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ARQUITETURA E URBANISMO por+folio DESIGN

2014 - 2018

JÚLIA PIMENTA


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JÚLIA PIMENTA


CV


JÚLIA PIMENTA julia.pimenta@usp.br (11) 98812 5665

EDUCAÇÃO

2012 - 2013 2014 - 2019 2017

Curso de Linguagem Arquitetônica do Filippo Faculdade de Aquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP) {CURA} Cursos de Representação Arquitetônica

EXPERIÊNCIA

2016 2016 2016 - atual 2017 - atual

Pesquisadora | Ciclocidade Monitora de Graduação | FAU USP Ilustradora freelancer Designer | LSI-TEC/FEBRACE

(CON)CURSOS

PUBLICAÇÕES

​ 2016 Curso “Campo-cidade: espaço urbano e produção de alimentos na Zona Leste” na UNIFESP 2016 Curso “Direito Urbanístico” na Faculdade de Direito da USP 2017 Seminário Internacional “Onde estão as Mulheres Arqui- tetas?” no Centro Cultural São Paulo 2017 Participação no concurso de arquitetura 3º Prêmio {CURA} Rios Urbanos ​ 2015 2016 2016

Estúdio Gravataí, vol. V/V | FAUUSP A bicicleta na cidade: Dados de Ciclomobilidade em São Paulo | Associação Ciclocidade Lendo e compartilhando Jane Jacobs | Revista Políticas Públicas & Cidades

COMPETÊNCIAS

AutoCAD Fotografia Illustrator Indesign Pacote Office Photoshop Premiere QGis Sketchup V-Ray

IDIOMAS

​ ortuguês (fluente) P Inglês (avançado) Espanhol (básico)


CONTEÚDO


ARQUITETURA cellula casa de cultura jaraguá URBANO hortas urbanas confluência GRÁFICO sesc belenzinho febrace OUTROS TRABALHOS mube em análise design do objeto fotografia


ARQUITETURA


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CELLULA projeto acadêmico 2014 Tamanduateí / SP / Brasil conjunto habitacional Henrique Silva, Júlia Pimenta, Marco Attucci, Pedro Fernandes Orientação: Cesar Shundi


O conjunto habitacional foi projetado considerando o contexto da Operação Urbana Bairros do Tamanduateí (OUCBT), a qual tem como premissa a conexão inter-bairros a partir da transposição da ferrovia, do Rio Tamanduateí e da Avenida do Estado. Para atingir esse objetivo, foi necessária a realização de um plano cicloviário, a abertura de ruas para novas ligações e o destamponamento do Rio Tamanduateí. O volume do conjunto é formado por células, distribuídas no perímetro da quadra, que se articulam a partir dos conceitos de permeabilidade e transparência. No térreo o conjunto é todo livre, com as áreas construídas sendo de uso público ou

comercial. Entre os locais de uso público, destaca-se a presença de um Centro de Atendimento à Mulher. A configuração das células executa a porosidade desejada na transposição cidade/quadra. A conjugação das células delimitam vazios que podem ser frestas, varandas, jardins, espaços com pé direito duplo, etc. O jogo de volumes criado permite a incidência ritmada da luz nos corredores de acesso às habitações. Com abertura para os dois lados, as células ganham ventilação cruzada e iluminação natural abundante. Esse jogo pode ser realizado pois os elevadores têm paradas em corredores de circulação a cada dois andares.


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A rua do projeto, pensado em conjunto com outros dois projetos de uso misto, possui um caráter comercial e foi desenhada prevendo uma ciclovia, além de uma nova estação de trem na sua intersecção com a Avenida Parque da Mooca. A arborização também é assinalada, a fim de oferecer o conforto necessário para a dinâmica comercial e para mitigar dois dos grandes problemas destacados pela OUCBT: ilhas de calor e pontos de inundação.

