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Fim do toque de recolher

Operação da Polícia Civil liberta moradores de São Leopoldo da lei do silêncio e toque de recolher

Notícias em

Edição 0003 - ano 03 15 de abril de 2011

Preto & Branco Revista da Polícia civil do Estado do Rio Grande do Sul

Brida: 5 anos no combate às drogas

Colaboração canina contra as drogas Como funciona a unidade canina da Polícia Civil


Operação Camisa 10 Como funciona a unidade canina Operação Reconquista Combate aos crimes ambientais Operação Pacificação Polícia Civil leva crianças ao Zoológico Futuras instalações da Academia de Polícia Operação Cidreira Operação Garfo de Ferro Polícia Civil de Pronto Atendimento Operação Alforria Operação Lomba Abaixo

Equipe da Divisão de Comunicação

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MURAL DE OPERAÇÕES 2011

Sumário

Diretora - Del. Vanessa Pitrez Corrêa Chefe do Serviço de Imprensa - Del. Rodrigo Garcia

Serviço de Imprensa Andreza Fiuza Carlos Campos Cecy Raicik Eugênio Urbani Juliana Uzejka Marco Kessler Maurício Marquardt Natália Kurtz


Polícia realiza operação e desarticula facção ligada ao PCC A operação foi realizada no Vale dos Sinos e prendeu 20 pessoas e apreendeu mais de 230 quilos de droga Agentes do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) realizaram, na madrugada desta quinta-feira (07/04), no Vale dos Sinos, a Operação Camisa 10, que teve como objetivo desarticular a quadrilha gaúcha "Os manos", l i ga d a à fa c ç ã o P r i m e i ro Comando da Capital (PCC), de São Paulo. A operação nominouse "Camisa 10", devido ao comandante da quadrilha, Paulo Márcio Duarte da Silva, conhecido como "Maradona", que se encontra detido na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc). De acordo com a Polícia, a facção

gaúcha é responsável pelo tráfico de drogas e armas e por comandar grupos de extermínio na região. O grupo também é responsável, conforme a Polícia, pelo gerenciamento de dois bares no município, o "Mano´s Bar" e o "Straike Pub Bar".

sogra de Maradona. Conforme o Denarc, elas atuavam em Novo Hamburgo, executando as ordens do detento, que trabalha on-line com celulares de última geração de dentro do presídio. Com elas, foi apreendido um veículo Citroën C4 no valor de R$ 90 mil. Desde o início das investigações, há dois meses, 20 pessoas suspeitas de envolvimento com a quadrilha foram presas e mais de 230 quilos de droga foram apreendidos. Ontem, foram indiciados seis membros da quadrilha que comandavam execuções de dentro da Pasc.

Segundo a Polícia, as quadrilhas "Os manos" e PCC trocavam armas e drogas para executar crimes em seus Estados de origem. Na operação, foram cumpridos oito mandados de prisão e 14 mandados de busca e apreensão no bairro Canudos, em Novo Hamburgo. A polícia também prendeu a mulher e a Fonte: Denarc

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Como funciona a unidade canina da Polícia Civil

A apreensão de 4 mil e trezentas pedras de Crack, avaliadas em mais de vinte e um mil reais, na operação Lomba Abaixo colocou em evidência o trabalho de uma equipe diferenciada a serviço da Polícia, a unidade canina do Denarc. A unidade conta atualmente com um policial treinado, o Inspetor de Polícia André Eduardo Pires Vizeu e dois cachorros da raça Labrador: a Dana e a Brida. Atua ainda, como voluntário, o profissional Raul Ferreira, com larga experiência em adestramento de cães, possuindo no seu currículo cursos nos EUA, com experiência em treinamento de cães de guarda, faro e anti-sequestro. Ferreira salienta que ajudará a Polícia até que o efetivo do canil seja completado. Já o policial André

destaca que está há um mês no Denarc. Anteriormente ele trabalhava no cartório da 2º DP de Gravataí. Antes de ingressar nos quadros da Polícia Civil, ele foi policial militar por 12 anos, lotado no canil das operações especiais (BOE), onde era instrutor de cinotécnia. André possui cursos de explosivos na Força Nacional, onde também era instrutor de condutores de cães de faro de explosivos, já tendo participado de grandes ações policiais, como o PAN e o PARAPAN, além do Fórum Social Mundial. O policial André salienta que os cães podem ser utilizados em diferentes situações, como em rebeliões em presídios, demonstração e participação em eventos públicos, em escolas e

creches, além do trabalho de faro. Neste, destaca-se o faro de narcótico, (como maconha, cocaína e crack), mas pode ser usado para outros usos, como por exemplo, detecção de explosivos

