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PESCACOMAMOSTRAS n.º 1 - setembro de 2012

ATAQUES À SUPERFÍCIE PÁG.8

PREDADOR E

TEMPERATURA DAS ÁGUAS PÁG.14

CONCURSO AMOSTRA FANTASMA RELATOS DE PESCA 100 DICAS SOBRE PESCA AO ROBALO ATÉ FINAL DO ANO PÁG.18

PÁG.22

PÁG.60

EM BUSCA DE LABRAXS PÁG.80


INDI AGOSTO 2012

06 08 14 18 22 60 74

EDITORIAL

ATAQUES À SUPERFÍCIE

PREDADOR E TEMPERATURA DAS ÁGUAS

CONCURSO - AMOSTRA FANTASMA

RELATOS DE PESCA

100 DICAS SOBRE PESCA AO ROBALO

O FÓRUM PCA


ICE 78 82 84

QUEREMOS OUVIR A TUA VOZ

FINAL DE ANO EM BUSCA DE LABRAXS

A IDADE DO ROBALO


ESCOLHEMOS NÃO FAZER A IMPRESSÃO DESTE FASCÍCULO. ORGULHAMO-NOS DE NÃO UTILIZARMOS PAPEL, O CONSEQUENTE ABATE DE ÁRVORES E NÃO USARMOS TINTAS EVENTUALMENTE POLUENTES NORMALMENTE USADAS NUM TRADICIONAL PROCESSO DE IMPRESSÃO


...se a floresta desaparece, toda a vida morre...


REVISTA PCA N.ยบ1

EDITORIAL


Por vezes o número um não é o primeiro... E neste caso a mais pura verdade. Passado mais de um ano da edição do número ZERO, dirigimo-nos a vós com este segundo fascículo, o NÚMERO UM. Publicado não com a brevidade com que desejavamos, mas com as condicionantes da vida e de tudo o que nos absorve neste já muito amplo espaço que colocamos à vossa disposição. Porque vos oferecemos um site que se quer apelativo, um fórum que se quer interventivo, as redes sociais num ritmo activo, algo tinha que se refrear e assim somente agora estamos em condições de vos trazer mais um excelente rol de artigos que farão as delícias de quem adora pescar. Temos presente neste fascículo artigos com uma dedicação especial ao Robalo e ao seu habitat. Porque ele é muitas vezes protagonista principal de toda uma jornada e nos tráz enormes alegrias. Este ano de 2012 têm sido muito frutuoso para o spinning costeiro, face aos inúmeros relatos de exemplares de muito bom porte que com muita assiduidade foram publicados no fórum PescaComAmostras. Excelentes fotos, narrativas soberbas que demonstram o apreço dos pescadores pelo Robalo. Por tudo isto têm havido dificuldade na escolha e eleição do Pescador do Mês que publicamos no site www.pescacomamostras.com, tal é a quantidade de muito bons relatos que os membros publicam e se esmeram para que sejam irrepreensíveis de tanta eloquência. Mas não menospresemos outras variantes à Pesca Desportiva, pois no que diz respeito às àguas interiores, a Truta foi também raínha. Numa abertura que se previa pouco auspiciosa face aos diminutos caudais, veio pouco mais tarde e demonstrar-se todo o explendor das capturas em magníficos relatos. Na placidez verdejante dos recantos interiores, surgiram fotos de extrema beleza e exemplares lindíssimos prontamente devolvidos ao seu meio. É pois com prazer que me revejo na vitalidade das nossas àguas que a todo o custo devemos preservar dia após dia e nos possamos regozijar com o que a Natureza têm para nosso deleite. Tenhamos pois a sabedoria de ao evoluirmos para conciêntes Pescadores, cada vez mais respeitar e perpectuar o meio com que interagimos. Ser Pescador Desportivo é ter inerente em si o prazer de voltar ao seu pesqueiro, como da sua casa se tratasse. Sentir felicidade e prazer. Assim nos regemos com intuito, de como este fascículo, sermos sempre os primeiros e essa aposta é um desafio diário, com o garante que estaremos ...SEMPRE NA FRENTE... Um Bem Haja a todos os nossos leitores.


ATAQ

Saltiga Popper, Daiwa Dumbel Popper 110, Sert Pop Queen, Maria Chug Bug, Storm Rosta Popper, Halco Bull Chop, Maria Patchinko, Xorus Walkie Talkie, Bomber Miss Carna, Maria Chihauhua, Megabait Giant Dog X, Megabass Super Spook, Heddon Trair達o, Imakatsu

A SUPE


QUES Asturie, Xorus Bonnie 128, Illex Yamato SW, OSP Sammy, Lucky Craft Gunfish, Lucky Craft Poppkey, IMA Z-Claw, Zenith Tanto, Jackson Hydro-Pencil, Yo-Zuri Reef-Pencil, Hart Mister Joe, Sert Blues Code, Maria Big Big 105, Ragot

ERFICIE


ATAQUES

À SUPERFÍCIE Saltiga Popper, Daiwa Dumbel Popper 110, Sert Pop Queen, Maria Popping, walk-the-dog, sliding são técnicas que usamos Chug Bug, Storm nas épocas em que o calor aperta e os predadores se reunem na primeira capa de água, a superfície. Rosta Popper, Halco Desde logo surje uma primeira dúvida: as pausas na animação. Bull Chop, Maria Muitos são os adeptos de pausas prolongadas em águas agitadas e outros defendem pausas menos curtas em águas Patchinko, Xorus calmas, imitando explicitamente a aflição da presa em fuga. Walkie Talkie, Bomber Uma outra questão frequente é o tamanho. Se estamos no pino do verão a comedoria está gorda e assim as amostras que Miss rondemCarna, os 110 e osMaria 130mm são as ideais no caso de popper, passeante e ou híbridos, embora no caso dos pencil baits se possa usar algo maior. Chihauhua, Megabait também frequente têm a ver com a cor. GiantDúvida Dog X,está Megabass Se a amostras à superfície, o que há para mostrar ao predador ? Muito. O ventre, a parte traseira da amostra que com frequência na arquitectura destas submerge pois o centro Super Spook, Heddon de gravidade delas está habitualmente deslocado à cauda. E o teaser, sim algo que com que enfeitamos a fateixa Trairão, traseira, Imakatsu que podem ser penas brancas ou vermelhas e ou “fiapos” metálicos.


Asturie, Xorus Existem também os flancos da amostra. Sim porque há amostras que penetram a água e uma amostra de superfície ou Bonnie Illex é mais susceptível de ser atacada qualquer 128, outra amostras quando passa lateralmente ao predador e foge dele na direção contrária aquela apontada pela cabeça do predador. Yamato SW, OSP Faz sentido que numa paragem a amostras mostre o "costado" ao predador. Há preferência a amostras de superfície que Sammy, Lucky aCraft penetrem ligeiramente capa de água, tipo Hidro-Pensil, Z-Claw e Tanto da Jackson, etc. Gunfish, Lucky Craft Ao penetrarem a superfície imediatamente acima é perturbada pelo movimento da amostra fazendo com que a cor Poppkey, IMA das costas dessa amostras que penetra ligeiramente a capa de água se reflita (cria reflexos de cor) nessas mesmas águas mexidas.Um bom exemplo é o caso da Heddon SuperSpook Z-Claw, Zenith HOS que têm cor sui generis e .... é um must. Tanto, Jackson Relembro também que aqui a Norte, como com frequência as águas se apresentam tapadas o ratling numa amostras de Hydro-Pencil, superfície é também Yo-Zuri uma mais valia.... Pois é.... e as asmostras transparentes? O que será que Reef-Pencil, Hart eles vêem sem ser o movimento? MisterNão Joe, Sert precisam de muito, a linha lateral dos peixes guia-os à presa. Hajam vibrações e algum magnetismo. Alguns pescadores vêem nelas uma vantagem Blues Code, Maria importante.Como são quase sempre vistas pelo peixe em luz, nunca o peixe as ataca por cima e mesmo que Bigcontra Big 105, Ragotestará sempre num plano inferior ataque mais lateralmente ao da superfície.


ATAQUES

À SUPERFÍCIE Saltiga Popper, Daiwa Dumbel Popper 110, Sert Pop Queen, Maria Chug Bug, Storm Rosta Popper, Halco A contra luz não permite uma correta perceção de cor, a Bull Maria não serChop, que a amostra esteja completamente parada e o seu dorso possa ser refletido pela superfície, por isso se estamos com animações muito lentas que a amostra fique parada Patchinko, Xorus e "baloice" na superfície a cor do dorso é muito importante. Walkie Talkie, Bomber Assim a silhueta da amostra acaba por ser mais percetível com uma amostra opaca do que com uma com transparências, o que tem vantagens e inconvenientes, muita luz favorece as Miss Carna, Maria transparentes, pouca luz favorece as opacas. Por esse motivo na minha opinião as amostras mais Chihauhua, Megabait transparentes não deixam de ser visíveis pelo peixe que as vêm em contra luz mas a transparência acaba por beneficiar a GiantqueDog X, Megabass amostra assim confunde melhor o peixe. Mas não Spook, se considere Heddon a cor nas amostras de superfície o Super mais importante, a animação como em todos os artificiais, funciona melhor aquela que melhor imitar a presa ferida ou em Trairão, Imakatsu apuros.


