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Carta ao Leitor

Estamos em festa! A Petit completa 03 anos de muitos desafios, sucessos, alegrias e aprendizado. Só temos motivos para comemorar – afinal de contas, aumenta a cada dia a participação do público na elaboração da nossa revista. É muito gratificante perceber que estamos presentes nos lares de tantas pessoas e que elas, cada vez mais, interagem com a nossa equipe. Queremos parabenizar e agradecer a cada um de vocês que contribuiu – e continua contribuindo – com sua opinião, fortalecendo a Petit como um respeitado veículo de comunicação em nossa comunidade. Gostaria também de dividir com vocês a minha alegria em ser mãe pela segunda vez! A chegada da pequena Naomi encheu nossas vidas com muito mais amor. Ser mãe de uma menina está sendo uma maravilhosa experiência cor de rosa! CAPA Alícia Murad Pais FOTO Rosi Caires www.rosicaires.com.br

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Mas vamos às novidades deste mês de outubro: em comemoração ao dia das crianças, preparamos o especial “Petit Mais Criança”, mostrando quanto charme essa molecada - nosso maior tesouro – tem esbanjado por aí. E o Halloween, vocês sabem o que é? Nós vamos contar tudo sobre a festa que tem feito, também no Brasil, a alegria da garotada. Tem muito mais nesta edição, feita para vocês com muita alegria e amor. Comemorem conosco! Até a próxima, Danila Igarashi

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ÍNDICE

seu etit?

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ESPECIAL PETIT MAIS CRIANÇA

Editora: Danila Igarashi Redação: Betto Alvez Felipe Nunes

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e agosto e saiba como!

comemoração ao dia especial para que seu a grande festa!MODA

Ano 04 – Nº 19 – Out - Nov/2012 A Revista PETIT é uma publicação bimestral, com distribuição gratuita em escolas particulares em São José do Rio Preto, Mirassol e Tanabi, também é distribuída em outros pontos nas mesmas cidades.

INFANTIL

Projeto e Produção Gráfica: Wasabi Comunicação

Roupas mais adultas, mas sem perder a graça de ser criança

12 DELÍCIAS DA PETIT Uma receitinha bem fácil e deliciosa, pra você fazer e saborear com seu filho

16 DIVERSÃO NA MEDIDA CERTA Entenda qual o tipo certo de brincadeira para cada idade

28 O HALLOWEEN NO BRASIL Uma das festas mais populares no mundo ganha adeptos também no Brasil

Impressão: Fotogravura Rio Preto Jornalista Responsável: Betto Alves (MTB – 54675) Revisão de Texto: Ana Maria Suares Rocha Para Anunciar: comercial@revistapetit.com 17 3301 4235 17 8137 9061 Revista Online: issuu.com/petitcomunicacao Tiragem: 6.000 exemplares Para se corresponder: contato@revistapetit.com facebook.com/revistapetit Para adquirir um exemplar procure um dos colégios parceiros da revista e peça a sua.

36 O PAPEL DO PROFESSOR Ele é o profissional que tem influência direta no desenvolvimento de jovens e crianças

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Falar com a nossa equipe agora ficou muito mais fácil e prático.

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Já há algum tempo, os calçados e peças de roupas infantis vêm passando por algumas transformações - mas nada que tire dos pequenos aquele brilho que só as crianças têm. O que é certo é que, para o verão 2013, veremos crianças cada vez mais elegantes, por conta da tendência que vem ganhando espaço nas vitrines e nos guarda roupas: modelos que se aproximam cada vez mais do universo adulto. Isso pode ser um reflexo do aumento no número de marcas que passaram, nos últimos anos, a investir na moda infantil – e é justamente nesse ponto que