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Operação Policial liberta moradores de toque de recolher e da lei do silêncio Quatro traficantes presos, drogas e arma apreendidas, 10 usuários detidos e fim do toque de recolher imposto por criminosos

Em uma ação noturna no dia 21 de março, na Vila dos Tocos em São Leopoldo, agentes da 2º Delegacia de Polícia da cidade prenderam em flagrante quatro traficantes e apreenderam dois tijolos de maconha e 30 pedras de crack, um revólver calibre .38 municiado, seis celulares, um relógio de valor, usado pelos criminosos e houve, ainda, a detenção para lavratura de Termo Circunstanciado por Posse de Entorpecentes de dez pessoas. Estas, segundo a Polícia Civil, roubavam e furtavam para poder comprar drogas. Além das apreensões e detenções, agora os moradores passaram a contar

novamente com paz e tranquilidade, visto que havia sido imposto a eles, pelos traficantes, além da lei do silêncio, um toque de recolher. O delegado Nonnenmacher destaca que a orientação do delegado Bolivar é reconquistar as áreas dominadas pelo tráfico de drogas e pela ação de

De acordo com o delegado Adriano Nonnenmacher, que coordenou a ação, a Polícia Civil investigava há 2 meses a

q u a d r i l h a e e s p e rava , d e prontidão, o momento certo para agir. Na noite de hoje, às 21h, no exato momento em que a droga chegou, a Polícia deflagrou a ação. Essa é mais uma das ações policiais da denominada Operação Reconquista, capitaneada pelo Delegado Regional Bolívar Llantada. Com essa ação, mais uma área do município fica livre do domínio imposto pelos narcotraficantes que estavam ditando as regras. Ainda de acordo com os delegados Nonnenmacher e Bolívar Llantada, haverá outras ações em áreas com altos índices de criminalidade.

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Combate aos crimes ambientais

Na manhã de quinta-feira (05/05), a Polícia Civil e o Ministério Público se juntaram a outros órgãos e à sociedade civil organizada para combater crimes ambientais no Estado. As atividades aconteceram durante todo o dia e participaram policiais civis da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (Dema) do Deic, sob o comando da delegada Elisângela Melo Reghelin. Participaram ainda o Promotor Daniel Martini, da Promotoria Regional de Defesa do Meio Ambiente e técnicos especializados na área ambiental. O MP colocou à disposição da ação, um bioquímico, um químico e um engenheiro sanitário. A Polícia Civil disponibilizou um geólogo e um biólogo, ambos policiais da Dema.

. A ação de hoje faz parte de uma operação que está em andamento desde 24 de dezembro de 2010 e, nesta edição, foram identificadas pela seção de investigação da Polícia Civil (Dema) empresas na região metropolitana como prováveis poluidoras. Foram constatadas várias irregularidades em uma empresa de desvaporização e descontaminação de tanques industriais, localizada em Canoas. Entre os crimes, destacam-se a falta de licença ambiental e vazamento para o solo de produtos químicos que levava à degradação do solo e comprometimento de uma reserva de água na região. O estabelecimento já havia sido interditado em 2010 pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar (Brigada Militar),

mas mesmo com a proibição, continuava funcionando. A delegada Elisângela Reghelin e o Promotor Daniel Martini destacaram o fato de que, sem contar com a ação de hoje, foram presas em flagrante por crimes ambientais 18 pessoas e houve 3 lavraturas de termos circunstanciados desde a criação da Dema, em novembro do ano passado, fato que comprova o empenho dos policiais da delegacia especializada e do MP. As autoridades explicam que uma vez constatado o crime ambiental, os técnicos lavram o auto pericial preliminar e as empresas são, então,autuadas e responderão pelos crimes nas 3 esferas. Na Civil, com a atuação do Ministério Público, na Penal, pela Polícia Civil e na Administrativa, pela Fepam.

