

Cuidar da Criação de Deus
Por | Marli Lutz

Ocuidado da Criação de Deus é um tema fundamental da espiritualidade. A comunidade é espaço de reflexão e crescimento sobre seu compromisso ético e testemunho de fé e vida.
Como irmãos e irmãs reafirmamos o nosso compromisso com a palavra de Deus, em favor de um futuro menos desigual e ambientalmente sustentável, não só para as pessoas, mas para toda a Criação.
De que adianta uma pessoa ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?

A GEN DA
DEZEMBRO
Dia 3 - LELUT Núcleo
Passo Fundo aniversário de 11 anos
Dia 3 - Encontro Sinodal da OASE com Celebração de Advento - Condor
Dia 4 - Comissão de Designação e Envio
Dia 13 - 44ª Assembleia
Sinodal - Online
Dia 24 - Véspera de Natal
Dia 25 - Natal
Dia 31 - Véspera Ano Novo
JANEIRO
Dia 1 - Ano Novo
FEVEREIRO
Dia 7 - Reunião Conselho
Sinodal de Diaconia - Lar da Igreja
Dia 12 - GA: Acompanhamento - Sede Sinodal
Dia 14 a 17 - Acampamento
Repartir Juntos (ARJ)
Paróquia de Condor
Dia 17 - Carnaval
Dias 20 e 21 - Reunião
Diretoria Conselho da IgrejaSede Nacional/POA
Dia 22 - Ordenação Conjunta - Porto Alegre
Dia 24 - Reunião Diretoria
Sinodal - Sede Sinodal
Dia 25 - LELUT Núcleo Ibirubá aniversário de 10 anos
Dia 26 - Encontro de Representantes – Online
Dia 28 - Seminário com o Conselho Sinodal de CasaisLar da Igreja
Estimadas e estimados leitores
“E num sonho os avisou que não voltassem para falar com Herodes. Por isso voltaram para a sai terra por outro caminho.” Mateus 2.12
Por | Pastor Cristian R. Donat
Chega em suas mãos a última edição do Jornal “O Planalto” deste ano. Lembramos assim que o ano está chegando ao final. Não poucas vezes, observamos que os dias, meses e anos estão passando, cada vez, mais rápidos. Isso aponta para um alerta: estamos correndo muito e, com isso, apreciando pouco a vida e as vivências.
Sobre isso a palavra acima nos quer falar. Ela nos remete ao natal. Os magos do oriente visitam Jesus. Veem nele o novo Rei. Por isso oferecem presentes. Mas o mais importante não é isso. A mensagem que fica é o caminho que trilham depois de verem Jesus. Diz o texto: voltam por outro caminho.
Isso Jesus vem nos mostrar. Somos convidados a trilhar o outro caminho. Andar em passos mais desacelerados e cuidadosos. Ex-
perimentar o que Deus deseja para nós, seus filhos e filhas. Ou melhor, reaprender o que o ser humano desaprendeu pelo caminho. Tudo por querer se colocar no lugar do Criador. Esta é a reflexão central desta edição. O artigo de capa destaca o Tema do Ano de 2026: Cuidar da Criação de Deus. Nos leva a pensar como nos relacionamos com o meio que nos cerca. Sobre isso também nos fala o artigo do Galo Verde. Lembra que menos é mais e que pequenos gestos podem fazer grandes diferenças. Temos também o registro do plantio de árvores feito pelos jovens que participaram do Congrenaje, remetendo a COP30.
A reflexão bíblica fala de mulheres e liberdade. É preciso aprender a ler os textos em seu contexto para perceber e conseguir destacar qual é a mensagem que Deus quer
transmitir. O texto da Comunidade Diaconal descreve o aprendizado do exercício diaconal no caminho da igreja. Por isso o Sínodo criou o Conselho da Diaconia. O objetivo é fortalecer as ações e partilhar experiência que podem enriquecer as vivências das comunidades. No desafio sinodal temos o artigo sobre espiritualidade. O texto alerta para os modismos. Eles contribuem para o esvaziamento dos assuntos em voga e, muitas vezes, geram dúvidas. Entre elas está a espiritualidade. Hoje tem muitas ofertas, algumas confusas. Por isso o convite é voltar a origem (Evangelho) e cuidar da espiritualidade, assim como cuidamos da saúde física.
Além disso, temos notícias de paróquias, de nosso sínodo e da convenção nacional de ministros em ministras da IECLB.
Desejamos uma abençoada leitura.
Palavra da Pastora Sinodal
Muitas canções ressoam na vida comunitária, em torno da mesa nas refeições em família, ou mesmo quando cantarolamos como em prece melodiosa. E uma canção popular nos diz: “… A voz do anjo sussurrou no meu ouvido, eu não duvido, já escuto os teus sinais!”
Ao voltarmos o olhar em torno de nós percebemos sinais de que o ano vem chegando ao final e com ele o anuncio de um novo ciclo. Em outras palavras, podemos dizer que sem demora percebemos que mais um ano chegou ao final e nos preparamos para entrar em novo tempo.
A pergunta que sempre brota é, ao olhar o retrovisor da vida, quanto temos pra agradecer? E ao vislumbrar o horizonte que desponta nos deixar embalar da canção que o sussurro nos aponta os sinais. E entre eles, o cuidado com a Criação de Deus. Nesta criação está tudo que encontramos no relato
da Criação, inclusive você e eu bem como todos nossos semelhantes. E neste novo tempo que cronologicamente vamos ocupar em nossas vidas, como estamos compartilhando os sinais?
O sentimento que permanece e nos acompanha é de que com a leitura do que se traz na vida ativa das comunidades e grupos podemos compartilhar e desenvolver a vivencia comunitária mais ativa e participativa. Cada pessoa tem algo a contribuir e espalhar as boas novas.
E ao findar o ano, com vistas ao novo ano, que possamos entoar alegremente a canção que diz:
Tens meu tempo todo em tuas mãos.Calmo e seguro estou por confiar em ti. Dás nova vida, mudas minha história
Meu coração te dou: faze o firme em ti.
Abraço demorado com votos de um abençoado tempo.


