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número 4 . Janeiro/Fevereiro . 2008 http://www.publisitio.biz/publi.htm

04


J Lomb Jer贸nimo Lomba

url: http://olhares.aeiou.pt/galeriasprivadas/browse.php?user_id=80043

e-mail: jlomba@nortenet.pt


Jerónimo ba título:Textura

Maquina: SONY | Modelo: DSLR-A100 | Exposição: 1/100 sec Abertura: f 5.6 | ISO: 200 | MeteringMode: Multi-Segment Flash: No | Dist.Focal: 60 mm


Jeró Lomba titulo:Asteroid field

Maquina: SONY | Modelo: DSC-W40 | Exposição: 1/160 sec Abertura: f 3.5 | ISO: 80 | MeteringMode: Spot Flash: No | Dist.Focal: 9.4 mm


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ónimo título:Couraçado urbano

Maquina: SONY | Modelo: f-717 | Exposição: 1/640 sec Abertura: f 3.5 | ISO: 100 | MeteringMode: Center Weighted Average Flash: No | Dist.Focal: 26.9 mm


número 4 . Janeiro/Fevereiro . 008

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#04 art & lifestyle

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Jerónimo lomba > sem título <

Rogério oliveira > Microimpressões <

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Nuno pinheiro > Remodelação apartamento Nelson Sousa <

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Sérgio nobre > atelier grau zero | spoon food&wine >

2 8

Eduardo sardinha > João Mariano <

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Carlos silva > Teatro de Marionetas Partículas Elementares <

Adriano batista > La fille du vent... <

Luís rodrigues maio | daniel fernandes > a tomar nota... <

Jeanete novais > História trágica com final feliz <

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editorial

por Carlos Costa cccosta@portugalmail.pt

É de mim ou os nossos apartamentos estão cada vez mais apertados! Essa é, pelo menos, a minha sensação. É impressão minha ou já não temos espaço para mais nada! A verdade é só uma, gerações passaram e continuamos com o mesmo problema: falta de espaço. Mas, falta de espaço para quê? Para os discos externos, as pen-drive, as colunas 5.1, os leitores de MP3, e claro, as torres de cds e dvds com filmes, música etc. Eis que se torna imperativo desenvolver esquemas com estantes do continente, módulos do IKEA e por ai fora. Tudo isto, só para ter um pouco mais de espaço. E para quê? Para guardar mais coisas. Vivemos num mundo tecnológico, wireless, com dados transmitidos ao segundo num simples click, no entanto toda esta tecnologia ainda utiliza e partilha o nosso espaço físico. Continuamos a viver rodeados de aparelhos e aparelhinhos, todos eles imprescindíveis na nossa rotina.

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Ainda estou para entender se temos necessidade de ter tanta tralha em casa, acabamos por nunca ter nada à mão e temos sempre algo em falta. art & lifestyle

Incrível não é? Votos de Bom Ano.

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www.microimpressoes.blogspot.com

microimpressoes: RogĂŠrio Oliviera textos: Artur Paiva


terra seca

Quando viajava para o planalto sentia os cavalos no peito e o rodar das carroças na alma. Havia ciganos nómadas dentro de mim e de ti e um eterno desafio da paisagem para tornarmos à grande aventura.


memórias da água

Os pigmentos da terceira visão combinam-se em lendárias cores. O céu varrido a espanador de giesta explode em estilhaços. Memórias de água que levantam voo e o futuro acontece aqui e agora como uma secreta alegria vinda sabe-se lá de onde.


espantalho

Isto requer meses de meditação. Uma eternidade ao sol. O espantalho negro, castelo de carvão e sangue, bruxa ao relento, Bosh vadio, arranha céus, Babel... Quantas línguas de fogo foram calcinadas pelo sol, ideias sepultadas no vento, moinhos e gigantes; a tua ilusão erguida contra a alta voltagem do capital e o anjo da morte arrasando tudo.


O Homem Mau

O homem mau veio como um esquife da ártica paisagem anunciar a morte na quilha de um navio fantasma. Capitão de um barco à deriva num mar cortado á faca, homem mau é um fantasma, um simulacro de vida que guarda a terra dos mortos...