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Polícia Civil deflagra Operação Pacificação na Capital Ação reuniu 80 policiais no morro Santa Tereza A Polícia Civil deflagrou a Operação "Pacificação", desencadeada às 7h da manhã de quinta-feira (1º de abril), pela 2ª Delegacia de Polícia de Investigação de Homicídios e Desaparecidos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (2ªDHD/DEIC-RS), capitaneada pelos Delegados Arthur Teixeira Raldi e Luciano Dias Peringer. Foram utilizados 80 policiais, 27 viaturas, em cumprimento a 12 mandados de busca e apreensão, bem como a 07 Mandados de Prisão. A operação tevepor base a investigação de um suposto "Toque de Recolher", imposto por uma quadrilha surgida pela junção de dois grupos: dos "Balas de Goma" e do "Buraco Quente", aterrorizando a comunidade que reside no morro Santa Tereza. Segundo informação de testemunhas, todos os dias, após às 20h, os moradores eram obrigados pelos criminosos a recolherem-se em suas casas, mediante gritos amedrontadores de membros da quadrilha e tiros disparados por estes. No dia 14 de dezembro de 2010, duas

mulheres estariam circulando na região, por volta das 20hs30min, inclusive uma com bebê no colo, quando foram vistas pelos criminosos que, desgostosos frente ao não cumprimento da imposição feita pela quadrilha, efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra estas mulheres, felizmente tendo restado infrutífera esta tentativa de homicídio. Entretanto, como relataram o fato para a Polícia, os criminosos obrigaram as mulheres a deixarem suas residências, tendo sido ocupadas por representantes da quadrilha para lá exercer a traficância de drogas, atividade responsável pela subsistência do grupo, cujos integrantes são investigados por outros crimes de homicídio.

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Polícia Civil leva crianças ao Zoológico A Polícia Civil, em uma iniciativa pioneira, levou, na terça-feira (19/04), cerca de 30 crianças da Creche Vovó Belinha, localizada na Vila Pinto, em Porto Alegre, ao zoológico em Sapucaia do Sul. Lá, as crianças na faixa etária de 3 a 5 anos, ganharam Ovos de Páscoa, brincaram e

lancharam na companhia de professores e servidores policiais. S e g u n d o o delegado Rodrigo Pohlmann Garcia, chefe do Serviço de Imprensa da Polícia Civil, a visita ao zoo teve como objetivo se aproximar da comunidade, ao mesmo tempo humanizar as ações policiais.

Futuras instalações da Academia de Polícia O chefe de Polícia, delegado Ranolfo Vieira Júnior visitou na quinta-feira (31/03) as futuras instalações da Academia Civil Integrada de Segurança Pública (ACISP). O local será sede de capacitação dos servidores públicos da segurança pública. Localizada na zona leste da capital, na Av. Antônio de Carvalho, a Academia está instalada em um terreno com quase 20 mil metros quadrados de área.

O prédio principal contará com quatro pavimentos, divididos igualmente entre Polícia Civil, Susepe e IGP. O custo total da obra está orçado em R$ 17 milhões, com aporte de recursos da Secretaria Nacional de Segurança Pública. O local contará com salas de aula climatizadas, vestiários, restaurantes, laboratórios, alojamentos, piscina de 50 metros, local para atletismo, linha de tiro e estacionamento. Acompanharam Ranolfo à ACISP,

o secretário da Segurança Pública, Airton Michels, o superintendente da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Gelson dos Santos Traisleben, e o diretor-geral do Instituto Geral de Perícias (IGP), João Luis Corso. Também participaram da visita, o subchefe de Polícia, delegado Ênio Gomes de Oliveira e o diretor do Departamento de Administração Policial (DAP) da Polícia Civil, delegado Adalberto Abreu de Oliveira.

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Polícia Civil realiza Operação Cidreira

Agentes das delegacias de Cidreira, Quintão e Palmares do Sul realizaram, na manhã do dia 25 de fevereiro, sexta-feira, a Operação Cidreira com o objetivo de combater o tráfico de drogas, de armas e de prender pessoas envolvidas em homicídios. Segundo o titular da delegacia de

Tramandaí e coordenador da operação, delegado Paulo Peres, durante a ação, que contou com a participação de oito delegados, 67 agentes e 21 viaturas e o apoio da Polícia Rodoviária Estadual e do canil do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM), foram cumpridos 25 mandados de prisão e 26 de

busca e apreensão. Conforme o delegado mais de 500 escutas telefônicas foram analisadas, 20 pessoas foram presas e armas, drogas, dinheiro e um automóvel foram apreendidos. Os detidos foram encaminhados para a Penitenciária Modulada de Osório.

