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Desenvolver o termo de abertura do projeto

Este processo trata principalmente da autorização do projeto ou, em um projeto com várias fases, de uma fase do projeto. É o processo necessário para documentação das necessidades de negócios e do novo produto, serviço ou outro resultado que deve satisfazer esses requisitos. A elaboração desse termo de abertura liga o projeto ao trabalho em andamento da organização e autoriza o projeto. O termo de abertura e a autorização do projeto são realizados fora do projeto pela organização, por um setor de gerenciamento de programas ou de portfólios. Já segundo o PMI (2008, pág.73) o termo de abertura do projeto é um processo de desenvolvimento de um documento que formalmente autoriza um projeto ou uma fase e a documentação dos requisitos iniciais que satisfaçam as necessidades e expectativas das partes interessadas e também estabelece uma parceria entre a organização executora e a organização solicitante ou cliente. Este é o processo número 4.1 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de integração. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

   


2   

Identificar as partes interessadas

As partes interessadas são as pessoas ou os grupos específicos que têm interesse no que o projeto produzirá. As partes interessadas podem ser internas, tal como: a gerência, os empregados, os administradores, os clientes internos, e também podem ser externos, como: fornecedores, investidores, grupos da comunidade e organizações do governo. Segundo o PMI (2008, pág.246) identificar as partes interessadas é o processo de identificar todas as pessoas ou organizações que podem ser afetadas pelo projeto e de documentar as informações relevantes relacionadas aos seus interesses, envolvimento e impacto no sucesso do projeto. Este é o processo número 10.1 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de comunicação. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

       

   


3   

Desenvolver o plano de gerenciamento do projeto

Segundo o PMI (2008, pág.48) desenvolver o plano de gerenciamento do projeto é o processo de documentação das ações necessárias para definir, preparar, integrar e coordenar todos os planos auxiliares. O plano de gerenciamento do projeto torna-se a fonte principal de informações sobre como o mesmo será planejado, executado, monitorado, controlado e encerrado. Este é o processo número 4.2 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de integração. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

                   

   


4   

Coletar os requisitos

A coleta de requisitos é um processo que visa documentar todas as funcionalidades e características do produto e do projeto para que atenda as expectativas e necessidades das partes interessadas. Para isso é importante que sejam levantados os seguintes itens da documentação de requisitos:  Necessidade de negócio;  Objetivos do negócio e do projeto;  Requisitos funcionais e não funcionais;  Requisitos de qualidade, suporte e treinamento;  Impactos em outras áreas organizacionais;  Premissas e restrições de requisitos.

Esse processo foi adicionado na versão 2008 do PMBoK devido identificação das necessidades de se ter um processo específico para coleta de requisitos. Este é o processo número 5.1 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de comunicação. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

 

   


5   

Definir o escopo

Segundo o PMI (2008, pág.49) definir o escopo é o processo de desenvolvimento de uma descrição detalhada do projeto e do produto. Na declaração de escopo são definidas as entregas do projeto e o trabalho para criar estas entregas. Este processo fornece um entendimento comum do escopo do projeto a todas as partes interessadas, bem como os principais objetivos do projeto. Este é o processo número 5.2 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de escopo. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

                   

   


6   

Criar a EAP

Segundo PMI (2008, pág.49) criar a Estrutura Analítica do Projeto (EAP) é o processo de subdivisão das entregas e do trabalho do projeto em componentes menores e de gerenciamento mais fácil. Estes componentes menores são chamados de pacotes de trabalho. O nível de pacote de trabalho é o nível mais baixo na EAP e é o ponto no qual o custo e o cronograma do trabalho podem ser estimados de forma confiável. O nível de detalhe dos pacotes de trabalho irá variar de acordo com o tamanho e complexidade do projeto. Este é o processo número 5.3 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de escopo. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

               

   


7   

Definir as atividades

Segundo o PMI (2008, pág.50) definir as atividades é o processo de identificação das ações específicas a serem realizadas para produzir as entregas do projeto. Essas atividades são definidas para cada pacote de trabalho já produzido pela EAP do projeto.  Implícito neste processo está a necessidade de definir aquelas atividades voltadas para o alcance dos objetivos do projeto. Este é o processo número 6.1 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de tempo. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

                     

   


8   

Sequenciar atividades

Segundo o PMI (2008, pág.50) sequenciar as atividades é o processo de identificação e documentação dos relacionamentos entre as atividades do projeto.  Essas atividades podem ser seqüenciadas logicamente usando as relações de precedência adequadas, além de antecipações e atrasos, para dar suporte ao desenvolvimento posterior de um cronograma do projeto realista e alcançável. Este é o processo número 6.2 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de tempo. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

