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Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas Universidade Federal de Lavras - Lavras ANO 1 | N . 1

LINEARIDADES

NESTA EDIÇÃO • Relançamento da Linearidades • Projeto Malha.- Conheça o Sistema Urubu • Road Ecology Brazil 2014


Linearidades.- o retorno da revista do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas A revista Linearidades foi lançada no ano de 2012 com uma proposta de ter uma edição mensal abordando temas relacionados à Ecologia de Estradas e empreendimentos lineares em geral. Foram editados 8 números e devido mudanças internas a revista foi paralizada por alguns meses. No mês de julho de 2013 o CBEE foi contemplado com dois bolsistas de extensão com a responsabilidade de retomar a proposta e garantir a publicação mensal da nossa revista. Desta forma, o CBEE tem o prazer de retomar as atividades da Revista Linearidades e convidar toda a comunidade envolvida no tema a apresentar sugestões e encaminhar textos para serem avaliados e publicados.

Novidades da Revista Linearidades A Linearidades tem uma circulação que atinge mensalmente mais de 15 mil pessoas. Este público se encontra nas classes sociais de maior influência política, social e econômica, sendo formado por profissionais e estudantes de todo o território brasileiro, assim como outros 15 países (p. ex. EUA, Portugal, Espanha, Argentina). Considerando esta abrangência e seu potencial difusor, a Linearidades está a partir de 2013 disponibilizando espaços comerciais. Se sua empresa/instituição desejar maiores informações, por favor entre em contato pelo email cbee@dbi.ufla.br.

Novas normas para publicação Primeiramente gostaríamos de reforçar que, até o presente momento, a Revista Linearidades é um veículo de comunicação e difusão não científico. Todas as submissões realizadas não são submetidas à revisores científicos à excessão da coordenação do CBEE e podem apresentar incongruências que são de exclusiva responsabilidade dos autores do texto. As normas para submissão de textos (não comerciais) são simples, mas devem ser respeitadas para que o material enviado seja submetido para apreciação da equipe da Linearidades.

Existem 5 modelos básicos de texto: 1. Uma página (sem figura/tabela).- o texto completo, já incluso título, autores, endereço de contato, patrocinador, ... pode conter até 600 palavras. 2. Uma página (com figura/tabela).- o texto completo deve ter, no máximo, 480 palavras. 3. Duas páginas (sem figura/tabela).- o texto completo deve ter, no mínimo, 1000 palavras e, no máximo, 1200 palavras. 4. Duas páginas (com uma figura/tabela).- o texto completo deve ter, no mínimo, 900 palavras e, no máximo, 1000 palavras. 5. Duas páginas (com duas figuras/tabelas).- o texto completo deve ter, no mínimo, 800 palavras e, no máximo, 900 palavras. Será permitida apenas uma figura ou tabela por página. São aceitos textos que sumarizem projetos em andamento (com resultados), resumos de artigos e monografias de todos os níveis, entrevistas com personalidades do meio, pontos de vista, entre outros. Textos que abordem propostas de projetos ou que de alguma forma não apresentem resultados consistentes não serão considerados. A listagem de autores do texto deve apresentar apenas os que contribuíram para elaboração do texto, e não toda a equipe de um determinado projeto. De modo geral serão aceitos textos com até três autores. O endereço deverá ser do autor de correspondência e não de todos os autores listados. IMPORTANTE.- O CBEE defende que trabalhos de atropelamento de fauna devem sumarizar suas informações na forma de taxa de atropelamento e não como número absoluto de animais atropelados. Desta forma, trabalhos que abordem esse tema devem expressar suas informações em número de animais/ km/dia. Caso seja impossível, como no caso de dados de concessionárias de rodovia, uma carta explicando os motivos do não uso de taxa deve ser encaminhada juntamente com o texto.


LANÇAMENTO DO SISTEMA URUBU DE MONITORAMENTO DE FAUNA SELVAGEM ATROPELADA

DESDE SUA CRIAÇÃO O CBEE TEM ACREDITADO QUE O FUTURO DOS ESTUDOS DE ATROPELAMENTO DE FAUNA NO BRASIL ESTÁ NA PADRONIZAÇÃO DOS MÉTODOS DE COLETA DE DADOS E NA AMPLA DISPONIBILIZAÇÃO DOS DADOS. PASSADOS 18 MESES DA CRIAÇÃO DO CENTRO, TEMOS PARTE DESTE OBJETIVO ATINGIDO COM O LANÇAMENTO DO SISTEMA URUBU DE MONITORAMENTO DE FAUNA SELVAGEM ATROPELADA.