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tendências para o

VERÃO 2013 Felipe Nunes

algumas empresas estão apostando suas fichas. Pensando nesse mercado, empresas especializadas começaram a desenvolver novos estilos que conquistem o gosto dos pais e das próprias crianças. De acordo com a consultora de moda Laura Garcia, a moda infantil acompanha a moda para os adultos. Mas, ainda assim, cada uma tem suas peculiaridades. Para os pequenos, é muito importante valorizar a liberdade de movimentos, para não atrapalhar as brincadeiras. É necessário que os pais, na hora de escolher a roupa para os filhos, prezem, acima de tudo, pelo conforto. A mudança no conceito de moda infantil pode ser percebida desde a modelagem até a escolha dos tecidos. Aquele tipo de traço infantil, antes muito popular, não está mais sendo utilizado nos lançamentos. É possível até mesmo dizer que são roupas de adulto minimizadas, tamanho o cuidado com todos os detalhes na produção. Com tanto interesse neste universo, os pequenos acabam assimilando as novas tendências mais rapidamente que os próprios adultos. Se você acha que os pais são os únicos interessados nisso, não se engane: a criançada também se diverte. Assim como os adultos, os pequenos gostam de se sentir elegantes e bem arrumados - afinal, eles gostam e precisam de atenção, a fim de reforçar sua autoestima. Para a especialista Laura Garcia, a próxima temporada quente vem com muitas cores, como a moda do color blocking (blocos de cores), para os dias de sol e calor. Color blocking é o resultado da mistura de dois ou três tons diferentes, com o objetivo de refletir o comportamento das pessoas por meio das cores.

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Tons mais vivos e alegres como o rosa, o vermelho, o azul, o laranja e o verde são ótimas opções. Também há espaço para o branco total e para o preto-e-branco, combinação sempre certeira, que vem também em um mix de estampas, outra tendência da estação. Vale lembrar que a moda infantil permite brincar muito mais com cores e peças do que a moda adulta. O jeans também é aposta para os pequeninos: vem em vestidinhos, além de shorts e calças com a barra virada. Nesses casos, é possível que as calças possam vir mais curtas. As meninas podem optar por looks mais românticos, com babados e rendas, assim como visuais com influência navy – looks inspirados nos uniformes de marinheiros, em que predominam três cores. Eles também são sugeridos para os meninos, em listras nas cores azul e vermelho. Mais do que nunca, as estampas estão em alta: vale usar as de bicho, folhagens, florais, gráficas e étnicas. Nos pés, sapatilhas, rasteirinhas e sapatos-boneca podem compor o look. Para os meninos, as cores como o laranja e o rosa ganham espaço. As roupas dos meninos também ganham bolsos funcionais, recortes e detalhes inusitados. Estampas e modelagem mais ampla também pode ser uma opção. Lembre-se que é importante permitir que a criança escolha o que vestir. É uma forma de educar e interagir. Afinal, ela ainda é a maior interessada. Apesar das novas tendências trazerem roupas que se asemelham a dos adultos, lembre-se de que criança é criança. Portanto, evite roupas desconfortáveis ou desfavoráveis ao nosso clima. Os pequenos de hoje estão opinando muito mais em relação ao que vestir. Isso, além de divertido, pode ser saudável para eles, mas cabe aos pais impor os limites.

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O delicias da Petit dessa edição é especialmente para comemorar o dia das crianças em grande estilo. Nossa dica é uma receitinha bem fácil e deliciosa, pra você fazer e saborear com seu filho. Confira!

Pirulito De Bolacha Maria Ingredientes para o brigadeiro: 02 latas de leite condensado 12 colheres de sopa de achocolatado 2 colheres de sopa de margarina sem sal 2 pacotes de biscoito Maria (aquele redondinho)

Para a cobertura 1 kg de chocolate fracionado (não precisa de choque térmico e tem um sabor muito bom, bem melhor que aqueles hidrogenados) Palitos de picolé Confeitos coloridos

Modo de fazer Faça o brigadeiro juntando todos os ingredientes numa panela e mexendo até soltar do fundo. Espere esfriar. Coloque o brigadeiro entre dois

biscoitos, colocando um palito de picolé bem no centro e fechando os biscoitos pressionando levemente para não quebrar. Passe uma espátula nas beiradas para ficar lisinho.Derreta o chocolate em banho-maria e reserve sobre a água morna.Agora mergulhe esse pirulito de biscoitos recheados ao seu gosto, no chocolate fracionado, cubra com os confeitos a sua escolha ou decore-os com o chocolate da cor contrária. Coloque em papel manteiga e espere 1 hora até ficar mais firme. Então após 1 hora descansando, coloque no congelador e após 5minutos estarão durinhos prontos para serem embalados. Fonte: mundodosabor.blogspot.com.br