                 

   


9   

Estimar os recursos das atividades

Segundo o PMI (2008, pág.50) estimar os recursos das atividades é o processo de estimativa dos tipos e quantidades de material, pessoas, equipamentos ou suprimentos que serão necessários para realizar a atividade. O processo de estimar os recursos da atividade é estreitamente coordenado junto com o processo de estimar os custos. Este é o processo número 6.3 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de tempo. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

                   

   


10   

Estimar as durações das atividades

A estimativa de duração das atividades é o processo de gerar as durações das atividades para entrada do cronograma, a partir das informações do escopo do projeto e dos recursos disponíveis. Segundo PMI (2008, pág.51) estimar as durações das atividades é o processo de estimativa do número de períodos de trabalho que serão necessários para executar atividades específicas com os recursos estimados. Este é o processo número 6.4 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de tempo. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

               

   


11   

Desenvolver o cronograma

Segundo o PMI (2008, pág.51) desenvolver o cronograma é o processo de análise de sequência das atividades, suas durações, recursos necessários e restrições, visando criar o cronograma do projeto. Este processo tem grande importância para o projeto, pois dentre as saídas deste processo está o cronograma do projeto que servirá de insumo para outros processos da fase de Planejamento e Monitoramento e Controle do projeto. É neste processo que são definidos os caminhos críticos do projeto, relação de folga das atividades. Este é o processo número 6.5 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de tempo. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

       

   


12   

Estimar os custos

Segundo o PMI (2008, pág.52) estimar os custos é o processo de desenvolvimento de uma estimativa dos recursos monetários necessários para executar as atividades do projeto. É importante destacar que nesta estimativa deve ser levado em consideração as possíveis causas de variações nos custos, inclusive os riscos inerentes à atividade sendo estimada, como também as alternativas de custos. Por exemplo: na maioria das áreas de aplicação, considera-se amplamente que o trabalho adicional durante a fase de projeto (design) tem o potencial de redução do custo na fase de produção. O processo de estimativa dos custos deve considerar se o custo do trabalho adicional na fase de projeto irá compensar a economia esperada. Este é o processo número 7.1 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de custos. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

       

   


13   

Determinar o orçamento

Segundo o PMI (2008, pág.52) determinar o orçamento é o processo de agregação dos custos estimados de atividades individuais ou pacotes de trabalho para estabelecer uma linha de base dos custos autorizados. Esses orçamentos irão compor os recursos financeiros autorizados para executar o projeto. O desempenho dos custos do projeto será medido em relação ao orçamento autorizado. Muitos projetos, especialmente os maiores, podem ter várias linhas de base de custo para medir diferentes aspectos do desempenho de custo. Por exemplo, um plano de gastos ou uma previsão de fluxo de caixa são linhas de base para medir o quanto será gasto. Este é o processo número 7.2 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de custos. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

           

   


14   

2.1.1.1.1 Planejar a qualidade

Segundo o PMI (2008, pág.52) planejar a qualidade é o processo de identificação dos requisitos e/ou padrão de qualidade do projeto e do produto, além da documentação de como o projeto atingirá a conformidade. Ele é um dos processos-chave facilitadores durante o planejamento do projeto e deve ser executado regular e paralelamente aos outros processos do planejamento do projeto. Este é o processo número 8.1 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de qualidade. As entradas, ferramentas e saídas técnicas para este processo são visualizadas na figura.

 

           

   


15   

Desenvolver o plano de recursos humanos

Segundo o PMI (2008, pág.53) desenvolver o plano de recursos humanos é o processo de identificação e documentação de papéis, responsabilidades, habilidades necessárias e relações hierárquicas do projeto, além da criação de um plano de gerenciamento de pessoal. O plano de gerenciamento de pessoal irá contemplar os seguintes itens:  Recrutamento e seleção;  Tabela de horários de trabalho;  Critérios de liberação;  Treinamentos necessários para a equipe do projeto; Este é o processo número 9.1 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de recursos humanos (RH). As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

             

   


16   

2.1.1.1.2 Planejar as comunicações

Segundo o PMI (2008, pág.53) planejar as comunicações é o processo de determinação das necessidades de informação das partes interessadas no projeto e definição de uma abordagem de comunicação: quem necessita de qual informação, quando necessitarão dela, como isso será fornecido para eles, e por quem. Embora todos os projetos necessitam de comunicar informações, a forma, o método e a distribuição destas informações variam em grande escala. Este é o processo número 10.2 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de comunicação. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

                 

   


