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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AUGUSTO MORENO

Pequenos Jornalistas 2003/2004

n.º 59

1.º Semestre

ESCOLAS DO AGRUPAMENTO

AUGUSTO MORENO ÍNDICE

Editorial..................................................................................2 Acontecimentos...................................................................3 Magusto Escolar...................................................................4 Página da Associação de Pais............................................5 Natal.......................................................................................6 Entrevista ao Presidente da C.E.I.......................................9 Clube de Jornalismo...........................................................10 Quem Somos........................................................................11 Passatempo.........................................................................12 Poesia...................................................................................14 Visita de Estudo...................................................................16

Biblioteca / C.R.E................................................................18 Página de Matemática........................................................20 Página de Inglês..................................................................21 Página de Francês...............................................................22 Jogos Tradicionais.............................................................23


PLANO DE FORMAÇÃO DO AGRUPAMENTO

EDITORIAL VIVER EM AGRUPAMENTO

Aos Professores é pedido que, cada vez mais, sejam capazes de educar numa dimensão pessoal e social, para a autonomia e a cooperação, para a reflexão e a intervenção, para a inclusão, para a mudança. A colaboração e o empenhamento dos diferentes intervenientes no processo educativo são por demais evidentes e urgentes na partilha de experiências e preocupações, na procura conjunta de soluções e consequente melhoria da acção educativa. A aceitação destas exigências, o propósito de responder a necessidades sentidas, bem como o reconhecimento da importância e da necessidade da Escola se assumir como centro de formação e como comunidade educativa têm vindo a enformar a acção conjunta da Comissão Executiva Instaladora e do Conselho Pedagógico. Assim, para cumprimento destes desígnios foi elaborado um plano de informação/formação e de debate para os pais, pessoal não docente e pessoal docente. Aqui se dá conta das acções já realizadas: O Auxiliar de Acção Educativa – agente e modelo de vinculação – 11 e 12 de Setembro; Projecto Curricular de Turma (1º Ciclo); Pais – Escola: uma relação preventiva e promo- cional do sucesso educativo – 14 de Outubro; Áreas Curriculares não disciplinares: Formação Cívica - 25 de Setembro; Estudo Acompanhado - 23 de Outubro; Área de Projecto – 30 de Outubro; Do Projecto Educativo ao Projecto Curricular de Escola e de Turma – 20 de Novembro; Regulamento do Concurso de Pessoal Docente 15 de Janeiro. Considera-se que o trabalho desenvolvido foi enriquecedor para todos. Outras acções já programadas irão ainda decorrer ao longo do ano: Desenvolvimento Pessoal e Social do Docente: competências intra e interpessoais; A Indisciplina e a Violência na Escola; A Proposta do Querer; Clube de Língua Gestual Portuguesa; Interacção Escola/Clube. Contamos com o interesse e a adesão de toda a comunidade.

O ano escolar 2003/2004 marca, neste Território Educativo, o início de uma experiência escolar e aprendizagem educativa, cuja finalidade primordial consiste na instalação e funcionamento do Agrupamento de Escolas Augusto Moreno que integra 2 Jardins de Infância, 20 escolas do 1º Ciclo e a E. B. 2, 3 Augusto Moreno – escola sede do Agrupamento. Neste contexto, as Famílias, os Alunos, os Funcionários, os Professores, e outros intervenientes educativos, parceiros neste processo, aprendem, numa pedagogia de conjunto, a organizar-se e a implicar-se na concretização de um Projecto Comum: Aprender a Con(Viver), aprender a Viver em Agrupamento. Esta vivência e convívio exigem um novo olhar, uma nova postura, uma atitude de abertura face ao Sistema Educativo em geral e face à Escola, como instância formativa, em particular. Colaboração, responsabilidade, partilha e negociação são valores e vectores de orientação que fundamentaram toda a organização e dinâmica desta Comunidade, bem vincados e expressos no quotidiano escolar e sobretudo no desenvolvimento das Actividades propostas no Plano de Actividades do Agrupamento para o 1º período e que resultaram com êxito. Destas, salientamos a Recepção a Alunos, Funcionários e Professores, o Magusto, as Sessões de Formação, as Experiências de Articulação e Sequencialidade com os Jardins de Infância e Escolas do 1º Ciclo, a Tertúlia, o Concurso de Postais de Boas Festas, a Venda de Natal, a Ceia de Natal e o Jornal do Agrupamento, iniciativas e experiências que promovem o aprimorar dos sentimentos de pertença, de integração, de criatividade e de mudança. Apesar dos constrangimentos sentidos, de natureza logística e humana, foi inequívoco o carinho e o respeito, o entusiasmo e a dedicação de todo o Agrupamento ao longo desta caminhada colectiva e solidária de construção da Comunidade Augusto Moreno, que queremos mais digna, mais justa e humana. A Comissão Executiva Instaladora

Secção de Formação do Conselho Pedagógico

FICHA TÉCNICA

Edição e Propriedade - Agrupamento de Escolas Augusto Moreno Direcção - Comissão Executiva Instaladora Redacção - Professores, Alunos e Associação de Pais Coordenação - Equipa de Professores do Clube de Jornalismo e Coordenadora do Departamento de Línguas

Composição - Centro de Recursos Educativos Períodicidade - Semestral Tiragem - 1500 Execução Tipográfica - Bringráfica - Bragança Depósito Legal - 56610/92

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ACONTECIMENTOS O INÍCIO DAS AULAS

BRINCAR ÀS BRUXAS

No mês de Setembro retomam-se as aulas, é um mês cheio de novidades, todos os alunos imaginam como irá ser o novo ano… No novo ano todos revêem os amigos, conhecem novos amigos e novos professores. Alguns alunos ficam tristes com o fim das férias, mas outros ficam muito contentes com o início das aulas. Todos nós, no início da escola, fazemos um plano de estudo, para que tudo corra melhor que no ano passado, porque todos querem ter um bom resultado neste ano escolar. Compra-se novo material escolar e todos trocam impressões sobre as aquisições que fizeram. A maior parte dos alunos pergunta aos outros como foram as férias, onde as passaram, se receberam presentes e o que fizeram nos dois meses sem aulas. O início da escola é muito importante, porque é desde o início que se pode pensar em tirar boas notas e agarrarmo-nos aos estudos…

São oito da manhã, todos preparam as suas abóboras, metendo as velas dentro para o concurso. Alguns alunos já vinham de casa com o respectivo

Sílvia Silva, 7.º B, n.º 14

CUIDADO COM O TRÂNSITO!

Uma aluna da Escola E. B. 2,3 Augusto Moreno foi atropelada dia doze de Novembro, por volta das oito e trinta, mesmo em frente à escola. Os alunos iniciavam mais um dia, mas um dia diferente. Pois, era o dia do Magusto e havia várias actividades ao ar livre. Por coincidência, neste dia a feira regressava ao espaço defronte da escola, o que aumentou significativamente o movimento de pessoas e veículos e por conseguinte o perigo de acidentes. O pai da Cátia Neves parou o carro perto da passadeira e aguardava que a filha atravessasse a rua. Nesse mesmo momento, sem tomar as devidas precauções, um outro condutor surge e vai colher a nossa colega em cima da passadeira, deixando-a inanimada. Uma funcionária da escola chamou a ambulância que levou a Cátia para o hospital, onde ficou até ao dia seguinte. Felizmente o estado da nossa amiga não inspirava grandes cuidados. Aproveitamos este incidente, para lembrar aos pais e feirantes que devem ter mais cuidado com a paragem e estacionamento das viaturas, próximo da escola.

disfarce, para o desfile. No ar paira o “cheiro” do Halloween. Instala-se alguma confusão, mas tudo acalma com o toque da campainha, anunciando o início das aulas. Tudo recomeça à saída para o intervalo de vinte minutos. O desfile está prestes a começar e as bancadas vão ficando preenchidas. O recinto junto ao bar está completamente cheio. No centro estão as velas parecendo uma passarela, ao lado encontra-se o júri que vai avaliar os concorrentes. De repente os sons das colunas aumentam, ouvem-se assobios por entre o público, o desfile já começou e os participantes são muito aplaudidos. Às dez e vinte a campainha anuncia o fim do intervalo e de uma actividade que nos divertiu imenso. O Francisco Magalhães do 7º C é o vencedor deste concurso. 30-10-2003 - Clube de Jornalismo

A SALA DE ESTUDO Na Sala de Estudo podemos fazer várias coisas: estudar, ler, resolver trabalhos de casa, aprofundar conhecimentos, discutir assuntos e consultar manuais escolares e outros livros. Aí temos a ajuda de professores para tirar as dúvidas que tenhamos. Para poderes fazer tudo isso, há regras: evitar fazer barulho, não brincar e não entrar e sair da sala desordenadamente. Quando tiveres feriados vai para a Sala de Estudo fazer todas estas coisas, lá esperam por ti alguns professores.