Um ponto fulcral é também em situações de pesqueiros complicados ver onde está a amostra. Segui-la, evitar prisões, constatar que vem em boa animação. Aí para os menos experiêntes um popper de boca colorida ou uma amostras opaca de cor garrida é muitas vezes essencial.

Asturie, Xorus Bonnie Illex é muito fascinante e muitos A pesca 128, à superfície pescadores ainda não a praticam com afinco por acharem pouco provávelSW, uma captura feita com escassos cêntímetros Yamato OSP de profundidade de água ou por também acharem que não é provável atrair do fundo um peixe até à tôna de água.... Sammy, Lucky Craft Mas desacreditem-se, insistam e verão um belo de um vulto que num rompante se Craft elevará das águas e ferrará essa Gunfish, Lucky sua amostra de superfície fazendo com que esses instantes lhe fiquem gravados na memória e uma vontade imensa de Poppkey, IMAum cenário fantástico que é .... novamente vislumbrar UM ATAQUE À SUPERFÌCIE... Z-Claw, Zenith Tanto, Jackson Hydro-Pencil, Yo-Zuri Reef-Pencil, Hart Mister Joe, Sert Blues Code, Maria (artigo compilado de um tópico do pescacomamostras de Junho Big Big 105, Ragot de 2012 em que intervieram diversos membros.)


“- ... A TEMPERA

TEM INFLU

COMPORT

OU NO GRAU D

DO ROBA


ATURA DA ÁGUA

UENCIA NO

TAMENTO

DE ATIVIDADE

ALO ???”


“- ... A TEMPERATURA DA ÁGUA

EM INFLUENCiA NO COMPORTAMENTO OU NO GRAU DE ATIVIDADE

DO ROBALO ???” A pergunta de André Ramos tem bastante cabimento e foi respondida da seguinte forma no fórum pescacomamostras.com. ”- Sim tem. O Robalo como peixe que é, tem um relógio biológico.

Esse "relógio" não é mais do que a "glândula pineal". Desta forma, esta substância converte-se também num sinal estacional para o peixe, pois no inverno, quando as noites são longas e as temperaturas são baixas, produz-se melatonina durante mais horas, mas em menor quantidade, e no verão, quando as noites são curtas e as temperaturas mais altas, produz-se a substância durante menos horas mas em maior quantidade. Os animais estão expostos às mudanças diárias e estacionais dos ciclos de luz-escuridão (dias mais longos de verão, dias mais curtos No Inverno) e às mudanças na temperatura da água (àguas mais quentes no verão, àguas mais frias no inverno e temperaturas intermédias em primavera e outono) e vão-se apercebendo destas informações e suas variações de forma progressiva. Isto permite-lhes irem-se preparando-se para acontecimentos importantes como a reprodução, que junto à alimentação ou a atividade diária de qualquer ser vivo, são processos de marcado caráter rítmico, isto é, regulados por ciclos biológicos. Assim embora a luz e a temperatura vá diminuindo no outono, o Robalo "sabe" que se aproxima a época de reprodução e só os exemplares em melhores condições e mais bem alimentados terão sucesso.


Estas variações na duração dos dias e na temperatura da água são periódicas e repetitivas de um ano a outro e representam sinais muito fiáveis para os peixes. Capazes de se sincronizarem perfeitamente com o meio ambiente para desenvolver suas atividades nos momentos adequados, as diferentes espécies marinhas selecionaram o período idóneo do dia para sua atividade ou sua alimentação, bem como a época do ano que resulta mais favorável para a reprodução e a sobrevivência de sua prole.

Desta forma, o Robalo é mais ativo de dia e reproduz-se em inverno. Outras, como o linguado, têm maior atividade noturna e elegem a primavera para reproduzir-se. As alterações normal do processo endócrino e, em necessários para a

de temperatura e luz alteram a evolução reprodutivo porque perturbam o seu sistema particular, o que produz os hormônios reprodução.

O Robalo tolera grandes variações de salinidade da água, desde os 0,5 aos 40%, podendo assim entrar em estuários e mesmo em lagoas litorais de água doce. Tolera também grandes variações de temperatura, de 2 a 32ºC, mas parece alimentar-se só em águas de temperatura superior a 7ºC. Em águas com uma temperatura acima dos 21ºC torna-se muito mais ativo à superfície e entre os 15 e os 21ºC estes peixes são encontrados a meia água ou junto ao fundo, embora no Inverno se abeirem mais da costa em busca de águas mais tépidas e propícias à reprodução. Assim estes fatores: LUZ, TEMPERATURA, ALIMENTAÇÃO E ÉPOCA DA REPRODUÇÃO... regem a MAIOR ou MENOR atividade do Robalo.


CONC

PC VAI AO FORUM PESCACOMAMOSTRAS COM lE O TOPICO DO CONCURSO

e responde QUAL A MARCA E MODELO DA AMOSTRA DA FOTO

E ELA SERA TUA


CURSO

CA


SOS

AMBIE

E TERRI

808 20


S

NÃO HESITES DENUNCIA AS ILEGALIDADES MISSÃO Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da Guarda Nacional Republicana é: - Zelar pelo cumprimento das disposições legais e regulamentares referentes a conservação e proteção da natureza e do meio ambiente, dos recursos hídricos, dos solos e da riqueza cinegética, piscícola, florestal ou outra, previstas na legislação ambiental, bem como investigar e reprimir os respetivos ilícitos;

ENTE - Zelar pelo cumprimento da legislação florestal, da caça e da pesca, bem como investigar e reprimir os respetivos ilícitos; - Assegurar a coordenação ao nível nacional da atividade de prevenção, vigilância e deteção de incêndios florestais e de outras agressões ao meio ambiente, nos termos definidos superiormente;

- Velar pela observância das disposições legais no âmbito sanitário e de proteção animal; - Proteger e conservar o património natural, bem como colaborar na aplicação das disposições legais referentes ao ordenamento do território; - Cooperar com entidades públicas e privadas, no âmbito da prossecução das suas competências; - Promover e colaborar na execução de ações de formação, sensibilização, informação e educação em matéria ambiental, de conservação da natureza e da biodiversidade; - Realizar as ações de vigilância e de fiscalização que lhe sejam solicitadas pela Direção-Geral dos Recursos Florestais; - Apoiar o sistema de gestão de informação de incêndios florestais (SGIF), colaborando para a atualização permanente dos dados.

ITÓRIO

00 520


Do

Sonho

a

Re


ealidade

Noite de Gala por Rui Almada Âť 20 jan 2012


Olá a todos Quem não chora, não mama...já dizia o outro! Tenho andado com pouca sorte. Muitos peixes ferrados, alguns de bom porte, mas infelizmente, nada de capturas! Farto do azar, mas sempre com vontade de pescar, à procura da sorte, decidi rumar a terras do sul, com o meu amigo Luís Malabar do blog ospescas. Tinha saudades de dois pesqueiros de eleição, pouco ou nada conhecidos, que já nos deram algumas alegrias em tempos. São dois pesqueiros que funcionam com mares grandes. Aproveitámos o fim de semana de mar grosso e fomos a eles. Chegados ao pesqueiro. Praia do Chico, nome de nossa autoria. Spot deserto na maioria das vezes, por ser uma zona com demasiada pedra, onde não é fácil pescar, só mesmo conhecendo aquilo! 20h e toca a pescar! Apesar do bom aspecto do mar, durante 1h 30 não sentimos nada. Mais para a noite, lá para as 22h é que começámos a sentir uns toques. Decidi mudar de sítio, numa zona de águas menos profundas. E passados alguns minutos ferro o primeiro! ZZZZZzzzzzzzzzzzzzzzz...zzzzzzzzz... - " AAuuuuuu ó Luís ajuda aqui, vai buscar o chalavar, que este já é bom!" - " É preciso?" - " Sim porra, tráz isso!" Estava eu a trabalhar o menino, e quase a encostá-lo à pedra, quando reparo que o Luís está ao meu lado sem o chalavar! - " Este vem para cima!" diz ele.


Que remédio...sem outra hipótese, iço o peixe, na casa dos 2 kilos, mas o malandro desferra no ar e caí ao mar... -"Nãããoo!!!". Mas será que este azar não vai embora...?! - "Porra Luís, arranjei um chalavar para não passar mais por isto!" - " Tens razão amigo, o próximo peixe que apanhar, tenha 1 ou 10 kilos ofereço-te!" Eu continuei a resmungar durante um pouco... Dois ou três minutos passados. Faço um lançamento para a mesma zona e ferro outro! ZZzzzzzzzzz...Zzzzzzz... Senti que era bom, mas nada de tarolo, já nem pedi o chalavar, um com quase dois quilos, mas bem ferrado. Trabalhei o menino à minha maneira e desta vez lá o consegui içar e facilmente o meti a seco! Tinhamos dado com eles! Vamos lá pescar! O tempo foi passando com toques sucessivos e alguns tarolos ferrados, que acabavam por desferrar, uma animação brutal que nos deixava cada vez mais excitados com aquilo que ali se passava! Só visto mesmo! No meio disto ferro um! Zzzzzzzzzzzz....zzzzzzzzzzz..."aauuuuuu é bom ó Luís, traz o chalavar!"