17   

Planejar o gerenciamento dos riscos

Segundo o PMI (2008, pág.53) planejar o gerenciamento de riscos é o processo de definição de como conduzir as atividades de gerenciamento de riscos de um projeto. Ele é um plano importante para os processos de gerenciamento de riscos, pois garante que o nível, tipo e a visibilidade da gerência de risco são compatíveis com o risco e a importância do projeto para a organização. Este é o processo número 11.1 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de riscos. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

               

   


18   

Identificar os riscos

Segundo o PMI (2008, pág.54) identificar os riscos é o processo de determinação dos riscos que podem afetar o projeto e de documentação de suas características. A identificação dos ricos é um processo interativo e deve envolver as principais partes interessadas no projeto, pois assim será possível levantar um maior número de riscos para a execução do projeto. Este é o processo número 11.2 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de riscos. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

       

   


19   

Realizar a análise qualitativa dos riscos

Segundo o PMI (2008, pág.54) realizar a análise qualitativa de riscos é o processo de priorização de riscos para análise ou ação adicional através da avaliação e combinação de sua probabilidade de ocorrência e impacto. Ela é um modo de determinar a importância de se endereçar riscos específicos e guiar respostas a eles. É importante destacar que a questão crítica do tempo e as ações relacionadas ao risco podem ampliar a importância de um risco e os seus impactos para o projeto. Este é o processo número 11.3 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de riscos. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

           

   


20   

Realizar a análise quantitativa dos riscos

Segundo o PMI (2008, pág.54) realizar a análise quantitativa de riscos é o processo de analisar numericamente o efeito dos riscos identificados nos objetivos gerais do projeto. Neste processo são utilizados alguns tipos de técnicas para análise e tomada de decisão como, por exemplo, a simulação de Monte Carlo1, este tipo de simulação tem como objetivo: 

Determinar a probabilidade de se conquistar um objetivo específico do projeto.

Quantificar a exposição do risco para o projeto, e determinar o tamanho da reserva contingência do custo e cronograma que pode ser necessária.

Identificar riscos que requerem maior atenção, quantificando sua contribuição relativa ao risco do projeto.

Identificar custo, cronograma, ou objetivos de escopo realístico e alcançável. Este é o processo número 11.4 do PMBoK, ele faz parte da Área de

Conhecimento de riscos. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

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 O Método de Monte Carlo é, portanto, um modelo de simulação que utiliza a geração de números aleatórios  para  atribuir  valores  às  variáveis  que  se  deseja  investigar.  Os  números  podem  ser  obtidos  através  de  algum  processo  aleatório  (tabelas,roletas,  etc.)  ou  diretamente  do  computador,  através  de  funções  específicas  (LUSTOSA;PONTE; DOMINAS, 2004). 

   


21   

Planejar as respostas aos riscos

Segundo o PMI (2008, pág.55) planejar respostas a riscos é o processo de desenvolvimento de opções e ações para aumentar as oportunidades e reduzir as ameaças aos objetivos do projeto. Ele inclui a identificação e designação de indivíduos ou partes, com a responsabilidade para cada acordo de resposta ao risco. Este processo assegura que riscos identificados são devidamente endereçados. Este é o processo número 11.5 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de riscos. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

                   

   


22   

Planejar as aquisições

Neste processo são reunidas as necessidades de aquisições para aquisições do projeto, e tomada decisões, por exemplo, se aquela aquisição será comprada ou desenvolvida pela própria equipe do projeto. Segundo o PMI (2008, pág.55) planejar as aquisições é o processo de documentação das decisões de compras do projeto especificando a abordagem e identificando fornecedores em potencial. Este é o processo número 12.1 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de aquisições. As entradas, ferramentas e saídas para este processo são visualizadas na figura.

 

               


23   

Orientar e gerenciar a execução do projeto

Esse é o processo número 4.3 do PMBoK, ele faz parte da Área de Conhecimento de integração. Segundo o PMI (2008, pág.83): Orientar e gerenciar a execução do projeto é o processo de realização do trabalho definido no plano de gerenciamento do projeto para atingir os objetivos.

A figura abaixo mostra as entradas, ferramentas e saídas deste processo.

 

                     

   


24   

Realizar a garantia da qualidade

Este processo é necessário para colocar em prática o planejamento realizado para as atividades de qualidade. É através dele que sairá a garantia de que todos os processos necessários para atender aos requisitos estão sendo empregados. Esse é o processo número 8.2 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de qualidade. A figura mostra suas entradas, ferramentas e saídas.