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Não te esqueças, visita este espaço na sala 12. Ana Veiga e Ariana Afonso – 5º B


MAGUSTO ESCOLAR MAGUSTO DIVERTIU ALUNOS DA ESCOLA AUGUSTO MORENO na Escola EB 2,3 No dia 12 de Novembro realizou-se o Magusto Augusto Moreno. A nossa Escola organizou este Magusto para nos divertirmos e festejar o dia de S. Martinho. esse dia prepararam-se várias actividades, nas quais P a rosa alunos participaram. Houve um pouco de tudo: Jogos Tradicionais, Basquetebol, Futebol, Voleibol, Ping-Pong, Matraquilhos, entre outros. Os alunos organizaram um concurso de dança. Um júri deu a sua opinião sobre cada um dos participantes. Depois, dirigimo-nos aos nossos Directores de Turma, que nos distribuíram o lanche, num convívio com todas as turmas. Ofereceramnos sumos, bolos, sandes, caldo verde e, como é habitual no S. Martinho, as deliciosas castanhas assadas. Foi um dia maravilhoso para nós e para toda a nossa Escola. Ana Rita, n.º 4; Catarina Filipa, n.º 7; Elisabete, n.º 9; Márcia, n.º 15 do 6.ºC

O MAGUSTO DA ESCOLA

Pela manhã, o entusiasmo já reinava na nossa escola, os jogos tradicionais começaram a aparecer e a animar toda a gente. Depois dos jogos, a alegria continuou no convívio, onde algumas músicas foram tocadas, por alunos do 5.º e 6.º anos. Mas a festa não acabou aqui, agora os cantores eram outros, e bem conhecidos internacionalmente. Então dançou-se alegremente. Em seguida, acompanhados pelos Directores de Turma, fomos para o exterior da escola, onde lanchámos e convivemos. Já com a barriga cheia, saltou-se à fogueira.

Pouco faltava para a uma e meia, e ninguém nos reconhecia. Estávamos todos enfarruscados e cheios de castanhas assadas. Por este ano, o magusto já esperamos que seja tão bom ou ainda acabou, para o ano melhor. Joana Seca, n.º 9; Inês Gonçalves, n.º 12; Filipe Leal, n.º 5; 6ºA

FESTA DA CASTANHA No dia dezassete de Novembro, eu e os meus colegas fomos visitar o Museu Etnográfico Dr. Belarmino Afonso, onde estava patente uma exposição sobre «a festa da castanha». Na exposição vimos que o maior produtor de castanhas é a China com 21%, a Turquia com 19% e Portugal com 3,8%. Vimos também um filme que nos mostrou um souto, uma máquina que aspirava castanhas, um senhor a lavrar os castanheiros com um tractor e um outro senhor a colocar tinta nos castanheiros, para que estes não fiquem doentes. O castanheiro é uma das árvores mais importantes da região Transmontana, pois a sua presença enobrece o Património paisagístico. A castanha mantém-se intimamente ligada á sobrevivência das populações rurais com muita importância nos seus usos e costumes. A castanha é aplicada em determinados pratos como: a sopa de castanha, a carne de porco e de vitela com castanhas, pudins e bolos ,o que enriquece a gastronomia local. Com a castanha também se fazem farinhas para animais. Ela está associada a diversas tradições: festa popular de S. Martinho, magustos; “Maias” e feiras.

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Alunos do 4º ano Turma 2º/4º Ano Escola do 1º Ciclo nº 5- ESTAÇÃO / BRAGANÇA


PÁGINA DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS É a primeira vez que a Associação de Pais e Encarregados de Educação é solicitada a participar no Jornal da Escola. Fazemo-lo com o maior prazer e estamos cientes da nossa obrigação de colaborar no sucesso desta modalidade de formar e informar. Um jornal é uma forma de cultura. A comunicação é uma realidade que afecta a todos, que nos mobiliza a todos, pela ambição de saber e pela satisfação de informar. O conhecimento das actividades dos trabalhos realizados, dos projectos, dos problemas da comunidade educativa exigem a contribuição dos pais. É, também, para isso que existe o movimento associativo dos pais e encarregados de educação. Estamos, pois, disponíveis para ajudar a fazer deste projecto o espelho de uma Escola empenhada, de sucesso e com alunos felizes! A Associação de Pais

EXº PAI/ENCARREGADO DE EDUCAÇÃO: Na última Assembleia Geral de Pais foram eleitos os Orgãos Sociais desta Associação, para o ano lectivo 2003/2004. Do conjunto de tarefas a desempenhar destaca-se a representação dos Pais e Encarregados de Educação nos Conselhos de Turma, Conselho Pedagógico, Conselho Disciplinar e Assembleia de Escola/Agrupamento. O presente ano lectivo trouxe uma nova realidade com a constituição do Agrupamento de Escolas, englobando, doravante, o ensino Pré-escolar e o 1º ciclo do Ensino Básico. Importa, pois, endereçar uma saudação especial aos pais e encarregados de educação destes novos alunos do Agrupamento de Escolas Augusto Moreno e incitá-los a uma participação efectiva no movimento associativo de pais e encarregados de educação. É imprescindível que todos os níveis de ensino integrantes do Agrupamento estejam representados nos Órgãos onde a lei prevê a presença dos pais. É um dever da Associação mobilizar os Pais! É uma obrigação dos Pais participar na vida da comunidade educativa onde o seu filho está inserido. Solicitamos, pois a colaboração de todos, porque todos não somos de mais para ajudarmos a criar uma Escola com mais qualidade, mais segurança e onde os nossos educandos se sintam mais felizes. Cordiais Saudações O Presidente da Associação de Pais (Vítor Alves)

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NATAL NATAL...

UM CONTO DE NATAL Mais Vale Tarde Do Que Nunca Há cerca de dez anos atrás viviam numa pequena aldeia quatro irmãos, sem pais e sem ninguém para os sustentar. Ficaram sozinhos e sem nada quando ainda eram muito pequenos. Os seus pais tinham morrido num acidente quando o filho mais velho tinha oito anos e o mais novo dois. Na mentalidade destas crianças nunca existiu a palavra Natal, nem sabiam da sua existência! Uma tia tomou conta deles até o mais velho fazer onze anos, mas depois partiu para outro país e nunca mais deu notícias. Alimentavam-se com aquilo que os vizinhos lhes davam, dormiam todos juntos num colchão com uns trapos já muito velhos e rotos por cima. Tinham uma fogueira que os aquecia, iluminavam-se à luz da candeia e lavavam-se numa ribeira que passava ali perto. Mas no Inverno uma senhora idosa permitia-lhes que se lavassem na sua casa. Dia vinte e quatro de Dezembro, para eles sem significado nenhum, faziam a mesma coisa que nos outros dias. Sentavam-se à volta da fogueira todos juntos a brincar com o seu único brinquedo. Chegada a hora de se irem deitar, muito aconchegados, dormiram um sono profundo. Os vizinhos, que tinham muita pena dos rapazes, comunicaram a uma instituição de acolhimento de crianças a situação em que os quatro irmãos viviam. No dia seguinte, logo pela manhã, alguém bateu à porta: - Truz! Truz! Truz! Abram a porta! - disse uma voz de homem. O Diogo abriu a porta, fez uma cara algo esquisita e perguntou: - Quem são vocês? O que querem de nós? Era um casal abastado e o homem respondeu: - Nós tivemos conhecimento da vossa vida e queremos ajudar-vos. - Mas, ajudar como?! - perguntou a Rita admirada. - Se vocês quiserem nós temos todo o gosto em vos levar para nossa casa. Aí terão tudo o que quiserem, muita roupa, conforto, um quarto para cada um e muitos brinquedos. - Então, aceitam o nosso convite? - acrescentou a mulher. Com simplicidade no olhar e um sorriso nos lábios as crianças responderam em coro: - Sim, claro que aceitamos! O casal ficou muito contente e os quatro irmãos também, pois sabiam que a vida deles iria tomar um novo rumo. Com estes novos pais aprenderam o significado da palavra Natal e da tradição que envolve a sua comemoração. Eles perceberam e disseram que a melhor prenda que algum dia poderiam ter recebido foi ter uma casa digna desse nome, onde podiam crescer como as outras crianças… E todos juntos lá viveram muito felizes por muitos e longos anos…

