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Informação pessoal Fredson Victor Cruz da Silva Nacionalidade angolana/portuguesa 07-07-1987 fredson.c.silva@gmail.com +351 966 447 030

Formação profissional Universidade Lusíada de Lisboa Faculdade de arquitectura e Artes 2008/2010 - Licenciatura em ciências de arquitectura 2010/2014 - Mestrado integrado - tema - “Unidades de vizinhança moderna do Bairro Prenda Tipologias habitacionais” (dissertação de mestrado em curso)

Experiência profissional 2012 - Colaboração com Miguêl Ângelo Silva - MAS arquitectos na produção de imagens tridimensionais para proposta de habitação unifamiliar 2013 - Colaboração com PAL arquitectura e planeamento - concurso de arquitectura para ampliação do estádio do Jamór - Federação prtuguesa de futebol

Workshop / Conferências 2011 - Distancia Critica - Ciclo de Conferências - Kazuyo Sejima e Beatrice Galilee - Aula Magna/ Lisboa

2013 - Sou Fujimoto “Arquitectura como floresta” conferência CCB - centro cultura de belém Lisboa

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Apresentações / exposições 2013 - Convite para Integração na exposição Câmara de Odivelas no conjunto de melhores propostas para o plano urbano de Caneças

2013 - Integração para Ciclo de conferência das melhores propostas de projecto para Caneças Auditório Universidade Lusíada de Lisboa

Cursos complementares 2007 - AutoCAD D2 Fundamental e Avançado IPJ - Instituto Português da Juventude

Aptidões e Conhecimentos Línguas - Português, inglês (medio) Italiano (medio) Informática - Photoshop, Paint shop Pro, AutoCAD, ArchiCAD, Artlantis, Indesign, Illustrator, 3D Stuoio Max

Artísticas - Capacidade de produção criativa e experimental, ao nível do desenho arquitectónico, desenho de ambiente de paisagem urbana e rural. Produção de maquetes de arquitectura bem como ao nível da multimédia, com tratamento de imagens e criação de fotomontagens. Capacidade ainda de produção de imagens a três dimensões particularmente de ambiente arquitectónico.

Interesses Fotografia, aviação, desenho, pintura, arquitectura moderna, futebol, pesca, cinema, história militar e bélica.

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“arquitectura moderna não significa o uso dos novos materiais imaturos; o importante é adaptar é aperfeiçoar os materiais numa direcção mais humana.” alvar aalto

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torre - snob e orgulhosa ribeira das naus

O sítio enquanto instrumento de projecto, foi desde logo abordado no sentido, de um reconhecimento das suas qualidades, isto é, os cheios e os vazios , a vista sobre o tejo, a massa arbória e todos as suas vivências no sentido histórico. O mesmo reconhecimento esté assente na interpretação da proposta de requalificação da Ribeira das Naus, levado a cabo pelo gabinete da PROAP. Desse modo, entendi quea minha proposta tinha que abraçar toda sua envolvente, tornando a Ribeira das Naus numa zona mais interessante. O conceito foi tirar partido, por um lado, da proposta em curso e, por outro, interpretar o contorno de toda linha costeitra e reproduza-la em altura. Neste sentido, a torre passava a ganhar um perfil escultórico - uma esculta habitável. “O elevador com o seu potencial para estabelecer ligações mecânicas em vez de arquitectônicas”, Sem um conjunto mecânico de acesso a torre deixava de ser torre, portanto este excerto do livro “Grandeza, ou problema do Grande - A Cidade Genérica - Espaço - Lixo” Autoria Rem koolhaas, mostra a necessidade de difinição de um núcleo de acessos, assundo um papel central como o polmão da torre. Assim, o resultado foi de um edifcio com capacidade para dar resposta a um programa, com integração e ancoragem ao sítio. Fica como uma referência futura para baixa de lisboa e para todos os habitantes.

