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Edição 022/12

NOTÍCIAS FEIPLASTIC amplia fronteiras e traz renovação aliada à credibilidade............................................ pág 02 Indústria quer incentivos para concorrer com importados............................................................... pág 04 O Estímulo ao crescimento industrial ................................................................................................. pág 05 Renda elevada depende de indústria forte...........................................................................................pág 06 Sim, podemos crescer............................................................................................................................pág 07

INDICADORES Expectativas para Economia Brasileira e para o Setor de Transformados Plásticos .....................pág 08

INFORMES Abiplast lança Câmara Setorial da Indústria de Reciclagem de Material Plástico Ocorreu no dia 05/07 na ABIPLAST - Associação Brasileira da Indústria do Plástico uma reunião com a participação das Entidades e empresários do setor listados abaixo, tendo como foco a criação da Câmara Setorial da Indústria de Reciclagem de Material Plástico com o objetivo de instituir um núcleo de discussões e desenvolvimento de ações dentro da ABIPLAST em defesa da Industria de Reciclagem de Materiais Plásticos. Participaram da reunião: Denise Dybas Dias (Simpep), Alceu Lorezon (Sindiplasc), Gesse Batista dos Santos (Simpep), Aloisio Barros (Sindiplastes), Cesar Lorenzo (Simplas), Elias (Simplasc), Tereza Ovsiany (Afipol), Ricardo Hajaj (Abiplast), Eugenio Razzera (Simplas), Frederico Hartmann (Sinplast-RS), Luiz Hartmann (Sinplast-RS), Wander Lobo de Araujo (Sinplast- AL), Gilmar do Amaral (Sindiplast), Antonio Kumagai (Sindiplast), Dirceu Galeas (Simpep), Paulo Teixeira (Abiplast), Paulo Francisco da Silva (Neuplast), Flavio Cezar (Plasticos Zito), Henrique Cardoso (Neuplast), Helio Tanaka (Raposo Plásticos), Giuseppe Pedras Bellacosa (Aparas São Judas), Leandro Tanaka (Raposo Plásticos), Claudio Lima (NovoFlex). Ao fim da reunião, foi criada a CÂMARA SETORIAL DA INDÚSTRIA DE RECICLAGEM DE MATERIAL PLÁSTICO, que terá como Coordenador o Sr. Ricardo Jamil Hajaj - Sindiplast e como vice o Sr. Alceu Lorenzon - Sindiplasc. Na ocasião foi apresentado pelo consultor Gilmar do Amaral a Política Nacional de Resíduos Sólidos, suas influências e reflexos na indústria de reciclagem de material plástico , além das ações que estão sendo tomadas pela Abiplast em relação a implantação do Sistema de Logística Reversa de Embalagens de consumo doméstico de produtos não perigosos. Foram apresentadas também as ações que o Sindiplast-SP tem desenvolvido para o setor de reciclagem de material plástico como: Selo SERSA, Manual de Segurança e Saúde no Trabalho e o Guia Ambiental da Industria de Transformação e Reciclagem de Material Plástico.


