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NEWS

Informativo - 2012 - ano 2 - Edição nº04 - Fevereiro

Parceria entre PISO e Sodexo leva benefícios às empresas e seus colaboradores

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PISO acaba de firmar uma parceria com a Sodexo, empresa de cartões de vale-refeição com abrangência em todo o território nacional. O grande benefício destacado pela parceria é a taxa de administração zero para empresas, independente do porte, o que possibilitará que firmas com menos de 100 funcionários ofereçam o vale-alimentação aos seus colaboradores. Além da tarifa zero, a empresa ainda terá um prazo de 30 dias, após o crédito, para fazer o pagamento à Sodexo. Para aderir ao programa, basta que a empresa esteja filiada ao PISO e em dia com suas obrigações para com a associação. Como é o caso da Custom Software, que desde 2005 oferece alimentação aos seus colaboradores através de convênio com restaurantes, mas que aderirá ao uso do cartão Sodexo, já que ele oferece uma liberdade de escolha muito mais abrangente dos estabelecimentos conveniados. “Dessa forma, estamos levando mais benefícios aos nossos profissionais e à empresa também, pois o uso dos cartões Sodexo torna a administração deste benefício mais simples e rápida, pois é centralizada em um único fornecedor”, revela Rogério Pontoglio, diretor da Custom.

O diretor da Hadrion, Alexandre Costa, compartilha da mesma opinião. Para ele, a grande vantagem em adquirir o cartão Sodexo é o fato dele proporcionar aos colaboradores uma flexibilidade muito maior de escolher onde desejam almoçar. “Dessa forma, estamos pensando na oferta, cada vez maior, de conforto e bem-estar dos nossos profissionais, tendo em vista que a Hadrion, mesmo tendo menos de 100 funcionários, desde sua criação, há 12 anos, sempre ofereceu almoço aos colaboradores através de convênio com restaurantes”. Para Flávio de Barros, presidente do

PISO, a parceria com a Sodexo é uma conquista que só foi possível pelo associativismo e representatividade do Polo. “Um bom programa de benefícios é uma atração a mais para a empresa, tanto nos processos de recrutamento e seleção, quanto na retenção do funcionário”, afirma. “Vale lembrar que o benefício do auxílio alimentação, quando a empresa se registra no PAT – Programa de alimentação do Trabalhador – não sofre a incidência de nenhum encargo trabalhista como FGTS, INSS, 13º Salário, etc. Ou seja, é vantajoso para a empresa e para o funcionário”, conclui o presidente do PISO.


Editorial

Convenção coletiva e benefícios

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esse ano de 2012, o PISO pôde, pela primeira vez, participar diretamente nas negociações da Convenção Coletiva de Trabalho. Alguns poderão se perguntar se esta participação fez alguma diferença ou interferiu nos rumos da negociação e em seu resultado final. Para responder a essa questão, iniciaremos fazendo uma retrospectiva de como foi a negociação em 2011. Naquele ano, algumas empresas se fizeram representar por procurações. As negociações endureceram-se de ambas as partes, não houve acordo e a questão foi a julgamento na Justiça do Trabalho. Ainda hoje, não temos a definição desse julgamento. Mesmo assim, conseguimos demonstrar que temos necessidades diferenciadas e que precisamos ser ouvidos. Ainda em 2011, trouxemos à Ribeirão Preto o presidente do SEPROSP Luigi Nesse para uma reunião com os empresários de nossa região, reforçando ainda mais as nossas necessidades e representatividade. Nas negociações de 2012, já participando na Comissão de Negociação, pudemos intervir em questões que nos são importantes e que, para as grandes empresas da capital, são pouco relevantes. Dentre essas questões podemos citar o benefício do Auxilio-

