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Ano I • Número 3 • junho/2011 www.peloproximo.com.br

La Vivência, Casa Emilien Lacay-Cruzada do Menor e Pousada Residencial para Idosas recebem visita dos pets terapeutas do Pêlo Próximo Smoky, um yorkshire herói e terapeuta

Como e onde denunciar maus tratos aos animais

Gatos Encantados Amor que transforma

Zoonit e IBAMA – E os sentimentos dos Animais, como é que ficam?

A importância do grupo de apoio para o familiar cuidador na doença de Alzheimer

O Projeto Pêlo Próximo-Solidariedade em 4 patas, iniciou o mês de maio levando amor e alegria a três Instituições do Rio de Janeiro, que cuidam de idosos e crianças. A primeira visita, aconteceu no dia 14, na Clinica Geriátrica La Vivencia, na Tijuca. Treze cães do Projeto passaram uma tarde com 60 idosos da instituição com diversos tipos de patologia e receberam muito carinho dos pets terapeutas caninos.

Gripe Canina: Riscos de contrair a doença são maiores no inverno


Ano I • Número 3 • junho/2011 www.peloproximo.com.br

Editorial Oi pessoal, Estamos mais uma vez aqui com o nosso jornal Pêlo Próximo, trazendo novidades e esclarecimentos a todos vocês. Nessa edição vocês saberão tudo sobre a 2ª feira de adoção do Projeto Amicão & Amicat; terão acesso a um estudo feito sobre a saúde dos animais de estimação; saberão a diferença entre zoom digital e zoom ótico; tomarão conhecimento de como os animais ajudam pessoas com problemas emocionais; ficarão por dentro de muitas novidades para o seu pet; aprenderão truques de como lhe dar com o cocô e o xixi feitos em locais indevidos; conhecerão a história de Smoky, reconhecido como o primeiro cão terapeuta; saberão, exatamente, como e aonde denunciar os casos de maus tratos aos animais; Se encantarão com a história dos Gatos Encantados; verão de perto como foram as três últimas visitas do Projeto Pêlo Próximo; Aprenderão com a coluna Direito

Animal; descobrirão a importância dos "grupos de cuidadores" da doença de Alzheimer; ficarão interados com a agenda de cursos em alguns estados do Brasil; tomarão ciência do poder curativo do Reiki; e terão acesso a um guia de tratamento sobre a gripe canina. Não percam! Essa edição está sensacional! Boa leitura à todos. Roberta Araújo.

Editorial ROBERTA ARAÚJO - COORDENADORA DO PROJETO PÊLO PRÓXIMO

Expediente Diretora Executiva - Roberta Araújo Divulgação e Textos: House Clipping Email: peloproximo@gmail.com Tel: (21) 9622-8392 Colaboradores: Renata Leivas - veterinária Elaine Natal - Comportamentalista Andrea Lambert - Veterinária Luciana Pellagaggi - Terapeuta Ocupacional Luciana Botelho - Fotógrafa Designer e Diagramação: Fernanda Bitencourt.

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II Feira de Adoção de Animais do Projeto Amicão&Amicat foi um sucesso Segundo o Promotor de Justiça em São Paulo Laerte Fernando Levai, “Quinhentos anos passados desde o Descobrimento, muitos brasileiros ainda não se deram conta de que a proteção aos animais não representa apenas uma atitude sentimental, mas de respeito à vida e à própria sociedade. A verdadeira educação ambiental implica em uma mudança de mentalidade e de valores, permitindo ao homem refletir, sem preconceitos, sobre o caráter sagrado da vida.” E é esse o pensamento do grupo que promoveu, no último sábado(20/05), a II Feira de Adoção de Animais intitulada “Adotar e Cuidar são gestos de amor.” O evento contou com a participação de muitos voluntários, além de muitas pessoas que são solidárias com a causa animal. Durante a feira, foram doados 22 cães e 16 gatos, totalizando 38 animais. A proposta do grupo é promover eventos periódicos de adoção para incentivar o cuidado e a proteção aos animais abandonados. A equipe organizadora do evento gostaria de agradecer o apoio da Oficina Escola de Artes, da Secretaria de Cultura de Nova Friburgo, que gentilmente abriu as portas para o evento e acreditou na causa. Se você se interessa pela proposta do projeto ou está interessado em adotar um animal abandonado, entre em contato: amicaoamicat@gmail.com ou pelo telefone (22) 92895352.

Vira Latas Os verdadeiros cães de raça

Direção: Tiago Ferigoli Produção Executiva: Raquel Marques Vira-lata, palavra que deriva do ditado popular e que define de forma coloquial aquele que vive nas ruas. Termo comumente confundido com raça, mas que na verdade define uma situação a qual determinado ser se encontra: abandonado, miscigenado, aquele que sofre preconceito e que precisa lutar para sobreviver. No caso dos cães, muitos dos que estão abandonados nas ruas possuem raça. Na verdade, todos. Pensando assim, em determinado momento somos todos um pouco vira-latas. Precisamos todos de um pouco de atenção, de respeito e de carinho. Vira-lata é quando um ser de raça tornase um ser com raça.mmmmmmmmmmmmm O Projeto Vira-latas Os verdadeiros cães de raça foi idealizado e produzido pelo publicitário Tiago Ferigoli e conta com uma série de ações conjuntas, dentre elas: Um Livro produzido e distribuído pela Editora Ediouro. Um Filme Documentário longa metragem oficialmente publicado pela ANCINE, produzido por empresas como Pedigree e Influência Films, que conta com a participação de grandes personalidades tais como Ronnie Von, Danilo Gentili, dentre

outros. Um Website que pretende se tornar referência dando continuidade ao projeto, não apenas funcionando como um forte canal de divulgação mas também como um canal de vendas. Uma Trilha Sonora Original que já está sendo vendida inclusive no exterior. E uma fortíssima assessoria de imprensa, resultado da fusão de todas as empresas envolvidas. Tudo isso pode ser acompanhado pelo site oficial (www.vira-latas.com).mmmmmmmmmmmm

Sinopse Filme homônimo baseado na obra literária Viralatas Os verdadeiros cães de raça, parte de uma campanha inédita no país. Este filme não fala apenas dos cães em si, mas principalmente do significado do termo "vira-lata", onde neste contexto, discute questões relacionadas a responsabilidade social, educação e empreendedorismo. Um filme para toda a família.

Responsabilidade socialmmmmmmmmmmm Visando a importância do assunto retratado no projeto, que não apenas fala de cães de rua mas principalmente do homem, uma vez que o abandono é resultado de uma política mal estruturada, de preconceito, de educação, ou seja, de responsabilidade social, questões que em nada tem a ver com o cão em si, o qual por sinal não possui culpa alguma. O Projeto tem por objetivo atingir a todos os cidadãos para que todos possam tornar a sua vida melhor e mais digna e desta forma minimizar quaisquer problemas que possam acontecer a sua volta, seja com os cães de rua, seja com o próximo.

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Banfield Pet Hospital divulga estudo inédito sobre a saúde dos animais de estimação Relatório aponta as principais ocorrências de doenças em cães e gatos nos últimos anos, identificando suas transmissões e prevenções

O compromisso da Mars Inc. para fazer o mundo melhor para os pets acaba de dar um passo importante na busca pelo aumento da qualidade de vida e saúde dos animais de estimação. A partir de sua rede de hospitais veterinários, o Banfield Pet Hospital, a empresa acaba de divulgar um extenso e inédito estudo sobre as doenças que têm mais afetado os animais de estimação nos últimos anos. O primeiro volume do relatório contempla a mais minuciosa e abrangente análise já feita, com 2,1 milhões de atendimentos clínicos de cães e cerca de 450 mil gatos em 770 hospitais veterinários de 43 estados norte-americanos. “Por meio do nosso compromisso em oferecer um mundo melhor para os pets, queremos utilizar o nosso conhecimento para ajudar os veterinários e donos a cuidarem de seus animais, além de sensibilizar para os problemas de saúde que afetam cães e gatos.”, explica Jeffrey Klausner, diretormédico do Banfield Pet Hospital. O estudo traz detalhes das doenças mais f r e q u e n te s , c o m o p r ev i n i - l a s , s u a s transmissões e até mesmo como elas podem impactar a saúde dos seres humanos. Além disso, também mostra como os diagnósticos mudaram ao longo dos últimos cinco anos e as diferenças dependendo do local e da época.

Entre os principais diagnósticos registrados em pets estão: Diabetes - desde 2006, tem havido um aumento de 32% de diabetes canina e um aumento de 16% de casos em felinos; Dirofilariose - a doença parasitária que afeta os corações dos cães é um dos três maiores riscos de saúde para animais no sul dos Estados Unidos; Problemas dentários - a doença mais comum entre cães e gatos, afetando 68% dos gatos e 78% dos cães com idade superior a 3 anos. A doença dentária tem sido associada a alterações no fígado, rins e funções cardíacas;

Sobre o Banfield Pet Hospital O Banfield Pet Hospital foi fundado em 1955 pelo veterinário Warren J. Wegert. Em 2007, o Banfield passou a ser uma das empresas da Mars, Incorporated e, juntos, trabalham para garantir que animais recebam o mais alto nível de e para terem uma vida mais longa saudável. Hoje em dia, são 770 hospitais em 43 Estados, somando mais de 13.000 associados, incluindo 2.400 veterinários licenciados. A Banfield possui ainda unidades no México e Inglaterra. Todos com o objetivo comum de oferecer medicina de alta qualidade e um mundo melhor para cada animal de estimação.