É no Natal que, apesar do frio, neve e gelo, as famílias se reúnem. Na minha família, é na noite de 24 para 25 de Dezembro, depois da ceia, que abrimos as prendas. É neste período do ano que fico muito contente, mas também muito triste por existirem tantas crianças doentes, com fome e sem receberem presentes de Natal. Se os países e continentes mais ricos (E.U.A., Europa...) se preocupassem menos com as guerras e mais com as pobres crianças, o mundo seria bem melhor. É no Natal que nos lembramos mais dos desfavorecidos, mas como dizia o intérprete Paulo de Carvalho: - “Natal é sempre que o Homem quiser”. O mundo poderia ser bem melhor, bastava o Homem querer! André Padrão 6ºD, Nº2

CONCURSO DE POSTAIS DE BOAS FESTAS E EXPOSIÇÃO VENDA DE NATAL Visual e Por Tecnológica, iniciativarealizou-se do Departamento de Educação o Concurso de Postais de Boas Festas, aberto a todas as Escolas constituintes do Agrupamento. Participaram alunos dos três níveis de ensino, tendo o Júri seleccionado os Postais dos seguintes alunos: - Ruben Jorge - Jardim de Infância da Estação; - Pedro Costa - 1.º Ano da Escola E.B. 1 do Bairro Artur Mirandela; - João Paulo - 6.º Ano, Turma B da Escola E.B. 2,3 Augusto Moreno. Os três Postais foram reproduzidos para posterior venda, pelos alunos. A Exposição Venda de Natal, teve lugar na Escola Augusto Moreno, nos dias 15 e 16 de Dezembro. Estas acções integradas no Plano de Actividades do Agrupamento tiveram como objectivos, a vivência do Natal e a Solidariedade para com as vitimas dos incêndios florestais na nossa região. A receita apurada (940 euros) será entregue ao Senhor Governador Civil do Distrito de Bragança.

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O Coordenador do Departamento de E.V.T.


NATAL

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NATAL em que esses visitantes orientais são retratados como três reis trazendo presentes ao recém-nascido Jesus. Em outros países, crianças andam pelas ruas da vizinhança, vestidas de Reis Magos. Mesmo passados 20 séculos, pessoas em todo o mundo ainda se lembram desses visitantes incomuns. Quem eram eles realmente? Eles eram magos. Esta palavra refere-se aos que dão conselhos e fazem previsões com base na posição das estrelas e dos planetas. Perguntamos a nós próprios, será que eram três Reis Magos? Não se sabe quantos eram ao certo. Os presépios e as canções natalícias reflectem a tradição de que eram três. Evidentemente isso decorre do facto de que havia três tipos de presentes, sobre os quais a tradição diz: Abriram também seus tesouros e presentearam o menino com dádivas de ouro, incenso e mirra. A Igreja católica fala de três Magos, é bem provável que tenham sido influenciados pela quantia das dádivas. Assim, surgiu a tradição de começar a cantar os Reis.

ENCICLOPÉDIA NATALÍCIA

O NATAL Para muitos o Natal é uma época festiva. Acredita-se que Jesus nasceu a 25 de Dezembro e que o seu nascimento veio dar luz ao mundo. É uma época em que as pessoas trocam prendas entre si e as crianças acreditam que o Pai Natal é quem traz as prendas. É uma época em que se fala muito do amor e se dispensa mais carinho aos necessitados. As famílias também se tornam mais unidas. Os comerciantes aproveitam esta emoção para fazerem melhores negócios. Embora muitos acreditem que o Natal é uma celebração cristã, os factos provam que isso não é verdade. A Nova Enciclopédia Católica reconhece que a data do nascimento de Cristo não é conhecida e acrescenta que o 25 de Dezembro foi uma data dedicada ao Solstício de Inverno no calendário Juliano. O Natal originou-se numa época em que o culto do Sol era particularmente forte em Roma. O Catolicismo adoptou esta data para comemorar o nascimento de Jesus. Nuno Fernandes 4º Ano/tarde, Escola da Estação

REIS OU MAGOS? O tempo passa, mas algumas tradições mantêm-se. Uma delas é no princípio do Ano, onde se costumam cantar os Reis. Tudo começou quando Jesus nasceu. Pessoas de destaque do Oriente chegaram a Belém para prestar homenagem a Jesus. Essa visita é comemorada em todo o mundo por muitos que celebram o Natal. Em alguns lugares as pessoas constroem presépios

O presépio O hábito de manter o presépio data do séc. XIII. S. Francisco foi a Belém e gostou muito do modo como o Natal aí era celebrado. Então mandou fazer figuras de madeira pintadas que expôs na sua aldeia, recreando assim a cena. Depois fizeram-se exposições em vários conventos até se tornar tradição nos países cristãos. A árvore de natal A tradição surgiu na Alemanha, provavelmente com Martinho Lutero. Diz a história que certa noite ele passava numa floresta e, ao ver as estrelas brilhar teve a ideia de iluminar uma árvore com elas para mostrar às crianças uma representação do céu. Porque é que o Natal é a 25 de Dezembro? Porque assim o decidiu o Papa Júlio I, em meados do século IV. A festa do nascimento de Jesus veio assim substituir as festividades pagãs do solstício de Inverno. Porque damos presentes no Natal? A oferta dos presentes simboliza a entrega de oferendas ao Menino Jesus pelos Reis Magos. Porque se come peru no Natal? Nos tempos medievais, a ave especial servida às mesas era um ganso, um pavão ou um cisne. No século XVI apareceu o peru que acabou por eclipsar as outras aves. Porque penduramos o azevinho nas nossas casas? O azevinho tem sido, ao longo dos séculos, um arbusto decorativo porque, pela simples razão de se manter verde e vermelho, mesmo no pino do Inverno, é símbolo pagão da imortalidade. Para os cristãos, Jesus é quem dá a vida eterna.

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Trabalho dos alunos do 4.º ano/tarde, Escola da Estação


ENTREVISTA AO PRESIDENTE DA C.E.I. ENTREVISTA A Comissão Executiva Instaladora (C.E.I.) é uma das novidades do início das aulas. É constituída por quatro elementos que foram eleitos por um ano. O Professor António Palma Ferreira é o Presidente desta C.E.I.. Ouvimos falar em Agrupamento de Escolas pela primeira vez. Para melhor conhecer o funcionamento do Agrupamento, fomos conversar com o Sr. Presidente e fizemoslhe algumas perguntas. Há quanto tempo é Presidente da Comissão Executiva Instaladora? Esta Comissão Executiva tomou posse no dia dezoito de Julho de 2003. Como é que foi eleito Presidente da Comissão Executiva? Não se é eleito como Presidente da CEI. Há uma equipa de trabalho que se propõe trabalhar em prol da Escola/Agrupamento. Essa equipa tem de ser encabeçada por uma pessoa: o/a Presidente. Foi eleita uma Comissão Executiva Instaladora, um grupo de trabalho do qual faço parte e ocasionalmente sou o Presidente. Somos quatro pessoas eleitas, mais duas assessoras, somos seis pessoas a trabalhar em conjunto. Quais as funções de cada elemento da CEI? Neste momento, estamos num ano de transição. As funções de cada elemento são várias. O Presidente tem como função coordenar o trabalho de equipa: é o Presidente da C.E.I. e do Conselho Administrativo. O Vice-Presidente está ligado ao S.A.S.E. E é quem lida mais de perto com os funcionários. Uma VicePresidente coordena o 1º ciclo. A outra Vice-Presidente coordena o ensino pré-escolar. Ser Presidente da CEI é difícil? Entramos na Escola todos os dias às oito horas e um quarto da manhã e saímos, geralmente, às sete e trinta, oito horas da noite, com uma hora para almoçar. É aliciante, mas é muito fatigante. É um autêntico desafio. Como Presidente, o que é que mais gosta de fazer? Não posso dizer que goste de fazer algo em particular. O que eu gosto mais de fazer é desempenhar a minha profissão. Eu sou professor e é isso que gosto de fazer. Trabalhar com os alunos. O que mais gosto de fazer como Presidente? Não sei… Talvez goste de fazer tudo e não goste de nada em particular. Quantos alunos tem a escola? A escola tem 533 alunos. O Agrupamento tem perto de 1100 alunos. Acha que a escola tem condições para todos os alunos? Eu gostaria que a escola tivesse condições para todos os alunos. Não sei se terá as condições ideais. Devia ter melhores salas, melhores espaços de convívio. Devia ter espaços de recreio. -9