-alimentação. As grandes empresas já oferecem esse benefício, portanto para elas, não seria nenhum problema estabelecê-lo em convenção, desde que fossem atendidas outras questões de interesse delas. Reconhecemos a importância de um beneficio como esse, porém, para a maioria dos associados do PISO, representaria assumir um custo adicional repentinamente e em simultaneidade com o reajuste salarial. A nossa ação, na qual tivemos êxito, foi de escalonar a obrigatoriedade do beneficio de acordo com o porte das empresas, aplicando-se inicialmente a organizações com mais de 100 funcionários e, em 2013, para empresas com mais de 50 funcionários. Nesta mesma linha, caminhavam as negociações para estabelecer em convenção a Participação em Lucros e Resultados (PLR), a qual conseguimos estabelecer que, inicialmente, apenas as empresas com mais de 50 funcionários deverão iniciar negociações com o SINDPD visando a implementação do beneficio. As negociações da CCT 2012 foram concluídas em 24 de Janeiro de 2012 e, na nossa visão, valeu a pena participar e defender os nossos interesses. Atentos aos direcionadores e tendências das negociações desde 2011, o PISO já vem tomando outras ações que facilitam e apoiam

as empresas, tanto na redução de seus custos na implementação de algumas políticas, como no apoio à gestão estratégica. Nessa edição, apresentamos duas dessas iniciativas, sendo a primeira delas os trabalhos com indicadores de desempenho que vêm sendo desenvolvidos pelo CETEC, que além de suporte à gestão, também podem apoiar um programa de PLR ou PPR. A outra ação é o convênio com a SODEXO, que possibilita que as empresas de pequeno porte também possam implementar o benefício do Auxilio-alimentação com os mesmos custos das grandes empresas. A luta por um cenário tecnológico cada vez melhor, continua. E, na região de Ribeirão Preto,o PISO cumprirá seu papel de estar sempre apoiando e promovendo grandes e importantes melhorias.

Grande abraço, Flávio Barros, Presidente.

Você sabia que

Você sabia que: colaboradores motivados resultam em muito mais sucesso das empresas? Dando sequência aos trabalho do Grupo de RH, o PISO traz no próximo dia 17 de fevereiro a psicóloga, Doutora em Ciências Sociais e especialista em Recursos Humanos Maria Estela Ferreira Nascimento, que mostrará o caminho de como preparar pessoas para o futuro de uma empresa de acordo com missão, valor e visão, exercitando as práticas de RH e apresentando modelos de desenvolvimento de pessoas.

Expediente

Segundo a palestrante, para o empresário, trata-se da oportunidade de aprender ferramentas de RH que poderão ser desenvolvidas em seu cotidiano. O evento, que será prático e teórico, contará com trabalho vivencial, exercícios e apresentações de cases de sucesso, palestra e trabalhos motivacionais. “Com as vivências apresentadas, cada empresário chegará a uma conclusão que melhor se adéque à sua empresa”, garante.

A troca de experiências será baseada nas diretrizes missão, valor e visão de cada empresa, mostrando aos empresários os caminhos de investimentos necessários para valorizar o colaborador, motivando-o em prol de seu bem-estar e do desenvolvimento das organizações. O evento acontece a partir das 8h no Office Tower – prédio localizado com entrada pelo estacionamento do Ribeirão Shopping.

O PISO News é uma publicação do Polo Industrial de Software de Ribeirão Preto direcionada a associados. Coordenação Geral: Flávio de Barros, presidente - Apoio editorial: Andresa Cantolini Zamoner Jornalista Responsável e editora: Lívia Komar (MTB: 45.945) Redação: Lívia Komar e Mariana Nakane - Diagramação: Mariana Nakane - Produção: Plano A Comunicação Empresarial

PISO - Rua Aureliano Garcia de Oliveira, 185 - sala 15 - Ribeirão Preto-SP - Fone: (16)3236-5445 - Fax: (16)3236-5442 - contato@piso.org.br


Entrevista

Entrevista do Mês: SMARAPD não poderia ser mais acertado: PISO se traduz realmente numa sustentação de ideias e ideais.