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She's waiting for another love

Ela é a noiva dos pássaros e transporta a mensagem da boa nova, ela é a Vénus por todos sonhada, ela é a voraz caçadora de homens que a todos promete o prazer. Ela é a megera a prostituta e a sibila... e renasce do gelo e quebra as vidraças.


remodelaçãoapartamento

Nelson Sousa

Nuno Pinheiro Arquitecto A remodelação do apartamento Nelson Sousa, em Lavra, pretende essencialmente transformar uma tipologia banal, num espaço de funcionamento polivalente e flexibilidade organizativa. O recurso a dois grandes painéis de correr permite a concepção de um espaço que permite a sua compartimentação em função da necessidade de cada situação. O apartamento dispõe de uma zona de quartos organizada em volta de um pequeno hall, e é essencialmente nos espaços sociais que se faz sentir a funcionalidade dos dispositivos móveis. Tentando tirar o máximo proveito da luz natural – o edifício orienta-se Nascente/Poente – os painéis permitem a continuidade e fluidez de todo o espaço habitável, favorecendo o acesso da luz a toda a área do apartamento.

http://nparq.blogspot.com


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] Ficha técnica Projecto de arquitectura: Nuno Pinheiro Colaboração: António Teixeira - Arquitecto Localização: Lavra Proprietários: Nelson Sousa Data projecto/conclusão: 2005/2007 Fotografia e imagens: Nuno Pinheiro


la fil e du vent heart of glass Boulevard du crime

Fotografia: Adrian<O> Batista

Modelos: AdĂ­lia Caetano + Manuel de Carvalho

www.olhares.com/rambaldi47 e-mail: adriano47@gmail.com


la fil e du vent art & lifestyle

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heart of glass


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Boulevard du crime


Arquitectura O projecto em questão visou a conversão de um armazém industrial para espaços de lazer e restauração. A abordagem foi tida como um todo na destribuição dos espaços de forma a dar resposta ao programa. Assim, a opção recaiu em “caixas” abauladas nos cantos. De forma a ter uma imagem forte, são pousadas umas sobra as outras, assimétricas, de alturas diferenciadas, permitindo uma linguagem “identificavel” do ponto de vista comercial

Spoonpor:Food&Wine Sérgio Nobre Arquitecto

Existem três espaços distintos; cervejaria, restaurante e discoteca. De modo a permitir uma leitura coerente do espaço, utilizou-se uma palete de materiais reduzida nos vários espaços permitindo a adequação das “caixas” à sua função e aos ambientes que se pretendeu criar, assim como a relação entre os diversos espaços e a sua interligação. Desta forma, utilizou-se o betão aparente como base, podendo do ponto de vista da decoração fazer as alterações necessárias neste tipo de estabelecimentos. O restaurante tem um espaço de recepção, sala de refeições e copa. A cozinha situa-se no piso inferior (cervejaria e discoteca). Ao centro do restaurante existe uma chaminé que funciona como elemento central, constituindo uma transgressão ao espaço. Pretendeu-se recriar um espaço verde como contraponto ao construido. URL: www.ateliergrauzero.com e-mail: geral@ateliergrauzero.com


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] Ficha técnica Dono de Obra: Spoon Food&Wine, Lda. Localização: Guimarães Data do projecto: Novembro de 2005 a Junho de 2006. Conclusão da obra: Fevereiro de 2007

Projecto em co autoria: Sérgio Nobre (arq. Responsável) Paulo Campos (arq.) Colaborador: Gustavo Custódio (arq.) Área de construção: 1713.61m2


A tomar nota...

Luís Rodrigues Maio lmiguelmaio@hotmail.com

Nine Inch Nails feat. Bauhaus “Where Darkness Doubles, Where Light Pours In”

Idiot Kid “Darkness In Our House” Os Idiot Kid são um duo sueco, formado por Linus Lutti (voz e guitarra) e Ann-Sofie Lundin (piano, órgão e voz de fundo). Este duo consegue fazer uma música muito própria misturando folk, rock e blues e é uma das bandas mais atraentes e relevantes do pop que se faz na Suécia. Drakness In Our House é o álbum de estreia e foi produzido por Johan Berthling, um dos mais originais e talentosos produtores da Suécia. É um álbum que alterna entre músicas lentas e melancólicas para sons mais alegres e ritmados, sem grandes desvairos. Drakness In Our House é calmo e sóbrio, um bom cartão de visita dos Idiot Kid e um bom tónico para a ressaca do Natal e Passagem de Ano. Alguém comentou: “Música pop misteriosa ornamentada, melancólica e terna ao mesmo tempo. Sentimos que faz do mundo um lugar musicalmente melhor.”… Concordo!