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aço perfurado estrutura metílca - trelica vazio para antena de telecomunicação sala controlo marítimo sala controlo de fogos coluna de acesso vertical bar instalações sanitárias auditório recepção entrada sala de exposição

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stand de vendas rossio - passeio

A ideia para o stand nasce a partir de um elemento muito presente na baixa, destacando-se como uma das marcas da cidade. - o eléctrico. Por ser um meio de transporte que está sempre em movimento entendi que tinha características que se enquadravam no conceito para o stand como espaço efémero pela sua forma e estrutura. Uma vez que o objectivo do stand como espaço de exposição e venda, procurei estabelecer uma relaçao forte com o sitio de implantação. Desse modo, a rua augusta, a pastelaria suiça, o metro, a praça do

rossio vao ser determinante no desenho do stand que pela sua forma foca duas vistas importantes o metro e rua augusta como sendopontos fortes para qualquer comprador. Dessa forma organizou todo espaço interior de maneira a dar ao cliente a ideia do que poderá ser o seu apartamento, quando o conforto e design é introduzido no espaço de compra. Assim, o stand nasce da correlação entre os elementos existentes ajustados a conteporaneaadade dos materias com objectivo de dar uma resposta concreta.

planta de implantação 0 1

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perfil nascente

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planta de cobertura

piso 1 0 1

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sala de exposição casa de banho sala de atendimento zona de espera


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placa de cortiça perfil metalíco - suporte de fixação - estrutura isolamento temíco placa marítima vidro duplo soalho de madeira - parquet isolamento perfil metalico estruturante pedra l.o ripado de madeira

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p1

pormenor construtivo

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habitação colectiva

rossio - praça da figueira Pensar a baixar é pensar no percurso pedonal que se pode fazer ao longo daqueles espaços. As mudanças de ambiências, isto é, as cores, os cheiros, as materialidades, as pessoas (etnias), a intensidade do transito ao longo dia, o sol que se levanta, o mesmo que se poe, a rigidez das ruas marcadas, pelo cheio doas edifício pombalinos. Estas evidências, constituem uma base forte em termos de conceito projecta. Face ao programa da habitação, intenção quase que obrigação é de facto estabelecer uma relação com toda aquela pré-existências. Por isso, rebuscando um pouco daquilo que era baixa, percebi que a baixa a dada altura era dominada de cores que davam uma outra vida e ambiência a baixa, contudo toda a baixa foi sendo marcada por vários momentos. Este, constitui também um momento de mudança. Assim, primeiro foi estabelecer a volumetria do edifício, respeitando todo um equilíbrio volumétrico envolvente. Em

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seguida, a cor, representa a relação com aquilo que são os fundos edificados da baixa, edifícios preferidos, logo, busquei a cor de um edifício próximo do teatro dona maria. Isto é todo conceito parte da dessas relasses. A segunda fase, talvez fosse a primeira, pensar no que irão proporcionar aos futuros moradores, que tipos morados são, que ideias tem da baixa. Provavelmente, pessoas com um sentido cultural aberto. Desse modo, organizei toda a habitação, de maneira a valorizar toda a envolvente. A falta de espaços verdes, impulsiona a ideia de criar um jardim na cobertura. Espaço que pode ser utilizado pelos moradores. Os apartamentos são. Espaços com todo conforto, que remonta o que era o passado, mas projetato.se param o futuro. Assim, a habitação, marca de fato uma nova fase, um, uma nova ideia, uma geração diferente, que ira projectar os próximos anos numa baixa antes conhecida.


piso 3 0 1

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quarto suite conzinha sala de jantar - estar varanda casa de banho comum

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planta t1 0 1

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parque de estacionamento rua da prata

A ideia vai de encontro em primeiro perceber que a baixa pombalina é composta por uma malha que define os edíficios, numa relação de cheios e vazios bem como todos os seus percursos viários e pedonais. A escolha do quarteirão implicou uma resposta rápida em termos de conhecimeto e funcionalidade do trânsito assim como as qualidades espaciais do mesmo. Isto é, a questão dos alinhamentos, a proporção dos edíficios dos quarteirões envolventes, a ortonalgnalidade, a métrica dos vãos como embasamento, acabaram por ser elementos integrantes na elaboração deste projecto. Inicialmente, a proposta para o parque nasce dos cheios e vazios provocados pelo ritmo pombalino, na medida em que, por

