usufruem ainda de uma área verde com mais de 200 mil m² com toda a infraestrutura para morar com qualidade de vida, lazer, segurança e tranquilidade em Fortaleza.

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14/11/13

15:07

O Portal de Ávila fica no Parque del Sol, cercado de verde e vantagens.

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TIJOLO POR TIJOLO

IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA

CLIENTES ACOMPANHAM OBRAS VIA INTERNET

Por Wellington Gomes

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TIJOLO POR TIJOLO Após adquirir um empreendimento na planta, nada melhor que acompanhar seu desenvolvimento mensalmente. Saber como anda cada etapa da obra é importante para o cliente que está investindo ou realizando o sonho da casa própria. Além das visitas promovidas pela Central de Relacionamento com o Cliente (CRC), a Porto Freire disponibiliza diversas informações, como evolução de obra e acompanhamento fotográfico no site (www.portofreire.com. br). As informações são disponibilizadas até o 15° dia útil de cada mês. O acesso é muito fácil, basta acessar o site, clicar na aba “Evolução de Obra” e escolher o empreendimento. Saiba quais os serviços são executados em cada etapa:

SERVIÇOS PRELIMINARES

COBERTA

Abrange os serviços a serem realizados para a implantação da obra, como limpeza do terreno e topografia.

Fase referente à coberta da torre e das áreas comuns.

MOVIMENTO DE TERRA Essa etapa consiste no início da implantação da obra. De acordo com os projetos, teremos a locação da obra e o movimento de terra com escavações e aterros. INFRAESTRUTURA Fase na qual serão executados os alicerces para o recebimento da estrutura do edifício, que são as fundações. ESTRUTURA Neste momento são erguidos os pilares, as vigas e as lajes do edifício. ALVENARIAS Começa agora o fechamento da obra através da marcação e elevação das alvenarias internas e externas.

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ELEVADORES Nesta etapa faz-se a instalação dos elevadores definitivos do edifício. ESQUADRIAS Item que consiste no fechamento interno e externo dos ambientes utilizando esquadrias. REVESTIMENTO Quando se inicia o revestimento e o acabamento das paredes internas e da fachada do prédio. PAVIMENTAÇÃO É feito o revestimento do piso dos apartamentos e das áreas comuns, IMPERMEABILIZAÇÃO São feitos tratamentos para evitar vazamentos entre os pavimentos e na área comum.

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

PINTURA

Etapa na qual são executadas as instalações elétricas, telefônica e demais instalações complementares.

Todas as paredes que não foram revestidas com materiais cerâmicos receberão acabamento final com tintas apropriadas para cada ambiente.

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS

SERVIÇOS COMPLEMENTARES

Fase em que são executadas as instalações hidráulicas, sanitárias, combate a incêndio e demais instalações complementares.

São instalados os equipamentos da área comum, como placas de sinalização, playground, equipamentos diversos, além dos jardins.

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GENTE DA GENTE

Não existe mais essa história de periferia”

Aline de Castro e Silva, especialista em Direito Imobiliário

Por Lucílio Lessa / Fotos Jarbas Oliveira

Em entrevista exclusiva, a especialista em Direito Imobiliário Aline de Castro e Silva avalia o atual cenário imobiliário da capital cearense e destaca que a nova arquitetura dos empreendimentos em bairros mais afastados vem atraindo um número cada vez maior de pessoas em busca de conforto e segurança. Formada em Administração, Informática e Direito, Aline é especialista em OEM (Organizações e Métodos) e atua como oficial substituta da 1ª Zona de Registro de Imóveis de Fortaleza.