Peixe de bom porte, teimoso, a não querer ceder! Mas mais teimoso sou eu, e apesar do meu nervosismo, por andar a perder demasiado peixe, consegui trabalhar o malandro e trazê-lo quase até nós! Esperei um pouco pelo mar, fui deixando a cana trabalhar, cansei o bicho...quando percebi que estava na hora, tranquei o carreto e aproveitei as ondas que lá vinham. - " Hoje já não me dão baile!" Com ajuda do mar, trouxe o peixe calmamente até onde o Luís esperava por ele de chalavar na mão. Já cá canta! Peixe na casa dos 3,5 kilos! A MINHA ALEGRIA ERA ENORME! O enguiço estava finalmente quebrado! Toca a pescar novamente! Eles andavam ali a montes e só nós a pescar, uma adrenalina enorme ferfilhava dentro de nós! O cemitério de amostras, não tardava a reclamar uma vítima e lá ficou uma amostra novinha numa pedra! - "Tenho ali outra igual, não há azar!" Coloco novamente outra igual e toca a lançar! De repente oiço o Luís a chamar pelo chalavar e noto que a sua cana está toda vergada! Procurei o malandro no mar, consegui vê-lo e posicionei-me de chalavar no sitio certo. Este não queria entrar no cesto, mas hoje a noite era nossa! Ele fez o trabalho dele e eu o meu, e mais um peixe de 3,5 kilos que estava a seco! É DÍFICIL EXPLICAR POR PALAVRAS O QUE SE ESTAVA A PASSAR ALI!


A alegria era tanta, que sentir um tarolo agarrado à amostra, mas que na luta ele desferrava, era motivo de risada e não de frustação! Estavamos a ter uma noite "daquelas". Depois de continuar a sentir toques sucessivos, muita risada pelo meio, acabo por levar uma trancada na cana que me deixou sem palavras! Acabou-se o riso...desta vez era a sério! Zzzzzzzzzzzz....Zzzzzzzzz...ZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz... vi logo que era um animal de respeito! Um tarolo no outro lado da linha lutava pela vida, mas farto de perder batalhas ando eu! Muito concentrado e sem risos, começo a tentar trazer o menino, mas ele não queria...não queria mesmo! ZZZZZZZZZzzzzzzzzzzz...ZZZzzzzzzzzzzz...estava parvo com a força do menino...que sensação! Estava com medo das coisas não correrem bem, pois era um bicho enorme de certeza, e pedra era o que não faltava por aquelas bandas! Tentei manter a calma, fiz o melhor que soube...O Luís ria à gargalhada enquanto eu estava a tentar concentrar-me!


Era o tudo ou nada, o mata-mata como dizia o Scolari... Estava feliz por estar a passar por aquilo, mas o peixe tirou-me o sorriso, não havia vontade de rir, mas sim de trabalhar, para não voltar a perder uma batalha de peso! - " Onde está o gajo?" - perguntava o meu amigo - " Não sei Luís, mas já está perto!" Avistámos o menino! O Luís foi dando umas dicas preciosas, e com sorte e alguma ajuda do mar, consigo fazer o malandro passar a primeira barreira de pedras e encestá-lo! QUE SENSAÇÃO! Olhar para aquele menino ali deitado...que noite meu Deus! 5 kilos de puro prazer que deixaram as fateixas e argolas neste estado...todas torcidas e partidas...VMC nº 1

Meu rico chalavar precioso! Sem ele a noite tinha sido bem diferente!


Aquilo não poderia continuar por muito tempo, o peixe ia acabar por ir embora! Enquanto mudava de fateixas e argolas à minha princesa, o Luís chamava por mim! Fui a correr com o caça borboletas na mão porque já sabia o que se passava! Mais uma vez correu bem...e estava outro peixe de bom porte a seco! Acabei de preparar a princesa e toca a lançar novamente. Mas esta tinha o destino traçado! Depois de poucos lançamentos o clip abriu nas rochas e sem reparar, ao lançar, perdi a amostra! Duas amostras novinhas para o cemitério! - " Porra!" O meu amigo percebeu o que se tinha passado e sacou da mala uma amostra igual, novinha, e disse-me para continuar a pescar! Quando reparámos nas horas...eram 1h da manhã! O festim parecia ter terminado... Respirámos fundo...começámos a acalmar... Lá fumámos o nosso cigarro, conversámos...e decidimos ir comer e voltar! 5h da manhã...lá estávamos nós a pescar. Mas não andava ali peixe! Rumámos a outro pesqueiro ali perto. O Jardim do Éden... Esperámos pelo amanhecer...e ZZZZzzzzzzzzzzzz...... ZZZZzzzzzzzzz......... ...começa a música! Pouco tempo depois estava o Luís com peixe agarrado à amostra! INACREDITÁVEL, DEMOS COM ELES OUTRA VEZ! A palavra de ordem era Chalavar! Lá fui eu em seu auxílio e meti o malandro no cesto! Mais um peixe com 3 kilos e tal... Agora era a minha vez! E assim foi...peixe cravado...alegria imensa...palavra de ordem proferida e peixe no cesto! 2 kilos e muito...


Já a morrermos de sono e muito cansados, pois eram 10h da manhã começamos a falar em ir embora. O Luís ainda teve tempo de tirar mais outro de 3 kilos e tal... Decidimos dar por terminada a pesca. Meu Deus que jornada...é impossível contar com palavras o que aconteceu a dois pescadores solitários naquela noite! Companheiros...estava morto felicidade imensa dentro de mim!

de

cansaço,

mas

com

O enguiço estava quebrado! Passei do inferno ao céu, sem dar por isso! Trocámos abraços, falámos sobre os momentos que vivemos!

Machos excitados dá nisto...

uma


Foram muitas horas a pescar. Uma pesca dura, com direito a tudo! Banhos, frio gélido, tarolos desferrados, mil toques, alguns peixes de bom porte a seco, amostras para o cemitério, abraços, alegria...único! Já estava a precisar de uma noite destas para levantar a moral... Os meus peixes no pesqueiro Jardim do Éden. Companheiros do PCA...desejo num futuro próximo que todos tenham uma noite assim! Insistir e nunca desistir...pode ser que a sorte apareça!

Ficha técnica: Cana - shimano diaflash 3,60 Carreto - shimano symetre Linha - Vega Potenza 0,22 Fluor - 0,46 Amostras - LC130, Rapala Max Rap Abraço a todos


Peso certo em

A continuação d


m gramas

do sonho por Nuno Ribeiro Âť 16 fev 2012, 20:15


Na RTP costuma dar o "Preço certo" mas hoje na minha pescaria foi mesmo um peso certo e ganhei a montra final Começando pelo princípio... 6 a.m. toca o despertador e como o dia não começa bem sem um fax, aqui vou eu com o pc para a casa de banho ler as notícias do dia e ver o que há de novo no PCA. Foi então que vi o relato do Bruno Martins, que me deixou um pouco triste e com sentimentos contraditórios de constrangimento pela delicada situação e vontade de pescar por ver uns peixinhos. Vi a amostra que fez os peixes dele e lembrei-me que a tinha deixado na garagem, e não a tinha colocado na minha bolsa. Assim apronto-me, como qualquer coisa e fui à garagem trocar uma saltiga 14 que tinha no saco por aquela... 7 a.m. 2ºC. já estou na praia em direcção à água para a busca aos peixinhos... Olho para o mar e reparo logo em barcos a colocar as suas redes a uma distância regulamentar da costa, mas ainda assim via-se que tapavam a costa toda. Pensei "se aqui andar algum é peixe que passeia pela costa". O mar estava com ondulação um pouco maior que o previsto e águas tapadas mas não esmoreci, trabalhava bem e não havia vento! Comecei a dança das amostras com a Hirame mas faltava-me um pouco de distância... olhei para a bolsa e sai a saltiga 17 brown back que tinha lá colocado por causa do Bruno. Meia dúzia de lançamentos e ZZZZZZZ zzzZZZZZZZZ carreto a cantar, umas boas cabeçadas e o peixe bem trabalhado para não o perder na última rebentação e assim veio cá parar fora! Era o meu Record até aquela altura... um peixe lindo:


Pesou 2 Kg certos (lá está o peso certo) Estava tão feliz que liguei à minha mãe para lhe contar... eram umas 7h30 da manhã e ela na cama Bem a pescaria continuava, apesar de feliz, decidi não parar por ali... ainda era cedo e o peixe do Ricardo há uns dias vinha-me à memória, o meu subconsciente dizia-me para insistir! Continuei a andar em direcção a norte e um pouco depois tive uma experiência que nunca tinha tido... sinto um toque, cravo, mas o peixe não fica! Continuo a recolher e duas maniveladas depois o peixe volta a atacar e desta vez fica! Uma luta engraçada e, apesar de não ter aberto o carreto, deu uma luta engraçada sempre às cabeçadas na escoa! Era um robalinho de 40cm que regressou ao seu habitat para crescer e continuar a tentar escapar das múltiplas redes que estão nas praias! A caminhada para norte continuava... comecei a variar de amostras em locais com um pouco mais de profundidade e com maior ondulação na costa até que cheguei a um fundão com um banco de areia fora a fazer "aquele" espumeiro! Precisava de algo que lançasse mais... e volta a saltiga 17 brown back! 2 ou 3 lançamentos e de um momento para o outro uma trancada forte...... cana ao alto e começa a levar linha. "WOW O QUE É ISTO?!" pensei em voz alta... ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ até que o peixe vem à tona ainda longe. Não consigo descrever a concentração de epinefrina que me corria nas veias... senti o coração a disparar, um calor súbito a tomar de assalto o meu corpo enregelado, tremores incontroláveis... não sei como melhor descrever o momento em que avistei o peixe à superfície. Uma coisa é certa apesar de tudo consegui manter a calma, fechei um pouco mais o drag e trabalhei o peixe até chegar perto da rebentação... algumas corridas laterais dele fizeram-me ir precisamente para onde eu não queria, onde o mar batia com mais força e a parede de areia era mais vertical. Abri um pouco mais o drag à espera das últimas corridas do peixe e esperei por uma onda adequada para mo trazer, assim que a avistei fiz o pressing e ele veio a rolar areia acima. "Está quase" pensei. Mas enganei-me, assim que começa a escoar a onda, o peixe arranca em direcção ao mar e fez a derradeira corrida... levou à vontade uns 20m de fio. Voltei a fazer o mesmo e trouxe-o finalmente até terra numa onda maior. E quando pensava que já estava...


...desferra-se "NÃOOOO!!!" atirei a cana para cima e lancei-me para cima dele... assim que o agarro uma onda dá-me um banho, mas o meu prémio estava seguro entre as minhas mãos, já não saia dali! Agarrei nele e gritei, esbracejei e chorei... uma alegria maior que uma criança no dia de Natal! Não cabia em mim, tremia, gritava... sei lá o que me passou pela cabeça naquele momento... estava sozinho, só me faltava correr nu pela praia. Sentei-me ao seu lado e a tremer contemplei tão nobre adversário. Após alguns momentos a sós com ele, decidi partilhar a minha alegria... liguei ao meu avô, a pessoa que me iniciou na pesca e ficou tão contente como eu. Liguei ao meu pai, à minha mãe e ao Rui Coimbra que passado um bocado me mandou uma mensagem a dizer "Já me deixaste doente para o resto do dia" Decidi dar por encerrada a jornada... estava feliz, não era preciso mais nada! O material também já não se encontrava em condições... hoje vai levar revisão. Portou-se lindamente... finalmente foi posto à prova e passou com destinção. Fiquei admirado com a capacidade da cana em trabalhar um peixe daquela dimensão "com uma perna às costas"! Tem uma reserva de potência fenomenal... E o carreto, apesar de ser em CI4, não cedeu nem um mm! Apenas um reparo para a baixa velocidade, a certa altura o peixe arrancou na minha direcção e vi-me grego para o acompanhar.No geral agradou-me e deixou-me confiante para futuras batalhas...


Mediu 75cm e pesou 5kg adivinhem... certinhos era maior que o que eu pensava. Bati o meu record por 2 vezes na mesma jornada... Por tudo isto agradeรงo-te Bruno pela "dica" que me deste com o teu relato. E peรงo desculpa ao Ricardo por o ter acusado de ter levado o peixe que eu tinha encomendado para depois dos exames... afinal ele ainda cรก estava Abraรงo e obrigado PCA por me permitires ter um dos melhores momentos da minha vida!!!!

Material: Cana: Major Craft Zaltz sea bass 9'6 M Carreto: Rarenium 4000fa Linha: PP 0,19 Baixada: Seaguar Ace 0,37 Clips: Hiro SS Snap Amostra: Daiwa Saltiga 17 Brown Back


Hรก dias


assim... por Armando Sousa

29 mar 2012, 14:53

“Foi este o Mix que coloquei na ponta da linha, comecei a lançar com uma animação dente de serra mais agressiva e depois fiz a mesma animação mas muito mais lentamente, e numa das vezes depois do Mix afundar quando levanto a cana levo uma valente pancada, parecia pedra mas eu sabia que ali era impossível ser pedra e ferrei, logo de seguida a pedra mandou quatro cabeçadas bem fortes e ZZZZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz o carreto começou a debitar fio e a acusar quem estava lá em baixo!!!”


Há dias

Há dias que saímos para pescar e por momentos pensamos tão bem estava eu a dormir, principalmente quando chegamos ao mar e nos deparamos com condições difíceis para o spinning. Hoje foi uma manhã assim, tinha combinado ir com o meu amigo João fazer uma pesquinha de manhã, no tempo que havia livre e assim foi, encontramo-nos como de costume bem cedo e ás 7h já pescávamos, mas com condições de mar muito difíceis, maré cheia, ondulação de 1.5, mar forte e bem batido fazia-nos stressar sempre que nos aproximávamos mais para pescar!

Há dias as

Segurança acima de tudo e sem se conseguir muito pescar foi-se passando o tempo sem grandes resultados, o mar estava assim.

O tempo passou e o João teve que ir embora, fiquei só com aquele cenário pela frente, caminhando pedra fora em busca de uma zona onde pudesse estar mais tranquilo, e curiosamente onde o mar estava a bater mais descobri que escondia uma zona mais protegida onde se podia fazer uns lançamentos tranquilamente. A zona parecia-me funda mas fazia um grande espumeiro, decidi colocar um vinil e tentar a minha sorte! Tinha na noite anterior preparado mais uma invenção, resultado de experiências anteriores, depois de comprar um vinil Storm Ultra Eel e o ter experimentado não gostei muito do cabeçote e ontem á noite fiz um mix entre o cabeçote da Savagear Sandeel e o corpo da Storm Ultra Eel 18cm na cor AYU, que me agradou bastante, mas por achar um pouco comprido cortei-o 1.5cm e coloquei no cabeçote da Savegear.

Há dias assim...

Foi este o Mix que coloquei na ponta da linha, comecei a lançar com uma animação dente de serra mais agressiva e depois fiz a mesma animação mas muito mais lentamente, e numa das vezes depois do Mix afundar quando levanto a cana levo uma valente pancada, parecia pedra mas eu sabia que ali era impossível ser pedra e ferrei, logo de seguida a pedra mandou quatro cabeçadas bem fortes e ZZZZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz o carreto começou a debitar fio e a acusar quem estava lá em baixo!!!

Há dias assim...


assim...

ssim...

Era um valente robalo que estava ferrado na ponta da linha, foi uma sensação incrível sentir de imediato tanta força, o robalo arrancou mar a dentro como um comboio sem paragem aparente, o drag bem regulado lá cantava o fado do ZZZZzzzzzz que tanto gostamos e fui apertando o drag a ver se abrandava a besta, mas era forte e não parava!!!

Há dias assim...

Já me começava a preocupar com o fim da linha, aperto mais um pouco o drag e começo a recolher, a speedmaster seabass dobrava toda e aguentava as investidas do bicho, ele dava cabeçada atrás de cabeçada sem se cansar, a luta era espectacular e eu sabia que tinha ferrado um bom peixe!!!!!

Fui recolhendo fio até que consegui ver o peixe, estava ainda a cerca de 50 m veio á tona e bateu-se mais um pouco, eu mantive sempre a cana em tensão e fui recolhendo a linha, com muita calma fui trabalhando o bicho mas ele não se rendia e volta a pirar-se mar dentro, mais uma arrancada, o drag no limite e ele levava linha e dava mais umas cabeçadas, continuei a trabalhar aquele valente lutador e finalmente consegui aproximá-lo mais, já estava a cerca de 10 metros e agora o problema era cmo o tirar da água...

dias assim...


HáHá dias dias as As ondas ainda batiam forte e numa vaga maior ele volta a arrancar, “...meu deus mas quanta força tem este gajo ? ? ?..." pensei eu, nova luta muitas cabeçadas e com muita paciência lá veio ele, estava bem ferrado mas temia que toda a luta pudesse fragilizar a boca e perder o peixe, com muita calma mantive o robalo á minha frente alguns segundos e esperei por uma onda mais forte, a mais de 3 metros de altura era impossível tirar aquele bicho a peso da água. Ele já dava sinais de cansaço e para minha sorte veio um set de ondas mais fortes que iam bater forte e chegavam quase aos meus pés, numa primeira coloquei o peixe sobre umas pedras, aguentei a água e na segunda onda levantei-o bem até ás pedras á minha esquerda e lá ficou, estava a seco e tinha conseguido ganhar aquele combate com tão nobre lutador, não cabia em mim de contente, pelo barrote que tinha á minha frente e pela adrenalina de toda a luta que tinha terminado a meu favor depois de durar um bom tempo!!!