EXPEDIENTE
Jornal do Sínodo Planalto
Rio-Grandense - IECLB
Pastora Sinodal
Betina Schlittler Cavallin
Coordenadenação de Comunicação
P. Cristian Rosmund Donat e P. João Henrique Stumpf
Conselho de Comunicação e Formação:
Pa. Sinodal Betina Schlittler Cavallin
P. Cristian Rosmund Donat
Jornalista responsável e editoração
Clarissa Gnoatto Hermes MTB nº 15.733
Revisão: Conselho de Comunicação e Formação
Impressão: Gráfica Araucária - Lages SC - (49) 3289-4300.
Periodicidade: trimestral. Tiragem: 5.800
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
Tudo sobre o Sínodo! Veja todas as notícias antes em www.luteranos.com.br
Crítica ou publicidade conteúdos.oplanalto@gmail.com
Avenida Pátria, 1136 99500-000 - Carazinho/RS (54) 3331.1787
Participe do nosso Jornal Para próxima edição serão aceitas até 28 de fevereiro de 2026.
Cronograma
As próximas edições e as datas para envio de materiais serão as seguintes:
83. Fechamento em fevereiro. Circulação em março de 2026. 84. Fechamento em maio. Circulação em junho de 2025.
Planalto Rio-Grandense O Planalto | Edição 4 2025

Cantar, tocar e embalar as melodias
Por | Betina Schlittler Cavallin
Constantemente ouvimos o trinar dos pássaros e somos lembrados de um hino que diz: “E tu amigo/a porque não cantas, louvando a Cristo Jesus teu Salvador?”
A música é de grande importância na IECLB, pois serve para glorificar a Deus e propagar o Evangelho, além de construir a identidade confessional da igreja. Ela é usada para expressar a fé, fortalecer a comunidade, enriquecer a liturgia e ensinar
valores bíblicos.
Originária da tradição de imigrantes alemães, a música luterana é fundamental na vida religiosa e litúrgica, com hinos, corais e cânticos comunitários desempenhando um papel central nas celebrações. Hoje contamos com as pessoas que participam de nossas comunidades independentemente de sua etnia. Felizmente muitas pessoas contribuiem com seus dons, talentos e recursos.
Funções da música na IECLB
Glorificar a Deus e evangelizar
A música é um meio de louvor, agradecimento e anúncio da Palavra de Deus, alcançando pessoas e propagando o Evangelho.
Construir identidade confessional
Ela é um elo com a tradição e ajuda a manter e reforçar a identidade religiosa luterana.
Enriquecer a liturgia
A música eleva a participação dos fiéis, tornando a liturgia mais ativa e significativa.
Unir a comunidade
O canto coletivo é uma forma poderosa de fortalecer os laços de união entre os fiéis.
Fortalecer a fé
Os fiéis expressam sua devoção e reafirmam sua conexão com a tradição espiritual.
E através do Conselho Sinodal de Musica busca se fomentar as trocas entre corais, grupos, pessoas e instrumentistas. Neste ano aconteceram dois encontros sinodais divididos em dois grupos. Ou seja, na Paróquia de Ajuricaba, no mês de julho reuniram as áreas Oeste e Centro. E no mês de setembro, na Paróquia de Alto Jacuí reuniram as áreas Nordeste e Sul. No próximo ano esperamos contar mais notícias com a musicalidade que pulsa na vida comunitária.
Educar e instruir
Papel importante na aprendizagem de valores bíblicos e pode ser usada para instruir as crianças.
Preservar a tradição
Hinos e cantos, muitas vezes originários do repertório trazido pelos primeiros imigrantes, são essenciais para preservar a história e a cultura da igreja.