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GENTE DA GENTE Revista Estilo: Sra. Aline, diante do boom imobiliário ocorrido nos últimos anos, como a senhora avalia o atual cenário de imóveis na capital? Aline de Castro e Silva: O cenário imobiliário está em alta. A quantidade de oferta de imóveis, de financiamentos e de subsídios, vem garantindo um momento gratificante para investidores e, consequentemente, para os cartórios, pois se existirem contratos, é claro que vão existir escrituras e maior movimento. Mas o que percebo é que nas áreas onde há uma grande concentração de imóveis, a classe média não tem renda o suficiente para arcar com uma prestação financiada, pois compromete boa parte do seu rendimento mensal. Um imóvel numa área como a Aldeota, por exemplo, tem um custo muito alto. Muitas vezes seria necessário juntar duas, três pessoas dentro de uma mesma família para arcar com o valor. Lembrando que as pessoas de uma família não necessariamente têm o mesmo nível de renda. Diante disso, as áreas que antes eram consideradas mais distantes, estão sendo as mais atrativas. Exemplos disso são os bairros de Messejana, Passaré, Maraponga e adjacências, onde há muitos investimentos. Antigamente, as pessoas queriam morar na Aldeota. Hoje, as pessoas estão tendo a opção de morar mais distante, em bairros que eram considerados afastados e não são mais. Sabe por quê? Exatamente pelos valores das unidades e porque as pessoas querem segurança.

investiu em novas contratações e em treinamento, deixando as pessoas aptas. É claro que todo começo tem um período de adaptação, mas hoje a gente está entregando (a documentação) bem antes dos prazos que são determinados por lei, e procurando o máximo possível ligar para o cliente e não deixar pendência. Estamos trabalhando de uma forma que o cliente venha a ficar satisfeito. Estar com o imóvel registrado é bom porque ele passa a estar no seu nome e você vai poder se mudar para aquele local. Comprar uma casa própria antes era um sonho muito distante, mas hoje é algo muito próximo. RE: A senhora considera que há uma variedade de opções nos novos empreendimentos? ACS: Há imóveis no mercado que atendem a todas as camadas sociais. E não existe mais essa história de periferia. Hoje, em Fortaleza, toda área é considerada nobre para se morar. Há um investimento crescente nas necessidades básicas da população, como por exemplo, ter hospital próximo de casa etc. São valores agregados. As pessoas não precisam mais fazer deslocamentos tão longos para suprir suas necessidades. Hoje há shoppings, bancos, lojas em bairros. Além disso, as pessoas estão preferindo investir nesses bairros mais distantes porque compensa manter a prestação. Elas moram bem por um valor menor. Como eu já disse, em outras áreas, onde há maior concentração, os imóveis são muito caros. Nem todo mundo tem condições.

“Hoje, em Fortaleza, toda área é considerada nobre para se morar”

RE: Então o perfil do morador mudou nessas regiões? Os cartórios vêm se adequando a essa nova realidade? ACS: Quem morava numa área sem ser Aldeota, Centro ou adjacências, geralmente comprava casa. Mas com o Programa Minha Casa. Minha Vida, e a expansão de apartamentos, condomínios, edificações, e unidades mais afastadas onde antes não havia tanta concentração, a realidade mudou e hoje se vê muitos condomínios nesses locais. E condomínios não de baixa renda, mas de uma renda que permite financiar o valor pelo Programa Minha Casa Minha Vida. Quando isso passou a acontecer, começou-se um volume muito grande de demandas nos cartórios, e a maioria deles teve que se adequar, se estruturar de uma maneira muito rápida. A 1ª Zona, por exemplo,

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RE: Acredita que também há uma migração de pessoas que residiam em bairros mais concentrados para empreendimentos um pouco mais afastados? ACS: Sim. Até pessoas que têm seus imóveis em áreas nobres, estão se mudando por conta das estruturas que os novos empreendimentos estão oferecendo. As pessoas querem fazer uma academia, uma caminhada, ter um determinado lazer. Antes, elas não se importavam em sair de casa para isso, porque a violência não era tanta, portanto deslocar-se era até uma coisa boa. Hoje, as pessoas não têm tanta vontade de se deslocar. Em função disso, elas precisam ter valores agregados na estrutura do condomínio. E com a arquitetura que existe atualmente, morar em condomínio é algo altamente confortável. As pessoas