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CASA DE CULTURA JARAGUÁ projeto acadêmico 2017 - 2018 Jaraguá / SP / Brasil equipamento cultural Júlia Pimenta Orientação: Angelo Bucci


O projeto se originou a partir da demana da administração municipal de São Paulo em definir áreas prioritárias para implantação de equipamentos de cultura na cidade, as Casas de Cultura. Foram definidas regiões prioritárias da cidade e cada aluno da disciplina ficou responsável pelo desenvolvimento de um dos edifícios capilares do sistema integrado de redes de equipamentos de educação, cultura, esportes, lazer, assistência social e saúde. A Casa de Cultura Jaraguá, por exemplo, localiza-se no Jaraguá, Zona Norte da cidade de São Paulo, muito próxima à Estação de trem da CPTM Jaraguá, em uma região bastante carente de equipamentos culturais,

em contraposição com a rica produção cultural local. O lote está situado em uma esquina notável, entre a Igreja Nossa Senhora da Conceição e o projeto de habitação, desenvolvido na esquina oposta e pelo mesmo estúdio de projeto da FAU USP. A primeira decisão projetual tomada para a CC Jaraguá foi determinar o seu térreo como uma área de livre acesso integral. São três os elementos principais que compõem a arquitetura do térreo: uma grande esplanada livre de concreto, um muro ao longo do perímetro do terreno destinado às pinturas de grafite e, por fim, uma passarela de desenho orgânico destinada aos pedestres.


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Os quatro salões, protagonistas do programa da casa de cultura, possuem especificidades e layouts distintos. Por exemplo, o salão de apresentações, coberto pela grande esplanada, é semi enterrado e possui acesso direto pelo térreo. Todos os outros salões estão no volume superior do complexo. O salão de leitura está próximo ao café e possui uma varanda com vista para o Pico do Jaraguá. O salão museu está direcionado para o painel de grafite e, com um balanço, avança por cima da esplanada. Enfim, o salão de oficinas divide-se em dois andares: um para as oficinas de artes plásticas e outro para oficinas de multimídia. O esquema construtivo baseia-se no tradicional sistema laje-viga-pilar em concreto armado in loco. O edifício possui, entretanto, particularidades como um balanço de cinco metros sustentado por uma treliça, cabos de aço para a sustentação da passarela no térreo e vedações em vidro e painéis perfurados de concreto, para além da alvenaria convencional.


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URBANO


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HORTAS URBANAS projeto acadêmico 2017 Brasilândia / SP / Brasil desenho urbano Ana Mello, Beatriz Cintra, Caroline Lohnhoff, Júlia Pimenta Orientação: Leonardo Loyolla e Marta Lagrecca


A partir da identificação dos Linhões de Alta Tensão da Eletropaulo como espaços pouco disputados - em uma região com precariedades de diversas naturezas e carência de áreas livres - o projeto teve como premissa a transformação desses visando a melhor transposição e permeabilidade dessa barreira física; a conscientização da população sobre a importância da produção alimentar urbana, a partir do seu papel pedagógico; a revitalização e requalificação paisagística de espaços degradados e subutilizados; a capacitação profissional de parte da população local; a contenção de parte da mancha urbana e, finalmente, a conexão entre

espaços livres e públicos relevantes na região. A partir de uma análise dos elementos urbanísticos da região da Brasilândia, mais especificamente do bairro Jd. Elisa Maria, optou-se por detalhar três locais com diferentes características espaciais e morfológicas. Portanto, a política e desenhos urbanos incidentes na região são estruturados a partir das Hortas Escolas (espaços de capacitação profissional da população local), das Hortas Padrões (espaços de produção alimentar em larga escala), e das Hortas Lúdicas (espaços educativos e pedagógicos).