Tecnologia e conhecimento se unem em prol da conservação da biodiversidade brasileira

Os dados podem ser coletados utilizando equipamentos padrão (GPS e Máquina Fotográfica), utilizando o aplicativo Urubu Mobile (descrito posteriormente) que está em fase final de desenvolvimento para amostragens sistemáticas, ou poderá ser inserido diretamente em um portal de entrada de dados, o Urubu Web. Dados eventuais x Amostragens sistemáticas

Um pouco de história No início de 2012 o CBEE lançou o site do Banco de Dados Brasileiro de Atropelamento de Fauna Selvagem ( BA F S ) e m u m a b a s e n o G o o g l e ( h t t p s : / / sites.google.com/site/cbeebafs/). Este site foi o embrião de uma idéia muito maior e ousada, elaborada por uma equipe multidisciplinar e interinstitucional, o Projeto Malha. O Projeto Malha se constitui no maior esforço nacional em criar um protocolo de coletas, análise e disponibilização de dados de atropelamento de fauna selvagem. No final de 2012 o Projeto Malha foi contemplado com o apoio da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza e, em fevereiro, o TFCA (via FUNBIO) também aprovou uma proposta de projeto. Ainda neste período a Tetra Pak se tornou parceira do Projeto financiando o desenvolvimento de um segmento do Sistema Urubu. Entendendo o Projeto Malha e sua estrutura O Malha, nesta primeira fase, está estruturado em uma parceria com unidades de conservação de todo território nacional, tendo o ICMBIO como principal instituição envolvida, mas ainda contando com ações junto à FATMA, de Santa Catarina, SEMA, do Rio Grande do Sul e a Fundação Biodiversitas, de Minas Gerais. As UCs são capacitadas e, em alguns casos, recebem equipamentos para execução das atividades do Malha. As equipes destas UCs são nossa equipe de campo e responsáveis por todo o monitoramento de fauna atropelada. Não existe um esforço amostral único, podendo cada UC propor segundo sua capacidade operacional de pessoal e infraestrutura. Entretanto, todos os monitoramentos são registrados para que tenhamos conhecimento do esforço de coleta, permitindo a comparação dos valores em função de taxas de atropelamento.

Imaginem a seguinte situação, você é um botânico, se deslocando para realizar uma amostragem e se depara com uma onça-parda atropelada. Essa é um encontro casual, você estava a 90km/h e não estava observando se existia outros animais atropelados. O que você deve fazer? Por ser uma informação eventual ela tem pouco sentido ecológico? Devo informar algum órgão? Que dados devo coletar? Sim, a informação deste animal pode contribuir com pesquisas científicas, estabelecimento de políticas públicas, direcionar investimentos, ... Isso ocorre porque a partir de agora você pode se integrar na maior rede de monitoramento de fauna selvagem do Brasil, a qual esperamos que será constituída por milhares de pessoas. Essas pessoas poderão ser desde pedestres e a comunidade que vive às margens da rodovia, caminhoneiros, policiais, conservacionistas em geral e pesquisadores de todas as áreas. A informação isolada deste animal pouco representará para a conservação, mas a rede de monitoramento poderá integrar informações de todo o território brasileiro e provavelmente da América do Sul. Este dado contribuirá para entendermos tendências na evolução das taxas de atropelamento, identificarmos áreas de distribuição ainda desconhecidas para espécies, demonstrarmos a necessidade de estudos aprofundados em regiões específicas quando de licenciamento ambiental. E você fará parte deste processo. A próxima resposta se refere aos dados que precisam ser coletados. O CBEE, em parceria com a Tetra Pak, idealizou o desenvolvimento de um aplicativo para smartphone/tablet com Android. Este aplicativo recebeu o nome de Urubu e está sendo desenvolvido em duas versões, uma para amostragens eventuais (de livre acesso) e outro para amostragens sistemáticas (em fase final de desenvolvimento). Desta forma, todos que possuírem um equipamento com GPS e máquina fotográfica poderá fazer o download do Urubu e se unir à nossa rede de parceiros.


Importante.- O Urubu Mobile ainda está em desenvolvimento e o CBEE estará liberando o uso do sistema aos poucos. Será constituída uma lista de espera, sugerimos que todos os interessados realizem o download, façam o cadastro e aguardem o email informando que foi liberado para o uso do Urubu.

O CBEE estará continuamente cadastrando especialistas na identificação de vertebrados terrestres. se você tem interesse em contribuir e ainda não se cadastrou, acesse o link abaixo e submeta seu nome para ser um dos Validadores do CBEE. Sua colaboração é de suma importância para o sucesso do nosso banco de dados.