Operação Garfo de Ferro Agentes da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), coordenados pela delegada Clarissa Demartini e pelo delegado Felipe Borba, realizaram na manhã desta quinta-feira (07/04) uma Operação na Zona Sul de Porto Alegre. A ação - denominada "Garfos de Ferro" - ocorreu na Vila Funil e teve por objetivo retomar a Vila, que estava sofrendo forte pressão pela violência decorrente da ação de traficantes. Segundo a delegada Clarissa, as informações vieram da própria comunidade que não suportava, dentre outras ações,

a estipulação de toque de recolher. Na ação, que envolveu mais de 70 policiais, foram apreendidas máquinas de caça-níquel em dois estabelecimentos e grande quantidade de dinheiro. No entanto, o que mais chamou a atenção dos delegados foi que, em um dos locais em que se cumpriu Mandado de Busca, foram encontrados dois uniformes oficiais, um da Brigada Militar (BM) e outro da Susepe, os quais, segundo eles, poderiam ser usados na atividade criminosa. Ainda, foi apreendido um celular pertencente àquele que fora apontado como um dos chefes

da organização que dominava o local. De acordo com os delegados Felipe Borba e Clarissa Demartini, "a operação já se mostrou exitosa pelo só fato de a população ter demonstrado satisfação e maior sentimento de tranquilidade ao perceber que a Polícia Civil está sensível aos seus anseios e disposta, observando os ditames legais, a restabelecer a ordem".

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Polícia Civil de Pronto Atendimento O que são as Delegacias de Polícia de Pronto Atendimento? A 2ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), localizada na Av. Ipiranga, 1807, no andar térreo do Palácio da Polícia, ainda conhecida pelo antigo nome de Área Judiciária, é uma espécie de cartão de visitas da Polícia Civil. Criada em fevereiro de 1976 como órgão pertencente ao Centro de Operações, a delegacia conta atualmente com cinco delegados e 45 agentes em regime de plantão permanente 24 horas por dia. Com um registro médio de 5 a 8 flagrantes diários, é ali que se inicia todo um processo que vai do simples registro da ocorrência até sua conclusão e a devida remessa ao poder judiciário.

A 2ª DPPA (fone 3288 2290), além de atender ocorrências e flagrantes de crimes contra a mulher e foragidos do sistema prisional, conta com informações do posto policial do Hospital de Pronto Socorro (HPS). A delegacia, que durante o mês de janeiro deste ano (2011) a atendeu 818 ocorrências e 125 flagrantes, com 88 foragidos e n ca m i n h a d o s a o s i ste m a prisional, atende as áreas da 1º, 2º, 3º, 5º, 6º, 7º, 8º, 11°, 13°, 15º, 16º, 17º, 19°, 20º, 21º e 23º distritos policiais da Capital. A 3ª DPPA (fone 3325 6590), localizada à Rua Comendador Tavares, 381, bairro Navegantes, defronte a Academia

da Polícia Civil (ACADEPOL), que além do atendimento de praxe recebe, com exclusividade, procedimentos onde há envolvimento de drogas, atendeu, nesse janeiro, 243 ocorrências, 92 flagrantes e 23 foragidos colocados a disposição do poder judiciário. É no terreno ao lado dela que se localiza a Central de Volantes, órgão da 1ª DPPA (Rua Voluntárias da Pátria, 1358, 7º andar – Fone 3288 5090), onde agentes e viaturas ficam a postos para quando solicitadas nos locais onde ocorrem os crimes, iniciarem todo o processo de atendimento. Segundo a chefia da Polícia Civil, há o projeto de uma 4ª DPPA ser

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instalada na zona sul de Porto Alegre. No que se refere ao atendimento de um flagrante, em uma DPPA, cabe informar que esse tipo de atendimento leva em média de duas a três horas para ser concluído. Ele começa com a apresentação do(s) detido(s), geralmente pela polícia militar, e a narrativa do fato ao chefe da equipe de plantão. A seguir, preenchidas várias formalidades, o defensor público é solicitado e se o(s) apresentado(s) tiver algum tipo de lesão será conduzido ao Hospital de Pronto Socorro. Ta m b é m s e rá c o l o c a d o à disposição do indiciado um telefone caso ele queira se comunicar com alguém. Na sequência, o juiz e o p ro m o to r d e p l a ntã o s ã o informados, o condutor é liberado e o preso conduzido, pelo Grupamento de Operações Especiais (GOE), ao sistema prisional.