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PISO News de fevereiro entrevista Maurício Affonso, coordenador de vendas de software da SMARAPD, empresa que atua desde 1980 focada em administração pública. Fale sobre a história da empresa. A SMARAPD nasceu em fevereiro de 1980, pela iniciativa de José Carlos Porto e Edson Audi da Cruz, com o nome de Prodae (Processamento de Dados e Assessoria Empresarial), durante a Lei de Reserva de Mercado, com a finalidade de atender nichos de mercado ainda inexplorados. Não havia um foco específico e atendia praticamente clientes de todo ramo de atividade. Qual o principal mercado de atuação da Smarapd? Administração pública, principalmente na esfera de governos municipais. Esta escolha aconteceu em 1982, com a entrada de Elcio Magnani na sociedade. Nestes 32 anos, a SMARAPD prestou serviços também para órgãos federais, como Serpro e INSS, porém, se consolidou no desenvolvimento de soluções para prefeituras, câmaras e demais autarquias. Atualmente, são duas unidades principais de negócios: gestão pública como fábrica de software e impressão de dados variáveis - esta unidade atende também a clientes da iniciativa privada, como bancos e empresas de planos de saúde. Quais as dificuldades que a empresa enfrentou para se manter no mercado? No início, podemos citar o alto custo das aquisições de equipamentos, o que levou a empresa a firmar parcerias comerciais

com alguns clientes, como a SMAR Equipamentos Industriais (daí a origem do atual nome - SMARAPD). Outra dificuldade era a contratação de profissionais especializados em informática, com conhecimento de administração pública, além de fatores incontroláveis do ambiente externo, como a exigência ao atendimento a legislações específicas para cada estado, através dos Tribunais de Contas. Os altos investimentos em escolhas de ferramentas ainda desconhecidas no mercado também impactaram de maneira negativa em alguns momentos. De qualquer forma, todos estes obstáculos foram vencidos e contribuíram muito para o crescimento da SMARAPD. Em que projetos a empresa trabalha, hoje? Temos muitos projetos em andamento, mas o principal trata do desenvolvimento de nova versão dos sistemas integrados, baseado em uma modelagem de negócios revolucionária para nosso target. Um grande diferencial será a plataforma full web, o que permitirá à SMARAPD participar de licitações que hoje são tecnicamente inviáveis. Como o PISO influencia as atividades das empresas? De forma totalmente positiva. Além dos treinamentos e certificações, o intercâmbio de experiências permite um benchmarking saudável entre as empresas. Aprendemos muito, principalmente com os êxitos das participantes. A união das empresas produtoras de soluções em informática trouxe um conceito novo na forma de gerenciar a TI para as filiadas de Ribeirão Preto e região. O nome

O que acredita que deva ser melhorado no setor de TI em Ribeirão Preto e região? O grande desafio para o futuro será o de maximizar resultados e minimizar riscos para as empresas filiadas para poderem transferir os benefícios aos clientes e, com isso, melhorar a qualidade da receita e do mark up. A criação de equipes multidisciplinares de desenvolvimento de soluções facilitaria muito as entregas de novos produtos. Como o PISO pode participar do processo? Procurando acompanhar todas as tendências do mercado de TI, através de ações corporativas globais, na tentativa de prever quais serão as variáveis incontroláveis do ambiente externo, denominadas PEST Politíco-legais; Econômicas; Sócio-culturais e principalmente, Tecnológicas. É imperativo produzir uma vacina para esta peste. Qual é a análise que a empresa faz da importância do PISO para a profissionalização da área? As conquistas já foram sentidas em muitos aspectos, como redução da alíquota do ISSQN e transferência de conhecimento, entre outros. Na visão da SMARAPD, a busca pela excelência, além de reconhecimento, traz excelentes resultados. Fica difícil imaginar como teriam sido os avanços até aqui sem a existência do PISO.