O que é o Agrupamento de escolas? Tu vieste para esta Escola, quando era a Escola EB 2,3 Augusto Moreno e continua a sê-lo. Esta escola “trabalhava” sozinha. Tinha cerca de 550 alunos com 70 ou 80 professores e pouco mais de 20 funcionários. Agora, à Escola EB 2,3 Augusto Moreno uniram-se 20 escolas do 1º ciclo e dois Jardins-de-infância. Aos 533 alunos da EB 2,3 Augusto Moreno juntaram-se cerca de 540 alunos do pré-escolar e do 1º ciclo. Passamos de uma escola para vinte e três, em que temos de trabalhar em conjunto. Gosta desta Escola? Gosto, claro que gosto desta Escola. Se não gostasse desta escola, não estarias a fazer-me estas perguntas agora. Não lhe dedicaria tanto tempo, estaria a fazer apenas aquilo que realmente gosto, trabalhar com os meus alunos. Só estou aqui porque gosto realmente desta escola, como sempre gostei das escolas onde trabalhei. A nossa Directora de Turma disse-nos que Augusto Moreno é o nome de um senhor. Exactamente, é o nome de um senhor muito importante. Por ser importante e por ser originário do nosso Distrito, deu o nome à Escola, tal como se dá o nome a uma rua ou a um edifício, porque a pessoa é importante e fez alguma coisa em benefício de... Porque é que esta escola tem um auditório Vilarinho Raposo? O Dr. Vilarinho Raposo foi o primeiro Director desta Escola e que contribuiu em muito para dignificar o seu nome. Trabalhou em prol dos alunos desta Escola quando ela ainda estava no outro edifício, junto à Sé. Esteve muito tempo a dirigi-la, e parece que a dirigiu muito bem. Eu já não o conheci. Porque é que os alunos não podem sair da escola, sem autorização dos Pais? A escola é responsável máxima pelos alunos que a frequentam. Das 8 horas e 30 da manhã até às 16 horas e 45, os responsáveis por vós são os auxiliares de educação e os professores. Daí… 08/10/2003 Clube de Jornalismo

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ACTIVIDADES DO CLUBE DE JORNALISMO

UM REINO MARAVILHOSO: Trás-os-Montes e Alto Douro

Dizia Miguel Torga que quem cá viesse, nunca mais esqueceria este reino maravilhoso, que é Trás-osMontes e Alto Douro. Nestas terras parece que o tempo passa mais devagar.

Aqui a Natureza parece ser mais bela, os vinhedos encantam o rio Douro e dão origem ao famoso vinho do Porto. Também próximo do rio Douro podemos observar, em Janeiro e Fevereiro, as amendoeiras em flor, em Freixo-de-Espada-à-Cinta, o que prova que o Inverno é menos frio que em Bragança. Uma actividade também muito apreciada, no Outono e Inverno, é a caça, o que atrai muitos turistas vindos do litoral do país. A caça é uma actividade muito importante e predominante nesta região. Em Trás-os-Montes, o pisar das uvas é um método tradicional, que ainda muitos usam, ao que dizem com bons resultados. No Inverno, os desportos na neve, animam a população transmontana. Joana Seca 6º A, nº9 Sofia Montanha 6ºA, nº20

VISITA ÀS INSTALAÇÕES DO MENSAGEIRO DE BRAGANÇA No dia 19 de Novembro de 2003 fomos visitar as instalações do jornal regional, O Mensageiro de Bragança.

Tal como havia sido programado, esperava-nos o Director adjunto, Inocêncio Pereira, que começou por se

apresentar, uma vez que não o conhecíamos. Em seguida, mostrou-nos uns quadros, um deles era o retrato do fundador do jornal, D. Abílio Vaz das Neves, Bispo de Bragança. O jornal nasceu durante a 2ª Guerra Mundial; o nome “Mensageiro” foi-lhe atribuído pelo seu fundador. Como se vivia um ambiente de guerra, surgiram problemas económicos, por isso não havia papel nem tinta. O Mensageiro começou a ser produzido em Braga, depois no Porto e finalmente em Bragança, desde 1952. Inicialmente era elaborado na Casa do Trabalho. As novas instalações foram inauguradas a 11 de Novembro de 1996, por D. António José Rafael. O Mensageiro de Bragança é de inspiração cristã, com cobertura de todos os acontecimentos da região e é enviado para todos os países onde vivem portugueses. Há sondagens que classificam O Mensageiro de Bragança em 1º lugar, na região, e em 4º lugar no país, a nível da Imprensa Regional. Na cave das instalações existe um arquivo de jornais desde 1940 até aos nossos dias. Há também dois gabinetes onde os jornalistas seleccionam e trabalham toda

COMO SE FAZ UM JORNAL No dia três de Dezembro visitámos a Escola Tipográfica da Casa de Trabalho de Bragança. Esperava-nos um jovem funcionário, o Sr. João Nunes, que nos acompanhou e explicou o funcionamento das diferentes máquinas.

Iniciámos a nossa visita pela secção de paginação, passando em seguida ao sector de gravação. Depois entrámos na secção de impressão, onde vimos as máquinas a trabalhar. Eram muito grandes, barulhentas, com um funcionamento bastante complexo, mas ao mesmo tempo engraçado. Por último, em cima de uma grande mesa, o jornal é dobrado e protegido por um plástico, antes de ser enviado ao destinatário, o assinante. Os restantes jornais vão para quiosques e outros locais de venda. Nesta tipografia executam-se vários trabalhos gráficos, nomeadamente livros, revistas, jornais, cartazes, calendários, cartões de visita e outros. Gostámos muito de saber como se faz um jornal.

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QUEM SOMOS? João Luís Filipe - Sou alto, magro, cabelos curtos castanhos e - Sou magro, alto, olhos pretos e cabelos curtos. Gosto de fazer jogos, desenhar, porque posso fazer puzzles olhos castanhos, sou branquinho. Gosto de brincar nas construções porque é divertido. E gostava de ser piloto e gostava de ser médico. aviador. Beatriz Francisco - Sou alta, cabelos compridos castanhos claros, - Sou alto, magro, olhos castanhos, tom de pele olhos castanhos escuros e magra. Gosto de desenhar e de ir para a casinha das bonecas porque gosto de brincar branca, cabelos curtos castanhos. Gosto de desenhar e brinàs mães e aos filhos. Gostava de ser vendedora de roupa car nos legos porque é divertido. Quando crescer gostava de ser bombeiro e cantor. porque ganhava muito dinheiro. David - Tenho olhos castanhos, cabelos castanhos, sou alto, magro. Gosto de brincar nas construções.

Andreia - Sou baixa, magra, cabelos compridos, olhos castanhos, tenho tom de pele branca, uso óculos. Gosto de desenhar e de brincar. Gostava de ser médica.

Filipa - Sou alta, magra, cabelos compridos pretos, olhos castanhos. Gosto de desenhar porque é bonito. Quando crescer gostaria de ser médica veterinária. Inês - Sou magra, alta, tenho cabelos frisados e olhos castanhos. Gosto de desenhar porque posso fazer muitas coisas. Gostava de ser cabeleireira.