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NOTÍCIAS FEIPLASTIC amplia fronteiras e traz renovação aliada à credibilidade Refrescante e Maxpress Com nova marca, a Feira Internacional do Plástico acontece em maio de 2013 e já movimenta o setor com a presença maciça de parceiros e entidades apoiadoras na noite de lançamento. Uma trajetória de mais de duas décadas na organização da Feira Internacional do Plástico brasileira está prestes a ganhar um novo capítulo. Agora renovada, a FEIPLASTIC - FEIRA INTERNACIONAL DO PLÁSTICO já nasce como a principal feira no Brasil para apresentação de tendências, demonstração de lançamentos do setor do plástico e geração de networking. Fortalecido, o evento tem a marca de qualidade da organização Reed Exhibitions Alcantara Machado e o apoio das principais entidades do setor como a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) e o Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas (Siresp). Durante o evento de lançamento, Juan Pablo De Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, destacou o trabalho da Abiplast, que propôs à promotora o desafio de renovar a feira. “Foram meses de trabalho e testes para definirmos o novo produto. Firmamos por mais 20 anos o contrato com a associação e agora temos o grande desafio de inovar e fazer do Brasil o melhor lugar de negócios para todos”, afirmou. Com investimentos na casa de R$ 5 milhões para ampliar a divulgação para o mercado sobre a nova marca, a Feiplastic será maior também em área física. A área de exposição dentro do Pavilhão de Exposições do Anhembi cresceu. Dos 78 mil m² de 2011, em 2013 o evento terá 85 mil m², abordando os mais variados e importantes setores da indústria do plástico, divididos nos pilares do evento: Negócios, Sustentabilidade e Tecnologia, nos quais se incluem empresas de Produtos Básicos e Matérias-Primas; Máquinas, Equipamentos e Acessórios; Moldes e Ferramentas; Transformadores de Plástico; Resinas Sintéticas; Instrumentação, Controle e Automação; Serviços e Projetos Técnicos. “São novos conceitos e propostas. O Brasil está cada vez mais forte na América Latina, abre portas para outros mercados, e a Feiplastic vem ao encontro dessa nova realidade”, disse José Ricardo Roriz, presidente da Abiplast, ressaltando a importância da renovação. A indústria do plástico é o terceiro maior empregador industrial do Brasil. Só em São Paulo, ocupa a segunda colocação em número de empregos gerados - até o final de 2011, só no estado de São Paulo a indústria do plástico empregou cerca de 190 mil pessoas. Nacionalmente, mantém cerca de 380 mil empregos diretos e, indiretamente, cria emprego para 600 mil pessoas. Com a discussão da sustentabilidade, reciclagem e renovação cada vez mais em pauta, a FEIPLASTIC 2013 deve promover ainda mais a economia e tecnologia do setor, reunindo marcas importantes, profissionais de diversas áreas e partes do mundo e público comprador qualificado. Novidades e tendências em produtos, serviços e equipamentos estarão em um só lugar. A expectativa para 2013 é de 1.400 marcas expositoras, entre nacionais e estrangeiras, com a presença de 70 mil visitantes/compradores. Para Renato Endres, diretor de Relações Institucionais da Abiquim, também presente à cerimônia de lançamento da Feiplastic, a cadeia do plástico é tão importante que merece uma feira como essa. Ele destacou ainda a representatividade do segmento de resinas termoplásticas e a iniciativa do governo federal em criar o Conselho de Competitividade para o setor químico, que trata de temas como o custo da matéria-prima, capacitação dos recursos humanos, ampliação dos centros de pesquisa e desenvolvimento e o aumento das energias renováveis. Pelos corredores da nova edição da feira, empresários, engenheiros, técnicos e estudantes de áreas como automóveis, construção civil, embalagens, farmácia, alimentos e bebidas, utilidades domésticas, eletroeletrônica e agronegócios estarão no melhor local para atualização profissional, efetivação de bons negócios e troca de conhecimento.


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NOTÍCIAS "O projeto Feiplastic é muito bem-vindo”, finalizou Carlos Padovan, vice-presidente da Abimaq, também durante a cerimônia. Segundo ele, a nova feira terá um papel importante como força agregadora do setor do plástico em prol de condições mais favoráveis à indústria brasileira. A FEIPLASTIC acontece de 20 a 24 de maio, no Pavilhão de Exposições Anhembi, em SP. Mais Informações: Feiplastic – Feira Internacional do Plástico 2013 Data: 20 a 24 de maio de 2013 Horário: Segunda a sexta das 11h às 20h Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi Av. Olavo Fontoura, 1.209 Santana – São Paulo – SP – Brasil http://www.feiplastic.com.br/


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NOTÍCIAS Indústria quer incentivos para concorrer com importados Química Industrial Durante encontro recente na Assembleia Legislativa de São Paulo, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, disse que o Brasil, se tornou uma liderança na produção de petróleo e o setor não pode perder a oportunidade de utilizar este diferencial competitivo para integrar a cadeia produtiva e agregar valor à petroquímica e química, tornando-se um referencial no mercado mundial do plástico. “É importante este diálogo entre o setor produtivo, trabalhadores, governo e lideranças políticas. É uma grande oportunidade para alinharmos uma agenda estratégica para o setor”, enfatiza. Roriz destacou ainda que, atualmente, o petróleo representa 10% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, e que em 2020, a previsão é de que ocupe uma fatia de 20% do PIB brasileiro. O setor Plástico é o 3º maior empregador do Brasil. A maior preocupação do setor é com a queda das exportações, custo elevado da produção e falta de incentivos fiscais por parte do governo. A cadeia explica que, desta forma, é difícil concorrer com o mercado internacional, principalmente com a China.