Errata Na edição de dezembro, cometemos dois erros de grafia dos nomes das empresas associadas ao PISO: CashMotor$ e INCCA. Além disso, não citamos a Custom como participante do CETEC, na matéria “Indicadores definidos no CETEC são importantes aliados para crescimento das empresas”.


Produção

Por meio de Indicadores de Produção, CETEC busca otimizar padrão de qualidade das empresas

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esde o último semestre de 2011, o CETEC – Centro de Tecnologia do PISO, que tem como principal objetivo manter e otimizar o padrão de qualidade dos associados, vem desenvolvendo indicadores de produção para facilitar o dia-a-dia do empresário. Dessa forma, se antes o grupo focava-se apenas em estudar tecnologia, passou também a se preocupar com processos e pessoas. Para isso, o PISO convida periodicamente as empresas associadas para definir quais indicadores mensurar e aplicar na realidade

de cada uma delas. Segundo Flávio de Barros, presidente do PISO, a partir da definição e coleta desses indicadores pode-se estabelecer como está a média de cada um desses indicadores nas empresas participantes e cada empresa, na comparação com a média, pode se situar e estabelecer metas de melhoria, se for o caso. Dessa forma, identificar e estudar esses índices nada mais é do que uma ação de gestão com foco em resultado, a qual cria referências que permitem estabelecer campanhas de melhoria com metas de obtenção de êxitos. “Assim, é possível até mesmo preparar um programa de PPR, que vem sendo pleiteado pelo sindicato”, salienta Flávio. Porém, o responsável pelo CETEC, Antonio Victuri Junior, lembra que é preciso ter cuidado quanto à qualidade dos dados cole-

tados e seus resultados. Isso por que, a coleta de informações e o processo de medição são chaves para a gestão de desempenho por indicadores. “A avaliação em um ambiente de serviços não é possível sem o conhecimento dos processos e mensuração de indicadores de desempenho, já que esta não deve ser feita apenas por aspectos subjetivos. Portanto, é preciso ter um fluxo definido e um controle sobre a execução das atividades”. Todavia, é difícil concluir que determinado índice seja bom ou ruim, por isso o CETEC está trabalhando a fim de obter um referencial para esta avaliação, baseando-se nos seguintes tópicos: • Eleição da área de interesse; • Definição dos indicadores mais importantes; • Alinhamento dos critérios de obtenção dos indicadores; • Obtenção dos indicadores em cada empresa; • Apresentação ao grupo CETEC; • Conferência dos critérios; • Divulgação mensal ao PISO sobre os indicadores, mantendo sigilo sobre os resultados de cada empresa.

Talentos do Piso

Prática do Arco e flecha ajuda na concentração

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Talentos do Piso desta edição traz como tema um esporte não muito comum no Brasil: o Tiro com Arco e Flecha. A atividade praticada pelo diretor comercial e de marketing da Heurys, o mineiro de 47 anos, Ronan Morais Rocha, foi descoberta por acaso quando ele estava de férias em um hotel que oferecia aulas e nunca mais saiu de sua rotina. Desde então, Ronan dedica parte de seu tempo livre às aulas, o que o ajuda em seu dia-a-dia de trabalho, já que uma das principais chaves de sucesso do Arco e Flecha é a

concentração. “A prática da arqueria faz com que se busque aumentá-la cada vez mais. Transpor isso para o dia-a-dia acaba sendo um exercício natural”. Com 30 anos de carreira no mercado de Tecnologia da Informação, técnico em Processamento de Dados, graduado em Gestão de TI, casado e pai de três filhos, quando não está aprimorando a pontaria, Ronan também tem como passatempo a leitura, o cinema, a navegação pelo Facebook, além das viagens de férias com a família.

Se você pratica um esporte diferente, toca um instrumento exótico, coleciona algo inusitado ou participa de trabalhos artísticos, culturais ou sociais, encaminhe as informações para contato@piso.org. br.Você pode ser o próximo entrevistado!

Informativo Piso  

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