Otite externa (infecção do ouvido) - a segunda doença mais comum tem tido um aumento de 9,4% em cães e um aumento de 34% em gatos desde 2006; Pulgas e Carrapatos - a proporção de infestação de pulgas e carrapatos aumentou 16% em cães e gatos em 12% nos últimos cinco anos; Parasitas internos - lombrigas, tênias e solitárias podem ser transmitidas para os seres humanos. Ascarídeos, ancilostomídeos e nematódeos têm aumentado em gatos desde 2006, e n q u a n to a n c i l o s to m í d e o s e nematódeos têm crescido na população canina.mmmmmmmmm Para o Banfield Pet Hospital, as informações levantadas serão essenciais não só para os veterinários, mas também para os donos de animais de estimação, com o objetivo de oferecer um mundo melhor para os pets, com mais qualidade e expectativa de vida. O estudo completo pode ser acessado no site o f i c i a l d o B a n f i e l d Pe t H o s p i t a l http://www.banfield.com.

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Coluna Click seu Pet

Diferença entre zoom digital e ótico A fotografia vem se tornando cada vez mais popular e esta presente na vida de pessoas de todas as classes sociais. Na ultima década passamos por uma nova revolução tecnológica com a chegada do formato digital. Hoje, temos celulares e outros equipamentos com maquinas digitais acopladas e com ótima resolução, que envia as fotos para emails e redes sócias da internet, o que possibilita a divulgação das fotos para amigos e conhecidos em um click. O primeiro, celular com câmera, como não poderia deixar de ser, foi japonês: o Sharp JSH04, no distante ano de 2000. Imagino o tamanho do aparelho e a resolução da época. A primeira câmera digital comercialmente disponível foi a Kodak DCS 100, em 1990. Seu custo impediu o uso em fotojornalismo e em aplicações profissionais, mas a fotografia digital surgiu neste momento.

Já o zoom digital é produzido pelo software interno da câmera. Ele simula a aproximação dos assuntos, mas na verdade apenas amplia a parte da imagem que passa a ocupar o visor de LCD. E quanto mais você elevar o fator do zoom digital, mais a imagem se deteriora. Pelo zoom digital a câmera apenas "amplia" os pixels de parte da imagem capturada para preencher a foto. Ela aumenta apenas uma parte da imagem ao invés de aproximar todo o quadro fotografado. O resultado é uma imagem sem resolução para impressão, mesmo que a câmera impressione pelos megapixels. Sempre terá aquele efeito de foto pixelizada. Por isso, tenha sempre em mente: quanto mais zoom óptico seu bolso comportar, melhor. Ate à próxima ... Se as dicas aqui descritas não forem suficientes, estarei respondendo suas dúvidas no e-mail: lucianabotelho72@yahoo.com.br

Em 10 anos, as câmeras digitais se tornaram produtos de consumo, e estão de modo irreversível, substituindo gradualmente suas equivalentes tradicionais em muitas aplicações, pois o preço dos componentes eletrônicos cai e a qualidade da imagem melhora.

Todos Os Animais Merecem O Céu Sinopse: A eutanásia, a reencarnação dos animais, a vida dos animais naquela dimensão e o sofrimento como meio de aprendizado e evolução. Além destes há passagem que contam pormenores do regresso dos animais para a dimensão espiritual na ocasião da desencarnação e detalhes sobre os mecanismos de retorno à dimensão física nos momentos que antecedem o nascimento, incluindo desde a preparação do novo corpo ao parto.Inclui temas como a existência de colônias que cuidam dos animais na espiritualidade e comenta sobre os trabalhos das equipes espirituais que se ocupam com eles.

Autor: Benedeti, Marcel Editora: Mundo Maior Editora Preço R$ 28,90 (256 págs)

Animais Tudo O Que Você Precisa Saber Por meio de perguntas e respostas, apresentadas no programa de rádio 'Nossos Irmãos Animais', o autor esclarece algumas dúvidas frequentes, referentes ao comportamento do seu Bicho de Estimação. Saiba um pouco mais sobre a existência desses seres que, como nós, caminham rumo ao crescimento espiritual. Os animais reencarnam? Os animais têm premonição? Os animais sonham? Os animais têm carma?

Nunca se fotografou tanto como atualmente, e a tendência é que esse movimento permaneça crescente por muito tempo. Então, vamos a dicas de equipamentos: Temos no mercado varias marcas e tipos de câmeras compactas digitais. Primeiro temos que analisar qual o objetivo para esse equipamento. Uma duvida que sempre respondo para os amigos é a seguinte. Qual a diferença de zoom ótico para zoom digital? Então, zoom é a capacidade da câmera aproximar visualmente o assunto. Na fotografia digital existem dois tipos de zoom, o óptico e o digital. O que importa de fato é o zoom ótico! O zoom digital pode ser obtido através de softwares de edição de imagens, como o Photoshop. O óptico tem o mesmo efeito que vemos nas máquinas fotográficas analógicas: por meio do sistema de lentes ele aproxima a imagem e nos permite identificar detalhes que nossos olhos não alcançam naturalmente, como o que está escrito na placa de trânsito fotografada há dezenas de metros de distância.

Dica de Leitura

Autor: Benedeti, Marcel Editora: Mundo Maior Editora Preço R$ 11,90 (128 págs)

Até mais, bons clicks! Luciana Botelho

Os animais têm alma? A leitura deste livro é fundamental para se responder a uma das perguntas mais intrigantes da vida. Os animais têm alma? Estruturando a sua pesquisa em duas grandes diretrizes a atividade paranormal dos animais e casos de aparição post-mortem de fantasmas de animais, Bozzano comprova a existência e a sobrevivência da alma dos animais com uma argumentação rigorosamente científica. Uma obra insuperável.

Autor: Ernesto Bozzano Editora: Lachatre Preço: R$ 16,00 (160 págs)

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Terapia com animais ajuda pessoas com problemas emocionais Apesar de aparente benefício, eficácia de tratamento é difícil de comprovar Animais domésticos são muito usados no apoio ao trabalho de terapeutas NOVA YORK, EUA. Um número crescente de psicoterapeutas está usando animais de terapias para o tratamento especial de crianças com problemas emocionais, sociais e até físicos.

"The Handbook on Animal Assisted Therapy" (Guia sobre Terapia Assistida por Animais). Em um dos primeiros casos do livro, a menina Diane, 5, foi levada a Fine porque ela se retraía com medo de estranhos. Embora conversasse em casa, ela se recusava a falar com qualquer outra pessoa, incluindo seu professor no jardim de infância.

Nas últimas décadas, apareceram inúmeras histórias de animais ajudando a melhorar e até a salvar as vidas de crianças e adultos com vários tipos de doença e deficiência. Cães treinados estão sendo usados para ajudar a manter a segurança de crianças com autismo e para acalmar pessoas com doença de Parkinson quando elas tentam caminhar. E cães, gatos, coelhos e aves estão sendo levados a escolas e instituições, além de hospitais e casas de repouso, onde eles ajudam a acalmar, inspirar e entreter os pacientes. A Associação Internacional de Organizações de Interação Humano-Animal insiste que seus membros limitem a utilizar na terapia apenas espécies domésticas treinadas para o serviço. E a Delta Society, que fornece programa de treinamento para animais, não certificará animais selvagens ou exóticos como cobra, furão, lagarto e híbrido de lobo. Te s t e s m m m m m m m m m m m m m m m m Embora o campo da terapia assistida por animais tenha crescido muito nas últimas quatro décadas, especialistas reconhecem que não houve uma pesquisa bem projetada estabelecendo diretrizes para segurança e eficácia em várias situações. Para ajudar esse segmento a conseguir testes científicos, a empresa Mars, grande produtora de alimentos para animais, iniciou uma parceria de pesquisa com o Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano.

Um cão de terapia treinado chamado Puppy conseguiu acabar com a mudez seletiva dela. Diane estava afagando Puppy, sorrindo e feliz, quando Fine deu ao cão um sinal para fugir. Diane ficou abatida. Vendo a tristeza da menina, Fine disse que, para o cão voltar, era só dizer "Venha, Puppy". Gentilmente, a menina disse: "Venha, Puppy, por favor". Com o animal, a menina conseguiu superar seu problema social. Foto: Bruna Prado

Dificuldades. Para o pesquisador James Griffin, é complicado realizar um estudo com um projeto científico válido usando animais, porque não é possível usar um placebo. "Não dá para ser um estudo 'cego'. Você sempre vai saber se o paciente tem um cão de terapia", disse ele. O psicoterapeuta Aubrey Fine, um dos pioneiros no tratamento com animais, enfatiza que há muitos desafios em se trabalhar com animais de terapia e em documentar sua eficácia. "Você não pode simplesmente trazer qualquer animal para um ambiente de terapia. O animal precisa ser muito bem treinado, confiável, obediente e ter o temperamento correto. Ele não pode ser extremamente ansioso ou facilmente irritável", explicou o psicoterapeuta.

Um dos estudos avalia os efeitos terapêuticos da cavalgada em crianças e adolescentes como autismo. Essa prática é considerada segura e eficaz, além de ser menos invasiva do que os medicamentos usados para tratar sintomas como irritabilidade e hiperatividade. Outra pesquisa inclui um estudo epidemiológico para documentar os efeitos de saúde sobre crianças e adolescentes vivendo com cães e com gatos.

Bicho dá confiança a pacientemmmmmmm

E um terceiro estudo tenta determinar se animais de terapia podem ajudar crianças com distúrbio de comportamento por déficit de atenção a desenvolverem melhor autocontrole, autoestima e atitude social.