Rui - Sou magro, gosto de desenhar porque é bom. Gosto de ir para as construções para fazer Robot. Tenho olhos castanhos, alto, cabelo curto castanho. Quando for grande gostava de ser veterinário.

Sofia - Sou alta, magra, cabelos lisos castanhos, uso óculos e tenho os olhos castanhos. Tenho tom de pele branca. Gosto de desenhar e gostava de ser médica.

Carolina - Sou alta, magra e morena, olhos castanhos, cabelos compridos castanhos. Gosto de desenhar porque assim podemos aprender a fazer letras e números e gostaria de ser cabeleireira.

Leonardo - Sou magro, alto, russo, olhos azuis, tom de pele branca. Gosto de brincar nas construções porque gosto de fazer casas e muitas mais coisas. Gostaria de ser cabeleireiro.

Paula - Não sou gorda nem magra, tenho cabelos curtos

castanhos escuros, tom de pele branca. Gosto de brincar na casinha das bonecas porque aprendemos a cuidar das crianças. Gosto de ir para as construções para construir casas, castelos e garagens. Quando crescer gostaria de ser cantora e médica. Tomás - Sou alto, magro, olhos castanhos, cabelos castanhos curtos. Gosto de brincar nas construções porque é divertido, faço muitas coisas. Eu gostava de ser motoqueiro.

Diogo - Sou magro, alto, cabelos e olhos castanhos. Gosto de brincar aos polícias e ladrões e aos cow-boys e gostaria de ser bombeiro. Alexis - Sou magro, olhos azuis, cabelos curtos castanhos, tom de pele branca. Gosto de ir para as construções. Gosto de brincar com paus. Gostava de ser polícia.

Catarina - Sou alta, gordinha, uso cabelos compridos castanhos. Gosto de desenhar e fazer jogos. Gostava de ser cantora e médica.

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Jardim de Infância da Estação


PASSAT

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TEMPO

PASSATEMPO JOGO DOS ANIMAIS E PLANTAS DE TRÁS-OS-MONTES (dois ou mais jogadores)

MATERIAL: . um dado . uma marca por cada jogador REGRAS: 1 – Cada jogador escolhe um animal ou uma planta que, a partir daí, é o seu parceiro no jogo. 2 – Decide-se a ordem por que cada um vai jogar (o que pode ser feito lançando o dado e ordenando os concorrentes pelo número de pontos que cada um tirar). 3 – Cada jogador lança o dado e vai avançando o número de casas indicadas pelo dado. 4 – Quando um jogador cai numa casa onde está representado o seu parceiro (animal ou planta escolhida) avança duas casas. 5 – Quando um jogador cai numa casa que tenha informações sobre o seu animal tem direito a lançar o dado uma segunda vez. 6 – Quando um jogador cai numa casa que tenha informações que não digam respeito ao seu animal ou planta fica uma vez sem jogar. 7 – Ganha o jogador que primeiro consiga chegar à meta. Clube da Floresta

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POESIA O AMOR É... Um sorriso, uma tentação, o palpitar constante de um coração. Um arco-íris que brilha em qualquer idade, cores que se vão apagando com o descobrir da realidade. O desabrochar de uma flor, o despertar para um grande amor. O sonho de tudo vir a ter, o medo de tudo perder. Provar o que nos é proibido, sofrer com o erro cometido. A magia cintilante de tudo ver e ouvir. A esperança de um novo mundo, que todos sonhamos descobrir. Cátia Andreia Félix 9ºA, nº5

OS CINCO SENTIDOS Ao ir para a Escola, sei que usei a visão porque ao olhar para o céu vi um grande avião Usei também o tacto isto não posso negar. Usei-o ao sentir frio, ao numa folha pegar.

UMA FLOR Eu vi uma flor No meu jardim Eu olhei para ela E ela sorriu para mim.

Também usei o olfacto ao cheirar uma flor, mas ao lado dessa estava outra que secou com o calor.

Foi à beira da minha janela E perguntou-me se queria ir brincar Eu disse que sim E fomos as duas jogar.

Falta ainda a audição não me posso esquecer. Usei-a ao escutar um amigo que tinha acabado de conhecer.

Ao anoitecer nos despedimos Ela voltou para o seu lugar Eu fechei a janela E fui-me deitar.

Também há o gosto que não pude usar, é quando comemos algo Para depois saborear.

Raquel Fernandes 7.ºC N.º 23

Com estas estrofes que fiz Os cinco sentidos lembrei. Esta pequena matéria, Que no quarto ano estudei. Ana Catarina, 6.º C, n.º 1

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POESIA NO CAMINHO PARA A ESCOLA

O LIVRO DE PORTUGUÊS Com o livro de Português Eu posso contar É o meu melhor amigo, Porque me ajuda a estudar.

O semáforo está vermelho. Que atrapalhação! E a chuva a cair, Instala-se a confusão…

Textos, poemas e jogos Para nos ensinar, ele tem, Por isso façam o favor De o tratar muito bem.

No caminho para a escola Vejo carros e pessoas, Vejo também muitas árvores Que já deixaram cair as folhas. Raquel Fernandes 7.ºC N.º 23

As folhas a cair, A chuva a molhar, Os meninos a correr E os pássaros a voar. Os meninos já molhados, Vão a correr para as salas Para não chegarem atrasados E não perderem as aulas.

A ESCOLA Alunos e professores Têm todos o direito De serem recebidos na escola Com todo o respeito.

Joana Seca, 6º A n.º 9

A nossa escola tem de Ser limpinha a valer Para que as crianças Gostem de lá aprender a escrever.

AS PALAVRAS DE AMOR Quando olho para o céu à noite Vejo aquele belo luar, Recordo-me de ti E do teu beijar.

A escola é “porreira” a valer, Não faltes às aulas, Porque mais tarde vais sofrer.

Não tenho dinheiro nem nada para te dar, Eu sou assim mesmo, que posso fazer? Só tenho amor e carinho para amar Mas, se tu me amas, irás entender.

Nunca penses que na escola Os maiores são os melhores Sê tu mesmo, porque se não Acabas por ser um dos piores. Susana Afonso 7.º A n.º 18

A escola Augusto Moreno É fácil de dizer, Mas uma escola como esta É difícil de esquecer.

Quando está a amanhecer Tu existes logo para mim Para eu não me esquecer Deste amor sem fim. Será que não vês Que és tudo o que eu quero, Será que não vês este amor tão sincero!

Os alunos quando saem da escola Ficam sempre a chorar, Porque esta escola É difícil de igualar.

O teu olhar não mente Não te escondas assim Aceita o meu amor Pois ainda gostas de mim. Manuel Capelas 7.º A N.º 11

Escola tão bonita É difícil de encontrar, Porque os professores Estão sempre a ensinar. Angelina Jordão 7.º A N.º 12

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VISITA DE ESTUDO O PAVILHÃO DOS DINOSSÁURIOS Depois de uma longa espera à porta do Pavilhão Rosa Mota, entrámos. Era um lugar espaçoso, com um tecto alto, com uma forma arredondada. Apareceu o nosso Guia, apresentou-se, comunicou-nos algumas regras, e, entrámos, para dar começo a uma manhã maravilhosa. Os fósseis dos Dinossáurios ali expostos foram encontrados por vários cientistas em Portugal e, sobretudo, na Mongólia. Havia esqueletos fossilizados, seres dessa época também fossilizados e um esqueleto de um embrião, ainda dentro do ovo (único no mundo). Fomos observando, desde membros anteriores e posteriores dos dinossáurios com mais de dois metros, esqueletos completos de “Oviraptor”, fossilizados. De repente, um ruído ensurdecedor rompe o silêncio da multidão: era um som semelhante ao do urso. Sem nos preocuparmos muito, continuámos a nossa visita, até entrarmos num compartimento que continha algo diferente. Aí, havia dinossáurios robôt que, de vez em quando, emitiam um som brusco. Havia uma mãe e duas pequenas crias, e do outro lado do compartimento, um dinossáurio mais feroz, chamado Tyranossaurios Rex, um dos mais conhecidos do mundo, pela sua coragem e grandeza. Por fim, encontrámos uma sala onde havia pequenas recordações, para comprar e recordar aqueles momentos maravilhosos.

