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onconotícias Publicação trimestral do Instituto de Oncologia Sul Capixaba AGOSTO de 2016

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Destaques da 52ª Reunião Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica ASCO 2016

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52ª Reunião Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO 2016) ocorreu entre os dias 3 e 7 de junho de 2016, em Chicago, nos Estados Unidos. Neste ano foram apresentados mais de 5 mil estudos científicos que demonstraram que estamos avançando nos tratamentos de diversos tipos de câncer. A seguir, apresento um resumo dos resultados de alguns estudos que considerei destaques na Reunião.

V Simpósio Sul-Capixaba de Oncologia PÁGINA 2

OS AVANÇOS NO TRATAMENTO DO PACENTE ONCO-HEMATOLÓGICO PÁGINA 3

ESTUDOS EM ANDAMENTO NO CPCO PÁGINA 4

1 - Cabeça & Pescoço: CHECKMATE 014: Este estudo fase III, randomizado, avaliou 361 pacientes com carcinoma escamoso de cabeça e pescoço, com recidiva local irressecável ou metastático e considerados não respondedores a platina, para receber Nivolumabe (Imunoterapia – grupo experimental) ou quimioterapia convencional. Após 12 meses, 36% dos pacientes no grupo do nivolumabe estavam vivos versus 17% no grupo quimioterapia, ou seja, a imunoterapia dobrou a sobrevida deste pacientes com poucos efeitos colaterais. Esta opção terapêutica ainda não está aprovada pelo FDA, mas deverá se tornar a nova terapia standard. 2- Mama PALOMA-2: Estudo fase III, randomizado comparou Letrozol (L) versus Letrozol + Palpociclib (P+L) no tratamento de 666 mulheres pós-menopausa, receptor de estrógeno (+) e HER2(-) com câncer de mama metastático, sem tratamento prévio para a doença metastática. Os grupos foram divididos numa razão de 2:1 para receber LP ou L, ambas as drogas administradas pela via oral, até a progressão da doença. Este estudo mostrou um ganho importante no controle da doença, aumentando de 14,5 meses (grupo L) para 24,8 meses (P+L), ou seja, um aumento de 10 meses no controle da progressão da doença. Os dados de sobrevida (tempo que paciente

sobrevive com a doença metastática) ainda estão imaturos, mas muito favoráveis ao grupo. Baseado nestes dados o FDA aprovou este tratamento como primeira linha para esta população de pacientes. PALOMA-3: Atualização dados do estudo randomizado fase III, apresentado em 2015 e publicado no New England Journal of Medicine, que comparou Fulvestrano (F) versus Fulvestrano + Palbociclib (P+F) em mulheres pré e pós-menopusa com doença metastática, receptor de estrógeno (+) e HER2(-), previamente tratadas com hormonioterapia (refratário a primeira linha) e que poderiam ter recebido uma linha de quimioterapia paliativa. As pacientes

pré-menopausada receberam goserelina para castração química. Foram avaliadas 521 pacientes, randomizadas 2:1, para receberem P+F ou F. Este estudo avaliou o tempo para progressão da doença (SLP), ou seja, por quanto tempo o tratamento manteve a doença sob controle. No grupo P+F, a SLP foi de 9,2 meses versus 3,8 meses no grupo F. Isto significa dizer que a combinação P+F mais que dobrou o tempo de controle da doença. Baseado nestes dados o FDA aprovou este tratamento como primeira linha para esta população de pacientes. MA.17: Estudo randomizado que avaliou mulheres pós-menopausa com câncer de mama receptor hormonal (+), que haviam recebido tratamento adjuvante com Letrozol(L) por 4,5 a 6,0 anos. Estas