NOVA YORK. O psicoterapeuta Aubrey Fine, que é professor da Universidade Politécnica Estadual da Califórnia, aproveitou os casos de uso bem-sucedido de animais de terapia no tratamento de crianças para escrever o livro

Em dois outros casos atendidos por Fine, as crianças conseguiram falar sobre abusos sexuais que sofreram após Fine dizer que o animal de terapia havia sido resgatado de uma casa abusiva, onde ele fora ferido gravemente. "As crianças são mais prováveis de revelar pensamentos guardados ao terapeuta quando o animal está perto delas. Ele as ajuda a se expressarem", disse Fine. (JEB/NYT)mmmmmmmmmmmmmmmmm Traduzido por André Luiz Araújo

Fine disse que o profissional tem que saber como usar o animal como uma ferramenta terapêutica, em combinação com boa psicoterapia. "O animal está lá para agir como um catalisador, não uma distração. As intervenções assistidas por animais têm que ser seguras para todos os envolvidos - tanto para o paciente quanto o animal", afirmou

Foto: Bruna Prado

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Intervet/Schering-Plough amplia portfólio e ingressa no mercado de suplementos vitamínicos Gama Dog e Gama Cat são os novos produtos da companhia. A Intervet/Shering-Plough acaba de ingressar no mercado de suplementos vitamínicos com o lançamento de dois produtos ricos em Gama-Orizanol: o Gama Dog e o Gama Cat ingredientes alimentares naturais à base de óleo de farelo de arroz, substância que possui altas concentrações de Gama-Orizanol, Vitamina E e Ácidos Graxos Essenciais (ômegas 3, 6 e 9). O Médico Veterinário e Gerente Técnico da Intervet/Schering-Plough, Andrei Nascimento, explica que Gama Dog e Gama Cat, além de melhorarem a condição da pele e da pelagem dos pets, melhoram a condição atlética dos animais de competição, aumentam a disposição e ainda tornam a ração mais saborosa. “O Gama Dog e Gama Cat são os produtos com maior fonte de Gama-Orizanol do mercado e possuem a melhor relação de ácidos graxos essenciais que um óleo pode ter, segundo as recomendações da Organização Mundial da Saúde. Além de ser um antioxidante natural, Gama Dog e Gama Cat promovem melhora no desempenho físico. Tudo isso obtido por meio de um processo único e patenteado, sem adição de conservantes, palatabilizantes ou qualquer outro produto químico”, explica. Indicado para cães e gatos de todas as raças e idades, o Gama Dog e Gama Cat podem ser utilizados diariamente, sem interrupções e sem restrições quanto à gestação ou lactação. Perfil-A Intervet/Schering-Plough Animal Health, com sede em Boxmeer, Holanda, tem seu foco em pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização de produtos para a saúde animal. A empresa oferece aos clientes um dos portfólios mais amplos e inovadores em Saúde Animal, abrangendo produtos de apoio ao desempenho e prevenção, tratamento e controle de doenças em todas as principais espécies de animais na pecuária e animais de companhia. A Intervet/Schering-Plough Animal Health é uma unidade de negócios de propriedade integral da Merck & Co., Inc., com sede em Whitehouse Station NJ, USA. [www.intervet.com e www.merck.com].

2 - Removedor de odores e manchas: Magic Tables O produto virá em um blister com dois tabletes, rendendo um litro, cerca de 700 aplicações de três borrifadas. O objetivo da Pet Society® é lançar produtos concentrados, com máxima eficiência. Afinal, a água está disponível em qualquer lugar, ou seja, os consumidores não precisam comprar água, compram apenas o produto concentrado. Por não utilizar enzimas ou bactérias em sua formulação, o efeito do Magic Tablets® é imediato e definitivo. Isso porque utiliza uma mistura de agentes concentrados para criar uma detergência inigualável, além de eliminar quimicamente as bactérias responsáveis pelo odor”. http://www.petsociety.com.br

Coluna Novidade para seu Pet 1 – Kit viagem Dogs Care Pensando em incentivar viagens com animais de estimação, a Dog's Care criou o Kit Viagem, afinal de contas o melhor amigo não pode ficar fora dos melhores momentos de lazer. O kit é prático, versátil e ajuda a convivência em ambientes novos, típicos de viagens. A empresa 100% nacional que é conhecida por fabricar produtos ecologicamente corretos para pets, desenvolveu o kit com o mesmo conceito que aplica a toda sua linha: produtos que não agridam o meio ambiente e que ajudam os donos a ter uma visão mais sustentável. O Kit Viagem é composto por uma bolsa de transporte feita com lona reciclada de garrafa pet ou ecojuta certificada, que se transforma em uma pequena cama e vem com uma nécessaire exclusiva para levar os acessórios de viagem (escova, brinquedo, ração, biscoito, produtos de banho, fralda, etc), um bebedouro e um comedouro portáteis, um porta ração de 1kg, uma Biobag (sacolinhas higiênicas) e mais um Guia de Viagem no verso da embalagem que visa o aproveitamento da mesma, não necessitando ser descartada no meio ambiente. A nécessaire é removível, quando o dono chega ao destino, basta tirá-la, abrir a bolsa e determinar o lugar onde o pet vai dormir. http://www.dogscare.com.br

3 - Petisco de banana orgânica para cães Após realizar testes com donos e seus pets e notar a preferência de cães por algumas frutas - em especial, a banana -, a V.I.P.dog desenvolveu um doce que promete cair no gosto da bicharada: o Banana VIP. O petisco é composto por pedaços de banana passa orgânica cobertos com um doce que se assemelha ao chocolate humano, porém sem cacau e açúcar, substâncias que podem causar sérios danos à saúde do animal. A indicação de consumo diário do Banana VIP varia de acordo com o porte do animal: os pequenos devem ingerir até 10 unidades; os médios, 15 unidades; e os grandes, até 20 unidades. O produto vem em embalagens de 50 g e o preço médio é de R$ 4,00. O produto também pode ser consumido por humanos. http://www.vipdog.com

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Coluna Comportamento animal

Xixi e cocô - uma prova de paciência Um dos maiores problemas que os donos encontram é conseguir ensinar o peludo o local correto de fazer o xixi e cocô.

? Ficar de olho e se por acaso ela fizer no local

errado, vc imediatamente interrompa e leve-a para cima do jornal. Mesmo que caia uma só gota no jornal, fazer festa e elogiá-lo.

Aí vão algumas dicas:

?

Primeiro: Controlar a ingestão de água e comida do cão. Se ele tiver água e comida disponível o tempo todo, terá que se aliviar o tempo todo também, certo? Ofereça comida e água 1, 2 ou 3 vezes ao dia de acordo com a orientação do seu veterinário (normalmente filhotes até aos 5 meses são alimentados 3 vezes ao dia, passando para duas vezes a partir dos 6 meses e 1 vez ao dia a partir de 1 ano). Se você mora numa região muito quente ou exercita o seu cachorro, ofereça água mais vezes, mas não deixe o prato cheio no chão. Dê um tempo para o seu cachorro se alimentar e beber sem pressa. Normalmente de 15 a 20 minutos de cada vez é o suficiente.

? Nos casos mais complicados, podemos usar

Mantenha a casa livre de cheirinhos. Sempre que um cachorro sentir o cheiro de urina ou fezes, ele tenderá a voltar a este lugar. Limpe os lugares da casa com um bom produto vendido nas lojas especializadas. Os melhores são àqueles a base de enzimas que destroem o cheiro. Deixar somente onde será o banheirinho dele sem a aplicação. Ele se sentirá muito mais atraído pelo cheirinho antigo do que por um lugar novinho em folha. ? Forrar com bastante jornal dois lugares da

casa (cães pequenos em casas grandes no início precisam ter duas opções) e colar as beiradas com fita crepe, sempre deixando por cima, um pedaço do jornal com o cheiro do xixi dele. ? Geralmente os cães fazem suas “coisinhas”

depois de comer, beber água, brincar, acordar. Sabendo destes horários e controlando a ingestão dele, após as situações acima, levar o cão até o local desejado e aguardar. Assim que ela fizer no local certo, fazer muuuuuita festa pra ele. (mesmo que caia uma gotinha só no lugar certo). ? Mantenha o "banheiro" deles longe. Cães, por

instinto, evitam fazer cocô ou xixi perto de onde eles comem e dormem, para evitar contaminação. Procure também manter uma camada de papel grossa o suficiente para absorver rápido a urina. Não é a toa que os peludos preferem fazer xixi nos tapetes e estofados. Afinal se pensar bem, os tapetinhos são os que mais se aproximam da grama ou terra por absorverem mais rápido.

uma “guia umbilical”. Essa guia tem em cada ponta uma presilha. Uma ponta fica presa na coleira do cão e a outra com o dono. Assim tem como o dono ficar de olho o tempo todo no “miliante”. Assim que observar a vontade dele se aliviar, leve-o ao local correto e aguarde. Quando ele fizer, faça muita festa! ? CUIDADO! Se você for daqueles que esfregam o focinho do cachorro no cocô ou após chegar em casa pegam o cão, levam até o local sujo e dá aquela bronca, ele pode desenvolver o que chamamos de COPROFAGIA.

? Lembre-se: Qualquer gotinha de xixi no jornal e ele ganha um monte de carinhos! ? Todo adestramento de cães requer paciência, bom humor e boa vontade não só no início, mas em todo o processo. Não compare o aprendizado do cachorro do seu vizinho ou amigo com o do seu. Cada cão tem seu próprio tempo e cabe a você e sua família saber aproveitar o máximo disso.

BOA SORTE! Elaine Natal Adestradora especialista em comportamento canino Tel: (21) 9786-1220 / 8045-6820 www.clubedaspatinhas.com.br

É o ato de comer as próprias fezes. Ela tem vários motivos, pode ser falta de vitamina, imitar o dono vendo ele limpar ou nesse caso ele pode achar que o errado é “fazer o cocô”. Então para não levar bronca, ele faz e come “escondendo a prova do crime”. Corrija na hora certa e recompense os acertos. Um dos maiores erros que se comete é brigar com o cachorro quando ele erra o lugar, então o dono pega o peludo, leva até o jornal e fala num tom de briga:" É aqui o lugar, já não te falei?" Bem, primeiro que o cão não fala português ainda e agindo assim, pense bem; você briga com ele no lugar que não é para fazer mas também briga no lugar certo. Então como quer que ele entenda o que você quer que ele faça? Lembre-se, não adianta corrigir o seu cachorro se você não pegá-lo no ato. Se você chegar em casa e encontrar um "presentinho" no seu tapete, respire fundo, limpe bem e esqueça. Sim, o “Rex” vai te olhar com cara de culpado, mas não é bem porque ele sabe que fez besteira. Ele sabe que você está com raiva porque ele pode "ler" tensão na postura do seu corpo, sua cara de desagrado e a sua voz "rosnando": "Rex! Quem fez isso", mas ele não saberá associar que foi pelo cocô que já está lá tem meia hora. Também nunca chame o Rex para lhe passar uma descompostura. O seu chamado deve estar sempre ligado a coisas boas, senão porque ele deveria vir? Se você pegá-lo no flagra, diga um NÃO bem firme e leve-o para o lugar certo. Chegando lá, faça carinho e elogie.