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NOTÍCIAS O Estímulo ao crescimento industrial O Estado de São Paulo O PIB brasileiro cresceu apenas 2,7%, em 2011. Desconsiderado 2009, pico da crise econômica mundial, esse foi o pior desempenho desde 2003, quando a expansão foi de 1,15%. O que explica a sofrível performance econômica é, sobretudo, o fato de a expansão do consumo e do investimento ter sido absorvida, na maior parte, pelas importações, em especial da indústria de transformação (em 2011, os ingressos totais de bens aumentaram 24,5% em dólar). Isso foi determinante para a estagnação da manufatura, cujo PIB evoluiu apenas 0,1%. Por outro lado, a manutenção da tendência de aumento da demanda é incerta. A expansão do crédito, um dos elementos determinantes, pode estar próxima do esgotamento, a julgar pela avaliação do Banco Central de que a parcela da renda mensal dos brasileiros comprometida com o pagamento de dívidas atingiu 22,3%, em março. Com a instabilidade econômica mundial e incertezas internas, o investimento produtivo tem sido afetado. A formação bruta de capital fixo recuou de 19,5% do PIB, no primeiro trimestre de 2011, para 18,7%, no mesmo período de 2012. De acordo com pesquisa Decomtec/Fiesp de Intenção de Investimento, este deverá cair pouco em 2012, mas os aportes industriais em máquinas, equipamentos e instalações despencarão em 11%. Dois fatores podem contribuir para que o consumo interno não caia significativamente: a redução dos juros e a disposição dos bancos de elevar a concessão de crédito. Isso, porém, é insuficiente para reativar o investimento. É necessário recuperar a competitividade da indústria, o que o governo tentou realizar com o Plano Brasil Maior (PBM), criticado em função das medidas dirigidas a setores específicos e de um pretenso custo fiscal. Tais observações não resistem a uma análise mais detalhada. No total, as medidas envolvem R$ 57,9 bilhões, sendo R$ 29,2 bilhões (50,4% do total) para crédito. Todavia, aportes do Tesouro no BNDES não são subsídios, pois geram ganhos fiscais devido à expansão do produto e da renda e aumento da capacidade produtiva, além de elevar o lucro do banco, conforme comprova estudo do Ipea (texto para discussão n.º 1.665, de 2011). Dentre os recursos, R$ 21 bilhões (36,2% do total) referem-se a medidas tributárias, e somente R$ 14,8 bilhões (25,5% do total) envolvem desonerações tributárias para a indústria. Outros R$ 7,8 bilhões (13,4% do total) objetivam incentivar o consumo, e uma parte disso (R$ 3,9 bilhões) se refere ao orçamento para compras governamentais. A única medida tributária que incide diretamente nos custos de produção da indústria é a desoneração da folha de pagamentos, de R$ 14,8 bilhões, entre 2012 e 2014. Assim, o PBM desonera a manufatura em apenas 0,11% do PIB até 2014, ou 0,95% da carga tributária do setor, sem considerar o aumento da arrecadação gerado pela expansão no período. A título de comparação, a arrecadação tributária do setor foi de 33,9% do total da carga em 2010. Mesmo considerando as recentes revisões para baixo nas projeções de crescimento para 2012 e demais anos, o efeito do PBM sobre o PIB e a receita tributária deve ser positivo. Se considerarmos que o crescimento do setor induz a expansão das demais atividades, o impacto fiscal positivo seria ainda maior. Além disso, a manufatura é o setor que mais contribui para a carga tributária (33,9% do total em 2010), índice muito desproporcional à sua participação no PIB, de 16,2%, no mesmo ano. As desonerações do PBM em nada mudam essa realidade. A indústria de transformação tem alta capacidade de impulsionar o crescimento econômico: R$ 1 de aumento da sua produção gera R$ 2,22 em expansão do PIB. Todos os demais segmentos são diretamente relacionados ao setor. Portanto, o emprego e a renda também crescem mais quando ele avança, o mesmo ocorrendo com a arrecadação tributária. Assim, é adequada a intenção do governo de impulsionar a manufatura, e, ante a premência de retomar níveis mais substantivos de crescimento, podem ser consideradas tímidas as medidas previstas no PBM.