2 continua... mulheres foram randomizadas para receber 5 anos adicionais de Letrozol e seguimento (grupo controle por ser o tratamento standard). Após 5 anos, 5% das mulheres haviam apresentado recidiva no grupo que recebeu Letrozol comparado com 9% no grupo observação. Baseado neste estudo, a ASCO recomenda que 10 anos de hormonioterapia (H) deve ser oferecida para mulheres pós-menopausa e risco elevado de recidiva. As mulheres selecionadas para 10 anos de H devem ter especial atenção para risco aumentado de osteoporose. BIOSSIMILAR TRASTUZUMABE: Este estudo avaliou a eficácia e tolerabilidade do Trastuzumabe biossimilar com Trastuzumabe original (Herceptina). Este estudo demonstrou similaridade de eficácia e tolerabilidade entre as substâncias testadas. Este estudo é muito importante na prática clínica porque acaba com a desconfiança do trastuzumabe biossimilar e por ser uma oportunidade de reduzir custo sem perder qualidade. 3 - Câncer de Pele (Melanoma) CHECKMATE 067 (update): Estudo randomizou pacientes com melanoma metastático (945) para receber tratamento com Ipilimumabe (I), Nivolumabe (N) ou Ipilimumabe+Nivolumabe (I+P). A sobrevida livre de progressão após 18 meses foi de 14%(I), 39%(N) e 46%(I+N). Este estudo comprovou ser N ou I+N o tramento standard para estes casos. 4 - Gástrico CRITICS: Estudo fase III, randomizado, avaliou tratamento com quimioterapia antes da cirurgia seguido de quimioterapia ou quimiorradioterapia (tratamento padrão em vários países) para

tratamento do câncer gástrico estágios Ib-IVa. Este estudo demonstrou que a adição de radioterapia não melhorou o resultado, sendo que ambos os grupos tiveram uma sobrevida de 41% em 5 anos. Baseado nestes dados pode-se concluir que ambos os tratamentos são eficazes e similares. 5 - Pâncreas ESPAC 4: Estudo fase III, randomizado, que avaliou tratamento adjuvante com quimioterapia em pacientes com câncer de pâncreas submetidos à ressecção cirúrgica completa. Pacientes foram randomizados para receber gencitabina (tratamento standard) ou gencitabina + capecitabina (grupo experimental). O estudo avaliou sobrevida global e apresentou um ganho estatisticamente significante, aumentando a sobrevida mediana de 25,5 para 28,0 meses, com um Hazard Ratio de 0,82, e a sobrevida em 5 anos de 16,3% para 28,8% (p=0,032). Este estudo deve mudar a prática clínica, passando a ser a combinação o novo tratamento standard. 6 - Colorretal FIRE-3 e CALGB/SWOG 80405: Estudos já apresentados e publicados comparando Bevacizumabe versus Cetuximabe para pacientes com câncer colorretal metastático RAS selvagem. Nesta análise, foi avaliada a diferença na sobrevida com base na localização do tumor primário, colón esquerdo ou colon direito. Ambos os estudos mostraram que tumores de colón direito têm uma sobrevida menor em comparação com tumores de colon esquerdo, mesmo recebendo tratamentos idênticos. Também mostrou um maior benefício do cetuximabe em tumores de

colón esquerdo quando comparado com colón direito, 36 meses versus 16,7 meses (estudo 80405). Já no grupo bevacizumabe esta diferença foi menos importante, 31,4 versus 24,2 meses em favor do colón esquerdo (estudo 80405). Neste mesmo estudo, a sobrevida global (sem a divisão de colón esquerdo ou direito) foi de 29 meses em ambos os grupos (cetuximabe ou bevacizumabe). Baseado nesta análise pode-se inferir que para tumores de colón esquerdo RAS selvagem os melhores resultados podem sem obtidos com quimioterapia + cetuximabe, e no colón direito quimioterapia + bevacizumabe. 7 – Urotelial (Bexiga e Ureter) IMvigor210 (Cohort2): Estudo que avalia atividade do Atezolizumab em pacientes com neoplasia urotelial (75% câncer bexiga), metastático, previamente tratado com Platina. Um total de 310 pacientes foi tratado com Atezolizumab até progressão da doença. Pacientes tiveram uma taxa de resposta global de 16%, com uma sobrevida global mediana de 7,9 meses e 37% de sobrevida global aos 12 meses. Se considerarmos pacientes com PDL1 positivo, 2 a 3 cruzes na imunohistoquímica, a sobrevida em 1 ano chegou a 50%. Estes dados mostram a eficácia deste agente e deve se tornar em breve o novo tratamento standard para estes casos. José Pulido Médico Oncologista HECI/CPCO