Cuidar da Criação de Deus
Lema: “Não danifiquem nem a terra, nem o mar, nem as árvores” (Apocalipse 7.3)

Por | Marli Lutz
Ocuidado da Criação é um dos temas que recebe destaque especial na Bíblia. Nela encontramos uma fonte inesgotável de memórias que testemunham a respeito da estreita relação de Deus, não somente com as pessoas, mas com toda a Criação: a natureza, os animais, o cosmos. Quando Deus criou o mundo, as pessoas criadas à sua imagem, receberam a nobre tarefa de cuidar, cultivar e preservar esta dádiva divina. Toda a natureza com sua biodiversidade está integrada no seu plano libertador e salvífico (Isaías 41.18-20, Oséias 14.5). Esta dimensão do cuidado está presente no evangelho de diversas formas.
Jesus exemplifica o Reino de Deus através de elementos da natureza: flores, frutas, árvores, sementes. Pão, vinho, água se tornam sinais visíveis da sua graça ofertada nos sacramentos. O Espírito Consolador se dá a conhecer através do fogo que aquece e do vento que mobiliza. E o Apocalipse revela que na plenitude do Reino a natureza restaurada servirá aos propósitos de Deus, onde a água irá restaurar a vida, o alimento sobejará e haverá cura para todos os povos (Apocalipse 22.1,2).
Hoje vivemos em meio à emergência climática, com tragédias ambientais sem precedentes. Há em andamento um processo pecaminoso de ruptura para com uma ética de cuidado e responsabilidade com a Criação de Deus. A ganância do querer sempre mais resulta no uso predatório da natureza e no esgotamento dos recursos da terra, comprometendo o futuro do planeta. O evangelho nos pergunta: “De que adianta uma pessoa ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8.36).
Nosso testemunho como comunidade cristã se traduz em atitudes: no cuidado, na paz com justiça, na solidariedade e no amor. O cuidado da terra, do mar, das árvores, depende das nossas ações, não somente individuais, mas comunitárias e coletivas. A fé nos compromete com o propósito de vida plena para toda a Criação. Que Deus, fonte eterna de cuidado e vida, nos anime para o engajamento em favor de modelos econômicos sustentáveis, do consumo responsável e de uma economia solidária e justa. Nesta atitude de fé, expressamos nossa solidariedade com a obra criadora de Deus.
Rede Crescer: Planejamento, Fé e Caminhos para o Futuro da IECLB
Em uma vídeoconferência no dia 3 de junho que reuniu mais de 70 lideranças dos Sínodos a IECLB promoveu o lançamento da Rede Crescer. A Rede Crescer foi criada com o objetivo de pensar, apoiar, motivar e fornecer subsídios relacionados especialmente a Primeira Meta Missionária estabelecida pela IECLB até 2030 que é a de fortalecer a vitalidade comunitária e o crescimento missionário”.
A Rede é composta por representantes da direção Nacional da Igreja, por pastores(as) Sinodais, por representantes
dos Sínodos e por acessórias teológicas.
A tarefa proposta para 2025 foi a de formatar roteiros para subsidiar no planejamento missionário das comunidades. Estão sendo desenvolvidos dois roteiros distintos que poderão ser adotados. A ideia é tornar a tarefa de planejar uma atividade acessível para os mais diferentes contextos comunitários. O material produzido está sendo experimentado através de Projetos Pilotos em cinco comunidades em diferentes Sínodos com realidades bem diversas.
A Rede tem como lema Bíblico 1 Coríntios 3.6 – “Eu plantei, Apolo regoi, mas o crescimento vem de Deus”. Inspirada neste versículo Bíblico a Rede Crescer quer ser “um espaço de diálogo, oração e ação estratégica, convidando a igreja a avançar com fé e coragem, sempre lembrando que, embora plantemos e reguemos, o crescimento vem de Deus.” No Primeiro encontro ressaltou-se que “planejamento, quando conjugado com confiança e trabalho comunitário com foco e clara orientação, são essenciais
para o crescimento integral da igreja frente aos desafios dos tempos atuais.”
Pastor Dr. Paulo Butzke trouxe a memória um provérbio Holandês: “para navios sem porto de destino, não existem bons ventos”. Provérbio que demonstra a real importância do planejamento.