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Brincar é e sempre foi divertido. Diferentemente do que muitos possam pensar, a brincadeira não é apenas um passatempo: ela é uma das atividades que mais proporcionam benefícios para as crianças, tanto a longo quanto a curto prazo. Além de saudável, essa atividade é fundamental para o desenvolvimento dos pequenos. É a partir da brincadeira, que estimula tanto o cérebro quanto a coordenação motora, que a criança se desenvolve e inicia seu processo de socialização, passando a ter seus primeiros contatos com conceitos morais e regras sociais.

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Felipe Nunes

A presença dos pais durante este processo, que vai desde a infância até a pré-adolescência, é essencial. Isso porque algumas atividades podem não ser aconselháveis para qualquer faixa etária. Crianças que não brincam podem ter certas dificuldades em solucionar questões na fase adulta; já outras, submetidas a atividades que não correspondem com sua idade, podem ser prejudicadas no futuro.

Saiba o que é certo para cada idade Quando pequenas, com idade de até três anos, tudo é novidade para as crianças. Brinquedos luminosos ou sonoros são os que mais chamam a sua atenção. Nesta fase, as maiores referências dos pequenos são o tato e o paladar - por isso, qualquer objeto que esteja ao seu alcance pode acabar na boca. Portanto, os pais devem ter todo o cuidado, deixando objetos indesejáveis fora do alcance dos pequenos.

passos e a descobrir o ambiente em que vive, os pais devem dar liberdade quando estiverem em lugares seguros. A melhor opção é a escolha de brinquedos que estimulem os movimentos da criança. Espaços barulhentos e aglomerações também devem ser evitados. Dos três até os sete anos de idade, a criança, já um pouco mais independente, passa a querer se virar sozinha. Ela também começa a interagir e a brincar com outras crianças. Nesta fase o pequeno já sabe do que gosta e do que não gosta. Ele já consegue escolher as atividades que mais lhe interessam. Mas, ainda assim, é preciso ter sempre um adulto por perto. O contato com os animais e com a natureza deve ser estimulado, assim como as brincadeiras com bola e os passeios de bicicleta. É nesta idade também que a criança passa a se interessar por atividades como ver TV e brincar no computador. Neste caso, não haverá problema, contanto que os pais limitem o tempo de exposição a tais estímulos.

Nesta idade é importante que um adulto esteja sempre por perto, para evitar que a criança se maJá com idade escolar, entre sete e dez anos de chuque. Mas como ela começa a dar os primeiros idade, é normal que os pequenos (que já não são tão

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pequenos assim) prefiram passar mais tempo com companhias da mesma idade, o que é recomendável. A criança já pode passar algum tempo fora de casa, na casa de um amigo ou de uma amiga, distante dos pais. Durante esta idade, no entanto, é necessária muita atenção e flexibilidade por parte dos pais. É quando a TV, o videogame e o computador devem ser limitados. Também nesse período é preciso evitar o consumo excessivo de comidas fora de casa, como frituras e principalmente o fast food. Hoje, talvez devido à urbanização das cidades, as crianças têm brincado menos. Muitas delas se trancam dentro dos seus quartos, onde passam a maior parte do tempo sem fazer nenhum tipo de atividade externa - sua atenção passa a ser voltada apenas para atividades como ver TV ou brincar no computador. Isto, aliado à má alimentação, pode ser uma das consequências do aumento do número de crianças diagnosticadas com obesidade e sedenta-

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rismo – o que vai gerar adultos com problemas de hipertensão e triglicérides no sangue. No início da pré-adolescência, entre os dez e doze anos, os jovens passam a andar em grupos, com outras crianças da mesma idade, e os pais começam a ser deixados de lado. Ainda é possível que, em algumas crianças, os hormônios surjam de forma precoce. Neste caso, o papel dos pais é conversar e orientar seus filhos. É preciso preocupação com as companhias e possíveis más influências. Os pais devem saber com quem seu filho anda, bem como estimular a convivência com outras crianças da mesma idade. Devem ainda influenciar seu filho a descobrir novas habilidades (como o esporte e os instrumentos musicais). Devem ainda incentivar o gosto pela leitura e pela escrita. Porém, lembrando sempre de serem companheiros e parceiros de seu filho - essa é uma dica que serve para todas as idades.