Nine Inch Nails e Bauhaus são bandas que não necessitam de apresentação. Os Bauhaus marcaram o pós-punk nos anos 80 e são, desde aí, uma das mais influentes bandas de música alternativa. Os Nine Inch Nails são, desde os anos 90, uma das bandas mais importantes pela inovação de sonoridades e colocaram o rock industrial num nível superior, influenciando novas bandas e músicos conceituados. O David Bowie foi um desses exemplos. A questão é esta: “O que aconteceria se o Peter Murphy (Bauhaus) e o Trent Reznor (Nine Inch Nails) se juntassem num concerto, e como bónus ainda tocassem umas versões dos Joy Division?” A resposta foi dada aos fãs dos Estados Unidos, pois foram eles que tiveram o privilégio de os poder ver ao vivo com vários elementos das suas bandas, em 2006. Where Darkness Doubles, Where Light Pours In é o registo que reúne alguns desses momentos... Neste disco podemos ouvir músicas dos NIN cantadas por Peter Murphy, músicas dos Bauhaus cantadas por Trent Reznor e ainda, versões dos TV On The Rádio, Pere Ubu, The Normal, Iggy Pop e Joy Division. É de salientar a versão da Bela Lugosi’s Dead, que conta com a voz dos dois e o instrumental dos TV On The Rádio e a versão da Hurt na voz de Peter Murphy... só estas duas já fazem valer o disco. Acrescentando as versões dos Joy Division, faz com que este registo seja fenomenal e indispensável a qualquer admirador destas bandas.

Remembering...

Alice In Chains “Dirt” Dirt é o segundo álbum dos Alice In Chains e foi editado em 1992 pela Columbia Records. Este viria a ser o álbum mais importante da banda, pela sua criatividade e atingiu o disco de platina em menos de dois meses. Alice In Chains formaram-se em 1987, em Seattle, após Layne Staley (vocalista) e Jerry Cantrell (guitarrista) se terem conhecido. De seguida, juntaram-se à banda Mike Starr (baixista) e Sean Kinney (baterista). Depois da digressão de Dirt, Mike Starr foi substituído pelo baixista da banda de Ozzy Osborne, Mike Inez. Apesar de serem considerados como um dos grupos musicais mais relevantes do grunge, o som dos Alice In Chains é um bocado diferente do que era praticado pelos Pearl Jam, Nirvana, Mudhoney, Soundgarden e outros. As influências de bandas como Led Zeppelin e Black Sabbath, marcaram o som mais hard rock dos Alice In Chains. As letras das músicas, com várias referências a drogas e ao vício, podiam antever o que viria a acontecer a Layne Staley, encontrado morto por overdose de heroína e cocaína, em 2002. A participação dos Alice In Chains no filme Singles de Cameron Crowe e o lançamento do single “Would?”, foram um bom presságio para Dirt. Dirt é um dos melhores álbuns de rock de sempre…


...mais umas notas... Daniel Fernandes icarus_daidalos@hotmail.com

Daedelus Exquisite Corpse http://www.myspace.com/daedelusdarling

Jason Forrest Shamelessly Exciting http://www.myspace.com/jason_forrest

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Para criar uma boneca de trapos deve-se esboçar dois contornos idênticos numa folha de papel vegetal. Após isto e considerando a simetria do corpo, através de alfinetes, une-se o papel a dois pedaços de tecido à escolha. Uma boneca realmente original deve ter os tecidos mais arrojados que encontrem já que uma boa concretização de qualquer projecto requer sempre matéria-prima de boa qualidade. Após isto, cosem-se os dois pedaços de tecido recheados com um qualquer material à escolha e insufla-se vida à boneca cosendo-lhe lã como cabelo, dois botões como olhos e adereços vários à escolha do Criador: alfinetes, laços de cetim, chapéus de serapilheira,... A boneca de trapos ganha vida a partir do que aparentemente já não tem utilidade, de trechos de tecidos cujas cores e texturas já não desperdiçadas se unem para criar algo de novo de propósito bem diferente do original, mas de comparável beleza. Não deve ser esquecido que os ingredientes amor, paixão e dedicação serão aqueles que conferirão à boneca aquele cunho pessoal, a personalidade que permite a uma obra transcender o próprio Criador.

