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ENTREVISTA

P&S - Considera que o seu trabalho é pioneiro a fazer a diferença ou já há projetos semelhantes no Brasil? Como é, em termos de inclusão, o contexto brasileiro, no que diz respeito à moda? KC - Antes da abertura da agência, não tive nenhum conhecimento de trabalhos semelhantes. Mostrar a beleza, sem usar photoshop e utilizar os aparelhos ortopédicos (cadeira de rodas, muletas, bengalas, prótese...) como acessórios de moda. As agências, ditas “normais”, ainda não abriram espaço para esses profissionais, mas creio que é uma questão de tempo, pois todos os dias provamos o potencial desses profissionais. Beleza e deficiência não são palavras opostas e a diversidade está na mira da moda. Os desfiles aos poucos estão incluindo esses profissionais nas passarelas e dando o devido destaque, não para deficiência e sim para o profissionalismo que existe nessas pessoas. Os editoriais de moda estão incluindo com mais frequência esses profissionais e as exposições que a agência faz, constantemente, mostram a sensualidade da pessoa com deficiência. Atualmente estamos com a exposição Ponto S, que mostra a sensualidade da pessoa com deficiência.

Renata Paiva Amiotrofia Espinhal

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4.ª edição da Plural&Singular  

A Plural&Singular é um órgão de comunicação digital dedicado à temática da deficiência, cuja 1.ª edição foi lançada, simbolicamente, a 3 de...

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