Retiro anual de jovens
Nos dias 15 e 16 de agosto, na casa de retiros em Ijuí, foi realizado o retiro anual de jovens e confirmandos da Paróquia Evangélica da Paz em Ijuí. Estiveram presentes 45 participantes, além da equipe de lideranças e pessoas que auxiliaram na cozinha.
O louvor, a mensagem e brincadeiras foram conduzidas pelo Ministério Acampe Vida de Panambi com o tema: ‘This Is The Truth’ (Essa é a verdade).
Agradecemos à Deus pelos dias maravilhosos que Ele nos proporcionou, pela comunhão e aprendizado.
CONDOR

“
Jesus disse: Eu Sou o caminho, a verdade e a vida” (João 14.6)
Lelut na XIV Convenção Nacional

TAPERA
A LELUT de Condor (RS) marcou presença na XIV Convenção Nacional, realizada nos dias 27 e 28 de setembro de 2025, em Medianeira (PR). Com o tema “Compartilhar a Generosidade de Deus”, o encontro reuniu legionários de diversas regiões do país para momentos de reflexão, troca de experiências e fortalecimento espiritual.
Representantes da unidade retornaram ao município motivados a intensificar a missão de promover a Fé e a Esperança na comunidade local.
Reforma e rededicação da Casa Paroquial
No dia 8 de julho deste ano, aconteceu a Rededicação da Casa Paroquial de Tapera. O ato foi oficiado pela Pa. Sinodal, com a presença das lideranças locais.
A obra foi planejada e executada com muito diálogo e envolvimento das lideranças e membros, pois exigia uma reforma ampla e com altos valores financeiros. Mas, Graças a Deus e empenho de muita gente, a obra foi concluída e
TAPEJARA
Exemplo

realizada integralmente com recursos próprios.
de Fé! “Um século de bênçãos”

Dona Berta! Exemplo de Fé! “Um século de bênçãos”
No dia 19 de outubro, tivemos a alegria de celebrar 100 anos de vida da nossa querida Vó, Dona Berta Jandt. Ela é membro da Comunidade de Charrua, pertencente a paróquia de Tapejara. É participativa em cultos e Encontros de Famílias.
Um século de histórias, de aprendizados, de risos e também de desafios superados. Uma senhora, que enfrentou tempos difíceis, mas que permaneceu firme na fé. Rendemos graças por essa vida que inspira.
Solidaredade cristã e Diaconia
Por | D. Linton Carlos Fruhauf

Diaconia é o amor de Deus em movimento “
Desde Pentecostes, quando o Espírito Santo deu origem às primeiras comunidades cristãs, uma profunda transformação marcou a vida daqueles que abraçaram a fé em Cristo. Eles passaram a viver de forma solidária e comprometida, colocando bens e dons à disposição da comunidade para responder às necessidades sociais que surgiam diariamente. Atos 2.44-45 descreve essa nova forma de viver: “Todos os que criam estavam juntos e unidos e repartiam uns com os outros o que tinham.”
Esse modo de vida revelava o verdadeiro sentido da diaconia: uma fé que se expressa em ações concretas, na partilha do pão, na convivência alegre e humilde, e no testemunho constante tanto no templo quanto nas casas. Havia uma forte expectativa pela volta de Jesus, o que os levava a louvar a Deus e a acolher os que se uniam à fé.
Com o passar dos anos, as comunidades se estruturaram e se fortaleceram, tornando-se uma Igreja consolidada nos princípios de uma fé cristã autêntica. Muitos se dedicaram intensamente, até mesmo com a própria vida, enfrentando perseguições até o século IV, quando, sob o imperador Constantino, o cristianismo passou a ter espaço na sociedade.
A diaconia então ganhou ainda mais destaque, tornando-se um dos pilares da ação cristã. Além de suprir necessidades básicas como alimento, saúde e vestimentas, a comunidade também mobilizava recursos financeiros por meio de campanhas e coletas para apoiar irmãos necessitados. As orientações de Paulo aos Coríntios (1Co 16; 2Co 8–9) mostram como cada pessoa era motivada a contribuir de acordo com suas possibilidades, reforçando que a diaconia é um chamado comunitário.
Hoje, na IECLB, muitas comunidades seguem firmes nesse compromisso. As demandas atuais são grandes, e os trabalhos diaconais demonstram que ainda é possível viver uma diaconia cristã que vai além do assistencialismo: ela envolve dedicação, dons, talentos e disponibilidade para servir com alegria. Como escreveu Gisela Beulke, “Diaconia é o amor de Deus em movimento”.
Por isso, somos chamados a aprender mais, partilhar mais e fortalecer os grupos que têm a diaconia como eixo central de suas ações. O recém-formado Conselho Sinodal de Diaconia do Sínodo Planalto Rio-Grandense nasce com esse propósito: animar e qualificar a ação socio-diaconal em nossas comunidades.
Neste tempo de Advento, somos convidados a desenvolver ações que promovam vida integral: física, mental, emocional e espiritual. Que possamos exercer a solidariedade cristã, partilhando o que Deus já nos deu. E que a Igreja siga o exemplo de Cristo, que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mt 20.28).
OASE SINODAL
Uma visita para Dona Generosa
Por | Ruth Haas