também analisam outros fatores, como congregar com pessoas que não sejam só as que estão dentro do apartamento. A verdade é que essa nova forma de construir, onde é oferecida uma grande estrutura de lazer, é algo muito atrativo. E a nossa população está envelhecendo. O idoso, hoje, exige tudo isso que os novos condomínios estão oferecendo. Eles querem se manter ativos. RE: Do ponto de vista jurídico, quais fatores devem ser considerados na compra de um imóvel? ACS: Existem vários fatores que devem ser considerados na compra de um imóvel. Por exemplo: se você vai comprar um apartamento em um condomínio que ainda está em construção, deve no mínimo exigir que a incorporação já esteja registrada. É importante avaliar a matrícula do imóvel. E você mesmo pode pedir uma certidão atualizada ou solicitar que o corretor a apresente. Detalhe: toda certidão só é válida por 30 dias, portanto uma certidão de dois meses atrás não serve. Em contrapartida, se o registro da incorporação for de quatro meses atrás, não tem problema, pois se ela já existia há quatro meses, é claro que existe hoje. Então a primeira coisa a se fazer é tirar a matrícula do imóvel e verificar se a incorporação está registrada.

RE: Como proceder se na aquisição o imóvel pertencer a um casal que se divorciou ou fizer parte de Espólio? ACS: Se o casal se divorciou, a pessoa que está vendendo tem na sua certidão de casamento o assentamento da averbação do seu divórcio, portanto, o comprador deve solicitar uma certidão de casamento. É necessário verificar se houve partilha entre o casal. Caso sim, observar se ela já foi registrada ou se tem o mandado de partilha para ser registrado. Atentar à necessidade do pagamento do ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação) ou do ITBI (Imposto Sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles relativos). Quanto ao fato de o imóvel fazer parte de um Espólio (imóvel de herança), deve atentar para o fato de já ter havido a partilha e se ela já foi registrada na matrícula do imóvel. No caso da aquisição por escritura de partilha e a de cessão de direitos hereditários com a adjudicação do bem, é imprescindível a assistência de um advogado que atue tanto na área de Direito Imobiliário como também na área do Direito de Sucessão, pois esta transmissão de propriedade requer a observância de critérios jurídicos relevantes para a segurança de quem está adquirindo.

RE: E se o imóvel já estiver construído e as unidades sendo entregues? ACS: Nesse caso, é interessante ver se a construção está averbada e verificar se já está instituída a convenção de condomínio. Agora, se você compra um terreno, além de tirar uma matrícula atualizada, deve procurar saber se os proprietários que estão lhe vendendo são os mesmos que constam na matrícula. Todo o histórico do imóvel está definido na matrícula. Acredito que o ideal é pedir a ajuda de um especialista em Direito Imobiliário, pois ele vai verificar as divergências que existem ou não na matrícula e dizer se há a possibilidade de regularizar o imóvel administrativamente ou por via judicial. Sendo que esta última pode demorar algum tempo. Nesse caso, a negociação pode não ser viável se a pessoa está comprando um imóvel para reinvestir nele, pois tudo vai depender de uma demanda judicial. Já se depender de uma demanda administrativa, o procedimento é mais rápido. Na compra de um imóvel de um particular e não de uma seguradora, deve ser observado, assim como citei na possibilidade de compra de um terreno, se o proprietário é o mesmo que consta na documentação. Se houver um casal na matrícula, tem que saber se eles permanecem casados.

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Indico porque confio na Porto Freire”