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A linha Berço, da Dican, foi criada para a pessoa mais importante da sua vida: seu bebê!

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Gostosuras ou T As bruxas estão à solta. Mas não precisa ter medo! Diferentemente das personagens assustadoras dos filmes de terror, estas não querem te fazer mal, mas apenas tirar seus doces. Popularizado no Brasil como o “Dia das Bruxas”, a festa de Halloween é uma tradição antiga em países como Estados Unidos, Canadá e Irlanda. Mesmo tendo origem europeia, sua popularização se deu principalmente pela influência da cultura norte-americana em todo o mundo. No decorrer dos anos e com o intercâmbio de culturas, esta festa vem ganhando cada vez mais espaço entre os brasileiros, principalmente entre os jovens. A origem do Halloween é antiga; seus primeiros registros são do século XVIII. A tradição remonta às festividades dos povos celtas, que habitaram a Grã-Bretanha, França e Irlanda durante a Antiguidade e no começo da Idade Média. Com a migração dos irlandeses para os Estados Unidos, o costume foi incorporado às tradições norte-americanas.

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Travessuras? Felipe Nunes

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Originalmente, a festa não tinha relação com as bruxas. Era um festival do calendário celta irlandês, celebrado entre os dias 30 de outubro e 02 de novembro, marcando o fim do verão. Entre o pôr do sol do dia 31 de outubro e o amanhecer do dia 1° de novembro ocorria a noite sagrada – e é por esse motivo que a data ficou conhecida. Mas a celebração foi sendo modificada no decorrer dos anos, até ganhar o formato da festa que conhecemos hoje.

nasceu do folclore irlandês. A história conta que um homem chamado Jack foi amaldiçoado e obrigado a vagar sozinho pelas estradas escuras. Sua penitência era carregar consigo uma vela e nunca deixá-la se apagar. Para que a vela não se apagasse com o vento, ele a colocou dentro de um nabo. Nos Estados Unidos, sem os nabos, as pessoas começaram a utilizar abóboras, o que acabou se tornando um símbolo mundialmente famoso.

No dia 31 de outubro, crianças e adultos saem às ruas trajados com suas fantasias. Eles percorrem a vizinhança à procura de doces. De casa em casa, eles tocam a campainha e perguntam: “gostosuras ou travessuras?” Quem não der doces pode ser alvo de uma travessura ou traquinagem.

Outros itens também foram incorporados à cultura do “Dia das Bruxas”, como as velas e o caldeirão das assustadoras bruxas. O caldeirão, além de ser utilizado para preparar os alimentos, também serve para preparar poções e realizar feitiços. Já as velas servem para dar um toque um pouco mais sombrio ao ambiente das bruxas. As velas também são referência em filmes e histórias em quadrinhos. Os bruxos sempre têm muitas velas, espalhadas ou guiando os caminhos escuros, e as cores preferidas são o roxo e o preto.

Para as crianças, fantasiar-se e sair pelas casas fazendo a brincadeira “gostosuras ou travessuras” ainda é o maior evento. A maioria das famílias nos Estados Unidos e no Canadá participam, mesmo porque não querem correr o risco de pequenos vandalismos. O Halloween é considerado uma das festas mais esperadas pelas crianças americanas. É também uma das que mais rendem lucros para a economia do país, considerando a venda de fantasias, máscaras e outros artigos relacionados. Com a popularização da festa, alguns símbolos foram incorporados à tradição do Halloween. O ícone mais conhecido do Halloween é o Jack O`Lantern, a lanterna de abóbora. Esta é outra tradição que

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A vassoura também foi um dos símbolos que ganharam bastante notoriedade em filmes e séries de TV. Depois de enfeitiçadas, as vassouras, que começavam a voar, eram utilizadas pelas bruxas como meio de locomoção. Há quem diga que elas também servem para espantar maldades. O gato preto e o morcego também foram adotados como parte da cultura do Halloween. Eles, que são as mascotes favoritas de bruxos e feiticeiros, servem para saber se as pessoas ao redor são boas ou não.


