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PEGA,


dinhas de lisbOA 7-8 CARTAZ MCB 11-12 ANTITHESIS GOLAS ISABELINAS 15-16 I see you , ESTICA, ENCAIXA 21-22 GROUND 25-26 NO, THANKS 27-28 QUEM SOU EU


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Já produzi três sardinhas para o concurso. A primeira foi a “Pronta para a festa”, elaborada com as famosas rendas portuguesas sobrepostas formando uma roupa para o peixe. A segunda chama-se “Brilho fake” e simboliza o consumismo exagerado dos nossos dias, onde o natural é deixado de lado e somos bombardeados por mentiras mercadológicas. A terceira foi a “Sardinha religiosa”, produzida a partir de um lenço tradicional português comumente usado por senhoras para ir à missa, que, somado ao rosário, constrói o formato do peixe religioso. O Concurso Sardinhas Festas de Lisboa acontece todos os anos na cidade e premia as sardinhas mais criativas para divulgar as festas de Lisboa. A partir da silhueta do peixe, deve-se criar uma nova maneira de enxergar essa forma tão comum no dia a dia lisboeta.

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30° Concurso Cartaz Prêmio MCB 2016

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32° Concurso Cartaz Prêmio MCB 2018

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O Concurso Cartaz Prêmio Museu da Casa Brasileira acontece todos os anos em São Paulo e premia um designer por seu cartaz. O cartaz é usado depois como divulgação do Prêmio MCB que acontece também anualmente. Aqui estão 3 cartazes que produzi em anos diferentes. Primeiramente o cartaz “Garfo e colher” para a 30ª edição que representa o número 30 a partir de objetos cotidianos nas cozinhas brasileiras. O segundo cartaz, “Café e jornal”, que apresenta o prêmio a partir de um modelo antigo de jornal brasileiro e impresso em papel jornal.

Por último em destaque está o cartaz “Plug errado” produzido também para a 30ª edição do concurso e premiado entre os finalistas do concurso. O cartaz faz alusão à obsolência do design dentro das casas brasileiras a partir de uma brincadeira entre plug novo e tomada antiga formando o número 30°. 30° Concurso Cartaz Prêmio MCB 2016 Cartaz finalista do concurso

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ANTITHESIS

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D O ANTITHESIS foi um invólucro produzido para uma garrafa de vidro de 1 litro. Nomeia-se como invólucro e não embalagem pois não existem algumas preocupações na confecção que existem na produção de uma embalagem, como: cor, empilhagem, texto e etc. O objetivo e desafio foi criar um invólucro para essa garrafa a partir de uma folha Duplex A2 sem dividíla em partes nem usar cola ou fita adesiva.


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Todo o invólucro foi criado a partir de dobras e encaixes no papel, e acomoda perfeitamente a garrafa em seu interior, ajustando sua cintura ao diâmentro da garrafa. Nessa página vemos a montagem passo a passo e a planificação do invólucro ao lado. A planificação é muito simples e pode ser aumentada ou diminuida proporcionalmente dependendo da garrafa, além de ser de grande aproveitamento no papel. O nome ANTITHESIS é devido à sua forma ser oposta ao que ele abriga.

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GOLAS Este projeto buscou recriar três tipologias diferentes das históricas golas isabelinas de Elizabeth I da Inglaterra a partir de um único módulo. Essas golas eram ostentadas por toda a corte inglesa principalmente no século XVI como um diferenciador de status e importância. Elas sempre deviam estar impecavelmente limpas e representavam a separação entre a aristocracia e o povo. Na minha reinterpretação desenhei um módulo a partir de um modelo de renda de golas da época. Esse módulo foi produzido em acrílico branco e cortado em máquina laser. Todas suas aberturas tem a mesma dimensão da expessura do material, possibilitando infinitos encaixes. A partir deles foi possível construir três diferentes tipologias que aparecem nas fotos, e as possibilidades ainda seriam inúmeras.

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A gola número 1 representa as primeiras golas do período, mais próximas ao corpo e mais simples. A gola número 2 nos mostra o auge desse acessório usado por Elizabeth I, quando as golas já haviam se tornado um dos principais sinônimos de seu reinado. Por último a gola 3 representa a adaptação dessas golas ao conforto, abertas na frente mas ainda ostentando toda a riqueza possível.


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Nesse projeto trabalhei diretamente com os alunos do último ano do curso de moda da Universidade de Lisboa e produzi um acessório que pudesse complementar a coleção que eles estavam produzindo para seu trabalho final. A coleção com que trabalhei chamava-se “I see you” e tinha como inspiração “a relação do ser humano com a natureza, apelando à sua preservação. Os cambiantes e contrastes de luz e sombra do mundo natural, assim como suas formas orgânicas, materializadas em delicadas manipulações têxteis e em uma harmonia cromática.”

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A partir desse descritivo e de croquis da coleção trabalhei em um acessório que conseguisse representar a ideia que a coleção se propunha passar. Produzi uma máscara em organza que estruturalmente é construída a partir de um óculos. A máscara é formada por várias camadas de organza que sobrepostas brincam com a ideia de luz , sombra e transparência. As máscaras foram produzidas em roxo e verde, cores da coleção, e são bordadas na estrutura metálica do óculos. O acessório produzido busca retomar poeticamente o nome da coleção por meio de um objeto que evidencia o olhar, a organicidade, a luz, a transparência, a sombra e a delicadeza presentes na natureza.