Por Lucílio Lessa Fotos Jarbas Oliveira

Odernes Pereira Lima e família

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O sorriso estampado no rosto da professora aposentada Odernes Pereira Lima dá conta da parceria bem sucedida com a Porto Freire. Nova moradora do Parque Del Sol, ela alia a satisfação de morar bem com a possibilidade de uma renda extra através do Programa Multiplicador. A professora aposentada Odernes Pereira Lima afirma que realizou um sonho. Proprietária de um apartamento no mais novo edifício da Porto Freire, o Zaragoza, no Parque Del Sol, ela passa horas do dia concluindo os preparativos para a mudança. Difícil é conter seu ímpeto em, vez por outra, dar uma passadinha no apartamento novo para fazer planos. Ao lado da família, Ordenes revela que o namoro com a Porto Freire é antigo. “Eu sempre ouvia que a Porto Freire trabalha com compromisso e ficava encantada com o Parque Del Sol. Sonhava em morar aqui quando vinha visitar uma amiga”, diz. A empolgação com o novo lar é tamanha, que Ordenes aderiu ao Programa Multiplicador. O Programa é uma iniciativa que destina-se a beneficiar os participantes que indicarem novos contatos para a aquisição de imóveis. Através das indicações e tendo por base os critérios estabelecidos, o multiplicador tem direito a bonificações extras e prêmios. “A corretora que me vendeu o apartamento foi quem me explicou. Então sempre que alguém quer comprar um imóvel, indico a Porto Freire. Já indiquei umas 6 pessoas. Faço isso porque confio na construtora”, ressalta Ordenes. A evidente satisfação em ter comprado um apartamento da Porto Freire tem um motivo especial. “Eu havia comprado um apartamento em outra construtora e foi uma decepção. Mesmo após 10 anos de espera, ela não entregava o imóvel. A obra não caminhava. Me estressei bastante, mas conseguimos judicialmente tirar o prédio da mão deles. Então os compradores se reuniram e juntos tivemos que terminar, por nossa conta. Nunca mais quero passar por aquilo de novo”, destaca Ordenes, que havia inclusive prometido a si mesma não comprar mais apartamentos na planta. “Mas acabei mudando de ideia por causa da credibilidade da Porto Freire. Eu acreditei e deu tudo certo. Tenho certeza que 2014 vai ser bom demais”, comemora.

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Porto Freire completa 29 anos e fortalece ciclo de crescimento Por Helena FĂŠlix Fotos Jarbas Oliveira

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Jorge Wilson Porto Freire


Com mais de 1 milhão de m² construídos e pelo menos 700 unidades entregues entre 2011 e 2013, a Porto Freire Engenharia comemora 29 anos de sua Fundação. De uma empresa individual, que iniciou com um único empreendimento, aos dias de hoje, esse é mais que um caso de sucesso na construção civil. É a história de uma organização que investe em ideias inovadoras para promover a justiça social através do acesso à moradia. Com essa missão, investe em uma gestão participativa, na qual valores morais conduzem as práticas diárias, e o desenvolvimento tecnológico, financeiro e mercadológico visam se transformar em benefício para a sociedade. Essa é a visão do fundador e presidente da Porto Freire, Jorge Wilson Porto Freire, que revela a origem, trajetória e os planos para o futuro da empresa. Revista Estilo: Senhor Jorge, como se deu a fundação da empresa? Jorge Porto Freire: Em 1984 eu abri uma empresa

individual com o meu nome, mas com nome fantasia Porto Freire. O primeiro empreendimento foi o condomínio residencial Morada das Damas, localizado na Av. João Pessoa. Comprei um terreno, fiz o projeto, o orçamento, supervisionei a obra. De 84 a 86, me dediquei aos projetos, sendo que em 86 começamos a obra. Na época, o presidente do país era José Sarney, e fomos todos surpreendidos com o aumento exorbitante da inflação. Para reverter esse quadro, tive que rever os contratos dos imóveis já comercializados. Em vez do plano a preço fechado, resolvi adotar a construção a preço de custo. Planos como esse ainda não existiam para beneficiar esse segmento da população. Normalmente, se praticava o plano de 30 anos e conseguimos reduzir para seis, ou seja, eram 24 anos de economia. Dessa forma, o sonho da casa própria se tornava mais próximo da realidade dessas pessoas. Em 89, concluímos a obra e, com o resultado do primeiro empreendimento, comprei mais dois terrenos. Foi assim que tudo começou.