O Halloween no Brasil Em nosso país a comemoração ainda é recente. Segundo Ada Assis e Silva, diretora da escola de idiomas CCAA Just Kids de Rio Preto, a festa só começou a ganhar corpo na década de 80, com as comemorações realizadas em escolas de língua inglesa. Ela ressalta que a tradição chegou ao Brasil por meio da grande influência da cultura americana, revelada principalmente pela televisão e filmes do gênero. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorizam e comemoram esta data com seus alunos - o que é uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana. Durante o Halloween, as escolas promovem diversos eventos e atividades culturais relacionados ao tema. Nas “aulas assombradas”, alunos e professores podem ir caracterizados com fantasias típicas da data, como bruxas, fadas, lobisomens, esqueletos, múmias, vampiros, entre outros. Eles ainda participam de jogos e gincanas que remetem à tradição. O objetivo é fazer com que o aluno esteja mais próximo da cultura norte-americana, bem como ensinar o vocabulário inglês utilizado na festa.

Foi somente na década de 90 que a comemoração do “Dia das Bruxas” foi adotada por clubes e escolas da rede pública. Por aqui, a celebração ainda é vista com alguma resistência por parte das pessoas mais conservadoras. A crítica à comemoração baseia-se na alegação de que, muitas vezes, a cultura e o folclore brasileiro são deixados de lado para dar espaço a culturas estrangeiras. Este foi o argumento adotado por alguns moradores de São Luiz do Paraitinga, município situado entre o interior e o litoral do estado de São Paulo: como protesto, a cidade decretou, no dia 31 de outubro (mesmo dia da comemoração do Halloween), o Dia Municipal do Saci Pererê. É possível, contudo, estabelecer uma relação saudável entre a cultura estrangeira e a cultura brasileira, que incorpora e reprocessa todas as influências vindas de fora. Exemplo disso é a figura da Bruxa, um dos principais ícones do Halloween, que faz parte do imaginário popular desde a colonização portuguesa, assim como outras lendas e superstições. Compreender a cultura de nosso país como um grande caldeirão de influências – como o da própria Bruxa! - é a melhor forma de valorizá-la.

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Tr ick or Tr eat

m na Irlanda. Ela é Conhecido como “gostosuras ou travessuras”, a frase tem orige s pela vizinhança falada pelas crianças e jovens no momento em que pedem doce

Jack O`La nter n A lanterna de abóbora. São muitas as lendas sobre como a abóbora se tornou parte da cultura do Halloween. Atualmente, em todos os países que comemoram a data, inclusive no Brasil, ela acabou se tornando um ícone da festa.

Ha llow een ou Dia das Bruxas? das Bruxas”, Na verdade, ambos os termos significam a mesma coisa. O “Dia conhecida no como chamamos por aqui, é apenas a forma como a festa ficou do, ainda é um Brasil. A comemoração desta data em terras brasileiras, contu e Canadá. pouco diferente daquela feita em países como Estados Unidos

Por que 31 de outu bro? Segundo a lenda, entre os dias 30 de outubro e 02 de novembro era comemorado o fim do verão no calendário celta. Entre o pôr do sol do dia 31 de outubro e o amanhecer do dia 1° de novembro ocorria a noite sagrada – esta seria a origem da data.