Esta bela exposição, Decorreu no Pavilhão Rosa Mota, E eu até fiquei Com a cabeça a andar à roda! Já à tarde fomos ver

O Pavilhão da Água Onde decorreram experiências, Que a todos agradaram. No Pavilhão da Água Fiquei enjoado: Parecia o tecto plano, Mas era inclinado!

Ana Sofia Rodrigues Pires, nº3, 5ºC

“A ESCOLA E A ASSEMBLEIA 2003/04”

A VISITA DE ESTUDO A visita de estudo Foi muito divertida, Foi dia 22 de Outubro E houve muita alegria! No Porto Vimos coisas interessantes: Uma exposição de dinossáurios E ossos gigantes!

Como tem acontecido ao longo destes últimos anos a nossa escola vai participar na sessão parlamentar “A Escola e a Assembleia 2003/2004”. Este ano o tema será sobre o desporto escolar a nível local, nacional e europeu, por se reconhecer a importância dos objectivos definidos pela União Europeia ao instituir o ano de 2004 como o Ano Europeu da Educação pelo Desporto. Se a nossa escola for escolhida, gostaríamos muito que sim, os alunos do 9º ano que se quiserem inscrever terão de elaborar um trabalho sobre o Desporto Escolar (consultando os professores para mais informações) e fazer uma campanha eleitoral entre os meses de Fevereiro e Março, da qual serão eleitos dois colegas, que irão representar a nossa escola e o distrito de Bragança na Assembleia da República. A eleição, a nível nacional, será no dia 1 de Abril de 2004. A sessão parlamentar vai decorrer no dia 7 de Junho de 2004.

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O CONTO A MÁSCARA MISTERIOSA A Ana Raquel acordou muito bem disposta e contente, porque era um dia muito especial para ela, pois iria assustar os seus colegas. Era sábado e finalmente era o Dia das Bruxas, o dia que ela tanto esperava. Vestiu-se de forma normal e desceu rapidamente as escadas. O pequeno-almoço já a esperava. Olhou em redor, mas não viu a sua mãe. - Mãe! - chamou. Mas ninguém respondeu. Correu para a cozinha e viu a sua irmã mais nova. - Onde está a mãe? - perguntou. - Está na sala de costura a coser o teu fato de pato para hoje. - respondeu-lhe a irmã. - Não, não vou com aquele fato ridículo!!! Tomou o pequeno-almoço e subiu ao quarto para ir buscar o dinheiro que o pai lhe tinha oferecido no dia dos seus anos. Saiu de casa a correr e foi até uma loja. Entrou, mas ainda não tinha decidido se havia de se mascarar de bruxa ou não. Pensou melhor, e ao longe viu uma máscara, mas nem por sombras imaginava o que lhe iria acontecer. Pegou na máscara e levou-a para junto do balcão. - Já decidi! Vou levar esta máscara. - disse. - Peço desculpa, menina, mas essa máscara não está à venda! O senhor nem tinha palavras… Raquel pôs-lhe o dinheiro na mão e saiu a correr da loja em direcção a casa. Só quando chegou a casa é que reparou bem na máscara. Era realmente feia… Na loja pareceu-lhe azul e agora era verde e tinha algumas aranhas a sair da boca. A noite chegou e tinha conseguido pregar um valente susto aos seus colegas pagando-lhes na mesma moeda. Mas… Quando ela tentou tirar a máscara não conseguiu. Ela bem tentava, puxava, esticava, voltava a puxar e nada… Se quiseres saber o final da história não deixes de ler o próximo número dos PEQUENOS JORNALISTAS.

A MINHA LOCALIDADE Na minha localidade há um Castelo. Ele situa-se na Cidadela. Dentro da Cidadela há o Castelo, a Domus Municipalis , o Pelourinho, a Torre de Menagem e a Torre da Princesa.

Na Domus era onde as pessoas importantes se reuniam para falar sobre assuntos do dia. No Pelourinho castigavam-se as pessoas que não obedeciam às leis.Na Torre de Menagem agora há um museu e esse museu chama-se: museu militar. A igreja de Santa Maria é a «mãe de todas as igrejas », porque foi a primeira a ser construída em Bragança. A Igreja de Santa Maria é muito velha e antigamente as pessoas do Castelo enterravam as pessoas que morriam dento da Igreja de Santa Maria. Eu gosto muito de viver em Bragança. Inês Pinheiro, 3º ano E B 1 nº5, Estação

HORA DO CONTO... «A Águia e a coruja» Era uma vez uma coruja e uma águia. Elas encontraram-se e a coruja disse: - Ó águia se vires um ninho com três corujinhos muito bonitos, não os comas porque são os meus filhinhos. Então a águia voou ... voou e avistou um ninho com três corujinhos depenados, com olhos fechados e grandes, como os achou feios resolveu comê-los. A coruja, ao chegar perto do ninho, não viu os filhotes e voltou de novo a ter com a águia. - Ó águia, eu pensei que respeitavas o meu pedido e tu comeste os meus corujinhos?!... A águia muito admirada respondeu: - Os corujos que eu comi eram muito, muito feios. Então tu não sabes que «Quem feio ama, bonito lhe parece» comentou a coruja.

CONCURSOS

Vão decorrer durante o 2.º e 3.º Períodos os seguintes concursos: 1 -Logotipo do Agrupamento – Para o 2.º e 3.º Ciclos. 2 -Quadras para o Hino do Agrupamento Para todos os alunos do Agrupamento. Em breve serão divulgados os respectivos regulamentos. Para participares contacta os teus Professo-

Soluções - Adivinhas 1- O ovo; 2- Faro; 3- Mãe; 4- Fome; 5- O vinho e o vinagre Solutions pg.21 Puzzle: 1- Candle; 2- Shepherd; 3- Present; 4- Crib; 5- Star; 6- Tree; 7- Lamb; 8- Ball; 9- Angels. * Christmas Dear Mike, I am on the beach in Spain. It is very hot and Dad wants to go home! See you next week. Love Sam.

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BIBLIOTECA / CRE NATAL ONTEM, HOJE E AMANHÃ...?! ANTES DE HAVER NATAL

SAUDAÇÕES DE NATAL

Antes de festejarmos o Natal, o nascimento de Jesus, havia outras celebrações por todo o mundo que aconteciam mais ou menos na mesma altura… Centenas de anos antes de Cristo, vários povos, em diferentes locais da Terra, na mesma altura do ano, no solstício do Inverno, que é o dia com a noite mais longa do ano, marcavam esse momento. Os povos antigos adoravam o Sol como a um deus, pela importância que ele tem para a Vida. Sobretudo no hemisfério Norte, as pessoas pensavam que esse astro os tivesse esquecido, porque, com a chegada do Outono, os dias tornavam-se mais pequenos. Temiam que o Sol deixasse de brilhar e era preciso agradar-lhe para ele se lembrar que tinha de continuar a aquecer a Terra e os homens. Mais ou menos por essa altura, os romanos homenageavam Saturno, o deus da agricultura, com um festival chamado “as Saturnálias”. O dia 25 de Dezembro foi escolhido pelo imperador romano Aurélio, em 274, como Dies Naralis Invicti Solis, o Dia do Sol Invencível. Era o festejo principal ao deus frígio Átis e ao deus Mitras, cuja adoração foi levada para as Ilhas Britânicas (e para outros locais) pelo exército romano. No mês hebreu de Kislev, que coincide mais ou menos com Dezembro, os judeus festejam a recuperação do templo de Salomão pelos macabeus. Os persas acendiam fogueiras a Mithra, o deus da luz, no solstício do Inverno. Os egípcios tinham um festival de Inverno em honra de Ísis, a mãe de Horus, o deus do Sol. Em todos os casos o que todos estes festejos tinham em comum era a vitória da luz sobre a escuridão.

cit

- Alemão -Frohe Weihnachten - Bielo-russo – Winshuyu sa Svyatkami - Búlgaro – Vessela Koleda - Castelhano – Feliz Navidad - Checo – Vesele Vanoce - Chinês – Sheng Tan Kuai Loh - Francês – Joyeux Noel - Húngaro – Boldog Karácsonyt - Italiano – Buon Natale - Moldavo – Craciun fericit si un An Nou feri-

- Romeno – Sarbatori vesele - Polaco – Boze Narodzenie - Russo – Hristos Razdajetsja ou Rozdjestvom Hristovim - Ucraniano – Veseloho Vam Rizdva - Português – Feliz Natal

O PRESÉPIO

Fazer o Presépio de Natal é uma tradição muito antiga. Surgiu no século XIII, e ainda hoje na maior parte dos países latinos é mais importante do que a árvore de Natal. As primeiras imagens que representam a Natividade (Jesus, Maria e José) foram criadas em mosaicos no interior das igrejas e templos, e encontram-se desde o século VI. São Francisco começou a divulgar a ideia de criar figuras em barro que representassem o ambiente do nascimento de Jesus. Por isso, construiu o primeiro presépio em 1223 tendo sido celebrada uma missa que foi descrita como tendo um ambiente verdadeiramente divino. Sabias que a palavra “presépio” vem do hebreu (a língua de Israel) e significa manjedoura ou estábulo?