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Os Linhões de Alta Tensão ou Linhas de Transmissão (LT) são elementos que percorrem grandes extensões da paisagem urbana do território da Brasilândia, ultrapassando os limites do Bairro do Jd. Elisa Maria. Em função disso, o grupo considerou importante delimitar um recorte de intervenção nesse espaço. O recorte escolhido levou em conta as vias mais importantes do bairro como a conexão de equipamentos urbanos fundamentais nessa escala e de difícil acesso, como relatado pelos moradores e trabalhadores do Elisa Maria durante a visita de campo. Como exemplos, a Fábrica de Cultura da Brasilândia, EMEFs, EMEIs, CEIs, EM. As duas LTs que cortam o bairro conectam, além disso, fragmentos de áreas verdes importantes para o microclima e permeabilidade do solo, tais como a grande gleba do Aterro de Inertes Itaberaba e algumas pequenas praças no território. São previstas melhorias viárias e paisagísticas para alguns pontos chaves ao longo da extensão das LT. Em função da variedade de morfologias ao longo da LT, os espaços possuem caráteres e potenciais paisagísticos muito distintos. No caso do cruzamento da Rua Bernardo de Vera com o linhão, evidencia-se um fortíssimo potencial para mirante urbano, como procura expressar o croqui ao lado.

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As Hortas Escolas são os espaços de ensino e capacitação profissional da população local. Nelas, há uma setorização dos canteiros a partir das etapas do cultivo. São, ainda, a sede do equipamento de oferta de alimentos urbano. Nesse espaço, são realizadas aulas, palestras e discussões sobre a questão da produção, armazenamento, distribuição e consumo de alimentos.

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Nas Hortas Padrões, é reforçada a ideia da produção agrícola urbana, uma vez que se voltam à produção em larga escala. Possuem também como objetivo gerar emprego para moradores locais, assim como proporcionar alimentos de boa qualidade e menor custo. Nesses espaços, os espaços para canteiros são otimizados ao máximo, para garantir maior produtividade. Toda a produção é direcionada para merendas escolares, bancos de alimento públicos ou mercados populares.

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As Hortas Lúdicas se propõem a serem espaços livres que permitem a realização de hortas coletivas, além de possuirem um caráter pedagógico por estarem próximas às escolas públicas da região. Nelas, propõe-se o escalonamento de pequenas horas e patamares e a criação de pomares urbanos.

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CONFLUÊNCIA concurso 2017 Brasilândia / SP / Brasil desenho urbano Amanda Ribeiro, Ana Mello, Beatriz Martinez, Júlia Pimenta, Luiz Guilherme Doring Concurso {CURA} Rios Urbanos


O projeto é uma proposta de intervenção na confluência de importantes córregos urbanos da Bacia Hidrográfica do Cabuçu de Baixo, localizada no distrito da Brasilândia, zona norte do Município de São Paulo. A Bacia possui área de 42,6 km², que corresponde a 2,8% da área total do Município, e seu eixo principal com cerca de 13,6 km compreende os córregos do Canivete, Bananal e Cabuçu de Baixo, sendo este último um importante afluente da margem direita do Rio Tietê. Na região já está implantado o projeto do Parque Linear do Canivete, que prevê a recuperação de córrego e margens, instalação de equipamentos de lazer e realocação

da população em áreas de risco e, portanto, em situação alta de vulnerabilidade. À jusante do Canivete está localizado o Córrego do Bananal, que encontra-se altamente degradado, com múltiplas ocupações irregulares ao longo de sua extensão e lançamentos de esgoto in natura, além de elevadas carga de poluição difusa. No projeto, é proposto um novo olhar para os corpos d’água urbanos, atribuindo-lhes papel essencial/central na paisagem. Pensou-se em tratar o redesenho urbano do Bananal a partir de uma cultura de utilização cotidiana deles.

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Espera-se que os moradores locais convivam em harmonia com os córregos, a partir da implantação de nova tipologia habitacional ao longo de sua extensão. São previstas áreas de permanência - como praças e áreas alagáveis - e áreas de transposição - como pontes, ciclovias e bulevares. Além disso, prevê-se a instalação de mobiliários e brinquedos urbanos, de uma estação de tratamento de esgoto compacta, de pontos de coleta seletiva e de um sistema de captação de águas pluviais na cobertura de cada edifício.

