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Edição 029/12

NOTÍCIAS Protecionismo infla em R$ 2,6 bi valor de empresas ..............................................................................pág 03 Alta de tarifa de importação de resinas prejudica o país, diz Abiplast ..............................................pág 04 Governo beneficia monopólio no setor petroquímico com alta do imposto .....................................pág 05

INFORMES Abiplast e Sindiplast realizaram, hoje, treinamento prático sobre desoneração da folha ...............pág 02

INDICADORES Expectativas para Economia Brasileira e para o Setor de Transformados Plásticos .......................pág 06

NOTÍCIAS Produção cai 3,49% no 1° semestre e setor revê projeção anual para 2012 Fonte: DCI


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INFORMES Abiplast e Sindiplast realizaram, hoje, treinamento prático sobre desoneração da folha A ABIPLAST e o SINDIPLAST realizou hoje 12/09 curso prático para esclarecer às empresas transformadoras de material plástico os procedimentos necessários para atender a nova sistemática de recolhimento da contribuição previdenciária patronal. Tivemos 46 participantes nesse curso, onde o consultor Rodrigo Napier, da CENOFISCO, apresentou a forma de cálculo dessa nova contribuição e esclareceu dúvidas apresentando exemplos de preenchimento da SETIP e na EDF Contribuições.


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NOTÍCIAS Protecionismo infla em R$ 2,6 bi valor de empresas Fonte: O Estado de S. Paulo

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NOTÍCIAS Alta de tarifa de importação de resinas prejudica o país, diz Abiplast Fonte: Valor Online Eco Finanças Uol Bol Extra - RJ ontem pela proposta do governo federal de aumentar a alíquota de importação de três de suas principais matériasprimas. Segundo José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a entidade não foi informada sobre esse projeto do governo. “Fomos pegos de surpresa”, disse ao Valor. “A proposta beneficia apenas uma empresa no país”, afirmou, referindo-se à Braskem, maior petroquímica das Américas. O governo propõe a elevação da alíquota de importação de uma série de produtos para estimular as indústrias locais. No entanto, para o setor plástico, a proposta para aumentar a taxa de resinas de polietileno de baixa densidade, linear e o de alta densidade será um tiro no pé. Esses produtos são utilizados para a produção, entre outros itens, das principais embalagens da cesta básica, alimentos, de bebidas e produtos de limpeza, da área de saúde e construção civil. Segundo a Abiplast, essas resinas, que já tiveram seu imposto de importação aumentado de 16% para 20%, têm proteção muito acima da média mundial, de 7%. “Um setor tão importante para economia nacional sofre um duro golpe, representado pelo encarecimento de matérias-primas, em um momento no qual enfrenta queda de produção de 6,37% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2011, uma das piores performances de toda a indústria de transformação", apontou. O setor, que reduziu nos primeiros seis meses de 2012, em 41% o seu investimento em máquinas e equipamentos, dobrou nos últimos quatro anos o seu défict comercial. Um dos principais motivos desse desequilíbrio é que a proteção à importação dos insumos, como as resinas plásticas, é muito maior do que a dos manufaturados que o setor de transformação produz.