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Smoky, um yorkshire herói e terapeuta Smoky, uma Yorkshire Terrier, nasceu em 1943, mas foi encontrada perdida na floresta da Nova Guiné em 1944. Tudo levava a crer, que ela pertencia aos japoneses, mas ao ser levada à um campo de concentração, não respondia a nenhum comando em japonês, muito menos em inglês.Smoky foi então vendida por US$ 6,44 (dinheiro este, usado nos jogos de poker), ao cabo William A. Wynne, que servia no esquadrão aéreo de reconhecimento fotográfico. A partir deste dia, eles nunca mais se separaram. Nos dois anos seguinte, Smoky e William participaram juntos de diversas missões, sobrevivendo às duras condições climáticas da floresta da Guiné e Rock Island. Smoky dormia na tenda jundo com William, em uma mochila preparada para isso e dividiam a ração de comida que lhe era cabida. Ela não recebia comida especial, nem tratamento médico, no entanto, nunca ficou doente. Smoky realizou doze missões de combate e ganhou oito estrelas de batalha. Ela sobreviveu a cento e cinquenta raids aéreos na Nova Guiné e atravessou um furacão em Okinawa.

Ela pulou de uma torre de trinta pés, com um para-quedas especialmente feito para ela. Smoky ainda salvou a vida de William e outros soldados ao longo da guerra. Nas horas vagas, Smoky aprendeu vários truques e entretia as tropas, truques estes, que depois foram usados nos hospitais para animar os pacientes feridos de guerra. Esta nova missão, lhe garantiu da revista Yank Down Unde o prêmio de "Mascote Campeã do Sudoeste do Pacífico". Ela se tornou heroina novamente, quando ajudou os engenheiros a construirem a base aérea do Golfo de Lingayen, Luzon. Eles precisavam passar um cabo de telégrafo, por um conduite de setenta pés e penas 8 polegadas de diâmetro, apenas Smoky, com seus 2 kilos, poderia realizar o feito. Smoky ajudou também em um trabalho de escavação, que iria durar três dias com métodos normais, em apenas algums minutos, sem por em perigo nenhum soldado, nem a missão de transporte dos caças de reconhecimento. Ao voltar para os EUA, Smoky e William, foram saudados como heróis e seus feitos foram divulgados por toda

a imprensa, tornando-a famosa pelo país inteiro, tanto que, nos dez anos seguintes, a dupla viajou fazendo apresentações, aparecendo em programas de televisão, divertindo os veteranos de guerra nos hospitais e até estrelando filmes. Foi erguido um monumento à Smoky em Eastlake Doggy Park, Cleveland, onde diz: "O menor soldado da II Guerra Mundial e o mais famoso cão de guerra". No Dia do Veterano de 2005, uma nova escultura foi criada em Cleveland Metroparks, na Reserva de Rocky River, em Ohio, esculpida por Susan Bahary perpetua uma famosa foto dela, onde ela está sentada dentro de um capacete de guerra. Segundo investigações do Animal Planet, Smoky foi o primeiro cachorro terapeuta que se tem registro, seu trabalho começou em 1944 no 233º Station Hospital na Nova Guiné, onde ela acompanhava as enfermeiras que cuidavam das vítimas da invasão da Ilha Biak, foram doze anos de serviços prestados nesta área.mmmmmmmmmmmmmmmmm Smoky agora virou livro " Yorkie Doodle Dandy" e você pode comprá-lo no Amazon, através deste link: Yorkie Doodle Dandy. Após a morte de Smoky, seu obituário foi publicado, contando seus feitos. Foi então que Grace Guderian ligou para William e lhe contou, que em 1944 ela trabalhava como enfermeira na Nova Guiné e havia ganho de natal uma Yorkshire, chamada Christmas, mas ela havia perdido a cachorra, bem próxima do local onde Smoky foi encontrada.mmmmmmmmmmmmmmmm Coincidência ou não, Smoky sempre r e s p o n d i a q u a n d o o u v i a a p a l av r a Christmas... Fonte: http://www.smokywardog.com/

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Como e onde denunciar maus tratos aos animais Qualquer ato de maus-tratos envolvendo um animal deverá ser denunciado na Delegacia de Polícia. Aconselhamos que os casos de flagrante de maus-tratos e/ou que a vida de animais estejam em risco, acione a Polícia pelo 190 e aguarde no local até que a situação esteja regularizada. A Lei 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais) prevê os maus-tratos como crime de comina as penas. O decreto 24645/34 (Decreto de Getúlio Vargas) determina quais atitudes podem ser consideradas como maus-tratos. Sempre denuncie os maus tratos. Essa é a melhor maneira de combater os crimes contra animais. Quem presencia o ato é quem deve denunciar. Deve haver testemunha, fotos e tudo que puder comprovar o alegado. Não tenha medo. Denunciar é um ato de cidadania. Ameaça de envenenamentos, bem como envenenamentos de animais, também podem e devem ser denunciados.

Exemplos de Maus-Tratos ·Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar; ·Manter preso permanentemente em correntes; ·Manter em locais pequenos e antihigiênicos; ·Não abrigar do sol, da chuva e do frio; ·Deixar sem ventilação ou luz solar; ·Não dar água e comida diariamente; ·Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido; ·Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força; ·Capturar animais silvestres; ·Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse; ·Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi etc.. Lei Federal 9.605/98 - dos Crimes Ambientais Art.32ºmmmmmmmmmmmmmmmmmmm Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa. mmmmmmmmmmmmmmmmmm § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. § 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

Como Denunciar 01) Certifique-se que a denúncia é verdadeira. Falsa denúncia é crime conforme artigo 340 do Código Penal Brasileiro. 02) Tendo certeza que a denúncia procede, tente enquadrar o “crime” em uma das leis de crimes ambientais. 03) Neste momento, você pode elaborar uma carta explicando a infração ao próprio infrator e dando um prazo para que a situação seja regularizada. Se for situação flagrante ou emergência chame o 190. O que deve conter a carta: . A data e o local do fato . Relato do que você presenciou . O nº da lei e o inciso que descreva a infração .Prazo para que seja providenciada a mudança no tratamento do animal, sob pena de você ir à delegacia para denunciar a pessoa responsável Ao discar para o 190 diga exatamente: - Meu nome é “XXXXX” e eu preciso de uma viatura no endereço “XXXXX” porque está ocorrendo um crime neste exato momento. Provavelmente você será questionado sobre detalhes do crime, diga: - Trata-se de um crime ambiental, pois “um(a) senhor(a)” está infringindo a lei “XXXXX” e é necessária a presença de uma viatura com urgência. 05) Sua próxima preocupação é com a preservação das provas e envolvidos. Se possível não seja notado até a chegada da polícia, pois um flagrante tem muito mais validade perante processos judiciais. 06) Ao chegar a viatura, apresente-se com calma e muita educação. Lembre-se: O Policial está acostumado a lidar com crimes muito graves e não deve estar familiarizado sobre as leis ambientais e de crimes contra animais. 07) Neste momento você deverá esclarecer ao policial como ficou sabendo dos fatos (denúncia anônima ou não), citar qual lei o(a) senhor(a) está infringindo e entregar uma cópia da lei ao policial. 08) Após isso, seu papel é atuar junto ao policial e conduzir todos à delegacia mais próxima para a elaboração do TC (Termo Circunstanciado). 09) Ao chegar à delegacia apresente-se calma e educadamente ao Delegado. Lembre-se: O Delegado de Polícia está acostumado a lidar com crimes muito graves e não deve estar familiarizado sobre as leis ambientais e de crimes contra animais. 10) Conte detalhadamente tudo o que aconteceu, como ficou sabendo, o que você averiguou pessoalmente, a chegada da viatura e o desenrolar dos fatos até aquele momento. Cite a(s) lei(s) infringida(s) e entregue uma cópia ao Delegado (Isso é muito importante).

11) No caso de animais mortos ou provas materiais é necessário encaminhar para algum Hospital Veterinário ou Instituto Responsável e solicitar laudo técnico sobre a causa da morte, por exemplo. Peça isso ao Delegado durante a elaboração do TC. 12) Todo esse procedimento pode levar horas na delegacia. Mas é o primeiro passo para a aplicação das leis e depende exclusivamente da sociedade. Depende de nós! 13) Nunca esqueça de andar com cópias das leis (imprima várias cópias). 14) Siga exatamente esse roteiro ao chamar uma viatura e tenha certeza que o assunto será devidamente encaminhado. 15) Se a Polícia não atender ao chamado, ligue para a Corregedoria da Polícia Civil e informe o que os policiais disseram quando se negaram a atender. Mencione a Lei 9605/98

Veja onde podem ser feitas as denúncias:

Brasil IBAMA - Linha Verde: 0800 61 80 80 Disque Meio Ambiente: 08001135 60 Corpo de Bombeiro: 193 Polícia Militar: 190 Ministério da Justiça: www.mj.gov.br

Rio de Janeiro Ministério Público: (21) 2261-9954 DEMA - Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente: (21) 3399-3290 / (21) 3399-3298 / (21)2589-3133 Rua S. Luiz Gonzaga, 265 - São Cristóvão Delegado: Rafael Carvalho de Menezes E-mail: rafaelcarvalho@pcerj.rj.gov

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São Paulo Disque-Denúncia: 181 (ligação gratuita

Gatos Encantados – Amor que transforma.