A versão aberta do Urubu Mobile é bastante simples e basicamente exigirá que o parceiro esteja cadastrado no nosso sistema e que tire uma foto do animal atropelado. O aplicativo automaticamente vinculará a posição geográfica e a data e armazenará a informação em um álbum de fotos. O parceiro, ainda na rodovia ou quando tiver acesso a uma rede, selecionará as fotos que deseja enviar para o BAFS e pronto. A versão para amostragens sistemáticas será descrita no futuro.

https://docs.google.com/forms/d/ 1Z6DYVvyztUCxNfADVc2Bi7_Ej48WtZS1GKu5Rpp SDw0/viewform

Todas as fotos serão enviadas para a equipe do CBEE que realizará uma pré-triagem e as classificará por classe (anfíbio, réptil, aves, mamífero, indeterminado). Após essa classificação todo o material será disponibilizado para uma rede de consultores ad hoc, denominados de Validadores. Os Validadores serão os guardiões da qualidade dos dados que serão enviados para o BAFS. Eles serão os responsáveis pela identificação das fotos até o melhor nível taxonômico possível. A informação será disponibilizada para o acesso do público após Somente após termos o consenso por parte do validadores.

Esquema da estrutura do Banco de Dados Brasileiro de Atropelamento de Fauna Selvagem (BAFS)

Estão sendo criadas as regras de validação, mas essencialmente somente após haver consenso de um certo número de Validadores é que a equipe do CBEE liberará a foto para o BAFS. Desta forma, uma informação enviada ao CBEE poderá levar até 10 dias para estar disponível no BAFS. Cada parceiro terá acesso às informações das fotos que encaminhou, sendo possível verificar a fase em que se encontra dentro do processo de validação.


LOGO DO SISTEMA URUBU, CONSTITUÍDO PELO URUBU MOBILE E PELO URUBU WEB

Bem vindo ao

PROJETO MALHA Você ainda nao enviou nenhuma foto. O que gostaria de fazer?

TELA DE ABERTURA DO URUBU MOBILE PARA SMARTPHONE

FINANCIADORES E PARCEIROS DO PROJETO MALHA

ENTRAR / CADASTRAR

ÁLBUM

RELATÓRIOS

ESTATÍSTICAS

NOVA FOTO


O BAFS está sendo desenvolvido para garantir segurança a todos os dados inseridos no sistema. Política de dados O BAFS foi estabelecido sob a premissa de que anualmente são gastos centenas de milhares de reais ( p rov ave l m e n t e m i l h õ e s ) e m e s t u d o s s o b r e atropelamento de fauna. A maioria destes estudos se torna relatórios, monografias e artigos, mas os dados brutos se perdem impedindo o desenvolvimento de novas análises e de políticas públicas. Estes dados podem ser gerados em estudos de impacto ambiental, monitoramento continuado de fauna, projetos de pesquisa financiados por agências governamentais, monografias de todos os níveis, entre outros. Parece uma grande incongruência que se gaste tanto recurso e tempo, e que os resultados fiquem restritos a relatórios e/ou artigos científicos já que o objetivo maior é a conservação da biodiversidade. Por outro lado, por sua origem acadêmica, o CBEE entende que diferentes fontes de dados tenham diferentes demandas de tempo para liberação para a sociedade. Considerando este fato o BAFS está sendo elaborado com um portal de segurança que garantirá ambos os aspectos, segurança e tempo para que os dados sejam liberados ao público. Entretanto, todos os parceiros que realizarem download do Urubu Mobile (versão simplificada), estarão aceitando a premissa básica que todos os dados enviados são de livre acesso. Quando do lançamento do Urubu Mobile (versão científica), o tempo de liberação poderá ser discutido com o CBEE caso à caso. Mas então, como serão os níveis de acesso? O BAFS terá uma interface aberta, acessível a toda a comunidade. Nesta interface estarão disponíveis os dados oriundos do Urubu Mobile (versão simplificada) e os dados de amostragens sistemáticas que forem liberados pelos seus coletores. Nos dados sistemáticos ainda será possível definir quais informações poderão ser liberadas. Esta ferramenta permitirá que parte dos dados depositados permaneça oculta, impedindo assim o uso não autorizado dos mesmos. Existirão análises e emissão de relatórios básicas, mais com finalidade educativa do que científica.