A MISSA DO GALO Assim se chama a missa que se celebra na noite de Natal. O seu nome vem de uma fábula que diz que foi este animal o primeiro a presenciar o nascimento de Jesus, ficando encarregado de anunciá-lo ao mundo. Foi a primeira vez que um galo cantou à meianoite. Durante a adoração do Menino Jesus, deixavamse oferendas, normalmente doces caseiros (para simbolizar as oferendas que os pastores deixaram quando foram ver Jesus). Na maioria dos países cristãos é tradição que toda a família vá junta à Missa do Galo.

ÁRVORE DE NATAL Em muitos países, o abeto ou o pinheiro são símbolos do Natal. Primeiro porque é uma árvore que existe naturalmente nesses países, e depois porque fica verde quando outras plantas perdem as folhas e parecem mortas. Significava, mesmo antes de se celebrar o Natal, a vida e a esperança pelo regresso da Primavera. A tradição de ter em casa a Árvore de Natal decorada começou na Alemanha, no século XVI, e foi passando para outros países. Mais tarde foi sendo iluminada e começaram a ser decoradas também enormes árvores nas ruas.

tado)

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Os textos resultaram da pesquisa no: Site – http:// www.junior.te.pt/natal2003 (adap-


BIBLIOTECA / CRE NOTÍCIAS DE ONTEM... TERTÚLIA Porque a ESCOLA é espaço de trabalho, de aprendizagem, reunião, onde a alegria do convívio deve elevar-se, aconteceu uma TERTÚLIA, no passado dia 26 de Novembro! Parabéns a todos os convivas!

VISITAS À BIBLIOTECA/CRE

O LIVRO E AS FONTES DO CONHECIMENTO

O s nossos alunos do 1ºciclo, das Escolas EB1 da Estacada e EB1 da Esta-

É bom podermos manusear um Livro e o seu saber vir ao nosso encontro! A cultura não é só algo que se transmite. É também algo que se desenvolve. Luísa Porto

FESTA DE NATAL

ção, visitaram-nos nos dias 4/11/03 e 9/01/04, respectivamente. Foi bonito recebê-los e preencher as suas expec-

“Contando …Contigo” foi a leitura dramatizada de textos de Natal, apresentados pelos alunos das turmas dos 5ºA, 6ºD e 6ºE

NOTÍCIAS DE HOJE... E AMANHÃ... Prepara-te, Acontece dia 21 de Março, na Escola A Informatização da BIConcurso uma Aventura…a decorrer. Participa até 15/02/04!

Exposição na Escola “José Régio e os mundos em que viveu” Mês de Março VII Olimpíadas da Leitura 2003/2004 atenta no regulamento de 5/01a 28/02 de 2004

Mundial da Poesia! BLIOTECA/CREDia já começou. De futuro a pesquisa será mais fácil!

GRELHA DE FREQUÊNCIA DA BIBLIOTECA/CRE

Já reparaste que no 1º Período houve 4692 inscrições na nossa Biblioteca / CRE?!

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PÁGINA DA MATEMÁTICA BIOGRAFIA DE PITÁGORAS

NÚMEROS EGÍPCIOS

Pitágoras, era matemático, filósofo, astrónomo, músico e místico grego e nasceu na ilha de Samos ( na actual Grécia ). Pitágoras é uma figura extremamente importante no desenvolvimento da matemática, sendo frequentemente considerado como o primeiro matemático puro. Pouco se sabe sobre as suas realizações matemáticas pois não deixou obra escrita. Além disso, a sociedade que ele fundou e dirigiu tinha um carácter comunitário e secreto. A Escola Pitagórica defendia o princípio de que a origem de todas as coisas estava nos números, o atomismo numérico. Ao longo da sua vida, Pitágoras viajou por vários países. Aprendeu muitos conhecimentos matemáticos com os egípcios e os babilónios. Dois filósofos com que Pitágoras estudou e que influenciaram as suas ideias matemáticas foram Tales de Mileto e o seu pupilo Anaximander. Não se sabe ao certo quando nasceu e morreu Pitágoras mas calcula-se que viveu uma longa vida (entre 80 a 100 anos), entre a primeira metade do século VI a.C. e o início do século V a. C. No domínio da matemática, os estudos mais importantes atribuídos a Pitágoras são: - a descoberta dos números irracionais ; - o teorema do triângulo rectângulo (Teorema de Pitágoras). Apesar de actualmente sabermos que, cerca de mil anos antes, já eram conhecidos casos particulares deste teorema na Babilónia, no Egipto e na Índia, Pitágoras foi o primeiro a enunciar e demonstrar o teorema para todos os triângulos rectângulos. São também atribuídos a Pitágoras (e aos pitagóricos) outros trabalhos matemáticos, que incluem: - a descoberta da tabuada ;  - o estudo de propriedades dos números (dos números ímpares regulares, dos números triangulares, etc);  - a construção dos primeiros três sólidos platónicos (é possível que tenha construído os outros dois);  - a descoberta da relação existente entre a altura de um som e o comprimento da corda vibrante que o produz. Trabalho de pesquisa na Internet Ricardo Ferreira n.º20, 5ºC

As “XXII Olimpíadas Portuguesas da Matemática” realizaram-se no dia 12 de Novembro de 2003, tendo os alunos da nossa Escola demonstrado interesse, sendo os melhores classificados os seguintes: “Pré-Olimpíadas” 1º Jorge Pedro Martins Nogueiro, nº 8, 6ºD 2º António José Correia, nº 4, 6ºI 3º Raquel Marques, nº 17, 6ºC 4º Ana Catarina Gonçalves, nº 1, 6ºC 5º Ana Cristina Teixeira, nº 2, 6ºC e Ana Rita Afonso, nº 4, 6ºC. “Categoria A” 1º Jingli Yu, nº 16, 8ºB.

Há mais de 30000 anos, o homem alimentava-se daquilo que encontrava na natureza: caça, frutos, sementes, ovos. Nessa altura a escrita ainda não tinha sido criada. Para contar, o homem fazia riscos num pedaço de madeira ou em ossos de animais. Mais tarde o homem começou a modificar bastante a sua vida. Não se limitava apenas a caçar e recolher frutos e raízes, passou também a cultivar plantas e a criar animais. Com o desenvolvimento da agricultura e pastorícia e a consequente sedentarização, a necessidade de controlar melhor os alimentos e animais levou o homem a modificar o seu sistema de contagem. O pastor primitivo utilizou pedrinhas, fazendo corresponder a cada ovelha uma pedra. No fim do dia ele teria que ter tantas ovelhas quantas as pedras que guardava num saco. Deste modo, contando objectos usando outros objectos, foi surgindo o conceito de número concreto. Com o desenvolvimento do comércio começaram a surgir novas actividades e como consequência do progresso verificado tornou-se necessário efectuar cálculos rápidos e precisos que não eram possíveis com pedras, nós ou riscos em ossos. Foi partindo desta necessidade que os estudiosos do Antigo Egipto passaram a representar a quantidade de objectos de um conjunto através de desenhos – os símbolos, o que veio facilitar a elaboração dos projectos de construção das pirâmides e dos templos. A criação dos símbolos foi um passo muito importante para o desenvolvimento da Matemática. O sistema de numeração egípcio baseava-se em sete números-chave: 1 – 10 – 100 – 1000 – 10000 – 100000 – 1000000. Os egípcios usavam símbolos para representar esses números. Todos os outros números eram escritos combinando os númeroschave, como por exemplo: Na escrita dos números que usamos actualmente, a ordem dos algarismos é muito importante. Mas os egípcios não se preocupavam muito com essa ordem.