Este ano o V Simpósio Sul-Capixaba de Oncologia abordará o tema “DOR – Manejo da dor nos tempos atuais” - com a presença da DRA. SANDRA CAIRES SERRANO, Médica Responsável pelo Serviço de Cuidados Paliativos do AC Camargo Cancer, onde dividirá conosco sua ampla experiência sobre este assunto tão presente em nossa realidade. O Simpósio acontecerá no dia 25 de agosto de 2016, das 19h30 às 20h30, no Auditório da Unimed, em Cachoeiro de Itapemirim. Currículo resumido da palestrante: Graduação em Medicina pela PUC de Campinas; Residência Médica em Pediatria pela Casa de Saúde Santa Marcelina e em Neurologia Infantil pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP); Especialista em Dor e Estereotaxia pelo A.C.Camargo Cancer Center. Atua como: - Médica Responsável pelo Serviço de Cuidados Paliativos AC Camargo Cancer Center; Médica Pesquisadora do Grupo de Distúrbios do Movimento e Médica Colaboradora do Ambulatório de Cefaleia da Infância da Div. de Clínica Neurológica (Fac. de Medicina da USP, 2000); Médica Responsável pelo Ambulatório de Dor Infantil e Estereotaxia, Terapêutica Antiálgica e Cirurgia Funcional do A.C.Camargo Cancer Center (2001); Médica Preceptora da Central da Dor e Estereotaxia, Terapêutica Antiálgica e Cirurgia Funcional do A.C.Camargo Cancer Center (2001); Diretora Científica da Sociedade Paulista para o Estudo da Dor (2006 a 2009) Vagas limitadas. Solicitamos confirmar presença até o dia 19 de agosto por e-mail narelle@iosc.com.br ou telefone: (28) 3522-5095 – com Narelle. INSCRIÇÕES GRATUITAS. PÚBLICO ALVO: MÉDICOS QUE MANEJAM A DOR. MAIORES INFORMAÇÕES: TEL CPCO: (28) 3522-5095 / narelle@iosc.com


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Os avanços no tratamento do paciente onco-hematológico Nos últimos anos tem havido grandes avanços no tratamento do paciente onco-hematológico, principalmente em relação à Leucemia Linfoide crônica (LLC). A LLC possui uma média de idade ao diagnóstico que varia de 67 a 72 anos, é uma doença caracterizada pela proliferação clonal e acúmulo de linfócitos B maduros no sangue, medula óssea, linfonodos e baço. Durante os últimos 10 anos, a combinação de três quimioterápicos (Rituximab, fludarabina e clorambucil- RFC) tem sido o padrão ouro para o tratamento de 1ª linha na maioria dos pacientes com LLC sem grandes comorbidades. Porém, um grande grupo de pacientes idosos apresentam comorbidades que impedem o uso desses quimioterápicos, o que levou os pesquisadores a buscarem terapias direcionadas para este tipo de população e que apresentassem bons resultados. Como exemplo podemos citar o Obinutuzumab, anticorpo monoclonal humanizado

recombinante anti-CD20 e produzido por glicoengenharia. É especificamente direcionado ao antígeno transmembrana CD20 presente na superfície de linfócitos B maduros não malignos e malignos, mas não em células-tronco hematopoiéticas, células pro-B, plasmócitos normais ou outros tecidos normais. Estudos demonstraram que a combinação de Obinutuzumab com Clorambucil aumenta a sobrevida em pacientes com Leucemia Linfoide Crônica, com outras comorbidades, não tratados anteriormente. Outra medicação que vem exercendo importante papel neste cenário é o Venetoclax, inibidor oral da proteína BLC-2. A proteína BCL-2 evita a apoptose (morte celular programada) de algumas células, incluindo os linfócitos. Nós, da Hematologia do Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim e do Centro de Pesquisas Clínicas em Oncologia, em parceria com a ROCHE, estamos participando de um estudo que