Há dias assim...

Media 76cm e pesava 4,1 Kg era um macho, o esperma ainda escorria da barriga e além do mais era o meu novo recorde de robalo ao spinning, afinal ficar a dormir é que não dá peixe de certeza!

Há dias assim... Imagens para noção "esticobraço" do Nuno!!!

do

tamanho

real,

sem

Há o

famoso


assim... ssim... Há dias assim... Ficha técnica:

dias assim... Cana: Shimano Speedmaster 300H+ Carreto: Shimano Twinpower 4000 Ci4 Multi: Berkley Fireline XDS 0,19 Mono: Berkley Vanish 0,41 Amostra: Cabeçote Savagear Sandeel 42g Vinil Storm Ultra Eel 18cm (16,5cm)


Herda Baixo Alfus do


ades o queiro por Miguel Pereira Âť 18 abr 2012, 22:04


Boas! Durante a semana passada aceitei o convite de um amigo, para visitar umas "herdades" ! No sábado passado fiz-me a estrada e aí fui eu! Depois de uma sexta feira de chuva fraca, a noite foi bastante mais produtiva com chuva forte e intensa, pelo que as expectativas eram altas! Já não me lembrava da ultima vez que tinha caído água dessa forma! Saí de casa com muito frio, tempo instável e com ameaça de chuva constante, estavam reunidas, em teoria, as condições para um bom dia de pesca! Só faltava saber se as águas do baixo Alfusqueiro tinham subido e se a tonalidade escurecido um pouco!

C hegados ao ponto de encontro, cumprimentos da praxe, fomos para o rio, com o meu colega a explicar que seria uma descida longa para o rio, e depois um trajecto de dificuldade baixa no rio! E a primeira chuvada em cima do lombo já ninguém nos tirava!


Por meio de silvas, tojos, cascalho lá chegamos ao rio! Para espanto, ou não, a água não tinha enludrado mas o caudal tinha subido alguma coisa! As terras estão bastante secas, absorvendo todas as gotas de água que caem, e desta forma não há água barrenta a cair para para o rio, não permitindo que escureça! Com as explicações do troço, as primeiras horas de pesca seriam para jusante e depois uma incursão para montante! Fomos lançando, em todas as correntes e passado um pouco o meu colega faz a estreia do dia! Uma pequenina truta, bastante arisca que se rendeu a uma colher EDU nº 00.

Fomos batendo tudo o que havia, inclusive poços bastante profundos, debaixo de algumas chuvadas, mas as trutas não queriam aparecer!


Estava frio quanto baste, sendo essa uma justificação para a baixa actividade, porque pelas teorias da pesca, água havia, e era a primeira vez que elas viam tanto caudal e tanta oxigenação na água.

No final deste açude profundo faço a minha primeira trutabastante brava!Rendeu-se a uma EDU nº0 gentilmente cedida pelo meu colega, aliás foi a primeira vez que pesquei com estas colheres!Infelizmente não as encontro há venda em Portugal. Gostei muito!tem um trabalhar bastante rotativo comparado com a Mepps por exemplo!


Depois desta captura regressamos ao ponto de inicio para fazer o que nos restava.


Mais umas chuvadas no lombo, e mais um bom troço de rio feito, apenas um toque de uma truta digna de registo na cana do meu colega!

Tinha chegado a hora de almoçar, e fizemos uma dura subida até aos carros!Foram seguramente uns 20 durante uma subida bastante íngrime, que enquanto me acho que não lá volto, mesmo que tenha gostado imenso zona do rio!

longa e minutos lembrar daquela

Depois de uma "bucha" e de um folar de sobremesa, fomos até á segunda parte! Desta vez um troço mais plano sem grandes sobes e desces, com mais umas abertas de sol e com uma temperatura mais agradável, chegamos a um poço, que talvez seja o mais profundo que conheço no rio. Alimentado a montante por uma corrente, lanço a primeira vez e nada! Lanço a segunda, e com a amostras a uns 8 metros de mim,e vejo uma enorme boca a atirar-se a amostra...o coração disparou só com o susto, a truta toca na amostra, e vejo um lombo enorme a afundar outra vez para a escuridão do poço....era bicho para mais de kilo! O meu colega lança a seguir e tem outro toque do animal! Refiz-me do susto, e lanço outra vez, deixando a amostra bater no fundo e depois recolher lento para varrer mais o fundo....e mais um toque!!! Ainda a tive uns segundos engatada, mas não era o dia de ela sair!


Fomos subindo o que restava para bater, e faço a segunda truta do dia! Mais uma bela truta do Alfusqueiro, que ainda deu uns saltos contra a corrente do rio, para se salvar, mas lá a consegui fotografar!

Ainda fizemos mais um açude sem resultados práticos! Estava feito o dia! Foi muita pesca, foram quase 11 horas no rio, com emoções, capturas, contacto com paisagens deslumbrantes, locais inóspitos e acima de tudo em boa companhia! Melhor que isto??? Duvido... Ficha Técnica: Cana: Plaiway Economic rod Carreto: Mitchell Avocet 1000pf Fio: Trabucco 0,16 Amostras: Edu nº0 e Mepss Tw Abraço


Robalos de

Komo


omo

por Armando Sousa » 15 mai 2012, 14:43

“-... Começo a lançar, uma, duas e zásss, outro robalo, como o primeiro, a mesma luta, ele estava chateado, talvez por ter acordado tão cedo ou por ter-lhe estragado o pequeno almoço, era bravo e dava umas boas cabeçadas, trouxe o robalo até mim, a manhã estava a correr bem....”


Roba Domingo fui pescar, tinha pouco tempo pois os compromissos com a família estavam marcado para bem cedo mas mesmo assim fui um par de horas, o dia estava com razoáveis condições para spinnar, embora a agua estivesse muito cristalina a ondulação de 0.8 e ausência de vento eram um bom sinal.

Encontrei-me com o meu amigo João Pinho para um café, antes de começar a pescar, onde metemos a conversa em dia, falava-mos da pescaria de sábado, onde no meio de 3 cachotes sem medida saiu uma truta marisca para cima de 1kg ao meu amigo Paulo, a surpresa foi tal que a truta se pirou, ainda tentei deitar-lhe a mão mas ela foi-se e nem uma foto nos deixou, foi pena, eu disse logo para o meu amigo..."olha olha, vai um gajo p'ro Minho gastar tanta gasolina e elas andam por aqui, esta foi boa", mais curioso é a malta no Minho se chatear por a capitania colocar uma medida mínima nas amostras que são 7cm, pois bem esta linda truta saiu com uma saltiga 14 na cor sardinha, tem o dobro da medida mínima do Minho.

de

Komo Voltando a domingo o mar não mexia muito e com as águas assim lusas ia ser difícil, o peixe fica mais desconfiado e assusta-se facilmente, ainda por cima com o tempo tomado só iria puder pescar até as 8:30. Comecei por pescar com uns vinis, mas nem os deixei aquecer, ao fim de alguns lançamentos decidi mudar para amostras e colocar uma Ima Komomo Slim 130 na ponta la linha, olhei para ela e como que em jeito de feeling disse "estás com vontade, mmm ok vai lá!" e lá foi ela a banhos.

O sol estava ainda a querer romper o horizonte, a luz era fraca, a temperatura da água subiu e eles podiam andar mais à superfície (mas não me agradou meter um passeante), a Komomo 130 slim é uma shalow muito leve, tem apenas 12gr que lança bem sem vento, precisa de mar mais calmo para trabalhar bem, o W&R é muito atractivo, para não dizer fatal, é das amostras que tem o trabalhar que mais me agrada, pena é que não aguente muito mar e só dê para dias assim, mas menos mal, assim já tem a sua função bem especificada!!!

Estava a usar a cor KS020 e ao fim de dois lançamentos, zásssss peixe ferrado, a amostra tinha funcionado bem, a escolha tinha sido acertada!


alos O peixe era um bom lutador, dava para ver que nem era grande nem pequeno, mas era bravo, lutava bem e ao fim de uma boa luta o peixe estava a seco. Um robalo com 43cm, nos dias que correm já não era nada mau, a grade já não ia para casa e lá continuei a minha pesca. Mais uns lances e decido mudar de local, ainda penso em mudar de amostra mas pensei "naaaa, esta a dar, deixa ver"!!! Começo a lançar, uma, duas e zásss outro robalo, como o primeiro, a mesma luta, ele estava chateado, talvez por ter acordado tão cedo ou por ter-lhe estragado o pequeno almoço, era bravo e dava umas boas cabeçadas, trouxe o robalo até mim, a manhã estava a correr bem. Era ligeiramente inferior ao primeiro, 40 cm de robalo cheio de força, ferrado pela boca e barriga onde a fateixa cravou e rasgou deixando um golpe profundo que muito provavelmente não deixaria viver aquele robalo, por isso a decisão foi não devolver!!!

momo O dia continuou, mudamos de pesqueiro, andamos de pedra em pedra e voltamos à base onde ainda deu para ferrar ainda com a mesma Komomo mais um cachote com pouco mais de 30 cm devidamente devolvido ao mar.