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GRÁFICO


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SESC BELENZINHO acadêmico 2017 Belém / SP / Brasil projeto gráfico Ana Mello, Júlia Pimenta, Maria Rita Barossi, Tatiana Scholz Orientação: Polise de Marchi


O processo de criação do novo projeto visual-gráfico do Sesc Belenzinho começou com a investigação do lugar. Qual é a história deste Sesc e o que ele significa para os usuário tanto do bairro homônimo quanto para a cidade como um todo. Associada a esta investigação histórica, dedicou-se a levantar informações em campo, etapa essencial para compreender o espaço a partir da vivência, lendo seus fluxos e dinâmicas e entendendo suas faltas. Analisou-se as carências - ou ineficácias - de sinalização e as potencialidades visuais do local. Com isto, partiu-se então para a etapa de criação e de exploração de possibilidades, a partir das quais consolidou-se uma

linguagem que se pretende coesa para sinalização espacial, programação e marca do Sesc Belenzinho. Os elementos visuais considerados mais marcantes no ambiente do Sesc foram grids - presentes em diversos locais: nesse vitral do grande vão central (foto ao lado), na grelha metálica do teto, no chão do pátio externo - e a escada vermelha da entrada, que compõe um jogo visual com as fitas vermelhas - o espelho dos degraus - e pretas - os vãos - intercaladas e em perspectiva. Avaliou-se a identidade visual existente na instituição como pouco coesa, no sentido de que não forma um conjunto de elementos com características comuns.

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A sinalização ordenou-se através (1) da diferenciação dos elementos pela sua espacialidade e (2) da diferenciação dos tipos de informação. Para designar os diferentes objetos criamos uma rede baseada em elementos que fazem referência ao universo têxtil e ao mesmo tempo fazem alusão metaforicamente às respectivas funções. Assim, as estacas pequenas em formato de prisma triangular, utilizadas para nomear as àrvores no Sesc Belenzinho, foram nomeadas alfinetes. As placas penduradas foram nomeadas linhas. As placas parafusadas em cada andar ao lado de cada elevador ou escada, para indicar a rede de redes Wi-Fi, banheiro e pictogramas e geral e para indicar o nome de um local foram chamadas de botões. Estampa foi o nome dado aos adesivos em grandes superfícies do vão interno principal. Os tótens móveis para avisos ou informações temporárias foram intitulados agulhas. Os tótens maiores chumbados no chão, tramas. Por fim, os grandes calendários com a programação receberam o nome de teares.

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agulha


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FEBRACE profissional 2018 Cidade Universitária / SP / Brasil projeto gráfico e editorial Júlia Pimenta Trabalho para o Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico


A FEBRACE (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia) é uma grande mostra de projetos, com trabalhos de alunos de escolas públicas e privadas de todo o país e acontece todo ano desde 2003 no Campus da USP. Para a FEBRACE 2018 (16ª edição) foram realizados materiais gráficos de divulgação e relatórios, além de peças específicas como medalhas, camisetas, troféus, marcadores de livros, diagramação de anais e relatórios, entre outros. Ademais, foram pensados para essa edição novos meios de comunicação que fossem mais interativos e levassem em consideração as mídias utilizadas pelo público alvo do projeto.

A FEBRACE está entre os projetos de maior volume, importância e reconhecimento público realizados pelo Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC). Assim, é uma grande responsabilidade fazer parte da elaboração da comunicação gráfica e visual desse evento, uma vez que Feira tem um alcance em todo território nacional. A produção dos materiais gráficos, em maior escala, é mais criteriosa e exige que as peças estejam prontas com uma antecedência considerável.

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1. Tema e Autoria

Identifique problemas que gostaria de e/ou situações que deseja entender mel projeto individualmente ou em equipe ( e escolha o tema do seu projeto.

2. Diário de Bordo

Providencie um caderno e uma pasta bordo do seu projeto. Este diário de b registrar e organizar cronologicament seu projeto, desde as suas primeiras id escolha do tema.