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um lado, provoquei um vazio num terço do edíficio com uma parte da fachada suspensa, com objectivo de ser um espaço de jardim, sobretudo de lazer com os módulos de descanso e ligação para o parque de estacionamento. Por outro lado, trata-se de um edíficio standarizado, que implica todo o sistema de rampas e lugares estejam bem dimensiados por forma a garantir esta mesma standarização para que no fundo o parque funcione.Ainda assim, a grande liberdadade e gozo deste projecto consistiu em trabalhar as fachadas uma vez que marca o início provavelmente de conjunto de propostas do que possa a ser um dia a baixa, pois cada arquitectura é marcada pelo seu


tempo. O programa dava ênfase aos materiais pré-fabricados e assim, escolhi betão branco pela sua cor permite que haja uma harmonia em relação os outros edíficios bem como a facilidade de modelação repetida. A fachada é composta pela ausência de alguns módulos tornado-a irregular. O facto de, a rua da Prata ser um espaço de extrema extensão longitudialmente, permitiu ter um gesto mais alongado dos vãos. Isto resulta num edíficio que procura estabelecer uma relação de profundidade não só, com volumetria envolventes, mas também com a própria extensão da rua. Ainda assim a fachada do parque de estacionamento traduz subjectivamente o movimento dos carros enquanto

elemento de transição. Em suma, a proposta para o parque caracteriza-se pelo seu espírito arrojado, pela reflexão de um jardim enquanto ponto de descanso e pelo caractér funcional do próprio edíficio.

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piso 2 0 1

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“em qualquer momento da vida nao importa a situação, pára e respira.”

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plano de urbanização

caneças - câmara de odivelas A ideia para o plano de Caneças parte de todo um conjunto de elementos de analise do território. Essa analise inside sobre todas as questões de ordem social, isto é, dos moradores de Caneças, das questões físicas do território, ou seja, da topografia nada fácil, das linhas de agua, da insolaçao, da história e as suas relações de vivência. Através dessas evidências, a ideia foi estabelecer primeiro ligações viárias e pedonais, que acabam por ser estruturante para o plano. Em segundo agarrar na quinta dos castenheiros e prolongar essa massa arbória até a conta mais baixo do limite de intervenção, criando assim, uma especié de corrente de água, que está directamente ligado a questão da linha de água, isto buscando o lado mais poetico do lugar. A ideia passa ainda por não só tornar a Caneças mais flexível em termos de circulaçao de carros, mas também pedonal, que remete para a questão do espaço publico enquanto zona de permanência, de transição e de relações sociais. Por isso mesmo, ligar a

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zona central de Caneças ao plano era uma evidencia, uma vez que o centro actual é pequeno e simbólico, que de facto precisava de respirar. E isso, só seria possível com a abertura que se faz, retirando a estação de autocarros . Assim, as pessoas não terias que ficar quase que presas a um pequeno espaço que era uma especié de santuária, mas isto porque nunca existiu outro espaço que fosse tratado. Desse modo, o plano estende-se de norte a sul e com maior extensão de nascente a poente, o que quer dizer que o terreno é mais longitudinal. Essa orientação é importante na forma como as habitações mais tarde vão ser tratadas. A ideia propunha ainda que em termos de passeio publico, uma ligação da zona de intervenção até a fonte de água mais a nordeste, num percurso ao lado da quinta dos castanheiros, na vertente de existir um caminho não imediato, mas sim orientado para aquilo que é a importância e reconhecimento


das fontes. Assim, o plano acaba por ser mais de tratamento do espaço público que é talvez a questão central de qualquer plano, Neste caso é importante, uma vez que Caneças é uma zona mais rural do que urbana, e por isso, a ideia é defender mais essa posição de um espaço rural, criando espaços verdes e edificar apenas o que é necessário, ainda que o programa tenha previsto uma construção mais alargada porque de facto Caneças não precisa de muito edificado até porque tem imensos problemas de ordem física do terreno, linhas de aguas etc. A nova via, tem um impacto positivo no plano porque vai fazer com que deixe de haver menos transito na zona de Caneças e , por isso a minha ideia também foi de tornar nessa zona a circulação de apenas um sentido Em suma, o plano foi desenhado com a maior preocupação de tratar o espaço publico que é determinante para a qualidade de vida e de uma população adulta/idosa .

