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Professor para a Educação Especial Área: Pedagogia e Educação


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Professor para a Educação Especial Área: Pedagogia e Educação

Prestar apoio educativo à escola, ao aluno e à família; Contribuir para a diversificação de estratégias e métodos educativos de forma a promover o desenvolvimento e a aprendizagem dos alunos especiais.

Normas e legislação referente à educação especial; projetos para alunos especiais; metodologias de ensino adequadas; currículos específicos e didática.

Proatividade, liderança, atenção, responsabilidade e dinamismo.

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Atenção, oratória, trabalhar em equipe, dominar a língua portuguesa, criatividade e organização.


Professor para a Educação Especial

Área: Pedagogia e Educação

Com as leis de inclusão o professor (educador) da área de educação especial passou a ter uma atuação importante, em ambientes escolares públicos e privados de ensino regular e inclusivo. A formação desse profissional deve ser contínua, de forma a inseri-lo neste mercado tão valorizado em nossa sociedade. Profissionais devidamente capacitados são absorvidos

rapidamente no mercado de trabalho.

Professor (Educador) inclusivo, atendente e monitor em sala de recursos para NEE (necessidades educativas especiais).

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Planejamento e Gestão de Carreira

Educação Especial

Adaptação Curricular para Educação Especial

Escolher a carreira certa é uma decisão difícil para muitas pessoas, e o que pode ser ainda mais complicado é saber as metas a serem traçadas para alcançar o sucesso profissional. Em muitos casos a pessoa opta por um trabalho apenas pela questão da remuneração, o que pode ocasionar em insatisfação no trabalho e na vida pessoal. Por isso, é sempre importante planejar os resultados que se deseja alcançar e trabalhar para que os abjetivos sejam atingidos, desta forma o profissional consegue destaque no mercado de trabalho e a consequente satisfação em todos os segmentos de sua vida. De acordo com Edvaldo de Farías, autor do livro Planejamento e Gestão da Carreira Profissional, fazer planos e também saber gerenciar a carreira significa se proteger de futuros fracassos.

A Educação Especial é atualmente um dos maiores desafios do sistema educacional. A questão da deficiência nem sempre foi tratada no mundo como é hoje, percorreu caminhos bastante rudes, bárbaros, antigamente crianças que nascessem com determinadas necessidades especiais eram mortas. Hoje o grande desafio é construir uma cultura de inclusão, na qual o acolhimento da diferença se faça no reconhecimento do outro como igual, como parceiro, como par. Na Educação, isso implica a consciência de que, desde o ato educativo mais simples da pré-escola, é preciso garantir as pessoas com necessidades educativas especiais um lugar garantido nas classes comuns.

De acordo com dados do Censo Escolar Mec/ Inep 2009, estão matriculados no Brasil 639.718 estudantes com necessidades especiais. Desse total, 56% estudam em escolas regulares, e 31% em especializadas. Conforme a Constituição Brasileira, a educação é um direito de todos, dever do Estado e da família. Por isso, para que alunos com necessidades educacionais especiais possam participar integralmente em um ambiente educacional com resultados favoráveis, alguns aspectos precisam ser considerados, como por exemplo, a preparação de um profissional. Contar com um apoio adequado e recursos especializados, mas basicamente, é preciso que o profissional de educação tenha adaptações curriculares no desenvolver de sua carreira para poder atuar diretamente com os alunos da educação especial sem discriminação.

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Distúrbios de Aprendizagem

Dislexia

A Inclusão de Crianças com Síndrome de Down

Segundo o IBGE apenas 40% dos alunos conseguem alcançar os índices de aprovação de um grau para o outro. Esses números revelam o quanto é importante rever a qualidade dos estudantes que estão adquirindo os conhecimentos dos professores. Isso porque as crianças em sala de aula ficam a mercê das informações repassadas pelos professores e muitas vezes, desconhece por que não estou conseguindo evoluir em sala de aula. É preciso que os professores continuem a aperfeiçoar seus estudos, principalmente no que diz respeito ao conhecimento dos distúrbios de aprendizagem. Saber o papel da escola no que diz respeito aos transtornos da infância é um dos assuntos a serem abordados no curso de Distúrbios de Aprendizagem.

Acredita-se que, pelo menos, 90% das crianças, na educação básica, sofram com algum tipo de dificuldade de aprendizagem relacionada à linguagem e a escrita: dislexia, disgrafia e disortografia. A dislexia, por exemplo, é a de maior incidência desse percentual, e merece toda atenção por parte dos gestores de política educacional. Segundo Associação Brasileira de Dislexia, de 10 a 15% da população brasileira sofre com o distúrbio de aprendizagem. Por isso, os educadores devem ficar atentos com os alunos que têm dificuldade de aprendizagem. Informações sobre essa deficiência escolar será entendida no curso de Dislexia, que visa aperfeiçoar o profissional quanto à introdução aos distúrbios de leitura e escrita, entendendo seu processo.

A Síndrome de Down é uma ocorrência genética comum, estimada em um a cada 800 ou 1000 nascimentos. Crianças com essa necessidade especial apresentam uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a moderado. Sabe-se que o aluno com Síndrome de Down, apresenta dificuldades em decompor tarefas, juntar habilidades e idéias. No entanto, possuem um grande potencial e seu desenvolvimento depende exclusivamente do tratamento e educação que lhe é dada. Assim, é de extrema importância a inclusão dessas crianças na rede regular de ensino.