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RE: Qual é o balanço após esses 29 anos de atuação no mercado da construção civil? JPF: A primeira década, até se tornar uma empresa limitada, nos dedicamos à implementação dos ideais que motivaram a criação da Porto Freire. Resumidamente, o objetivo era oferecer um produto estendido. Não só o imóvel, mas um meio de facilitar o acesso a esse benefício básico para a população. Já a segunda década foi marcada pela consolidação dos projetos e o apogeu da empresa no mercado. Nesse momento de conclusão dessa etapa e início da terceira década, estamos inaugurando um novo ciclo. As mudanças são necessárias para nos adequarmos às novas configurações e regras do mercado, pois nós acumulamos expertise nesse tempo, mas vivemos em um mundo completamente novo agora, em termos tecnológicos, financeiros, culturais. Com o investimento em programas sociais, principalmente através do governo, a população não só cresceu, mas ascendeu socialmente, tem mais acesso ao crédito, os juros são menores. Isso tudo exige produtos atualizados, dentro dessa nova realidade, aptos a atenderem as necessidades e expectativas do cliente. Para nos aproximarmos dos nossos clientes, estamos resgatando nosso DNA, pois mudam os procedimentos, mas não muda a nossa identidade. Esse novo ciclo que começa é de virtuosidade e crescimento, de manter nosso direcionamento rumo ao propósito da empresa, que é o de contribuir com a justiça social oferecendo habitações com um bom padrão e forma de pagamento não onerosa. RE: Qual é o DNA da Porto Freire? JPF: O DNA da empresa está intrinsecamente ligado aos ideais em que sempre acreditei na minha vida. Acredito que todo o desenvolvimento técnico e comercial, tecnológico e científico, deve se transformar em benefício para a humanidade. Baseado nisso, desenvolvi minha forma de trabalhar, que compartilho com nossos colaboradores e parceiros. O capital é consequência disso. Quando você trabalha com um propósito, os recursos surgem. Parece que são, também, uma forma de energia direcionada para fazer o bem. E tudo o que se faz com o coração, ganha força. Para administrar tendo em vista nossos valores, é preciso ter coragem. É preciso acreditar nas pessoas e em suas ideias. Por isso que nossa gestão é acima de tudo participativa.

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RE: E quais são os planos para o futuro? JPF: Essa aproximação com nosso cliente é algo que estamos investindo fortemente, com a retomada do Programa Multiplicador, além da realização de eventos direcionados ao perfil dele – como palestras de educação financeira, empreendedorismo e geração de renda. Outra ação importante, que deve se consolidar nos próximos anos, são as atividades e os projetos da Fundação Porto Freire e do Espaço Cultural, no Parque del Sol, onde disseminamos a cultura e a arte do Ceará, valorizando as nossas raízes. No mais, é pensar 30 anos pra frente


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Trabalhando em equipe

Por Helena Félix / Fotos Fabio Lima

Atualmente, a Porto Freire Engenharia conta com uma equipe de 19 consultores de vendas, liderados pelo diretor Martônio Rodrigues, da área comercial, para atender seus clientes com agilidade e eficiência. Trabalhando em sistemas de rodízio e plantão, esses colaboradores estão sempre a postos quando surge uma demanda nos pontos de venda, pelo telefone ou chat online disponível no site (www.portofreire.com. br). Além da prontidão, a equipe passa por treinamentos constantes, pois deve estar preparada e motivada para exercer plenamente suas funções. Atuando em um mercado bastante competitivo, não são apenas essas características que fazem a diferença. O time da Porto Freire é diverso, mas joga unido, com laços de amizade e profissionais fortes, a fim de colaborar para tornar realidade o sonho da casa própria dos seus clientes. Conheça alguns dos nossos consultores, indicados por Martônio Rodrigues, como forma de representar toda essa equipe. Vladilene Monteiro, Tâmara Keyveh, Daybson Pinheiro e Eduardo Augusto falam sobre vida pessoal e profissional.