Em um nível superior, formado por pesquisadores/ empresas/ instituições, que realizam um ou mais projetos com amostragem sistemática, o sistema permitirá a inclusão de perfis de usuários diferenciados tal como gestor de dados, gerente geral, digitador, .... cada um com seus diferentes capacidade de alteração e visualização. Para esse grupo, os seus dados serão armazenados no BAFS e somente serão vistos pelos demais usuários se houver liberação prévia. É importante compreender que todo dado inserido no BAFS permanecerá no BAFS. Somente a gerência geral do sistema terá capacidade de deletar dados, garantindo o uso destas informações em longo prazo. Os usuários de nível superior terão acesso a análises mais robustas e relatórios específicos. Almejamos que agências governamentais adotem o sistema para emissão de relatórios de atividades de licenciamento de rodovias e ferrovias, e desde já estamos à disposição para discutir as diferentes possibilidades. Considerando seu propósito maior, que é contribuir para a elaboração de políticas públicas e conservação da biodiversidade brasileira, todos os dados do BAFS estarão disponíveis à agências oficiais de planejamento, gestão e implantação de rodovias. Quando requerido, os dados serão analisados pelos técnicos do CBEE e repassados relatórios sumarizados com as informações necessárias do órgão. Nenhum dado será repassado em formato bruto, exceto quando houver prévia anuência do responsável. Finalmente, todos os dados inseridos no BAFS com o tempo se tornarão disponíveis ao uso público. Em breve o CBEE estará propondo uma política de liberação dos dados. Estes são apenas alguns dos primeiros detalhes do nosso Banco de Dados Brasileiro de Atropelamento de Fauna Selvagem e suas inúmeras repercussões. O CBEE estará divulgando continuamente novas informações. Reforçamos que o sistema estará em continuo avanço e que vários segmentos serão implementados no decorrer dos próximos meses e anos. A colaboração de todos em identificar problemas e apresentar sugestões é muito bem vinda e esperada.


Notícias CBEE Resumo das ações do CBEE

LANÇAMENTO DO MANUAL CBEE DE MONITORAMENTO DE FAUNA ATROPELADA 13/AGOSTO/2013 REDE DE ESTUDOS EM PROTOCOLOS PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS VIÁRIOS 9/AGOSTO/2013

CONCURSO PARA O CAPÍTULO DO LIVRO DE ECOLOGIA DE ESTRADAS 22/JULHO/2013

CURSOS CBEE DE MONITORAMENTO DE FAUNA ATROPELADA AGOSTO E SETEMBRO/2013

EM BREVE LANÇAMENTO DO PORTAL DO CBEE AGUARDEM


ROAD ECOLOGY BRAZIL 2014 III CONGRESSO BRASILEIRO DE ECOLOGIA DE ESTRADAS

O ROAD ECOLOGY BRAZIL É O MAIOR EVENTO LATINOAMERICANO QUE ABORDA AS RELAÇÕES DA IMPLANTAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS VIÁRIOS E A BIODIVERSIDADE. NAS SUAS EDIÇÕES ANTERIORES O CONGRESSO REUNIU MAIS DE 500 PARTICIPANTES DE DIFERENTES SEGMENTOS DA SOCIEDADE PARA DISCUTIR QUESTÕES SOBRE IMPACTOS AMBIENTAIS E MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RODOVIAS E FERROVIAS. NAS PRÓXIMAS PÁGINAS É APRESENTADA A ESTRUTURA DA TERCEIRA EDIÇÃO, ASSIM COMO DATAS IMPORTANTES PARA OS PARTICIPANTES.


O maior evento latinoamericano de ecologia de estradas será em janeiro de 2014 Evento Road Ecology Brazil 2014 (REB 2014) Data 27 a 29 de Janeiro de 2014 Localização Universidade Federal de Lavras Organização CBEE - Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (Universidade Federal de Lavras) Abrangência Nacional Número de participantes 500 pessoas

Público Alvo O Road Ecology Brazil é um evento multidisciplinar, aberto a empresários, consultores, representantes de instituições governamentais de diferentes esferas administrativas, professores universitários, pesquisadores, membros de organizações não-governamentais, estudantes de graduação e de pós-graduação, e outros interessados na área de Ecologia de Estradas. O evento deverá reunir profissionais das áreas biológicas, exatas e humanas, que desenvolvam ações que relacionem rodovias e ferrovias às questões ambientais, sociais e econômicas.

Objetivo Reunir profissionais que atuem nos mais diversos aspectos relacionados à Ecologia de Estradas, incluindo atividades de pesquisa, administração, planejamento, implementação, manejo e conservação. E dessa forma, gerar um fórum de debates e divulgando os resultados de p e s q u i s a s a t u a i s, a p o n t a n d o d e s a fi o s e desenvolvendo soluções para um futuro sustentável.