3. Plano de Pesquisa

Elabore seu plano de pesquisa que deve título do projeto, questão ou prob científica ou objetivo de Engenharia materiais e métodos (procedimentos) verificar a hipótese científica ou para ati e bibliografia (no mínimo as três referên

Principais

4. Orientador / Coorientador

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Discuta e aprimore o plano de pesq orientador. Em alguns casos, você e seu conclusão de que será necessário ter (algum outro professor ou profissional envolvida no projeto) para ajudar a apr acompanhar e supervisionar o desenvo

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5. Cadastro Inicial

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Inicie o cadastro do seu projet (www.febrace.org.br/submeter), inseri participantes e o plano de pesquisa. A você passará a ter prioridade no atendi informes da FEBRACE com dicas e talentos em Ciências e Engenharia.

Auxiliares Claras

6. Questões Éticas e de Segur

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Você deverá tomar alguns cuidados e p do desenvolvimento do seu projeto, se ou mais dos tópicos a seguir: pesquisas vertebrados, recombinação de DNA (reagentes e/ou substâncias químicas) Neste caso, é obrigatório realizar o (descrito no item anterior) e aguardar Revisão Científica da FEBRACE antes d do projeto.


e resolver, fatos, fenômenos lhor. Decida se irá conduzir o (de no máximo 3 estudantes)

para servir de diário de bordo será utilizado para te todas as informações do deias e reflexões para a

erá conter os seguintes itens: blema identificado, hipótese a, descrição detalhada dos ) que serão utilizados para ingir o objetivo de Engenharia, ncias iniciais importantes).

uisa com o seu professor u orientador podem chegar à r também um coorientador l especialista de alguma área rimorar o plano de pesquisa e olvimento do projeto.

to no site da FEBRACE indo as informações dos A partir deste cadastro inicial imento a dúvidas e a receber oportunidades para jovens

rança

7. Desenvolvimento Conduza o projeto, de acordo com seu plano de pesquisa, seguindo o Método Científico ou o Método de Engenharia. O projeto deverá ser totalmente desenvolvido e conduzido por você, estudante (ou por uma equipe de no máximo três estudantes), e acompanhado e supervisionado pelo orientador/coorientador. Lembre-se de que todo andamento do seu projeto deverá ser registrado por você no seu diário de bordo. Ao longo do desenvolvimento, registre todas as etapas anotando detalhadamente e precisamente (indicando datas e locais) todos os fatos, passos, observações, descobertas, indagações, investigações, entrevistas, testes, resultados e análises.

O QUE É A FEBRACE? A FEBRACE - Feira Brasileira de Ciências e Engenharia é um movimento nacional de estímulo à cultura científica, à inovação e ao empreendedorismo na educação básica (fundamental, média e técnica). A FEBRACE tem como principais objetivos estimular novas vocações em Ciências e Engenharia e induzir práticas pedagógicas inovadoras nas escolas. O estímulo a novas vocações é realizado por meio do desenvolvimento pelos estudantes de projetos criativos, inovadores e significativos para eles e para a sociedade. Práticas pedagógicas inovadoras proporcionam situações e orientações para que estudantes concebam e desenvolvam projetos investigativos.

A FEBRACE propicia também a aproximação entre escolas e universidades e a interação espontânea entre estudantes, professores, profissionais e cientistas, criando espaços de trocas de experiências, de novas oportunidades e de ampliação das fronteiras do conhecimento. Inserido no contexto de diversas ações de formação e disseminação voltadas à identificação, valorização e desenvolvimento de novos talentos, a FEBRACE anualmente realiza, desde 2003, um grande evento que reúne jovens talentos pré-universitários em Ciências e Engenharia na Universidade de São Paulo (USP).

8. Relatório A partir de todas as anotações do seu diário de bordo, elabore o relatório do seu projeto. Você deverá descrever de forma detalhada o desenvolvimento do projeto, os resultados alcançados e as suas conclusões. A estrutura básica recomendada para o relatório deverá conter: folha de rosto, sumário, resumo do projeto, introdução, objetivos e relevância do trabalho, desenvolvimento do projeto, resultados, conclusões, referências bibliográficas e, se necessário, anexos.