RELAÇÃO COM O CLIENTE E ESFORÇO Entre os mais jovens da equipe, Daybson de Matos Pinheiro se destaca pelos bons resultados. O segredo? Gostar do que faz. Para encontrar o rumo certo, deixou a Fisioterapia, tornou-se gerente em uma loja e, quando chamado para trabalhar na Porto Freire, se dedicou aos cursos de corretagem e transação imobiliária. Relembrando, Daybson não tem dúvidas. “Vi uma oportunidade de melhorar e hoje sei que foi a escolha certa para a minha vida profissional. O que mais gosto no meu trabalho é essa relação com os clientes. Muitas vezes deixamos de ser vendedores e seguimos como amigos”, conta. Além de se dedicar no atendimento ao cliente, Daybson acredita que para ser bem-sucedido como consultor, assim como nas mais diversas profissões, é essencial ter uma boa gestão e não medir esforços no trabalho.

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RENOVAR É PRECISO Dos seus 43 anos, Vladilene Monteiro dedica 12 às vendas de imóveis na Porto Freire. Ingressou na empresa como assistente de marketing, mas optou logo pela carreira como consultora. “Adoro o meu trabalho porque todo dia tem novidade”, diz. O maior desafio nessa profissão, conta Vladilene, é estar sempre motivada, com a energia renovada e de bom humor. Por isso, quando resolveu mudar radicalmente de vida depois dos 40 anos, ela incluiu na sua rotina uma dieta mais saudável, corrida na praia e Muay Thai. “Não tem preocupação ou tristeza que suporte um bom exercício e um sorriso no rosto”, garante. Formada em Contabilidade pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), Vladilene realizou diversos cursos na área de vendas ofertados pela Porto Freire, além de uma especialização em Marketing Digital, buscando novas estratégias e mantendo-se sempre atualizada. Hoje se dedica ao processo de coaching, para alcançar seus objetivos. Nessa nova jornada de aprimoramento profissional, leu o livro “O Motorista e o Milionário”, dos autores Joaquim de Posada e Ellen Singer, no qual aprendeu algo que reflete bem o que busca em sua vida: “Se você tem propósito, paixão e ação, você tem paz de espírito”.

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TRANSFORMANDO SONHO EM REALIDADE Tâmara Keyveh Cordeiro de Abreu Dias, 43 anos, estudou Serviço Social, mas trabalha em vendas desde 1996 e compõe a equipe da Porto Freire há oito anos. No caminho que escolheu, carrega ainda a vocação dos estudos. “Gosto do contato com as pessoas, para mim é essencial”, confessa. Além disso, vê na sua profissão uma forma de contribuir socialmente. “Nossa missão é colaborar para tornar realidade para os nossos clientes o sonho da casa própria, atendendo suas demandas e expectativas. Por isso, é tão gratificante”, diz a consultora. Apesar do sistema de rodízios, ela faz questão de ressaltar que a equipe tem reuniões semanais, seguidas de almoços, ocasiões em que dividem experiências e fortalecem os laços de amizade e profissionais. “Assim, nos mantemos unidos e em total sincronia”, revela. Recentemente, Tâmara se dedicou à formação em Coaching Integral Sistêmico, agregando novos conhecimentos e vivências à sua carreira. Mas como consultora, alerta: conhecimento não é tudo. As portas se abrem, mas para passar por elas é preciso ter atitude.


COMPROMISSO E MOTIVAÇÃO O engenheiro civil Eduardo Augusto Batista Fernandes, 35 anos, pós graduado em Avaliação e Perícia em Engenharia (INBEC), tendo cursado Gestão de Obras Civis (FIC), passou a atuar como consultor de vendas em 2005. Antes disso, durante a sua faculdade, adquiriu experiência e estreitou o contato com clientes ao acompanhar obras, pois costumava ficar de plantão. “Na realidade, foi um grande desafio para mim, pois não tinha experiência em vendas, apenas o curso de corretagem que fiz enquanto cursava engenharia. Me dediquei, então, aos treinamentos ofertados pela empresa e estou sempre empenhado em aprender”, conta. O mais importante para Eduardo, no entanto, é ter ética profissional, compromisso e respeito, além de atender as necessidades do cliente. Fora do trabalho, ele diz que o consultor deve ter uma vida financeira organizada, disposição para se atualizar e manter a “cabeça fria”. “A vida pessoal é um pilar para todo o resto. Para mim, família é tudo. É o que me dá garra e motivação para encarar sempre novos desafios”,diz.