TODAS AS QUINTAS TEM PALHAÇO PAÇOCA


POUSO E DECOLAGEM O MELHOR A LA CARTE DE RIO PRETO


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A importância do

PROFESSOR na vida do aluno Felipe Nunes

Um incentivo, um conselho ou até uma bronca. Com o grau de responsabilidade equivalente ao dos pais, a pessoa que assume o desafio de se tornar professor traz consigo uma grande incumbência. Isso porque ele passa a ser uma das figuras que, durante boa parte da vida, terá influência direta no desenvolvimento de jovens e crianças - tanto no aprendizado quanto na formação da personalidade e do caráter do aprendiz.

saber e dono da razão. Através dos anos, esse profissional passou a ser visto como um instrumento da circulação do conhecimento - o que ficou mais evidente com a mudança na maneira de agir, tanto pelo professor quanto pelo aluno, dentro da sala de aula. Hoje, não são apenas os anos de experiência que são levados em consideração: o conhecimento e a opinião de cada aluno proporcionam um debate que enriquece ambos os lados.

Presentes em boa parte de nossas vidas, os professores são os profissionais que acompanham os períodos de maior aprendizagem na vida de uma pessoa: desde o início da infância até o final da adolescência – outros, até a fase adulta. Trata-se de período muito importante para o nosso amadurecimento, marcado por constantes transformações. É também durante esta etapa que começamos a moldar nossa identidade, baseada nas relações e influências vindas de dentro e fora de casa.

Sem a escola, a civilização não teria dado seus primeiros passos. Acredita-se que há pelo menos cinco mil anos, no antigo Egito, as crianças já aprendiam geometria e escrita nas escolas. Na ocasião, as aulas ficavam a cargo dos sacerdotes. Impérios como Grécia e Roma também tinham sistemas de ensino parecidos, nos quais filósofos - esses sim considerados os detentores do conhecimento - assumiam a responsabilidade de difundir as ideias entre jovens e adultos. Mas o acesso a esse tipo de conhecimento não era garantido a todos. Isso só começou a ser possível no século 19, quando teve início a implantação do sistema de escolas para a população, a fim de acompanhar o processo de urbanização das cidades.

Esse importante relacionamento entre professor e aluno não começou do zero: com o advento da sociedade moderna, o professor deixou de ser visto como alguém intransponível, detentor do

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Há anos, os professores deixaram de simplesmente exercer o papel de instruir e ensinar. Eles passaram a assumir uma responsabilidade muito mais importante na vida dos pequenos: a de serem “educadores”. Muitas vezes, ante a cumplicidade existente entre aluno e professor, este último assume o papel de conselheiro, confidente e até psicólogo dos aprendizes. Talvez por conta da correria do dia-a-dia, alguns pais não dispõem de tempo suficiente para conversar com seus filhos sobre suas dificuldades, o que, aos poucos, pode levá-los a se afastar, criando barreiras no relacionamento. Não é difícil encontrar famílias que aparentam ser perfeitas, mas que não possuem diálogo, essencial para um bom relacionamento. O fato de um filho não dividir seus problemas com seus

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pais não significa que ele não os tenha. Sem a pretensão de agir com um pai substituto, os educadores acabam se envolvendo sentimentalmente na vida dos alunos. Todo esse acompanhamento e atenção, que vêm de fora de casa, também são importantes para que a criança aprenda a ter confiança suficiente para ultrapassar barreiras e vencer desafios. E é por conta dessa importância que comemoramos no Brasil, no dia 15 de outubro, o “Dia Nacional do Professor”. Nas palavras do escritor Guilherme Carlos, “nem as críticas e nem mesmo as noites mal dormidas foram o suficiente para te fazer desistir do teu maior sonho: tornar possíveis os sonhos do mundo”.


COLUNINHA DA ROSI CAIRES “Não fazemos uma foto apenas com uma câmera; ao ato de fotografar trazemos todos os livros que lemos, os filmes que vimos, a música que ouvimos, as pessoas que amamos.” Ansel Adams

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Escola Exata 17 3234 2044 Rua Tiradentes, 2097 - Boa Vista

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17 3355 4323 Av. Fernando Bonvino, 8260 - Distrito Industrial anglosjrp.com.br

 

Colégio C.E.O. 17 3216 3978 Rua Maria Carolina Trevisan Fava, 2330 Jardim Universitário colegioceo@ymail.com

Colégio Interativo

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Revista Petit - Edição 19 - 10/2012