Hoje, o grupo da comunidade, como de costume, no dia 20 de agosto, se reuniu para realizar uma visita especial. Dessa vez, a casa escolhida foi a da D. Generosa!
— Bom dia (ou boa tarde), Dona Generosa! Como a senhora está? Ficamos muito felizes de poder vir à sua casa hoje para uma agradável manhã (ou tarde) de conversa!
— Bem-vindas! Eu fico muito feliz de ter esse encontro aqui em casa! São sempre momentos especiais, muita troca de ideias e aprendizado...
— Sim, sempre queremos aprender mais e compartilhar! Mas sabe, Dona Generosa, hoje, quando a gente vinha vindo pra cá, a D. Tereza perguntou assim: “De onde será que surgiu o nome da Generosa?” Afinal, os nomes sempre têm uma motivação, né?
— Olha só a curiosidade! Mas, se vocês realmente mantiverem essa vontade de saber a origem do meu nome, se preparem, porque certamente vai ser o assunto da tarde (risos). Mas vocês vão ter que me ajudar a contar a minha própria história, porque tenho certeza de que sabem alguma coisa sobre MEU NOME!
— Então, acompanhem o raciocínio para poder contribuir com as colocações de vocês sobre o meu nome e tudo o que ele carrega. Minha família sempre foi muito fiel aos princípios cristãos, levava muito a sério os mandamentos — e daí tudo passou a ser consequência. Dos ensinamentos de Jesus, qual mandamento vocês consideram a base para todos os demais?
— Eu acho que é o AMOR. “Amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei.” E ainda falando em amor, tem a máxima de amar a Deus sobre todas as coisas. (As outras concordam.)
— Isso! Meus pais também tinham essa compreensão. Mas vocês devem estar se perguntando: “O nome dela não é Amor, é Generosa...” Alguém arrisca trazer alguma ideia da ligação entre amor e generosidade?
— Bem, a Bíblia fala que devemos amar a Deus e também amar ao próximo como a nós mesmos. Penso que não há como um cristão não praticar