disponível para moradores da Grande São Paulo) (11) 3272-7373 (disponível para quem mora em qualquer localidade do Estado)

Ministério Público - SP: (11) 3119-9015 / (11) 3119-9016 R. Riachuelo, 115 - Centro - SP Site: www.mp.sp.gov.br E-mail: comunicacao@mp.sp.gov.br / meioamb@mp.sp.gov.br Promotoria de Justiça do Meio Ambiente: (11) 3119-9102 / (11) 3119-9103 / (11) 3119-9800

Corregedoria da Polícia Civil: (11) 3258-4711 / (11) 3231-5536 / (11) 3231-1775 R. da Consolação, 2.333 - Centro - SP Corregedoria da Polícia Militar: 0800 770 6190

Secretaria de Segurança Pública: www.ssp.sp.gov.br

Polícia Militar Ambiental: www.polmil.sp.gov.br PMSP - Comando de Policiamento Ambiental (Efetivo: 2244): (11) 5082-3330 / (11) 50082396 / (11) 2397-2374

Delegacia do Meio Ambiente: (11) 3214-6553 Ouvidoria da Polícia: 0800-177070 Site: www.ouvidoria-policia.sp.gov.br Prefeitura de São Paulo: sac.prodam.sp.gov.br Superintendência do Ibama: (11) 3066-2633 / (11) 3066-2675

Ouvidoria Geral do Ibama: (11) 3066-2638 / (11) 3066-2638 / (11) 3066-2635 E-mail: lverde.sp@ibama.gov.br

Distrito Federal ProAnima: (61) 3032-3583 Delegacia do Meio Ambiente da Polícia Civil: (61) 3234-5481 Gerência de Apreensão de Animais: (61) 3301-4952 Ministério Público: (61) 3343-9416 Curitiba Delegacia de Meio Ambiente de Curitiba: (41) 3356-7047 Rua Erasto Gaetner, 1261 - Bachacheri, em frente à Base Aérea de Curitiba Fonte: Blog Cachorrada

Desde sempre, lembro da minha paixão por animais. Quando criança, eu abraçava todos os cachorros que encontrava na rua, deixando minha mãe sempre apavorada. Todos os meus tios e primos tinham animais em casa e eu me deleitava brincando com eles. Meus avós paternos tinham um gato, que eu dei o nome de Mimi, quando tinha uns 4 anos e eu o adorava. Mas nunca tinha tido um animal meu. Um dia, quando eu tinha uns 10 anos, minha mãe permitiu que eu tivesse o meu primeiro cachorrinho. Estávamos em Teresópolis e, na rua, uns meninos colocavam um filhotinho amarelo, de peito branco (bem viralatinha), no chão e corriam. O cãozinho mal podia andar e tentava correr... Abaixei para fazer carinho e os meninos falaram que estavam doando o cãozinho. Nem me atrevi a perguntar para minha mãe... mas meu olhar cruzou com o dela. Minha mãe perguntou: Você quer? Eu devolvi a pergunta: Pode? E ouvi a resposta que me pareceu a mais linda música do mundo: Pode! Peguei aquele bichinho no colo, com todo o cuidado para não machucá-lo, e descobri o tamanho da minha capacidade de amar naquele minuto! E assim começou a minha estreita

Minha Samuca viveu pouco. Morreu envenenada, comendo veneno num canteiro de prédio em Copacabana. Eu tinha 13 anos. Acho que nunca tinha sentido uma dor tão grande. Um pedaço de mim morreu junto com ela. Depois disso, tive outros cães: Tininha – uma viralatinha branca, Pin - um pequinês, Shana – uma gata sialata que me ensinou a amar os gatos definitivamente e viveu mais de 18 anos, Shaninha e Pequenina – filha e neta de Shana, Pretinha – uma gata preta, Tchai – um poodle branco, de nariz cor-de-rosa, que viveu 16 anos, apesar de cardíaco e epilético, Nuri, um mestiço de Pastor Belga, que morreu devido a imperícia médica... E mais animais que passaram pela minha vida, que não eram meus, mas que foram amados demais. Depois que o meu Tchai morreu, jurei que nunca mais teria um animal. A dor da perda passou a ser insuportável para mim. Mas sou dependente química de pêlos. Consegui ficar sem ter um animal por 3 anos. Mas não ter animais era mais doloroso do que a dor da perda. Um dia, num bar, vi um gatinho tigrado. Filhote ainda, e um monte de bêbados brincando com ele. Pegavam pelo cangote e levantavam... o gatinho miava... e esse miado feria meus ouvidos e, principalmente, meu coração. Um colega de trabalho pegou o gatinho e levou até a nossa mesa e eu o peguei no colo. Acabou ali, naquele segundo, a minha resistência em não ter mais animais.

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O calor daquele bichinho nos meus braços, o ronronar e a segurança que ele pareceu sentir no meu colo derreteu o meu coração. Levei o tigrinho para minha vida e o batizei de GATO. Como era levado. Um gatinho mordedor, danado de agitado, alegre... No dia seguinte mandei instalar redes de proteção em todas as minhas janelas. Tinha que proteger aquele bichinho de qualquer risco desnecessário. E ele cresceu... mordedor, agitado, alegre e muito levado! Não cheguei a castrá-lo. Pois num domingo de noite, ele não quis comer. Não dei muita importância e na 2ª feira, fui trabalhar. Na volta, minha mãe disse que ele não tinha saído do meu quarto e não tinha comido nada. Terça-feira não fui trabalhar. Fomos ao veterinário. Ele estava em um processo anêmico muito violento. Desidratado, apático... ele estava morrendo! Mas como? Ele estava ótimo domingo de tarde! Fizemos exames e, na quarta-feira de tarde eu recebi mais uma sentença da morte de mais um pedaço do meu coração: Ele tinha FeLV - LEUCEMIA FELINA. Nunca tinha ouvido falar disso! E falei para a veterinária não poupar nem um centavo, mas que o curasse. E ouvi o pior: Não tem cura. O seu gato vai morrer. Não pude acreditar naquilo. Consegui uma transfusão de sangue para o Gato. Eu precisava ganhar tempo para entender o que estava acontecendo! Levei o Gato em vários veterinários... e ouvi a mesma coisa de todos. A FeLV, para ele, estava sendo muito severa. Ele estava com anemia degenerativa e não existia muito o que fazer por ele. Pesquisei TUDO sobre FeLV que encontrei na Internet, buscando algo que pudesse ajudar o Gato. Tratamento alternativos feitos na Itália, medicamentos nos EUA... Tudo em vão! Não daria tempo de chegar aqui. Bem... o Gato viveu apenas 21 dias depois do diagnóstico. Tirei férias e passamos seus últimos 15 dias juntos, colados, aproveitando cada segundo que nos restava. Um dia, acordamos, abri as cortinas e percebi que as pupilas dele não se contraíram. Deitei ao lado dele e ele levantou os olhos para mim. Percebi que, a partir daquele momento, ele entraria em sofrimento profundo. Levei-o ao veterinário e foi constatado que ele não reagia mais a nada. Com o coração dilacerado, autorizei a eutanásia. A eutanásia não era uma novidade para mim. Em duas ocasiões precisei tomar essa terrível decisão. Mas das outras vezes, fui covarde. Não aguentei ficar e saí do consultório. Nunca me perdoei por isso.

Essa culpa eu não queria mais carregar e decidi que, enquanto ele tivesse um fio de vida, ficaria no meu colo. O Gato morreu no meu colo. Ouvindo a minha voz, sentindo o meu cheiro, o meu toque. Se alguém tinha que sofrer nessa história, que fosse eu. Ele não! Não sei classificar a dor que senti. E, por causa de toda essa dor, decidi que nunca mais viveria sem ter gatos! Decidi que faria o possível e o impossível para divulgar a FeLV e o não acesso dos gatos às ruas. Passado o período de quarentena, orientado pelo veterinário por causa do vírus da FeLV, adotei três gatos tigrados! Não os testei contra a FeLV. Pois eles seriam meus e teriam todo o tratamento que precisassem, caso tivessem a doença. Toda essa história me levou a participar de comunidades de animais no Orkut. Até que soube, em um tópico, que uma colônia de gatos super ariscos de um parque estava ameaçada de envenenamento. Tentei ajudar a denunciante de longe... Achava que não tinha equilíbrio emocional para me envolver em nada dessas coisas. Porém, depois que montei uma rifa para ajudar a ter dinheiro para cuidar desses gatos, a denunciante desistiu de ajudá-los. E eu acabei ficando sozinha, com dinheiro alheio (vendi rifas!) e, claro, teria que prestar contas da história. Até que uma amiga, Sônia Schmidt, (que conheci no Orkut!) se prontificou a dar continuidade ao projeto comigo! E começamos a planejar tudo! O primeiro passo foi ir ao Parque. Lá, descobrimos que eles não seriam envenenados. Apenas não queriam que eles ficassem reproduzindo tanto. Levamos vários pacotes de ração, mas não sabíamos o que esperar ou fazer. Então, combinamos com as funcionárias do parque que levaríamos ração e tentaríamos capturar os gatos para castrar e levá-los de volta para o parque. Mas tinha o pré e pós operatórios. Jejum e repouso... Como fazer? Tínhamos o dinheiro da rifa e mandamos confeccionar 4 gaiolões, de 1 ,00X 0,60X0,60m para as capturas, pré e pós operatórios.