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NOTÍCIAS Renda elevada depende de indústria forte Diário de São Paulo Para o Brasil dobrar a renda per capita nos próximos 20 anos, será fundamental o fortalecimento da indústria de transformação, que contribui decisivamente para acelerar o crescimento, pois atende à crescente procura por bens mais sofisticados, apresenta maiores efeitos multiplicadores do que os demais setores e amplifica a demanda de bens de consumo para todas as cadeias produtivas. Um segundo ponto relevante é a capacidade de exportar dessa indústria. Por se tratar de produtora de bens “tradables”, permite aos países em desenvolvimento beneficiar-se das exportações de manufaturados para promover o crescimento econômico acelerado. A indústria de transformação é também o setor que paga os melhores salários nos diferentes níveis de instrução e mais valoriza o trabalhador qualificado. Outra razão que contribui para que seja responsável pelo crescimento acelerado é o fato de que é o setor que agrega mais valor por trabalhador. No Brasil, a produtividade do trabalho, medida pela relação entre valor adicionado e o pessoal ocupado, é 160% superior na indústria de transformação do que na média da economia. Isso significa que um industriário gera 1,6 vez mais produto do que os trabalhadores nos demais setores. A indústria de transformação também é importante na geração e difusão de novas tecnologias. Por ser o segmento da estrutura produtiva no qual são desenvolvidos os principais avanços tecnológicos, que garantem saltos de produtividade para a economia, uma estrutura manufatureira forte e concentrada em segmentos inovadores é fundamental para que o país passe a ser um centro mundial no desenvolvimento de tecnologia de ponta. Isso só poderá ser feito, porém, se aproveitarmos nossas vantagens energéticas e de recursos naturais para alavancar a indústria. José Ricardo Roriz Coelho é presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plástico) e diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp.


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NOTÍCIAS Sim, podemos crescer Brasil Econômico Será que o país terá de abrir mão da manufatura para crescer, mesmo que signifique uma expansão mais dependente de um ambiente externo favorável? Na última década, a economia brasileira apresentou uma taxa de crescimento contrastante com a estagnação verificada nos anos 80 e 90. Após mais de vinte anos de baixo crescimento, o país saltou de uma taxa que oscilava entre 1% e 3% ao ano para a média de 4,4%, entre 2003 e 2010. As causas para essa mudança são várias: desde a valorização das commodities, que permitiu ao país acertar suas contas externas e ser menos vulnerável às oscilações do mercado internacional, até políticas de distribuição de renda e incentivo ao consumo, que garantiram a ascensão de uma classe média consumidora. Embora esse modelo de expansão tenha sustentado o crescimento de importantes setores produtivos, como a agricultura, a extração mineral e a construção civil, a atividade que menos se beneficiou dessa política foi a indústria de transformação. Enquanto a renda crescia a quase 5% ao ano, o setor manufatureiro não foi capaz de acompanhar essa expansão e perdeu participação: em 2004 representava 19,2% do PIB, em 2008, 16,6%. A situação para indústria de transformação, porém, ficou ainda pior depois da crise internacional. Se até o crash o problema é que ela não acompanhava a expansão do PIB, a partir de então ficou praticamente estagnada (cresceu 0,2% ao ano entre 2008 e 2011). Em parâmetros relativos, continuou a trajetória de perda de participação no PIB, atingindo o patamar de 14,6% do total produzido no país em 2011. O que justificaria esse desempenho tão ruim da indústria de transformação no período recente? Será que o setor, tão importante, pois é capaz de gerar crescimento sustentado de longo prazo com empregos de qualidade, não é competitivo internacionalmente? Será que o país terá de abrir mão da manufatura para crescer, mesmo que isso signifique uma expansão menor e mais dependente de um ambiente externo favorável? Quando se analisa a estrutura fabril brasileira, verifica-se que ela é muito mais moderna do que a da maioria das nações em desenvolvimento. Apesar de ainda ter muito a ser feito em termos da melhoria na eficiência produtiva, é extremamente competitiva quando analisada dentro do portão da fábrica. Seu principal problema, porém, está no elevado custo de se produzir no Brasil. Como se sabe, nosso setor industrial é onerado por diversos elementos de custo, cujo nível se encontra acima do vigente na maioria das economias desenvolvidas e em desenvolvimento, resultando em expressiva falta de isonomia competitiva. Esses ônus, geralmente relacionados ao chamado “Custo Brasil”, dizem respeito aos tributos, ao custo de capital, encargos sobre a mão de obra, energia elétrica e logística, dentre outros. Trata-se de fatores cujo impacto as empresas não conseguem neutralizar ou reduzir, pois são sistêmicos, e sua solução depende fundamentalmente de políticas de Estado. Evidentemente, deve-se conceber uma política industrial tendo em conta tais fatores, de modo a atenuar seus efeitos. Caso contrário, sua efetividade é comprometida, prejudicando o desenvolvimento brasileiro.