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Libras

Supervisão Pedagógica

Pedagogia de Projetos

De acordo com o Senso 2002 relativo à comunidade surda, 3,5% da população brasileira total é surda, número que corresponde a mais de 5 bilhões de pessoas em todo o Brasil. Esses dados revelam a importância de ter uma linguagem para as pessoas com algum tipo de deficiência auditiva se comunicar. Conhecida como a Língua Brasileira de Sinais, o estudo das Libras é uma competência de profissionais de todas as áreas de conhecimento. Saber os gestos, compor frases e conhecer o porquê de desenvolver essa linguagem cabe aos interessados em se informar mais sobre o assunto. Hoje as libras têm uma participação importante nas áreas cerebrais relacionadas ao processamento linguístico e das áreas cerebrais relacionadas ao controle e à interpretação das formas, dos movimentos e das posições das mãos das pessoas com esse tipo de deficiência.

A função do Orientador Educacional é prestar assistência ao aluno durante o processo de aprendizado na escola que frequenta, visando ao seu encaminhamento vocacional. Subordinado à direção e à supervisão pedagógica da escola, o orientador emprega métodos pedagógicos e de psicologia no seu dia a dia e deve ter formação superior em Pedagogia. O curso Supervisão Escolar por meio da Educação a Distância oferece ao profissional de educação o conhecimento sobre o papel do supervisor no processo de gestão escolar. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas em Educação (INEP), ligado ao Ministério da Educação (MEC), em 1999, dos 112.517 alunos matriculados nos cursos da área de educação, 2.823 se graduaram na habilitação Orientação Educacional. Estudar os seus métodos na gestão escolar é fundamental para o aperfeiçoamento educacional.

Pedagogos, muitas vezes, têm dificuldades em encontrar uma maneira de abordar assuntos em sala de aula, de forma que envolva os alunos por completo. Pois, trabalhar com educação remete a docentes que suscitem temas que seja de relevância social. Por meio de um projeto pedagógico eficaz é possível contextualizar esses assuntos e enfocá-los de maneira atualizada, relacionando o tema principal com os conteúdos dados em aula. O desafio é estimular globalmente os alunos, ou seja, despertar neles o extremo interesse durante a aula. A criatividade é essencial no momento de diversificar a tática no ensino. É viável, a realização de projetos dos quais se utilize de matérias disponíveis ou de baixo custo e, que as crianças tenham a oportunidade de vivenciar atividades diversas, ampliando a criatividade e até mesmo o autoconhecimento, respeitando a individualidade do aluno e ampliando nele a concepção construtivista.

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Psicomotricidade e Desenvolvimento Humano

Psicologia do Desenvolvimento

Psicopatologia da Infância e Adolescência

Psicomotricidade está presente em todas as fases do desenvolvimento humano. Desde a fase latente ela pode ser utilizada visando o desenvolvimento da criança. No despertar dos primeiros movimentos em que a criança se mexe, rola, engatinha, caminha e anda os estímulos da psicomotricidade podem ser trabalhados pelos pais, visando benefício. Psicomotricidade é um recurso também utilizado em ambiente escolar para contribuir com o desenvolvimento da criança em seu processo ensinoaprendizagem. Por este motivo as atividades recreativas dirigidas envolvendo jogos, brincadeiras em pátios e quadras estão sendo incentivadas nas escolas. Este curso aborda o conceito, história e vertentes, etapas do desenvolvimento da linguagem, escrita e da leitura, físico e do pensamento, a importância da brincadeira para o desenvolvimento e da sexualidade na adolescência.

Psicologia do desenvolvimento é o estudo científico das mudanças de comportamento relacionadas à idade durante a vida de uma pessoa. Esse campo examina mudanças por meio de uma ampla variedade de tópicos, incluindo habilidades motoras, habilidades em solução de problemas, entendimento conceitual, aquisição de linguagem, entendimento da moral e formação da identidade. Muitas vezes a criança chega a passar cerca de três horas em frente da telinha, nesse tempo ela deixa de realizar outras atividades essenciais ao seu desenvolvimento. Intercalar o período passado assistindo TV, com outras atividades é uma alternativa para aliviar o estresse físico e mental. Todos esses conceitos estão presentes no curso a distância do Portal Educação.

A ansiedade é um estado emocional normal e faz parte da experiência humana. Desta maneira, passa a ser patológica quando é desproporcional ao estímulo ou situação que a desencadeia ou quando não existe um objeto específico ao qual se direcione. A ansiedade está entre os transtornos mais frequentes na população geral, além de configurar como sintoma em diversas outras psicopatologias. Seu conceito está ligado principalmente ao contexto psicopatológico. Um tipo de ansiedade patológica é o transtorno de pânico. São diversos transtornos que estão inseridos na psicopatologia da infância e adolescência. Este curso abrangerá temas como transtornos de humor, síndromes mentais orgânicas, transtornos de déficit de atenção e hiperatividade, transtornos de conduta, transtornos alimentares e muito mais.

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40h Planejamento e Gestão de Carreira 80h Educação Especial 80h Adaptação Curricular para Educação Especial 60h Distúrbios de Aprendizagem 60h Dislexia 80h A Inclusão de Crianças com Síndrome de Down 40h Libras 60h Supervisão Pedagógica 60h Pedagogia de Projetos 80h Psicomotricidade e Desenvolvimento Humano 100h

Psicologia do Desenvolvimento

60h Psicopatologia da Infância e Adolescência

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