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CULT

Caminhos do Tempo Por Helena FĂŠlix Fotos Fabio Lima

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Claudio QuinderĂŠ, designer cearense


Desde outubro, a Fundação Porto Freire promove a exposição “Caminhos do Tempo – 20 anos em 20 joias”, que celebra a trajetória do designer de joias cearense Claudio Quinderé. Composta por 20 peças referenciais, a mostra propõe uma retrospectiva de temas, estilos e técnicas desenvolvidos na concepção das joias que, até hoje, são executadas em processo totalmente artesanal. A exposição fica até 24 de janeiro de 2014 no Espaço Cultural Porto Freire (R. Joãozito Arruda, s/n – Cidade dos Funcionários). Quinderé iniciou sua incursão pelo mundo da arte ainda criança, quando foi morar com sua família no Rio de Janeiro. “Lá eu tive a oportunidade de estudar artes plásticas durante alguns anos com Ivan Serpa, pintor, desenhista, professor e gravador premiado, no Museu de Arte Moderna. E enquanto psicanalista lacaniano, fiz um curso de escultura em fibra de vidro e poliuretano e me apaixonei pela arte em três dimensões. Como sempre considerei as joias verdadeiras obras de arte, resolvi procurar uma formação nessa área”, relembra. Seguiu então para uma imersão criativa no Canadá e teve a oportunidade de estagiar com o renomado designer Rolf Schmidt. De lá foi para São Paulo, onde estudou ourivesaria, retornando a Fortaleza em 1994 para abrir seu primeiro ateliê. Ao longo de sua carreira, ganhou destaque nacional participando de eventos como Casa Cor São Paulo e Ceará, Fashion Rio (RJ), Daslu Artes (SP) e Bienal Brasileira de Design (2010 e 2012). Na televisão, suas

peças já foram exibidas em novelas globais como Mulheres Apaixonadas, América, Celebridade, Duas Caras, Caminho das Índias e Ti-Ti-Ti. Atualmente, investe no e-commerce, através da sua loja virtual (www.claudioquindere.com.br), e ao atendimento personalizado de clientes. Suas peças ainda são comercializadas no Museu de Arte Moderna (RJ) e na Central de Designers (SP). Na exposição “Caminhos do Tempo – 20 anos em 20 joias”, que tem a curadoria da Quadraria Coletivo de Ideias, apresenta joias que mesclam a prata 950 – matéria-prima de Claudio Quinderé – com elementos regionais, como a renda de labirinto, e naturais, como a seda da palha do buriti, palmeira proveniente do nordeste brasileiro. A coleção Tramas do Buriti, inclusive, ganha destaque por ser ecologicamente correta e exclusiva. Essa coleção foi selecionada para duas edições da Bienal Brasileira de Design, em 2010 e 2012, integrando respectivamente as mostras “Design, Inovação e Sustentabilidade”, e “Da Mão à Máquina”, que fez uma retrospectiva da produção em design no país a partir do artesanato até a indústria. Para além do território nacional, Tramas do Buriti foi selecionada para a exposição “Joia Brasil” em Paris, por ocasião do Ano do Brasil na França, em 2005. Já em 2011/2012, representou o Ceará na exposição itinerante Jewels from Brazil, que percorreu

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CULT peças sob os temas Ciclos e Jardim em Flor. Esse último privilegia as flores e folhas que são hits desde o início da carreira de Quinderé e, por isso, perpassam diversas coleções, assim como as pérolas. Inspirado na arte do pintor espanhol, o designer apresenta a coleção Cores e Traços de Miró, utilizando a técnica inlay de pedras para criações multicoloridas, vibrantes e de formas geométricas. Através dessa técnica, a pedra é quebrada em pequenos pedaços, que são colados manualmente, um a um, numa espécie de mosaico definido pelas formas em prata. São utilizadas pedras de diversas cores, como turquesa, coral e ônix.