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NOTÍCIAS Governo beneficia monopólio no setor petroquímico com alta do imposto Fonte: Agência Estado A lista divulgada ontem pelo governo federal com 100 produtos, cuja tarifa de importação será ampliada como forma de proteger a indústria nacional, traz uma curiosidade. Uma das principais beneficiadas, a petroquímica Braskem é a única fornecedora local de polietilenos, resina termoplástica cuja tarifa foi elevada de 14% para 20%. A medida, dessa forma, beneficia um setor onde não há concorrência interna (apenas em outros países do Mercosul) e no qual o governo brasileiro tem participação direta, por intermédio da Petrobras. A estatal é a segunda principal acionista da Braskem, com 35,9% do capital total, atrás apenas da Odebrecht (38,1%). A inclusão de polietilenos (PE) na lista pegou de surpresa executivos da área de transformação plástica, que necessitam da resina para produzir peças plásticas acabadas. Apesar de estar em contato com o governo e de também ter indicado alguns produtos para a lista, o setor não esperava medidas que estimulassem uma área onde há monopólio no Brasil. “Precisamos tentar entender a razão dessa decisão e acompanhar de perto juntamente com o governo para que não haja nenhuma distorção no mercado”, afirma o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), Alfredo Schmitt. A declaração é baseada na afirmação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o governo irá monitorar os preços praticados no mercado doméstico. Uma eventual elevação de valores pode ser “punida” com a revogação da decisão de elevar o imposto de importação. “As entidades do setor precisarão cobrar a manutenção da política comercial que vinha sendo realizada”, complementou Schmitt. A decisão do governo de elevar a tarifa de importação de diferentes tipos de polietileno acontece em um momento no qual a Braskem tenta retomar participação de mercado, perdida principalmente no ano passado por conta do dólar favorável à importação. A fatia das empresas brasileiras no mercado doméstico é tradicionalmente superior a 70%, mas no ano passado esse número se aproximou de 60%. Para reverter essa situação, a diretoria da Braskem adotou ajustes em sua política comercial e passou a reduzir as margens cobradas na área de serviços, o que tornou o produto nacional mais competitivo. A estratégia deu resultado e a participação de mercado da Braskem, que estava em 64% no terceiro trimestre de 2011, subiu para 71% no segundo trimestre deste ano. E é justamente essa política comercial que os transformadores devem exigir a continuidade após o anúncio do governo federal, destaca Schmitt. Mas a possibilidade de os preços no mercado doméstico seguirem novos rumos após o aumento do imposto de importação é concreta. A percepção do presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, é de que a medida pode prejudicar os transformadores plásticos. “A tarifa foi elevada de 14% para 20%. Ou seja, em condições normais, a empresa tem espaço para aumentar em 6% os preços”, destacou Roriz. Crítico do modelo que resultou na criação de um monopólio no setor de resinas termoplástica - a Braskem é a única fornecedora nacional de PE e polipropileno e tem uma única concorrente, a Solvay, no mercado de PVC -, Roriz destaca que a medida federal pode afetar a competitividade da transformação plástica nacional. O setor tem mais de 11 mil empresas, a grande maioria micro e pequenas, e é considerado o elo mais fraco da cadeia do plástico, já que é abastecido pela Braskem e tem como clientes grandes multinacionais do setor de bens de consumo. A medida anunciada ontem não é a primeira vitória da Braskem em âmbito federal. No ano passado, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) aprovou a aplicação de antidumping definitivo por um prazo de até cinco anos às importações de polipropileno dos Estados Unidos. Também em 2011, o Mdic estabeleceu uma mudança no antidumping sobre o PVC importado dos Estados Unidos. O texto aprovado em setembro estabeleceu em 16% a alíquota cobrada sobre o produto. Antes da resolução, a tarifa estabelecida era baseada em cotações ICIS-LOR (Independent Commodity Information Service - London Oil Reports), considerado um valor de referência no mercado e, na prática, usualmente abaixo desses 16%.


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INDICADORES ECONÔMICOS Expectativas para Economia Brasileira e para o Setor de Transformados Plásticos set/12 Economia PIB - % crescimento Taxa Selic - % a.a. Inflação (IPCA) - % Câmbio - R$/US$ Investimento (FBKF) - % Exportações - US$ bilhões Importações - US$ bilhões Balança Comercial - US$ bilhões PIB Indústria - % Produção Industrial - % Emprego Industrial - %

2011 2,7 11,0 6,5 1,75 4,7 256,00 226,20 29,80 1,6 0,3 -0,4

2012

2011 48,8 51,9 3,39 1,5 357 4,90 -1,89 50,60

2012

1,8 7,25 5,2 2,00 -0,1 248,50 232,30 16,20 0,7 -3,0 -2,2

Setor de Transformados Plásticos Produção de transformados (R$ bilhões) Consumo aparente de transformados (R$ bilhões) Importação (US$ bilhões) Exportação (US$ bilhões) Empregos (mil pessoas) Investimento de máquinas e equipamentos (R$ milhões) Balança Comercial do setor plástico (US$ bilhões) Faturamento da Indústria de Transformação (R$ bilhões)

54,1 55,80 3,48 1,36 351 5,60 -2,12 51,67


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EXPEDIENTE Presidente: José Ricardo Roriz Coelho Superintendente: Paulo Henrique Rangel Teixeira Equipe: Antonio Orlando Kumagai Júnior Eliane Pereira da Silva Greyce Sacramento dos Reis Juliana Freitas da Silva Julio Cesar da Silva Ferreira Marcos Ferreira do Nascimento Milene Simone Tessarin

Natalia Mielczarek Pamela Giordano Nogueira Schmidt Dias Paulo Sercundes da Silva Simone Carvalho Levorato Fraga Suzete Martucci Gabos Naal Tathiane Perego da Silveira Teresinha Vera Torres

ABIPLAST A Casa do Plástico Av. Paulista, 2439 - 8ºandar cj 81 e 82 CEP 01311-936, São Paulo - SP Tel. (11) 3060-9688 Fax. (11) 3060-9686 Site: www.abiplast.org.br E-mail: abiplast@abiplast.org.br


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