Desafio Matemático

Testa os teus conhecimentos sobre a matemática egípcia e descobre os números árabes (os nossos) abaixo representados:

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WE ENJOY ENGLISH HOW DID FATHER CHRISTMAS APPEAR? Father Christmas… Santa Claus… Saint Nicholas… Père Noël… Sinterklaas… Kris Krigle… Pai Natal... actually, these names represent the same person. There are the ones that think that Father Christmas had origin in bishop Nicholas, who lived in the city of Aim, in Asia Minor in the 9th Century. They “ attributed to him several miracles, but what made him remarkable was his kindness and the practice of distributing presents to children” . It was born a devotion in the Medium Age that was spread by all Europe, originating the figure of an old man (Father Christmas), who in all dawns of December 25 th enters the house, carrying an enormous sack, putting presents to the children that behaved well during the year, under the Christmas tree. The frist time that was mentioned the Father Christmas figure was in the book A Visit of Saint Nicolau written in 1823, by the English Clement Moore. In 1866, the North American painter Thomas Nast decided to give forms to the character described in Moore’s book and he drew, in Harper’s Weekly, an old dear man, with white beards, very similar to kind grandfather’s figure, that became the Father Christmas official figure.

Clube de Inglês

CHRISTMAS Christmas is the best time of the year. Everything is perfect: the lights, the streets, the shops, the presents, the people… Everybody is happy. I love everything at Christmas I wish you a Merry Christmas and a happy New Year

Jorge Nogueiro 6. º D, n.º 8

Find out the words about the weather. CAMP MOSQUITO HERE WE GO…!

The first is already done for you.

5º E

A JOKE “I’d like a chicken sandwich, a piece of apple pie, the special of the day, French fries, a salad, a hamburger with lettuce and tomato, a piece of cake...” Turma de Inglês do Estabelecimento Prisional e Regional de Bragança

On 28 th November we went to the theatre with our teacher of English. The play “Camp Mosquito” was very funny and we enjoyed it so much. Do you want to know the story? Here it is: Frankie was a bad student and his parents decided to send him to “Camp Mosquito” where there were many activities – Science, History and Physical Education. The best student will receive the Camp Mosquito Cup. Frankie had many adventures and he was super! Camp Mosquito was such a crazy place that nobody received the Cup. The headmaster liked the cup so much that he kept it for himself. The actors and actress were very amusing , we laughed a lot. It was so cool! Trabalho colectivo do 6º F

POSTCARD PUZZLER

A boy received this postcard from his friend. Can you use the pictures and symbols to work out what it says?

MY FUTURE CAREER

I would like to be an archaeologist because I like History. My fave subject is History. I like Science, English and Geography too. I love archaeology because I like digging. I would like to find a treasure. My dream is to be rich and famous.

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C’EST FACILE LES FÊTES DE L’ANNÉE En France, il y a onze jours fériés par an: Le 1er janvier, le Jour de l’An. Le lundi de Pâques. Le 1er mai, jour de fête du travail. Le 8 mai, jour anniversaire de la victoire de 1945. Un jeudi du mois de mai, le jour de l’Ascension. Le lundi de Pentecôte. Le 14 juillet, jour de la fête nationale. Le 15 août pour la fête de l’Assomption. Le 1er novembre, jour de la Toussaint. Le 11 novembre, jour anniversaire de l’Armistice de 1918.

NOËL

Noël est traditionnellement une fête que l’on passe en famille. Le réveillon commence le 24 décembre vers 22 heures; c’est un repas composé de mets particuliers: du foie gras, des huîtres, du saumon fumé, de la dinde aux marrons, un gâteau en forme de bûche, la bûche de Noël, et du champagne.

LE SKI Il y a bien longtemps, certains habitants des pays nordiques ont trouvé un moyen de se déplacer sur la neige pendant les longs mois d’hiver: des planches de bois qui leur permettaient de glisser sans s’enfoncer dans

La galette LA FÊTE DES ROIS

la neige.

Le 6 janvier c’est la fête des Rois. On commémore l’arrivée des trois Rois Mages à la Crèche de Bethléem. Les chrétiens appellent Épiphanie l’adoration des Mages. La tradition de l’Epiphanie s’est maintenue sous la forme d’une galette partagée entre amis ou en famille. La galette cache une fève dans sa pâte et elle est toujours vendue accompagnée d’une couronne en papier doré. La fève représente une promesse de prospérité pour qui la trouve. À la cour des Rois de France, qui trouvait la fève était comblé de bienfaits par le roi. Aujourd’hui celui ou celle qui trouve la fève dans sa part de galette est sacré(e) roi ou reine de la fête; il ou elle pose sur sa tête la couronne, choisit sa reine ou son roi et l’on boit à la santé du couple royal d’un instant. La Fête des Rois marque la fin de cette époque de Noël.

Les Norvégiens ont appelé ce moyen de transport le ski… Pendant longtemps, les vacances de neige sont restées un luxe que peu de gens pouvaient s’offrir. Maintenant, il y a beaucoup de stations de sport d’hiver et, grâce aux voyages organisés, le ski est abordable surtout si vous avez la chance d’habiter dans un pays où il y a des montagnes. Le ski existe depuis des milliers d’années. Mais, en tant que sport d’hiver, c’est une invention du début du vingtième siècle, avec l’ouverture de la première école de ski à Saint-Anton en Autriche. Actuellement le ski est un sport très pratiqué en France.

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JOGOS TRADICIONAIS O PAU ENSEBADO

A RELHA

É um jogo praticado em todo o concelho de Bragança, em qualquer época do ano, ao ar livre, essencialmente nas festas das aldeias. Não tem limite de participantes, sendo jogado por jovens e adultos do sexo masculino. Para este jogo é necessário um tronco liso, com cerca de 10 metros de altura. Depois de ser tirada a casca, unta-se com sebo a partir dos 2 metros de altura. No topo do “mastro”, prendem-se os prémios (peixe de bacalhau, garrafão de vinho, bolos, etc). Colocado o “mastro” na vertical, os participantes tentam chegar aos prémios. Quem conseguir lá chegar, ganha os prémios aí pendurados.

Montes.

O jogo da relha é tradicional em Trás-os-

É praticado por dois ou mais jogadores. Para se jogar, faz-se uma raia (linha), onde se colocam os participantes no jogo, para atirarem a relha.

André Padrão 6ºD, Nº2

O jogador que atirar mais longe, é o vencedor.

ADIVINHAS 1 – Qual é a coisa qual é ela, que dá para partir, mas não se cola? 2 – O que é que todos os cães têm, que só existe no Algarve? 3 – Responda-me lá o senhor já que é tão adivinhão: O que me vem a ser a mim, a sogra da mulher do meu irmão?

O FITO

4 – O que é que se cria sem ter de comer?

O Jogo do Fito é muito popular na nossa região. É praticado principalmente no Verão e no Outono. O Fito pode ser jogado individualmente ou aos pares. O objectivo do jogo é acertar com a “fita” (pedra preparada para o jogo) nos tentos (também chamado “vinte”) colocados a uma distância determinada. Quem acertar no tento e segurá-lo, ganha 10 “tentos”, se ficar perto ganha 4 “tentos”.

5 – Somos dois irmãos, unidos de diferente condição. Eu vou muitas vezes à missa, nunca lá vi o meu irmão. Inês Sofia, 7.º A N.º 7

PROVÉRBIOS - Para secar bem o fumeiro deixa-se nevar primeiro. - Em Janeiro, um porco ao sol outro no fumeiro. - A água de Janeiro vale dinheiro.

- A castanha tem uma manha, vai com quem a apanha. João Pedro 6ºD, Nº7

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Escola da Estação 4º Ano/Tarde


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pequenos jornalistas  

ESCOLAS DO AGRUPAMENTO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AUGUSTO MORENO 2003/2004 n.º 59 1.º Semestre ÍNDICE