Issuu on Google+

informa Semanal

notícias

Edição 056/13

NOTÍCIAS Brasil importa R$ 4,4 bi em manufaturado fora de norma.......................................................................pág 02 Apex organiza rodada de negócios com 38 empresas.........................................................................pág 04 Abiplast participa de workshop do Instituto de Embalagens sobre Inovação...................................pág 05

INDICADORES Expectativas para Economia Brasileira e para o Setor de Transformados Plásticos .......................pág 06

INFORMES 4º Workshop - Proposta de Acordo Setorial


informa Semanal

notícias

Edição 056/13

NOTÍCIAS Brasil importa R$ 4,4 bi em manufaturado fora de norma Fonte: Valor Econômico O Brasil importou no ano passado cerca de R$ 4,4 bilhões em produtos manufaturados que não atendem às normas e regulamentos técnicos brasileiros. O cálculo é da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Desse total de importados, R$ 3,5 bilhões referem-se à importação de manufaturados para os quais não há fiscalização sistemática de cumprimento das normas e regulamentos. Dentro desse grupo, produtos eletroeletrônicos e de uso doméstico estão com maior índice de não conformidade, de 85% e de 84%, respectivamente (ver quadro). O levantamento foi feito com base em dados do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro), o órgão responsável pela avaliação da conformidade. Os resultados se referem a fiscalizações feitas entre 1995 e 2011. O problema, diz José Ricardo Roriz Coelho, diretor de competitividade da Fiesp, é que os fabricantes brasileiros são obrigados a seguir as normas, o que traz custos adicionais à indústria nacional em relação ao importado. A fiscalização para o cumprimento de normas e regulamentos pelas indústrias brasileiras, argumenta Roriz, é feita por meio de amostras dos produtos coletadas na fábrica. A fábrica, inclusive, diz ele, tem seu processo de produção auditado. "Enquanto isso, o produto importado é analisado somente quando já foi distribuído e colocado à venda.” O estudo leva em consideração os produtos para os quais há a chamada certificação compulsória, quando existe fiscalização de conformidade sistemática pelo Inmetro, e os produtos para os quais a averiguação é mais pontual, por causa de denúncias ou reclamações, por exemplo. Em alguns casos, a fiscalização é feita por entidades credenciadas pelo Inmetro. O levantamento considera tanto o cumprimento de regulamentos técnicos, estabelecidos pelo poder público e obrigatórios, quanto de normas técnicas, emitidas por organização não governamental. Entre os produtos importados sujeitos à análise compulsória do Inmetro, cerca de 20% não cumprem alguma norma ou regulamento técnico. Entre os produtos que estão fora da fiscalização sistemática, porém, o índice de descumprimento é maior, de cerca de 60%, em média. Do total importado pelo Brasil, segundo o estudo da Fiesp, R$ 10,3 bilhões são manufaturados sujeitos à fiscalização do Inmetro ou das entidades credenciadas, seja em análises compulsórias ou não. Desse total, a Fiesp estima que R$ 4,4 bilhões são importados sem cumprimento integral de normas ou regulamentos técnicos aplicados aos produtos. Caso esses produtos fossem fabricados no Brasil seguindo todas as exigências técnicas, haveria acréscimo de R$ 15,3 bilhões na produção nacional, levando em conta efeitos diretos e indiretos, segundo o levantamento. Nos mesmos critérios, haveria também criação de 183 mil postos de trabalho. O acréscimo no Produto Interno Bruto (PIB), aponta a Fiesp, seria de R$ 6,2 bilhões. Segundo Roriz, a Fiesp defende a ampliação do rol de mercadorias sujeitas à fiscalização compulsória do Inmetro, além de fazer com que o produto importado seja submetido à análise de certificação antes do desembaraço aduaneiro. Para ele, o nível de produtos importados fora de conformidade acompanhou a elevação da importação de manufaturados. Outra medida sugerida é a definição e atualização dos padrões técnicos de conformidade exigidos, para que o importado siga características e processo de produção equivalentes ao da indústria doméstica. Roriz lembra que à


informa Semanal

notícias

Edição 056/13

NOTÍCIAS medida que outros países aprimoram suas exigências para venda nos respectivos mercados, fornecedores internacionais acabam procurando locais em que as exigências são menores ou nos quais a fiscalização tem menos resultado, o que prejudica ainda mais a indústria doméstica. A importação de produtos fora de conformidade também traz para o mercado interno outros custos, relacionados a riscos à segurança, seja do usuário ou do ambiente.