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museu da etnologia

caneças - câmara de odivelas museu, a ideia é simples, tirar o máximo partido da topografia de forma longitudinal. procuro ancorar o museu ao sitio, dando identidade e relação com o sitio. Apesar de eu ter apostado na questão da topografia e não ter explorado o tema Água, penso que Caneças está ligado não só a agua mas também a terra. se percebermos a evolução de canecas, sempre foi ligado a ruralidade, isto, a agricultura, trabalho na terra. e agua sem duvida que era a principal riqueza. Por outro lado, o museu procura resolver um problema que o plano previa, a ligação da zona central de canecas com a zona actual, isto é, penso que voltar a desenhar um massiço tornaria a fechar canecas. Quando se retirou a estação para a construção do museu, o que aconteceu foi que passou haver mais prestabilidade, mas espaço visual. daí também a importância do vazio na arquitectura, no espaço urbano. Assim, o museu desennvolve-.se em quatro membros que nascem da terra e acabam por gerar espaço. Espaço esse que correspondem, a zona da administração, zona do bar, outra membro auditório e ainda outro com zona de exposição. Para resolver os problemas desse projecto, tentei perceber os erros imensos do projecto de Peter Eiseman em Santiago de Combustela,ainda que do ponto de vista formal é interessante, o edifício surge da manipulação do terreno ligando a zona historia. Aquele projecto tinha uma dimensão maior, por isso teve

muitos problemas técnicos e com imensos espaços vazios. Tentei ao máximo nesse projecto que arquitectura não fosse dita formal, mas que de facto resolvesse problemas concretos de especialidade luz e matéria. Houve uma preocupação que o museu levantava que é a certa altura a excessiva abertura dos vão a dada altura na sina da administração, por um laudo queria que houvesse uma relação visão do exterior para interior. os vãos são de uma caixilharia fina, pois quis que se desse a ideia que a cobertura se desprendeu do terreno. A questão da luz que também a dada altura era preocupante, teve de ser tratada como enquadramento arbóreo ao longo do percurso que liga as duas cotas. Assim, os vãos ficavam mais discretos, limitava a entrada directa de luz para dentro do museu, dando maior ênfase a zona da exposição. A entrada é feita pelo lagar buscando um percurso poético daquele edifício. Mais a poente, é feita a entrada das cargas e descargas de uma forma controlada e discreta. O projecto não é perfeito, ainda tem muito que se lhe diga, mas o mais importante foi ter trabalhado nele tentado perceber todas as questões de ordem, construtiva que não são fáceis e perceber com se contraí. Porque a arquitectura não é formal, ela também é mecânica.


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hostel

avenida da liberdade - lisboa

A ideia formal de projecto, surge de tudo esse prossuposto, onde primeira abordagem é dar escala ao edifiicio nos limites do terreno, através de vaos recuados que dão a percepção de volumes separados todos revestidos por uma pele “malha perfurada” que conferessi escala ao edificio. a resolução exterior resulta por outro lado através de duas referências de projecto, primeiro arquitecta kuzuya sejima -museu de arte conteporânea de nova york e o edificio de habitação dos arquitectos aires mateus - cais 24. numa fase aposterior o paviliaão de netherlands do arquitecto stiven holl acaba por ser um influência em outros aspectos. a ideia de usar uma pele como malha perfurda, remonta a intençao de introduzir uma relaçao visual interior exterior filtrada e objectiva onde a luz também ganha os mesmo aspecto. o edificio desca-se no seu interior por um desenho que tentar sugerir um espaço contido, deambulante onde os planos nao sao aliatorios. procurou-se que as zonas mais publicas

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como o bar e o restaurante tivessem uma relaçao visual com o exterior dai a presença de um volume em consola no projeto que possibilitasse a esplanada, tal como a varanda do teatro sao jorge sugere. os restantes espaços tal como os quartos do hostel bem como da guest estao mais resguardados na pele do edificio, mas que através do sistemas de portadas que abrem se pode estabelecer uma relaçao visual com a evenida. o sistema construtivo, é simples e leve. é usado lajes e pilares mistos, portanto uma estrutura em aço. sao usadas portadas a, luz do edificio do cais 24, a parede que antecede os paineis perfurados é aplicado o sistema etics. em suma, numa segunda leitura que se faz ao sitio olha numa escala local e territorial percebe-se que há uma maior uniformidade no desenho da e na leitura da avenida quando se implanta a proposta.


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“cada era deve criar a sua própria arquitectura a apartir da sua própria tecnologia, uma arquitectura que expresse a sua própria Zeigeist, o espírito da época” eero saarinen

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FS Select Works