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http://www.myspace.com/icarusdecidevoar


Ao Norte Associação de Produção e Animação Audiovisual www.ao-norte.com ao-norte@nortenet.pt

Alambiques & Alquimistas

João Mariano por: Eduardo Sardinha


Alquimia Negra Alambiques & Alquimistas não é uma exposição nova. Na realidade, esta é a primeira vez que estas fotos de João Mariano são expostas desde 2000, na FNAC de Cascais. Acontece que a obra do fotógrafo, como a dos alquimistas que retrata, precisou do passar do tempo para ser agora editada em livro e, mais do que isso, aceite para figurar entre as maiores no conceituado site norte-americano Luminouslint (www.luminous-lint.com). É por isso que a proposta se revalida de actualidade, mas não será por isso que merece um olhar. Até porque se trata de um trabalho de registo e memória, mais do que actualidade. Alambiques & Alquimistas percorre os entretanto extintos alambiques de aguardente de medronho que povoavam a espaços as serras algarvias de Monchique e Espinhaço do Cão. Cubículos de penumbra e paciência que o iluminismo europeu (a ASAE estava ainda longe de ver a luz do dia) veio a encerrar com o fim do século passado.


Diz João Mariano no seu site (www.joaomariano.com) que “o Sul Ocidental, da foz do rio Seixe à Pedra do Gigante, em frente ao Cabo de São Vicente é o meu laboratório de emoções, o meu imenso atelier”. É nesse grande Sul que esta alquimia se desenrola, mas aqui um Sul menos vasto do que nas suas restantes obras costeiras; Guerreiros do Mar (sobre a apanha de percebes), Lugares Pouco Comuns (paisagens da Costa Vicentina) e Trabalho de Fundo (sobre a apanha submarina de algas). Aqui, o Sul, mais do que serrano, é interno e a luz espreita apenas. As fotografias de Alambiques & Alquimistas vivem desses traços que rasgam o negro e reflectem em gestos, faces e utensílios. São o saber e o fogo de um licor e de uma vivência ancestrais.


Exposição patente na Galeria Ao Norte, Praça D. Maria II, nº113 r/c | Viana do Castelo. Livro disponível através de www.1000olhos.pt.


“História Trágica com Final Feliz ”


“História Trágica com Final Feliz ” por: Jeanete de Novais - Investigadora de Cinema Português

História Trágica, conseguiu também um lugar no coração da animação, por sinal um lugar de destaque, é que as estórias desta história, davam também elas uma nova estória: acontece que ao projecto desta curta-metragem, apresentado ao ICAM, foi recusado o financiamento. Mas como este é um filme sem dúvida “diferente”, o seu projecto viu-se premiado em Annecy, um dos festivais de animação mais relevantes na actualidade. Depois de ter sido reconhecido internacionalmente, o produtor decidiu voltar a apresentar o projecto ao ICAM, hoje ICA, que finalmente lhe reconheceu o devido mérito. A história do filme não é apenas a de uma menina que luta contra a diferença até a aprender a aceitar. Mas a de uma realizadora que lutou contra o sistema até este aprender a aceitar a sua obra. É precisamente por ser diferente, que este filme se distingue: a noção única de movimento aliada aos belos gráficos, produzidos numa técnica muito similar à da serigrafia, onde o preto e o branco dominam. A banda sonora composta por Normand Roger (em colaboração com Denis Chartrand) e a narração deliciosa de Manuela Azevedo fazem deste filme de 7 minutos uma experiência singular, um lugar onde desejamos regressar, quando as luzes da sala se acendem. Estreado em Outubro de 2005, durante as comemorações do Dia Internacional da Animação, o filme percorreu um invejável percurso, tendo sido seleccionado para mais de 100 festivais em todo o mundo, entre os quais Annecy06, Cartoon D’or e os Oscars, onde conquistou cerca de 50 prémios, entre os quais é de destacar o Grande Prémio Annecy 06. Teve ainda exibição em várias televisões internacionais, uma exposição itinerante constituída pelos desenhos originais, a edição em DVD e mais recentemente um livro ilustrado e um conjunto de brinquedos ópticos alusivos ao filme.

Título: “História Trágica Com Final Feliz” Ano: 2005 Duração: 7’46’’ Realização: Regina Pessoa Argumento, grafismo e cenários: Regina Pessoa Conselheiro artístico: Abi Feijó Animação: Regina Pessoa, Sylvie Leonard, Laurent Repiton Vozes: Manuela Azevedo Música e criação sonora: Normand Roger em colaboração com Denis Chartrand Site oficial: www.historiatragicacomfinalfeliz.com

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Produzida por Abi Feijó e realizada por Regina Pessoa, a curta é toda ela uma história sobre a diferença: “Há pessoas que são diferentes. E tudo o que desejam é serem iguais aos outros, misturarem-se deliciosamente na multidão. Há quem passe o resto da vida lutando para conseguir isso, negando ou tentando abafar essa diferença. Outros assumem-na e dessa forma elevam-se, conseguindo assim um lugar... no coração.”