QUEM PODE PARTICIPAR? Estudantes que em 2016 estejam cursando o 8º ou 9º ano do ensino fundamental ou o ensino médio ou técnico das escolas públicas e particulares de todo o Brasil (idade máxima: 20 anos até o dia 1º de maio de 2017), que submetam seus projetos no prazo estabelecido e que sejam selecionados pelo Comitê de Seleção como finalistas para participação.

9. Submissão Finalize, até 31 de outubro de 2016, o cadastro do seu projeto, no site da FEBRACE (www.febrace.org.br/submeter), com: > informações completas dos participantes, > dados do projeto, > plano de pesquisa, > resumo do projeto (máximo 2000 caracteres), > foto do projeto (opcional), > arquivo contendo o relatório do projeto.

10. Seleção e Divulgação dos Finalistas Os estudantes que completarem o cadastro e envio do relatório terão os projetos avaliados pelo Comitê de Pré-Avaliação e de Seleção da FEBRACE quanto a aspectos de criatividade e inovação, conhecimento científico do tema, profundidade de pesquisa bibliográfica, maneira como foi conduzido o projeto, estratégias de levantamento e análise de dados e organização e clareza de apresentação do relatório do projeto. Os selecionados como finalistas para a FEBRACE 15 serão anunciados no site www.febrace.org.br, no dia 19 de dezembro de 2016.

Os estudantes podem participar individualmente ou em grupos de, no máximo, três alunos por projeto. Todos os projetos devem ter a participação de um adulto orientador com mais de 21 anos de idade e, opcionalmente, de um coorientador (maior de 18 anos).

DIÁRIO DE BORDO O diário de bordo é um documento essencial no desenvolvimento do seu projeto. Nele, você registra detalhadamente, sempre indicando as datas e locais, as primeiras ideias, reflexões, processo para escolher o tema, planejamento, etapas realizadas, dúvidas, descobertas, dificuldades, alternativas, decisões, justificativas, testes, resultados, entrevistas, análises, etc. Os registros no diário de bordo são a base para a elaboração do relatório do projeto. Sugerimos que o diário não seja feito no computador, faça anotações num caderno e organize numa pasta materiais que não possam ser colados no próprio caderno.

11. Participação de Finalistas e Avaliação Durante a Feira

PLANO DE PESQUISA

Durante a FEBRACE 15, o Comitê de Avaliação avalia as competências e conhecimentos do estudante finalista por meio da apreciação detalhada de todo o material produzido pelo estudante finalista (diário de bordo, maquete ou protótipo), bem como sua apresentação oral e desenvoltura em responder questões formuladas pelos avaliadores.

O plano de pesquisa é o planejamento inicial do seu projeto científico ou de engenharia, ou seja, é preparado antes do início do projeto. Nele, você levanta as questões que serão estudadas, as hipóteses ou objetivos, descreve o método que será utilizado para realizar o projeto e referências bibliográficas sobre o tema do projeto. O plano de pesquisa deve conter: > questão ou problema identificado; > hipótese ou objetivo de engenharia; > descrição detalhada dos materiais e métodos (procedimentos) que serão utilizados; > bibliografia – 3 a 5 referências importantes.

Acompanhe a FEBRACE

@febrace

Apoie a FEBRACE

www.febrace.org.br/valeapena

#febracevaleapena

QUAIS SÃO AS CATEGORIAS? Os projetos submetidos à FEBRACE devem estar enquadrados em uma das seguintes categorias e subcategorias:

CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA Matemática, Probabilidade, Estatística, Ciência da Computação, Astronomia, Física, Química, Geociências, Oceanografia.

CIÊNCIAS DA SAÚDE Medicina, Odontologia, Farmácia, Enfermagem, Nutrição, Saúde Coletiva, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Educação Física.