visa determinar a eficácia do Obinutuzumab em combinação com clorambucil em comparação com Obinutuzumab e Venetoclax, nos pacientes com LLC e comorbidades, nunca tratados anteriormente, nos quais o tratamento com RFC não seria possível. É um estudo multicêntrico, randomizado de fase III, que já vem demonstrando resultados promissores em outros países e que dá a oportunidade para que estes pacientes recebam uma terapia realmente eficaz, o que anteriormente não era possível. Este estudo ainda está aberto para recrutamento e recentemente recebemos a visita da ROCHE para treinamento da administração do Obinutuzumab. Vale lembrar que ambas as medicações foram aprovadas pela FDA, o Obinutuzumab já foi aprovado pela ANVISA e o Venetoclax foi submetido, porém nenhuma das duas drogas está disponível para uso pelo SUS até Mariana Bonfim de o momento. Paula Ambrósio Médica Hematologista

Espaço Casa de Apoio Não pode ser comprado..., muito menos vendido

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empre agitando, fazendo algo diferente..., inovando. É assim que o Grupo de Apoio aos Portadores de Câncer tem trabalhado para alcançar seus objetivos, trazendo aos pacientes e familiares, descontração, alegria de viver, prazer de compartilhar e trocar experiências, e de se doar, mesmo em tratamento de quimioterapia/radioterapia. Sentimentos como amor, força, companheirismo, fé, esperança e gratidão tornam os caminhos da vida mais fáceis de serem trilhados. Note que os itens listados possuem uma peculiaridade – não podem ser comprados. Mas, podem ser graciosamente doados, o que os torna mais sublimes ainda. Nossos pacientes recebem diariamente doações dessa natureza, o que tem feito toda diferença em suas jornadas, elevando as chances de sucesso do tratamento. Mas, como retribuir algo que não tem preço? Simples! Pagando na mesma moeda. Nesse caso, reconhecimento, carinho e gratidão. E foram exa-

tamente esses ingredientes que conferiram sabor à surpresa pra lá de especial organizada por voluntários/pacientes para o aniversariante e padrinho da Casa de Apoio, o cantor e compositor Anderson Freire, a quem carinhosamente chamamos de amigo. Foi uma linda manhã! E, como sempre, fomos presenteados com lindas e inspiradas canções, entoadas pelo próprio Anderson, pelo Coral Ônix e pela cantora Aretuza, além de uma palavra maravilhosa deixada pelo Pr Zildo. Tudo isso em um ambiente preparado com todo carinho pela nossa querida Edna.

E não pára por aí! No dia 24 de junho realizamos o nosso 2º Arraiá da Casa de Apoio. Sucesso garantido! O apoio de pacientes e voluntários, através da confecção de bandeirinhas, fogueira, doces, comidas típicas, trouxe para a festa um gostinho de quero mais. Nesse ano também tivemos, dentro do Arraiá, um festival gastronômico, no qual restaurantes e buffets participaram doando um prato típico. A eles, Pablos Buffet, Dom Garcia e Belas Artes, o nosso muito obrigado! E como não agradecer ao Médico Residente Dr Tiago pela habilidade com as mãos em preparar drinks maravilhosos! Vocês fizeram a diferença! Obrigada a todos os voluntários que acreditam no nosso trabalho e que, através de suas Flávia Alemães doações, tem ajudado a Assistente Social manter a Casa de Apoio. HECI/Casa de Apoio

Visite nosso site http://www.casadeapoiocancer.com.br - Doações: Banco do Brasil Ag 0083-3 CC 22082-5


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FATOSemFOTOS

Os médicos oncologistas José Pulido e Sabina Aleixo durante o Congresso ASCO 2016, realizado entre os dias 3 a 7 de junho, em Chicago, EUA.

Treinamento promovido pela Roche sobre administração do Obinutuzumabe para LLC. Participaram as médicas Sabina Aleixo e Mariana Bonfim, e a enfermeira Narelle Parmanhani. O treinamento foi ministrado pela enfermeira Cristiane Ruiz (ePharma/ SP), no dia 16 de junho, no CPCO.

A médica oncologista Mariana Novaes durante o IV Simpósio Internacional de Melanoma em São Paulo/SP, no dia 24 de junho.

