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Conversa com

Nenhuma. Aliás, sou uma pessoa muito abençoada porque todos os convites recebidos para TV foram feitos depois que outros autores e diretores foram ver meu trabalho no teatro. E me orgulho muito disso. Acha que a classe artística tem um certo “preconceito” contra esses programas de televisão? O que você acha disso? Olha, se existe ou não isso é muito particular de cada um. Eu tenho minha opinião a respeito disso e acho que todo trabalho que você faz independente do lugar, se é na TV ou no teatro. Para ser sucesso tem que ser feito com dignidade, humildade e amor. E eu amo o que eu faço!

Existem grandes talentos no teatro que são mal aproveitados ou subestimados na televisão? Acho que tudo tem sua hora. Se ainda não aconteceu é porque ainda não era a hora daquela pessoa. Você teve uma banda que tocava clássicos do cinema. Isso influenciou a produção do espetáculo “AíPod”? A única coisa que preservamos da Eletromovie e que também faz parte do “AíPod” é a interação com os vídeos. Como avalia o resultado de Hairspray depois dessa temporada? Como foi trabalhar com o Miguel Falabella? Vocês já se conheciam? “Hairspray” foi o maior presente de Deus e divisor de águas da minha carreira. Acho que todo comediante

FOTOS MIGUEL COSTA JR.

“Eu sou perfeita, tenho saúde, força de vontade e descobri que me amava do jeito que eu era. Gordinha ou magra decidi que ser feliz comigo mesmo é o que fazia tudo dar certo. E deu!”

Humor na Telinha Em “Passione”, novela em horário nobre da Rede Globo, Simone contracenou com Clô (Irene Ravache) e ganhou o público sem quase dizer palavra na pele de Lurdinha. No “Zorra Total”, viveu Amélia, uma mãe preocupada com a escolhas do filho. Também teve personagens cômicas em “Malhação” e no canal Multishow, no qual estrelou o seriado “Na Fama e na Lama”.

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LAICA | Fevereiro 2012

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