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FOTOS MAÍRA COELHO

Doce orgânico E AINDA É KOSHER E VEGAN Doce demais faz mal, isso todo mundo sabe. Mas como resistir? O máximo que se pode fazer é amenizar os males. Pensando nisso, a Dr. Organic traz para o Brasil o pirulito orgânico Yummy Earth, que não possui ingredientes químicos – e ainda é vegano e kosher! Para comprar e receber em casa a guloseima na qual até Cynthia Nixon (a Miranda de Sex and the city) ficou viciada, basta fazer o pedido pelo site www.dr-organico.com.br. A embalagem com 15 pirulitos (que garantem uma volta à infância) custa R$ 14,90.

A SOPA QUE REFRESCA

DE TRADIÇÃO ESPANHOLA, O GAZPACHO É IDEAL PARA O VERÃO Tradicional no verão europeu, o prato, de receita relativamente simples, também pode ser apreciada na cidade. Os espanhóis ensinam que a sopa fria deve ser feita à base de polpa de tomates crus, vinagre, azeite, alho, cominho e pimenta vermelha, mas existem várias versões. Sua leveza e temperatura são ideais para o verão – além de serem uma alternativa mais, digamos, encorpada à simples saladinha. O gazpacho (R$ 17) com toque de legumes crocantes é uma das opções entre as tapas frias do cardápio do restaurante espanhol Eñe (Avenida Prefeito Mendes de Moraes, 222, São Conrado. Tel.: 3322-6561).

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Guia de bolso

Gelados"Outras casas incluem o prato no cardápio nesta

ELE VAI PARAR DIRETO NO SEU CELULAR – E É DE GRAÇA

época. A receita do Focaccia (Av. Ataulfo de Paiva, 1.228, Leblon. Tel.: 2512-4488) leva alho poró e ervilha fresca (R$ 12). Na Casa da Suíça (Rua Cândido Mendes, 157, Glória. Tel: 2252-5182) também tem: o gaspacho à Andaluzia custa R$ 19 20. O do 360º (Rua Prudente de Moraes, 1117, Ipanema. Tel.: 2525-2223) inclui vagem francesa e hortelã (R$ 20). Opção também refrescante é o diferente suflê de caipirinha (R$ 17) da Forneria São Sebastião (Aníbal de Mendonça, 112, Ipanema. Tel.: 2540-8045).

Quando você viaja, se sente perdido, sem os números de telefone de restaurantes, lojas, hotéis e bares bacanas? O jeito é arranjar uma listinha telefônica da cidade e carregá-la à tiracolo. Certo? Errado. Agora você pode ter todos telefones quentes do seu destino no seu celular, sempre à mão. A Agecel (www.agecel.com) oferece o serviço de download gratuito. É só baixar a lista de sua cidade e tudo fica como sua agenda pessoal.

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DE VOLTA PARA O FUTURO

COM AR RETRÔ, O CANASTRA EMBARCA NA ONDA DO VINIL E CATIVA EM DISCO PARA DANÇAR PHILIPPE NOGUCHI

Não faz muito tempo desde que surgiu a Canastra, banda carioca formada por Renato Martins (vocal e guitarra), Edu Vilamaior (contrabaixo acústico), Fernando Oliveira (guitarra, trompete, banjo e acordeon), Daniel Vasques (saxofone), Marco Rafael (trombone) e Rodrigo Barba (bateria), o ex-Los Hermanos. Com 5 anos de estrada e dois discos lançados, o grupo não demorou a chamar a atenção com seu estilo retrô, que mistura surf music, jazz e dixieland com muito rockabilly. Hoje, já reúne uma pequena legião de fãs fiéis por todo lugar que passa. O sucesso, garante o vocalista Renato Martins, veio em grande parte graças a festa Se a Moda Pega, idealizada pelo grupo quatro anos atrás, cuja quarta edição teve início dia 7 de janeiro e rola toda quinta-feira no Estrela da Lapa. “A festa veio da necessidade de tocar, afinal tínhamos um disco só na época e éramos pouco conhecidos. Também queríamos divulgar o tipo de música que

gostamos, colocar as pessoas para dançar. E deu certo”, explica ele, feliz com o sucesso da edição deste ano. “A festa foi muito legal. Foi uma surpresa, estava bem cheio. Geralmente o primeiro dia é mais complicado”, ele diz. A banda aproveitou a festa para lançar seu primeiro EP em vinil, um formato que,

segundo Renato, embora inusitado, não é tão incomum assim. “Na verdade, o vinil está na moda. Lá fora muita gente lança discos assim. Resolvemos fazer isso pela referência do som que ouvimos e gostamos”, ele diz.

O EP, gravado em Londres e lançado pelo selo mineiro Vinyl Land Records, será parte de uma coleção de sete, que será lançada a longo prazo pela banda. “O primeiro traz um rei. A ideia e irmos lançando até termos sete, ou seja, uma canastra”, ele diz. E não é só a música que sofre influência do passado na banda, mas também o visual. No palco, além de muita energia, os músicos exibem camisas floridas e volumosos topetes, moldados a muito gel, uma escolha que, segundo Renato, jamais se torna mais importante que a música. “Acho que o conjunto do estilo atrai, mas a sua essência está no conteúdo e não na embalagem. É claro que a gente procura trazer esses elementos visuais para o show, torná-lo divertido. Mas tudo isso passa pela música. Não fazemos música de bobeira”, garante Renato. O grupo trabalha paralelamente num novo disco de inéditas. “Estamos nos movendo para gravar e lançar o álbum esse ano ainda, mas isso depende de uma série de circunstâncias, não só de nós”, adianta. REVISTA

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