 

                       

   


25   

Mobilizar a equipe do projeto

É através desse processo que o gerente obtém os recursos humanos necessários para terminar o projeto. Nesse processo o gerente confirma a disponibilidade dos recursos humanos e forma a equipe necessária para concluir o projeto. Esse é o processo número 9.2 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de recursos humanos. A figura abaixo mostra suas entradas, ferramentas e saídas.

 

                     

   


26   

Desenvolver a equipe do projeto

Nesse processo são trabalhadas as competências da equipe, nele são aprimoradas as habilidades dos membros para que isso reflita em uma melhoria no projeto, formando assim uma equipe de alto desempenho, em que todos tenham uma interação entre si. Esse é o processo número 9.3 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de recursos humanos. A figura mostra suas entradas, ferramentas e saídas.

 

                   

   


27   

Gerenciar a equipe do projeto

Esse é um dos processos onde o gerente do projeto tem um papel fundamental, é aqui onde ele vai colocar em prática todos os conhecimentos necessários que o tornaram o gerente do projeto. Segundo o PMI (2008, pág.236): Gerenciar a equipe do projeto é o processo de acompanhar o desempenho de membros da equipe, fornecer feedback, resolver questões e gerenciar mudanças para otimizar o desempenho do projeto.

Esse é o processo número 9.4 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de recursos humanos. A figura mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

                 

   


28   

Distribuir informações

É nesse processo onde o gerente do projeto serve como integrador das partes, esse processo é responsável por disponibilizar a todos envolvidos do projeto informações essenciais. Ele é executado durante todo o gerenciamento do projeto. Segundo o PMI (2008, pág.258), distribuir as informações: É o processo de colocar as informações necessárias à disposição das partes interessadas no projeto, conforme planejado.

Esse é o processo número 10.3 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de comunicação. A figura mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

                   

   


29   

Gerenciar as expectativas das partes interessadas

Esse processo é necessário, pois é através dele onde o projeto começa a tomar forma, nesse processo o gerente do projeto tem o papel de alinhar todos os requisitos dos interessados do projeto para que possa atender as suas expectativas. Através desse gerenciamento de expectativas todos tem um maior entendimento dos riscos e o projeto tem maior probabilidade de sucesso. Esse é o processo número 10.4 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de comunicação. A figura mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

                 

   


30   

Realizar aquisições

É nesse processo onde são reunidos todos os itens necessários referentes a aquisições, como por exemplo, propostas de fornecedores, documentos de aquisição, seleção de fornecedores, orçamentos, entre outros. Com esses dados o gerente do projeto tem o papel de fazer negociações, pesquisas e verificar quais as decisões de acordo com o planejamento para realizar as aquisições. Ao final desse processo o projeto já tem que estar com as aquisições realizadas ou com solicitações de mudanças das mesmas. Esse é o processo número 12.2 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de aquisições. A figura mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo. 

 

         

   


31   

Monitorar e controlar o trabalho do projeto

É nesse processo onde são coletadas, medidas e disseminadas as informações sobre o desempenho do projeto. Também é aqui onde o gerente do projeto verifica o ambiente em que o projeto está para tomar as decisões necessárias ao andamento do mesmo, por exemplo, se deverá haver alguma mudança ou não. No processo de monitorar e controlar o trabalho do projeto podem haver solicitações de mudança como: ações corretivas, ações preventivas e reparo de defeito. Esse é o processo número 4.4 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de integração. A figura mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

                 

   


32   

Realizar o controle integrado de mudanças

O processo de realizar o controle integrado de mudanças tem o objetivo de minimizar ao máximo o impacto das mudanças sobre o projeto. Nesse processo são realizadas reuniões com os envolvidos para discutir sobre as solicitações de mudanças. Para essas reuniões é formado um Comitê de Controle de Mudanças. Segundo o PMI (2008, pág.93): Realizar o controle integrado de mudanças é o processo de revisão de todas as solicitações, aprovação e gerenciamento de mudanças em entregas, ativos de processos organizacionais, documentos de projeto e plano de gerenciamento do projeto.

Esse é o processo número 4.5 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de integração. A figura mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

             

   


33   

Verificar o escopo

Nesse processo é obtido o aceite formal do escopo por todos envolvidos no projeto. É aqui onde as partes envolvidas verificam se os resultados do projeto correspondem aos requisitos listados em seu planejamento. Para a verificação do escopo pode ser realizada uma inspeção através de revisões, revisões do produto, auditorias, homologações, dentre outros. Esse é o processo número 5.4 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de escopo. A figura abaixo mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

                   

   


34   

Controlar o escopo

É nesse processo onde se controla as mudanças feitas no escopo do projeto. Através do controle do escopo é verificado se as mudanças realizadas foram devidamente gerenciadas e se as mesmas não desviaram o verdadeiro objetivo do projeto. Através do controle de escopo também podem ser retiradas lições aprendidas. Segundo o PMI (2008, pág.125), controlar o escopo: É o processo de monitoramento do andamento do escopo do projeto e do produto e gerenciamento das mudanças feitas na linha de base do escopo. O controle do escopo do projeto assegura que todas as mudanças solicitadas e ações corretivas ou preventivas são processadas através do processo Realizar o controle integrado de mudanças.