quatro cidades na Inglaterra, difundindo o design brasileiro no exterior, sob curadoria da jornalista especializada em design, gestora cultural e escritora Adélia Borges. Além dessa coleção, os visitantes podem conferir as criações de Claudio Quinderé com pérolas, recurso bastante utilizado por ele em suas joias, como escapulários, brincos, colares e anéis. Os temas da natureza e as linhas orgânicas, que são fortes referências de seu estilo, surgem nas

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Por fim, Mais que Sagrado revela o lado espiritual de Quinderé, que também encontra na fé sua inspiração. Entram em cena, então, os brincos Coração de Jesus, o Rosário de Pedras – uma espécie de maxicolar com pedras garimpadas na sua última incursão pelo Leste Europeu –, e o Bracelete Caveira. Símbolo maior da Festa do Dia dos Mortos, no México, declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO órgão das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura -, essa celebração de origem indígena perpetua rituais que rememoram os ancestrais, celebrando a morte e o renascimento. Além da exposição de Claudio Quinderé, a Fundação Porto Freire promove diversas oficinas de design (de acessórios, de moda, de experiência e de interiores) gratuitamente em novembro e dezembro. Espaço Cultural Porto Freire Foi inaugurado em março de


2010, no Parque del Sol, com o objetivo de abrigar as manifestações de arte e cultura brasileiras, notadamente do Ceará. Instalada em uma área ainda carente de equipamentos dessa natureza, o Bairro Cidade dos Funcionários. Após um hiato de tempo, o espaço ressurge como uma iniciativa que visa contribuir na disseminação das vertentes artísticas e para o exercício da construção de novas expressões culturais, abrigando os projetos e as ações da Fundação Porto Freire. Em 2010/2011, o Espaço Cultural Porto Freire recebeu as exposições “Fotojornalismo, a Notícia como Arte” – com fotografias selecionadas pelos editores dos jornais Diário do Nordeste e O Povo: Eduardo Queiroz e Alcides Freire, sob a curadoria de Roberto Galvão; “Fortaleza, Memórias do Tempo” – realizada pelo Instituto Cultural Chico Albuquerque sob a coordenação do Nirez; “Caminhos” – do artista plástico Vando Figueredo sob a curadoria de Roberto Galvão; “Cangaceiros” - pelo Instituto Cultural Chico Albuquerque sob a curadoria de Lili Sarmiento, além

das mostras “4 Gerações” – reunindo os artistas Heloisa Juaçaba, Sergio Lima, José Guedes e Alexandre Chaves; e “Cariri Mágico” – com fotografias de Tiago Santana sob curadoria de Roberto Galvão. A Fundação Porto Freire retomou suas atividades em julho de 2013 com a exposição “Monstra Postermassa” apresentando sete pôsteres em serigrafia do Coletivo Monstra, grupo de artistas cearenses influenciados pela Pop Arte e o movimento Low Brow (EUA), que atua pela democratização da arte. Foram sorteados pôsteres e distribuídos postais aos visitantes. Exposição Caminhos do Tempo – 20 anos em 20 joias – Claudio Quinderé Data: De 25/10/13 a 24/01/14 Local: Espaço Cultural Porto Freire (Rua Joãozito Arruda, s/n – Parque del Sol – Cidade dos Funcionários) Horário: De segunda a sábado, das 8h às 19h. Domingo, de 8h às 18h. Grátis

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ENTREGA DO PORTAL DE LEON - BLOCO B

Por Ronaldo Lima

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LANÇAMENTO DA EXPOSIÇÃO POSTERMASSA

Por Ronaldo Lima

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AÇÃO LIVE PAINTING

Por Sol Coelho

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LANÇAMENTO DA EXPOSIÇÃO CAMINHOS DO TEMPO

Por Gustavo Sampaio

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ENTREGA DO MONTSERRAT RESIDENCE - BLOCO B

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Revista Estilo - Novembro 2013  

Edição do mês de novembro da revista Estilo, da Porto Freire Engenharia

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