a generosidade. A generosidade é um atributo de Deus, e nós somos alvos diariamente da generosidade divina. — Perfeito! Mais alguma interpretação?
— O nosso amor deve ser a regra da nossa generosidade. A verdadeira boa obra, a verdadeira generosidade, brota de um coração cheio do amor de Deus e deve ter como base a consciência de que somos mordomos de Deus. Devemos ter consciência dos mandamentos mútuos: amar e cuidar uns dos outros. Ouvindo vocês falarem, tenho uma pergunta: a generosidade é uma obrigação ou deve ser voluntária?
— Eu penso assim: o Deus que é generoso espera que nós sejamos voluntários. Acho que essa é a razão primária da generosidade. Fazer o bem não é apenas uma opção, deve ser a identidade do cristão!
— Eu acrascentaria: CORAÇÃO AGRADECIDO, MÃOS GENEROSAS!
— Pois é! Jesus também nos diz que “mais bem-aventurado é dar do que receber”. Ótima colocação! Mas então tenho mais uma pergunta: Muitas pessoas não dispõem de muitos recursos financeiros ou bens para doar, ou seja, não conseguem praticar a generosidade por meio de doações materiais. E então, como praticar a generosidade?
— Posso dizer o que penso? Acredito que generosidade não é sobre o que EU TENHO, mas sobre QUEM EU SOU! É a capacidade de olhar para além de mim, de perceber que EU POSSO SER RESPOSTA na vida de alguém!
— Muito bem colocado! A generosidade pode ser praticada e expressa de diversas maneiras: pequenas ações do dia a dia, palavras de apoio, escuta atenciosa... Vamos pensar juntas: podemos começar IDENTIFICANDO NOSSAS PAIXÕES E INTERESSES e conectando-os com causas que precisam de apoio. Podemos doar nosso tempo, nossos conhecimentos, nossas habilidades; ser atenciosas com as pessoas ao redor; oferecer ajuda; ser gentis com todos.
— Isso que você disse agora melhora muito a compreensão de como pode-
JOGRAL
Esse é um jogral inédito, intitulado “VISITA A DONA GENEROSA”, escrito por Ruth Haas, componente da Oase Passo Fundo Centro, apresentada no Encontro Cultural do Grupo da Oase de Passo Fundo.
mos ser generosas apenas sendo nós mesmas. Pensei no ato de ajudar um vizinho a carregar compras, oferecer o lugar no ônibus, ouvir com atenção ou oferecer um ombro amigo.
— Também podemos compartilhar conhecimentos, habilidades, dons... Isso até fazemos frequentemente nos encontros da OASE, mas agora entendo que pode ir além do nosso grupo.
— Sim, também tem a questão do tempo, que pode ser doado apoiando instituições de caridade, projetos sociais ou qualquer outra causa na qual a gente acredite ou que nos motive.
— Eu também acredito que a generosidade gera felicidade! Se somos gratas pelo que temos e fazemos, podemos compartilhar essa felicidade com os outros. Podemos ser exemplo para as crianças, mostrando como pequenas ações fazem diferença!
— Estão percebendo como gratidão, generosidade e compaixão estão sempre ao nosso alcance? Basta prestar um pouco de atenção ao nosso redor.
— Tá, mas falaram, falaram, falaram… e eu ainda não sei por que deram o nome de Generosa!
— Muito bem, eu explico! Meus pais desejavam ardentemente ter um filho para completar o amor deles. Por muito tempo tentaram e, já desesperançosos, colocaram esse desejo em oração. Permaneceram assim por bastante tempo, até que, quando menos esperavam, minha mãe estava grávida! Foi a maior bênção de suas vidas, e eles atribuíram isso à GENEROSIDADE de Deus. Então, sem hesitar, quando eu nasci, mamãe afirmou: “Essa menina vai se chamar GENEROSA, em gratidão à generosidade do nosso bom Deus!” E isso, para mim, é fonte de inspiração e gratidão.
TODAS demonstram alegria: “Que lindo!”, “Maravilhoso!”, etc. — Bem, já falamos muito, e o chá está esfriando (ou acabando), conforme o contexto.
LEMBREM-SE: a GENEROSIDADE não é apenas sobre DAR, mas sobre se conectar, construir relações mais fortes e contribuir para um mundo mais positivo!
Mulheres santas e livres
Por | Pastora Ivoni Richter Reimer
Como vemos nos textos bíblicos, é Deus quem torna justas e santas todas as pessoas que creem em Jesus Cristo (Rm 1,7; 6,6,19-22; 1Co 1,2; 3,17; 6,11; 7,14; 1Ts 5,23; Jo 17,17.19); é Deus quem liberta, conforme palavras de Paulo (Gl 5) e a interpretação de Lutero: “Foi para a liberdade que Deus, em Cristo, vos libertou; não vos submetais novamente à escravidão!” O desafio é sermos livres e ao mesmo tempo diáconas, pessoas a serviço do Reino de Deus e Sua justiça em grata resposta à graça concedida por Deus.
É isso que deve nos orientar em toda a vida, em todas as relações. Ninguém que vivencia isso pode colocar outra pessoa em situação de submissão e violência. Ninguém deve exigir subordinação de outras pessoas, seja em nível pessoal, familiar, eclesial, social ou político, pois somos cada qual pessoas livres e responsáveis em termos de fé e de cidadania. Ninguém deve proibir alguém de realizar sua vocação e funções. Mas, pastora, como, então, há textos bíblicos que exigem submissão e obediência de esposas a maridos, de cidadãos ao governante? Ora, devemos considerar – como mencionei no primeiro texto – que textos bíblicos foram escritos em distintos tempos e lugares no decorrer do século 1, por pessoas de diversas orientações ideológicas. Assim, enquanto Paulo afirma que a comunidade cristã em Roma acolha a diácona Febe (Rm 16) e reconhece a missão, a liderança e o ensino de Priscila (At 18), outro homem, representante da elite greco-romana, proíbe que mulheres ensinem, exige que elas se subordinem a seus maridos e que pessoas escravas sejam submissas e obedientes a seus senhores (Cl 3,18-4,1; 1Tim 2,11-15)! Palavras que andam em caminhos paralelos ou opostos, porque brotaram de outros contextos e situações. Por isso, precisamos sempre discernir o que é Palavra de Deus na nossa vida, e em que devemos nos orientar. Devemos considerar que há inúmeros exemplos e relatos bíblicos que demonstram que mulheres não dependiam de homens, que eram lideranças pastorais, missionárias, educacionais e diaconais. Essa realidade é encontrada também em comunidades, cujas experiências não foram registradas em textos bíblicos, mas que são igualmente textos sagrados, porque falam da vivência da fé em Deus no cotidiano da vida. Lembro de Santa Praxedes, uma jovem na antiga cidade de Roma, onde também Paulo fez missão, e, junto com seu pai, sua mãe, irmã e irmão, se converteu à fé cristã. Ela foi mártir da fé, como também foram os demais de sua família, mortos pelas forças imperiais, sempre contrárias a Cristo. Praxedes acolhia pessoas pobres e migrantes em sua casa, compartilhava tudo o que tinha, anunciava o Evangelho, recolhia o sangue dos mártires, dando-lhes enterro digno, realizou o batismo de gente convertida, portanto, viveu sua fé em santidade e solidariedade, tornando-se exemplo para muitas outras mulheres por muitos séculos.
Que as mulheres recordadas nesses poucos e pequenos textos nos encorajem e motivem a viver a nossa fé de forma plena, livre e agradecida!