Esse é o processo número 5.5 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de escopo. A figura abaixo mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

       

   


35   

Controlar o cronograma

Nesse processo é feito o controle das mudanças realizadas no cronograma do projeto. O controle de cronograma é necessário para gerenciar como e quando as mudanças ocorreram, ele também tem a função de garantir que todas as mudanças referentes a cronograma sejam consentidas e se estão sendo feitas na linha de base do cronograma. Através do controle de cronograma é possível monitorar o andamento do projeto para verificar se seu progresso está de acordo com as expectativas. Esse é o processo número 6.6 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de tempo. A figura abaixo mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

             

   


36   

Controlar os custos

Através desse processo pode-se identificar se existem variações de custo, podem ser feitos orçamentos para o projeto e qualquer atividade relacionada a controlar os custos. Também nesse processo são verificadas se as metas de custos estabelecidas estão sendo devidamente cumpridas ou se será necessário realizar alguma mudança. Nesse processo o gerente do projeto pode utilizar várias técnicas e ferramentas que o auxiliam a controlar custos. Segundo o PMI (2008, pág.179): Controlar os custos é o processo de monitoramento do progresso do projeto para atualização do seu orçamento e gerenciamento das mudanças feitas na linha de base dos custos.

Esse é o processo número 7.3 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de tempo. A figura abaixo mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

       

   


37   

Realizar o controle da qualidade

Esse processo tem o objetivo de monitorar se os resultados do projeto estão de acordo com os padrões de qualidade estabelecidos. Normalmente o processo de realizar o controle da qualidade é realizado durante todo o projeto. Para esse processo existe uma gama de técnicas e ferramentas que auxiliam o gerente do projeto no controle da qualidade. Esse é o processo número 8.3 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de qualidade. A figura abaixo mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

   

               

   


38   

Reportar o desempenho

O processo de reportar o desempenho tem o objetivo de disseminar as informações do projeto a todos os interessados, relatando assim o desempenho para que os mesmos tenham conhecimento de como os recursos estão sendo utilizados para alcançar os objetivos do projeto. Segundo o PMI (2008, pág.266): Reportar o desempenho é o processo de coleta e distribuição de informações sobre o desempenho, inclusive relatórios de andamento, medições de progresso e previsões.

Esse é o processo número 10.5 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de comunicação. A figura abaixo mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

             

   


39   

Monitorar e controlar os riscos

Nesse processo é verificado se os riscos listados no planejamento estão se materializando e se as contingências estão sendo executadas. Também nesse processo podem ser identificados novos riscos. Esse processo é realizado durante todo o projeto e deve ser devidamente documentado e comunicado aos envolvidos do projeto. Esse é o processo número 11.6 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de riscos. A figura abaixo mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

                   

   


40   

Administrar as aquisições

O processo de administrar as aquisições tem a finalidade de garantir que as aquisições estão sendo devidamente utilizadas e se estão atendendo as expectativas, caso contrário esse processo também pode gerar uma solicitação de mudança de determinada aquisição. Segundo o PMI (2008, pág.335): Administrar as aquisições é o processo de gerenciar as relações de aquisição, monitorar o desempenho do contrato e fazer mudanças e correções conforme necessário.

Esse é o processo número 12.3 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de aquisições. A figura abaixo mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

       

   


41   

2.1.1.1.3 Encerrar o projeto ou fase

É nesse processo onde se finaliza todas as atividades em todos os grupos de processos. Esse processo é necessário para que o projeto ou fase possa obter o aceite formal para assim poder ser encerrado. Esse é o processo número 4.6 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de integração. A figura abaixo mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

                       

   


42   

Encerrar as aquisições

Esse processo serve de apoio para o processo de encerramento do projeto ou fase. Esse processo tem a finalidade de encerrar toda e qualquer aquisição para o projeto, mesmo se aquisição se encontrar em andamento. Nesse processo podem ser utilizadas auditorias e negociações para encerramento das aquisições, as mesmas também são registradas e documentadas ao projeto. Esse é o processo número 12.4 do PMBoK e faz parte da Área de Conhecimento de aquisições. A figura abaixo mostra as entradas, ferramentas e saídas desse processo.

 

   


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