As funcionárias capturavam os gatos um dia antes e os deixavam em jejum. Nós os levávamos para castrar no posto da Prefeitura e devolvíamos ao Parque no mesmo dia. Preparamos verdadeiras suítes: Cada gaiolão tinha um banheirinho, uma almofada, potinhos para água e comida. Arrumamos os gaiolões um em cima do outro na sala da chefe da limpeza e tudo estava dando certo. Mas isso durou pouco tempo. Pois as funcionárias que nos ajudavam foram demitidas por contenção de despesas do Parque. Só duas funcionárias ficaram... A partir daí, não tínhamos mais quem pudesse dar tanta atenção aos gatos. Adaptamos todo o projeto. Começamos a castrar com veterinário particular, para fazer o pré e pós operatórios na clínica. Passamos, ainda, a capturar os gatos. Para custear as cirurgias e alimentação, resolvemos fazer artesanatos para vender. Temos alguns poucos, mas importantíssimos, simpatizantes que nos ajudam doando esporadicamente algum dinheiro. Os amigos compram nossos artesanatos e vendemos, também, pela Internet. Conseguimos uma parceria com um veterinário que hospeda os bichanos por 15 dias. Nós capturamos nos finais de semana. Ele opera nas terças-feiras e o gato fica lá por 15 dias e nós os levamos de volta ao parque. Durante a cirurgia, é feito um pequeno corte em uma orelha do gato, tirando a pontinha. A orelha fica com a ponta reta e, com isso, podemos identificar os gatos que já foram castrados mesmo de longe. Isso começou há pouco mais de 3 anos. Hoje, 99% dos gatos desse parque já estão castrados. A colônia está sob controle!

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Porque acho que, da mesma forma que conseguimos doar um pouco do nosso tempo e energia para cuidar dessa colônia de gatos, achamos que todo mundo também pode. Atualmente, tenho 4 gatos tigrados e todos os Gatos Encantados. Manter o projeto Gatos Encantados, pra mim, é um projeto de vida. Agradeço a cada animalzinho que passou pela minha vida, amadurecendo a minha forma de amar. Ensinando-me que só amar é pouco. Que o amor incondicional é transformador ... para ambas as partes. Angela Belluomini Responsável pelo Projeto Gatos Encantados angelabelluomini@gmail.com Visite o Blog: gatosencantados.blogspot.com

www.gatosencantados.blogspot.com

Todos os funcionários que trabalhavam lá no início de tudo já não trabalham mais lá. O parque fechou de vez. Mas nós continuamos indo lá todas as semanas. Levamos 150 quilos de ração mensalmente e o contador do Parque distribui ração pelas micro-colônias durante a semana. Nos finais de semana, nós distribuímos a ração. Aproveitamos para fazer um banquete para os gatos! Poucos gatos nos permitem aproximação, mas nos recebem com muita alegria. Temos um blog (www.gatosencantados. blogspot.com) ,onde contamos cada dia que passamos no Parque, desde o primeiro dia. Esse é o amor que transforma. É usar todo o amor que sentimos por animais para transformar a vida deles. Os Gatos Encantados não deixarão descendentes abandonados. Enquanto viverem, estarão sob os nossos cuidados... e, um dia, quando não existir mais nenhum Gato Encantado, teremos uma linda história de amor para contar. Uma outra amiga, Noêmia, nos cedeu um pedaço do terreno da casa que comprou em Araruama, para que os Gatos Encantados tenham, enfim, sua “casa própria”. Estamos, agora, em campanha para angariar fundos e construir a Terra dos Gatos Encantados, onde ficarão seguros e receberão atenção e carinho para sempre! Eu e Sônia somos pessoas normais. Temos família, vida social, trabalhamos, temos compromissos, nossos animais, nossos amigos... e cuidamos do Gatos Encantados! Por que escrevi isso tudo?

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La Vivência, Casa Emilien Lacay-Cruzada do Menor e Pousada Residencial para Idosas recebem visita dos pets terapeutas do Pêlo Próximo

O Projeto Pêlo Próximo-Solidariedade em 4 patas, iniciou o mês de maio levando amor e alegria a três Instituições do Rio de Janeiro, que cuidam de idosos e crianças. A primeira visita, aconteceu no dia 14, na Clinica Geriátrica La Vivencia, na Tijuca. Treze cães do Projeto passaram uma tarde com 60 idosos da instituição com diversos tipos de patologia e receberam muito carinho dos pets terapeutas caninos. Entre lambidas e afagos, os voluntários do projeto realizaram várias atividades com os idosos, estimulando os exercícios fisioterápicos com pés e mãos, como a massagem no cão e escovação de pelos. No final da visita, os voluntários realizaram uma sessão de musicoterapia, acompanhados dos idosos do La Vivencia.

Visita no La Vivencia

Visita no La Vivencia

Visita no La Vivencia

Visita no La Vivencia

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Bruna Prado

Na semana seguinte (21), foi a vez da Casa Emilien Lacay-Cruzada do Menor, em Jacarepaguá. Em parceria com o E-solidário, foram selecionados 15 idosos com tipos de doenças diferenciadas, entre elas, Alzheimer, Mal de Parkinson, seqüelas de AVC, depressão, Isquemia e dificuldades de locomoção. Os voluntários do Projeto Pêlo Próximo, realizaram com os idosos, exercícios estimulando os pés e mãos, passearam com os idosos e atividades com arco e boliche. A visita contou com a presença de uma idosa de 101 anos, que interagiu durante toda a visita com os animais do projeto. No grupo das crianças foram realizadas atividades de contato com os animais, agility,show dog e o Pet Health, onde elas

tiveram a oportunidade de examinar os animais como se fossem médicos, usando mascaras e auscultando o coração dos cães. A visita também contou com a participação especial da coreógrafa Natasha Sussekind do Projeto Pêlos Animais, que apresentou um espetáculo caracterizada de “Flautinha” dançando com as idosas e crianças da Instituição. “Tivemos a oportunidade de realizar atividades distintas em uma única visita. Tenho certeza que as crianças e os idosos adoraram. Em breve retornaremos a instituição para outra visita” – finaliza Roberta Araújo, coordenadora geral do Projeto Pêlo Próximo.

Bruna Prado

Bruna Prado

Bruna Prado

Bruna Prado

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Ano I • Número 2 • maio/2011 www.peloproximo.com.br

Para encerrar o mês, no ultimo sábado (28) o Projeto levou seus voluntários à Pousada Residencial para Idosas no Grajaú. O encontro promoveu uma tarde de interação entre os cães e as idosas da instituição, que puderam interagir, escovar os pelos do animais e conversar com os voluntários do Projeto. Nessa visita, o Projeto Pêlo Próximo contou com a parceria do músico André Gonçalves, que encerrou visita cantando para as idosas da clinica. A utilização da música passou a fazer parte do trabalho do Projeto Pêlo Próximo este ano, e tem por finalidade, atingir objetivos terapêuticos com crianças e adultos que têm necessidades especiais decorrentes de problemas sociais, emocionais, físicos ou intelectuais. A partir do mês de junho, a Pousada Residencial para Idosas, contará com visitas mensais do Projeto Pêlo Próximo, que irá ministrar a Terapia Assistida por Animais (TAA), sob a coordenação da terapeuta ocupacional Dra. Luciana Pellagaggi e a fisioterapeuta Dra. Magali Araújo. As visitas terão duração de 2h00, onde serão administrados exercícios para melhorar a coordenação motora das idosas e o equilíbrio.

O Projeto, que realiza um trabalho filantrópico em várias instituições do Rio de Janeiro, conta o apoio da ABRAZ -RJ (Associação Brasileira de Alzheimer –RJ), e desde 2009, já realizou visitas no Retiro dos Artistas, Obra Social Dona Meca, Casa Maternal Mello Mattos, Camp para Terceira Idade, Clínica La Vivencia, Centro de Idosos Bem Viver, Solar da Gávea, Casa Emilien Lacay – Cruzada do Menor, Educandário Romão Duarte e Clinica Geriátrica São Sebastião. Fotos: Bruna Prado, Luciana Botelho, Raquel Lima,Gabriela Gomes e Natasha Borboni.

“Nosso objetivo é inserir o animal como integrante do processo de tratamento. Com isso, o profissional terá a possibilidade de realizar a sua terapia usando o animal como facilitador. O idoso, geralmente não gosta de se exercitar e a presença do cão, acaba quebrando a barreira e tudo passa a ser feito com alegria e muita diversão. Os idosos nem tomam consciência de que estão se exercitando. Tudo fica mais prazeroso para os pacientes” – afirma Roberta Araújo, coordenadora geral do Pêlo Próximo.

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Coluna Direito animal com a Dr. Andréa Lambert

Zoonit e IBAMA – E os sentimentos dos Animais, como é que ficam? da estrada outro cão atropelado e no Japão um fotógrafo documenta a reação de um pássaro a morte de outro pássaro.

Vídeo de cão atropelado em estrada no Chile www.youtube.com/watch?v=eDJM-gNNKGU

Vídeo de pássaro morto em praça no Japão www.youtube.com/watch?v=CX1I-LboWs0&NR=1

“A questão não é eles pensam? ou eles falam ? A questão é: eles sofrem”. (Jeremy Bentham)

Nos últimos dias uma das notícias mais comentadas sobre animais foi a transferência de animais do zoológico de Niterói – Zoonit e a separação de um casal de leões. Dengo e Elza viviam há oito anos juntos e agora com a separação Dengo está triste, recusando alimento e perdeu 8 quilos A retirada dos animais do Zoonit é devido às irregularidades, não cumprimento da legislação que rege o funcionamento dos zoológicos, como a Instrução Normativa N.º 04, de 04 de março de 2002/ IBAMA e não foram realizadas as modificações necessárias para se ajustar ao TAC desde 2004, mas também é necessário levar em consideração o direito dos animais e seus sentimentos. Instrução Normativa N.º 04 www.ibama.gov.br/fauna/legislacao/in_04_02.pdf