Juventude, Plantio de Árvores e Justiça Ambiental: Um Caminho Inspirado pelo CONGRENAJE rumo à COP30
Oplantio de árvores realizado por jovens tem se tornado um símbolo poderoso de esperança e transformação socioambiental. Durante o CONGRENAJE foram entregues cerca de 11.000 árvores distribuídas em 8 países e entre os sínodos, cultivando a esperança até a COP30 em Belém do Pará.
No Sínodo Planalto Rio-Grandense foram distribuídas 30 mudas pelo sínodo, essas mudas foram plantadas por jovens e demais pessoas engajadas, foram plantadas em locais onde serão lembradas como um gesto de carinho e afeto. Ali, o ato de plantar não é apenas físico, mas espiritual, educativo e social; trata-se de um compromisso com a justiça ambiental, com as gerações futuras e com a construção de um planeta saudável e sustentável.
A juventude reconhece que o desafio ambiental do nosso tempo não se limita ao manejo de recursos naturais, mas envolve questões éticas, sociais e espirituais.


Por | Augusto Rauch Grade - Tesoureiro do Cosije
Plantar uma árvore torna-se um gesto de resistência, responsabilidade e amor. Assim como está escrito: “O SENHOR Deus tomou o homem e o colocou no jardim do Édem para o cultivar e o guardar.” (Gênesis 2:15)
Esse versículo ecoa o chamado a uma relação equilibrada com a criação, reafirmando que cuidar da Terra não é uma opção, mas parte da vocação humana.
A JE incentiva essa consciência ao promover debates e práticas que conectam fé, ação social e sustentabilidade. As atividades de plantio realizadas por jovens reforçam a importância da participação da sociedade civil na construção de políticas públicas e no avanço das agendas climáticas — especialmente em um momento em que o Brasil se prepara para sediar a COP30, um dos eventos mais importantes do planeta sobre mudanças climáticas.
Enquanto líderes mundiais se reúnem para definir metas e estratégias de descarbonização, conservação e justiça climática, os jovens da JE mostram que as soluções já começam em ações locais e concretas. Cada muda colocada na terra representa também uma semente de consciência, mobilização e fé ativa.
O compromisso com a justiça ambiental está também fundamentado em valores bíblicos de cuidado, equidade e solidariedade. O profeta Isaías nos lembra: “Porque, como a terra produz os seus renovos, e como o jardim faz brotar o que nele se semeia, assim o Senhor Deus fará brotar a justiça e o louvor diante de todas as nações.” (Isaías 61:11)
Segmentados por fé e responsabilidade, os jovens compreendem que o plantio vai além da restauração

ambiental: fortalece vínculos comunitários, promove inclusão social e estabelece pontes entre espiritualidade e ciência. Ao unir a mensagem bíblica com as práticas ambientais contemporâneas, a JE forma uma geração preparada para dialogar com a agenda global da COP30, onde justiça climática, participação social e preservação da vida tornam-se pilares indispensáveis. Assim, o gesto simples de plantar uma árvore se transforma em profecia viva de futuro: um testemunho de que a juventude não apenas espera mudanças — ela as cultiva, rega e faz florescer.

Espiritualidade é a capacidade de encontrar seu propósito
Por | Dra. Soraya Eberle
De tempos em tempos, alguma palavra entra “na moda”. Eu lembrei de AMOR, PAZ, RESILIÊNCIA, EMPATIA... E é triste ver que essa popularidade esvazia o sentido dessas palavras. Se observarmos bem, todas elas se “gastaram” de tanto uso, muitas vezes indevido.
Agora, a palavra da moda é ESPIRITUALIDADE. Vemos inúmeras ofertas nesse sentido: retiros, exercícios, práticas individuais e coletivas, palavras e frases a repetir como mantras, e até a Inteligência Artificial oferece coaching de espiritualidade. Todo mundo tem algo a dizer sobre o assunto, e às vezes é muito confuso, vago, podendo ter significados até contraditórios!
Sugiro voltarmos às origens: em essência, a espiritualidade é a capacidade de encontrar seu propósito de vida e compreendê-lo com clareza. Envolve tanto olhar para fora, entendendo o mundo e as pessoas, quanto para dentro, para saber seu papel nessa dinâmica. Em resumo, tem a ver com buscar o sentido da existência. É um tema genuinamente humano, que nos liga com o transcendente, com
aquilo que está além do material. Ela é parte da integralidade da pessoa, é uma das dimensões que se utiliza para “medir” a nossa saúde, ao lado das dimensões corporais, psíquicas e sociais.
E não é um tema novo para o cristianismo. Desde sempre, a espiritualidade fez parte da prática cristã. Fez parte do cotidiano de Jesus – sim, Jesus cuidava de sua espiritualidade.
A espiritualidade de Jesus é centrada em sua profunda e constante intimidade com Deus, expressa através dos momentos de oração e silêncio. Depois, ela se manifesta na vida: no amor solidário e na ação em meio às crises do mundo. Essa espiritualidade não é uma fuga do mundo, mas uma inserção nele para construir o Reino de Deus através da comunhão, do diálogo e do amor às pessoas, seguindo os ensinamentos das Escrituras e a orientação do Espírito Santo.
Deixo uma ideia para que você comece a cuidar de sua espiritualidade, assim como cuida da saúde física: leia os evangelhos de Jesus, perceba como ele cuidava dessa dimensão em sua vida. E depois, siga esse belo exemplo!