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

Biologia Geral, Genética, Botânica, Zoologia, Ecologia, Morfologia, Fisiologia, Bioquímica, Farmacologia, Imunologia, Microbiologia, Parasitologia.

CIÊNCIAS AGRÁRIAS Agronomia, Recursos Florestais e Engenharia Florestal, Engenharia Agrícola, Zootecnia, Medicina Veterinária, Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca, Ciência e Tecnologia de Alimentos.

CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

@febrace

RELATÓRIO COMPLETO DO PROJETO

ENGENHARIAS Eletrônica, Eletrotécnica, Mecânica, Química, Civil, de Minas, de Materiais e Metalúrgica, Sanitária, de Produção, Nuclear, de Transportes, Naval e Oceânica, Aeroespacial, Biomédica.

CIÊNCIAS HUMANAS Filosofia, Sociologia, Antropologia, Arqueologia, História, Geografia, Psicologia, Educação, Ciência Política, Teologia.

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O relatório do projeto é a exposição escrita do estudante, na qual devem ser descritos fatos verificados nas pesquisas, execução de experiências e também a reflexão a partir das questões identificadas. É geralmente acompanhado de documentos demonstrativos, tais como diagramas, tabelas, gráficos, estatísticas e outros. O relatório deve conter: a) folha de rosto com dados de identificação do projeto e autores; b) sumário; c) resumo do projeto realizado; d) introdução, objetivos e relevância do trabalho, desenvolvimento do projeto, resultados do projeto e conclusões; e) referências bibliográficas; f) anexos.

Direito, Administração, Economia, Arquitetura e Urbanismo Planejamento Urbano e Regional, Demografia, Ciência da Informação, Museologia, Comunicação, Serviço Social, Economia Doméstica, Desenho Industrial, Turismo.

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providências, antes do início a sua proposta envolver um com seres humanos, animais A, substâncias patogênicas ou equipamentos perigosos. cadastro inicial do projeto r a aprovação do Comitê de de iniciar o desenvolvimento

COMO PARTICIPAR


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ORGANIZAÇÃO / REALIZAÇÃO

SUPERINTENDÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SUPERINTENDÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

SUPERINTENDÊNCIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

SUPERINTENDÊNCIA DO ESPAÇO FÍSICO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

www.febrace.org.br

Organizadoras Organizadoras Roseli de de Deus Deus Lopes Lopes Roseli Irene Karaguilla Karaguilla Ficheman Ficheman Irene Elena Saggio Saggio Elena

Escola Politécnica Politécnica da da USP USP -- EPUSP EPUSP Escola São Paulo, Paulo, 13 13 a 15 de março de 2018 São

ANAIS 2018


entrada franca

venha visitar MOSTRA DE

PROJETOS FINALISTAS

13,14 e 15 de março de 2018 das 14h às 19h Tenda de eventos da FEBRACE Estacionamento da Escola Politécnica

Av. Professor Luciano Gualberto, trav. 3 Campus da Universidade de São Paulo

Acesse o site e confira a programação completa

www.febrace.org.br

Grupos com mais de 15 pessoas devem agendar a visita em

www.febrace.org.br/agendar

APOIO INSTITUCIONAL

ORGANIZAÇÃO / REALIZAÇÃO

PATROCÍNIO

Campus da USP

São Paulo 2018

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OUTROS TRABALHOS


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MUBE EM ANÁLISE projeto acadêmico 2017 Jardim Europa / SP / Brasil estudo de projeto Ana Mello, Celina Harumi, Júlia Pimenta, Luiz Sakata Orientação: Mônica Junqueira de Camargo


DESIGN DO OBJETO projetos acadêmicos 2016 design de produto

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FOTOGRAFIA 2016 - 2018


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ARUT ET IUQRA OMSINABRU E oilof+rop NGISED

ATNEMIP AILÚJ

8102 - 4102

Portfolio | Arquitetura e Urbanismo + Design  

ARQ E URB + DESIGN Portfolio, de Júlia Pimenta, graduanda em Arquitetura e Urbanismo na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade...

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