O IBAMA alega que Dengo e Elza foram separados porque Dengo está com o vírus da imunodeficiência felina (FIV) e Elza com suspeita. O que não dá para entender é por que não confirmarão a doença em Elza antes da atitude drástica da separação? É um exame simples e com resultado imediato. E depois de oito anos de convívio não houve contaminação? A separação do casal com tanta dúvida evidencia a falta de total consideração com os sentimentos dos animais por parte do IBAMA,

mesma falta de consideração que o Zoonit demonstra com outros animais, como o chimpanzé Jimi, que é utilizado para atrair o publico e dar renda para o zoológico e lazer para a cidade de Niterói, da mesma maneira como os leões, como noticiou o jornal O Fluminense em 16/02/2011 “Movimento que já era pequeno por conta da sucessiva perda de animais, pode cair ainda mais sem os felinos. Administração do local calcula perdas de 50% na bilheteria” Jimi vive solitário no Zoonit podendo estar há muitos anos em um santuário convivendo com outros chimpanzés. Muitos podem duvidar da inteligência dos animais, apesar de existirem várias pesquisas que comprovam seu raciocínio, mas o sofrimento deve ser considerado quando o ser humano é responsável pelo destino dos animais, como no caso do casal de leões do Zoonit e outros. Ciúme, amor, raiva, amizade, medo e alegria são emoções que observamos no convívio com animais e desprezar estes sentimentos nos animais é um dos piores lados dos homens, a falta de compaixão. Não são poucas as situações de animais demonstrando amor e emoções, com dois casos famosos que comoveram o mundo, um cão no Chile e um pássaro no Japão e a reação deles diante da morte. No Chile, um cão retira

Agora, o que o IBAMA vai fazer? Quando sairá o resultado definitivo do real estado de saúde da leoa Elza? Dengo viverá sozinho pelo resto da vida, condenado ao isolamento? Na impossibilidade de uni-lo novamente a Elza, existe alguma leoa com o vírus da imunodeficiência felina (FIV) para fazer companhia a Dengo? São perguntas que o IBAMA precisa responder a todos que acompanham este caso. Além disso, está na hora da Prefeitura de Niterói a as autoridades locais realizarem projetos educativos dando ênfase ao respeito aos animais e levar a população à necessidade dos animais viverem de acordo com as necessidades básicas para casa espécie. Todos devem viver num sistema ecologicamente saudável, como prevê a Constituição Federal e não mostrar animais enjaulados em zoológicos para visitação, como é o caso do Zoonit e outros zoológicos do Brasil.

Andréa Lambert Médica veterinária e presidente da ANIDA – Associação Nacional de Implementação dos Direitos dos Animais E-mail: andrealambertvet@gmail.com Site: www.andrealambertfederal.com.br

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Ano I • Número 3 • junho/2011 www.peloproximo.com.br

A importância do grupo de apoio para o familiar cuidador na doença de alzheimer Cada um de nós se sente fragmentado quando diante de situações difíceis, quanto mais instalados estivermos no nosso 'eu', mais expostos nos sentiremos ao medo e a revolta. Por que comigo? Daí a necessidade de todo cuidador/familiar frequentar um grupo, compreendendo que cada um de nós se percebe melhor no outro, este “outro” que como nós, experimenta sofrimento e dor. Na troca de experiências nos sentimos confortados; somente na interação com o outro aprendemos a desbloquear os caminhos: é o outro que enriquece nossa essência. O familiar cuidador da doença de Alzheimer, não encontrando ainda a cura desejada do seu ente querido, encontra no grupo assistido, a força adequada à aceitação e enfrentamento da doença. Por experiência própria tive na minha família o exemplo do cuidador/familiar que luta pela não aceitação da doença e acaba adoecendo. A cuidadora direta da minha mãe, hoje com 88 anos e com a doença de Alzheimer há quase 30 anos e que está muito bem fisicamente, foi minha querida irmã que acabou vindo a falecer vitimada por um câncer devastador que a levou em 8 meses. Por querer entender a doença e ajudar minha irmã, entrei na ABRAZ-RJ (Associação Brasileira de Alzheimer do Rio de Janeiro) há anos. Hoje me sinto feliz em poder ajudar as pessoas a superar o impacto do difícil diagnóstico, a dor da perda de identidade do seu ente querido, a aceitação daquela mãe/pai/marido que já não o reconhece como tal, enfim, a entender que a doença de Alzheimer são perdas diárias que não estamos preparados para aceitar. Simplesmente é mais fácil acreditarmos que a ciência está errada, que o médico prescreveu outra medicação e que essa apresentou uma mudança positiva no quadro do paciente, estacionando a doença. Essa é a expectativa que ficamos, na esperança que o nosso familiar reaja e volte a ser como antes. Como lidar com essa fragilidade? Essa inversão de valores, onde antes eu era a filha querida e agora não passo de uma ilustre desconhecida, me dá medo e angústia. É aí que o grupo se apresenta àquele familiar na sua terrível e maior busca por soluções, alívio para suas dores e alento para seu coração despedaçado. Nessa caminhada aprendemos que embora a doença do nosso doente o afaste a cada dia mais de nós, na realidade acabamos por aprender tantas outras coisas que não julgávamos importantes e essenciais na nossa vida.Percebemos que a cada dia nos tornamosuma pessoa menos exigente, mais tolerante, mais sábia e melhor em todos os sentidos. Particularmente, eu devo isso à doença da minha mãe.(E.F) Para finalizar, o grupo de apoio é uma troca de amor, calor humano, compreensão. É o compartilhar as dores pela perda de um ente querido que se foi estando ele sentado ao nosso lado, é conviver com a ausência sem sofrimento. É um constante aprendizado de tolerância de sentimentos.

Depoimentos sobre o Grupo de Apoio da Abraz: “O grupo de apoio da ABRAZ (Associação Brasileira de Alzheimer) funciona como fator de crescimento pessoal, possibilitando mais do que a simples aceitação da doença do familiar. É a própria interação da pessoa do cuidador com o mundo e a vida” (M.S,mãe) “O grupo de apoio, com certeza é bom para o cuidador para que ele não se sinta tão sozinho nessa caminhada difícil contra o tempo(doença), mas principalmente para o doente ter mais carinho e ser mais compreendido”.(A,sogra) “As reuniões do grupo de apoio são muito importantes para nós filhos e amigos dos portadores da doença, pois nessas ocasiões podemos externar nossas angústias, dúvidas e sentimentos. Nesses encontros conhecemos pessoas que também querem e precisam de informações, vivências, apoio e uma palavra amiga para poder melhorar o entendimento da doença e tornar a aceitação um fato normal. As trocas de opiniões e vivências são muito importante para nós; a busca de uma palavra sábia e amiga, sem qualquer preconceito, é super legal .Fico muito agradecido por esses momentos”. (B.S.mãe) “Este grupo é maravilhoso, tem 8 anos que frequento (m.r.c.).A importância do grupo de apoio é tão boa que não só ajuda os doentes como cura os cuidadores. (cuidadora profissional m.n) A importância do grupo para mim é enorme, estou aprendendo a lidar com pessoas idosas, com criança, estou aprendendo a me controlar com tudo”.(CR) “O grupo de apoio é muito importante para os cuidadores e familiares , pois é através desse grupo que aliviamos nossas tensões diárias, orientando, aconselhando, dando coragem para que possamos continuar essa difícil tarefa de cuidar da melhor maneira possível da pessoa que amamos, não medindo sacrifícios. É de grande importância esse grupo, especialmente para mim que cuido da minha esposa desde 1999. Nossas reuniões me fazem um tremendo bem, um alívio espiritual de grande importância para continuar nossas tarefas diárias”.(V.G Esposa) “As pessoas necessitam desse espaço para desabafar e saber que não estão sozinhas, há uma troca de informações muito grande e de amor. O grupo é especial.”(R.R.) Colaboraram: Eliana da S.Faria Isabel Hoffman Paulo Bernardo de Araújo Grupos da Abraz e do Mequinho(UFF)

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Agenda de Eventos e Cursos

São Paulo

Rio de Janeiro

25 e 26.06.2011

11.06.2011

Curso de reabilitação em pacientes neurológicos Curso de reabilitação em pacientes neurológicos da FISIO CARE PET, que contemplará 8 horas de aulas sobre neurologia, desde anatomia e fisiopatologia, até novos métodos de diagnósticos e tratamento clínicos e cirúrgicos. Essas aulas de neurologia serão ministradas por dois dos principais nomes na atualidade: M.V. Wagner Sato Ushikoshi e M.V. Ms Ragnar Franco Schamall. Nextel: 118*17509 - (11) 9821-2752 fisiocarepet@gmail.com

Campanha de Adoção do SOS VIDA ANIMAL - Copacabana/Bairro Peixoto Horário: 10:00 às 16:00 Requisitos para adoção: para adotar, é necessário trazer à Campanha seu RG, CPF e comprovante de residência (de preferência água, luz ou telefone) Contatos: adote@sosvidaanimal.com.br

27 a 30.06.2011 Oficina: Entendendo a agressividade canina e felina Local: Hotel Solarium - Butantã. Para tanto os médicos veterinários sanitaristas que trabalham nessas ações necessitam ser capacitados com o novo enfoque do controle animal, isto é, os 3 R´s. Dentro da reabilitação dos animais, o tema “agressividade”, que pode envolver questões biológicas, psicológicas, fisiológicas, entre outras, deve ser compreendido e instrumentalizado de maneira a auxiliar nas ações que envolvam animais agressivos ou com potencial agressivo nos CCZ. Também os outros setores da sociedade – protetores de animais, clínicos veterinários, adestradores, funcionários de pet shops e outras atividades que lidam direta ou indiretamente com cães - devem ter orientações claras sobre a criação responsável e como diagnosticar um animal com potencial agressivo, diminuindo o risco para outros animais e seres humanos.