GALO VERDE
Menos é mais!
Em Provérbios 15:17 temos o contraste de “ ser com amor ” com o “ter ”: “É melhor comer legumes na companhia de quem ama o seu povo do que comer a melhor carne sem amor.”
Muitas pessoas querem fazer algo por esta Maravilhosa Criação de Deus, mas não sabem bem por onde começar. Certa vez, li: “O Ser Humano que removeu o monte foi o mesmo que começou a tirar as pedras no sopé desse monte.” Isso nos mostra: comece devagar, com pequenas coisas! E Jesus nos ensina: tudo com amor!
Dois exemplos para refletir: Podemos, como família, acordar um pouco mais cedo e IR A PÉ ao culto, em vez de ir de carro? Isso reduz as emissões de CO2 e é saudável.
Procurando um presente? Que tal uma pequena xícara de metal e uma sacola de pano que possa carregar facilmente? Você evita muitos copos e sacolas plásticas. E o café gratuito à saída de restaurante ou da loja é tão bom nesta xícara! Não faça tudo isso porque você tem a consciência pesada. Faça porque você ama a Deus e a sua criação!
“ Comece devagar, com pequenas coisas! E Jesus nos ensina: tudo com amor!”
Convenção Nacional de Ministros e Ministras
Por
| Pastora Sinodal Betina Schlittler Cavallin

Em 14 a 16 de outubro deste ano, 461 pessoas se reuniram para um encontro nacional muito significativo. O mesmo aconteceu em Foz do Iguaçu e seu tema foi: “Venham ver!” E após dias de convivência e reencontro, estudo e fortalecimento vocacional e ministerial, regressaram para seus Campos Ministeriais sob a palavra de envio baseada em Isaias 52.7: “Quão formosos são os pés do que anuncia boas novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação.”
E ao revisitar a história desta proposta encontramos em registros o seguinte:
A 1ª. Convenção Nacional aconteceu entre os dias 13 a 16 de outubro de 2009, em Curitiba (PR), sob o tema central “Cuidando de Quem Cuida: Pessoa, Vocação e Família”. Participaram 525 pessoas.
A 2ª - Convenção de Ministras e Ministros da IECLB aconteceu também em Curitiba entre os dias 15 a 17 de outubro de 2013, sob o tema “Entre alegria e sofri-
mento: espiritualidade e ética no Ministério na IECLB”. Participaram 443 ministros e ministras
A 3ª - Convenção de Ministras e Ministros da IECLB aconteceu também em Curitiba entre os dias 15 a 17 de outubro de 2019, sob o tema “Vocação e Ministério: O que me move”, contando com 455 participantes.
A Convenção Nacional de Ministras e Ministros da IECLB é uma iniciativa e decisão do Fórum da Presidência, das Pastoras e dos Pastores Sinodais, sendo uma atividade para todas as ministras e ministros com ordenação da IECLB. E integra o Programa de Acompanhamento da Secretaria do Ministério com Ordenação.
Toda convenção prima por oportunizar o reencontro, o estudo e fortalecimento vocacional e ministerial. Também fortalecer o sentimento de corpo, de coletividade, de pertença a uma organização maior: a IECLB.
Na convivência e no rever nossa caminhada o grande encontro valoriza a dignidade, a alegria e o privilégio que envolve o ministério na Igreja. Bem como valoriza as condições para o exercício do ministério da IECLB (sacerdócio geral, ministério compartilhado, seguridade ministerial, etc...).
E não por último ou menos importante é tempo de confraternizar, trocar idéias e voltar com todo o ânimo e alegria para as comunidades.
Com muita alegria, compartilhamos que somos 778 ministros e ministras na ativa e este corpo é composto por quatro ministérios, sendo assim distribuídos: 635 Pastores e Pastoras, 29 Catequistas, 51 Diáconos e Diáconas, 9 Diaconisas e 54 Missionários e Missionárias.
Agradecemos todo apoio concedido pelas comunidades e paróquias. Seguimos motivando que ministros e ministras participem deste tempo precioso e oportuno de fortalecimento e reflexão.
“
Reencontrar-se para fortalecer a vocação é também reencontrar o sentido do servir.”