Ficha Técnica

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Olhando retrospectivamente para o ano de 2007, encontramos no cinema português de animação um filme que deixou a sua marca, não apenas por ser o filme português mais premiado de sempre, mas pela sua qualidade técnica e artística – “História Trágica com Final Feliz” – tornou-se um marco incontornável na história do cinema de animação em Portugal.


Teatro de Marionetas

PartĂ­culas Elementares

por: Carlos Silva


Partículas Elementares O que se pode escrever ou mesmo contar, de alguma forma interessante o que se fez, o que se faz ou pensa fazer??? Seja lá como for, era bom que fosse divertido, descontraído e sério... mas nunca de mais, porque afinal de contas esta gente gosta do que faz. Talvez por isso a Companhia Partículas Elementares - Teatro de marionetas leva já quatro anos a trabalhar para o boneco.... eu disse quatro???.... Sim, são mesmo quatro, 48 meses, 1460 dias agarrados as marionetas, se bem que cada vez mais nos parece que são elas que nos agarram a nós e nos puxam para um universo menos complicado e bem mais bonito. Outros culpados e grandes responsáveis por este arrastamento para um mundo paralelo do qual já ninguém quer sair, são as crianças... aqueles pirralhos de palmo e meio que trazem no olhar a ternura, a magia, um mundo que nos fascina. É por elas que aqui estamos e aqui vamos continuar. Continuar de Norte a Sul a guardar e recordar todos os gestos e palavras sinceras das crianças que nos vêm. Com 8 espectáculos e um sem número de actuações por todo o país, Partículas Elementares é e vai continuar a ser uma companhia de itinerância que trabalha com e para crianças e partilha com elas a mesma vontade de brincar de imaginar, de sorrir e fazer rir e principalmente a vontade de não parar de sonhar. Mais que uma companhia é um projecto, em que as diferentes vertentes da arte como a escultura, a música, o teatro e a poesia se fundem no mundo mágico das Marionetas. Por isso já sabem... mesmo não sendo crianças, se quiserem recordar como é...apareçam.

www.particulasmarionetas.com elementomarioneta.blogspot.com


Teatro de Marionetas

Partículas Elementares Em cena: O problema do Corvo Estou apaixonado! O Mundo é às cores

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Fora de cena: O Gigante Egoísta O Mosquito ZZZ o Elefante aos Quadrados A verdadeira História do Patinho Feio

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CAPA Adrian<o> Batista Designer Multimédia heart of glass 2 modelos: Adília Caetano + Manuel de Carvalho

Propostas de capa/artigo ENVIE AS SUAS PROPOSTAS DE CAPA/ARTIGO Interessado em assinar a capa/artigo na publi&MAG. Envie a sua proposta de capa (ilustração, fotografia,...), com nome, contacto e um pequeno texto justificativo, para: publimag@portugalmail.pt DIMENSÕES E FORMATO JPG / 148mm x 210mm / 150 dpi / RGB TEMA Á ESCOLHA FICHA TÉCNICA Propriedade: publiSITIO Coordenador do projecto: Carlos Filipe Costa Design: publiSITIO Distribuição: Bi-mestral - gratuita Colaboram nesta edição: Jerónimo Lomba, Rogério Oliveira, Nuno Pinheiro, Adriano Batista, Sérgio Nobre, Luís Rodrigues Maio, Daniel Fernandes, Eduardo Sardinha, Jeanete Novais, Carlos Silva. Contacto: publimag@portugalmail.pt INFO/ Reserva-se o direito de selecção das informações, conteúdo gráfico ou outros, que fazem parte da revista, não tendo a publi&MAG que justificar qualquer opção tomada. CONTEÚDOS/ Os artigos apresentados são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. PUBLICIDADE/ Todo o conteúdo publicitário é da responsabilidade do anunciante. CONTACTOS/ Para fazer chegar as suas propostas/sugestões e comentários: publimag@portugalmail.pt

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Agradecimento a todos os colaboradores que tornaram esta edição possível: Rogério Oliveira, Nuno Pinheiro, Adriano Batista, Luís Rodrigues Maio, Daniel Fernandes, Eduardo Sardinha, Jeanet Novais, Jerónimo Lomba, Sérgio Nobre, Carlos Silva.


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