Ao final do plantão todo o flagrante é novamente conferido e enviado ao distrito policial competente. Nos casos em que houve pagamento de fiança, esta fica em um cofre e assim que o banco abre pela manhã um ser vidor policial efetua o pagamento, sendo que as guias de recolhimento da instituição financeira são enviadas à delegacia de encarregada de apurar o fato. Grande parte das DPPAs contam, em suas dependências, com salas destinadas a cartórios, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Geral de Perícias (IGP), setor de triagem e xadrez. Na Capital a Polícia Civil conta ainda com DPPAs no Departamento de Trânsito (DPTRAN – Térreo do Palácio da Polícia), no Departamento E sta d u a l d e I nve st i ga çõ e s Criminais (DEIC – Av. Cristiano Fischer, 1440), no Departamento Estadual da Criança e do

Adolescente (DECA – Av. Augusto d e C a r v a l h o, 2 0 0 0 ) e n o Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (DENARC – Av. Presidente Roosevelt, 88). Na Grande Porto Alegre há pronto atendimento em Gravataí, Canoas, Alvorada, Novo Hamburgo e São Leopoldo. Na área do Departamento de Polícia do Interior (DPI) esse serviço já existe em Taquara, Santa Maria, Alegrete, Uruguaiana, Cruz Alta, Passo Fundo, Rio Grande, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Bagé, Santa Rosa, Erexim, Santana do Livramento, Santo Ângelo, Lagoa Vermelha, Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Pelotas, Lajeado, Cachoeira do Sul, Santiago, Vacaria, Ijuí, São Luiz Gonzaga, Carazinho, Camaquã, Capão da Canoa, Torres e Tramandaí. No mês de janeiro de 2011, estas DPPAs registraram 94.879 ocorrências e lavraram 2.012 flagrantes.

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Operação da Polícia Civil prende traficantes e armas na região metropolitana Mais de 120 agentes participam da ação que prendeu 14 pessoas

A Polícia Civil, por meio da 2º Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) do D e p a r ta m e nto E sta d u a l d e Investigação Criminal (Deic), deflagrou a operação Alforria na manhã de quarta-feira, no bairro Restinga, em Porto Alegre, e também na cidade de Viamão, na Região Metropolitana. O objetivo foi prender pessoas ligadas ao tráfico de drogas e a porte ilegal de armas. Pelo

menos 14 foram detidos na ação que contou com 120 agentes, 15 delegados e 47 viaturas. São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e de prisão. Do total, cinco pessoas foram presas hoje e nove em outras ações. Drogas, armas e dinheiro foram apreendidos. Os criminosos expulsavam as famílias das casas e passavam a utilizar as residências como pontos de vendas de drogas.

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Saldo da Operação Lomba Abaixo do Denarc Operação Lomba Abaixo, da 2º din do DENARC, fez importantes apreensões nos bairros Lomba Grande e Canudos no Vale dos Sinos. Foram apreendidas duas balanças digitais, uma balança de precisão, um computador, um notebook, uma touca ninja, um revólver Smith & Wesson com 6 cartuchos, um carregador para pistola calibre .380, treze tijolos de maconha, totalizando mais de 9 kilos, dez gramas de cocaína do tipo escama de peixe (um tipo mais forte da droga), 4 mil e trezentas pedras de Crack, avaliadas em mais de vinte e um mil reais, uma agenda com anotações, coldres, um GPS, uma arma de pressão, dois mil e quatrocentos reais, duas motocicletas - uma Honda Falcon e uma Shineray Speed, além de um GM Corsa Sedan.

Foram presas treze pessoas na operação e usados doze agentes, 4 viaturas e dois cães labradores, Dana e Brida que encontrou as pedras de crack no sítio da Lomba Grande. Segundo o delegado Rodrigo Zucco, os entorpecentes seriam distribuídos para o Vale dos Sinos. A operação que durou duas semanas já tinha originado algumas prisões. Outra informação trazida pelo delegado é que criminosos que estavam atuando em roubos, estão migrando para tráfico de drogas, por este ser mais rentável. Já o delegado Joel Souza de Oliveira, diretor do DENARC, informou que as investigações iniciaram a partir de uma denúncia anônima no telefone 0800 518 518 e orienta autilização d e s s e s e r v i ço p a ra n o va s informações sobre pontos de vendas de drogas.

Operação Lomba abaixo do Denarc faz novas prisões A prisão da traficante de 37 anos é decorrência da operação Lomba Abaixo, da 2º DIN do Denarc Além da prisão da traficante, foram apreendidas, ainda, 106 pedras de crack, embaladas para a venda, pesando 20 gramas; duas pedras de crack, pesando 104,50 gramas (poderiam ser confeccionadas mais de 400 pedras); R$ 429,00 (em notas de 20,10,5 e 2); duas espingardas, calibres 16 e 22; munição; o crack estava enterrado nos fundos de um pequeno galinheiro. Segundo o delegado Rodrigo Zucco, esta ação, faz parte da operação Lomba Abaixo, onde foram apreendidos mais de 10kg de maconha, cocaína e crack, totalizando 16 presos até o momento. A autuada foi encaminhada ao Presídio Feminino Madre Pelletier.

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Revista em Preto e Branco