informa Semanal

notícias

Edição 056/13

NOTÍCIAS Apex organiza rodada de negócios com 38 empresas Fonte: IstoÉ Dinheiro A Agêcia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex-Brasil) vai organizar uma rodada de negócios com oito empresas internacionais e 30 nacionais. Compradores dos Estados Unidos, México, Colômbia, Peru e Equador já confirmaram a participação na 34ª edição do Projeto Comprador Think Plastic Brazil, realizada durante a FEIPLASTIC 2013, que acontece em maio. A rodada será coordenada pelo Instituto Nacional do Plástico e pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e tem o objetivo de estimular as exportações de produtos transformados plásticos. A expectativa dos organizadores é que as rodadas superem US$ 2,6 milhões em negócios. Estão previstas 100 reuniões de negócios no dia 20 de maio, superando as 81 reuniões da última edição.


informa Semanal

notícias

Edição 056/13

NOTÍCIAS Abiplast participa de workshop do Instituto de Embalagens sobre Inovação Fonte: Abiplast A Abiplast e o Sindiplast apoiaram o workshop sobre Inovação realizado em março, em São Paulo, pelo Instituto de Embalagens. Os temas de destaques no evento foram metodologia e técnicas de inovação, oportunidades e competitividade da indústria, possibilidades de mudança e adaptações em processos e na própria embalagem. Fizeram parte da programação discussões sobre o mercado, informações sobre as cinco principais tendências de consumo e varejo, a importância da inovação na competitividade da indústria brasileira e iniciativas de sucesso. Além de palestras, o workshop reuniu cases e dinâmicas em grupo, voltadas à aplicação de metodologias nos projetos propostos. Paulo Teixeira,Diretor superintendente da Abiplast, Assunta Camilo, Diretora do Instituto de Embalagens e Celso Negrão, Professor do Instituto de Embalagens


informa

notícias

Semanal

Edição 056/13

INDICADORES ECONÔMICOS Economia - Projeções 2012 PIB - % crescimento PIB Indústria - % Produção Industrial - % Emprego Industrial - % Investimento (FBKF) - % Exportações - US$ bilhões Importações - US$ bilhões Balança Comercial - US$ bilhões Taxa Selic - % a.a. Inflação (IPCA) - % Câmbio - R$/US$

2013 0,90 -0,5 -2,5 -1,6 -4,0 242,4 220,8 21,6 7,25 5,60 1,96

3,0 2,9 2,5 1,2 4,0 258,0 239,1 18,9 8,5 5,68 2,00


informa Semanal

notícias

Edição 056/13

EXPEDIENTE Presidente: José Ricardo Roriz Coelho Diretor Superintendente: Paulo Henrique Rangel Teixeira Equipe: Antonio Orlando Kumagai Júnior Eliane Pereira da Silva Greyce Sacramento dos Reis Juliana Freitas da Silva Júlio Cesar da Silva Ferreira Marcos Ferreira do Nascimento Milene Simone Tessarin

Natalia Mielczarek Pamela Giordano Nogueira Schmidt Dias Paulo Sercundes da Silva Simone Carvalho Levorato Fraga Suzete Martucci Gabos Naal Teresinha Vera Torres Heitor Cintra Valdívia Pineda Paula Pariz

ABIPLAST A Casa do Plástico Av. Paulista, 2439 - 8ºandar cj 81 e 82 CEP 01311-936, São Paulo - SP Tel. (11) 3060-9688 Fax. (11) 3060-9686 Site: www.abiplast.org.br E-mail: abiplast@abiplast.org.br


Plastinforma Abiplast