Teremos uma grade de atividades diversificada e que abrangerá os diferentes segmentos da Ecologia de Estradas Programa O programa será constituído por conferências, palestras, mesas redondas, workshops e minicursos. Toda a programação será dividida em nacional e internacional e ocorrerá de forma intercalada. Excetuando-se os minicursos e workshops, não existirá sobreposição de atividades, permitindo que todos os participantes assistam a totalidade das conferências e palestras. A grade final do congresso deverá estar definida em outubro de 2013. Conferências Serão três conferências (2 internacionais e 1 nacional). Cada conferência terá duração de até duas horas, distribuídas entre a apresentação do conferencistas (aprox. 50 a 60 min.) e o período de debates (aprox. 50 min.). Considerando experiências anteriores, o período de debate será composto por 30 min. de debate entre o conferencista e outros dois ou três convidados, e 20 min. de questionamentos abertos à plenária. Palestras Serão 4 palestras, sendo 2 internacionais e 2 nacionais. As palestras terão uma hora de duração, sendo 30 a 40 minutos de explanação do convidado e 15 a 20 minutos de questionamentos da plenária. Mesas Redondas Teremos três mesas redondas compostas por convidados nacionais e internacionais. Visando aprimorar o debate e a troca de informações, os participantes terão um tempo reduzido para suas apresentações individuais (15 min.). Desta forma, as mesas redondas deverão ter 2 horas de duração, sendo 1 hora de apresentações rápidas dos membros da mesa e 1 hora de debates. Workshops Os workshops serão focados em temas específicos e com vagas limitadas. Serão realizados de forma concomitante, somente sendo permitido a inscrição e participação em um workshop. Pelo mesmo motivo, participantes de workshops não poderão se inscrever em minicursos realizados durante o congresso simultaneamente. Cada workshop terá um ou dois coordenadores que serão responsáveis pela apresentação das propostas a serem debatidas, pela facilitação da reunião e pela sistematização das discussões. Os resultados dos workshops serão apresentados no último dia do congresso e, posteriormente, será disponibilizado um documento técnico síntese no site do evento. Minicursos Os minicursos poderão ser pré-evento (12h de duração) e durante o evento (6h de duração). Os minicursos serão propostos por interessados externos e avaliados pelos membros da organização e do Comitê Científico do congresso.


Pré-Evento

Dia 1

Dia 2

Dia 4

8:00

Minicursos

Minicursos

Minicursos

9:00

Workshops

Workshops

Workshops

10:00

Minicursos Pré-evento

11:00

Abertura Conferência

Conferência

Nacional

Internacional

Almoço

Almoço

Almoço

Palestra

Palestra

Palestra

Conferência de Abertura

12:00 13:00

Minicursos

14:00

Pré-evento

15:00 16:00

Mesa

Mesa

Mesa

Redonda

Redonda

Redonda

Abertura da Secretaria Resultados

Credenc. 17:00

dos Workshops

Palestra Apresentação de pôsteres

18:00 19:00 20:00

Coquetel de Abertura Jantar por adesão

Encerramento


Datas e links importantes

8 de setembro.- Propostas de minicursos (Encerrado) 14 de outubro.- Submissão de trabalhos técnicos

Períodos de Inscrição

14 de outubro.- Primeira fase (inscrições com desconto) 13 de dezembro.- Segunda fase Até o evento.- Terceira fase

Site oficial.- Em desenvolvimento Facebook.- https://www.facebook.com/REB2014 Até o momento a página do Facebook disponibiliza todos os arquivos para submissão de propostas.


CONTRIBUIÇÕES A LINEARIDADES aceita contribuições nos seguintes segmentos: - Resenhas de projetos em desenvolvimento ou finalizados (não encaminhar propostas de projetos); - Resenhas de artigos científicos e monografias (graduação, mestrado, doutorado e especialização) (Encaminhar cópia em PDF junto com a resenha); - Notícias nacionais e internacionais; - Eventos; - Oportunidades de estágios, bolsas, empregos em Ecologia de Estradas; - Fontes de financiamento de projetos.

Quer submeter uma contribuição a Linearidades? Leia atentamente as normas de submissão e em caso de dúvidas entre em contato com os nossos bolsistas.

EQUIPE Coordenação e Revisão Final Prof. Dr. Alex Bager

Bolsistas de extensão Ronan Araujo - ronan.araujo@ecoestradas.org Iane Vidal - iane.vidal@ecoestradas.org

Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas Universidade Federal de Lavras - Departamento de Biologia Campus Universitário, s/n - Lavras - MG - 37200 000 Email: cbee@dbi.ufla.br Web: Em construção Telefone: 35 3829 3129


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