Registro do Tumor Board, reunião quinzenal do Serviço de Oncologia do HECI/IOSC/CPCO para discussão de casos de pacientes.

Visita de início do estudo ADAURA, medicação de adjuvância em câncer de pulmão com mutação de EGFR positiva. A visita aconteceu no dia 7 de julho e foi conduzida pelas monitoras Juliana Cristina Montanare (Parexel) e Flávia Andreghetto (AstraZeneca), com a participação da equipe do CPCO.

Visita de início do estudo 1302.5, uma medicação biosimilar do Avastin para pacientes com câncer de pulmão estágio IV. A visita aconteceu no dia 22 de junho e foi conduzida pela monitora Lara Ximenes, com a participação da equipe do CPCO.

A enfermeira Priscila Abílio durante visita técnica à fábrica da Libbs em Embu das Artes/SP, nos dias 28 a 29 de junho.

Estudos em andamento no CPCO Temos quatro estudos em andamento, três deles recrutando pacientes, e outros dois por iniciar o recrutamento de pacientes até o final do ano. Estudos recrutando pacientes: 20070782 (Amgen) – Estudo para avaliação da segurança e eficácia em longo prazo de darbepoetina alfa em pacientes anêmicos com câncer de pulmão de células não pequenas em estágio avançado. GO29431 (Roche) – Estudo que visa investigar a eficácia, a segurança e a tolerabilidade do MPDL3280A (Anticorpo Monoclonal Anti-PDL1) em comparação com carboplatina ou cisplatina

+ pemetrexede ou cisplatina + gencitabina em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (NSCLC) em estágio IV virgens de tratamento com quimioterapia. ADAURA (Astra Zeneca) – Estudo que avalia a eficácia e a segurança de AZD9291, em comparação à placebo, em pacientes com carcinoma pulmonar de células não pequenas em estádio IB-IIIA que tenham mutação no receptor EGFR, após ressecção completa do tumor com ou sem quimioterapia adjuvante. Estudos observacionais: Contribuição de driver genes para o desenvol-

onconotícias

Se você tiver alguma publicação, opinião ou sugestão mande seu e-mail para: cpco@cpco-es.com.br O Informativo Onconotícias é uma publicação do Instituto de Oncologia Sul Capixaba que visa levar ao público em geral os avanços no tratamento e prevençāo do câncer.

Maiores informações sobre estes estudos podem ser obtidas acessando a página do CPCO na internet www.cpco-es.com.br ou telefone: (28) 3522 5095

vimento e progressão do carcinoma ductal in situ (CPCO/HECI/UFES) – Serão analisados tecidos de biópsias de pacientes que tiveram câncer de mama (carcinoma ductal in situ) para verificar a expressão dos driver genes TP53, PIK3CA, ERBB2, MYC, FGFR1, GATA3 e CCND1, bem como a presença de driver mutations nos mesmos, e avaliar as possíveis implicações desses genes na patogênese e evolução deste tipo de câncer de mama. Estudos com início até o final do ano: (Todos em câncer de pulmão) - Estudos 1302.5 (BI) (agosto) e SOLAR (Astellas)

PROJETO GRÁFICO PENSEDMA MARKETING & DESIGN (28) 3521-7410 | contato@pensedma.com.br | MÉDICO RESPONSÁVEL Dra. Sabina Aleixo | COLABORAÇÃO José Aleixo, Narelle Parmanhani, Ricardo Pupim e Diana Paes | FOTOS arquivo/internet | IMPRESSÃO Digrapel | TIRAGEM 1000 exemplares HECI: Rua Anacleto Ramos, 55 - Bairro Ferroviários - Cach. de Itapemirim - ES - (28) 3526-6166 CPCO: Rua Mário Imperial, 47 - Bairro Ferroviários - Cach. de Itapemirim - ES - (28) 3522-5095 IOSC: Av. Lacerda de Aguiar, 32 - Bairro Gilberto Machado - Cach. de Itapemirim - ES (28) 3521-1219 / 3521-1029

Onco Notícias - no. 13 - www.cpco-es.com.br  
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