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pega, estica, encaixa E

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O projeto se iniciou com um estudo profundo sobre uma estrutura orgânica encontrada na natureza e presente no cotidiano. O cacau foi escolhido para esse estudo, e a partir de desenhos de análise que produzi com aquarela e nanquim, foram encontradas diversas características sobre sua forma, estrutura, proporção e dinâmicas internas. Todas as conclusões advindas dessa análise foram incorporadas na elaboração de um projeto de mobiliário urbano que se sustenta a partir do lúdico.

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O projeto chamado “Pega, Estica, Encaixa” utiliza o formato externo do cacau e a lógica estrutural de união das sementes para produzir um conjunto de bancos de madeira unidos por imãs formando uma estrutura ovalada. Presos em um compartimento interno por fios elásticos, os bancos podem ser retirados, esticados e presos ao solo a partir de ganchos metálicos invisíveis. O objetivo é que seja um mobiliário urbano de uso de transeuntes que passem por um parque ou praça em que estiver instalado.

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Todos os dias caminhamos por diversos lugares, vivemos novos espaços e novas experiências sensitivas. obervamos como está o céu; quais construções novas estão surgindo; quais pessoas cruzam nossos olhares; se as árvores estão floridas; os grafites nas paredes; até o momento que tropeçamos em um obstáculo. Nesse instante nos vemos obrigados a olhar para o chão, notar um personagem que passa desapercebido muitas vezes nos nossos dias. Esse personagem que está abaixo de nossos pés é motivo de brincadeira para crianças, talvez por ainda não se distanciar muito de seus olhos. Quem nunca brincou de pisar apenas em uma cor de um

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determinado piso? As crianças com sua inocência podem perceber mais do ambiente do que muitos adultos, pois seus olhos e seus cérebros ainda não estão treinados para suprimir informações em detrimento de outras tantas. A exposição GROUND aparece para dar protagonismo a esse personagem tão esquecido dentro da rotina da maioria das pessoas. Vem mostrar o quanto divertido pode ser olhar para o chão a partir de pisos da cidade de São Paulo nos fazendo voltar a ser criança. Esse projeto contrói-se utilizando fotos próprias e propõe evidenciar o quão rica e diversificada a cidade é também abaixo de nossos pés.


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A exposição acontece no piso térreo do edifício da FAUUSP, o Caramelo. Cabos de aço sustentam o teto espelhado que se projeta acima dos patamares de fotograficas expostos no Caramelo. Esses cabos se prendem acima da cobertura do edifício da FAUUSP por meio de uma estrutura sustentada por compressão que se emcaixa às paredes divisórias presentes na cobertura.

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No, thanks é um curta metragem gravado em uma antiga casa em Campos do Jordão, São Paulo, e se passa durante um final de semana de três antigos amigos. O filme é o manifesto de uma geração que possui novos anseios, escopos e ambições, e se vê presa a uma sociedade que impõe um modo de vida em que as relações humanas perdem prioridade. Esses três amigos decidem passar o final de semana juntos nessa antiga casa isolada nas montanhas para se conectarem novamente com seus ideais, crenças e desejos, particulares e coletivos.

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Direção: NODE filmes Produção e roteiro: NODE filmes e Paulo Paiva Figurino e maquiagem: Paulo Paiva

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PAULO EDUARDO DE VASCONCELOS PAIVA

QUEM SOU EU

Brasileiro, solteiro, 25 anos

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Universidade de São Paulo Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

Cursando último ano (previsão de conclusão 06/20)

Rua Redenção, 245, Belém / São Paulo, SP (11) 2693-1259 (11) 99010-9449 pevpaiva@gmail.com


Inglês Espanhol Alemão intermediário

M INTERCÂMBIO FOCADO EM DESIGN GRÁFICO E MODA NA UNIVERSIDADE DE LISBOA Período: julho de 2018 a julho de 2019 Intercâmbio de um ano em Lisboa estudando a teoria e gestão do Design Gráfico na área de comunicação e na Moda. Além de curso de iniciação à costura, ilustração de moda e produção de acessórios. ESTÁGIO EM DESIGN NA EMPRESA POLIFONIA Período: ano de 2017 A polifonia é uma escola de desenvolvimento e treinamento de liderança para executivos e empreendedores. A empresa representa no Brasil a holandesa THNK School of Creative Leadership. A THNK oferece cursos de extensão em inovação e criatividade para altos executivos ao redor do mundo Atividades: Desenvolvimento de apresentações institucionais; peças gráficas diversas (layouts, anúncios, folders, banners) ; criação e tratamento de imagens em geral; gerenciamento de redes sociais. e produção do site. Organização do Global Creative Leadership Program, curso da THNK ministrado no Brasil.

^ EXPERIENCIA

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WORKSHOP INTERNACIONAL DE ARQUITETURA PELA UNIVERSIDAD DE LOS ANDES Período: julho de 2016 Workshop intensivo de arquitetura e design com o tema “Entre El Agua Y La Piedra”. Estudo profundo sobre a cidade e todos seus componentes, transformados em peças gráficas, instalações e projeto de arquitetura.

Adobe Photoshop Adobe Illustrator Adobe Indesign Adobe Premier AutoCAD Sketchup Pacote Office

INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA USP Período: outubro de 2013 a março de 2014 Tema: Vida e obra do arquiteto Vilanova Artigas Objetivos: Organizar o acervo sobre a obra do arquiteto Vilanova Artigas doado à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Contato com modo de organização de acervos por meio curso rápido realizado no IEB- Instituto de Estudos Brasileiros. Orientadora: Profª Drª Maria Cristina Leme

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Profile for Paulo Paiva

Portfolio Paulo Paiva 2013 - 2019  

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