Foi um início de manhã sem grandes exemplares mas com a adrenalina das capturas, sempre em boa companhia e com muita diversão, a final a pesca é mesmo isso!!!

Ficha técnica:

Cana: Shimano Aspire Seabass 270H Carreto: Shimano Twinpower Ci4 4000 SFA Mono: Seaguar Ace 0,40 Multi: Sufix 832 0,15 Amostra: Ima Komomo Slim 130 - KS020


UM PEIXE UM MOMENTO

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FANTÁSTICO ÚNICO

por Rui Coimbra 5 jun 2012, 12:57

A força do peixe era brutal e mesmo com o drag apertado como gosto de pescar o fio saía a uma velocidade incrível, fui fechando o drag mas o fio continuava a sair. Apertei mais um bocado mas nem assim parava e comecei a olhar para o carreto e para cana e a pensar se iria conseguir tirar este peixe. Que força meu Deus, pensava eu e olhava para o mar a tentar perceber as intenções dele. O peixe a certa altura começou a parar e começou a nadar para os lados, sabia que tinha que manter a pressão e foi o que fiz.


FANTÁSTICO... ...ÚNICO Tive dificuldade em escolher um título para este tópico. É difícil descrever o que vivi ontem ao final do dia, mas foi com certeza a mais fantástica experiência de pesca que já tive.Sabia que a zona tinha dado uns peixes e fui tentar a minha sorte depois do trabalho. Procurei um pouco e apostei numa só zona porque o tempo não era muito. Passado cerca de uma hora e com a maré em baixo estava a ver as minhas hipóteses de tirar um peixe a ficarem reduzidas. Mesmo assim nunca deixei de acreditar porque o pesqueiro apesar de pouca água era o único naquela zona que me dizia que poderia ter alguma sorte. Num dos lances ferro um peixe e veio aquela alegria e adrenalina, mas de repente começo a ficar um bocado preocupado.… A força do peixe era brutal e mesmo com o drag apertado como gosto de pescar o fio saía a uma velocidade incrível, fui fechando o drag mas o fio continuava a sair. Apertei mais um bocado mas nem assim parava e comecei a olhar para o carreto e para cana e a pensar se iria conseguir tirar este peixe. Que força meu Deus, pensava eu e olhava para o mar a tentar perceber as intenções dele. O peixe a certa altura começou a parar e começou a nadar para os lados, sabia que tinha que manter a pressão e foi o que fiz.


Ia puxando para mim aos poucos e devagar mas sentia que o peixe era pesado e a corrente jogava a favor dele, de vez em quando arrancava outra vez mas já não era aquela força inicial. Passado um pouco e com a ajuda da água consegui trazer o peixe até mim. O Robalo era enorme e era sem dúvida o maior que tinha tirado.Decido fazer mais uns lances e dou-me conta que estou cansado e com a respiração acelerada… pesquei mais uns minutos até me recompor e vim embora. Fiquei com um misto de sentimentos e com pena de matar um exemplar assim mas decidi trazê-lo. De todos os robalos que trouxe para casa este custou-me mais. A morte nunca é bonita seja em que situação for. Temos mesmo que ter muito respeito pela natureza e pelo mar. É um privilégio enorme poder pescar um peixe assim. Pelo momento, pelas sensações tão intensas, pelo ambiente que me rodeou sozinho numa praia aquela hora dentro de água até aos joelhos, com o sol já escondido no horizonte, pelo peixe absolutamente fantástico que pesquei, faço um brinde ao mar e à Natureza. De vez em quando damos-nos conta que temos mesmo muita sorte em poder viver uma experiência destas. Jamais esquecerei este dia. Maravilhoso.

Ficha técnica: Cana: Major Craft Zaltz ML 9.6 Carreto: Shimano Stradic FJ 5000 Fio: Power Pro + Seguar Amostra: Daiwa Saltiga 17 Laser Sardine O Robalo tem 4kg e 73.5cms Um magnifico exemplar. Abraço a todos


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1- O Robalo é considerado predador de primeira linha na cadeia alimentar, apresentando poucos ou quase nenhuns predadores.

2- A cor e a anatomia do Robalo criam um efeito que dissimulam a sua presença na água, o que lhe permite uma excelente camuflagem e consequente emboscada, por outras palavras, o Robalo é um predador extremamente eficaz e invisível às suas presas. 3- A Vida do Robalo é uma interminável busca de alimentos.

4- O pico de máximo de procura de alimento para Robalo situa-se entre as 5:00 a.m. e 7:00 a.m. e entre as 6:00 p.m. e 8:00 p.m.

5- Os alimentos base da dieta de Robalo são crustáceos, sardinhas, cavala ou sarda, tainha, e outros.

6- O Robalo quando se alimenta pode ser um seguidor contínuo de bancos de camarão, sardinha e outros. 7- O Robalo pode aprender a evitar certos tipos de amostras, se estas lhe tiveram causado experiências negativas.

8- Há uma significativa migração de Robalo para a costa portuguesa durante o outono e o inverno, para nestas àguas decorrer a reprodução e desovar. 9- Os alimentos básicos que proporcionam uma alta produção de ovos nas fêmeas são a proteína animal e a gordura das suas presas.

10- A hormona utilizada para desova artificial de um peixe conhecida como gonodatropina.


PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA

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11- É importante lembrar que um Robalo de 1,5 kg pode ser um espécime adulto. 12- O número de capturas em épocas de alta concentração de peixes pode facilmente ultrapassar os 5 ou mais espécimes. 13- O impacto de um grande robalo é forte e firme e “marra” com a cabeça tentando extrair os anzóis que o aprisionam.

14- Na superfície da água podem ver-se as ondulações provocadas pelos grandes espécimes de Robalo que se deslocam em canais de rio pouco profundas e nos litorais. Nas faces translúcidas das ondas também é possível visualiza-los.

15- Das capturas de Robalo estima-se que apenas 5% não sobrevivem quando são libertados, esta taxa tão baixa mortalidade implica um maior atenção na captura e consequente libertação (CATCH & RELEASE) para que esta bela espécie de peixe continue por muito mais tempo nas nossas águas. 16- Dada a grande quantidade de gordura no corpo de um grande Robalo adulto, o seu metabolismo é mais lento e fará com que seus períodos alimentares sejam menores. Isto significa que horas do amanhecer e o pôr-do-sol sejam as propícias para a sua captura, porque o peixe nestes períodos será mais ativo.

17- A ação de ataque da boca de um Robalo é tão rápida, que seria necessário reduzir a velocidade de reprodução vídeo, para o olho humano se aperceber de todos os movimentos. 18- O Robalo tende por vezes a estabelecer alianças com outros predadores para juntos proporcionarem melhores estratégias de caça.

19- A melhor época para a pesca de Robalo é o fim da Primavera início do Verão na boca dos rios que mostram clareza nas suas águas. 20- Em zonas com pouca ou nenhuma pressão de pesca, o Robalo gera um padrão de caça e retorna periodicamente para as melhores áreas. Esta atitude permite que o pescador desportivo faça capturas frequentes identificando essas zonas de pesca. Deve o pescador ter consciência que os recursos são limitados e por isso nunca esgotar o pesqueiro.


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21- Quando os juvenis desta espécie se sentem ameaçados, podem esconder-se na areia, pois o Robalo é predador da sua própria espécie canibalismo. 22- O Robalo está entre as espécies que mantêm uma maior tolerância às alterações de salinidade e a densidade das águas.

23- As “zonas berçário” são estruturas que fornecem aos peixes orientação, proteção e alimentação. Deveria ser imperativo implementar em Portugal uma vasta rede destas “zonas berçário” para preservação da espécie. 24- A captura de muito Robalo jovem é indicativo da sua falta de experiência e também pela sua avidez de alimento. Devolva todos estes exemplares capturados. 25- Se pudéssemos sustentar um projeto de gestão reprodutiva de Robalo, poderíamos povoar com milhões de exemplares a nossa costa. 26- O Robalo é uma espécie que pode ser cultivada com grande eficácia para repovoamento.

27- A produção e libertação de camarão são uma das chaves da gestão artificial do litoral, pois este e outros crustáceos são a base da alimentação do Robalo. 28- Os Robalos adultos podem ser mantidos em cativeiro em condições adequadas, os juvenis são muito mais vulneráveis.

29- O respeito pela vida aquática é de importância vital, cada pescador deve ter consciência disso e independentemente do número de capturas que efectua numa jornada, deve somente guardar UM ou DOIS exemplares e libertar os restantes. O BOM PESCADOR desportivo deve libertar esta espécie que tanto apreciamos para que seja preservada e reforçada num futuro próximo.


PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA AS AMOSTRAS

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ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO

30- As amostras de pesca devem ser de superior qualidade de modo a funcionar nas mais exigentes situações. 31- O pescador deve sempre procurar ter ao seu alcance amostras eficazes e não inúteis, pois são desnecessárias na sua bolsa de pesca. Não aposte numa grande coleção, procure rodear-se de amostras com as seguintes características:

• Ser reconhecida a qualidade dos fabricantes; • Boa construção, quer em materiais, quer em acabamentos; • Alta resistência aos impactos, uma amostra nunca deve ser frágil; • Cores adequadas para as espécies que procura; • Os engates e anéis metálicos tem de ser de excelente qualidade, dê preferência ao aço inoxidável; • Formas aerodinâmicas são sempre preferíveis; • Deve ser estável e hidro-dinâmica e na sua natação criar padrões eficientes; • Responder de forma efetiva aos impulsos dados pelo pescador e sua cana; • Apresentar superior qualidade de fateixas e com frequência substitui-las por melhores; • Olhos de bom tamanho e cor; • É preferível o som grave das esferas interiores, em alguns modelos; • Desenhos imitadores ou ditos naturais são uma boa escolha; • Design exclusivo por vezes é preferível, mas quase sempre muito mais caro; • Devem ter propriedades que permitam a reflexão da luz; • Capazes de capturar outras espécies; • Peso adequado; • Preço razoável de acordo com a sua qualidade; 32- O número de amostras que o pescador escolhe para dada jornada é um factor importante pois está diretamente relacionado com a análise prévia do pesqueiro e que lhe darão maiores probabilidades de sucesso.

33- As combinações de amostras com plumas nas cores vermelhas ou brancas na cauda são altamente produtivas. 34- A cor preta ou vermelha são mais produtivas em sessões nocturnas.


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35- O cor branca na amostra utilizada entre 4:00 a.m. e 6:00 a.m. é uma boa opção. 36- As cores do camarão e dos crustáceos são as melhores opções quando o Robalo desconfia. 37- Um vinil com cauda em forma de V ou semiesférica é muito atrativo a para Robalo. 38- No uso de vinis, o Robalo aceita várias cores do espectro de banda estreita ou cores do arco-íris. 39- Os vinis cobertos com essências de peixe ou camarão têm vantagens pois tornam-se mais naturais em aparência e cheiro. 40- O movimento ondulante de um vinil macio simula a vida de um verme, por isso, são óptimas para a pesca ao Robalo. 41- As mais eficazes formas de amostras de peixes são os Minnow’s, pois são aquelas que melhor imitam as convulsões e um nadar aflitivo da presa. 42- As amostras nunca são demasiado grandes para um Robalo solitário com alto grau de agressividade e territorialidade. 43- Amostras com olhos salientes e grandes são um chamariz com sinais inequívocos para um predador e que o leva ao ataque impiedoso. Esta doença que afecta os peixes é conhecida como exoftalmia e é uma infeção ao nível do globo ocular em que denota fraqueza ou doença no peixe. 44- Canas de ação médio e médio/forte em carbono são as melhores lançadoras de amostras para a pesca do Robalo. 45- Deve afiar-se as fateixas, pois com más pontas são causa da contínuas perdas na pesca desportiva, uma boa ponta afiada em diamante é ideal para maximizar a probabilidade de captura. 46- Fateixas de fraca ou má qualidade construção que vêm nas amostras devem ser substituídas por outras de melhor qualidade.

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PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA PESCA A TÉCNICA

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ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO

47- Devemos procurar o Robalo a todos os níveis de profundidade pois maximiza as possibilidades de captura. O segredo está em adequadas amostras, dominando estas técnicas: - Pesca superfície; - Pesca média da água; - Pesca profunda; - Pesca vertical; - Pesca de "corrico embarcado". 48- A aplicação de várias técnicas e artificiais maximiza as possibilidades de capturar o Robalo: comece pela superfície, passe para a meia água e teste os fundos.

49- As áreas de maior dificuldade de pesca são águas rasas com água limpa pois pela necessidade de aproximação o pescador é desmascarado. Faça uma aproximação cautelosa a estes pesqueiros. 50- Presencie e memorize os movimentos efectuados pelos pequenos peixes feridos e os movimentos na água dos predadores em ação, pois essas memórias só trazem benefícios para o pescador. 51- As zonas de maior probabilidade para a pesca do Robalo são: - Áreas adjacentes à costa; - Caneiros na baixa-mar; - Foz de rios ou estuários; - Intervalos entre vagas; - Estruturas, designadamente: molhes, pontes e navios afundados; - Haff’s ou lagoas de água salobra.

52- A pesca ao Robalo pode ser feita de três formas: Ações de pesca apeada ou embarcada procurando diferentes pontos de provável encontro; A pesca estática num bom fluxo de corrente: Ou barco de pesca em que se deslocam para zonas de corrico onde a espécie é identificada.

53- O maior número de lançamentos irá aumentar a probabilidade de captura.


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54- O Robalo é mais facilmente capturado com céu encoberto e águas um pouco tapadas. Com Sol a pique não é tão produtivo. 55- Zonas de grande oxigenação, águas revoltas, fundos levantados e ondas confluentes são bons territórios de caça.

56- Lançar a amostra para trás das ondas é também altamente aconselhado, pois é por aí que se encontram também outras presas do Robalo. 57- A leitura das correntes oceânicas é uma das chaves do sucesso na pesca do Robalo. 58- Procure refluxos e poços em toda a orla costeira, os movimentos de aves e peixes e verá que são locais propícios à pesca do Robalo.

59- Um grande Robalo é um peixe cuja experiência de vida lhe dá vantagens competitivas em relação aos espécimes mais jovens. 60- A luta com linha até 8 quilos de tensão é uma das mais exigentes, estimulantes e emocionantes para a pesca do Robalo.

61- Quando o peixe ferrado tenta a fuga a favor da linha, recuperar mantendo tensão na linha é a melhor opção para evitar surpresas. 62- Caso ferre um grande Robalo deve permanecer calmo e lutar com toda a sua habilidade.

63- A maior parte dos Robalo são perdidos num primeiro impacto, dada a sua capacidade para reagir ao artificial. Na recolha é imperativo manter sempre o peixe em tensão para evitar a fuga, mas com a embraiagem controlada. 64- Um Robalo pode capturar uma amostra mesmo que esteja com o estômago completamente preenchido. Autópsias a Robalos confirmam.

65- Um Robalo pode seguir uma amostra durante largos metros para gerar um enérgico ataque apenas no último momento, ou seja, quando sente que esta vai sair do seu campo de ação. Por isso nunca menospreze os últimos metros de recolha.


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ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO ROBALO

66- Um Robalo pode parecer que se rendeu, mas deve ser tomado cuidado no trecho final antes de o sacar da água. É vulgar que haja um último esforço para se libertar e originar o rebentamento da linha. Abra até um pouco o “drag” e nunca puxe com a mão pelo mono ou multifilamento pois origina excesso de tensão, fratura do mesmo e fuga do peixe. 67- Quando o Robalo está suspenso na vaga é o momento adequado para usar a inércia da mesma e aproveitar essa ajuda a nosso favor e aproximar cada vez o peixe para perto da costa. 68- A distância média lançamento de uma amostra de 20 gramas são 50 metros. Este é um lançamento ideal para entrar nos domínios do Robalo.

69- Por vezes a luta de um grande robalo não parece forte pelo facto de ter aspirado completamente a amostra, esteja atento pois a surpresa está reservada para o final da captura. 70- A irritabilidade produzida por uma amostra é um factor importante que “obriga” ao ataque do Robalo. Seja persistente em zonas que considera capazes de albergar o Robalo.

71- A penetração da fateixa na boca do peixe deve ser eficaz. Recomenda-se fazer uma boa ferragem, tanto mais enérgica, quanto maior a distância que o Robalo se encontra de nós. Note-se que ao trabalhar uma amostra a uma grande distância há maior dissipação de energia, pelo que ferrar o peixe a essa distância implica um puxão mais “seco” e enérgico para conveniente prisão do peixe. 72- Embora a utilização de um simples anzol seja mais eficiente ao nível de penetração na cavidade bocal, o uso de fateixas aumenta a probabilidade de captura. 73- Ocasionalmente pode ferrar-se um peixe, não pela boca, mas por um órgão ou barbatanas. Nestes casos deve combater com grande cuidado, porque essas zonas, principalmente as escamas, não permitem boa penetração das fateixas. 74- Se os fundos são rochosos e dão prisão sistemática na recolha, tente usar uma fateixa dupla com as pontas voltadas para cima. 75- O multifilamento verde tem demonstrado grande eficácia de se camuflar muito bem em água onde prospera o Robalo.


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76- É totalmente recomendável o uso de óculos polarizados para proteção dos nossos olhos face às afiadas fateixas e para detectar a presença do peixe na água.