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INDICADORES ECONÔMICOS Expectativas para Economia Brasileira e para o Setor de Transformados Plásticos jul/12 Economia PIB - % cresc.

2011

Var% 2012/2011

2012

3,1%

3,2%

0,1 p.p

11,0%

10,0%

-1,0 p.p

Inflação (IPCA) - %

6,5%

5,6%

-0,9 p.p

Câmbio - R$/US$

1,75

1,75

-

Investimento (FBKF) - %

5,5%

5,4%

-

Exportações (US$ Bilhões)

255,90

253,70

-1%

Importações (US$ Bilhões)

226,70

233,70

3%

Tx. Selic - % a.a

Balança Comercial - US$ Bilhões

29,10

20

-31%

PIB Industria - %

2,5%

3,3%

0,8 p.p

Produção Física Industrial - %

1,0%

2,7%

1,7 p.p

Investimento da Indústria da Transformação (R$ Bilhões)

167,1

Emprego Industrial - %

1,3%

Setor de Transformados Plásticos

2011

-

-

0,7%

-0,6 p.p

Var% 2012/2011

2012

Produção de Transformados (R$ bilhões)

48,8

50,26

3%

Consumo Aparente de Transformados (R$ bilhões)

51,9

54,5

5%

Importação (US$ Bilhões)

3,39

3,90

15%

Exportação - (US$ Bilhões)

1,50

1,53

2%

Empregos (mil pessoas)

357

370

Investimentos (Geral - Borracha e Plástico) - R$ Bilhões

6,36

-

-

Investimento (em Máquinas e Equipamentos) - R$ Bilhões

4,9

-

-

Investimento (em Gestão) - R$ Bilhões

0,6

-

-

Investimento (em Inovação) - R$ Bilhões

0,73

-

-

Investimento (em P&D) - R$ Bilhões

0,13

-

-

Balança Comercial Setor Plástico (US$ Bilhões)

(1,89)

(2,37)

25%

Faturamento da Industria de Transformação (R$ Bilhões)

50,60

53,43

6%

4%


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EXPEDIENTE Presidente: José Ricardo Roriz Coelho Superintendente: Paulo Henrique Rangel Teixeira Equipe: Antonio Orlando Kumagai Júnior Pamela Giordano Nogueira Schmidt Dias Eliane Pereira da Silva Fernanda Roberta Gonçalves Gomes Greyce Sacramento dos Reis Juliana Freitas da Silva Juliana Melloni

Julio Cesar da Silva Ferreira Marcos Ferreira do Nascimento Milene Simone Tessarin Natalia Mielczarek Paulo Sercundes da Silva Teresinha Vera Torres

ABIPLAST A Casa do Plástico Av. Paulista, 2439 - 8ºandar cj 81 e 82 CEP 01311-936, São Paulo - SP Tel. (11) 3060-9688 Fax. (11) 3060-9686 Site: www.abiplast.org.br E-mail: abiplast@abiplast.org.br


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