Adote um Bichinho e Salve uma Vida – Tijuca Horário: 9:00 às 16:00 Requisitos para adoção: A pessoa que for adotar tem que ser maior de idade e levar cópias de documento de identidade e comprovante de identidade. Contatos: andrealambert@terra.com.br

12.06.2011 Feira de Adoção AMA ANIMAL - Lagoa Rodrigo de Freitas Horário: Das 10:00 às 16:00 Requisitos para adoção: Garantia de Muito Amor; Ter no mínimo 18 anos completos ; Apresentar RG, CPF, Comprovante de Residência; Concordar com o Termo de Adoção. Contatos: amaanimal.adote@gmail.com

Minas Gerais 03 a 05.06.2011 Expovet Minas 2011 - Encontro Mineiro de Atualização em Medicina Interna de Pequenos Animais A Expovet Minas 2011 irá sediar o Encontro Mineiro de Atualização em Medicina Interna de Pequenos Animais, realizado pela ANCLIVEPA - MG. A Expovet se consolida hoje, como um dos maiores eventos regionais do Brasil, com credibilidade no calendário nacional de eventos. Direcionada exclusivamente para profissionais do segmento pet e veterinário, a feira apresenta aprodutos, tecnologias, equipamentos e serviços, com a exposição de grandes marcas do segmento. Traz, ainda, uma série de cursos e palestras gratuitas, comandadas por profissionais renomados. Eventos: Espaço Grooming Show Pet Society; Cursos de banho e tosa; Palestras e cursos para profissionais do segmento. (31) 7817-0615. - Id Nextel: 55* 135* 3167. Local: Av. Amazonas, 6030 - Bairro da Gameleira - Belo Horizonte - MG. (31) 3444-9002 atendimento@expovet.com.br

Rio Grande do Sul 08.06.2011 I Seminário Gaúcho de leishmanioses Local: Plenário Ana Terra - Câmara Municipal de Porto Alegre - Av. Loureiro da Silva, 255, Centro, Porto Alegre. Leishmaniose, uma zoonose até então desconhecida no Rio Grande do Sul, característica de regiões tropicais, teve as primeiras notificações em nosso Estado no ano de 2008, no município de São Borja. Para debater este tema, visando a prevenção e a adequada condução, o MGDA - Movimento Gaúcho de Defesa Animal, com o apoio da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul e da Câmara Municipal de Porto Alegre, promovem o I Seminário Gaúcho de leishmanioses - Causas, Consequências, Prevenção e Tratamento; Aspectos Técnicos e Jurídicos. Horário: das 8h às 18h45. mgda_rs@terra.com.br - - carlos.denig@al.rs.gov.br

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Reiki, Florais de Bach e os animais Todos nós que temos animais sabemos o quanto ficamos aflitos quando nossos filhos ficam doentes ou comportam-se de maneira fora do normal. Grande parte dos tratamentos convencionais com remédios alopatas é eficaz, mas podem trazer ao animal uma reação física. Quem nunca passou pela experiência de tomar um remédio para dor de cabeça e depois sentir dores no estômago? Nos animais não é diferente. Foi pensando nisso que, ao iniciar meus estudos em Reiki, desejei conhecer as reações e resultados em animais. Reiki é uma técnica japonesa utilizada através da imposição das mãos para equilibrarmos o físico, o emocional e o espiritual, proporcionando uma sensação de bem-estar, leveza e harmonia. A terapia Reiki vem ganhando cada vez mais reconhecimento pelos resultados obtidos em tratamentos com pessoas e animais, inclusive com alguns hospitais oferecendo como terapia complementar às pessoas que fazem radioterapia e quimioterapia. Por não apresentar efeitos colaterais ou qualquer contraindicação, o Reiki pode ser aplicado paralelamente a tratamentos convencionais. Ao estudarmos Reiki não encontramos, no entanto, nenhuma referência aos animais, mas se pensarmos que é uma técnica que trabalha com uma energia extremamente pura e inteligente, por que não aplicar em animais? Ao receberem esta energia, os animais ficam mais tranquilos e relaxados. Para casos específicos de dor, o alívio é imediato. Para aqueles que são muito agitados, estressados, notase o equilíbrio. Quando temos casos de feridas ou cirurgias, a aplicação do Reiki ajuda na cicatrização. O ideal é que a aplicação aconteça uma vez por semana, com no mínimo 40 minutos na região a ser tratada. Conforme a situação, recomenda-se aplicar mais de uma vez por semana. Para situações de doenças terminais, o Reiki oferece o conforto e o amparo que o animal precisa. É importante ressaltar que é através do toque das mãos que se faz uma aplicação de Reiki. O terapeuta é o canal, através do qual essa energia é transmitida ao animal. Este procedimento não interfere em nenhum aspecto do tratamento clínico tradicional. Outra informação importante é que Reiki não é uma “reza” e muito menos está ligado a qualquer manifestação religiosa.

Reiki é um sistema natural de harmonização energética sistematizado por Mikao Usui, monge budista japonês. Caracteriza-se pela transmissão de energia principalmente através das mãos, utilizando símbolos (yantras) e mantras. É uma técnica que favorece a restauração da saúde, o equilíbrio energético e a harmonização interior. (Eulalia Fernandes – www.portaldereiki.com.br) Muitos buscam a terapia complementar por não ser um tratamento agressivo e por proporcionar ao animal uma qualidade de vida melhor. Neste sentido, podemos também, junto ao Reiki, fazer uso dos Florais de Bach. O tratamento acontece simultaneamente, oferecendo uma melhora rápida. Pelos resultados já obtidos, recomendo que os Florais de Bach sejam usados nos tratamentos de animais estressados, agitados, com medos de fogos, barulhos e também para aqueles que são extremamente carentes, que pedem a atenção do dono o tempo todo. Nessas situações, os Florais com o Reiki atuam sobre o animal de maneira mais rápida, com reações perceptíveis logo nos primeiros dias. O floral pode ser colocado na água do animal ou através de gotinhas em sua língua. Caso tenham dúvidas, por favor, entrem em contato pelo e-mail mdoher@gmail.com. Margareth Doher, Mestre de Reiki e terapeuta floral.

1º Fórum de Guarda Responsável – Etapa Rio de Janeiro

O 1º Fórum de Guarda Responsável, organizado pela Total Alimentos, foi realizado no Rio do Janeiro no último dia 21 de maio. O Fórum contou com palestras relativas aos interesses de ONGs e protetores independentes: "como as mídias sociais podem auxiliar o trabalho das ONGs de proteção animal" , "como montar uma PPP (parceria público-privada) e a importância deste trabalho conjunto". Durante o fórum, a Total Alimentos apresentou o Programa Max Identidade (www.maxidentidade.com.br),uma iniciativa que estimula a guarda responsável e auxilia na identificação e busca de animais perdidos.

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Cantindo da Adoção Esse espaço é reservado para adoção e apadrinhamento de cães e gatos. Se você tiver um animal precisando de um lar, entre em contato conosco pelo email peloproximo@gmail.com, envie uma foto e as características do animal. Abaixo, seguem alguns animais disponíveis para adoção da Ong ANIDA.

www.abrazrj.com.br

FÉMEA - 3 MESES - CASTRADA

Rede E-Solidário http://www.e-solidario.com.br

MACHO - 3 MESES - CASTRADO GATO MACHO - 8 MESES CASTRADO

Blog da Rede E-Solidário, Nossas Visitas e arrecadações dos Bolões Solidários http://blog.e-solidario.com.br

Para adotá-los entre em contato com andrealambertvet@gmail.com ou através do tel (21) 9632-8115, falar com a Dra. Andréa Lambert. FÉMEA - 1 ANO - CASTRADA

www.pousadaresidencial.com

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Gripe Canina: Riscos de contrair a doença são maiores no inverno Com a chegada do inverno e as mudanças bruscas de temperatura, nossos cães ficam mais suscetíveis à gripe canina ou tosse dos canis, doença que afeta todas as raças e idades. Conhecida dos veterinários, a tosse dos canis é uma doença específica do sistema respiratório dos cães, que se caracteriza pela natureza aguda e extremamente contagiosa. Os principais agentes que a provocam são o vírus da Parainfluenza, o Adenovírus Tipo 2 e a bactéria Bordetella bronchiseptica, que podem atuar sozinhos ou em conjunto. É importante observar que a Bordetella bronchiseptica pode contaminar humanos, sendo por isso considerada uma zoonose. Canis e locais com alta concentração de animais, como parques e praças proporcionam o ambiente ideal para a disseminação da doença. Como ela é altamente contagiosa, basta um simples contato com um animal doente para que seu cão seja infectado. Um dos principais sintomas da gripe canina é a presença de uma tosse, geralmente seca, forte e persistente, que pode chegar a causar dificuldades respiratórias e ânsia de vômito. Os cães podem apresentar, ainda, febre, secreção ocular, apatia, falta de apetite e dificuldade respiratória, levando à perda de peso. Os sintomas duram de alguns dias até duas ou três semanas. Em filhotes e animais debilitados, o quadro pode evoluir para pneumonia. Em quadros mais severos, que são raros, a doença pode ser fatal. Se o seu cão contraiu a doença, além do tratamento básico que será prescrito pelo veterinário, é importante confinar o animal, evitando que ele fique exposto ao frio, vento e umidade. Evitar banhos e passeios e separá-lo de outros cães.

Maneiras de se evitar Para prevenir a gripe canina, são imprescindíveis bons programas de manejo, como limpeza adequada do ambiente, e vacinação. Existem vacinas intranasais que induzem a proteção com apenas uma dose. Evitar a exposição do animal às mudanças bruscas de temperatura e a ambientes úmidos ajuda a mantê-lo saudável. Raças de pelagem curta, como boxer, doberman, bulldog e whipet, merecem uma atenção especial durante o inverno. Todo cão deve ter uma casinha, canil ou abrigo nos dias mais frios. Cães que dormem ao relento são sérios candidatos a desenvolver problemas respiratórios. É fundamental proteger o animal precocemente, através da vacinação, a partir dos dois meses de idade, antes que ele entre em contato com os agentes causadores da enfermidade. Em qualquer situação é recomendável consultar o médico veterinário sobre o esquema de vacinação ideal para manter o cão saudável. Caso seu cão já esteja doente, o veterinário é o único apto a definir o melhor tratamento e impedir que o quadro evolua. por Alexandre Bacelar Fonte Casa Campo & Cia

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3ª Edição | Junho 2011  

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