77- Para a pesca do Robalo usar baixada em fluorcarbono é aconselhável, pois evita golpes da boca e guelras bem como no contacto com zonas rochosas. Recomendo um fio entre 7 e 14 kg de tensão. A luta com linha de menor dimensão, logo com menor resistência à tensão, é um desafio que recomendo pois torna-se extremamente emocionante. 78- O nó “Allbright” ou nó de sangue são os mais recomendados para a baixada.

79- Os nós que unem o líder ás amostra devem ser efectuados com a máxima perfeição. Recomendo nó “Palomar”. 80- Os clipes de engate rápido ajudam na substituição da amostra, mas são um provável elemento de ruptura. 81- É sempre aconselhável usar em cada jornada uma baixada nova para a pesca do Robalo, pois ás primeiras horas do dia poderemos estar na presença de um grande exemplar e ocorrer o rebentamento de linha. 82- Recomenda-se rever os últimos dois metros de linha regularmente com o objectivo de detetar eventual abrasão sobre no mesmo que assim evitará a perda de peixes. 83- O uso de destorcedores só é recomendado quando a amostra é do tipo giratória.

84- Uma bolsa de cintura, tiracolo ou canguru é ideal para transportar as amostras e outros acessórios. Estas permitem mudanças rápidas das amostras e otimização dos tempos de pesca. 85- Deve apresentar-se a amostra ao predador sempre na sua trajetória de natação. Nunca a amostra num sentido e o predador noutro. A amostra deve aparecer à sua frente, pelos flancos, como se tudo fosse ao sabor da corrente. Esta é uma apresentação mais natural.


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86- A amostra pode ser amarrada directamente ao líder com um bom nó; garantindo assim uma maior robustez ao conjunto, mas mais complicado na substituição das amostras.

87- Quando um peixe é muito forte e leva linha é recomendado se a tensão da linha estiver muito alta, diminui-la. 88- Uma técnica muito interessante, é deixar a corrente forte levar a amostra e em seguida suspendê-la a fim de que ela trabalhe sozinha no fluxo de hidrodinâmico, o ataque muitas vezes acontece.

89- O ataque de Robalo é imprevisível, hoje num ponto escolhido pode não ocorrer e posteriormente ocorrer. É que tudo roda em volta dos incessantes movimentos da comedoria e das marés. 90- O Robalo pode permanecer estático no fluxo dando a impressão de que a amostra está presa em uma obstrução do fundo, é por isso necessário realizar um ensaio de tensão da linha para confirmar a prisão do peixe. 91- Quando o Robalo apresenta relutância ao artificial é necessário ter um elevado nível de paciência.

92- O nó da linha que liga à amostra deve ser feito com mestria, ajustado e bem lubrificado com água para evitar rebentar com um grande peixe. São recomendáveis os nós: “Rapala”, “Clinch” e “Palomar”. 93- Um método muito seguro de captura do Robalo é com vinis longos e serpenteantes. Se o pesqueiro permite, esta amostra cria um padrão natatório que garante eficácia quando as amostras duras falham. 94- Ao utilizar amostras de superfície o movimento típico de um peixe ferido e que se torna mais produtivo é o serpentear com a cabeça – “walking-the-dog” com pequenos saltos à superfície.

95- A verdadeira ação de pesca tem como intuito a diminuição das reservas energéticas dos peixes nos seus músculos e esta é a chave para maximizar a probabilidade de capturar grandes espécimes.


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96- A melhor experiência é adquirida com a prática constante, com aprendizagem e com o conhecimento dos outros pescadores mais experientes; por conseguinte, é importante localizar e privar com pessoas que gostam de fazer este desporto. 97- O manuseio de uma amostra é uma ARTE que só frutuosa quando o pescador a domina. Este conhecimento é que lhe permite “DAR VIDA” e efetuar uma “performance” que tem como finalidade enganar o predador.

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98- Um dos segredos mais bem guardados pelos pescadores de Robalo é o tempo associado à rapidez com que trabalha a amostra. As velocidades tendem a ser variáveis, mas com tendência a médias ou a baixas velocidade.

99- Uma técnica apurada é uma característica única de cada pescador de Robalo, só com persistência e dedicação é que se passa a pertencer a esta elite da pesca ao Robalo. 100- O que define um grande pescador é procurar o desafio. E um dos maiores desafios para a pesca do Robalo é usar uma boa linha mas com uma baixa tensão de ruptura, quando pesqueiro permite. Assim a luta será mais majestosa e digna. Note-se que um hábil pescador tem ainda a seu favor a inteligência, uma boa cana, um bom carreto, muito discernimento e calma para trazer o Robalo até si. Pescar é evoluir e preservar… www.pescacomamostras.com


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O FORUM PESCA COM AMOSTRAS ...SEMPRE NA VANGUARDA EM PORTUGAL

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O fórum Pesca com Amostras - www.pescacomamostras.com/forum é o único espaço nacional dedicado em exclusivo a todas as técnicas de pesca com amostras artificiais. Foi através do Pesca com Amostras - PCA, que a maioria dos pescadores portugueses estabeleceu o seu primeiro contacto com as técnicas de pesca com amostras artificiais. Aprenderam conceitos fundamentais, novas abordagens e conhecimentos, novas práticas e métodos, criaram novas amizades. A par das questões técnicas é dado também especial enfase á necessidade de uma nova mentalidade na pesca desportiva, de uma nova ética do pescador, um apelo à consciência mais crítica, mais informada e bem formada, à sustentabilidade dos recursos, ao respeito e ao escrupuloso cumprimento da Lei. Entre as várias iniciativas que organizamos ao longo do ano, realizamos anualmente a única prova nacional de Pesca com Amostras em Portugal: o Torneio Nacional de Spinning e Corrico de Costa – Luís Vicêncio, que vai já para a sua IV edição. O PCA é já muito mais que um fórum, é um espaço onde a comunidade da pesca com amostras artificiais em Portugal se reúne diariamente, debate, combina encontros e pescarias, troca experiências e partilha. Em suma, é uma família. Foi assim que o Pesca com Amostras - PcA, conquistou por mérito próprio, o respeito e o lugar que hoje todos lhe reconhecem no panorama da pesca lúdica/desportiva em Portugal. Sentimo-nos todos orgulhosos e com todo o ânimo para continuarmos com o PcA a indicar o caminho do futuro. Paulo Machado


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Não desanime neste mês, pois não há razão. Sentirá uma diminuição nas capturas principalmente nas praias de areia fina, pois o Robalo desconfia ainda das zonas ruidosas da época balnear. Evite essas zonas. Para o sucesso comece bem dentro do entardecer e até ao amanhecer. Percorra bastantes pesqueiros para maior efetividade. Use amostras pequenas e médias em cores naturais se as águas assim o indicarem. Se o peixe andar desconfiado recorra ao vinil, se não tente passeantes e minnows. Os poppers não devem sair ainda da sua bolsa. Arrisque.

Outubro

Mês excelente. Repita o horário de setembro mas com muitas melhorias no período de luz. Não esqueça as noites e os excecionais luares de outubro. Todas os pesqueiros são bons locais para o sucesso. Dá-se ainda o esforço final na engorda com que o Robalo terá de enfrentar o acasalamento e o frio. Use e abuse de artificiais de maior porte pois a avidez é notória e mais condizente com o aspecto da comedoria de final de verão.


Novembro

Os dias arrefecem rapidamente e há alguma instabilidade atmosférica, mas surgem ainda dias amenos que incitam a mais à actividade. Aproveite bem essas ocasiões pois nessas circunstâncias ele alimenta-se quase ininterruptamente. Tenha o máximo cuidado com a forma com que aborda o pesqueiro, pois ele abeira-se bem da espuma e de nós. Os minnows são os prediletos juntamente com amostras metálicas se o mar crescer.

Dezembro

Mantêm-se as condições de novembro mas com muitas melhorias. As últimas semanas do ano costumam ser fantásticas caso a actividade lunar contribua. Observe bem os exemplares que captura e verifique cuidadosamente se estão em pré-desova. Caso assim aconteça devolva ao mar rapidamente e sem hesitar para que a espécie termine o ciclo e gere prol para os anos seguintes. Só assim preservamos a espécie e temos a certeza de que época a época teremos um bom Robalo na mesa da passagem de ano.


UM ROBALO

ADULTO PESA ENTRE 1 e 2KG

MEDE ENTRE 40 e 52C

E TEM 4 a SÊ CONSCIENTE

CUMPRE A LEI

PRESERVA O PCA DEFENDE 42CM

COMO MEDIDA MÍNIMA DE CAPTURA


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CM

5 ANOS 100

10 90 9

MATURIDADE

80

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7 6

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3

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2

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1

0

0 0

5

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IDADE (anos)

15

20

25

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PESO (kg)

COMPRIMENTO (cm)

60


FERRA

E METE-TE O VÍCIO

...NÃO TENS COMO ESCAPAR...

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Revista PcA N.º1